sábado, 16 de abril de 2022

PERDE-PERDE

*** Bê-a-bá do Sertão Como negociar com quem só quer levar vantagem – O Bê-a-bá do Sertão *** Doria troca Bruno Araújo por Marco Vinholi na coordenação de sua campanha, e presidente do PSDB ironiza: 'Ufa!' Em nota, ex-governador de São Paulo disse que postura 'pouco agregadora' de Araújo motivou decisão. Por g1 SP — São Paulo 15/04/2022 13h32 Atualizado há 10 horas ***
Bruno Araújo e João Doria durante evento de filiação de Rodrigo Maia ao PSDB, em 1º de abril. — Foto: ETTORE CHIEREGUINI/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO *** Bruno Araújo e João Doria durante evento de filiação de Rodrigo Maia ao PSDB, em 1º de abril. — Foto: ETTORE CHIEREGUINI/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO O pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, João Doria, afirmou nesta sexta-feira (15) que retirou o presidente do partido, Bruno Araújo, do posto de coordenador-geral de sua campanha. Araújo será substituído por Marco Vinholi, ex-secretário de governo de Doria e presidente estadual do PSDB. "Araújo, que é presidente nacional do PSDB, havia sido convidado por Doria para a função. Mas em recentes manifestações durante entrevistas e encontros empresariais, relativizou a candidatura de Doria - que venceu democraticamente as prévias do partido em novembro. Essa postura, considerada pouco agregadora, motivou a decisão", disse a assessoria de imprensa de Doria por meio de nota. O presidente respondeu por meio de suas redes sociais. "Ufa! Comando que nunca fiz questão de exercer. Aliás, ele sabe as circunstâncias em que e o porque 'aceitei' à época. Aliás, objetivo cumprido!", disse Araújo em mensagem no Twitter que foi compartilhada pelo perfil oficial do PSDB. A assessoria de Doria também afirmou que "Marco Vinholi desempenhou papel fundamental no fortalecimento do PSDB no estado e é considerado um hábil articulador político por sua ampla capacidade de diálogo". Vinholi também usou suas redes sociais para comentar a indicação. "Eu, como milhões de brasileiros, ainda tenho esperança no nosso país. Minha esperança tem nome e sobrenome: João Doria. Com a total confiança que ele reúne as melhores condições para retomar o desenvolvimento do nosso país vamos em frente até a vitória", disse. Doria candidato No final de março, Doria levantou a possibilidade de desistir de concorrer à Presidência da República e não renunciar ao cargo no governo de São Paulo, o que atrapalharia o então vice Rodrigo Garcia na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. O plano de uma possível desistência era aventado como uma espécie de contra-ataque de Doria ao que ele via como uma traição do PSDB - uma ala do partido defende que o candidato tucano à Presidência seja Eduardo Leite, que perdeu as prévias do partido para Doria. Após Bruno Araújo publicar uma carta dizendo Doria era o nome oficial do partido para disputa presidencial, o ex-governador de São Paulo formalizou sua saída do cargo para se lançar como pré-candidato. Em discurso no evento, ele declarou que houve um "planejamento" para obter apoio explícito do partido. Segundo informou o blog da Julia Duailibi, o presidente do PSDB disse em encontro com empresários que Doria fez "chantagem" para conseguir carta de apoio. ***
*** O Assunto Prévias frustradas: o apagão tucanoPrévias frustradas: o apagão tucano 00:00 / 26:19 VÍDEOS: Veja mais sobre SP e Região Metropolitana daniellymachado02 03.10.2019 Administração Ensino médio (secundário) respondido • verificado por especialistas A relação perde-perde é o pior cenário para uma negociação. Quando acontece, significa que as partes não se entenderam, e assim, não atingiram seus objetivos. Dois fatores predominantes nesta situação são: o nível de tensão na relação e assuntos mal resolvidos. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir: I. Esse tipo de relação negocial acontece devido a empatia entre os negociadores, dificultando suas decisões. II. A negociação acontece, mesmo com muita dificuldade de relacionamento entre as partes envolvidas, mas com pouca chance de acontecer novamente. III. Este tipo de relação negocial pode resultar em desinteresse total de novo relacionamento entre as partes. IV. A negociação normalmente não acontece devido inflexibilidade entre as partes. Está correto apenas o que se afirma em: I e II, apenas. II, apenas. III, apenas. III e IV, apenas. I e IV, apenas. 2 VER RESPOSTAS* https://brainly.com.br/tarefa/23670930 ***************************************
*** Nas entrelinhas: Sincerídio aprofunda mal-estar no PSDB Publicado em 15/04/2022 - 07:20 Luiz Carlos AzedoComunicação, Eleições, Ética, Governo, Justiça, Memória, Partidos, Política, Política, São Paulo As negociações da terceira via estão sendo conduzidas como um jogo de perde-perde, na base da conspiração e das traições, o que sempre dificulta os acordos É profundo o mal-estar no PSDB em razão das declarações do presidente da legenda, Bruno Araújo, num encontro reservado com quatro empresários paulistas, no qual revelou que a candidatura do ex-governador João Doria será removida no encontro dos partidos da chamada terceira via marcado para 18 de maio. A conversa foi gravada sem o tucano saber e vazou, confirmando o que todos já sabiam nos bastidores. Araújo é aliado do ex-governador mineiro Aécio Neves na operação para remover a candidatura de Doria. A surpresa foi o fato de Bruno revelar que também não tem a intenção de apoiar o ex-governador gaúcho Eduardo Leite, que continua trabalhando para ser candidato a presidente da República, mas, sim, a senadora Simone Tebet (MS), pré-candidata do MDB. Não é o caso de Aécio Neves. Em outras circunstâncias, a gravação custaria o cargo de presidente do PSDB, mas não foi o que aconteceu, porque a conspiração é forte na bancada tucana. E o acordo feito pelos presidentes dos partidos da terceira via para escolher um candidato único serve de escudo para Araújo. O próprio Doria, em declarações passadas, já havia admitido não ser candidato se outro nome surgisse de fora do PSDB, com mais pegada para cumprir o papel de unificador da frente de centro. Admitiu até a possibilidade de apoiar a senadora pantaneira. Mesmo assim, quando fala que a convenção dos quatro partidos da terceira via — PSDB, Cidadania, MDB e União Brasil — escolherá o candidato, Araújo esquece de combinar com Doria. É um dá ou desce por antecipação. ` Fogo amigo Ontem, o deputado Luciano Bivar, presidente do União Brasil, lançou sua candidatura a presidente da República. Foi um jogo combinado com os presidentes das demais legendas para remover de vez a candidatura do ex-ministro Sergio Moro e abrir mais uma frente de batalha contra João Doria. Ao mesmo tempo, Bivar se coloca no jogo para ser o vice de alguém, que ninguém sabe ainda quem será. O que era para facilitar a unidade pode complicar. Mesmo fragilizado eleitoralmente, será muito difícil remover a candidatura do ex-governador paulista, que fala para quem quiser ouvir que a não homologação de seu nome pela convenção da federação PSDB-Cidadania é um assunto a ser tratado pelos advogados da legenda. Ou seja, se Doria quiser, permanecerá candidato e recorrerá aos tribunais. Como tem um perfil de candidato que sempre fez campanha ancorado no marketing político, por cima das relações com os políticos — como aconteceu nas campanhas para a Prefeitura de São Paulo e o Palácio dos Bandeirantes —, não se deve subestimar a teimosia de Doria. Nem a resiliência de Simone Tebet, que conseguiu neutralizar as articulações do senador Renan Calheiros (AL) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para desestabilizar sua candidatura. Com apoio do ex-presidente Michel Temer e do presidente do MDB, Baleia Rossi (SP), fez do limão uma limonada: o jantar dos velhos caciques do MDB com o petista na casa do ex-presidente do Senado Eunício de Oliveira serviu de pretexto para a manifestação de apoio da maioria dos presidentes regionais do partido à candidatura de Tebet. Como tirou por menos o que aconteceu, passou aos aliados uma imagem de equilíbrio e tranquilidade diante das adversidades. De certa forma, as negociações da terceira via estão sendo conduzidas como um jogo de perde-perde, na base da conspiração e das traições, o que sempre dificulta os acordos. Se houvesse uma trégua no fogo amigo e um pacto entre os candidatos, e não apenas entre os partidos, haveria mais possibilidades de uma candidatura unificada. Compartilhe: **************************** *RESPOSTAS VERIFICADAS Verificado por especialistas 5,0/5 23 author link Danas Especialista 35.6 mil respostas 598.9 mi pessoas receberam ajuda As afirmativas III e IV estão corretas. A relação perde-perde é o pior cenário para uma negociação. Quando acontece, significa que as partes não se entenderam, e assim, não atingiram seus objetivos. As negociações que levam a relações de perde-perde ou de perde-ganha, são negociações falhas, e tendem a afastarem as partes interessadas na negociação uma da outra. Espero ter ajudado! taffy927x2 e mais 35 usuários acharam esta resposta útil OBRIGADO 23 https://brainly.com.br/tarefa/23670930 ********************************************* Resposta jeanenegreiros Ambicioso 44 respostas 7.2 mil pessoas receberam ajuda Resposta: III e IV, apenas. Explicação: A alternativa está correta, pois este tipo de relação negocial pode resultar em desinteresse total de novo relacionamento entre as partes. E a negociação normalmente não acontece devido inflexibilidade entre as partes. Nas outras afirmações, se houver empatia entre os negociadores, com certeza haverá negociação, provavelmente ganha-perde. E na outra condição é citada que houve negociação, então não pode ser perde-perde. soobee72pl e mais 23 usuários acharam esta resposta útil OBRIGADO 14 5,0 (9 votos) https://brainly.com.br/tarefa/23670930 *************************************************
*** A importância da abordagem colaborativa/integrativa nas organizações 15/04/2011Rodrigo Souza2 comentários Em todo meio onde há relacionamento interpessoal acontecem conflitos, como por exemplo, em casamento, grupos de trabalho, equipes ou reuniões. Naturalmente, a palavra “conflito” tende a nos levar para o entendimento de algo negativo, contrário e oposto. Normalmente, nesse tipo de relacionamento se predomina a abordagem distributiva ou competitiva, na qual as partes tem interesse de apenas ganhar, nunca ceder, e acontece quando o “conflitante” tende a buscar a maior vantagem possível do “conflitado”. Neste caso, pouco importa o relacionamento futuro das partes, predomina o jogo de uma rodada. Obviamente, existem casos que a competição é necessária e, impreterivelmente, precisa ser acompanhada da inteligência emocional, controlando a intensidade das atitudes, fazendo concessões necessárias e frenagens de acordo com o que é exposto à mesa para o contexto discutido. Nestes casos, o interpretador deste papel precisa planejar muito bem seus argumentos e utilizar técnicas de comportamento que amplifiquem/potencializem o valor positivo dos seus argumentos, assim como reduzir o poder da outra parte. Desta forma é possível aumentar as chances de sucesso com motivação “ganha-perde”. ***
*** Nas organizações, mesmo com todas as áreas funcionais direcionadas para uma mesma missão e objetivos comuns, ainda acontecem conflitos cujas partes não entendem o quão perigoso o jogo de uma rodada pode prejudicar a saúde pessoal e organizacional. As situações de conflitos com abordagem competitiva podem ser comparadas com o cabo-de-guerra, uma parte ganha e outra perde, ou ambas perdem. Não há consenso e a descarga emocional negativa é extremamente forte, salvo aqueles que sabem utilizar e interpretar o uso do poder de maneira correta. Para entender melhor o que é o jogo de uma rodada, posso exemplificar uma costumeira atitude realizada no transito por condutores que não obedecem ao posicionamento da fila. Os mesmos, que quase sempre estão com insulfilm e vidros fechados, se infiltram na fila que anda mais rápido com agressividade tentando impor um posicionamento forte com arranque do carro e barulho do motor. No subconsciente do condutor essa atitude não terá retaliação por parte dos outros condutores porque não é possível identifica-lo. Por outro lado, no jogo com mais de uma rodada, a retaliação pode ser de imediato ou de longo prazo, como por exemplo, nas relações entre clientes e fornecedores ou nas filas de banco. Nota-se que há possibilidade de resposta, de contra resposta e essa mesma situação acontece nas organizações. No conflito, a abordagem colaborativa ou integrativa das partes coopera para atingir ganhos mútuos, atingindo benefícios, integrando seus interesses e até mesmo identificando outras oportunidades de melhoria. Daí importância de acordos e negociações que visam o relacionamento futuro, o jogo com mais de uma rodada. Nesta abordagem o conflitante e o conflitado passam a ser colaboradores, o conflito passa a ser acordo com ganhos mútuos e ambos cooperam para obter o máximo dos benefícios dispostos na mesa. Vide comparativo entre as abordagens na tabela 1. ***
*** Tabela 1: Comparativo entre abordagem competitiva e colaborativa Anúncios DENUNCIAR ESTE ANÚNCIO Para que a saúde dos conflitos possa ser sustentável é preciso um direcionamento TOP-DOWN que navegue em todas as áreas funcionais da organização com naturalidade, que faça parte da cultura organizacional e principalmente pessoal. Portanto, para a resolução de conflitos com negociação saudável, com abordagem colaborativa/integrativa, visando ganhos mútuos e potencializando resultados: [1] Disponibilize as informações que possam ser úteis para resolver o conflito; [2] Trate o conflito como um problema, identificando a causa raiz; [3] Esclareça como uma resolução pode ser favorável para ambas as partes; [4] Exponha assuntos adicionais que possam despertar o interesse da outra parte; [5] Enfatize a missão e os objetivos comuns entre as partes; [6] Evite uso do poder. A abordagem competitiva não é saudável se não usada adequadamente; [7] Explore questões substantivas (tangíveis), mas enfatize as questões relacionais (comportamentais); [8] Exponha suas reais necessidades, assim como da outra parte seguindo a Hierarquia de necessidades de Maslow; [9] Exponha sua amplitude de aceite assim como da outra parte e explore a intersecção entre elas; [10] Comunique-se de forma clara e objetiva evitando interrupções para maximizar o entendimento correto da mensagem. Ganhe, mas em conjunto. Pessoas motivadas ganham com sinergia, que é uma postura de integração, ou seja, a resultante do trabalho de um grupo é nitidamente superior a simples somatória dos esforços individuais. Somar não é suficiente, é preciso potencializar os resultados. Rodrigo Souza Categorias:Relacionamento InterpessoalTags:Abordagem colaborativa, Abordagem Competitiva, Abordagem Distributiva, Abordagem integrativa, Ganha-ganha, Ganha-perde, Ganhos mútuos, Inteligência Emocional, Interesses comuns, Jogo com mais de uma rodada, Jogo de, Perde-perde, Sinergia https://rodrigosouzapm.wordpress.com/tag/perde-perde/

Nenhum comentário:

Postar um comentário