domingo, 10 de abril de 2022

"LOUCURA DA GUERRA"

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*** Arouca inaugura maior ponte pedonal do mundo; confira A ponte de 516 metros de cumprimento e 175 metros de altura liga as margens do rio Paiva no Arouca Geoparque Mundial da Unesco, em Portugal Por Ana Azevedo - 10 de maio de 2021 https://brasilturis.com.br/arouca-inaugura-maior-ponte-pedonal-do-mundo-confira/ "(...)ele tinha a alma do revolucionário, da pessoa que ia mudar o mundo, que sacrificava a vida por isso, mas ele era um cientista, um homem de ciência. Ele buscava a convergência da paixão que ele tinha pela política, pela mudança, pelas pessoas, com o conhecimento – que eu acho que é o caminho pra acertar. Satisfeitos?"
*** http://www.memoriasocial.pro.br/linhas/arouca/depoimentos/depoimentoluizcarlosazedo.htm *********************************** O papa Francisco pediu uma trégua de Páscoa na Ucrânia e condenou a “loucura da guerra” enquanto conduzia os cultos do Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, diante de uma audiência de dezenas de milhares de pessoas.há 4 horas No Domingo de Ramos, Papa pede "trégua de Páscoa" para "alcançar a paz" na Ucrânia | CNN Brasil No Domingo de Ramos, Papa pede “trégua de Páscoa” para “alcançar a paz” na Ucrânia Francisco condenou a "loucura da guerra" enquanto conduzia as celebrações da data na Praça de São Pedro; ele lembrou das mães "que choram a morte injusta de maridos e filhos" *** *** Philip Pullellada Reuters 10/04/2022 às 08:54 | Atualizado 10/04/2022 às 09:58 Compartilhe: Facebook Twitter Linkedin WhatsApp flipboard Ouvir notícia O papa Francisco pediu uma trégua de Páscoa na Ucrânia e condenou a “loucura da guerra” enquanto conduzia os cultos do Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, diante de uma audiência de dezenas de milhares de pessoas. Ele também pediu negociações para encontrar uma solução para o conflito. Em uma aparente referência à Rússia, ele disse: “Que tipo de vitória seria aquela que coloca uma bandeira em um monte de escombros?” Francisco falou no final de uma missa do Domingo de Ramos, a primeira desde 2019 em que o público foi autorizado a voltar à praça após dois anos de serviços reduzidos por causa das restrições da Covid-19. Leia Mais Nove corredores humanitários serão abertos neste domingo (10), diz Ucrânia Nove corredores humanitários serão abertos neste domingo (10), diz Ucrânia Reino Unido diz que Rússia busca reforçar seu exército após aumento de perdas Reino Unido diz que Rússia busca reforçar seu exército após aumento de perdas Ucrânia bane todas as importações da Rússia Ucrânia bane todas as importações da Rússia Alguns na multidão colocaram pequenas bandeiras ucranianas na ponta de ramos de oliveira e uma mulher que leu uma das orações perto do altar estava vestida com as cores azul e amarela da bandeira. “Baixem as armas! Que comece uma trégua de Páscoa. Mas não para rearmar e retomar o combate, mas uma trégua para alcançar a paz por meio de negociações reais abertas a alguns sacrifícios pelo bem do povo”, disse Francisco. Francisco evocou anteriormente os horrores da guerra em sua homilia, falando de “mães que choram a morte injusta de maridos e filhos (…) refugiados que fogem das bombas com crianças nos braços (…) jovens privados de futuro (…) soldados enviados para matar seus irmãos e irmãs.” Desde o início da guerra, Francisco só mencionou a Rússia especificamente em orações, como durante um evento global pela paz em 25 de março. Mas, neste domingo, ele se referiu à Rússia usando termos como invasão e agressão. Moscou chama a ação que lançou em 24 de fevereiro de uma “operação militar especial” projetada não para ocupar território, mas para desmilitarizar e “desnazificar” o país vizinho. Francisco já rejeitou essa terminologia, chamando-a de guerra. Domingo de Ramos O Domingo de Ramos comemora o dia em que o Evangelho diz que Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumento e foi saudado pelo povo – ele foi crucificado cinco dias depois. Ele marca o início da Semana Santa que antecede o Domingo de Páscoa na Igreja Católica Romana em 17 de abril deste ano. A Ucrânia é predominantemente ortodoxa. Os cristãos ortodoxos celebram a Páscoa uma semana depois, em 24 de abril. Uma crise de dor no joelho forçou Francisco, de 85 anos, a pular a tradicional procissão do obelisco no centro da praça até o altar nos degraus da Basílica de São Pedro. Em vez disso, ele assistiu sentado no altar, para onde foi levado em um carro pequeno. Mais tarde, ele mancou enquanto rezava a missa. Tópicos Guerra na Ucrânia Papa Francisco Páscoa Rússia Ucrânia https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/no-domingo-de-ramos-papa-pede-tregua-de-pascoa-para-alcancar-a-paz-na-ucrania/#:~:text=Compartilhe%3A,dezenas%20de%20milhares%20de%20pessoas. ***
*** Nas entrelinhas: Só o Gravatinha salva a terceira via Publicado em 10/04/2022 - 08:18 Luiz Carlos AzedoPolítica A saída de Moro da disputa pela Presidência reforçou a polarização Lula x Bolsonaro e pôs os partidos de centro em situação desesperada, em busca de um candidato que os unifique Sérgio Cabral, pai (vascaíno), João Saldanha (botafoguense), Maurício Azedo (flamenguista) e Nelson Rodrigues (“pó de arroz”) foram grandes cronistas esportivos da imprensa carioca, todos torcedores apaixonados, com legiões de leitores, capazes de levantar o moral das torcidas dos respectivos clubes depois de um tremendo chocolate — escalpelando os técnicos dos times, é claro. Formados na escola de jornalismo de Samuel Wainer, a Última Hora, passaram pelos principais jornais do Rio de Janeiro. PS: Maurício era meu tio. Os três primeiros eram amigos do peito, desde muito jovens, e comunistas de carteirinha, mas quase chegavam às vias de fato na Redação e no bar da esquina quando o assunto era futebol. Nelson Rodrigues, notável dramaturgo (Vestido de Noiva, Toda Nudez Será Castigada), era um reacionário empedernido, apologista do regime militar, que viria a apoiar a campanha da anistia após saber que o filho, Nelsinho, militante de ultra-esquerda, fora cruelmente torturado na prisão. Sobrenatural de Almeida, um dos personagens criados por Nelson Rodrigues, era um fantasma que aparecia quando as coisas não iam bem para o Fluminense. Era o culpado por tudo o que acontecia de ruim em campo, ou seja, uma entidade mítica, à qual o cronista recorria para explicar o que acontecera em campo, sem encher a bola do adversário, é claro. Mas havia outro personagem, um fantasma do bem, que aparecia nos estádios antes das vitórias do Fluminense: o Gravatinha. A escolha do nome tinha tudo a ver com a torcida “pó de arroz”, majoritariamente formada por torcedores de classe média carioca, com fama de ser elitista. Todas as pesquisas de opinião estão mostrando que a saída do ex-ministro da Justiça Sergio Moro da disputa pela Presidência, ao migrar do Podemos para o União Brasil, pôs a chamada terceira via em situação desesperadora. Os votos do ex-juiz da Lava Jato derivaram sobretudo para o presidente Jair Bolsonaro, como, aliás, era de se esperar. A desistência do ex-juiz da Lava Jato, na sua rocambolesca mudança de legenda, parece até coisa do Sobrenatural de Almeida. Agora, só o Gravatinha pode salvar a terceira via, que está sendo estrangulada pela polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje estariam com as vagas no segundo turno garantidas. Cenários Há duas leituras possíveis para as articulações em torno de uma candidatura única de terceira via. A pessimista é ˜não há mais espaço para a terceira via”. A otimista avalia que a desistência de Moro é benéfica, assim como foram a de Alessandro Vieira, que trocou o Cidadania pelo PSDB, e a do ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta (União Brasil). Restaram três nomes, o ex-governador paulista João Doria (PSDB), apoiado pelo Cidadania; Simone Tebet, do MDB; e o “candidato fantasma”, o ex-governador gaúcho Eduardo Leite, representante de uma espécie de PSDdoB, que aguarda Doria desistir ou ser defenestrado pelos aliados. Quem seria o Gravatinha? O ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), embora seja o nome mais forte para romper a polarização, não é levado em conta pelos partidos da chamada terceira via. Nem está querendo isso. Como não se tem uma resposta para a pergunta, melhor contextualizar a situação. O pacote de bondades do governo alavanca a reeleição de Bolsonaro: vem aí um programa de ajuda para “catadores” e “sem teto”, mobilizando os meios empresariais. Sim, Bolsonaro tem forte apoio entre os agentes econômicos, apesar do desemprego, do baixo crescimento e da alta da inflação. O “status quo” pós-pandemia deixa para trás o desgaste do seu negacionismo. Os agentes econômicos preocupados com a questão ambiental e os riscos que Bolsonaro possa representar à democracia são minoria; tem muita gente ganhando dinheiro com privilégios e benesses do governo. O bicho papão da economia agora é a Petrobras; as estatais viraram um “estorvo” socialista. A outra face dessa moeda é o discurso de um Lula recidivo, classista, desenvolvimentista e identitário, que produziu, no começo da semana, polêmicas sobre o aborto, a reforma trabalhista e a índole “escravocrata” de nossas elites, que viraram arroz de festa nas redes sociais bolsonaristas. O grande gesto de Lula em direção ao chamado centro político, até agora, foi a escolha do ex-governador tucano Geraldo Alckmin, que se filiou ao PSB, como vice na sua chapa. Seu objetivo foi esvaziar a terceira via, reforçar a polarização e atrair, por gravidade, os eleitores de centro. Seria bom combinar com o Sobrenatural de Almeida. E se ele aparecer e esses eleitores migrarem para Bolsonaro outra vez? Compartilhe: ***************************
*** Qual é o significado do Domingo de Ramos na Bíblia? ODomingo de Ramos é uma data que faz parte das celebrações da Semana Santa. Esta data costuma ser celebrada regularmente pelos cristãos católicos - e ortodoxos - no domingo anterior ao domingo de Páscoa. A festividade é uma simulação da entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém (Mateus 21:1-1, Lucas 19:28-44, Marcos 11:1-10 e João 12:12-19). O nome - Domingo de Ramos - se deu pela forma como Jesus foi recebido: com ramos de palmeiras espalhados pela entrada da cidade e grande aclamação do povo (Mateus 21:8). Este momento sucedeu no domingo anterior à crucificação de Cristo. Veja também: o que aconteceu em cada dia da Semana Santa? A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém Na semana que antecedeu a sua crucificação, Cristo se dirigiu a Jerusalém. Ao se aproximar da cidade, Jesus mandou dois de seus discípulos para um povoado, onde encontrariam um jumentinho (Mateus 21:1-3). Ao entrar na cidade - montado num jumento - Jesus foi seguido por uma grande procissão. As pessoas colocavam seus mantos e ramos de palmeiras sobre o chão, formando uma espécie “tapete vermelho” para o Messias (Marcos 11:8-10). A notícia se espalhou por toda a cidade e todos ouviram que o Salvador tinha chegado (Mateus 21:10-11). Desta forma Jesus cumpriu a promessa escrita em Zacarias 9:9, onde o "rei entraria na cidade montado num jumentinho". Este episódio ficou conhecido como 'a entrada triunfal'. Depois, na sexta-feira, Cristo foi crucificado a pedido da própria multidão. Mas, no terceiro dia depois da sua crucificação, Ele ressuscitou! Veja aqui: o que significa hosana? Como é celebrado o Domingo de Ramos? A festa de Domingo de Ramos é celebrada segundo a liturgia católica e cristã ortodoxa. Trata-se da primeira data comemorativa da Semana Santa: a semana se inicia com o Domingo de Ramos e termina com o domingo de Páscoa. A celebração se inicia com uma missa, onde os ramos trazidos pelos fiéis são abençoados pelos sacerdotes. Depois da cerimônia a celebração se entende para a rua, onde é realizada uma encenação da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Apesar de ser um acontecimento Bíblico, não há no Evangelho nenhuma orientação para a celebração do Domingo de Ramos. Na antiguidade, era comum a igreja católica realizar festividades públicas baseadas em fatos bíblicos como uma forma de evangelizar. Devemos celebrar o Domingo de Ramos? A Bíblia não condena, nem orienta realizar celebrações de Domingo de Ramos. Certamente este momento foi muito importante no ministério de Jesus. Não é pecado trazermos a memória este e outros tantos feitos de Jesus. Claro, devemos estar atentos: o excesso de simbolismo desvia a nossa atenção de Jesus e pode nos levar a idolatria e superstições. Jesus veio para nos libertar da religiosidade. Logo depois da sua entrada triunfal em Jerusalém, Cristo combateu os mercadores e os comerciantes da fé (Marcos 11:15-16). Celebre a Salvação: a maior vitória de Cristo! Assim como Jesus entrou em Jerusalém no Domingo de Ramos, um dia Ele voltará e todos o reconhecerão (Romanos 14:11). Esse será um grande dia para o povo de Deus, porque marcará o início de uma eternidade junto a Ele (João 14:2-3 e Apocalipse 22:20). Descubra também: o que é a Páscoa judaica? https://www.respostas.com.br/significado-do-domingo-de-ramos/

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