domingo, 13 de fevereiro de 2022

havia ucraniano x russo.

Esaú & Jacó Machadiano Eslavo *** "É a promessa de vida no teu coração." *** *** 0:09 / 3:54 ÁGUAS DE MARÇO (letra e vídeo) com ELIS REGINA e TOM JOBIM, vídeo MOACIR SILVEIRA 214.075 visualizações19 de set. de 2014 ***
*** há 6 dias Folha - UOL Entenda como a guerra na Ucrânia pode afetar a economia - 12/02/2022 - Vinicius Torres Freire - Folha *** domingo, 13 de fevereiro de 2022 Vinicius Torres Freire: Economia da guerra na Ucrânia Folha de S. Paulo Em 2014, anexação da Crimeia pela Rússia deu em nada; desta vez pode ser diferente No dia 26 de fevereiro, faz oito anos que agentes e soldados da Rússia escamoteados ajudaram russos da Crimeia, então parte da Ucrânia, a derrubar o governo da região, que seria anexada por Vladimir Putin em março de 2014. O que aconteceu com a economia mundial? Nada. Os termômetros de tensão nem se moveram: Bolsas, juros americanos, preço do petróleo. O que acontece agora se a Rússia invadir a Ucrânia? Desta vez vai ser diferente? Pode até ser. Os americanos prometem represálias que machuquem os bolsos russos. No entanto, uma retaliação econômica forte deve causar danos colaterais, talvez efeito bumerangue, afetando aliados. Tumulto financeiro e petróleo caro podem prejudicar ainda mais o desempenho do Partido Democrata na eleição parlamentar do fim do ano. O remédio pode ser tão ruim quanto a doença. Joe Biden afirma que vai "impor as sanções mais graves que já foram impostas", em caso de invasão. Por enquanto, deixe-se de lado o que quer dizer exatamente "invasão". Quais seriam essas sanções graves? Biden sugere que pode pegar o dinheiro que amigos oligarcas de Putin têm no exterior e criar problemas para instituições financeiras russas. Que pode tornar inviável o novo gasoduto Nord Stream 2, construído para levar gás da Rússia à Alemanha, pelo mar Báltico. Cerca de 66% do gás e de 29% do petróleo que a Alemanha compra fora da União Europeia vêm da Rússia. Cerca de 44% do gás importado pela União Europeia vem da Rússia, assim como 25% do petróleo. Desde a crise de 2014, os alemães tentam evitar encrenca com os russos. Em um caso extremo, de interrupção do comércio euro-russo de combustíveis, haveria problemas. Os europeus teriam de procurar energia em outra parte, em um mercado mundial que ficaria ainda mais apertado e caro, a não ser que a Arábia Saudita traísse a Rússia, sua aliada informal de cartel petroleiro, produzindo mais. Havendo tantos danos mútuos, haveria tal retaliação? A Rússia apanharia. Embora longe de pobre, os russos não são lá ricos (PIB per capita 43% maior que o do Brasil; 88% maior, em paridade de poder de compra). Vivem de um grande saldo comercial, de exportações, quase metade delas de petróleo e gás. Jornais americanos e analistas de política e segurança internacionais especulam também que a Rússia poderia ser excluída de uma rede internacional de comunicações e financeiras, a SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunications), uma espécie de cooperativa criada por bancos que presta o serviço de transferir dinheiro entre eles. Ficar fora desse sistema é um problemão, no médio prazo. Por quanto tempo a Rússia seria excluída? E se decidir retaliar, dando calotes no "Ocidente"? A invasão em si mesma também pode ser um problema econômico, a depender do que signifique. Em abril e maio de 2014, separatistas pró-Rússia das províncias ucranianas de Donetsk e Lugansk declararam independência, com apoio militar muito mal velado da Rússia. Começou uma guerra civil. Invasão significa cercar Donetsk e Lugansk? Pior ainda, ir até Kiev? Criar um corredor por terra entre a Rússia e a Crimeia? Tudo isso deve custar muita morte e dinheiro, fora o risco de fiasco. Ou a Rússia apenas intimidaria ucranianos e vizinhos pró-Otan e "Ocidente", com uns tiros, ciberataques e outras sabotagens? As consequências econômicas de uma invasão e de represálias para valer, duradouras, podem ser bens ruins, está claro. O risco de danos mútuos grandes, para "Ocidente" e Rússia, também. Mas uma "invasãozinha" pode render uma "sançãozinha", mais baratas. Pode ser um motivo de esperança de que não aconteça mais desgraça na Ucrânia. *************************************** Moacir Silveira 350 mil inscritos Considerada pelo jornal Folha de São Paulo como melhor música brasileira de todos os tempos, conforme enquete realizada junto a 214 pessoas entre jornalistas especializados. “Águas de Março”, escrita em 1972 por Tom Jobim (1927-1994), teve sua preferência confirmada também em votação realizada na internet. Ela veio a público pela primeira vez graças a um projeto de Sérgio Ricardo, conhecido músico da bossa nova. Em colaboração com o jornal “Pasquim” ele elaborou a série “Disco de Bolso”, no formato compacto simples. Há quem afirme que “Águas de Março” foi inspirada em tema folclorico. “Água do Céu” é o título de uma das faixas do disco “Cinco Estrelas Apresentam Inara”, lançado em 1956. Com interpretação de Leny Eversong (1920-1984) esta canção tem versos religiosos em muito semelhantes na estrutura melódica e na letra com “Águas de Março”: ... “é chuva de Deus / é chuva abençoada / é água divina / é alma lavada”. Para o pesquisador José Ramos Tionhorão, implacável crítico da bossa nova, essa versão nada mais é do que uma adaptação de um ponto de umbanda recolhido em 1933 por J.B. de Carvalho, que diz: ... “é pau, é pedra, é seixo miúdo / roda baiana por cima de tudo”. O crítico musical Luís Antônio Giron, admirador de Tom, afirma que a música não deveria figurar entre as maiores por ser cópia de tema folclórico. Ele lembra que “Villa-Lobos também se apropriava de temas populares, mas sempre citava as fontes. ÁGUAS DE MARÇO De: Tom Jobim É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol É peroba do campo, é o nó da madeira Caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira É o mistério profundo, é o queira ou não queira É o vento ventando, é o fim da ladeira É a viga, é o vão, festa da cumueira É a chuva chovendo, é conversa ribeira Das águas de março, é o fim da canseira É o pé, é o chão, é a marcha estradeira Passarinho na mão, pedra de atiradeira É uma ave no céu, é uma ave no chão É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão É o fundo do poço, é o fim do caminho No rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto É um pingo pingando, é uma conta, é um conto É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando É a luz da manhã, é o tijolo chegando É a lenha, é o dia, é o fim da picada É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada É o projeto da casa, é o corpo na cama É o carro enguiçado, é a lama, é a lama É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um resto de mato, na luz da manhã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É uma cobra, é um pau, é João, é José É um espinho na mão, é um corte no pé São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um belo horizonte, é uma febre terçã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração Pau, pedra, fim, caminho Resto, toco, pouco, sozinho Caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração. Música neste vídeo Saiba mais Ouça músicas sem anúncios com o YouTube Premium Música Águas De Março Artista Antonio Carlos Jobim Álbum Águas De Março Compositores Antônio Carlos Jobim *** Alexander Scriabin - Le Poème de l'extase, Op.54 (1908) *** *** "Se o Putin quiser começar um conflito amanhã, ele pode", alerta Mathias Alencastro 14.070 visualizações12 de fev. de 2022 *** Jornalismo TV Cultura 844 mil inscritos O pesquisador Mathias Alencastro explicou atual situação na fronteira entre Rússia e Ucrânia durante o #JornaldaCultura deste sábado (12) e mostrou como a Rússia está preparada para o conflito e como os outros países podem interferir neste conflito. ***
*** Machado de Assis Escritor Data de falecimento: 29 de setembro de 1908 Local de falecimento: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro ********************************************************************** G1 Machado de Assis: pesquisador diz ter encontrado possível última foto do escritor em vida; veja a imagem | Pop & Arte | G1 ***
*** Nas entrelinhas: Encontro de Bolsonaro com Putin é o centro das atenções mundiais Publicado em 13/02/2022 - 08:31 Luiz Carlos AzedoChina, Cultura, Economia, EUA, França, Governo, Guerra, Itamaraty, Memória, Militares, Política, Rússia Há mais convergências políticas e ideológicas entre Bolsonaro e Putin do que as aparências, mas os interesses geopolíticos do Brasil e da Rússia são muito diferentes Como acontece com algumas palavras do nosso vocabulário, a palavra obrigado em russo tem vários significados. “Spassibo” se pronuncia com a tônica na segunda sílaba e o “a” no lugar do “o”: spa-ssí-ba. Sua origem é a expressão “spassi bog”, do eslavo antigo, que significa “Deus o salve”. Entre os internautas russos, foi abreviada para “spassib”; na comunidade LGBT , “passib”. É uma palavra muito usada para agradecer, mas também pode ter outros significados, como em “skaji spasibo”, usado para dizer que uma pessoa é mal-agradecida. Os russos podem ser rudes na forma de falar obrigado: “Spasibo v karman ne polojich”, isto é, “você não pode colocar obrigado no bolso”. Ou extremamente agradecidos: “Spassibo ogromnoe” é literalmente um “enorme obrigado”. Essa expressão é usada quando alguém realmente fez um favor ou ajudou muito. Prestemos muita atenção, pois, na forma como o presidente Vladimir Putin agradecerá a visita do presidente Jair Bolsonaro, que viaja amanhã para a Rússia. Bolsonaro está indo para o olho do furacão da conjuntura política mundial. O conflito da Ucrânia exumou a “guerra fria” e corre o risco de virar guerra quente, se Putin realmente decidir invadir a Ucrânia, o que pode ocorrer a qualquer momento, segundo o alarmismo dos serviços de inteligência norte-americano e britânico. Seus dois encontros com Putin — uma reunião bilateral e um almoço entre os dois chefes de Estado — foram marcados antes da escalada do conflito, com foco nas relações comerciais, principalmente a exportação de carne e a compra de fertilizantes. O contexto, porém, mudou completamente, devido à dimensão geopolítica envolvida na relação Brasil-Rússia. Houve momentos na História do Brasil em que essas relações estiveram no centro da nossa política nacional. O primeiro foi em 1935, quando Luís Carlos Prestes, líder da Aliança Nacional Libertadora (ANL), tentou tomar o poder; o segundo, em 1964, quando o líder comunista articulava a reeleição de João Goulart. A aproximação do presidente brasileiro com o então premiê da União Soviética, Nikita Kruschov, corroborada pela visita do astronauta Yuri Gagárin e a exposição soviética no Rio de Janeiro, serviria como um dos pretextos para o golpe militar. A Federação Russa não tem um regime comunista, porém, em termos geopolíticos, seus interesses estratégicos são os mesmos da velha Rússia czarista e da antiga União Soviética. Após a derrubada do Muro de Berlim, frustraram-se as aspirações russas de ingressar na União Europeia, enquanto a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), liderada pelos Estados Unidos e a Inglaterra, avançou em direção às antigas repúblicas do Leste Europeu. A contrapartida foi a guinada nacionalista de Putin e sua deriva autoritária, a partir de uma aliança com os militares e a Igreja Ortodoxa, o controle do Judiciário, do setor energético e dos meios de comunicação. Quando assumiu o poder, Putin não tinha uma estratégia clara, encontrou um país em profunda crise econômica, desagregação e em meio ao caos social. Ergueu a bandeira da ordem e, com ela, governa há quase 22 anos. O outro lado dessa moeda é que a Rússia se tornou uma “democracia iliberal”. Há muito mais convergências políticas e ideológicas entre Bolsonaro e Putin do que as aparências, mas os interesses geopolíticos do Brasil e da Rússia são muito diferentes. Geopolítica é um dos pilares de qualquer política de Estado. A crise da Ucrânia empurra a Rússia para uma aliança militar com a China, porque aquela ex-república soviética pode se transformar numa nova Taiwan. Passo em falso Na história da Rússia, a Ucrânia sempre foi um corredor de acesso para os invasores europeus, foi assim com Carlos XII da Suécia, Napoleão Bonaparte (França) e Adolfo Hitler (Alemanha). Da França a Moscou, não existe nenhuma barreira natural que facilite a defesa russa, como a Sibéria e os Montes Urais, a não ser a profundidade do seu território e o inverno. Com a entrada da Ucrânia na Otan, essa vantagem seria anulada, porque a distancia entre Kiev e a capital russa são apenas 860km, percurso que pode ser feito em menos de 11 horas. A expansão da Otan para a Ucrânia, em contrapartida, é um esforço dos Estados Unidos e da Inglaterra para conter o declínio da hegemonia de uma aliança ameaçada pela transformação da China na grande potência econômica que é hoje. Com o deslocamento do eixo do comércio mundial do Atlântico para o Pacífico, as necessidades logísticas da Rússia são outro fator de sua aproximação com a China, ainda mais quando o arranjo econômico que a une aos países da Europa central está sendo colocado sob esse forte estresse da crise da Ucrânia. O que Bolsonaro fará na Rússia? Em termos geopolíticos, o Brasil é um país do Ocidente, historicamente ligado à Europa e aos Estados Unidos, muito embora hoje nosso principal parceiro comercial seja a China. Por razões ideológicas, Bolsonaro tem mais identidade com líderes autoritários, como o ex-presidente Donald Trump, um amigo de Putin, e Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria. Mas será um grande passo em falso se aproximar de Putin quanto à questão ucraniana, ou seja, para além dos nossos mútuos interesses comerciais, no momento em que o eixo da conjuntura é uma ameaça de guerra. Nossa tradição diplomática é a defesa da paz e da solução negociada dos conflitos. Esse é o caminho a seguir. https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/nas-entrelinhas-encontro-de-bolsonaro-com-putin-e-o-centro-das-atencoes-mundiais/?fbclid=IwAR1df5bEHsc_qgrCqxFc2skCjKXqXr53EJOCMAKnNZktBbYln2iAHw3HVVg *************************************************************************************************
putinismo em alta *** Que brincadeira é essa Aronian? ******************************************************
*** “…Rússia & Ucrânia…” Esaú & Jacó Machadiano Eslavo *** Sequência TweetsConversaFabrício Vitorino@Fabyuri·13 de fev de 2019O 'The Guardian' adotou a grafia 'Kyiv' para a capital da Ucrânia - e abandonou 'Kíev'. Para os ucranianos, é muito importante. Kyiv (se fala 'kíiv') é a transliteração correta do ucraniano (Київ). Kíev (acento no I, não no E!!!) vem do russo (Киев).14102367Fabrício Vitorino@Fabyuri·13 de fev de 2019Com o fim da URSS, a língua russa se tornou um símbolo do imperialismo nas ex-repúblicas soviéticas. Kyiv se tornou um símbolo da reação do nacionalismo ucraniano - e do reavivamento da sua língua. É o nome oficial da cidade desde 1995. https://calvertjournal.com/features/show/4927/kiev-now-kiev-or-kyiv-what-to-call-ukraines-capital…1134Fabrício Vitorino@FabyuriUm dos argumentos contra seria o antigo nome da região - de onde saíram os eslavos, acredita-se. 'Rus Kievana', logo 'Kiev'. Mas, nessa época, a língua era o 'eslavo eclesiástico' ou 'arcaico'. Logo, não havia ucraniano x russo. https://twitter.com/fabyuri/status/1095760494626000896?s=24 *********************** ********************************************************************************** 29 de setembro de 1908 - morre Machado de Assis sexta-feira, 30 de setembro de 2016. HOMENAGEM Machado de Assis, iconografia, manuscritos Nascido no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e falecido na mesma cidade, em 29 de setembro de 1908, Joaquim Maria Machado de Assis foi um poeta, romancista, contista, cronista, dramaturgo, folhetinista, jornalista, crítico literário e teatral brasileiro. ***
**** COBERTURA-2958-29-SETEMBRO-1908-MORRE-MACHADO-ASSIS.JPG Machado fotografado por Marc Ferrez e Joaquim Insley Pacheco em 1884. Machado fotografado por Marc Ferrez e Joaquim Insley Pacheco em 1884. *** Como prosador, alcançou sucesso e admiração ainda em vida e produziu o conjunto de obra amplamente considerado como o mais importante da literatura brasileira. Foi, ainda, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e seu primeiro presidente. Curioso e amante dos livros desde muito cedo, Machado educou-se em escolas públicas e não frequentou universidades. Buscando deixar o subúrbio rural, ascender socialmente e desenvolver-se intelectualmente, o jovem pobre e negro passou a frequentar o centro da cidade, onde firmou amizades com Francisco de Paula Brito (que o apadrinhou e empregou em sua livraria e tipografia) e Manuel Antônio de Almeida (autor de Memórias de um Sargento de Milícias). Aos 17, estava empregado na Imprensa Nacional, de onde saiu para colaborar com jornais e dar início a uma bem sucedida carreira como funcionário público – chegaria a diretor-geral da Contabilidade no Ministério Federal da Indústria, Viação e Obras Públicas. Em 1869, conheceu Carolina Augusta Xavier de Novais, portuguesa e culta, com quem se casou e viveu uma vida conjugal harmônica e sem sobressaltos pelos próximos 35 anos. Juntos, moraram na Lapa, Catete e Largo do Machado, até se fixarem no bairro do Cosme Velho. Ao final da vida, em 1908, Machado de Assis teria a admiração quase unânime dos artistas e intelectuais brasileiros, o reconhecimento do público e a amizade pessoal de figuras como Joaquim Nabuco e o Visconde do Rio Branco. O estilo machadiano é reconhecível pelo tom polidamente irônico, ao mesmo tempo educado e irreverente – pela camada fina de boas maneiras sob a qual se esconde uma crítica impiedosa das convenções sociais e do ridículo da existência humana. Se, por um lado, a obra de Machado foi geralmente objeto de reverência e admiração no Brasil e em Portugal ainda durante a vida do autor, a barreira da língua fez com que sua grandeza permanecesse desconhecida no restante do mundo. A divulgação de sua obra e as traduções, feitas, principalmente, nas últimas décadas do séc. XX, confirmaram em Machado um genial elaborador da prosa literária, cuja obra permanece revelando riquezas e influenciando escritores de outras gerações, culturas e línguas. Como escreveu Antonio Candido: “O fato de sua obra encontrar atualmente certo êxito no exterior parece mostrar a capacidade de sobreviver, isto é, de se adaptar ao espírito do tempo, significando alguma coisa para as gerações que leram Proust e Kafka, Faulkner e Camus, Joyce e Borges. (...) Na razão inversa de sua prosa elegante e discreta, do seu tom humorístico e ao mesmo tempo acadêmico, avultam para o leitor atento as mais desmedidas surpresas. A sua atualidade vem do encanto quase intemporal do seu estilo e desse universo oculto que sugere os abismos prezados pela literatura do século XX”. (“Esquema de Machado de Assis”, em Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1970). Leia a carta de Machado ao Visconde do Rio Branco referindo-se à passagem da data comemorativa da promulgação da "Lei do Ventre Livre": http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss_I32_36_025.pdf Acesse a obra completa de Machado de Assis disponível para download: http://machado.mec.gov.br/ ‪#‎FBNnamidia‬ ‪#‎bibliotecanacional‬ ‪#‎fundacaobibliotecanacional‬ ***
*** https://www.bn.gov.br/acontece/noticias/2016/09/29-setembro-1908-morre-machado-assis ****************************************************************************************** *** Que brincadeira é essa Aronian? Essa é a SEMIFINAL! || FIDE Grand Prix 2022 || Aronian x Leinier ************************************* GloboNews Internacional #21: putinismo em alta O presidente russo, Vladimir Putin, há 20 anos no poder, propôs uma reforma na Constituição da Rússia. Marcelo Lins recebe convidados para falar sobre o assunto. Por GloboNews 17/01/2020 21h16 Atualizado há 2 anos ***
*** GloboNews Internacional GloboNews Internacional #21: putinismo em altaGloboNews Internacional #21: putinismo em alta 00:00 / 26:35 *** Você pode ouvir o podcast do GloboNews Internacional no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o GloboNews Internacional para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O presidente russo, Vladimir Putin, está há 20 anos no poder e parece querer mais, mesmo ao final do atual mandato em 2024. Putin anunciou uma reforma constitucional que amplia os poderes do Parlamento e do Conselho de Estado e reformulou todo o governo. Neste episódio, Marcelo Lins recebe a cientista política da UERJ Ana Paula Tostes, o correspondente em Buenos Aires Ariel Palacios e Fabrício Vitorino, mestre em cultura russa pela USP. Os participantes deste podcast também fizeram sugestões de livros e de músicas que têm a ver com o tema debatido. Veja abaixo. Ana Paula Tostes: livro “O que é populismo?”, de Jan-werner Müller. Ariel Palacios : a música “Poema do êxtase”, de Alexander Scriabin. Fabrício Vitorino: o livro “Todos os homens do Kremlin — os bastidores do poder na Rússia de Vladimir Putin”, de Mikhail Zygar. Marcelo Lins: a obra do Ensemble Alexandrov, coro e orquestra do Exército Vermelho. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. Logo podcast GloboNews Internacional - matéria — Foto: Comunicação/Globo Logo podcast GloboNews Internacional - matéria — Foto: Comunicação/Globo Receba as principais notícias do dia As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Inscreva-se e receba a newsletter Veja também https://g1.globo.com/globonews/podcast/globonews-internacional/noticia/2020/01/17/globonews-internacional-21-putinismo-em-alta.ghtml ************************************************************************************************ Avião militar russo que transportava o Coro do Exército Vermelho caiu no Mar Negro ZAP 25 DEZEMBRO, 201628 DEZEMBRO, 2016 Bieniecki Piotr / Wikimedia ***
*** "Kalinka": actuação do Alexandrov Ensemble, o famoso Coro do Exército Vermelho da Rússia “Kalinka”: actuação do Alexandrov Ensemble, o famoso Coro do Exército Vermelho da Rússia *** Um avião militar russo Tu-154 com 91 pessoas a bordo desapareceu este domingo dos radares pouco depois de descolar do aeroporto de Sochi, zona balnear russa na costa do Mar Negro. Entre os desaparecidos estão 64 membros do famoso Coro do Exército Vermelho da Rússia. Os destroços do avião militar foram encontrados no Mar Negro, de acordo com agências de notícias locais que citam o Ministério da Defesa. “Fragmentos do avião Tu-154 do Ministério da Defesa russa foram encontrados a 1,5 quilómetros da costa da cidade de Sochi, no Mar Negro, a uma profundidade entre 50 e 70 metros”, indicou o ministério. O aparelho partiu às 05:40 (02:40 em Lisboa) de Adler, na zona balnear de Sochi, na costa do Mar Negro, e realizava um voo de rotina quando desapareceu dos radares. O avião, que transportava 91 pessoas (83 passageiros e 8 membros da tripulação), levava para a Síria os membros do famoso Alexandrov Ensemble, o grupo musical oficial do exército, mais conhecido como “Coro do Exército Vermelho da Rússia“. O agrupamento musical viajava para participar nas celebrações de Ano Novo na base militar russa de Khmeimim, na costa da cidade síria de Latakia. “Eu também devia ter seguido com eles para a Síria, mas há poucos dias a minha filha adoeceu e pedi licença médica para ficar com ela”, disse Sergei Jlapnikov, um dos membros do famoso agrupamento musical militar, à agência Interfax. Segundo Jlapnikov, o avião acidentado transportava apenas os membros do coro e do conjunto de dança, porque a apresentação na Síria não contemplava a participação da orquestra. O Alexandrov Ensemble, formado durante a era da União Soviética, é um agrupamento musical militar masculino constituído por um grupo de dança, uma orquestra e um coro. A imortal balada folclórica russa “Kalinka” é uma das mais conhecidas interpretações do icónico coro. *** *** RED RUSSIAN ARMY CHOIR "Kalinka" *** Segundo o ministério da Defesa da Rússia, além dos artistas do Alexandrov Ensemble, viajavam para Síria militares, 9 jornalistas dos principais canais de televisão russos e a médica Elizaveta Glinka, conhecida filantropa russa que acompanhava uma carga humanitária destinada a um hospital sírio. Segundo a agência Sputnik News, o presidente do Conselho da Federação para a Defesa e Segurança, Viktor Ozerov, afirma que não há qualquer hipótese de a queda do aparelho ter sido provocada por um atentado, e aponta para uma falha técnica ou erro de pilotagem como causas do acidente. “Eu nem considero a hipótese de atentado. É um avião do Ministério da Defesa, estava no espaço aéreo da Federação da Rússia, tal cenário não é possível”, afirmou Ozerov. ZAP // Lusa / EFE / Sputnik News https://zap.aeiou.pt/aviao-militar-russo-que-transportava-o-coro-do-exercito-vermelho-caiu-no-mar-negro-142874 ****************************** https://twitter.com/fabyuri/status/1095760494626000896?s=24

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