quarta-feira, 8 de setembro de 2021

ÚLTIMA FORMA

"É, como eu falei Não ia durar Eu bem que avisei, pois é Vai desmoronar Hoje ou amanhã Um vai se curvar" *** Leia a íntegra do discurso do Presidente do STF, Luiz Fux Presidente do Supremo disse que 'ninguém fechara a Corte' e incentivar desrespeito à Justiça é antidemocrático, ilícito e intolerável BRASÍLIA | Do R7 08/09/2021 - 14H53 Ministro Luiz Fux, presidente do STF ***
*** Ministro Luiz Fux, presidente do STF FELLIPE SAMPAIO/STF - 24.03.2021 *** CRISE ENTRE OS PODERES Desprezo a decisões judiciais é crime de responsabilidade, responde Fux a Bolsonaro Fux disse que líderes devem se dedicar a problemas reais e afirmou: ‘ninguém fechará essa Corte’ FLÁVIA MAIA BRASÍLIA 08/09/2021 14:40 ***
*** O presidente do STF, Luiz Fux, e o presidente da República Jair Bolsonaro / Crédito: Marcos Corrêa/PR *** O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, respondeu nesta quarta-feira (8/9), aos ataques de raiz golpista feitos à Corte e ao ministro Alexandre de Moraes pelo presidente da República Jair Bolsonaro nas manifestações de 7 de setembro. “Ninguém fechará essa Corte”, afirmou Fux, que também garantiu que o STF “não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões”, o que, “além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional”. “Ofender a honra dos ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas e ilícitas, que não podemos tolerar em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumir uma cadeira na Corte”, afirmou. Fux conclamou ainda líderes a se dedicarem aos problemas reais do país e pediu que o “povo brasileiro não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas”. Fux também defendeu a importância da democracia e do trabalho do STF em prol da manutenção do regime democrático. “Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito aos poderes constituídos. O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do Brasil. Pelo contrário, procura enfrentá-los”. “Estejamos atentos a esses falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas próprias instituições”, declarou Fux. “Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos”. Leia a íntegra do discurso de Luiz Fux. *** *** Na manifestação de 7 de setembro, o presidente da República Jair Bolsonaro havia dito que “qualquer decisão do senhor Alexandre de Moraes, esse presidente não mais cumprirá. A paciência do nosso povo já se esgotou, ele tem tempo ainda de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida. Ele, para nós, não existe mais”. “Ou esse ministro [Alexandre de Moraes] se enquadra ou ele pede para sair. Não se pode admitir que uma pessoa apenas, um homem apenas turve a nossa liberdade. Dizer a esse ministro que ele tem tempo ainda para se redimir, tem tempo ainda de arquivar seus inquéritos. Sai, Alexandre de Moraes. Deixa de ser canalha. Deixa de oprimir o povo brasileiro, deixe de censurar o seu povo. Mais do que isso, nós devemos, sim, porque eu falo em nome de vocês, determinar que todos os presos políticos sejam postos em liberdade”, atacou o presidente da República. FLÁVIA MAIARepórter em Brasília. Cobre tributário, em especial no Carf, no STJ e no STF. Foi repórter do jornal Correio Braziliense e assessora de comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Faz graduação em Direito no IDP. Email: flavia.maia@jota.info *** *** https://www.jota.info/stf/do-supremo/desprezo-a-decisoes-judiciais-e-crime-de-responsabilidade-responde-fux-a-bolsonaro-08092021 *** *** *** Pronunciamento do Senhor Ministro Luiz Fux, Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça Sessão Plenária de 8 de setembro de 2021 Senhoras Ministras, Senhores Ministros, Cidadãos brasileiros, O Brasil comemorou, na data de ontem, 199 anos de sua independência. Em todas as capitais e em diversas cidades do país, cidadãos compareceram às ruas. O país acompanhou atento o desenrolar das manifestações e, para tranquilidade de todos nós, os movimentos não registraram incidentes graves. 2 Com efeito, os participantes exerceram as suas liberdades de reunião e de expressão – direitos fundamentais ostensivamente protegidos por este Supremo Tribunal Federal. Nesse ponto, é forçoso enaltecer a atuação das forças de segurança do país, em especial as Polícias Militares e a Polícia Federal, cujos membros não mediram esforços para a preservação da ordem e da incolumidade do patrimônio público, com integral respeito à dignidade dos manifestantes. Destaque-se, por seu turno, o empenho das Forças Armadas, dos governadores de Estado e dos demais agentes de segurança e de inteligência pública, que monitoraram em tempo real todas as manifestações, permitindo assim o seu desenrolar com ordem e paz. 3 De norte a sul do país, percebemos que os policiais e demais agentes atuaram conscientes de que a democracia é importante não apenas para si, mas também para seus filhos, que crescerão ao pálio da normalidade institucional que seus pais contribuíram para manter. Este Supremo Tribunal Federal também esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos realizados no dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte e aos seus membros, muitas delas também vocalizadas pelo Senhor Presidente da República, em seus discursos em Brasília e em São Paulo. Na qualidade de Presidente do Supremo Tribunal Federal, em nome do colegiado, impõe-se uma palavra de patriotismo e de respeito às instituições do país. 4 Nós, Ministras e Ministros do STF, sabemos que nenhuma nação constrói a sua identidade sem dissenso. A convivência entre visões diferentes sobre o mesmo mundo é pressuposto da democracia, que não sobrevive sem debates sobre o desempenho dos seus governos e de suas instituições. Nesse contexto, em toda a sua trajetória nesses 130 anos de vida republicana, o Supremo Tribunal Federal jamais se negou – e jamais se negará – ao aprimoramento institucional em prol do nosso amado Brasil. No entanto, a crítica institucional não se confunde – e nem se adequa – com narrativas de descredibilização do Supremo Tribunal e de seus membros, tal como vem sendo gravemente difundidas pelo Chefe da Nação. 5 Ofender a honra dos Ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas e ilícitas, que não podemos tolerar em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumir uma cadeira na Corte. Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que alguns movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideias antidemocráticas. Estejamos atentos a esses falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas próprias instituições. Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos. 6 Em verdade, a democracia é o discurso do “um por todos e todos por um, respeitadas as nossas diferenças e complexidades”. Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas, que criam falsos inimigos da nação. Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito aos poderes constituídos. O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do Brasil. Pelo contrário, procura enfrentá-los, tal como um incansável artesão, tecendo consensos mínimos entre os grupos que naturalmente pensam diferentes. Só assim é possível pacificar e revigorar uma nação inteira. Imbuído desse espírito democrático e de vigor institucional, este Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções. 7 Os juízes da Suprema Corte – e todos os mais de 20.000 magistrados do país – têm compromisso com a sua independência, assegurada nesse documento sagrado que é a nossa Constituição, que consagra as aspirações do povo brasileiro e faz jus às lutas por direitos empreendidas pelas gerações que nos antecederam. O Supremo Tribunal Federal também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do Chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional. Num ambiente político maduro, questionamentos às decisões judiciais devem ser realizados não através da desobediência, não através da desordem, e não através do caos provocado, mas decerto pelos recursos, que são as vias processuais próprias. 8 Ninguém fechará esta Corte. Nós a manteremos de pé, com suor e perseverança. No exercício de seu papel, o Supremo Tribunal Federal não se cansará de pregar fidelidade à Constituição e, ao assim proceder, esta Corte reafirmará, ao longo de sua perene existência, o seu necessário compromisso com a democracia, com os direitos humanos e com o respeito aos poderes e às instituições deste país. Em nome das Ministras e dos Ministros desta Casa, conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou 580 mil vidas brasileiras; o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que ameaça a nossa retomada econômica. 9 Esperança por dias melhores é o nosso desejo, mas continuamos firmes na exigência de narrativas verdadeiramente democráticas, à altura do que o povo brasileiro almeja e merece. Não temos tempo a perder. Ministro Luiz Fux *** *** https://www.jota.info/wp-content/uploads/2021/09/pronunciamento-pos07-09.pdf *** *** Leia a íntegra do discurso do Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, nesta quarta-feira (8) "O Brasil comemorou, na data de ontem, 199 anos de sua independência. Em todas as capitais e em diversas cidades do país, cidadãos compareceram às ruas. O país acompanhou atento o desenrolar das manifestações e, para tranquilidade de todos nós, os movimentos não registraram incidentes graves. Com efeito, os participantes exerceram as suas liberdades de reunião e de expressão – direitos fundamentais ostensivamente protegidos por este Supremo Tribunal Federal. Nesse ponto, é forçoso enaltecer a atuação das forças de segurança do país, em especial as Polícias Militares e a Polícia Federal, cujos membros não mediram esforços para a preservação da ordem e da incolumidade do patrimônio público, com integral respeito à dignidade dos manifestantes. Destaque-se, por seu turno, o empenho das Forças Armadas, dos governadores de Estado e dos demais agentes de segurança e de inteligência pública, que monitoraram em tempo real todas as manifestações, permitindo assim o seu desenrolar com ordem e paz. De norte a sul do país, percebemos que os policiais e demais agentes atuaram conscientes de que a democracia é importante não apenas para si, mas também para seus filhos, que crescerão ao pálio da normalidade institucional que seus pais contribuíram para manter. Este Supremo Tribunal Federal também esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos realizados no dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte e aos seus membros, muitas delas também vocalizadas pelo Senhor Presidente da República, em seus discursos em Brasília e em São Paulo. Na qualidade de chefe do Poder Judiciário e Presidente do Supremo Tribunal Federal, em nome do colegiado, impõe-se uma palavra de patriotismo e de respeito às instituições do país. Nós, Ministras e Ministros do STF, sabemos que nenhuma nação constrói a sua identidade sem dissenso. A convivência entre visões diferentes sobre o mesmo mundo é pressuposto da democracia, que não sobrevive sem debates sobre o desempenho dos seus governos e de suas instituições. Nesse contexto, em toda a sua trajetória nesses 130 anos de vida republicana, o Supremo Tribunal Federal jamais se negou – e jamais se negará – ao aprimoramento institucional em prol do nosso amado país. No entanto, a crítica institucional não se confunde – e nem se adequa – com narrativas de descredibilização do Supremo Tribunal e de seus membros, tal como vem sendo gravemente difundidas pelo Chefe da Nação. Ofender a honra dos Ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas, ilícitas e intoleráveis, em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumirmos uma cadeira na Corte. Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que alguns movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideais antidemocráticos. Estejamos atentos a esses falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas instituições. Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos. Em verdade, a democracia é o discurso do “um por todos e todos por um, respeitadas as nossas diferenças e complexidades”. Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas, que criam falsos inimigos da nação. Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito aos poderes constituídos. O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do país. Pelo contrário, procura enfrentá-los, tal como um incansável artesão, tecendo consensos mínimos entre os grupos que naturalmente pensam diferentes. Só assim é possível pacificar e revigorar uma nação inteira. Imbuído desse espírito democrático e de vigor institucional, este Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções. Os juízes da Suprema Corte – e todos os mais de 20.000 magistrados do país – têm compromisso com a sua independência, assegurada nesse documento sagrado que é a nossa Constituição, que consagra as aspirações do povo brasileiro e faz jus às lutas por direitos empreendidas pelas gerações que nos antecederam. O Supremo Tribunal Federal também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do Chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de representar um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional. Num ambiente político maduro, questionamentos às decisões judiciais devem ser realizados não através da desobediência, não através da desordem, e não através do caos provocado, mas decerto pelos recursos, que as vias processuais oferecem. Ninguém, ninguém fechará esta Corte. Nós a manteremos de pé, com suor, perseverança e coragem. No exercício de seu papel, o Supremo Tribunal Federal não se cansará de pregar fidelidade à Constituição e, ao assim proceder, esta Corte reafirmará, ao longo de sua perene existência, o seu necessário compromisso com o regime democrático, com os direitos humanos e com o respeito aos poderes e às instituições deste país. Em nome das Ministras e dos Ministros desta Casa, conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou 580 mil vidas brasileiras. Devemos nos preocupar com o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que se avizinha e que ameaça a nossa retomada econômica. Esperança por dias melhores é o nosso desejo e o desejo de todos. Mas continuamos firmes na exigência de narrativas e comportamentos verdadeiramente democráticas, à altura do que o povo brasileiro almeja e merece. Não temos mais tempo a perder. Ministro Luiz Fux STF DISCURSO LUIZ FUX Últimas Criminosos fazem arrastão em paradas de ônibus em Valparaíso de Goiás DO R7 / HÁ 3 MINUTOS Criminosos fazem arrastão em paradas de ônibus em Valparaíso de Goiás Câmeras de segurança flagram assaltos frequentes em Valparaíso de Goiás, cidade no Entorno do Distrito Federal Portal Correio RENATO SOUZA , DO R7, EM BRASÍLIA / HÁ 23 MINUTOS Maioria do STF mantém tramitação do código eleitoral na Câmara Parlamentares recorreram ao Poder Judiciário para tentar sustar o andamento do texto Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil RENATO SOUZA, DO R7, EM BRASÍLIA / HÁ 43 MINUTOS Cármen Lúcia é sorteada relatora de notícia-crime contra Bolsonaro Ação deve ser encaminhada à PGR para receber parecer do procurador Augusto Aras, que avalia o eventual crime Polícia divulga imagens para localizar assaltante de farmácia DO R7 / HÁ 44 MINUTOS Polícia divulga imagens para localizar assaltante de farmácia O criminoso levou todo o dinheiro do caixa e o celular do estabelecimento Manifestantes pedem prisão de ministros do STF DO R7 / HÁ 48 MINUTOS Manifestantes pedem prisão de ministros do STF Com caminhões, manifestantes continuam na Esplanada dos Ministérios Marcelo Camargo/Agência Brasil - 02.02.2021 BRUNA LIMA, DO R7, EM BRASÍLIA / HÁ 49 MINUTOS Após pronunciamento, Lira recebe ministros na Câmara Flávia Arruda e Ciro Nogueira foram até o gabinete do deputado para articular reunião com o presidente Bolsonaro Polícia Militar interdita acesso para a Esplanada dos Ministérios DO R7 / HÁ 52 MINUTOS Polícia Militar interdita acesso para a Esplanada dos Ministérios Os policiais fazem barreira para impedir a passagem dos manifestantes que participaram dos atos pró Bolsonaro Greve dos caminhoneiros: grupo ameaça bloquear a BR-040 DO R7 / HÁ 54 MINUTOS Greve dos caminhoneiros: grupo ameaça bloquear a BR-040 Caminhoneiros ameaçam fechar rodovia no sentido Luziânia-Brasília Jefferson Rudy/Agência Senado - 01.09.2021 SARAH TEÓFILO, DO R7, EM BRASÍLIA Pacheco: 'Crise é real e solução não está no autoritarismo' Após manifestações com a presença de Bolsonaro, presidente do Senado falou em crise e arroubos autoritários VEJA MAIS NOTÍCIAS MAIS LIDAS BRASÍLIA PM faz barreira humana para proteger STF BRASÍLIA Moraes libera para julgamento ações sobre decretos de armas KEILA JIMENEZ Morre filho de Roberto Carlos , Dudu Braga CHRISTINA LEMOS Bolsonaro diz a ministros que manterá divergência com STF FAMOSOS E TV Filho de Roberto Carlos, Dudu Braga morre aos 52 anos, vítima de câncer SAÚDE Covid-19: Brasil registra 250 mortes e 14.430 novos casos em 24 horas BRASÍLIA Lira sobre voto impresso: 'Não posso admitir questionamentos' *** *** https://noticias.r7.com/brasilia/leia-a-integra-do-discurso-do-presidente-do-stf-luiz-fux-08092021 *** ***
*** 9:53há 5 horas Twitter Rodrigo Maia fala sobre manifestações de 7 de setembro *** *** Maia diz que Bolsonaro 'estourou a corda' com discursos no 7 de Setembro | NOVO DIA 29.121 visualizações8 de set. de 2021 CNN Brasil 2,07 mi de inscritos Entrevista exibida no Novo Dia do dia 8 de setembro de 2021. #CNNBrasil *** *** https://www.youtube.com/watch?v=tMXWlxT7CNs *** ***
*** *** Exclusivo: 'Rodrigo Maia tem de me respeitar como chefe do Executivo', diz Bolsonaro 1.111.408 visualizações16 de abr. de 2020 CNN Brasil O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), disse em entrevista exclusiva à CNN que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), deve respeitá-lo. "O Maia tem de me respeitar como chefe do Executivo", disse. A afirmação foi feita após Bolsonaro ser questionado se haveria uma conversa entre os poderes para que haja uma contenção visando a recuperação do valor que está sendo usado para a Saúde, devido à epidemia do coronavírus. Entrevista realizada no dia 16 de abril de 2020 no programa Expresso CNN, apresentado por Monalisa Perrone e Carol Nogueira. *** *** https://www.youtube.com/watch?v=mSuV8w6_a6k *** *** *** Teich exonera braço-direito de Mandetta Gabbardo era secretário-executivo da gestão de Luiz Henrique Mandetta e virou uma das caras da pandemia no país ao dar diariamente entrevistas coletivas *** Maia diz que Bolsonaro 'estourou a corda' com discursos no 7 de Setembro | NOVO DIA *** CNN Brasil Entrevista exibida no Novo Dia do dia 8 de setembro de 2021 *** *** https://www.youtube.com/watch?v=tMXWlxT7CNs *** *** ***
*** O ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, durante a coletiva de imprensa sobre à infecção pelo novo coronavírus (COVID-19), 13.abr.2020. O ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, durante a coletiva de imprensa sobre à infecção pelo novo coronavírus (COVID-19), 13.abr.2020. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil *** Caio Junqueirada CNN 29/04/2020 às 07:26 No momento em que o país ultrapassa a marca de 5.000 mortos pelo novo coronavírus e está no topo do ranking de mortos pela COVID-19 no mundo, o ministro da Saúde, Nelson Teich, exonerou um dos mais antigos servidores da pasta, o médico João Gabbardo dos Reis. Ele era secretário-executivo da gestão de Luiz Henrique Mandetta e virou uma das caras da pandemia no país ao dar diariamente entrevistas coletivas no Ministério da Saúde, depois transferidas para o Palácio do Planalto. Para o seu lugar, foi nomeado o general Eduardo Pazzuello, nome escolhido pela área militar. Havia uma expectativa de que Gabbardo pudesse ser realocado em outra área, tendo em vista que ele trabalha com saúde pública há mais de 40 anos. Tanto que Teich deverá permanecer com alguns dos integrantes da equipe de Mandetta, mas em outras funções. É certo, por exemplo, que Denizar Vianna, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, permanecerá. Antigo conhecido de Teich, ele deve assumir um cargo de assessor especial no gabinete do novo ministro. Outro que deve ficar, mas também em outras funções internas, é Wanderson Kleber, secretário de Vigilância em Saúde. Já Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, tem grandes chances de permanecer no cargo. Ela chegou a estar no Palácio do Planalto com o presidente Jair Bolsonaro na véspera da queda de Mandetta. Mas falaram mais alto as ligações políticas de Gabbardo com o ex-ministro Mandetta e com dois gaúchos como ele, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Osmar Terra. *** *** https://www.cnnbrasil.com.br/politica/teich-exonera-braco-direito-de-mandetta/ *** *** *** Após deixar Ministério da Saúde, Gabbardo passa a integrar equipe de Doria Médico foi convidado por Doria para ser secretário-executivo do Centro de Contingência do Coronavírus no estado Ex-secretário de Estado da Saúde do RS, João Gabbardo dos Reis, fevereiro de 2020. ***
*** Ex-secretário de Estado da Saúde do RS, João Gabbardo dos Reis, fevereiro de 2020. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Da CNN, em São Paulo 27/05/2020 às 12:36 *** O governador João Doria (PSDB) anunciou, nesta quarta-feira, o médico João Gabbardo, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde na gestão de Luiz Henrique Mandetta, como secretário-executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo. Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Gabbardo defendeu as medidas de isolamento adotadas por prefeitos e governadores. “As pessoas que dizem que as medidas que foram tomadas pelos governadores e prefeitos não surtiram efeito no achatamento da curva: isto não é verdade e deve ser contestado com veemência”, disse. Gabbardo também afirmou que, em 15 de março, 68% dos casos de Covid-19 estavam concentrados no estado de São Paulo. Em 22 de maio, após a adoção da quarentena, São Paulo concentrava 22% de todos os casos registrados no país. Nesta quarta, Doria também afirmou que o estado de São Paulo vai adotar a “retomada consciente” das atividades no estado após uma sequência de renovações da quarentena para prevenir o contágio pelo novo coronavírus. A medida será renovada por mais 15 dias, de forma mais branda. O anúncio foi feito durante a coletiva de imprensa desta quarta-feira (27), no Palácio dos Bandeirantes. “A partir do dia 1º de junho, por mais 15 dias, manteremos a quarentena, e também retomaremos as atividades econômicas no estado de São Paulo”, afirmou. A quarentena foi decretada no estado em 24 de março e renovada por três vezes até 31 de maio. Segundo Doria, a adoção da medida foi capaz de salvar 65 mil vidas. O governador não descartou voltar atrás em relação às medidas de afrouxamento. De acordo com o Doria, a reabertura vai acontecer primeiro nas cidades que possuem redução de casos de contaminação pela Covid-19, além de terem leitos disponíveis na rede de saúde pública. Como antecipou a CNN, o estado será dividido por regiões, que serão classificadas por cores: verde, amarelo, laranja e vermelha. Haverá critérios técnicos para que uma região possa evoluir de estágio, permitindo a abertura de novos setores. *** *** https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/apos-deixar-ministerio-da-saude-gabbardo-passa-a-integrar-equipe-de-doria/ *** *** Ultima Forma Paulo César Pinheiro ***
*** 3:25 YouTube Ultima Forma - Paulo César Pinheiro/Baden Powell Assistir "Tava faltando a interpretação do Emílio Santiago aqui no Youtube prá essa música do Baden Powell e do PAULO CÉSAR PINHEIRO que eu considero uma das melhores. Taí...simplesmente linda!" Regina Cicca *** Ouvir "Ultima Forma" É, como eu falei Não ia durar Eu bem que avisei, pois é Vai desmoronar Hoje ou amanhã Um vai se curvar E graças a Deus Não vai ser eu quem vai mudar Você perdeu E sabendo com quem eu lidei Não vou me prejudicar Nem sofrer, nem chorar Nem vou voltar atrás Estou no meu lugar Não há razão pra se ter paz Com quem só quis rasgar o meu cartaz E agora pra mim você não é nada mais E qualquer um pode se enganar Você foi comum, pois é Você foi vulgar O que é que eu fui fazer Quando dispus te acompanhar Porém pra mim você morreu Você foi castigo que Deus me deu Não saberei jamais Se você mereceu perdão Porque eu não sou capaz De esquecer uma ingratidão E você foi uma a mais E qualquer um pode se enganar Você foi comum, pois é Você foi vulgar O que é que eu fui fazer Quando dispus te acompanhar Porém pra mim você morreu Você foi castigo que Deus me deu E como sempre se faz Aquele abraço adeus E até nunca mais Composição: Baden Powel / Paulo César Pinheiro. *** *** https://www.letras.mus.br/paulo-cesar-pinheiro/1734267/ *** *** ***
*** Última Forma Roberta Sá *** *** É, como eu falei, não ia durar Eu bem que avisei, vai desmoronar Hoje ou amanhã um vai se curvar E graças a Deus, não vai ser eu quem vai mudar Você perdeu E sabendo com quem eu lidei, não vou me prejudicar Nem sofrer, nem chorar, nem vou voltar atrás Estou no meu lugar, não há razão pra se ter paz Com quem só quis rasgar o meu cartaz Agora pra mim você não é nada mais E qualquer um pode se enganar Você foi comum, pois é, você foi vulgar O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar Porém pra mim você morreu Você foi castigo que Deus me deu Não saberei jamais se você mereceu perdão Porque eu não sou capaz de esquecer uma ingratidão E você foi uma a mais E qualquer um pode se enganar Você foi comum, pois é, você foi vulgar O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar Porém pra mim você morreu Você foi castigo que Deus me deu E como sempre se faz, aquele abraço, adeus E até nunca mais Composição de Baden Powell/Paulo César Pinheiro Colaboração e revisão: Felipe RodriguesIsabelly Damasceno *** *** https://www.blogger.com/blog/stats/week/8761611736633123803 *** ***

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