quinta-feira, 11 de agosto de 2022

JUÍZO FINAL

Weber e Barroso são eleitos presidente e vice-presidente do STF A escolha já era esperada, já que a tradição é votar no ministro mais antigo que ainda não assumiu a presidência do Supremo *** *** Elza Soares - Juízo Final (Clipe Oficial) 142.437 visualizações 8 de jul. de 2020 Novo single da cantora Elza Soares. Composição: Nelson Cavaquinho / Elcio Soares Direção e animação: Pedro Hansen O sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações O mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o juízo final A história do bem e do mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer O sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações O mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o juízo final A história do bem e do mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer, yeah O sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações O mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o juízo final A história do bem e do mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer O sol há de brilhar mais uma vez O amor será eterno novamente O sol há de brilhar mais uma vez O amor será eterno novamente O amor será eterno novamente #ElzaSoares #JuizoFinal ELZA SOARES https://www.youtube.com/watch?v=VBU5MYaDKjo ***************************************************
*** Rosa Weber (foto) ficará na presidência até outubro de 2023, quando se aposenta *** TIAGO ANGELO 10.ago.2022 (quarta-feira) - 15h29 A ministra Rosa Weber foi eleita presidente do STF nesta 4ª feira (10.ago.2022). Ficará à frente da Corte até outubro de 2023, quando se aposenta. Roberto Barroso foi escolhido como vice. O resultado já era esperado, uma vez que a tradição da Corte é eleger o integrante mais antigo que ainda não foi presidente. Weber e Barroso receberam 10 votos, porque o praxe também é o de que os ministros não votem em si mesmos. “Sabemos que a eleição em tribunais para cargos da administração são atos de rotina. Isso, todavia, não ofusca a simbologia deste momento. A meu juízo, realça o que realmente importa: a instituição Supremo Tribunal Federal, que paira sobre todos nós”, disse Weber. “Exercer a chefia do Poder Judiciário, na presidência do STF e do Conselho Nacional de Justiça, para uma juíza de carreira como eu, é uma honra inexcedível. Sobretudo por ter a sorte de ter como companhia na vice-presidência um ministro generoso, competente e amigo como o ministro Roberto Barroso”, prosseguiu. Assista (2min50s): *** **** Weber, que atualmente é vice-presidente da Corte, assume a presidência em 12 de setembro, na semana seguinte aos atos bolsonaristas de 7 de Setembro. Inicialmente, a ideia era que a posse fosse realizada em 9 de setembro, mas a Corte entendeu que a solenidade ficaria muito próxima da data dos atos. QUEM É ROSA WEBER Natural de Porto Alegre (RS), a ministra Rosa Weber graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) em 1971. Foi juíza do trabalho de 1981 a 1991 e integrou o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) de 1991 a 2006. Presidiu o TRT no biênio de 2001 a 2003. De 2006 a 2011, exerceu o cargo de ministra do TST (Tribunal Superior do Trabalho), até ser nomeada para o STF, sendo empossada em 19 de dezembro de 2011. Presidiu o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de 2018 a 2020. Ela é autora de diversos artigos, entre eles “Ação Civil Pública, Ministério Público do Trabalho, Legitimidade ativa, Interesses Individuais Homogêneos” e “Acidente de Trabalho, Responsabilidade Subsidiária”. No último biênio, ao lado do ministro Fux, atuou na vice-presidência da Corte. QUEM É LUÍS ROBERTO BARROSO Luís Roberto Barroso é natural de Vassouras (RJ). É doutor em Direito Público pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e professor titular de Direito Constitucional na mesma universidade. Autor de diversos livros sobre Direito Constitucional e de inúmeros artigos publicados em revistas especializadas no Brasil e no exterior, ele também foi procurador do Estado do Rio de Janeiro. O ministro integra o Supremo Tribunal Federal desde 26 de junho de 2013. autores Tiago Angelo repórter https://www.poder360.com.br/justica/weber-e-barroso-sao-eleitos-presidente-e-vice-presidente-do-stf/ **************************
*** VICTOR HUGO *** "Frases “A tolerância é a melhor das religiões.” “Chega a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a ação é indispensável.” “A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é.” “A esperança seria a maior das forças humanas, se não existisse o desespero.” “O belo é tão útil quanto o útil. Talvez até mais.” “Humanidade quer dizer identidade. Os homens são todos do mesmo barro.” “A liberdade começa onde acaba a ignorância.” “É das feições dos anos que se compõe a fisionomia dos séculos.” “Resistimos à invasão dos exércitos; não resistimos à invasão das ideias.” “As realidades da alma, por não serem visíveis e palpáveis, nem por isso deixam de ser também realidades.” Créditos das imagens Por Luiza Brandino Professora de Literatura " [1] Neveshkin Nikolay / Shutterstock https://brasilescola.uol.com.br/literatura/victor-hugo.htm ************************************************************ *** “É uma honra inexcedível”, diz Rosa Weber após ser eleita presidente do STF 6.705 visualizações 10 de ago. de 2022 A ministra Rosa Weber foi eleita presidente do STF nesta 4ª feira (10.ago.2022). Ficará à frente da Corte até outubro de 2023, quando se aposenta. Roberto Barroso foi escolhido como vice. O resultado já era esperado, uma vez que a tradição da Corte é eleger o integrante mais antigo que ainda não foi presidente. Weber e Barroso receberam 10 votos, porque o praxe também é o de que os ministros não votem em si mesmos. Leia a reportagem no jornal digital Poder360: https://www.poder360.com.br/justica/w... https://www.youtube.com/watch?v=BhFziLyc20M *************************************************
*** por Bruno Hoffmann - WordPress.com Nelson Cavaquinho: O medo de se chamar saudade – O MEU LUGAR Nélson: um cavaquinho entre a flor e o espinho Waldemar Pedro Antonio WALDEMAR PEDRO ANTONIO https://leopoldinense.com.br/coluna/572/nelson-um-cavaquinho-entre-a-flor-e-o-espinho **************************************************************************************** A Flor e o Espinho Nelson Cavaquinho Ouça A Flor e o Espinho Tire o seu sorriso do caminho Que eu quero passar com a minha dor Hoje pra você eu sou espinho Espinho não machuca a flor Eu só errei quando juntei minh'alma à sua O sol não pode viver perto da lua É no espelho que eu vejo a minha mágoa A minha dor e os meus olhos rasos d'água Eu na sua vida já fui uma flor Hoje sou espinho em seu amor Ouça A Flor e o Espinho Composição: Nelson Cavaquinho / Alcides Caminha / Guilherme de Brito. *** ***
*** Nas entrelinhas: Uma Rosa no comando do STF ( e o espinho) Publicado em 11/08/2022 - 07:00 Luiz Carlos Azedo Congresso, Eleições, Ética, Governo, Justiça, Memória, Militares, Partidos, Política, Política Pela própria trajetória como magistrada, a nova presidente do Supremo é protagonista de um fenômeno polêmico, que vem sendo muito questionado no Brasil: a judicialização da política Não, esse texto não tem nada a ver com o velho samba de Nelson Cavaquinho, em cuja a alegoria poética o espinho quer apenas passar com sua dor, jamais machucar a flor. Estamos tratando da eleição da ministra Rosa Weber para a Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), ontem, para liderar a Corte de 12 de setembro até outubro de 2023, quando se aposentará compulsoriamente, ao completar 75 anos. Assumirá no lugar do ministro Luiz Fux, em pleno curso do processo eleitoral, tendo como vice-presidente Luís Roberto Barroso, um dos alvos preferidos dos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Supremo. Como magistrada, é uma rosa de ferro, acostumada a tomar decisões difíceis. Na segunda-feira, por exemplo, enviou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação de Bolsonaro por ter feito ataques ao sistema eleitoral, sem provas, durante encontro com embaixadores estrangeiros. Deu sequência à ação na qual parlamentares da oposição questionam a conduta do presidente por abuso de poder econômico, improbidade administrativa e crime contra o Estado democrático de Direito. Houve forte reação da opinião pública e das chancelarias estrangeiras aos ataques que Bolsonaro fez ao sistema eleitoral brasileiro, principalmente à urna eletrônica, à Justiça Eleitoral e aos ministros Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Alexandre de Moraes, que assume o comando da Corte durante as eleições. Apesar de pôr mais lenha na fogueira das tensões entre Bolsonaro, o espinho, e o Supremo, essa foi uma decisão de praxe, pois cabe à PGR decidir se pede a instauração de apurações formais contra autoridades com foro privilegiado, o que é muito improvável. O procurador-geral da República, Augusto Aras, é um aliado quase incondicional de Bolsonaro. Provavelmente, a PGR pedirá o arquivamento do caso, como vem fazendo sistematicamente em assuntos que envolvem o presidente. Nos bastidores, Aras é uma das autoridades que mais se queixam da atuação do Supremo, que teria usurpado atribuições do Executivo e do Legislativo, segundo afirma nos bastidores da Praça dos Três Poderes. Gaúcha de Porto Alegre, Rosa Weber tomou posse na Suprema Corte em 2011, depois de ter sido indicada pela então presidente Dilma Rousseff. Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2018 a 2020, ou seja, durante a eleição de Bolsonaro. Fez carreira na Justiça do Trabalho, na qual ingressou em 1976, como juíza substituta no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul). Em 1981, foi promovida ao cargo de juíza-presidente, que exerceu sucessivamente nas Juntas de Conciliação e Julgamento de Ijuí, Santa Maria, Vacaria, Lajeado, Canoas e Porto Alegre. Judicialização Pela própria trajetória como magistrada, Rosa é protagonista de um fenômeno polêmico, que vem sendo muito questionado e também estudado no Brasil: a judicialização da política, a partir de uma concepção formal sobre as atribuições e relações entre os poderes. O debate político, porém, deu à expressão, cujo sentido é normativo, um caráter pejorativo. A rigor, há dois modelos em discussão. No primeiro, trata-se de uma República constitucional com predomínio das instâncias eleitorais-majoritárias de representação, na qual o Judiciário é voltado à aplicação da lei aos casos individuais e com limitada interferência nas decisões legislativas e governamentais. É mais ou menos nesse campo que se posicionam Bolsonaro, os militares que ocupam o Palácio do Planalto, os políticos do Centrão que dão sustentação ao governo e Aras. O outro modelo consagra a cooperação e complementariedade entre os poderes nas decisões políticas, com base na Constituição de 1988, que deu ao Estado brasileiro as características de uma democracia ampliada, com maior participação da sociedade civil nas agências governamentais. Nesse modelo, o Judiciário tem o papel de formular os valores compartilhados e servir de canal de expressão para grupos minoritários cujos direitos não são levados em conta pela representação da maioria. Nesse contexto, ao longo dos últimos 20 anos, o Supremo emergiu como poder moderador na relação entre os poderes Executivo e Judiciário e entre o Estado e sociedade, ocupando espaços na definição de políticas públicas e na garantia de direitos sociais, sempre que o Executivo os contrariava ou o Legislativo se omitia, como nos casos do aborto, das terras indígenas, das relações homoafetivas etc. A existência da Justiça Trabalhista e da Justiça Eleitoral, que antecedem a Constituição de 1988, já era expressão dessa tendência, que ganhou mais vigor a partir da democratização do país. São inúmeros os temas nos quais o STF é demandado em ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) para garantir direitos de entes federados ou dos cidadãos em sua relação com o Estado. Rosa tende a reafirmar essa tendência à frente do Supremo, até por uma questão de coerência doutrinária e trajetória pessoal na magistratura. Compartilhe: *************************
*** TEDE PUCRS Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUCRS Programa de Pós-Graduação em História Tipo do documento: Dissertação Título: "Human rights is the soul of our foreign policy" : Jimmy Carter e a diplomacia estadunidense para o Chile Autor: Dalenogare Neto, Waldemar Primeiro orientador: Silveira, Helder Gordim da Resumo: Esta dissertação busca analisar como a política externa dos direitos humanos, liderada pelo presidente Jimmy Carter, interferiu na ditadura chilena de Augusto Pinochet. Para tanto, proponho discutir as medidas tomadas pelo democrata americano e sua equipe de diplomatas a partir da análise da documentação liberada pelos Estados Unidos através do Chile Declassification Project, coleção pouco explorada pela historiografia latino-americana. Ao analisar o período de 1977 até 1981, pode-se notar um claro redirecionamento da política externa dos Estados Unidos, que deixa de contemplar apenas o anticomunismo para dar espaço as questões referentes aos direitos humanos. Diferentemente da Argentina e do Uruguai, Carter deu um voto de confiança à Augusto Pinochet após conseguir garantir o fechamento da polícia de repressão (DINA) e ouvir do ditador uma proposta para retorno pacífico à democracia. No entanto, na metade final do mandato do presidente americano, novos indícios de terrorismo de Estado orquestrados pela ditadura chilena foram descobertos e Carter optou pela aplicação de sanções econômicas ao governo chileno. Busca-se entender se estas duas diferentes etapas das relações Chile-Estados Unidos surtiram algum efeito na diminuição da violência por parte da ditadura chilena. Abstract: This dissertation aims to analyze how the human rights foreign policy of President Jimmy Carter intervened in the Chilean dictatorship under Augusto Pinochet. Therefore, I propose to discuss the measures taken by the Democrat and his team of diplomats based on the analysis of the documentation released by the United States through the Chile Declassification Project, a collection poorly explored by the Latin American historiography. In examining the period from 1977 to 1981, there is a clear reorientation of American foreign policy, which leaves anticommunism to contemplate human rights. Unlike Argentina and Uruguay, Carter gave a vote of confidence to Augusto Pinochet after the closure of the Chilean secret police (DINA) and after heard the dictator’s proposal for a peaceful return to democracy. However, in the final half of the U.S President tenure, new acts of state sponsored terrorism orchestrated by the Chilean dictatorship were discovered and Carter opted for application of harsh economic sanctions for the Chilean government. We seek to understand whether these two different stages of the Chile-US relations have had some effect on the Chilean dictatorship. Palavras-chave: DIPLOMACIA DIREITOS HUMANOS POLÍTICA EXTERIOR ESTADOS UNIDOS - RELAÇÕES EXTERIORES CHILE - RELAÇÕES EXTERIORES HISTÓRIA Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA Idioma: por País: Brasil Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Sigla da instituição: PUCRS Departamento: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas Programa: Programa de Pós-Graduação em História URI: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6577 Data de defesa: 3-Mar-2016 Aparece nas coleções: Programa de Pós-Graduação em História https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6577 *************************************************** *** Juízo Final Nelson Cavaquinho Ouça Juízo Final O Sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações Do mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o juízo final A história do bem e do mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer O Sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações Do mal será queimada a semente O amor será eterno novamente É o juízo final A história do bem e do mal Quero ter olhos pra ver A maldade desaparecer O Sol há de brilhar mais uma vez A luz há de chegar aos corações Do mal será queimada a semente O amor será eterno novamente O amor será eterno novamente Ouça Juízo Final Composição: Nelson Cavaquinho / Élcio Soares. *** *** https://www.letras.mus.br/nelson-cavaquinho/juizo-final/#radio:nelson-cavaquinho **************************************************************************************
*** Uma rosa 🌹 e um sorvete na mão 🎶 *** exibições 426.954 Rosa Marisa Monte Ouça Rosa Tu és divina e graciosa Estátua majestosa Do amor! Por Deus esculturada E formada com ardor Da alma da mais linda flor De mais ativo olor Que na vida é preferida Pelo beija-flor Se Deus Me fora tão clemente Aqui neste ambiente De luz, formada numa tela Deslumbrante e bela Teu coração Junto ao meu lanceado Pregado e crucificado Sobre a rosa e a cruz Do arfante peito teu Tu és a forma ideal Estátua magistral Oh! Alma perenal Do meu primeiro amor Sublime amor Tu és de Deus A soberana flor Tu és de Deus a criação Que em todo coração Sepultas um amor O riso, a fé, a dor Em sândalos olentes Cheios de sabor Em vozes tão dolentes Como um sonho em flor És láctea estrela És mãe da realeza És tudo enfim Que tem de belo Em todo resplendor Da santa natureza Perdão! Se ouso confessar-te Eu hei de sempre amar-te Oh! Flor! Meu peito não resiste Oh! Meu Deus O quanto é triste A incerteza de um amor Que mais me faz penar Em esperar Em conduzir-te Um dia ao pé do altar Jurar aos pés do Onipotente Em preces comoventes De dor, e receber a unção Da tua gratidão Depois de remir meus desejos Em nuvens de beijos Hei de envolver-te Até meu padecer De todo fenecer Ouça Rosa Composição: Pixinguinha / Otávio de Souza . *** *** https://www.letras.mus.br/marisa-monte/47293/

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