sábado, 29 de julho de 2017

“A Globo é a TV do governo”

As Fontes Estão Nas Referências

As Imagens Embaralhadas E Borradas

¿Hay gobierno? Soy a favor
Uma pesquisa com deputados estaduais e vereadores mostra que só há uma posição ideológica consistente na política brasileira: a adesão ao governo. A oposição está em extinção?



PMDB: hay gobierno, soy a favor!



Hay gobierno? Soy a favor!
Por Nelson Motta, na Folha: Entrevistada na TV em um baile de Carnaval carioca, Regina Casé se espantou: “Pô, aqui todo mundo é atriz-modelo-manequim. E as piranhas, onde estão as piranhas?”. O baile político está bem parecido. Todo mundo quer dançar com o governo, de Maluf e Collor à extrema esquerda do PT, revertendo a clássica […]



PMDB: HAY GOBIERNO, SOY A FAVOR!



No hay gobierno? Soy contra!
A expressão “hay gobierno? Soy contra” costuma ser associada ao anarquismo, uma filosofia que vê todas as formas de autoridade governamental como desnecessárias e indesejáveis. Defende uma sociedade baseada em cooperação voluntária e livre associação de indivíduos e grupos.



“Se hay gobierno, soy a favor”



HAY GOBIERNO? SE HAY SOY CONTRA. SE NO HAY TAMBIÉN SOY!




Hay Gobierno? Soy a favor!

















José Dirceu teria dito: “A Globo é a TV do governo”
4 de agosto de 2015



Requião (PMDB-PR) confirmando a sua fama de bom orador e também de bom revelador de histórias de bastidores, fez sucesso no evento de ontem realizado no auditório do Barão de Itararé organizado para o lançamento do livro Cultura do Silêncio, do professor Venício Lima.
Entre elas, a já revelada no post anterior de que teria informações de fontes sérias e confiáveis que o juiz Sérgio Moro teria votado nele para governador, em Dilma para presidente e em Tadeu Veneri (PT), para deputado estadual.
Mas além dessa história, contou outra tão saborosa e ao mesmo tempo constrangedora em que teria estado envolvido.
Segundo ele, no primeiro mandato de Lula, quando era governador, foi ao encontro do presidente e lhe contou o que havia feito na comunicação do Paraná, onde acabou com a verba publicitária e investiu todos os recursos na TV Educativa local.
Lula teria se animado com o que ouviu e pediu-lhe que conversasse com o então ministro da Casa Civil, José Dirceu. Requião foi ao quarto andar do Palácio e enquanto contava ao ex-ministro sobre o quanto a TV Educativa estaria sendo importante para o governo, Zé Dirceu teria lhe interrompido e dito: “Requião, mas o governo também tem uma TV”. Isso aconteceu antes da criação da TV Brasil, que se deu no segundo mandato de Lula. Requião teria ficado surpreso e perguntou: “mas que TV, Zé?”. Ao que o então ministro, respondeu: “A Globo, Requião.”
Histórias de políticos e da política sempre podem ter uma pitada ou outra de pimenta a mais e uma pitada ou outra de circunstâncias a menos, mas de qualquer forma Requião não tinha motivos para, no dia que foi um dos poucos a defender a ilegalidade da prisão de Zé Dirceu, tentar lhe criar um constrangimento público.
O PT, Lula, Zé e muitos outros líderes políticos que hoje são massacrados pela Globo de fato entendiam no começo do primeiro mandato que a TV dos Marinhos era uma aliada do projeto petista. Tanto que Lula foi ao enterro de Roberto Marinho e não apareceu no da atriz Lélia Abramo, que sempre lhe apoiou em todos os momentos.
Hoje a Globo está pagando com juros a confiança que lhe foi depositada e os bilhões que já recebeu dos governos petistas. Ontem massacrou José Dirceu no Jornal Nacional. E depois publicou uma charge de Chico Caruso, no Jornal da Globo, com Zé Dirceu olhando para uma imagem de Lula na cadeia. A legenda: “agora só falta você”.



Dilma inocenta Gleisi em depoimento à Justiça como testemunha de defesa




Flávio Neves

Gleisi Hoffmann (à esq.) com Dilma Rousseff e Lula em ato no Rio Grande do Sul, em abril

GABRIEL GALLI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PORTO ALEGRE
JOELMIR TAVARES
DE SÃO PAULO
28/07/2017 16h31
A ex-presidente Dilma Rousseff prestou depoimento à Justiça nesta sexta-feira (28) como testemunha de defesa na ação contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo.
Os dois são acusados pela Operação Lava Jato de receber R$ 1 milhão do esquema de corrupção da Petrobras para bancar a campanha eleitoral dela ao Senado, em 2010. O processo corre no STF (Supremo Tribunal Federal).
Dilma disse que a senadora, que era ministra-chefe da Casa Civil quando Paulo Roberto Costa foi demitido da diretoria de Abastecimento da estatal, não tentou pressionar pela manutenção dele no posto.
A permanência de Costa no cargo seria um dos motivos, segundo a denúncia, que levaram Bernardo a pedir o pagamento de propina.
A ex-presidente também afirmou nesta sexta que o ex-ministro não a procurou após a saída do ex-diretor para falar do assunto.
A petista foi ouvida na sede da Justiça Federal de Porto Alegre. Conduzida pelo juiz auxiliar Paulo Marcos de Farias, que trabalha com o ministro Edson Fachin, relator da ação, a audiência durou cerca de meia hora —começou às 13h10 e foi até as 13h46.
Vestindo blusa preta e blazer vermelho, ela chegou em um veículo com vidros escuros e usou uma entrada lateral do prédio para acessar a sala onde falaria.
A petista reiterou diversas vezes que Gleisi era ministra quando ela demitiu Costa e que "ela [Gleisi] não participava dessa decisão. Não era do âmbito dela".
Dilma afirmou nunca ter tratado do assunto com a senadora, atual presidente nacional do PT, a quem chamou de "uma pessoa bastante séria e extremamente rígida".
Além de Dilma, já foram ouvidos no processo os ex-presidentes da Petrobras José Sérgio Gabrielli, na Bahia, e Graça Foster, no Rio de Janeiro, e o ex-presidente Lula, em São Paulo. Ainda deve prestar depoimento o ex-ministro Gilberto Carvalho.
O casal Gleisi e Paulo Bernardo nega as acusações.
'NÃO OUSARIAM'
A ex-presidente afirmou à Justiça que dispensou Paulo Roberto Costa da estatal porque "não achava que ele era competente para o cargo".
Questionada na audiência se alguma pessoa, político ou liderança pediu para ela manter Costa, foi objetiva: "Não ousariam".
"Ninguém pediu. Ninguém achava que dava para chegar perto de mim e falar 'não tira'", prosseguiu.
Dilma também foi assertiva ao ouvir pergunta sobre "uma discussão muito ríspida" com Paulo Roberto Costa, relatada em depoimento do processo.
"Várias", disse a ex-presidente.
Sua convivência com ele era "um pouco distante", contou.
"Eu não gostava nem desgostava dele. Eu tinha uma relação profissional. As discussões que eu tinha era quando eu divergia. Não concordava muito com ele não. Mas não tinha nenhum indício maior de qualquer coisa irregular da parte dele."
Dilma disse que o ex-diretor não cumpria metas nem prazos, além de "não dar satisfações".
"Eu não tinha uma avaliação muito otimista e favorável do Paulo Roberto Costa, no que se refere a gestão."
Ele foi o primeiro delator da Lava Jato e ainda cumpre pena.
PROTESTO
No início do depoimento, Dilma Rousseff reagiu à proposta do Ministério Público de que ela fosse ouvida como informante, e não como testemunha.
O argumento foi o de que ela teria "envolvimento nos fatos", já que era presidente da República no período.
O magistrado que conduziu a sessão negou o pedido, justificando que não há na denúncia o nome da petista como participante de qualquer ato irregular.
Mesmo após a rejeição pelo juiz, Dilma protestou. Ela levantou o dedo indicador e pediu a palavra.
"Eu acho um absurdo eu ser relacionada com qualquer fato por ser presidente da República na época. Acho essa afirmação estarrecedora. Eu estou me defendendo depois dessa acusação implícita."
Em outro momento, ela foi questionada sobre o processo de escolha de diretores da Petrobras e indagada se havia indicações políticas.
Dilma disse não ter conhecimento se Costa foi nomeado a pedido do PP.
"No meu período nós fizemos nomeações eminentemente técnicas, buscando as melhores pessoas para cumprir as funções. E que eu me lembre a mesma coisa ocorreu no governo do presidente Lula. Ocorre que nem sempre as pessoas são aquilo que você pensa que elas são." 



Dilma depõe em Porto Alegre na defesa da senadora petista Gleisi Hoffmann

http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2017/07/28.html#!v/6040917

ESTOCANDO VENTO
Dilma fez sua melhor expressão de anta para reclamar da intimação para depor na ação de corrupção contra Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ela parecia não saber que foi intimada a pedido da própria Gleisi.






Moro desiste de videoconferência e vai interrogar Lula pessoalmente

http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2017/07/28.html#!v/6040920

28/07/2017 20h53 - Atualizado em 28/07/2017 20h53
Mais de 10 mil militares e policiais reforçam segurança no Rio de Janeiro
Operação não terá ocupação de favelas e vai priorizar inteligência.
Blindados e comboios militares ocuparam pontos estratégicos da cidade.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2017/07/28.html#!v/6040885

Mais de 10 mil homens das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional já estão reforçando a segurança no Rio. As autoridades anunciaram uma operação diferente das anteriores, sem ocupação de favelas e priorizando o trabalho de inteligência.
Eram 14h quando blindados e comboios militares começaram a ocupar pontos estratégicos do Rio. No Arco Metropolitano, caminhões fizeram uma blitz. Homens fortemente armados no calçadão de Copacabana, na Avenida Brasil, na ponte Rio-Niterói, nas rodovias Presidente Dutra e na Washington Luís. Foi a primeira etapa da operação batizada ‘O Rio quer segurança e paz’.
Nesta sexta-feira (28), apenas para reconhecer o terreno. Uma demonstração de força que não deve se repetir nos próximos dias. As tropas não pretendem fazer patrulhas nem ocupar comunidades. Vão dar apoio a ações pontuais da polícia no combate ao crime.
“Essa operação visa, e por isso ela principia com inteligência, exatamente, chegar ao crime organizado, às suas cadeias de comando, aos seus meios, para poder então reduzir a sua capacidade operacional, golpear”, diz o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
Nesta sexta, foram 22 pontos estratégicos. Trabalham nessa operação 8,5 mil militares das Forças Armadas, 620 agentes da Força Nacional e 1.120 da Polícia Rodoviária Federal. Um reforço de 10 mil militares e policiais.
“Nós podemos contribuir com esse esforço, missões especificas dentro de uma operação planejada em apoio à segurança pública. Não há uma rotina de participação das Forças Armadas. Nesse período, nós participaremos de diversas formas e em vários lugares”, diz o chefe da operação, general Mauro Sinott Lopes.
A decisão está em uma edição extra do Diário Oficial para a garantia da lei e da ordem no estado do Rio até 31 de dezembro de 2017. A GLO é usada em situações de grave perturbação da ordem, quando há um esgotamento das forças tradicionais de segurança pública.
Não é a primeira vez que as Forças Armadas atuam no Rio. Em 2010, uma ocupação histórica no Complexo de Favelas do Alemão. Em 2014, foi a vez das comunidades da Maré, perto do aeroporto internacional Tom Jobim. No mesmo ano, Copa do Mundo. Em 2016, Olimpíada. E em fevereiro deste ano, tropas de novo durante a votação do pacote de austeridade na Assembleia Legislativa.
“Quando se faziam as operações anteriores, o carioca tinha uma sensação muito justa de segurança. Porém, quando nós nos retirávamos, porque é impossível ficar todo tempo, voltava aquela situação de medo, de vulnerabilidade, de orfandade anterior”, aponta o ministro da Defesa.
A sala de guerra fica no Comando Militar do Leste. Do Centro de Comando e Controle, todos os detalhes da operação serão acompanhados 24 horas por dia. Lá, trabalham juntos representantes das Forças Armadas e também das forças de segurança pública.
“As nossas ações serão pautadas pela inteligência e, nesse sentido, a atuação das policias estaduais também serão primordiais, levando, para esse grupo seleto que vai atuar na coordenação dessas missões, informações sensíveis e relevantes para o cumprimento da nossa missão, efetuando busca e captura de criminosos que trazem tanto mal à nossa sociedade”, afirma o secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá.
O ministro da Defesa pediu um voto de confiança e advertiu que os resultados podem demorar. “Isso não dará resultados extraordinários, digamos assim, do dia para a noite. Não vamos ter mágica, não vamos ter pirotecnia, vamos ter trabalho duro e continuado”, destaca Jungmann.

Dilma rebate O Globo, mais uma vez
SEX, 28/07/2017 - 19:26
ATUALIZADO EM 28/07/2017 - 19:27





Jornal GGN – A assessoria da presidente afastada Dilma Rousseff soltou nota rebatendo o jornal “O Globo” de hoje. O jornal apresenta uma pauta e, na esteira, publica noticiário e opiniões corroborando a tese. Veja a nota a seguir.
*“O Globo” e o jornalismo de guerra*
A propósito do noticiário e das opiniões publicadas nesta sexta-feira, 28 de Julho, no jornal “O Globo”, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:
1. “O Globo” mente e distorce os fatos, como de costume. O jornal continua fomentando ilações sem fundamento. Não podemos esquecer que deu lastro aos golpistas que, hoje, afrontam o país.
2. As Organizações Globo fazem um jornalismo contra as forças populares e progressistas. Nada de novo. A empresa tem experiência nisso, como mostra a História, mas, mesmo assim, é forçoso esclarecer.
3. Não é verdade que a presidenta eleita Dilma Rousseff tenha nomeado Aldemir Bendine para a Petrobrás com o propósito de bloquear acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato. “O Globo” não menciona, mas foi no governo de Dilma Rousseff que se modernizou a legislação contra as organizações criminosas e criou-se, por medida provisória, as condições para o acordo de leniência.
4. A presidenta eleita apoiou esses acordos de leniência com o objetivo de preservar as empresas e os empregos, mas punindo os responsáveis por corrupção.
5. Durante todo o seu governo, Dilma Rousseff não criou obstáculos às investigações de corrupção, não obstruiu a Justiça, nem impediu a punição de responsáveis por ilicitudes. Também nunca promoveu intervenções na Polícia Federal ou nomeou ministros de Estado com este propósito. Quem falou em derrubar o governo para “estancar a sangria” foram os políticos que – apoiados pelas Organizações Globo – promoveram o golpe.
6. Nem por isso, a presidenta eleita agiu para condenar sem provas. Sempre defendeu o respeito ao princípio do contraditório e do direito de defesa, como é típico dos regimes em que há um Estado democrático de direito. Tampouco concordou com vazamentos seletivos ou grampos sem autorização da Justiça.
7. “O Globo” manipula a opinião pública ao insinuar que Aldemir Bendine foi indicado para a Petrobras por ter relação pessoal com Dilma. Ele foi nomeado porque tinha reconhecida capacidade como gestor, demonstrada nos resultados alcançados à frente do Banco do Brasil. E, ademais, tinha perfil técnico para preencher o cargo de presidente da Petrobras, do qual a competente e honesta Graça Foster se retirou depois de longa e implacável perseguição.
8. A insistência das Organizações Globo em desconstruir a imagem da presidenta eleita Dilma Rousseff é expressão do “jornalismo de guerra. Tais versões manipuladas serão desmascaradas pela História, que não encobrirá o papel vergonhoso que parte da imprensa nacional desempenhou nesses tristes dias para a democracia no Brasil.
DILMA ROUSSEFF
ASSESSORIA DE IMPRENSA



Globo pede Lula preso e diz: 'Agora, só falta você'
O jornal da família Marinho enviou o recado por meio da charge de Chico Caruso, publicada na primeira página do jornal O Globo; o desenho retrata José Dirceu atrás das grades com um smartphone, a imagem do ex-presidente Lula


04.08.2015 - 08:00   por (Reportagem adicional de Pedro Fonseca e Caio Saad, no Rio de Janeiro; Maria Carolina Marcello e Leo


Confirmado Moro e Lula cara a cara outra vez
Juiz da Lava Jato marcou novo interrogatório do ex-presidente, no modelo presencial, para 13 de setembro na ação penal em que petista é réu por suposto recebimento de propinas da empreiteira Odebrecht
Fausto Macedo e Julia Affonso
28 Julho 2017 | 18h17



O depoimento de Lula a Moro. Foto: Reprodução
O juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, confirmou para o próximo 13 de setembro novo interrogatório do ex-presidente Lula, desta vez na ação penal em que o petista é réu por suposto recebimento de propinas da empreiteira Odebrecht. Pela segunda vez, Moro e Lula vão ficar cara a cara.

Documento
O JUIZ E O EX-PRESIDENTE   PDF

28/07/2017 Evento 903 - DESPADEC1
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Poder Judiciário
JUSTIÇA FEDERAL
Seção Judiciária do Paraná
13ª Vara Federal de Curitiba
Av. Anita Garibaldi, 888, 2º andar - Bairro: Cabral - CEP: 80540-400 - Fone: (41)3210-1681 –
www.jfpr.jus.br - Email: prctb13dir@jfpr.jus.br
AÇÃO PENAL Nº 5063130-17.2016.4.04.7000/PR
AUTOR: PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RÉU: MARCELO BAHIA ODEBRECHT
RÉU: LUIZ INACIO LULA DA SILVA
RÉU: PAULO RICARDO BAQUEIRO DE MELO
RÉU: ANTONIO PALOCCI FILHO RÉU: DERMEVAL DE SOUZA GUSMAO FILHO
RÉU: GLAUCOS DA COSTAMARQUES
RÉU: MARISA LETICIA LULA DA SILVA
RÉU: ROBERTO TEIXEIRA
RÉU: BRANISLAV KONTIC

DESPACHO/DECISÃO

1. Homologo a desistência da oitiva das testemunhas Marcos Leal Raposo Lopes e Paulo Cesar de Oliveira Campos (evento 885).
2. Designados os interrogatórios dos acusados (evento 853).
Sugeriu o Juízo na ocasião a realização do interrogatório do acusado Luiz Inácio Lula da Silva pelos motivos ali expostos.
A Defesa não aceitou (evento 896).
Diante da recusa, o interrogatório será presencial.
Proceder-se-á à gravação da mesma forma que o anterior realizado na ação penal conexa.
Ciência ao MPF, Assistente de Acusação e Defesas.

Curitiba, 28 de julho de 2017.

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28/07/2017 Evento 903 - DESPADEC1
Documento eletrônico assinado por SÉRGIO FERNANDO MORO, Juiz Federal, na forma do artigo 1º, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resolução TRF 4ª Região nº 17, de 26 de março de 2010. A conferência da autenticidade do documento está disponível no endereço eletrônico
http://www.trf4.jus.br/trf4/processos/verifica.php, mediante o preenchimento do código verificador 700003684899v2 e do código CRC fd2fc7a0.
Informações adicionais da assinatura:
Signatário (a): SÉRGIO FERNANDO MORO
Data e Hora: 28/07/2017 16:53:01

5063130-17.2016.4.04.7000 700003684899 .V2 SFM© SFM


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http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/07/moro-Evento-903-DESPADEC1.pdf




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Trio de Ouro "Adeus, Mangueira" [Herivelto Martins, Grande Otelo] 


COMO RECUPERAR FOTOS BORRADAS DE MI IPHONE

Referências

http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2011/11/hay-gobierno-soy-favor.html
http://amaivos.uol.com.br/amaivos2015/?pg=noticias&cod_canal=53&cod_noticia=36306
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/hay-gobierno-soy-a-favor/
http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/pmdb-hay-gobierno-soy-a-favor-1.373232
http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,no-hay-gobierno-soy-contra,10000014895
http://blogdoespacoaberto.blogspot.com.br/2010/05/se-hay-gobierno-soy-favor.html
http://lounge.obviousmag.org/trocando_ideias/2014/08/hay-gobierno-se-hay-soy-contra-se-no-hay-tambien-soy.html
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http://geradormemes.com/meme/y7j1hw
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http://www.correiodopovo-al.com.br/index.php/noticia/2015/08/04/globo-pede-lula-preso-e-diz-agora-so-falta-voce
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/05/A-SALA-DO-EMBATE-LULA-E-MORO.jpg
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/confirmado-moro-e-lula-cara-a-cara-outra-vez/
https://youtu.be/ebR2-hHvGG4
https://i.ytimg.com/vi/mOD9NLuYfUw/maxresdefault.jpg

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