domingo, 7 de abril de 2024

Com caridade

"Linhas Cruzadas / A ignorância é uma bênção?" --------------- Milton Nascimento (com Rita Lee) - O Menino Maluquinho ------------ Cena: Chegada de Ziraldo ao Céu Local: Uma praça celestial, adornada com cores vibrantes e músicas alegres. Personagens: Ziraldo, Moraes Moreira, outros artistas celestiais. Ziraldo entra na praça celestial, olhando em volta com admiração e um sorriso no rosto. Ziraldo: (falando consigo mesmo) Uau, parece que o paraíso é ainda mais colorido do que eu imaginava! Enquanto Ziraldo caminha pela praça, ele avista Moraes Moreira sentado em um banco, com um violão ao lado. Ziraldo: (animado) Ei, parece que encontrei um amigo aqui! Com licença, posso me sentar? Moraes Moreira olha para cima, surpreso, e acena para Ziraldo com um sorriso caloroso. Moraes Moreira: Claro, meu amigo! Sente-se, vamos conversar um pouco. Ziraldo se senta ao lado de Moraes Moreira, ansioso para iniciar a conversa. Ziraldo: (curioso) Moraes, que lugar é esse? Estou um pouco confuso... Moraes Moreira: Ah, Ziraldo, bem-vindo ao céu! É aqui que todos os artistas e sonhadores se reúnem após suas jornadas na Terra. Ziraldo: (maravilhado) Incrível! Mas me diga, Moraes, você já está por aqui há algum tempo, certo? Eu sempre fui fascinado pelo seu talento musical e pela sua alma livre. Você pode me contar um pouco sobre sua experiência no céu? Moraes Moreira: (refletindo) Ah, meu amigo, é um lugar de pura inspiração e harmonia. Mas, como em todas as jornadas, também tem seus desafios e mistérios. Às vezes, olhamos para o céu e nos perguntamos sobre o sentido da vida e da arte. Ziraldo: (pensativo) Interessante... Mas você acha que a ignorância é realmente uma bênção, como dizem por aí? Moraes Moreira: (sorrindo) Bem, Ziraldo, deixe-me contar-lhe algo que aprendi aqui no céu. Como meu conterrâneo Rizério escreveu em seu poema: "Nas curvas do rio, Na sombra do coqueiro, A vida é um mistério, Que só quem viveu, pode saber." Ziraldo: (compreendendo) Entendi... É sobre viver e experimentar, não é? Moraes Moreira: (assentindo) Exatamente, meu amigo. Cada momento, cada experiência, nos ensina algo novo sobre nós mesmos e sobre o mundo ao nosso redor. E é essa jornada de descobertas que torna a vida tão preciosa. Ziraldo sorri, sentindo-se inspirado pelas palavras de Moraes Moreira. Os dois artistas compartilham um momento de conexão e compreensão, enquanto a música celestial continua a ecoar ao seu redor. O pano cai enquanto Ziraldo e Moraes Moreira continuam sua conversa, cercados pela luz e pela música do paraíso. _________________________________________________________________________________________________________ -------------- ------------- Luiz Felipe Pondé e Andresa Boni exploram a relação entre o conhecimento e a falta dele questionando: A ignorância é realmente uma bênção? Andresa e Pondé se perguntam se a elite econômica brasileira é ignorante, e falam sobre o papel do jornalismo na disseminação da informação e no desenvolvimento da consciência crítica. Durante a edição, refletem sobre como o conhecimento pode causar sofrimento, qual o maior ganho que pode trazer e se os ignorantes são mais felizes. Os dois ainda debatem as diferenças entre a sabedoria popular e o conhecimento acadêmico, sobre como o conhecimento pode nos tornar mais tolerantes e flexíveis, e a respeito da ideia de que quanto mais se sabe, mais se percebe a própria ignorância. Não perca esta conversa envolvente no Linhas Cruzadas, todas as quintas às 22h. #TVCultura #LinhasCruzadas #Ignorância #Conhecimento #LuizFelipePondé #AndresaBoni _________________________________________________________________________________________________________ --------------- --------------- Eu Sou o Carnaval Moraes Moreira Letra Significado Eu sou o carnaval em cada esquina do seu coração Eu sou o pierrot e a colombina de Ubarana-Amaralina Que alucina a multidão (eu sou) Eu sou o carnaval em cada esquina Do seu coração (menina) Eu sou o pierrot e a colombina De Ubarana Amaralina Que alucina a multidão -Toda a cidade vai navegar no mar azul badauê Fazer tempêro, se namorar na massa, no massapê Toda a cidade vai navegar no mar azul badauê Fazer tempero, se namorar Na massa, no massapê Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Toda a cidade vai navegar no mar azul Badauê Fazer tempero se namorar Na massa, no massapê Toda a cidade vai navegar no mar azul Badauê Fazer tempero se namorar Na massa, no massapê Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Baba de moça no carapuá é ganzá, bongô, agogô, pirá Composição: Moraes Moreira / Rizério. _________________________________________________________________________________________________________ ------------ ------------- Pão Nosso #031 - Com caridade NEPE Paulo de Tarso Transmitido ao vivo em 7 de jun. de 2022 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier. ------------- “Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.” — Paulo. (1 CORÍNTIOS, 16.14) 1 Ainda existe muita gente que não entende outra caridade, além daquela que se veste de trajes humildes aos sábados ou domingos para repartir algum pão com os desfavorecidos da sorte, que aguarda calamidades públicas para manifestar-se ou que lança apelos comovedores nos cartazes da imprensa. 2 Não podemos discutir as intenções louváveis desse ou daquele grupo de pessoas; contudo, cabe-nos reconhecer que o dom sublime é de sublime extensão. 3 Paulo indica que a caridade, expressando amor cristão, deve abranger todas as manifestações de nossa vida. 4 Estender a mão e distribuir reconforto é iniciar a execução da virtude excelsa. Todas as potências do espírito, no entanto, devem ajustar-se ao preceito divino, porque há caridade em falar e ouvir, impedir e favorecer, esquecer e recordar. Tempo virá em que a boca, os ouvidos e os pés serão aliados das mãos fraternas nos serviços do bem supremo. 5 Cada pessoa, como cada coisa, necessita da contribuição da bondade, de modo particular. Homens que dirigem ou que obedecem reclamam-lhe o concurso santo, a fim de que sejam esclarecidos no departamento da Casa de Deus, em que se encontram. Sem amor sublimado, haverá sempre obscuridade, gerando complicações. 6 Desempenha tuas mínimas tarefas com caridade, desde agora. Se não encontras retribuição espiritual, no domínio do entendimento, em sentido imediato, sabes que o Pai acompanha todos os filhos devotadamente. 7 Há pedras e espinheiros? Fixa-te em Jesus e passa. Emmanuel Pão nosso — Emmanuel 31 Com caridade Texto extraído da 1ª edição desse livro. https://www.blogger.com/blog/post/edit/8761611736633123803/5961486946710697743 ____________________________________________________________________________________ ---------------
---------------- Atualizado em 26/02/2022 Resumo: Relação Professor/Aluno na Educação Infantil Descubra como a relação professor/aluno influencia na educação infantil. Saiba mais sobre como os professores podem criar uma boa conexão com os alunos e como a tecnologia pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades fundamentais. Conheça as nossas dicas e explore ao máximo as oportunidades da educação infantil. ------------- Interrogada sobre os métodos de ensino adotados no Colégio, ela adiantou-nos que "Eurípedes sempre perseverante no trabalho, aplicava uma didática intuitiva própria, até certo ponto, bastante moderna para sua época. Ele nunca usou o castigo como forma de repreensão, pois lhe bastava o olhar para acomodar tudo. Jamais exigia de um aluno aquilo que este não conseguiria dar." -------------
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-------------- Eurípedes - o Homem e a Missão pp. 205-208 _________________________________________________________________________________________________________ ---------------- ------------- A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unicidade da existência os rompe RAETV - Rede Amigo Espírita TV Transmitido ao vivo em 8 de fev. de 2016 Evangelho na Rede com Carla Fabres, desenvolvendo o tema: Ressurreição e Reencarnação do capítulo IV do Evangelho Segundo o Espiritismo - Ninguém poderá ver o Reino de Deus se não nascer de novo, itens 18 a 20. Realizado em 08/02/2016 A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unidade da existência os rompe. 18. Os laços de família não sofrem destruição alguma com a reencarnação, como o pensam certas pessoas. Ao contrário, tornam-se mais fortalecidos e apertados. O princípio oposto, sim, os destrói. No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias entrelaçados pela afeição, pela simpatia e pela semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses Espíritos se buscam uns aos outros. A encarnação apenas momentaneamente os separa, porquanto, ao regressarem à erraticidade, novamente se reúnem como amigos que voltam de uma viagem. Muitas vezes, até, uns seguem a outros na encarnação, vindo aqui reunir-se numa mesma família, ou num mesmo círculo, a fim de trabalharem juntos pelo seu mútuo adiantamento. Se uns encarnam e outros não, nem por isso deixam de estar unidos pelo pensamento. Os que se conservam livres velam pelos que se acham em cativeiro. Os mais adiantados se esforçam por fazer que os retardatários progridam. Após cada existência, todos têm avançado um passo na senda do aperfeiçoamento. Cada vez menos presos à matéria, mais viva se lhes torna a afeição recíproca, pela razão mesma de que, mais depurada, não tem a perturbá-la o egoísmo, nem as sombras das paixões. Podem, portanto, percorrer, assim, ilimitado número de existências corpóreas, sem que nenhum golpe receba a mútua estima que os liga. Está bem visto que aqui se trata de afeição real, de alma a alma, única que sobrevive à destruição do corpo, porquanto os seres que neste mundo se unem apenas pelos sentidos nenhum motivo têm para se procurarem no mundo dos Espíritos. Duráveis somente o são as afeições espirituais; as de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem. Ora, semelhante causa não subsiste no mundo dos Espíritos, enquanto a alma existe sempre. No que concerne às pessoas que se unem exclusivamente por motivo de interesse, essas nada realmente são umas para as outras: a morte as separa na Terra e no céu. 19. A união e a afeição que existem entre pessoas parentes são um índice da simpatia anterior que as aproximou. Daí vem que, falando-se de alguém cujo caráter, gostos e pendores nenhuma semelhança apresentam com os dos seus parentes mais próximos, se costuma dizer que ela não é da família. Dizendo-se isso, enuncia-se uma verdade mais profunda do que se supõe. Deus permite que, nas famílias, ocorram essas encarnações de Espíritos antipáticos ou estranhos, com o duplo objetivo de servir de prova para uns e, para outros, de meio de progresso. Assim, os maus se melhoram pouco a pouco, ao contato dos bons e por efeito dos cuidados que se lhes dispensam. O caráter deles se abranda, seus costumes se apuram, as antipatias se esvaem. É desse modo que se opera a fusão das diferentes categorias de Espíritos, como se dá na Terra com as raças e os povos. 20. O temor de que a parentela aumente indefinidamente, em consequência da reencarnação, é de fundo egoístico: prova, naquele que o sente, falta de amor bastante amplo para abranger grande número de pessoas. Um pai, que tem muitos filhos, ama-os menos do que amaria a um deles, se fosse único? Mas, tranquilizem-se os egoístas: não há fundamento para semelhante temor. Do fato de um homem ter tido dez encarnações, não se segue que vá encontrar, no mundo dos Espíritos, dez pais, dez mães, dez mulheres e um número proporcional de filhos e de parentes novos. Lá encontrará sempre os que foram objeto da sua afeição, os quais se lhe terão ligado na Terra, a títulos diversos, e, talvez, sob o mesmo título. 21. Vejamos agora as consequências da doutrina anti-reencarnacionista. Ela, necessariamente, anula a preexistência da alma. Sendo estas criadas ao mesmo tempo que os corpos, nenhum laço anterior há entre elas, que, nesse caso, serão completamente estranhas umas às outras. O pai é estranho a seu filho. A filiação das famílias fica assim reduzida à só filiação corporal, sem qualquer laço espiritual. Não há então motivo algum para quem quer que seja glorificar-se de haver tido por antepassados tais ou tais personagens ilustres. Com a reencarnação, ascendentes e descendentes podem já se ter conhecido, vivido juntos, amado, e podem reunir-se mais tarde, a fim de apertarem entre si os laços de simpatia. 22. Isso quanto ao passado. Quanto ao futuro, segundo um dos dogmas fundamentais que decorrem da não-reencarnação, a sorte das almas se acha irrevogavelmente determinada, após uma só existência. A fixação definitiva da sorte implica a cessação de todo progresso, pois desde que haja qualquer progresso já não há sorte definitiva. Conforme tenham vivido bem ou mal, elas vão imediatamente para a mansão dos bem-aventurados, ou para o inferno eterno. Ficam assim, imediatamente e para sempre, separadas e sem esperança de tornarem a juntar-se, de forma que pais, mães e filhos, maridos e mulheres, irmãos, irmãs e amigos jamais podem estar certos de se verem novamente; é a ruptura absoluta dos laços de família. Com a reencarnação, e o progresso a que ela dá lugar, todos os que se amaram tornam a encontrar-se na Terra e no espaço e juntos gravitam para Deus. Se alguns fraquejam no caminho, esses retardam o seu adiantamento e a sua felicidade, mas não há para eles perda de toda esperança. Ajudados, encorajados e amparados pelos que os amam, um dia sairão do lodaçal em que se enterraram. Com a reencarnação, finalmente, há perpétua solidariedade entre os encarnados e os desencarnados, e, daí, estreitamento dos laços de afeição. 23. Em resumo, quatro alternativas se apresentam ao homem, para o seu futuro de além-túmulo: 1.ª, o nada, de acordo com a doutrina materialista; 2.ª, a absorção no todo universal, de acordo com a doutrina panteísta; 3.ª, a individualidade, com fixação definitiva da sorte, segundo a doutrina da Igreja; 4.ª, a individualidade, com progressão indefinita, conforme a doutrina espírita. Segundo as duas primeiras, os laços de família se rompem por ocasião da morte e nenhuma esperança resta às almas de se encontrarem futuramente. Com a terceira, há para elas a possibilidade de se tornarem a ver, desde que sigam para a mesma região, que tanto pode ser o inferno como o paraíso. Com a pluralidade das existências, inseparável da progressão gradativa, há a certeza na continuidade das relações entre os que se amaram, e é isso o que constitui a verdadeira família. https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundooespiritismo/2058/capitulo-iv-ninguem-podera-ver-o-reino-de-deus-se-nao-nascer-de-novo _________________________________________________________________________________________________________ -------------
------------ Confie no seu poder de ação. É pelo agir vigoroso que você mostra a sua grandeza interior.

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