Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
domingo, 31 de maio de 2026
Paulinho da Viola: Sempre Se Pode Sonhar
Uma capa que diz, sem dizer:
mesmo quando ninguém está, o som ainda fica.
Marquês de Sapucaí: como Oscar Niemeyer transformou o Carnaval carioca
Inaugurado em 1984, o projeto do arquiteto modernista para a Passarela do Samba valoriza a simetria, a funcionalidade e a visibilidade do espectador
Por Bianca Camatta
Arte de Elifas Andreato
Meu Mundo é Hoje | Paulinho da Viola
Luze Azevedo
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Meu mundo é hoje não existe amanhã pra mim
Eu sou assim, assim morrerei um dia.
Não levarei arrependimentos nem o peso da hipocrisia.
Tenho pena daqueles que se agacham até o chão
Enganando a si mesmo por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte desse enorme batalhão,
Pois sei que além de flores, nada mais vai no caixão.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
2 de mai. de 2014
meu tempo é hoje!
eu não vivo no passado, o passado vive em mim...
Meu Mundo É Hoje
Wilson Batista / José Batista
Vietnam War Song | Fortunate Son | Creedence Clearwater Revival
Luze Azevedo
Fortunate Son [Filho De Um Milionário], foi o hit que embalou a Guerra do Vietnã, lançada como single, junto com "Down on the Corner", em setembro de 1968, foi Disco de Ouro em 1970, até o final dos anos oitenta fazia parte da lista das melhores músicas dos anos 60.
Alguns nasceram para agitar a bandeira
Elas são vermelhas, brancas e azuis
E quando a banda toca "Saudação ao Chefe"
Eles apontam os canhões para você, Senhor
Não sou eu, não sou eu
Eu não sou filho do senador, não
Não sou eu, não sou eu
Não sou nenhum felizardo, não.
Música
1 músicas
Fortunate Son
Creedence Clearwater Revival
Willy And The Poor Boys (Expanded Edition)
Lourival: Sant'Anna: Terrorismo e narcotráfico fazem coisas diferentes; entenda | FORA DA ORDEM
CNN Brasil
29 de mai. de 2026 #CNNBrasil
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) que classificou o Comando Vermelho e o PCC (Primeiro Comando da Capital) como "Terroristas Globais Especialmente Designados". Durante o "Fora da Ordem" desta sexta-feira (29), o analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna comenta sobre as diferenças entre terrorismo e crime organizado. #CNNBrasil
#EspaçoAberto | Marco Aurélio Nogueira
O desafio de pensar o futuro - O futuro depende de projetos bem concatenados e da gestação, nas sociedades, de ‘blocos históricos’
https://estadao.com.br/opiniao/marco-aurelio-nogueira/o-desafio-de-pensar-o-futuro/
sábado, 30 de maio de 2026
O desafio de pensar o futuro, por Marco Aurélio Nogueira*
O Estado de S. Paulo
O futuro depende de projetos bem concatenados e da gestação, nas sociedades, de ‘blocos históricos’
Sempre pedimos ao passado para nos ajudar a entender as agruras do presente. O passado determina muitas coisas. Modela experiências, individualidades e relacionamentos. Forma estruturas difíceis de serem modificadas. Condiciona não pela transmissão de “heranças malditas”, mas pelo que contém de tradições, valores e percursos reiterados. Carrega cultura no ventre. A história é sempre permanência e mudança, continuidade e descontinuidade.
O passado não nos domina. “Eu não vivo no passado, o passado vive em mim”, cantou Paulinho da Viola. Sua herança nos chega sem um testamento ou um roteiro a ser seguido. Não guia nossos passos, não diz o que devemos fazer com ele. A falta de clareza sobre o futuro é que nos leva a buscar explicações no passado.
Na vida concreta, vivemos sempre naquilo que Hannah Arendt chamou de “lacuna temporal entre o passado e o futuro”.
O passado é disputado. Luta-se para definir quem o interpreta e como faz isso. Alguns se valem de omissões e silêncios calculados, outros valorizam os “heróis da Pátria”. Há os que elogiam aspectos tenebrosos do passado, para tentar copiá-los. Outros falam em “forças do atraso” para qualificar aquilo que resiste ao progresso. E outros, ainda, adotam as próprias glórias passadas como marcas identitárias.
No Brasil, endeusar os anos de ditadura militar serve para defender a existência de um tempo pretérito em que todos teriam sido felizes e não sabiam. Nos EUA, Donald Trump usa o passado como arma política, empregando-o para ressignificar a história. Putin, na Rússia; Xi Jinping, na China; e Narendra Modi, na Índia, imaginam usar o passado para blindar seus poderes presentes e controlar o futuro.
Estudar o passado é essencial para que se compreendam as mudanças sociais, as estruturas de poder, as práticas, os hábitos, o jeito de ser, a linguagem. Explica, por exemplo, a condição dos negros, com seus antepassados escravos, e das mulheres, que ainda dialogam com a tradição machista e patriarcal que vigorou desde sempre.
Acontece que o passado não é um peso morto atado às pernas da sociedade. Não é um fardo que bloqueia o futuro. É uma força que se estende ao presente. Ele é processado, deglutido, incorporado no correr da história. Ele se consome dentro de si mesmo, “se acabando a cada minuto, mas sem acabar de se acabar nunca” (Gabriel García Márquez). Cada época traduz o passado conforme suas circunstâncias, seus valores e sentimentos, sua ideia de futuro.
Não temos como conceber o futuro por antecipação. Impossível saber se ele será melhor ou pior. Em nossa era de crises em alta e utopias progressistas em baixa, o futuro tornouse um cenário embaçado, visto como tendo mais perigos que esperança. Ficamos presos à sensação de viver um “presente eterno”, como se tivéssemos medo do futuro, como observou Elimar Nascimento na Revista Será? (15/5). Vivemos assustados e indignados, mas nossa indignação não encontra âncoras e diretrizes, nem gera construções e sujeitos coletivos.
Pensar o futuro é um desafio complexo. Não pode ser resolvido mediante uma bela ideia abstrata ou uma ideologia solta no espaço. O mundo não “caminha para” um lugar estabelecido. O pensamento linear, as causalidades simples e o mecanicismo não nos ajudam. Se for possível desenhar uma desejável progressão rumo ao futuro, precisaremos de exercícios dialógicos que cruzem visões distintas, recuperem o contraditório e leiam criticamente o presente e suas possibilidades.
O futuro depende de projetos bem concatenados e da gestação, nas sociedades, de “blocos históricos” que articulem interesses, deem suporte a políticas públicas progressistas, disseminem valores democráticos e apoiem governos que olhem para frente. Projetos que incluam sustentabilidade, distribuição de renda, energias renováveis, igualdade, segurança, gestão ambiental, justiça e educação de qualidade para todos.
Não temos isso no Brasil. Falta-nos uma governabilidade comprometida, distante da polarização tóxica, empenhada em melhorar a qualidade da política e formar lideranças que façam a mediação entre a sociedade e o Estado. Entre nós, as disputas políticas são medíocres, os consensos não se formam. E não surge ninguém – um partido, uma frente, um estadista, um leque de ideias – para sacudir a poeira e dar a volta por cima. Carecemos, em suma, de um “bloco histórico” com funções agregadoras e densidade ético-política.
Movimentos desse tipo não avançam no curto prazo. Pedem múltiplas articulações críticas para ligar interesses pessoais e interesse público, indivíduos e comunidade política, nações e mundo. Requerem abertura ao diálogo, aceitação do inusitado e interação reflexiva de uns com os outros.
Pensar o futuro só faz sentido a partir daí. É ocioso denunciar um amanhã que segue aberto. Também não dá para cultivar um otimismo ingênuo. Melhor é manter os olhos abertos para as possibilidades e as incertezas do presente, abraçando a esperança de que o humano continue a saber se reproduzir.
*Professor titular de Teoria Política da UNESP
Antonio Lavareda analisa | Aprovação de Lula termina maio com saldo de -3 pontos
Ex-presidente do BC, Arminio Fraga diz que Lula entregará economia 'pouco pior' ao deixar cargo
Rádio CBN
29 de mai. de 2026 #Lula #Brasil2026 #Politica
Dan Stulbach, José Godoy e Luís Gustavo Medina encerram a semana com muito bom humor e descontração. O trio recebe o economista, ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga.
O economista faz um alerta preocupante sobre os rumos fiscais do país. Para Fraga, o presidente Lula deve entregar a economia brasileira em uma situação "pouco pior" do que recebeu, destacando o crescimento desenfreado da dívida pública e a falta de reformas estruturais.
Fraga analisa a desconexão entre as promessas do governo e a realidade dos números, além de comentar o cenário de juros e a produtividade estagnada. Uma aula de economia e um olhar crítico sobre o futuro do Brasil.
Foto: Reprodução
#ArminioFraga #Lula #Economia #DividaPublica #RadioCBN #BancoCentral #Politica #Brasil2026 #MercadoFinanceiro
Arminio Fraga recomenda compra da casa própria e 'ser paciente' com os investimentos
Rádio CBN
29 de mai. de 2026 #EducaçãoFinanceira #Investimentos #Economia
Dan Stulbach, José Godoy e Luís Gustavo Medina encerram a semana com muito bom humor e descontração. O trio recebe o economista, ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga
Ao analisar o cenário econômico atual, Fraga traz recomendações práticas para o seu bolso: ele explica por que defende a compra da casa própria e por que a estratégia agora deve ser "ter paciência" com os investimentos.
Fotos: Reprodução e Pixabay
#ArminioFraga #Economia #Investimentos #CasaPrópria #FimDeExpediente #CBN #MercadoFinanceiro #DanStulbach #EducaçãoFinanceira
PAULINHO DA VIOLA lança o álbum ao vivo “Sempre Se Pode Sonhar”
Paulinho da Viola
“Sempre Se Pode Sonhar”
Gravado ao vivo no Teatro Fecap, em São Paulo, entre 13 de setembro e 8 de outubro de 2006.
Sony Music, 2020.
Direção musical: Paulinho da Viola
Supervisão artística: João Rabello
Direção geral: Homero Ferreira
Técnico de gravação: Alberto Ranellucci
Técnico de mixagem: Rodrigo Vidal
Masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master, Rio de Janeiro
Capa: Elifas Andreato
Paulinho da Viola: voz, violão e cavaquinho
Conjunto:
Cristóvão Bastos (piano)
João Rabello (violão)
Dininho Silva (baixo)
Hércules Nunes (bateria)
Mário Sève (sax e flauta)
Celsinho Silva (pandeiro e percussão)
Nas faixas 12, 13, 14 e 15:
Todo o conjunto com acréscimo de Israel Bueno (violão) e Izaías Bueno (bandolim).
Repertório do álbum
Não quero você assim (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Foi um rio que passou em minha vida”, 1970)
Nova Ilusão (Pedro Caetano/ Claudionor Cruz)
(Originalmente lançada no álbum “Memórias Cantando”, 1976)
Chuva / Cantando
Chuva (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Paulinho da Viola”, 1975)
Cantando (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum Memórias Cantando, 1976)
Nervos de Aço (Lupicínio Rodrigues)
(Originalmente lançada no álbum “Nervos de Aço”, 1973)
Ela sabe quem eu sou (Paulinho da Viola)
(Inédita)
Para mais ninguém (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Universo Ao Meu Redor”, 2006, de Marisa Monte)
Talismã (Paulinho da Viola / Marisa Monte / Arnaldo Antunes)
(Originalmente lançada no álbum “Acústico MTV – Paulinho da Viola”, 2007)
Sempre se pode sonhar (Eduardo Gudin / Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Um Jeito de Fazer Samba, 2006, de Eduardo Gudin)
Nós os foliões (Sidney Miller)
(Originalmente lançada no álbum “A toda Hora Rola Uma História”, 1982)
Roendo as unhas (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum Nervos de Aço”, 1973)
Fiz por você o que pude (Cartola)
(Originalmente lançada no álbum c”No Tom da Mangueira”, 1993)
Vibrações (Jacob do Bandolim)
(Originalmente lançada no álbum “Vibrações”, 1967, de Jacob do Bandolim)
Vou me embora pra roça (Paulinho da Viola / Mario Sève)
(Originalmente lançada no álbum “Choros, Por Que Sax?”, 2004, de Mario Sève e
Daniela Spielmann)
Um choro pro Waldir (Paulinho da Viola / Cristóvão Bastos)
(Originalmente lançada no álbum do “Avenida Brasil, 1996, de Cristovao Bastos)
Cochichando (Pixinguinha)
(Originalmente lançada em 78 rpm, 1944)
Dança da Solidão (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum ” Dança da Solidão”, 1972)
Coração Leviano (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Paulinho da Viola”, 1978)
Tudo se Transformou (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida”, 1970)
Onde a dor não tem razão (Elton Medeiros / Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Paulinho da Viola”, 1981)
Coisas do mundo, minha nega (Paulinho da Viola)
(Originalmente lançada no álbum “Paulinho da Viola”, 1968)
1×0 (Pixinguinha / Benedito Lacerda)
(Originalmente lançada em 78 rpm, 1946)
Timoneiro (Paulinho da Viola / Hermínio Bello de Carvalho)
(Originalmente lançada no álbum “Bebadosamba, 1996)
Bebel Prates – Assessoria de Comunicação
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