Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 23 de maio de 2026
Más palestras
“Não vos enganeis; as más conversações corrompem os bons costumes.” — Paulo. (1 CORÍNTIOS, 15.33)
1 A conversação menos digna deixa sempre o traço da inferioridade por onde passou. A atmosfera de desconfiança substitui, imediatamente, o clima da serenidade. 2 O veneno de investigações doentias espalha-se com rapidez. Depois da conversação indigna, há sempre menos sinceridade e menor expressão de força fraterna. 3 Em seu berço ignominioso, nascem os fantasmas da calúnia que escorregam por entre criaturas santamente intencionadas, tentando a destruição de lares honestos; surgem as preocupações inferiores que espiam de longe, enegrecendo atitudes respeitáveis; emerge a curiosidade criminosa, que comparece onde não é chamada, emitindo opiniões desabridas, induzindo os que a ouvem à mentira e à demência.
4 A má conversação corrompe os pensamentos mais dignos. As palestras proveitosas sofrem-lhe, em todos os lugares, a perseguição implacável, e imprescindível se torna manter-se o homem em guarda contra o seu assédio insistente e destruidor.
5 Quando o coração se entregou a Jesus, é muito fácil controlar os assuntos e eliminar as palavras aviltantes.
6 Examina sempre as sugestões verbais que te cercam no caminho diário. Trouxeram-te denúncias, más noticias, futilidades, relatórios malsãos da vida alheia? Observa como ages. Em todas as ocasiões, há recurso para retificares amorosamente, porquanto podes renovar todo esse material, em Jesus-Cristo.
Emmanuel
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
74
Más palestras
Pão Nosso #074 - Más palestras
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 20 de dez. de 2022
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
Secretaria de Desenvolvimento Econômico,
Turístico e Cultural - Sacramento/MG
A GAZETA DE SACRAMENTO
Aqui está a transcrição exata do trecho da página 46 do livro de Corina Novelino:
A GAZETA DE SACRAMENTO
A dinâmica de trabalho não conhecia cansaços no roteiro do jovem Eurípedes.
Conhecido nos círculos culturais da cidade por sua participação conscienciosa no Grêmio Dramático Sacramentano, Eurípedes amplia suas atividades no campo da comunicação, criando com a colaboração de José Martins Borges, Leão de Almeida e Prof. Inácio G. Melo a Gazeta de Sacramento, que circulou, provavelmente até 1918.
Esse periódico — o primeiro de Sacramento — era conhecido também nas cidades vizinhas.
O Lavoura e Comércio, de Uberaba, em tiragem especial dedicada ao Município de Sacramento, em 1918, transcreve bem lançado artigo (editorial) inserto na Gazeta de Sacramento.
"INCERTO INSERTO, CERTO CONSERTO." PARAFRASEANDO O QUE DE QUEM POR QUÊ ONDE COMO QUEM? QUANDO?
O Quê?A publicação de um artigo (editorial) bem lançado que havia sido incluído na Gazeta de Sacramento.De Quem?Escrito por Eurípedes Barsanulfo (com a colaboração de seus companheiros de imprensa, José Martins Borges, Leão de Almeida e Prof. Inácio G. Melo).Por Quê?Para divulgar ideias, registrar a história local, promover a cultura e a comunicação na região através do primeiro periódico da cidade.Onde?Originalmente na Gazeta de Sacramento e, posteriormente, reproduzido no jornal O Lavoura e Comércio, da cidade vizinha de Uberaba.Como?Através de uma tiragem especial impressa do jornal de Uberaba, que era inteiramente dedicada ao Município de Sacramento.Quem?O jornal O Lavoura e Comércio foi o responsável por transcrever e dar novo destaque ao texto.Quando?No ano de 1918.
Desigualdade das riquezas
8. A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. É, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.
Admitido isso, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos. Ainda aí está uma prova da sabedoria e da bondade de Deus. Dando-lhe o livre-arbítrio, quis ele que o homem chegasse, por experiência própria, a distinguir o bem do mal e que a prática do primeiro resultasse de seus esforços e da sua vontade. Não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal, sem o que não mais fora senão instrumento passivo e irresponsável como os animais. A riqueza é um meio de o experimentar moralmente. Mas, como, ao mesmo tempo, é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca. Cada um tem de possuí-la, para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela. Sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo, e acontecendo, além disso, que, se todos a possuíssem, ninguém trabalharia, com o que o melhoramento do planeta ficaria comprometido, cada um a possui por sua vez. Assim, um que não na tem hoje, já a teve ou terá noutra existência; outro, que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. Há ricos e pobres, porque sendo Deus justo, como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação; a riqueza é, para os outros, a prova da caridade e da abnegação.
Deploram-se, com razão, o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignóbeis paixões que a cobiça provoca, e pergunta-se: Deus será justo, dando-as a tais criaturas? É exato que, se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da Terra; se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a Providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração; daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho: os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade.
O Evangelho seg. o Espiritismo [Ep106] Desigualdade das riquezas (cap XVI, 8)
Desigualdade das Riquezas: Uma Leitura Espírita à Luz das Teorias Econômicas Contemporâneas, por Leonardo Paixão
dezembro 14, 2025 Administrador site ECK
Tempo de leitura: 4 minutos
Leonardo Paixão
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A conciliação entre a visão espírita e as teorias econômicas sugere uma compreensão ampliada da realidade. A transformação moral, conforme preconiza o Espiritismo, é essencial para erradicar as causas profundas da desigualdade ― o egoísmo, o orgulho e a indiferença, mas não dispensa, pelo contrário, complementa e fortalece os instrumentos sociais, políticos e econômicos que buscam corrigir injustiças e promover o bem-estar coletivo.
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Resumo
O presente artigo propõe uma reflexão sobre o problema da desigualdade das riquezas, a partir do capítulo XVI, item 8, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec. A Doutrina Espírita interpreta a desigualdade como um mecanismo educativo, vinculado à lei do progresso, à reencarnação e às provas morais. Este trabalho busca dialogar com as principais teorias econômicas contemporâneas, identificando pontos de convergência e tensão. Defende-se que a transformação moral, proposta pelo Espiritismo, não exclui a necessidade de reformas materiais, mas complementa os esforços sociais na construção de uma sociedade mais justa, solidária e sustentável.
Palavras-chave: Desigualdade, Economia, Espiritismo, Justiça Social, Progresso Moral.
Introdução
A desigualdade socioeconômica é um dos temas centrais da reflexão ética, filosófica e econômica na contemporaneidade. A partir de uma perspectiva espiritual, Allan Kardec, em “O evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo XVI, item 8, oferece uma interpretação que transcende as explicações meramente materiais, associando a desigualdade das riquezas ao processo educativo da alma, à lei de causa e efeito e às necessidades do progresso coletivo.
Contudo, no campo das ciências econômicas, a desigualdade é analisada sob outra ótica, considerando fatores históricos, estruturais e institucionais. O presente artigo busca refletir sobre como a visão espírita pode dialogar com as teorias econômicas contemporâneas, analisando seus pontos de contato e divergência, e propondo uma síntese que reconheça tanto a dimensão espiritual quanto a material do problema.
A Desigualdade das Riquezas na Perspectiva Espírita
No capítulo citado, Allan Kardec explica que “A desigualdade das riquezas é um dos problemas que em vão se procuram resolver, quando se considera apenas a vida atual” (Kardec, 2003:210). A partir dessa premissa, compreende-se que a Justiça Divina se manifesta não em uma única existência, mas no conjunto das reencarnações, onde cada Espírito experimenta, alternadamente, as condições de riqueza e de pobreza como provas e oportunidades de desenvolvimento moral.
A riqueza, portanto, é vista como uma prova que testa a caridade, o desapego e a responsabilidade social. A pobreza, por sua vez, é uma prova que exige resignação, coragem e paciência. A doutrina também reconhece que a concentração de riqueza, em certos momentos, permite a realização de obras, empreendimentos e avanços que beneficiam a coletividade.
Entretanto, Kardec não exime de crítica a má utilização da riqueza, apontando que sua má administração decorre do egoísmo e do orgulho, os grandes males da humanidade (Kardec, 2004). A proposta espírita, nesse sentido enfatiza a transformação moral como meio essencial para corrigir os desequilíbrios sociais.
As Teorias Econômicas Contemporâneas sobre a Desigualdade
A desigualdade de renda e patrimônio é amplamente estudada na atualidade por diferentes escolas econômicas, que oferecem interpretações e propostas distintas, conforme a seguir.
Economia Clássica e Neoclássica
Defendem que as diferenças de renda e riqueza resultam da produtividade, da poupança, do investimento, do mérito individual e do risco. Segundo essa visão, a desigualdade é, até certo ponto, funcional e promotora de desenvolvimento, pois recompensa o esforço e a inovação.
Economia Crítica e Marxista
Entende a desigualdade como uma consequência da concentração dos meios de produção e da exploração da força de trabalho. Para essa corrente, a acumulação de capital é inerentemente geradora de desigualdade, sendo necessário superar as estruturas do capitalismo para alcançar uma sociedade mais igualitária.
Teorias Contemporâneas da Desigualdade
Estudos recentes, como os de Thomas Piketty, Joseph Stiglitz e Amartya Sen, mostram que a desigualdade extrema não é natural, mas resultado de políticas públicas, heranças, regimes fiscais regressivos, concentração de capital e falhas institucionais. Esses autores defendem a redistribuição de renda, impostos progressivos, acesso universal à educação e fortalecimento dos serviços públicos como medidas necessárias para reduzir a desigualdade e promover justiça social.
Convergências e Tensões entre a Visão Espírita e as Teorias Econômicas
Aponta-se como convergências: – Crítica ao egoísmo; – A riqueza como instrumento social; – Reconhecimento do problema da desigualdade.
No âmbito de Tensões, estão: – Temporalidade da justiça; – Causas da desigualdade; – Soluções propostas.
Síntese Proposta: Uma Leitura Integrada
A conciliação entre a visão espírita e as teorias econômicas sugere uma compreensão ampliada da realidade. A transformação moral, conforme preconiza o Espiritismo, é essencial para erradicar as causas profundas da desigualdade ― o egoísmo, o orgulho e a indiferença. Contudo, essa transformação não dispensa, pelo contrário, complementa e fortalece os instrumentos sociais, políticos e econômicos que buscam corrigir injustiças e promover o bem-estar coletivo.
A caridade, no sentido espírita, transcende o assistencialismo e assume o caráter de fraternidade social, implicando também em justiça distributiva, solidariedade, economia ética e construção de estruturas mais equânimes.
Conclusão
A análise da desigualdade das riquezas sob a ótica espírita e econômica revela que não há oposição necessária entre espiritualidade e materialidade, mas uma complementaridade. A Justiça Divina opera no longo curso das reencarnações, permitindo a cada Espírito aprender, reparar e evoluir. Contudo, no plano social e coletivo, é dever dos indivíduos e das instituições combater as formas evitáveis de sofrimento, miséria e exclusão.
O Espiritismo, portanto, não é uma doutrina de conformismo social, mas de responsabilidade. Enquanto convoca à transformação íntima, também conclama à construção de uma sociedade mais justa, solidária e fraterna, onde a lei de caridade se manifeste não apenas nas relações pessoais, mas também nas estruturas econômicas, políticas e sociais.
Fontes:
Kardec, A. (2003). “O evangelho segundo o Espiritismo”. Trad. J. Herculano Pires. 59. Ed. São Paulo: LAKE.
Kardec, A. (2004). “O livro dos Espíritos”. Trad. J. Herculano Pires. 64. Ed. São Paulo: LAKE.
Marx, K. (2013). “O Capital: crítica da economia política”. São Paulo: Boitempo.
Piketty, T. (2014). “O Capital no Século XXI”. Rio de Janeiro: Intrínseca.
Sen, A. (2000). “Desenvolvimento como Liberdade”. São Paulo: Companhia das Letras.
Smith, A. (2007). “A Riqueza das Nações”. São Paulo: Martins Fontes.
Stiglitz, J. (2012). “O Preço da Desigualdade”. Rio de Janeiro: Intrínseca.
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Dezembro de 2025
ACESSE: Harmonia – Dezembro 2025
O Livro dos Espíritos | questão 555
Luiza Almeida Monteiro
9 de jul. de 2023 Estudo de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, comentado
Poder oculto. Talismãs. Feiticeiros
555. Que sentido se deve dar ao qualificativo de feiticeiro?
“Aqueles a quem chamais feiticeiros são pessoas que, quando de boa-fé, gozam de certas faculdades, como sejam a força magnética ou a dupla vista. Então, como fazem coisas geralmente incompreensíveis, são tidas por dotadas de um poder sobrenatural. Os vossos sábios não têm passado muitas vezes por feiticeiros aos olhos dos ignorantes?”
A.K.: O Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre os quais a ignorância teceu um sem-número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela imaginação. O conhecimento lúcido dessas duas ciências que, a bem dizer, formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas, constitui o melhor preservativo contra as idéias supersticiosas, porque revela o que é possível e o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o que não passa de ridícula crendice.
Revisando a História da Mulher Samaritana (João 4)
By Dr. Eli Lizorkin-Eyzenbergmarço 26, 2014
A solução está em você.
Não há problema para quem
tem verdadeira fé em Deus.
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