Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sexta-feira, 22 de maio de 2026
FACA E PRATO
O uso de faca e prato é uma técnica de percussão alternativa típica do samba de roda brasileiro. Consiste em segurar um prato de louça ou cerâmica pela borda com uma mão e usar uma faca como baqueta, raspando e percutindo o utensílio para criar o ritmo.
Percussão Alternativa em 8 Passos | Prato e Faca
GURI
Ministério da economia
Jards Macale
℗ 1987 WEA International Inc.
Composer: Geraldo Pereira and Arnaldo Passos
Geraldo Pereira - MINISTÉRIO DA ECONOMIA - Geraldo Pereira e Arnaldo Passos - samba de 1951
luciano hortencio
@SamuelMachadoFilho
há 12 anos (editado)
Samba regravado algumas vezes posteriormente (Jards Macalé, Monarco, Bebel Gilberto em dueto com Pedrinho Rodrigues, etc.) em que Geraldo Pereira exalta a criação dessa pasta, durante o segundo governo de Getúlio Vargas, quando se acreditava que tudo ficaria mais barato (de ilusão também se vive). Histórica gravação Sinter, lançada em agosto de 1951 sob número de disco 00-00.071-B, matriz S-150.
"Em entrevista ao Estadão, em 2019, ele avaliou o então cenário político do País e projetou o futuro do Brasil da seguinte maneira: 'Falar do futuro exige projeções sólidas. Sem elas, o que temos é uma nebulosa mesmo, não há muita saída. Mas a meu ver há uma revolução que precisa ser feita, que é valorizar o estudo da História. Autores recentes como Yuval Harari estão clamando por mais atenção para os movimentos histórico-culturais de longa duração. O horizonte é de construção para longo prazo, e temos, nós brasileiros, de aprender essa lição.' •"
As famílias que governam o Brasil
Spotniks
19 de mai. de 2026
No Brasil, em quase todos os estados, o poder político é transmitido como uma herança de sangue. As mesmas famílias atravessam gerações ocupando os mesmos cargos, controlando as mesmas emissoras de TV, distribuindo as mesmas verbas públicas.
Domingo Infeliz - Geraldo Pereira 1951
Confraria do Chiado
16 de nov. de 2013
Como cantava bem esse Geraldo Pereira!!!
Samba de Arnaldo Passos e Abelardo Barbosa (o lendário Chacrinha), lançado pela Sinter em agosto de 1951, disco 00-00.071-A, matriz S-136. Quem canta é Geraldo Pereira (Juiz de Fora, MG, 1918-Rio de Janeiro, 1955), autor de clássicos do samba como "Falsa baiana", "Escurinho", "Sem compromisso" e "Quando ela samba". Segundo José Ramos Tinhorão, Geraldo Pereira, como cantor, "tinha perfeita de noção de ritmo, coerência da forma escolhida para traduzir o sentido dos versos, valorização da melodia e, acima de tudo, caráter e estilo próprio na forma de interpretar".
Por Samuel machado Filho e Adilson Santos
Arquivo Confraria do Chiado
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Malandragem de deputados tenta fazer o público de mané, por Dora Kramer
Folha de S. Paulo
Aproveitando-se da distração geral com o escândalo da vez, a Câmara voltou a legislar em prol dos seus
Na essência, a proteção aos partidos é semelhante à tentativa de blindar parlamentares de ações da Justiça
Distraído que estava o público com o escândalo da vez, a Câmara dos Deputados voltou a fazer o que mais gosta: legislar em prol dos seus. E, de novo, com o método de sempre.
À sorrelfa, no de repente da urgência conveniente, em votação simbólica os deputados aprovaram uma série de facilidades para os partidos, à qual deram o nome de minirreforma do sistema que rege as legendas. Não bastasse, determinaram que a coisa tenha vigência imediata, atropelando a regra de anterioridade anual.
Suas excelências não querem pouco. Reivindicam teto de R$ 30 mil para multas aplicadas a contabilidades irregulares, dão 15 anos (!) de prazo para renegociação de dívidas, liberam os infratores para participar de eleições e os deixam à vontade para fazer disparos (inclusive os ilegais, via robôs) de mensagens por celulares.
Uma rede de proteção na essência nada diferente daquela tentativa de aprovar uma emenda constitucional que deixaria os parlamentares fora do alcance da Justiça. A PEC da Blindagem foi barrada no Senado por pressão da opinião pública.
Desta vez, se não houver uma grita geral, a estrovenga vai passar pelos senadores cujos partidos se beneficiam dela. O caminho é facilitado por um acordo entre Câmara, Senado, governo e oposição para a derrubada de veto presidencial a dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias e, assim, permitir doações de bens e dinheiro durante a campanha eleitoral.
Trata-se de um canavial de malandragens sob a égide da ilegalidade e da desfaçatez de um Poder Legislativo hipertrofiado —e que ainda pretende sair mais fortalecido desta eleição em que as legendas estão especialmente empenhadas em obter o maior número possível de cadeiras no Parlamento.
Com esse tipo de credencial, os congressistas não estimulam a sociedade à participação ativa na composição das Casas legislativas. Ao contrário: alimentam o distanciamento decorrente da repulsa aos procedimentos que servem ao domínio financeiro das direções partidárias viciadas no sustento do Estado.
O nome Bolsonaro ainda sustenta a direita? | Não é Bem Assim
Meio
Estreou em 21 de mai. de 2026 #jairbolsonaro #danielvorcaro #flaviobolsonaro
No Não é Bem Assim, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães discutem o novo momento da corrida presidencial de 2026. Com o desgaste de Flávio Bolsonaro após o caso do filme ligado a Daniel Vorcaro, a direita perde força ou apenas reorganiza suas peças?
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Embate inédito no Supremo, por Raquel Landim
O Estado de S. Paulo
Há brechas para que Mendonça rejeite a delação de Vorcaro, mesmo com o aval da PGR
A rejeição da delação premiada de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, pela Polícia Federal deixou uma nódoa sobre o processo, mas, juridicamente, ele segue de pé.
A PF desconfia que Vorcaro está protegendo políticos. Seu receio se fundamenta nas provas que já colheu durante as investigações e que vão além do que Vorcaro ofereceu.
Mas o titular da ação penal é a Procuradoria-Geral da República (PGR), que não precisa da PF para selar essa delação.
Na PGR, a visão é oposta. Dizem que não falta seriedade do ex-banqueiro e de sua defesa e que não faz sentido bater a porta de uma possível colaboração. Querem aguardar uma contraproposta.
Juridicamente, portanto, o processo segue perfeito. Haveria dúvidas se a PF decidisse fechar sozinha a delação. O nó político, porém, persiste por conta das desconfianças que pesam sobre o procurador-geral, Paulo Gonet.
Se a PGR decidir aceitar a delação de Vorcaro, caberá ao ministro-relator do caso, André Mendonça, homologar o processo com base nos princípios da legalidade e da voluntariedade.
Na homologação, Mendonça não entra no mérito da causa. Os juízes só julgam o mérito na fase final do processo, já com a instrução pronta e outros acusados na fila.
Mas o relator pode opinar se o que foi oferecido pelo colaborador é suficiente para justificar os benefícios que recebeu e para ressarcir os prejuízos que causou.
Mendonça vem sinalizando que não aceitará valores irreais, nem prazos dilatados que permitam contestações no futuro. A experiência da Lava Jato mostra que essas multas acabam não sendo pagas.
Há brechas, portanto, para que o relator rejeite a delação, mesmo com o aval da PGR. Não há na história recente precedentes de um delator que tenha agravado a decisão e recorrido à Turma, mas isso é possível pela legislação.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli e o próprio Mendonça.
Com Toffoli impedido no caso Master, aqui está o risco de um embate inédito dentro do Supremo provocado pela delação de Vorcaro.
Ninguém arrisca, numa fase tão anterior do processo, dizer quais seriam os votos dos ministros. Mas o histórico de “punitivistas” e “garantistas” do STF não descartaria um empate.
Na dúvida, a legislação criminal é pró-réu. Mas há interpretações de que seria necessário aguardar a indicação de um novo ministro da Corte para resolver o impasse. Existem chances, portanto, de Vorcaro oferecer pouco e, ainda assim, escapar.
@estadao
Delação de Vorcaro revela embate inédito
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