sábado, 30 de maio de 2026

E o adúltero?

“E, pondo-a no meio, disseram-lhe: — Mestre, está mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.” — (JOÃO, 8.4) 1 O caso da pecadora apresentada pela multidão a Jesus envolve considerações muito significativas, referentemente ao impulso do homem para ver o mal nos semelhantes, sem enxergá-lo em si mesmo. 2 Entre as reflexões que a narrativa sugere, identificamos a do errôneo conceito de adultério unilateral. 3 Se a infeliz fora encontrada em pleno delito, onde se recolhera o adúltero que não foi trazido a julgamento pelo cuidado popular? Seria ela a única responsável? Se existia uma chaga no organismo coletivo, requisitando intervenção a fim de ser extirpada, em que furna se ocultava aquele que ajudava a faze-la? 4 A atitude do Mestre, naquela hora, caracterizou-se por infinita sabedoria e inexcedível amor. Jesus não podia centralizar o peso da culpa na mulher desventurada e, deixando perceber o erro geral, indagou dos que se achavam sem pecado. 5 O grande e espontâneo silêncio, que então se fez, constituiu resposta mais eloquente que qualquer declaração verbal. 6 Ao lado da mulher adúltera permaneciam também os homens pervertidos, que se retiraram envergonhados. 7 O homem e a mulher surgem no mundo com tarefas específicas que se integram, contudo, num trabalho essencialmente uno, dentro do plano da evolução universal. No capítulo das experiências inferiores, um não cai sem o outro, porque a ambos foi concedido igual ensejo de santificar. 8 Se as mulheres desviadas da elevada missão que lhes cabe prosseguem sob triste destaque no caminho social, é que os adúlteros continuam ausentes da hora de juízo, tanto quanto no momento da célebre sugestão de Jesus. Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. 85 E o adúltero?
Pão Nosso #085 - E o adúltero? NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo Transmitido ao vivo em 28 de fev. de 2023 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
Vista da fachada do Colégio Allan Kardec AS AULAS DE EVANGELHO As quartas-feiras eram consagradas inteiramente ao estudo de O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Assistiam a essas aulas os alunos do Colégio e numerosos visitantes.O início das aulas dava-se às 12 e meia horas, prolongando-se até quinze horas aquelas lições excepcionais para todos.Eurípedes chegava ao Colégio, ordinariamente, uma hora antes do início das aulas, a fim de receber as diversas turmas de alunos e visitantes. \(\mathbfit{\pi }\text{\ }\mathbfit{\pi }\text{\ }\mathbfit{\pi }\)
Estamos no Colégio Allan Kardec, numa quarta-feira. Eurípedes encontra-se no pátio superior há quase cinqüenta minutos, antes do início das aulas de Evangelho. Acha-se rodeado de alunos, que lhe desfecham um chuveiro de perguntas. Alguns deles, muito vivos, aproveitam para arranjar subsídios para o torneio daquela tarde. Como habitualmente, o mestre traja-se com simplicidade, mas dentro de uma linha impecável de bom gosto e distinção. Sua camisa e colarinho brilham, a casaca de casimira preta muito bem posta e as calças do mesmo tecido seguem a linha da época. Traz botinas de pelica, onde ressalta o brilho do cuidado. O porte mediano de Eurípedes é elegante e o conjunto fisionômico revela o homem belo, cujos traços delicados atraem as atenções, embora todos se quedem ante o seu olhar meditativo e profundo – comumente refletindo as belezas do Céu. Os dois ponteiros do relógio de bolso de Eurípedes, marca Omega, atingem o número doze do mostrador. Ele se encaminha para o espaçoso salão de aulas, acompanhado dos alunos. Tomam assento professor e alunos, dentro de expressivo silêncio. Às doze e meia horas em ponto, o mestre faz soar o tímpano, colocado sobre a sua mesa de trabalho. Os alunos se levantam, juntamente com os visitantes, que ali já se encontravam. \(\text{\ }\)Eurípedes – o Homem e a Missão \hfill 123 A voz sonora e vibrante de Eurípedes ergue-se na reprodução do Pai Nosso, de Jesus, na sua opinião, a prece que traz em cada palavra um potencial magnético capaz de transformar o mundo, porque proveio dos lábios sublimes do Cristo, derramando nos corações a bênção do convite para as alturas. O nome de Deus é, então, motivo de exaltação comovida de Eurípedes. Sua voz assume ressonâncias indescritíveis. Toda a cidade ouve a palavra do moço, em todos os recantos, até os mais distantes, numa época em que não se conhecia esse milagre da ciência, que é a eletrônica. (40-A) A exortação tem sempre a duração de meia hora, espaço de tempo em que os circunstantes são tocados por vibrações superiores. A seguir, a matéria focalizada na aula anterior sofre os processos de verificação, através do porfiado torneio evangélico. Baseados nas lições anteriores, os alunos formulam questões, organizando perguntas objetivas. Cada aluno tem três minutos para emitir o questionário. Não raro, um aluno do curso elementar – um menino – convidava um rapaz do curso médio ou do superior. Momentos de expectativa coroam o sucedimento. Quase sempre o garoto sobrepuja o marmanjo, nos conceitos e na forma das questões. Coisas que somente o Espiritismo pode explicar. O torneio evangélico suscitava reações edificadoras, não apenas no seio dos alunos, mas também entre os visitantes. O relógio do mestre está sobre a mesa. Duas horas. Soa de novo o tímpano, anunciando o recreio. Meninos e meninas alcançam seus respectivos pátios, acompanhados por Eurípedes e pelos visitantes, estes em número considerável. Em poucos minutos, Eurípedes acha-se rodeado, sem poder mover-se do lugar. Poderosa irradiação de paz desprende-se de sua palavra e de sua pessoa. Todos querem ficar a seu lado, gozando-lhe a presença, abeberando-lhe os ensinamentos. Todos: crianças, jovens, adultos, porfiam o privilégio de permanecer junto a Eurípedes. (40-A) A nota cita um fenômeno similar com Santo Antônio de Pádua, narrado por Almerindo Martins de Castro (Antônio de Pádua – Sua Vida de Milagres e Prodígios, FEB, 1965, p.33). O relato descreve Antônio falando para multidões, onde sua voz era ouvida a grandes distâncias por intervenção espiritual, como no caso de uma mulher que escutou toda a pregação a meia légua de distância. Aos poucos, chegam portadores de solicitações aflitivas, tanto no campo do receituário, como da orientação espiritual. Ali mesmo, Eurípedes atende a todos, dentro do horário estabelecido para término do recreio – que era obedecido com rigor. Findo esse prazo – os alunos retornam a seus lugares já com O Evangelho Segundo o Espiritismo à mão. Um deles, indicado por Eurípedes, inicia a leitura, no que é acompanhado, em silêncio pelos restantes. Cada um mantém a atenção fixa no estudo porque sabe que se a desviar da leitura será convidado a prossegui-la. Esse interregno inesperado constituía sempre uma pausa interessante. Visitantes e colegas estimavam ver os apuros do desatento, todo atrapalhado a procurar o trecho, no ponto em que o predecessor interrompe a leitura. Eurípedes interrompe o aluno sempre que um comentário deve ilustrar o tópico em estudo. Desse modo, o ponto focalizado recebe o primoroso tratamento de memoráveis elucidações do mestre. Os alunos fazem anotações, com o próximo torneio à vista. Às vezes, interrompem o professor para solicitar explicações acerca de determinado assunto, no que são atendidos com aquele Amor, que Eurípedes dispensa às coisas do Evangelho e a todos. Ao término da leitura, a palavra do mestre se alteia na pregação do Bem. Sua voz penetra os corações e se insinua, por importantes processos de fonação espiritual – através de canais potentes criados por recursos de efeitos físicos abrangendo toda a cidade. Dir-se-ia que numerosos alto-falantes transmitem, com cristalina pureza os conceitos sábios de Eurípedes. As ruas apinham-se de pessoas não espíritas, também atraídas pelo fascínio daquela palavra, ungida do poderoso magnetismo do Amor. O momento mais emocionante da aula inesquecível vem com o seu final. Às 14 horas e meia, soa de novo o tímpano, acionado por Eurípedes. Todos se põem de pé. Era o instante da prece de encerramento. Os alunos, em absoluto silêncio, mantêm-se na postura propícia à receptividade das vibrações espirituais. Eurípedes, de pé, pronuncia comovedora oração de agradecimento. E é no decorrer desta que, em geral, ele penetra a faixa dos Mensageiros do Senhor, em transe sonambúlico. Eis que, às vezes, sua voz possante assume o timbre infantil: – é Celina, a pequena e luminescente intérprete de Maria quem vem trazer a palavra de estímulos santos da própria Mãe de Jesus, cujo carinho pelo Colégio Allan Kardec jamais esmorece. \(\text{\ }\)Eurípedes – o Homem e a Missão \hfill 125 De outras vezes, comparecem ao festim espiritual outros luminares de Esferas Superiores, tais como Jeanne D'Arc, Paulo de Tarso, Pedro, Felipe, outros discípulos do Cristo, que se aproveitam do grande momento para endereçar à criatura terrena sua mensagem de luz. (41) O tema que abordam prende-se ao assunto estudado. Assim termina memorável aula de moral evangélica, no Colégio Allan Kardec. Quem quer que a ela tenha assistido, é certo que dela guardará eterna lembrança. (42) \(\mathbfit{\pi }\text{\ }\mathbfit{\pi }\text{\ }\mathbfit{\pi }\) Desse modo, decorreram as aulas das quartas-feiras, no Colégio. Nos primeiros tempos era focalizado um capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo, por aula. Uma vez conhecido o conteúdo da obra, através do estudo consciente que já mencionamos, Eurípedes modificara o método. Dessa forma, nos três últimos anos, estudava com os alunos apenas o 1º capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Nesse espaço de tempo, relativamente dilatado, Eurípedes fez magnífico estudo sobre a evolução da idéia religiosa, através das civilizações. Todos os sistemas religiosos conhecidos mereceram brilhante apreciação, com riqueza de ilustrações e cores locais. A cultura avançada nas áreas da etnologia permitia-lhe portentosas considerações, em torno das tribos primitivas e de seu "habitat" bem como os ritos fetichistas, que manifestam o princípio religioso em latência. As aulas incluíam análises aprofundadas sobre a evolução religiosa, cobrindo desde o mediunismo em tribos primitivas até a espiritualidade contemporânea, com abordagem pedagógica (43).
memorialitamarfranco Era assim o Instituto Metodista Granbery, um dos colégios mais antigos de Juiz de Fora, fundado em 1889, ano da Proclamação da República. No colégio, Itamar Franco concluiu os ensinos Fundamental e Médio. Neste dia internacional dos estudantes, nosso #TBT resgata um antigo registro do Colégio e da turma de 1936, da qual Itamar fazia parte. Valorize o passado! Visite o Memorial! #memorialitamarfranco #itamarfranco #ufjf #estudante #lançamento #granbery #memórias ##juízdefora #TBT
Era assim o Instituto Metodista Granbery, um dos colégios mais antigos de Juiz de Fora, fundado em 1889, ano da Proclamação da República. No colégio, Itamar Franco concluiu os ensinos Fundamental e Médio. Neste dia internacional dos estudantes, nosso #TBT resgata um antigo registro do Colégio e da turma de 1936, da qual Itamar fazia parte. Valorize o passado! Visite o Memorial! #memorialitamarfranco #itamarfranco #ufjf #estudante #lançamento #granbery #memórias ##juízdefora #TBT Luzes sobre Minas: A Educação do Caráter e do Espírito no Colégio Allan Kardec e no Instituto Granbery O cenário educacional mineiro do início do século XX foi marcado por experiências que ousaram romper com o modelo puramente instrucional e tecnicista. Duas dessas iniciativas destacam-se pela capacidade de projetar a formação moral e espiritual no cerne da atividade pedagógica: as Aulas de Evangelho das quartas-feiras, regidas por Eurípedes Barsanulfo no Colégio Allan Kardec, em Sacramento (MG), e as saudosas Assembleias quinzenais realizadas no Salão Nobre do Instituto Granbery, da Igreja Metodista, na Rua Batista de Oliveira, em Juiz de Fora (MG). Embora amparadas por vertentes de fé distintas — o Espiritismo e o Protestantismo Metodista —, ambas as práticas convergiam na pedagogia do exemplo, no cultivo de valores universais e na integração indissociável entre a escola e a comunidade. PONTOS DE CONVERGÊNCIA PEDAGÓGICA [ COLÉGIO ALLAN KARDEC ] [ INSTITUTO GRANBERY ] (Sacramento - MG) (Juiz de Fora - MG) │ │ ▼ ▼ Aulas de Evangelho Assembleias Quinzenais │ │ └──────────────► [ FOCO ] ◄────────────┘ Educação Integral do Ser Formação de Caráter Ético Comunidade e Escola Unidas Desenvolvimento Discursivo
1. O Altar do Conhecimento: O Salão de Aulas e o Salão Nobre
Em ambas as instituições, o espaço físico operava como um catalisador de solenidade e respeito.
A Verdadeira Propriedade O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa ao partir, goza ele enquanto aqui ele permanece. A verdadeira propriedade 9. O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa ao partir goza ele enquanto aqui permanece. Forçado, porém, que é a abandonar tudo isso, não tem das suas riquezas a posse real, mas, simplesmente, o usufruto. Que é então o que ele possui? Nada do que é de uso do corpo; tudo o que é de uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais rico ao partir do que ao chegar, visto como, do que tiver adquirido em bem, resultará a sua posição futura. Quando alguém vai a um país distante, constitui a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país; não se preocupa com os que ali lhe seriam inúteis. Procedei do mesmo modo com relação à vida futura; aprovisionai-vos de tudo o de que lá vos possais servir. Ao viajante que chega a um albergue, bom alojamento é dado, se o pode pagar. A outro, de parcos recursos, toca um menos agradável. Quanto ao que nada tenha de seu, vai dormir numa enxerga. O mesmo sucede ao homem, à sua chegada no mundo dos Espíritos: depende dos seus haveres o lugar para onde vá. Não será, todavia, com o seu ouro que ele o pagará. Ninguém lhe perguntará: Quanto tinhas na Terra? Que posição ocupavas? Eras príncipe ou operário? Perguntar-lhe-ão: Que trazes contigo?Não se lhe avaliarão os bens, nem os títulos, mas a soma das virtudes que possua. Ora, sob esse aspecto, pode o operário ser mais rico do que o príncipe. Em vão alegará que antes de partir da Terra pagou a peso de ouro a sua entrada no outro mundo. Responder-lhe-ão: Os lugares aqui não se compram: conquistam-se por meio da prática do bem. Com a moeda terrestre, hás podido comprar campos, casas, palácios; aqui, tudo se paga com as qualidades da alma. És rico dessas qualidades? Sê bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobre delas? Vai para um dos da última, onde serás tratado de acordo com os teus haveres. – Pascal. (Genebra, 1860.) 10. Os bens da Terra pertencem a Deus, que os distribui a seu grado, não sendo o homem senão o usufrutuário, o administrador mais ou menos íntegro e inteligente desses bens. Tanto eles não constituem propriedade individual do homem, que Deus freqüentemente anula todas as previsões e a riqueza foge àquele que se julga com os melhores títulos para possuí-la. Direis, porventura, que isso se compreende no tocante aos bens hereditários, porém, não relativamente aos que são adquiridos pelo trabalho. Sem dúvida alguma, se há riquezas legítimas, são estas últimas, quando honestamente conseguidas, porquanto uma propriedade só é legitimamente adquirida quando, da sua aquisição, não resulta dano para ninguém. Contas serão pedidas até mesmo de um único ceitil mal ganho, isto é, com prejuízo de outrem. Mas, do fato de um homem dever a si próprio a riqueza que possua, seguir-se-á que, ao morrer, alguma vantagem lhe advenha desse fato? Não são amiúde inúteis as precauções que ele toma para transmiti-la a seus descendentes? Decerto, porquanto, se Deus não quiser que ela lhes vá ter às mãos, nada prevalecerá contra a sua vontade. Poderá o homem usar e abusar de seus haveres durante a vida, sem ter de prestar contas? Não. Permitindo-lhe que a adquirisse, é possível haja Deus tido em vista recompensar-lhe, no curso da existência atual, os esforços, a coragem, a perseverança. Se, porém, ele somente os utilizou na satisfação dos seus sentidos ou do seu orgulho; se tais haveres se lhe tornaram causa de falência, melhor fora não os ter possuído, visto que perde de um lado o que ganhou do outro, anulando o mérito de seu trabalho. Quando deixar a Terra, Deus lhe dirá que já recebeu a sua recompensa. – M., Espírito protetor. (Bruxelas, 1861.) Estudo do Evangelho - Cap. XVI - Itens 9 e 10 - A Verdadeira Propriedade Centro Espírita Jesus de Nazare O Livro dos Espíritos | questão 267 Luiza Almeida Monteiro 267. Pode o Espírito proceder à escolha de suas provas enquanto encarnado? “O desejo que então alimenta pode influir na escolha que venha a fazer, dependendo isso da intenção que o anime. Dá-se, porém, que, como Espírito livre, muitas vezes vê as coisas de modo diferente. O Espírito por si só é quem faz a escolha; entretanto, ainda uma vez o dizemos, possível lhe é fazê-la mesmo na vida material, porque há sempre momentos em que o Espírito se torna independente da matéria que lhe serve de habitação.” a) – Não é decerto como expiação, ou como prova, que muita gente deseja as grandezas e as riquezas. Será? “Indubitavelmente, não. A matéria deseja essa grandeza para gozá-la, e o Espírito para conhecer-lhe as vicissitudes.” Nâo se aborreça. Espere, trabalhe, estude e sirva, que é o que para ser seu virá no tempo certo.

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