Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
quarta-feira, 20 de maio de 2026
P.C.J (Partido Clementina de Jesus)
A Dialética Contemporânea da Alienação: Inteligência Artificial, Endividamento e Erosão Democrática
“Se a inteligência nos obriga ao pessimismo — ao reconhecer nas vagas de IA, Clementina, o delírio estruturado de uma razão separada da vida —, é a vontade que nos convoca ao otimismo: não como ilusão, mas como práxis que reinscreve o humano na história.”
— em diálogo com Antonio Gramsci
Prelúdio: Clementina, o progresso e a contradição
P.C.J (Partido Clementina de Jesus)
Clara Nunes
“Energia nuclear
O homem subiu à lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua
É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta confusão
Um litro de gasolina
Por cem gramas de feijão
Não vadeia Clementina
Fui feita pra vadiar
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou…"
CLEMENTINA DE JEUS - PARTIDO ALTO/ nao vadeia Clementina
Cadê o cantar dos passarinhos? Ar puro não encontro mais, não
É o preço do progresso, paga com a poluição
O homem é civilizado, a sociedade é que faz sua imagem
Mas tem muito diplomado que é pior do que selvagem
Composição: S.candeia.
Conversas sobre Inteligência Artificial – IA na Democracia: perigo ou reinvenção?
A Dialética Contemporânea da Alienação: Inteligência Artificial, Endividamento e Erosão Democrática
Eleições presidenciais no Brasil
ABRAPEL
Transmissão ao vivo realizada há 119 minutos
20 de maio de 2026
Quarta-feira
19h (horário de Brasília)
Título: Eleições presidenciais no Brasil
Coordenação: Mara Telles (WAPOR Latam / ABRAPEL)
Expositores:
Antonio Lavareda (IPESPE )
João Francisco Meira (ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa)
Luciana Santana (ABCP – Associação Brasileira de Ciência Política / UFAL)
As eleições presidenciais no Brasil vêm atraindo crescente atenção internacional, tanto pelo peso geopolítico do país quanto pela complexidade de seu processo eleitoral. Em um contexto global marcado por transformações nas democracias, o Brasil se apresenta como um caso relevante para compreender como instituições, sociedade civil e tecnologias moldam as disputas políticas contemporâneas.
Nesse cenário, as pesquisas eleitorais ocupam papel central ao permitir a identificação de tendências da opinião pública, padrões de comportamento e possíveis trajetórias da eleição. Ainda que não antecipem resultados, essas ferramentas são fundamentais para analisar cenários competitivos, dinâmicas regionais e mudanças no humor do eleitorado.
Este webinar convida você a refletir e debater o processo eleitoral brasileiro a partir de perspectivas comparativas, explorando o papel das pesquisas e a construção de cenários possíveis. A proposta é situar o Brasil nos debates internacionais sobre democracia, confiança institucional e participação cidadã, oferecendo uma compreensão ampla, crítica e atual sobre as eleições em um cenário político global em constante transformação
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Até onde a elite vai com os Bolsonaro? Por Vera Magalhães
O Globo
Condescendência com acusações e instabilidades ligadas ao clã não se explica nem por dados econômicos e fiscais do governo de Jair
A forma como parte da elite econômica e política espera para ver se a candidatura de Flávio Bolsonaro fica de pé diante das evidências quase diárias de uma relação constante com Daniel Vorcaro escancara um fenômeno conhecido, mas que se renova a despeito dos fatos: a enorme condescendência desses estamentos com todo tipo de instabilidade que a família Bolsonaro é capaz de provocar, algo inexistente em relação a qualquer outro grupo político.
A eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, se deu a despeito da profusão de evidências de evolução patrimonial do patriarca e dos filhos incompatível com a atividade parlamentar de todos eles, do histórico antiliberal do “capitão” recém-associado a Paulo Guedes e de outras inconsistências.
Os quatro anos de mandato de Bolsonaro trouxeram à tona detalhes da relação do ex-deputado estadual Flávio, então já senador, com seu ex-braço direito Fabrício Queiroz, evidências de prática de rachadinha em seu gabinete, de mais movimentações financeiras apontadas pelo Coaf como suspeitas, de relacionamento com ex-policiais ligados à milícia, mais compra de patrimônio imobiliário em transações milionárias e em dinheiro vivo — e tudo foi aceito.
A gestão da pandemia expôs um presidente avesso à ciência, disposto a dinamitar o Programa Nacional de Imunizações, incentivando que se “passasse a boiada” em desmonte ambiental aproveitando o isolamento, zombando de medidas sanitárias e de mortes, trocando ministros da Saúde como quem mudava de camisa do Brasil. Houve abalo a sua imagem, mas ele quase foi reeleito.
Vieram o 8 de janeiro de 2023 e aquela destruição sem precedentes em Brasília, por uma turba mantida em acampamentos em frente a quartéis por meses, incentivada por um presidente que abdicou do exercício do cargo desde a derrota no segundo turno, depois deixou o país sem passar o cargo ao sucessor. Houve repúdio generalizado de imediato, mas logo depois passou-se a relativizar a gravidade do que aconteceu, como se fosse apenas coisa de donas de casa armadas de batom.
Por fim, o processo da trama golpista expôs a realização de uma reunião ministerial gravada em vídeo em que se discutiram opções até para melar as eleições. Vieram à tona um plano para matar autoridade e minutas de diferentes estados de exceção. O primeiro ex-presidente do Brasil foi condenado por tramar um golpe de Estado.
E, ainda assim, uma parcela majoritária de nossos tomadores de decisão permanece aferrada aos desígnios desse líder, agora preso, a ponto de rapidamente assimilar aquilo que não queria: um presidenciável da própria família. Foi escolhida a segunda opção, porque o primeiro cogitado estava nos Estados Unidos havia meses obtendo sanções econômicas e políticas contra o Brasil.
Agora, diante de um áudio reconhecido pelo próprio pré-candidato como autêntico, pedindo R$ 134 milhões a um banqueiro já enrolado para um filme sobre o pai, com recursos geridos por um fundo sem nenhuma transparência, existe uma torcida silenciosa para que a tempestade passe, e a motociata siga.
É difícil compreender, apenas à luz da ideologia, tal complacência. Não foi vista em escândalos envolvendo políticos do PT ou mesmo do PSDB. Basta ver a descida ao inferno de Aécio Neves por muito menos que esse acervo do “azarão” e sua prole.
O resultado econômico e fiscal sob Bolsonaro e Guedes não explica tal devoção imune a fatos. O antigo teto de gastos foi seguidamente excedido, houve a pedalada com precatórios e toda sorte de medida eleitoreira, inclusive elevando despesas assistenciais — um dos pecados sempre apontado nas gestões petistas.
As pesquisas e as novas revelações (que não param de aparecer, a despeito das velas acesas na Faria Lima) dirão se Flávio se segura. Mas a disposição a passar pano com desinfetante para tudo o que tenha o sobrenome Bolsonaro é um traço distópico dos nossos tempos que precisará ser explicado nos livros de História, com as consequências dela decorrentes.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Próteses, por Roberto DaMatta
O Estado de S. Paulo
Meu velho professor de Ciências Ocultas e Letras Apagadas, o dr. Roberval Flores, admitiu sua surdez quando, numa aula sobre malandragem e desfaçatez no Brasil, ouviu “titica”, mas a aluna dizia “política”. Depois de um teste no qual os sons se ocultavam para o mestre do oculto, o professor comprou uma caríssima prótese de ouvido. Agora, os sons antes ocultos brotam com a mesma nudez da corrupção sem polarização na elite política nacional.
Antigamente, o roubo era uma prótese de meliantes, devidamente ocultada. Hoje, foi-se o segredo dos conchavos entre compadres (hoje irmãos) seguros de que as dádivas trocadas entre eles jamais seriam gravadas e televisionadas. Hoje, porém, é possível ser generoso misturando a casa com a rua para receber as devoluções implícitas na velha lei da troca, desvendada por Marcel Mauss. Pois a regra do dar, receber e retribuir tem óbvios limites, sem os quais não há igualdade democrática. O problema é a força do favor que anula as exigências de imparcialidade. Aí está o centro da crise.
Essa foi a prótese realizada pelo dono do Banco Master, um mestre na arte de seduzir pelo favor uma elite relacional aflita para enriquecer. A comunicação digital, por sua vez, tem sido a prótese que condenou a confidencialidade patrimonialista do “só vou contar para você”, por meio da inconveniente universalidade do “todo mundo sabe” das redes sociais.
Essa prótese de sempre introduzir o pessoal no impessoal é o resultado, como diz o professor Roberval, dos elos de reciprocidade que destroem a confiança na Justiça, no trabalho e no Estado. Elos motivados pelo desejo de “ficar rico por meio de uma boca rica” e, de preferência, salvando o Brasil.
Quem sabe, pensou o mestre, isso não seria um desregramento de uma sociedade obcecada em tudo legislar? Nela, há leis para tudo como nas Ordenações Filipinas e Manuelinas, mas o que fazer quando as relações escapam do formalismo jurídico? A crença no formalismo é distorcida pelo peso dos elos pessoais, pois quem vai bloquear o interesse de sua mulher, filhos, irmãos e amigos, quando misturam casa com rua?
Noto, com o historiador dos tribunais luso-brasileiros Stuart Schwartz, que, no Brasil, o leal sinônimo de bom, belo e certo chega à fantasia de achar que costumes fundados em favores podem ser resolvidos por leis.
Mas, pergunta o mestre das Ciências Ocultas, a revolução burguesa que suprimiu o parentesco como fonte exclusiva de poder político, substituindo-o por um mercado eleitoral, não foi uma prótese?
A mais infeliz de todas as próteses, porém, finalizou o mestre, é se achar dono do Brasil para salvá-lo de outros donos, sem pensar em salvá-lo de si mesmo. Tarefa que depende exclusivamente de nós.
*É Antropólogo, escritor e autor de ‘Carnavais, malandros e heróis’
quarta-feira, 20 de maio de 2026
A origem do dinheiro do Zero Um, por Marcelo Godoy
O Estado de S. Paulo
Flávio justifica tudo como um negócio entre particulares, mas ele é senador e o eleitor não é ingênuo
Quando a Lava Jato descobriu um mar de dinheiro irrigando contas de partidos políticos, a saída da maioria dos que foram apanhados nas planilhas das empreiteiras foi dizer que tudo não passava de doações não contabilizadas para suas campanhas, o chamado caixa 2. Muitos assumiam o que pensavam ser um pecado menor, sem se dar conta de que a explicação para os pagamentos ilícitos não respondia à pergunta que qualquer eleitor honesto faria: afinal, qual a origem daquele dinheiro e por que um empresário se disporia a entregar tanto em troca de nada?
Nunca se conheceu, no mundo, um financista sério que rasgasse nota de 200 ou se desfizesse de seus recursos pelas janelas da Avenida Faria Lima. Experimente o leitor aparecer no escritório de um banqueiro com suas contas e boletos e dizer: “Bom dia, mermão! Já estamos no terceiro dia de gravação. Estamos no limite”. Justificar que os milhões prometidos eram apenas um “negócio entre particulares” é querer dar um passa-moleque no eleitor brasileiro.
Primeiro, porque o senador Flávio Bolsonaro não é uma figura particular. É um político e pré-candidato à Presidência. Como tal, deve explicações sobre o que faz, fala e recebe – e de quem e por qual razão. Em Brasília, não há espaço para ingênuos. Logo, pegar uma fortuna com um banqueiro enrolado, ainda que fosse para financiar uma peça de propaganda eleitoral – o filme sobre o capitão Bolsonaro –, é muito mais do que um negócio entre duas pessoas quaisquer. Aqui também cabe a pergunta: qual a origem do dinheiro entregue por Vorcaro e em troca de que ele daria milhões ao pré-candidato? Mais. Por que o senador foi em sigilo à casa do banqueiro, mesmo após Vorcaro ser preso? Se era só um negócio, por que não buscou o distrato na Justiça?
Da mesma forma que o bolsonarismo cobrava Vorcaro para responder por que resolveu pagar uma fortuna pela assessoria jurídica do escritório da advogada Viviane Barci, a mulher do ministro Alexandre de Moraes, o banqueiro agora deve explicar aos investigadores por que entregou esse tesouro aos Bolsonaro, bem como por que pagava, segundo a PF, mesada de R$ 300 mil ao senador Ciro Nogueira, o ex-chefe da Casa Civil do pai de Flávio. Os milhares de brasileiros que tiveram suas economias evaporadas no conto do Banco Master merecem uma resposta.
No sábado, Flávio pediu aos eleitores que não se precipitassem. Disse: “Não há absolutamente nada de errado” e “o que incomoda é o homenageado do filme” – seu pai. O objetivo é conter entre os correligionários aqueles que sonham com um outro capitão, o Nascimento, que seja capaz de dizer ao senador: “Zero Um, pede pra sair!”
Ao explicar R$ 200 mil da JBS, Bolsonaro admite que PP recebeu propina: “qual partido não recebe?”
Por Jovem Pan 23/05/2017 10h47
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Letiares Vieira/Jovem Pan
Jair Bolsonaro - jp
Na “Consulta aos Doadores e Fornecedores de Campanha de Candidatos” no Tribunal Superior Eleitoral, dados dão conta de que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) recebeu R$ 200 mil do grupo JBS durante sua campanha de 2014.
Os dados mostram também que o deputado teria encaminhado o dinheiro como doação ao seu partido, que na época era o PP.
Em participação no Jornal da Manhã desta terça-feira (23), o deputado explicou o ocorrido e deixou claro, apesar de não ser sua intenção, que o dinheiro não foi devolvido à Friboi, mas sim ao seu partido.
“Começaram as eleições de 2014. Me liga o presidente do meu partido [Ciro Nogueira, na época] e diz que vai botar R$ 300 mil na minha conta. Disse que tudo bem, mas que colocasse R$ 200 mil na minha conta e R$ 100 mil na do meu filho. Quando vi o nome da Friboi, perguntei se queriam extornar. Falei que ia para a Câmara dos Deputados, ia jogar R$ 200 mil e dizer que é dinheiro do povo, porque foi dinheiro que pegaram do PT para se coligar com o meu partido”, disse.
Bolsonaro alegou ainda que o dinheiro que entrou em sua conta foi do fundo partidário e que devolveu o dinheiro da Friboi. “A Friboi não colocou nada na minha conta, foi o partido”, explicou.
O dinheiro, sabidamente, veio do grupo JBS, pivô da atual crise política no Governo, mas o deputado insistiu que devolveu os R$ 200 mil ao partido e que outro valor igual foi depositado em sua conta, agora advindo do fundo partidário. “Eu aceito do fundo partidário. Dinheiro foi para outro deputado, porque o carimbo tinha que estar embaixo no papel”.
Questionado se o partido cometeu uma ilegalidade ao repassar dinheiro da JBS para sua campanha, Jair Bolsonaro concordou e perguntou: “você queria que fizesse o que naquela época?”.
Ele admitiu ainda que o PP recebeu propina da JBS, mas tentou ponderar: “partido recebeu propina sim, mas qual partido não recebe propina?”.
“Eu sabia que era dinheiro da Friboi. Disse que não queria o dinheiro (…) Meu partido tem R$ 5 milhões por mês de fundo partidário e me passam R$ 200 mil. Acha que estou na pedalada? Por que você não me responde o que Alberto Youssef falou na delação? Que dois deputados do PP não pegaram dinheiro da Petrobras. Um fui eu. Queria que eu fizesse o que? Teve mais também, na ação do Mensalão, teve o caso de Joaquim Barbosa. Ele leu seu voto e leu meu nome, disse que fui único da base aliada que não fui comprado pelo PT. Isso não conta?”, justificou-se.
Apesar de consentir com a ilegalidade cometida pelo partido a qual era filiado, Bolsonaro pediu, em tom forte, que não fosse “rotulado de corrupto”.
O desafio
Marco Antonio Villa e Jair Bolsonaro ficaram frente a frente no Jornal da Manhã desta terça-feira (23), por cerca de 45 minutos.
O comentarista Jovem Pan desafiou o deputado do PSC a comparecer aos estúdios da rádio para um debate de ideias e opiniões, e para Bolsonaro, que se coloca como candidato à presidência do Brasil, discutir o futuro do País.
Bolsonaro aceitou, e o encontro aconteceu, ao vivo. Confira a entrevista completa:
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Tags: brasil, campanha, Friboi, Jair Bolsonaro, JBS, marco antonio villa, notícias, Política
CONTRAPONTO:
BOLSONARO DIZ QUE VAI VETAR VALOR DE R$ 600 PARA PARCELAS EXTRAS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL
“Com o truque reiterado do auxílio emergencial — que, ao oscilar entre 300, 400 e o blefe dos 600 reais, encena a própria coreografia da escassez administrada —, o Brasil reaparece, de calças arriadas, como sujeito histórico reinscrito na lógica tutelar da dependência, onde a proteção social se converte em dispositivo de captura. Na segunda volta dos que jamais partiram, a transição — já consumada antes de se declarar — revela o caráter espectral do poder, cuja continuidade se impõe sob a forma de alternância, e na qual Ciro Nogueira figura menos como agente de ruptura do que como operador da permanência no interior do Palácio do Planalto. Na derradeira cena, deslocada para o espaço íntimo da residência oficial no Lago Sul, onde a política se recolhe à penumbra das decisões inconfessáveis, o presidente da Câmara atualiza, sob a gramática do ad hoc, o pacto silencioso das emendas — essa forma contemporânea de mediação entre representação e interesse —, mesmo após sua declaração de inconstitucionalidade por Rosa Weber. É nesse entrelaçamento de exceção normalizada e consenso fabricado que se inscreve a entrada de Flávio Dino, não como irrupção, mas como continuidade cantada de uma ordem que se recompõe ao som de si mesma, onde, como numa mesa já posta pela história, ninguém falta — porque todos, de algum modo, já estavam.” 🎼
BOLSONARO DIZ QUE VAI VETAR VALOR DE R$ 600 PARA PARCELAS EXTRAS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL
UOL
12 de jun. de 2020
Para o presidente Jair Bolsonaro, país não pode se endividar mais para bancar valor de R$ 600 para parcelas extras. Ele defende valores menores.
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dr.danielhacomar
5 sem
Eu já tinha orgulho da minha trajetória, mas a chegada do meu filho trouxe um novo sentido para o meu "porquê".
“Filho que sai ao seu não degenera — apenas cumpre, com rigor quase trágico, a fidelidade de origem.
Reviver 2017 é condenar-se a sonhar, em 2027, o mesmo pesadelo: a história que não passa, apenas se reencena sob novas máscaras.
Entre o Villa da história e a Vila da estória, move-se o país — oscilando entre o registro do fato e a fabulação que o justifica, como se a memória fosse sempre já um campo disputado.
E assim, para cada Valdemar Costa Neto que fecha uma porta, há sempre um Gilberto Kassab pronto a entreabrir outra: não por acaso ou virtude, mas porque o fluxo — essa seiva invisível do poder — não pode estancar sem que o próprio sistema se revele em sua nudez.”
Flávio Bolsonaro: que explicações ele deu na coletiva de imprensa
Metrópoles
"A crise consiste justamente no fato de que o velho morre e o novo não pode nascer: neste interregno, verificam-se os fenômenos patológicos mais variados."
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