sábado, 16 de julho de 2016

Modas, saraus, cantos e autores

Bambalalão/Lua-luar




 Lua branca - Chiquinha Gonzaga



►Walter Wanderley◄ - Eu E O Rio (Luis Antônio)



Amo te Muito (João Chaves) - Versão Instrumental - Célio Balona



INSTRUMENTAL: Se essa rua fosse minha



A Canoa Virou - MPBaby Humming



Vamos Maninha - Ney Rosauro



AVE MARIA DO SEUS ANDORES Banda Light Brasil
Composição: Vicente de Paiva / Jaime Redondo


Significado de Sarau
Sarau é uma reunião, normalmente noturna, com o objetivo de compartilhar experiências culturais e o convívio social.
Normalmente, um sarau é composto por um grupo de pessoas que se reúnem com o propósito de fazer atividades lúdicas e recreativas, como dançar, ouvir músicas, recitar poesias, conversar, ler livros, e demais atividades culturais.
A origem da palavra sarau deriva do latim seranus / serum, termos que fazer referência ao “entardecer” ou ao “pôr do sol”. Justamente por ter esta etimologia, convencionou-se realizar os saraus durante o fim da tarde ou noite.
Este tipo de evento era muito comum durante o século XIX, principalmente entre grupos de aristocratas e burgueses.
Atualmente, escolas, universidades, associações artísticas e culturais são algumas das instituições que reavivaram o costume da realização dos saraus nos últimos anos, como um modo de promover o desenvolvimento cultural da população.
Sarau literário
Este é um dos tipos de saraus mais populares, promovidos por pessoas que apreciam a literatura e a poesia.
Por norma, nesses encontros, as pessoas leem trechos de livros, recitam poesias e fazem debates filosóficos sobre os conteúdos debatidos nas obras lidas.








Bambalalalão,
Senhor capitão,
Espada na cinta,
ginete na mão.

Bambalalalão,
Senhor capitão,
Espada na cinta,
ginete na mão.

Lua, luar
Toma teu andar,
Pega esta criança
E me ajuda a criar,

Depois de criada
Torna a me dar,
Segue seu rumo
Lua, lua, luar.




Lua Branca (Chiquinha Gonzaga)
Maria Bethânia



Miltinho e Baden Powell - EU E O RIO - Luis Antônio


Eu e o rio


Rio, caminho que anda,
e vai resmungando, talvez, uma dor
Ah!  quanta pedra levaste
outra pedra deixaste, sem vida e amor.


Vens, lá do alto da serra,
o ventre da terra, rasgando sem dó.
Eu também venho do amor,
com o peito rasgado de dor e tão só.


Não, não, não, não

Não viste a flor se curvar, teu corpo beijar e ficar lá pra trás.
Tens a mania doente, de andar só pra frente,
Não voltas jamais.


Rio caminho que anda,
o mar te espera, não corras assim.
Eu sou um mar, que espera,
Alguém, que não corre pra mim.



Amo-te muito (João Chaves) - Berenice Chaves


C     G7                   C
Amo-te muito,     como as flores amam
                        Ebº       G7
O frio orvalho que o infinito chora.
        Dm  A7               Dm     Dm/C
Amo-te como     o sabiá da praia
          G7                      C      C7
Ama a sangüínea e des umbrante aurora.

               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    C7
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.
               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    G7
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.

        C     G7                   C
Amo-te muito       como a onda à praia
                         Ebº    G7
e a praia à onda, que a vem beijar.
        Dm  A7                 Dm     Dm/C
Amo-te tanto    como a branca pérola
           G7                 C      C7
Ama as entranhas do infinito mar.

               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    C7
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.
               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    G7
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.

        C     G7                   C
Amo-te muito,    como a brisa aos campos
                      Ebº   G7
e o bardo à lua derramando luz.
        Dm  A7                 Dm     Dm/C
Amo-te tanto     quanto amo o gozo
           G7                  C      C7
e Cristo amou ardentemente a cruz.

               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    C7
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.
               F    G7              C     A7
Oh! Não te esqueças     que te amo assim.
              Dm           G7      C    Fm   C
Oh! Não te esqueças nunca mais de mim.



SE ESSA RUA FOSSE MINHA 



A Canoa Virou


A canoa virou
No fundo do mar
Porque o barqueiro
Não soube remar
Que não soube remar

Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar
Eu tirava você
Do fundo do mar


Canção de muito longe
Foi-por-cau-sa-do-bar-quei-ro

E todas as noites, sob o velho céu arqueado de bugigangas,
A mesma canção jubilosa se erguia.

A canoooavirou
Quem fez elavirar? uma voz perguntava.
Os luares extáticos...
A noite parada...
Foi por causa do barqueiro,
Que não soube remar.
Mario Quintana - Canções, 1946




Vamos Maninha



Vamos, maninha, vamos
à praia passear.
Vamos ver a lancha nova
que do céu caiu no mar
Vamos ver a lancha nova
que do céu caiu no mar
Nossa Senhora dentro
os anjinhos a remar
Nossa Senhora dentro os anjinhos a remar
Rema rema remador
que essas águas são de flor
Rema rema remador
que essas águas são de flor




Cauby Peixoto com a participação da cantora Celeste - Ave Maria - Vicente de Paiva / Jaime Redondo

Nenhum comentário:

Postar um comentário