sábado, 18 de julho de 2026

O homem de bem.

Com boa vontade é fácil viver. Fazer e principalmente refazer a vida é assunto que não se pode deixar para depois. O homem de bem, segundo o Evangelho - Ana Guimarães O homem de bem. 3. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria. Sabe que sem a sua permissão nada acontece e se lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à ideia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: “Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.” Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, n.º 9.) Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. Pão Nosso #118 - É para isto NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo Transmitido ao vivo em 25 de jul. de 2023 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier. “Não retribuindo mal por mal, nem injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo: sabendo que para isto fostes chamados.” — (1 PEDRO, 3.9) 1 A fileira dos que reclamam foi sempre numerosa em todas as tarefas do bem. 2 No apostolado evangélico, reparamos, igualmente, essa regra geral. 3 Muitos aprendizes, em obediência ao pernicioso hábito, preferem o caminho dos atritos ou das dissidências escandalosas. No entanto, mais algum raciocínio despertaria a comunidade dos discípulos para a maior compreensão. 4 Convidar-nos-ia Jesus a conflitos estéreis, tão só para repetir os quadros do capricho individual ou da força tiranizante? Se assim fora, o ministério do Reino estaria confiado aos teimosos, aos discutidores, aos gigantes da energia física. 5 É contrassenso desfazer-se o servidor da Boa Nova em lamentações que não encontram razão de ser. 6 Amarguras, perseguições, calúnias, brutalidade, desentendimento? São velhas figurações que atormentam as almas na Terra. A fim de contribuir na extinção delas é que o Senhor nos chamou às suas fileiras. Não as alimentes, emprestando-lhes excessivo apreço. 7 O cristão é um ponto vivo de resistência ao mal, onde se encontre. Pensa nisto e busca entender a significação do verbo suportar. 8 Não olvides a obrigação de servir com Jesus. É para isto que fomos chamados. Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. 118 É para isto
📖 Resumo da página (Livro de Corina Novelino): O texto relata o volumoso trabalho da Farmácia Espírita de Sacramento, liderado por Eurípedes Barsanulfo, que chegava a atender mil pedidos diários de receitas e orientações espirituais. Destaca-se o caso de um telegrama onde o espírito de Bezerra de Menezes desaconselhou, sem sucesso, a amputação da perna de uma jovem com câncer. A página também aborda a expansão desse legado de caridade para a área educacional, com a fundação de uma escola e oficinas profissionalizantes em um bairro carente, sob a liderança do Dr. Tomaz Novelino. Nos lembra que o verdadeiro auxílio cura o corpo, mas prioriza a alma. ✨ O Livro dos Espíritos - Estudo 176 - LIVRO II - Capítulo IX: Intervenção dos espíritos - Q 481 a 483 Você está em: O Livro dos Espíritos > Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos > Capítulo IX — Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal > Convulsionários. > 481 481. Desempenham os Espíritos algum papel nos fenômenos que se dão com os indivíduos chamados convulsionários? “Sim e muito importante, bem como o magnetismo, que é a fonte primária de tais fenômenos. O charlatanismo, porém, os tem amiúde explorado e exagerado, de sorte a lançá-los ao ridículo.” a) – De que natureza são, em geral, os Espíritos que concorrem para a produção dessa espécie de fenômenos? “Pouco elevada. Supondes que Espíritos superiores se deleitem com tais coisas?” Anterior Próximo

Nenhum comentário:

Postar um comentário