quinta-feira, 9 de julho de 2026

O Guardador de Rebanho

O Guardador de Rebanho


"Nossa vida é uma balança,
onde o pranto ganha o chão;
mas a dor traz esperança,
se conforta o coração."

"Carrego o fardo e a cobrança,
deste mundo tão cruel;
quem sofre e perde a esperança,
ganha um prêmio lá no céu."

“Todas as penas pagam a pena quando as penas valem a pena.”

🎵 Música em destaque

Bonnie Tyler – It's A Heartache

Lançada em 1978, tornou-se um sucesso mundial e permanece como um clássico atemporal.


🕊️ Nota

O mundo da música se despede de uma de suas vozes mais marcantes. A cantora galesa Bonnie Tyler faleceu aos 75 anos.


📖 Literatura

Paulo Autran – O Guardador de Rebanho (parte VIII)

"E que não há mistério no mundo.
E que tudo vale a pena.
(...)
Tudo é incrível."

🖼️ Imagem


🌎 Análise Internacional

Trump Is Remaking Latin America
Por Brian Winter

A política externa americana na América Latina apresenta avanços, mas também riscos de reação contrária na região.


📚 Cultura & Educação

A Boticária e Envelopes disponíveis gratuitamente no MEC Livros.


📰 Política Nacional

Isolamento político de Lula pode favorecer oposição

O presidente segue competitivo, mas enfrenta dificuldades para ampliar sua base política.


⚠️ Reflexão

“Enquanto os cegos testam a resistência da corda, o abismo espera ansioso pelo banquete.”

🗞️ Segurança Pública

Operação integrada aponta caminho promissor no combate a facções

A união entre forças de segurança mostra maior eficácia no combate ao crime organizado.


🇧🇷 Crítica Política

Flávio Bolsonaro desserve o Brasil

Críticas apontam priorização de interesses pessoais em cenário internacional.


✍️ Conclusão

Entre poesia, música e política, o texto reflete sobre dor, esperança e os desafios do mundo atual.


Se quiser, O Guardador de Rebanho "Nossa vida é uma balança, onde o pranto ganha o chão; mas a dor traz esperança, se conforta o coração." "Carrego o fardo e a cobrança, deste mundo tão cruel; quem sofre e perde a esperança, ganha um prêmio lá no céu." “Todas as penas pagam a pena quando as penas valem a pena.” Bonnie Tyler - It's A Heartache (Official HD Video) Bonnie Tyler 4 de mar. de 2020 #ItsAHeartache #BonnieTyler #Remastered Official remastered HD video for 'It's A Heartache' by Bonnie Tyler. Released in 1978, It's A Heartache was a global smash hitting number one in Australia, Canada, Finland, France, Norway, Spain, Sweden, Brazil and Argentina and number four in the UK, number three in the US and number 2 in Germany. Along the way it sold 6 million physical copies worldwide (including a million in France and the US and 1/2 a million in the UK). The song has been covered many times by a diverse list of artists including Rod Stewart, David Johanson (of the New York Dolls,), Ronnie Spector of the Ronettes, Glaswegian Indiepopsters Arab Strap, rocker Gene Vincent and, most recently, pop superstar Miley Cyrus. Lyrics; It's a heartache Nothing but a heartache Hits you when it's too late Hits you when you're down It's a fool's game Nothing but a fool's game Standing in the cold rain Feeling like a clown It's a heartache Nothing but a heartache Love him 'til your arms break Then he let's you down It ain't right with love to share When you find he doesn't care for you It ain't wise to need someone As much as I depended on you Oh, it's a heartache Nothing but a heartache Hits you when it's too late Hits you when you're down It's a fool's game Nothing but a fool's game Standing in the cold rain Feeling like a clown It ain't right with love to share When you find he doesn't care for you It ain't wise to need someone As much as I depended on you Oh, it's a heartache Nothing but a heartache You love him 'til your arms break Then he let's you down It's a fool's game Standing in the cold rain Feelin' like a clown It's a heartache Love him 'til your arms break Then he let's you down It's a fool's game Songwriters: Steve Wolfe / Ronnie Scott It's A Heartache lyrics © Sony/ATV Music Publishing LLC, Universal Music Publishing Group, Budde Music Publishing GmbH #BonnieTyler #ItsAHeartache #Remastered O mundo da música se despede de uma de suas vozes mais marcantes. A cantora galesa Bonnie Tyler morreu aos 75 anos, conforme informou a família nesta quinta-feira (9). Paulo Autran - O Guardador de Rebanho parte VIII "E que não há mistério no mundo. E que tudo vale a pena. (...) Tudo é incrível."
Brian Winter @BrazilBrian Trump Is Remaking Latin America At a time when the president’s war on Iran looks like a miscalculation of historic proportions, and when his rhetoric, tariffs, and other actions have alienated traditional U.S. allies in many parts of the world, Latin America stands out as the foreign policy sphere in which Trump has enjoyed the most success in advancing his agenda. - Unprecedented security cooperation from Mexico - Setbacks for China in Mexico, Panama, Chile & elsewhere - U.S. treasury rescue probably changed history in Argentina - Basically picked a president in Honduras - Venezuela - Aligned leaders being elected everywhere Yet some Latin American policymakers, even as they acknowledge Trump’s victories, warn of an emerging backlash to Washington's heavy hand. In a recent meeting, the foreign minister of a Latin American government aligned with Trump told me with palpable anger: “We will not be anyone’s vassal.” With major decisions still to come on Cuba, Mexico, and Venezuela, the return of U.S. interventionism in the 21st century may ultimately have the opposite effect that Trump wants: driving the region away from the United States and into the arms of China. 10:35 · 9 de jul. de 2026
A Boticária e Envelopes já estão disponíveis, e de graça, em MEC Livros, plataforma de leitura disponibilizada pelo Ministério da Educação. O link é meclivros.mec.gov.br. Ao entrar, peça para EMPRESTAR não apenas visualize. Ajude a divulgar, compartilhando.
quinta-feira, 9 de julho de 2026 Isolamento político de Lula pode favorecer oposição no 2º turno, por Luiz Carlos Azedo Correio Braziliense O presidente Lula continua competitivo, mas seu desempenho está estagnado. A pesquisa Meio/Ideia mostra como esse equilíbrio é mais frágil do que parece Divulgada nessa quarta-feira, a pesquisa Meio/Ideia de julho permite uma leitura incômoda para o Palácio do Planalto: por ora, o risco para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é o surgimento de um adversário competitivo carismático ou capaz de atrair o centro político e viabilizar a terceira via no primeiro turno, mas a persistência do seu próprio isolamento político. O problema central do presidente não é apenas a existência de um campo oposicionista numeroso e ideologicamente alinhado contra ele; é a combinação entre um teto eleitoral aparentemente consolidado e o não surgimento de uma candidatura com a qual possa se alinhar no segundo turno. O desafio de Lula é a incapacidade de desidratar a direita fragmentada, antes que ela se recomponha no segundo turno. O pior dos mundos, portanto, não é enfrentar um "supercandidato" conservador. É continuar preso a uma espécie de soberbo isolamento, confiando demais na força do próprio recall eleitoral e menos na necessidade de reorganizar uma maioria política e social mais ampla. Os números da pesquisa mostram isso. Na espontânea, Lula aparece com 32,8%, contra 20,3% de Flávio Bolsonaro, mas o dado mais eloquente é o tamanho do eleitorado ainda desorganizado: 33,1% dizem não saber em quem votar, e 8,5% apontam branco, nulo ou ninguém. Ou seja, mesmo liderando, Lula não ocupa o espaço inteiro do jogo; ele mantém um núcleo robusto, mas ainda longe de qualquer posição confortável. Na estimulada de primeiro turno com Flávio Bolsonaro, o presidente tem 40,4%, contra 32% do senador, enquanto Ronaldo Caiado marca 4%, Romeu Zema 2,5%, Aécio Neves e Renan Santos 2% cada, Augusto Cury 1,5% e os demais percentuais residuais. O dado decisivo está no fato de que, somadas, as candidaturas oposicionistas ultrapassam o campo bolsonarista puro e demonstram a existência de um eleitorado anti-Lula maior do que o voto individual de qualquer nome da direita. O analista político mineiro Roberto Reis, especialista em cenários eleitorais, destaca o padrão dos demais levantamentos nacionais do período. No AtlasIntel/Bloomberg do fim de junho, Lula tinha 46,3% no cenário de primeiro turno, enquanto a soma dos adversários chegava a 50,3%; no Datafolha, 41% a 48%; no BTG/Nexus, 42% a 49%; no Quaest, 39% a 42%; no Real Time Big Data, 38% a 53%. Não é mais um detalhe estatístico, mas uma tendência que se consolida: a oposição, desunida, não consegue transformar esse excedente em candidatura hegemônica, porém o lulismo já não consegue monopolizar o eleitorado "anti-Bolsonaro" como fez em 2022. Por isso, o presidente Lula continua competitivo, mas seu desempenho está estagnado. A pesquisa Meio/Ideia mostra como esse equilíbrio é mais frágil do que parece. No segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Lula vence por 45% a 40%, com 10,5% de branco/nulo e 4,5% de indecisos. É vantagem real, mas curta para quem ainda dispõe da máquina, do Nordeste e da lembrança de ter derrotado o bolsonarismo clássico. Sem uma onda O mais importante é que esse placar circunscreve a própria expectativa de poder de Lula, o que complica a articulação dos palanques regionais. Na série histórica do instituto, Lula oscilou de 46,2% em janeiro para 45% agora, enquanto Flávio saiu de 36% para 40%, sinal de que a disputa se estreitou e de que o senador, mesmo com todas as limitações, mantém capacidade de retenção do eleitorado de direita. Entre os homens, Flávio vence Lula por 46,3% a 39,2%; entre os jovens de 16 a 24 anos, por 45,7% a 33,3%; no Norte, por 49,2% a 33,6%; no Sul, por 54,1% a 16,8%; entre evangélicos, por 61,1% a 18,7%; e entre quem ganha mais de cinco salários-mínimos, por 47,9% a 37,6%. Lula compensa isso com ampla vantagem entre mulheres — 50,4% a 34,2% —, no Nordeste — 62,7% a 24,7% —, entre católicos — 55,2% a 31,9% — e sobretudo na base de renda até um salário-mínimo, onde lidera por 58,8% a 28,4%. Esse mapa confirma que Lula segue forte onde o lulismo historicamente sempre foi forte: mulheres, baixa renda, Nordeste e segmentos religiosos não evangélicos. Mas também que esse capital não basta, por si só, para produzir uma onda vitoriosa. Há um teto visível. Lula está estacionado. E a eleição de 2026, como sugerem as pesquisas, pode deixar de ser um plebiscito sobre o bolsonarismo e se transformar num referendo sobre a capacidade — ou incapacidade — de o presidente tecer uma ampla coalizão social, que atraia as alianças políticas locais. É um cenário esquisito. A direita brasileira chega à convenção eleitoral fragmentada e capenga. Flávio tem recall e máquina digital, mas enfrenta resistências internas e uma campanha errática. Caiado tem experiência, mas dificuldade de capilaridade. Zema perdeu centralidade. Renan Santos tem energia, mas pouco tempo de TV e pouca estrutura. Michelle Bolsonaro aparece como um ativo poderoso, mas não consensual. No primeiro turno, em cenário com seu nome, Lula marca 40,4% e ela 29,4%; no segundo turno, o presidente venceria por 45% a 36%. O maior equívoco para Lula será interpretar a fragmentação adversária como irreversível. Se o Planalto concluir que a direita, por estar dividida, está condenada à derrota, cometerá talvez o erro mais grave da campanha. A oposição ainda pode se reorganizar no segundo turno.
“Enquanto os cegos testam a resistência da corda, o abismo espera ansioso pelo banquete."
Estadão 🗞️ @Estadao OPINIÃO ✍🏻 @fernandoschuler: Ação militar americana no Brasil é uma ideia descabida. É preciso separar retórica de campanha eleitoral das questões de Estado; Itamaraty deveria dar o exemplo
Operação integrada aponta caminho promissor no combate a facções Por O Globo União de forças federais, estaduais e municipais mostra que trabalho conjunto é mais eficaz contra o crime Foi auspiciosa a união de forças de segurança na operação deflagrada ontem em 16 das 27 unidades da Federação para combater o crime organizado. O objetivo foi prender 93 investigados por tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e ligação com facções criminosas. As ações foram conduzidas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), vinculadas à Polícia Federal (PF) e envolvendo também forças estaduais e municipais. É evidente que o trabalho conjunto, sob coordenação federal, é a melhor forma de enfrentar as quadrilhas. Embora a segurança pública seja primordialmente tarefa dos estados, sozinhos eles não têm conseguido combater organizações criminosas que atuam em todo o país e no exterior. A facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) e a fluminense Comando Vermelho (CV) estão presentes em diferentes estados, onde disputam o controle da venda de drogas com grupos locais. Passou a ser comum o intercâmbio de bandidos de uma mesma facção entre unidades da Federação, dificultando ainda mais o trabalho da polícia. Não se trata apenas de problema interno. Em junho, o governo dos Estados Unidos classificou PCC e CV como organizações terroristas, abrindo caminho a sanções a instituições brasileiras e seus integrantes. Neste mês, autoridades americanas aplicaram punições a dois brasileiros e a três empresas do país, sob acusação de vínculo com o PCC e de lavagem de dinheiro em território americano. Em seguida, a PF deflagrou uma operação contra os acusados. O problema não pode, portanto, ser tratado de forma estanque. Não há dúvida de que o crime organizado assumiu proporções alarmantes. Ele não está apenas nas guerras entre quadrilhas pelo controle dos pontos de droga. Está também no que geralmente não se vê: sucessivas operações têm revelado um quadro assustador de infiltração do crime na política e no mercado formal. A Carbono Oculto mostrou que ele contaminava toda a cadeia de combustíveis e alcançava fintechs e instituições financeiras em áreas nobres de São Paulo. Nesta semana, uma nova fase da Operação Unha e Carne expôs no Rio as ramificações de uma quadrilha suspeita de lavar dinheiro com combustíveis. A operação foi deflagrada a partir de relatório apontando movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões em seis anos por uma rede de postos. Entre os alvos, estavam Márcio Canella (União), ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, e o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio. Não há como enfrentar situação tão grave e complexa sem a união dos governos federal, estaduais e municipais. Ainda que não tenha produzido resultados estrondosos, a operação de ontem aponta um caminho promissor por meio das Ficco. O governo federal sempre relutou em cumprir seu papel na segurança, e os estados temem perder protagonismo. Não há espaço para disputas estéreis. Ou todos se unem para combater a chaga do crime organizado, ou perderão todos.
Flávio Bolsonaro desserve o Brasil Por O Estado de S. Paulo Na chance que teve para defender os exportadores brasileiros, o senador privilegiou seus interesses pessoais em Washington e provou ser indigno da confiança do setor produtivo nacional O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, transformou em comício a audiência promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para ouvir argumentos técnicos contra a adoção de tarifas americanas a produtos brasileiros. Em vez de defender o Brasil com ponderações adequadas àquele fórum, Flávio Bolsonaro envergonhou os brasileiros ao usar os poucos minutos que tinha para atacar seu adversário na disputa eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e para sugerir que os Estados Unidos esperem a eleição para então negociar com um novo presidente – isto é, ele –, que será muito mais alinhado ao presidente Donald Trump. Com isso, Flávio perdeu a chance de provar que está interessado em servir o Brasil – coisa que a família Bolsonaro, afinal, jamais fez. A reação do setor produtivo não poderia ser outra: ao Estadão/Broadcast, empresários presentes à audiência classificaram como “deslocada” e “constrangedora” a atuação de Flávio Bolsonaro. Enquanto autoridades e empresários adotaram o tom pragmático que a situação exigia, Flávio discursou sobre regulação de big techs, corrupção no Brasil e Pix – temas irrelevantes para o propósito daquele fórum. Para comprovar que seu interesse não era defender os exportadores brasileiros, e sim apenas fustigar Lula, Flávio apresentou-se ao lado de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado cassado que está homiziado nos Estados Unidos conspirando dia e noite contra o Brasil e que havia defendido entusiasticamente a adoção de tarifas americanas. Nada mais precisava ser dito. Não foram necessários mais do que cinco minutos para que Flávio Bolsonaro provasse, de uma vez por todas, que é indigno da confiança do setor produtivo nacional. Houve premeditação. O senador tinha objetivos muito bem definidos ao viajar aos Estados Unidos – e nenhum deles remotamente ligado à defesa dos produtores industriais e agrícolas do País, muito menos dos empregos de milhões de brasileiros. O objetivo mais evidente da viagem de Flávio Bolsonaro era provar para sua própria bolha de apoiadores e correligionários que ainda é a melhor opção da oposição para desafiar Lula. O PL marcou para o próximo dia 25 a convenção que deve confirmar o nome que representará o partido na eleição de outubro. Até lá, o senador precisa desesperadamente convencer sua própria base de que, a despeito dos muitos rolos em que está metido e das inúmeras trapalhadas de sua campanha, é o nome com mais chances de derrotar o incumbente. A tarefa é árdua: Flávio Bolsonaro não goza da confiança de parte de seus correligionários, e o desgaste chegou até o seio familiar, como se viu no vídeo publicado por sua madrasta, Michelle Bolsonaro. Somem-se a isso sua relação de “irmão” com Daniel Vorcaro, a quem Flávio Bolsonaro pediu de viva voz cerca de R$ 134 milhões, e o passado para lá de suspeito do senador, que envolve prática de “rachadinhas”, suspeita de lavagem de dinheiro por meio de loja de chocolates, compra de imóveis em dinheiro vivo e ligações com milicianos do Rio de Janeiro. É nesse contexto de fragilidade política que o senador foi a Washington para tentar reconstruir, à força de fotos e “cortes” para as mídias sociais, uma viabilidade eleitoral que os fatos vêm corroendo dia após dia. Enquanto os Bolsonaros prejudicam o Brasil para seus propósitos pessoais, os diplomatas, líderes setoriais e técnicos brasileiros continuam empenhados em tentar minimizar os danos das tarifas que provavelmente serão adotadas contra o País. É isso o que fazem os que têm genuíno interesse em ajudar o Brasil. E aqui cabe o registro de que, na embaraçosa foto de Flávio e Eduardo Bolsonaro na sessão do USTR, aparece ao lado deles um constrangido embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, com décadas de atuação na diplomacia comercial. Ele estava lá a trabalho. Já os Bolsonaros só queriam atrapalhar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário