terça-feira, 7 de julho de 2026

"Vamos a dar lo mejor de nosotros".

“Honrou o que veio fazer aqui”, diz filha de Benedito Ruy Barbosa

“Vamos dar o melhor de nós.”

Os causos e as bromas do “Mister Gaúcho” Se, em campo, o time foi letárgico, fora dele a criatividade do torcedor operou em nível máximo para ironizar a postura “retranqueira” do treinador. O campinho do desespero e a parada de hidratação A cena que melhor sintetizou o apelido de “professor de escola gaúcha” ocorreu aos 67 minutos. Com o jogo empatado, Ancelotti sacou os jovens pontas — que ajudavam na marcação — para colocar Neymar e Danilo Santos. Na parada médica, o italiano recorreu a um pequeno quadro tático de plástico para desenhar um 4-3-3 improvisado, sistema que o Brasil nunca havia treinado. O resultado? O lado direito virou uma avenida, desorganizando completamente a defesa e permitindo que Erling Haaland marcasse dois gols em apenas dez minutos. Nas redes sociais, o quadro virou meme: “Ancelotti não estava desenhando tática, estava anotando a receita do churrasco para afogar as mágoas.” O protagonismo do fracasso de Neymar O retorno do camisa 10, aos 34 anos, rendeu mais piadas do que futebol. Neymar atuou por apenas 33 minutos: correu pouco, recebeu um cartão amarelo infantil e passou boa parte do tempo discutindo com o goleiro Nyland. Quando converteu o pênalti aos 54 minutos do segundo tempo — um gol que não alterava o desfecho da eliminação — ainda confrontou o arqueiro norueguês. A imprensa e os torcedores não perdoaram, apelidando o episódio de: “o ápice do homem que precisa ser protagonista até da própria ruína.” O pênalti de Bruno Guimarães A decisão, no mínimo curiosa, de deixar Bruno Guimarães cobrar o primeiro pênalti — defendido pelo goleiro adversário — também virou motivo de chacota nacional. Memes no X (antigo Twitter) sugeriam que o assistente Davide Ancelotti teria escolhido o cobrador no “par ou ímpar” no banco de reservas, tamanha a falta de lógica na escolha. A ironia final: estabilidade até 2030 A maior piada de toda a campanha talvez seja esta: apesar do “estilo botineiro” e do fracasso retumbante, o diretor de futebol Rodrigo Caetano confirmou que Ancelotti cumprirá contrato até a Copa de 2030. O argumento oficial é de que o Brasil precisa de estabilidade de longo prazo após anos de improvisação. Já o torcedor ironiza: o país passará os próximos quatro anos “regando a árvore do pragmatismo europeu”, na esperança de que ela, algum dia, produza frutos tropicais.

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