Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Deus não desampara
“E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição e não se arrependeu.” — (APOCALIPSE, 2.21)
1 Se o Apocalipse está repleto de símbolos profundos, isso não impede venhamos a examinar-lhe as expressões, compatíveis com o nosso entendimento, extraindo as lições suscetíveis de ampliar-nos o progresso espiritual.
2 O versículo mencionado proporciona uma ideia da longanimidade do Altíssimo, na consideração das falhas e defecções dos filhos transgressores.
3 Muita gente insiste pela rigidez e irrevogabilidade das determinações de origem divina, entretanto, compete-nos reconhecer que os corações inclinados a semelhante interpretação, ainda não conseguem analisar a essência sublime do amor que apaga dívidas escuras e faz nascer novo dia nos horizontes da alma.
4 Se entre juízes terrestres existem providências fraternas, qual seja a da liberdade sob condição, seria o tribunal celeste constituído por inteligências mais duras e inflexíveis?
5 A Casa do Pai é muito mais generosa que qualquer figuração de magnanimidade apresentada, até agora, no mundo, pelo pensamento religioso. Em seus celeiros abundantes, há empréstimos e moratórias, concessões de tempo e recursos que a mais vigorosa imaginação humana jamais calculará.
6 O Altíssimo fornece dádivas a todos, e, na atualidade, é aconselhável medite o homem terreno nos recursos que lhe foram concedidos pelo Céu, para arrependimento, buscando renovar-se nos rumos do bem.
7 Os prisioneiros da concepção de justiça implacável ignoram os poderosos auxílios do Todo-Poderoso, que se manifestam através de mil modos diferentes; contudo, os que procuram a própria iluminação pelo amor universal sabem que Deus dá sempre e que é necessário aprender a receber.
Emmanuel
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
92
Deus não desampara
Pão Nosso #092 - Deus não desampara
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 23 de mar. de 2023
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
No correr das horas
Enquanto a cidade desperta, o jovem permanece.
Entre páginas lidas em silêncio, nasce a emoção,
a certeza sem dúvida,
o primeiro arrebatamento da alma.
Aqui, Eurípedes ainda lê —
mas já começa a tornar-se missão.
(Legenda pensada para acompanhar imagem, não competir com ela.)
As horas correm.
Lá embaixo, a cidade já se levantou, preguiçosa.
O jovem continua a leitura página-a-página. As lições caem-lhe no espírito ávido com naturalidade. Sem os atropelos da dúvida.
A segunda parte do livro arranca-lhe incontidas lágrimas de emoção.
Jamais sentira em autor algum a alta significação do Amor e da Sabedoria de Deus.
“Jamais vi alguém cantar as glórias da Criação com tamanha profundidade e beleza.”
Estas palavras de Eurípedes numerosas vezes repetidas, exprimem-lhe o grande respeito votado à obra de Léon Denis.
Na Literatura Religiosa, que folheava frequentemente, nunca, até então, encontrara um cérebro que exprimisse a magnificência da Obra Divina, com o brilho e a profundidade desse autor.
Com a força suave e bela da Poesia, o filósofo estrutura novo e racional sentido para os atributos de Deus.
Quando desceu o morro verdejante, Eurípedes revivia os primeiros arrebatamentos, que a literatura espírita lhe proporcionava e que se repetiriam, no futuro, pelas mãos fraternas de “tio Sinhô”.
NOTA – Depoimentos de: José Rezende da Cunha e Edalides M. Rezende – S. Carlos, SP; Viúva Jovino Gonçalves de Araújo – Santa Maria, MG; Ranulfo G. Cunha – Santa Maria, MG; e Amália Ferreira de Mello (arquivo pessoal), desencarnada em Sacramento, MG.
Eurípedes – O Homem e a Missão, p. 77
O mandamento maior
4. Mas, os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca aos saduceus, se reuniram; – e um deles, que era doutor da lei, foi propor-lhe esta questão, para o tentar: – Mestre, qual o grande mandamento da lei? – Jesus lhe respondeu: Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito. – Esse o maior e o primeiro mandamento. – E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. – Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. (S. MATEUS, 22: 34 a 40.)
5. Caridade e humildade, tal a senda única da salvação. Egoísmo e orgulho, tal a da perdição. Este princípio se acha formulado nos seguintes precisos termos: “Amarás a Deus de toda a tua alma e a teu próximo como a ti mesmo; toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.” E, para que não haja equívoco sobre a interpretação do amor de Deus e do próximo, acrescenta: “E aqui está o segundo mandamento que é semelhante ao primeiro”, isto é, que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o próximo, nem amar o próximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus. Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.
Estudo do Evangelho - Cap. XV - Itens 4 e 5 - O Mandamento Maior
Centro Espírita Jesus de Nazare
16 de fev. de 2022
Estudando o "Evangelho Segundo o Espiritismo". Capítulo XV - Fora da Caridade Não Há Salvação. Estudo realizado por Vicente Cardoso e Dr. Francisco Assis.
Confie no seu poder de ação.
É pelo agir vigoroso que você
mostra a sua grandeza interior.
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