quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Veja Cláudia Cardinale

Videoclipe PARATODOS (com legendas) Museu do Ipiranga 7 de set. de 2020 O novo clipe de Paratodos é uma homenagem à diversidade brasileira. Essa nova versão da canção de Chico Buarque tem arranjo inédito de Carlinhos Antunes e Gabriel Levy para a Orquestra Sinfônica da USP e CORALUSP. E conta com as vozes de Anastácia, Kaê Guajajara, Negra Li, Taiana Takeua e a participação especial do próprio Chico. Direção de Maria Thais Lima e Yghor Boy. Realização USP e Sesc. Para descontrair: VEJA Cláudia Cardinale
Do túnel do tempo
"Ah! O doce pássaro da Juventude! Lindíssima!"
A Turma do Pererê - Instituto Ziraldo [Revista pererê, 1 de outubro de 1960] A Turma do Pererê Filho de família numerosa, Ziraldo é um colecionador de parentes, amigos, afetos e personagens. Desde pequeno sempre andou em turma, cresceu junto com a turma e a turma cresceu com ele. Estava com a turma quando um jornaleiro lhe apresentou algo que não conhecia: um Gibi. A partir daquele momento, o menino Ziraldo ganhou um sonho e correu atrás dele até realizá-lo, muitos anos depois, com a revista PERERÊ, em 1960, a primeira história em quadrinhos com temática brasileira. Toda colorida e inteiramente escrita e ilustrada por um único autor. PERERÊ surgiu num momento do Brasil em que um banquinho e um violão tornavam os sonhos possíveis. Nasceu num momento em que fazer quadrinhos era utopia e cresceu num momento em que andar em grupo era arriscado. No seu rodamoinho, o Saci traz histórias e causos, caipiras, matutos e bichos pensantes e falantes. Em uma época em que heróis viviam na clandestinidade, Ziraldo criou um herói genuinamente nacional. A revista fez tanto sucesso que chegou a vender 120.000 exemplares por mês. A revista PERERÊ se tornou referência, assim como o traço e a linguagem gráfica de Ziraldo, um artista brasileiro à frente de seu tempo, vivendo intensamente o presente. Um traço que, como seu autor, não parou de evoluir. O Saci ganhou uma turma, toda ela composta por animais de nossa fauna, batizados com nomes e ganhando a personalidade de amigos de infância de Ziraldo. O último número data de abril de 1964. A partir dos anos 1970, os quadrinhos foram relançados em várias mídias diferentes, rebatizados de A Turma do Pererê. Essa turma já participou de exposições, peças teatrais, programas de TV, animação e, recentemente, livros sobre educação climática.
🐢 Moacir, o Jabuti — A Turma do Pererê (1960–1964) O jabuti Moacir é um dos personagens centrais de A Turma do Pererê, criação de Ziraldo. Ele estreou na revista mensal lançada em outubro de 1960 pela Editora O Cruzeiro, considerada o primeiro gibi brasileiro totalmente colorido e produzido por um único autor. 📚 Contexto Editorial Lançamento: Outubro de 1960 Publicação: Editora O Cruzeiro Duração da fase original: 1960 a 1964 Total de edições: 43 números Importância histórica: Primeira revista em quadrinhos brasileira totalmente colorida e autoral A publicação foi interrompida em 1964, em meio às mudanças políticas ocorridas no país naquele período. 🌳 Papel de Moacir na Mata do Fundão Moacir vive na Mata do Fundão ao lado de personagens como: Pererê (Saci) Tininim Galileu Geraldinho Dentro da turma, Moacir frequentemente assume o papel de mensageiro da mata. 🐢 Características do Personagem Espécie: Jabuti Personalidade: Observador, espirituoso e muitas vezes irônico Marca registrada: Costuma carregar uma placa com a inscrição “VAPT-VUPT” (ou variações semelhantes), criando um contraste bem-humorado com sua natureza lenta Esse recurso visual reforça o humor característico de Ziraldo e ajuda a construir a identidade cômica do personagem. 🎨 Significado na Obra Moacir representa o espírito leve, crítico e bem-humorado da série. Através dele, Ziraldo explorava situações cotidianas com ironia e brasilidade, contribuindo para consolidar A Turma do Pererê como um marco dos quadrinhos nacionais. S
Ciça se emociona logo após o título — Foto: Leo Franco / AgNews É curioso notar como o nome Moacyr da Silva Pinto acaba sendo um verdadeiro "mapa" do Brasil: Moacyr: Conecta-se ao jabuti de Ziraldo, símbolo de sabedoria e resistência na "Turma do Pererê". da Silva: Remete diretamente à Estrela de Clarice Lispector em A Hora da Estrela, onde a desamparada Macabéa (uma "da Silva") sonha em ser alguém sob o brilho de sua própria existência. Pinto: O sobrenome comum que, como você notou, cria essa rima de identidade com o autor de Flicts. No fim das contas, o mestre que rege o "furacão" da Viradouro carrega no registro civil a síntese da literatura e do imaginário brasileiro.
"Eu te digo: estou tentando captar a quarta dimensão do instante-já que de tão fugidio não é mais porque agora tornou-se um novo instante-já que também não é mais. Cada coisa tem um instante em que ela é. Quero apossar-me do é da coisa.Clarice Lispector Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998. "Para Clarice Lispector, nesse fictício 18 de fevereiro de 2026, a crônica não seria sobre a mecânica da política ou o pragmatismo dos grupos de poder, mas sobre a metafísica do instante e a crueza de existir sob o som do surdo [1, 2]. Ao ritmo da Unidos do Viradouro, ela escreveria: "Não me venham falar de 'Grupo Ouro' como se a alma pudesse ser rebaixada ou promovida por um júri de homens de gravata. O que é 'o da coisa'? O da coisa é o silêncio que precede o primeiro toque de Mestre Ciça. É aquele átimo de segundo onde o coração para e a bateria, em vez de bater, nos fustiga. O cronista aí ao lado mobiliza editores; eu mobilizo o vazio. Ele fala do que interessa; eu falo do que dói. Estar no topo ou na queda é apenas um detalhe de quem ainda não entendeu que a glória é um susto. Vi Ziraldo chorar — e o choro dele não era de papel, era de bicho que reencontra o amigo Moacy na mata do sempre. O Pererê dele agora é o meu Macabéa: seres que não precisam de 'escada' porque já aprenderam a voar no escuro. Se o tema é o rebaixamento, digo-lhes: só cai quem estava fingindo que pairava. A Viradouro é campeã porque aceitou o seu próprio mistério. Eu não oPTaria por nada que não fosse esse pulsar visceral. O resto? O resto é apenas o horário da Ave Maria passando por nós sem nos ver." [1, 2]"
Minha boa Carolina, Deixo-te este esboço de comédia, ou de tragédia — a fronteira é sempre um equívoco da luz. Ontem, nos confins do Oriente, o nosso mandatário, lendo as palavras que os escrivães do Itamaraty lhe puseram na boca, viu-se subitamente cercado por uma malta de mercadores de inteligências artificiais. Vindos da estepe russa e das muralhas da China, esses donos de "máquinas que pensam" (que horrorosa pretensão a deles!) queriam, todos a um tempo, torná-lo o regente universal de suas engrenagens. A cena é de um ridículo soberbo: o Brasil, que mal resolve os seus trilhos, a ditar o passo das almas de metal. Querem-no CEO do mundo, para que ele refaça a rota das Índias, não por especiarias, mas por algoritmos. Toma este absurdo e transforma-o em crônica para a Gazeta de amanhã. Dá-lhe aquela tua exuberância, Carolina, aquele brilho que faz o meu estilo parecer, por vezes, um aposento em penumbra. Eu, que sou apenas um observador de sombras, confesso que me babo perante o teu viço. Escreve com acidez, mas com a luva de pelica; que o leitor ria sem saber se o riso é de escárnio ou de pasmo. Parto agora para o Ministério. O bonde não espera, e a burocracia, esse outro tipo de inteligência sem alma, reclama os meus serviços antes que o sol atinja o pino. Teu, sempre, M.A.
Carolina Machado de Assis. GAZETA DE NOTÍCIAS RIO DE JANEIRO – DOMINGO O VICE-REI DAS ALMAS DE METAL Diz-se que a Índia é a terra dos prodígios, onde os faquires levitam e o tempo se dissolve no Ganges. Mas o prodígio que nos chega pelo telégrafo supera a imaginação de qualquer brâmane. Consta que o nosso ilustre Chefe de Estado, ao proferir um discurso meticulosamente alinhavado pelos escrivães do Itamaraty — esses artífices da vírgula diplomática —, viu-se alvo de um assédio que faria corar as mais cobiçadas debutantes do Cassino Fluminense. Não eram pretendentes de carne e osso, mas os donos das "Inteligências Artificiais". Gente da China, da Rússia e de outras paragens onde o cálculo substituiu o sentimento. Queriam todos, num coro de ambição desmedida, que o nosso Presidente assumisse a regência universal de suas máquinas. Pretendiam elevar o filho desta terra ao cargo de CEO do mundo — título esse que soa a uma mistura de imperador bizantino com guarda-livros de alfândega. A cena tem o seu quê de metafísico. Imaginem o Brasil, onde ainda lutamos para que os bondes não descarrilem no Largo da Carioca, sendo agora o farol das almas de engrenagem. O convite é claro: que ele faça o caminho de volta à Índia, não para buscar a canela ou o cravo que outrora moveram as caravelas, mas para governar o "pensamento sem cabeça" que agora move os impérios. Há quem veja nisso uma glória nacional. Eu vejo apenas a ironia de nossa condição. Somos o país onde o futuro está sempre por chegar, e, no entanto, querem-nos para gerir o futuro do mundo inteiro. É a suprema vaidade: o homem que lê o papel que outros escreveram torna-se o mestre das máquinas que escrevem sozinhas. Os donos das plataformas, em sua sabedoria russa e chinesa, devem ter percebido que só um brasileiro possui o jogo de cintura necessário para lidar com uma inteligência que não sente, mas simula. Afinal, entre o que o Itamaraty escreve e o que o povo entende, já vivemos em uma realidade artificial há décadas. Se o convite for aceito, teremos o primeiro monarca algorítmico da história. Mas temo que, ao chegar à Índia, as máquinas descubram que o nosso jeitinho não cabe em equações. Entre o silício e o coração, ficamos com a dúvida — essa sim, a única inteligência que ainda não conseguiram fabricar em série.
A GAZETA DE NOTÍCIAS DO RIO DE JANEIRO E OS MOMENTOS DECISIVOS (1888-1889). George Vidipó* O presente artigo irá analisar o periódico Gazeta de Notícias nos anos de 1888 e 1889 no Rio de Janeiro. Werneck Sodré (SODRÉ, 1999) o descreve como um jornal popular e barato. Uma das suas características mais marcante era ser reconhecido como um jornal “neutro”. O Gazeta de Notícias foi lançado no dia 2 agosto de 1875 com o objetivo de noticiar, levar literatura e ser “neutro”. Em seu prospecto inaugural estabelecia sua meta: “Além de um romance, a Gazeta de Notícias todos os dias dará um folhetim de atualidade. Artes, literatura, teatros, modas, acontecimentos notáveis, de tudo a Gazeta de Notícias se propõe trazer ao corrente os seus senhores” (GAZETA DE NOTÍCIAS, 2 de agosto de 1875, p.1). Em outra nota, na mesma página, afirmava sua proposta de neutralidade: “Não sendo a Gazeta de Notícias folha de partido apenas tratará de questões de interesse geral, aceitando nesse terreno o concurso de todas as inteligências que quiserem utilizar das suas colunas” (Opt. Cit.). Ser “neutro” era não ter lado, ou escolher uma proposta de partido político, ser neutro era não ter partido. Para Andrea Pessanha (2006) a neutralidade não existia e era proposta pelos jornais do século XIX como estratégia de venda, para atingir um público maior1. No entanto os contemporâneos do Gazeta de Notícias viam o jornal como “neutro”. José Veríssimo Discurso do presidente Lula na Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial (IA) Discurso lido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial (IA), em Nova Delhi (Índia), em 19 de fevereiro de 2026 Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApplink para Publicado em 19/02/2026 04h09 Atualizado em 19/02/2026 11h08 Para o Brasil é uma satisfação participar da Cúpula de Impacto de Inteligência Artificial organizada pelo governo indiano, sendo esta a primeira ocasião em que se realiza no Sul Global. Aqui em Délhi, o mundo digital retorna à sua terra natal. Foram matemáticos indianos que nos legaram, há mais de 2 mil anos, o sistema binário que viria a estruturar a computação moderna. Fazemos o caminho de volta para debater um dos maiores dilemas da atualidade. Nossas sociedades encontram-se em uma encruzilhada. A Quarta Revolução Industrial avança rapidamente enquanto o multilateralismo recua perigosamente. É nesse contexto que a governança global da Inteligência Artificial assume um papel estratégico. Toda inovação tecnológica de grande impacto possui caráter dual e nos confronta com questões éticas e políticas. A aviação, o uso do átomo, a engenharia genética e a corrida espacial são exemplos desse fenômeno. Elas podem multiplicar o bem-estar coletivo ou lançar sombras sobre os destinos da humanidade. A Revolução Digital e a Inteligência Artificial elevam esse desafio a níveis sem precedentes. Elas impactam positivamente a produtividade industrial, os serviços públicos, a medicina, a segurança alimentar e energética e a forma como conectamos uns com os outros. Mas também podem fomentar práticas extremamente nefastas, como o emprego de armas autônomas, discursos de ódio, desinformação, pornografia infantil, feminicídio, violência contra mulheres e meninas e precarização do trabalho. Conteúdos falsos manipulados por inteligência artificial distorcem processos eleitorais e põem em risco a democracia. Os algoritmos não são apenas aplicações de códigos matemáticos que sustentam o mundo digital. São parte de uma complexa estrutura de poder. Sem ação coletiva, a Inteligência Artificial aprofundará desigualdades históricas. Capacidades computacionais, infraestrutura e capital permanecem excessivamente concentrados em poucos países e empresas. Os dados gerados por nossos cidadãos, empresas e organismos públicos estão sendo apropriados por poucos conglomerados sem contrapartida equivalente em geração de valor e renda em nossos territórios. Segundo a União Internacional de Telecomunicações, 2 bilhões e 600 milhões de pessoas estão desconectadas do universo digital. As estimativas mostram que, em 2030, ainda teremos 660 milhões de pessoas sem eletricidade. Quando poucos controlam os algoritmos e as infraestruturas digitais, não estamos falando de inovação, mas de dominação. A regulamentação das chamadas “Big Techs” está ligada ao imperativo de salvaguardar os direitos humanos na esfera digital, promover a integridade da informação e proteger as indústrias criativas de nossos países. O modelo atual de negócios dessas empresas depende da exploração de dados pessoais, da renúncia do direito à privacidade e da monetização de conteúdos chamativos que amplificam a radicalização política. O regime de governança dessas tecnologias definirá quem participa, quem é explorado e quem ficará à margem desse processo. Colocar o ser humano no centro das nossas decisões é tarefa urgente. O Congresso brasileiro discute uma política de atração de investimentos em centros de dados e um marco regulatório de Inteligência Artificial. O Brasil lançou em 2025 o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial. Esse plano expressa nosso compromisso com a melhoria da qualidade de vida das pessoas através de serviços públicos mais ágeis e maior estímulo à geração de emprego e renda. Este foi o paradigma da declaração sobre Inteligência Artificial que aprovamos na Cúpula dos BRICS no Rio de Janeiro no ano passado. Esta é a postura que o Brasil adota no diálogo com outros parceiros e foros. Participamos da iniciativa da China sobre a criação de uma Organização Internacional para Cooperação em Inteligência Artificial com foco nos países em desenvolvimento. Dialogamos com a Parceria Global em Inteligência Artificial que nasceu no G7. Mas nenhum desses foros substitui a universalidade das Nações Unidas para uma governança internacional da Inteligência Artificial que seja multilateral, inclusiva e orientada ao desenvolvimento. O Pacto Digital Global que aprovamos em Nova York em setembro de 2024 estabeleceu um mecanismo crucial. O Painel Científico Internacional Independente sobre Inteligência Artificial é o primeiro órgão científico global sobre o tema e reúne especialistas, fatos e evidências em suas manifestações. O Brasil defende uma governança que reconheça a diversidade de trajetórias nacionais e garanta que a Inteligência Artificial fortaleça a democracia, a coesão social e a soberania dos países. Senhoras e Senhores, A Índia, ao longo da sua história, legou à humanidade contribuições fecundas e extraordinárias em diversos campos do conhecimento: nas artes, na ciência e na filosofia. Uma herança que traz à luz grandes dilemas éticos sobre a justiça, a diversidade, a inclusão e a resiliência. Esse patrimônio é um poderoso referencial na busca por respostas aos desafios que a Inteligência Artificial impõe às sociedades contemporâneas. Muito obrigado. V Minha boa Carolina, Deixo-te este esboço de comédia, ou de tragédia — a fronteira é sempre um equívoco da luz. Ontem, nos confins do Oriente, o nosso mandatário, lendo as palavras que os escrivães do Itamaraty lhe puseram na boca, viu-se subitamente cercado por uma malta de mercadores de inteligências artificiais. Vindos da estepe russa e das muralhas da China, esses donos de "máquinas que pensam" (que horrorosa pretensão a deles!) queriam, todos a um tempo, torná-lo o regente universal de suas engrenagens. A cena é de um ridículo soberbo: o Brasil, que mal resolve os seus trilhos, a ditar o passo das almas de metal. Querem-no CEO do mundo, para que ele refaça a rota das Índias, não por especiarias, mas por algoritmos. Toma este absurdo e transforma-o em crônica para a Gazeta de amanhã. Dá-lhe aquela tua exuberância, Carolina, aquele brilho que faz o meu estilo parecer, por vezes, um aposento em penumbra. Eu, que sou apenas um observador de sombras, confesso que me babo perante o teu viço. Escreve com acidez, mas com a luva de pelica; que o leitor ria sem saber se o riso é de escárnio ou de pasmo. Parto agora para o Ministério. O bonde não espera, e a burocracia, esse outro tipo de inteligência sem alma, reclama os meus serviços antes que o sol atinja o pino. Teu, sempre, M.A. CLAUDIA CARDINALE - GLI INDIFFERENTI - 1964 - MUSIC BY GIOVANNI FUSCO Aqui vai o que você pediu — com links verdadeiros e informações históricas sobre A Turma do Pererê de Ziraldo e também sobre a produção de Flicts e o vídeo no YouTube relacionado às inspirações de seus personagens: 📌 🔗 Link para visualizar a capa original da primeira edição da revista Pererê (1960) Esta página do Instituto Ziraldo mostra imagens originais (inclusive a capa da edição de outubro de 1960): 👉 https://institutoziraldo.art.br/ziraldo/revista-perere-1-de-outubro-de-1960-p-3/ (Instituto Ziraldo) Essa é a primeira edição da revista “Pererê”, lançada em outubro de 1960 e que circulou até abril de 1964. ▶️ 🔗 Vídeo no YouTube sobre Ziraldo e sua Turma — incluindo inspirações e origem dos personagens Aqui está um vídeo que fala sobre “Ziraldo e a Turma do Pererê”, com contexto histórico e comentários: 📺 ** ** Outro vídeo interessante relacionado à criação das personagens, falando sobre como amigos e ambiente inspiraram Ziraldo (“Inspirando Ziraldo”): 👉 https://www.youtube.com/watch?v=vZ9wQF2FUwQ (Inspirando Ziraldo — Moacyr conta como inspirou personagem) (Ambos os vídeos ajudam a entender a formação da “Mata do Fundão” e dos personagens.) 🧙‍♂️ Qual animal Ziraldo escolheu como seu “alter ego” nessa turma? O personagem-título Pererê — o Saci — é um personagem do folclore brasileiro com um pé só, gorro vermelho e cheio de travessuras. Na obra, ele é central e carismático, e muitos comentam que ele tem traços do próprio Ziraldo em espírito: travesso, curioso, questionador e atento ao mundo ao redor. Embora o Menino Maluquinho seja outro personagem icônico de Ziraldo (criado mais tarde, em 1980), ele é uma obra separada historicamente dos quadrinhos da Turma do Pererê. O Menino Maluquinho não nasceu dentro da Turma — ele veio anos depois, com sua própria vida e universo. 📚 📘 Onde entra a revista Flicts nessa história? Flicts não faz parte diretamente da série Turma do Pererê. É um livro artístico e literário publicado por Ziraldo em 1969, antes de O Menino Maluquinho — e é considerado um marco na literatura infantil brasileira (inclusive ganhando prêmios e reconhecimento internacional). Ou seja: Pererê (1960–1964): primeira HQ pura e colorida com personagens brasileiros. Flicts (1969): livro infantil poético e experimental sobre forma, cor e inclusão. O Menino Maluquinho (1980): personagem que se tornou um fenômeno posterior na carreira de Ziraldo. 🧠 Resumo histórico importante Pererê foi publicado de 1960 a 1964 e marcou a história dos quadrinhos brasileiros como a primeira HQ colorida feita por um único autor no Brasil. Ziraldo inspirou seus personagens da Mata do Fundão em amigos de infância, animais e figuras folclóricas brasileiras, trazendo um universo genuinamente nacional para os gibis. O cancelamento da revista em 1964 coincidiu com o início da ditadura militar brasileira, que restringiu muitas expressões culturais. S

Nenhum comentário:

Postar um comentário