Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 7 de fevereiro de 2026
No serviço cristão
O cristão e o trabalho
“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal do Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito, estando no corpo, o bem ou o mal.” – Paulo. (2ª Epístola aos Coríntios, 5:10.)
Não falta quem veja no Espiritismo mero campo de experimentação fenomênica, sem qualquer significação de ordem moral para as criaturas.
Muitos aprendizes da consoladora Doutrina, desse modo, limitam-se às investigações de laboratório ou a discussões filosóficas.
É imperioso reconhecer, todavia, que há tantas categorias de homens desencarnados, quantas são as dos encarnados.
Entidades discutidoras, levianas, rebeldes e inconstantes transitam em toda parte. Além disso, incógnitas e problemas surgem para os habitantes dos dois planos.
Em vista de semelhantes razões, os adeptos do progresso efetivo do mundo, distanciados da vida física, pugnam pelo Espiritismo com Jesus, convertendo-nos o intercâmbio em fator de espiritualidade santificante.
Acreditamos que não se deve atacar outro círculo de vida, quando não nos encontramos interessados em melhorar a personalidade naquele em que respiramos.
Não vale pesquisar recursos que não nos dignifiquem.
Eis por que para nós outros, que supomos trazer o coração acordado para a responsabilidade de viver, Espiritismo não expressa simples convicção de imortalidade: é clima de serviço e edificação.
Não adianta guardar a certeza na sobrevivência da alma, além da morte, sem o preparo terrestre na direção da vida espiritual. E nesse esforço de habilitação, não dispomos de outro guia mais sábio e mais amoroso que o Cristo.
Somente à luz de suas lições sublimes é possível reajustar o caminho, renovar a mente e purificar o coração. Nem tudo o que é admirável é divino. Nem tudo o que é grande é respeitável.
Nem tudo o que é belo é santo.
Nem tudo o que é agradável é útil.
O problema não é apenas de saber. É o de reformar-se cada um para a extensão do bem.
Afeiçoemo-nos, pois, ao Evangelho sentido e vivido, compreendendo o imperativo de nossa iluminação interior, porque, segundo a palavra oportuna e sábia do Apóstolo, “todos devemos comparecer ante o tribunal do Cristo, a fim de recebermos, de acordo com o que realizamos, estando no corpo, o bem ou o mal”.
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 22 de fevereiro de 1950.
Pão Nosso #000 - No serviço cristão
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 3 de fev. de 2022
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
"Cine-teatro Recreio – por volta de 1916
Endereço: Av. Benedito Valadares, 235
Estilo: Eclético
Inventário Municipal – Proteção parcial
Nas primeiras décadas do século XX foi um dos principais centros culturais da cidade. Com o passar das décadas sofreu total descaracterização e a grande placa comercial e toldo de alumínio que existe hoje esconde sua fachada.
Foi o primeiro cinema de Sacramento e local de grandes saraus da cidade. Os intelectuais juntavam-se para ouvir boa música, recitar poesias e discutir política. Conta-se que uma das melhores atrações era a pianista Dona Joaquina Gomes Henking, irmã do maestro de conhecimento nacional Carlos Gomes. O Cine Recreio, após parar com suas funções, foi salão de dança, local para catação de café e só depois se tornou sala comercial.
Edificação comercial em estilo eclético, caracterizado por elementos como ornamentos e simetria da fachada e existência de frontão para evitar o escoamento de águas na calçada. Sua planta consiste em apenas dois cômodos, e os acessos estão frente ao logradouro, sendo está características de construções comerciais deste período. Não há informações da data de sua construção, porém em um documento datado de 1916, aparece uma foto do imóvel."
Esta valiosa descrição confirma que o Cine-teatro Recreio (Av. Benedito Valadares, 235) é o cenário real dos eventos narrados na página 49 do livro de Corina Novelino. A menção à Dona Joaquina Gomes no seu texto ratifica a conexão direta com o trecho do livro que cita a "Família Gomes".
Aqui está a Versão Final, unindo o texto literário, a descrição técnica do imóvel e a contextualização histórica atualizada para 2026:
📖 MEMÓRIA E CULTURA: OS SARAUS EM SACRAMENTO (MG)
Trecho da Obra: "Eurípedes - O Homem e a Missão" (Pág. 49) | Autoria: Corina Novelino
📜 O Relato Literário
"No Colégio, a Diretora reunia, duas vezes por semana, a elite local para memoráveis saraus lítero-musicais... Eurípedes, muito jovem, não faltava a essas reuniões, nas quais oferecia a contribuição de versos belíssimos... Foi numa dessas reuniões que Eurípedes tomara conhecimento com a Família Gomes, tornando-se muito amigo de Da. Joaquina e de seus filhos."
🏛️ O Cenário Histórico: Cine-teatro Recreio (Circa 1916)
Localizado na Avenida Benedito Valadares, 235, este casarão de estilo Eclético foi o coração pulsante da intelectualidade sacramentana. Antiga sede da telefônica (conforme nota de rodapé 14 do livro), o edifício abrigou o primeiro cinema da cidade e foi palco de declamações de Eurípedes Barsanulfo e da magistral execução ao piano de Dona Joaquina Gomes Henking (irmã do célebre maestro Carlos Gomes).
📍 Situação Atual e Localização
Embora descaracterizado externamente por elementos comerciais modernos, o imóvel é protegido pelo Inventário Municipal. Ele representa o elo físico entre a juventude de Eurípedes e o florescimento cultural de Sacramento no início do século XX.
🔗 Link para Visualização Atual (Google Street View):
Av. Benedito Valadares, 235 - Sacramento, MG
Nota Editorial: Esta publicação respeita os direitos autorais da obra de Corina Novelino e utiliza dados do Inventário Municipal de Sacramento para preservação da memória histórica.
Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra.
7. Aprendestes que foi dito: olho por olho e dente por dente. — Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal que vos queiram fazer; que se alguém vos bater na face direita, lhe apresenteis também a outra; — e que se alguém quiser pleitear contra vós, para vos tomar a túnica, também lhe entregueis o manto; — e que se alguém vos obrigar a caminhar mil passos com ele, caminheis mais dois mil. – Dai àquele que vos pedir e não repilais aquele que vos queira tomar emprestado. (S. Mateus, 5:38 a 42.)
8. Os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar “ponto de honra” produzem essa suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e da exaltação da personalidade, que leva o homem a retribuir uma injúria com outra injúria, uma ofensa com outra, o que é tido como justiça por aquele cujo senso moral não se acha acima do nível das paixões terrenas. Por isso é que a lei moisaica prescrevia: olho por olho, dente por dente, de harmonia com a época em que Moisés vivia. Veio o Cristo e disse: Retribuí o mal com o bem. E disse ainda: “Não resistais ao mal que vos queiram fazer; se alguém vos bater numa face, apresentai-lhe a outra.” Ao orgulhoso este ensino parecerá uma covardia, porquanto ele não compreende que haja mais coragem em suportar um insulto do que em tomar uma vingança, e não compreende, porque sua visão não pode ultrapassar o presente.
Dever-se-á, entretanto, tomar ao pé da letra aquele preceito? Tampouco quanto o outro que manda se arranque o olho, quando for causa de escândalo. Levado o ensino às suas últimas consequências, importaria ele em condenar toda repressão, mesmo legal, e deixar livre o campo aos maus, isentando-os de todo e qualquer motivo de temor. Se se lhes não pusesse um freio às agressões, bem depressa todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da Natureza, obsta a que alguém estenda o pescoço ao assassino. Enunciando, pois, aquela máxima, não pretendeu Jesus interdizer toda defesa, mas condenar a vingança. Dizendo que apresentemos a outra face àquele que nos haja batido numa, disse, sob outra forma, que não se deve pagar o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que seja de molde a lhe abater o orgulho; que maior glória lhe advém de ser ofendido do que de ofender, de suportar pacientemente uma injustiça do que de praticar alguma; que mais vale ser enganado do que enganador, arruinado do que arruinar os outros. É, ao mesmo tempo, a condenação do duelo, que não passa de uma manifestação de orgulho. Somente a fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa impune o mal, pode dar ao homem forças para suportar com paciência os golpes que lhe sejam desferidos nos interesses e no amor-próprio. Daí vem o repetirmos incessantemente: Lançai para diante o olhar; quanto mais vos elevardes pelo pensamento, acima da vida material, tanto menos vos magoarão as coisas da Terra.
Cap 12 , itens 7-8 - Se alguém vos bate na face direita, apresentai-lhe também a outra
Recanto da Prece
Transmitido ao vivo em 24 de out. de 2020 01 Estudo do O Evangelho Segundo Espiritismo
Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo:
Cap. 12, itens 7 e 8 - Se alguém vos bate na face direita, apresentai-lhe também a outra
Estudo do Evangelho Segundo Espiritismo realizado pelo Grupo Espirita Recanto da Eurípedes Barsanulfo - Campo Grande - MS Livros Utilizados: O Evangelho Segundo Espiritismo - Allan Kardec - Ed. IDE Vivendo o Evangelho - André Luiz/ Antonio Baduy Filho - Ed. Ide
Anime-se perante o mundo.
Não vê tristeza quem mantém
alegria e paz no coração.
Assinar:
Postar comentários (Atom)





Nenhum comentário:
Postar um comentário