domingo, 2 de agosto de 2026

No campo físico

NA TERRA

OS MORTOS VÊEM O MUNDO PELOS OLHOS DOS VIVOS
EVENTUALMENTE OUVEM COM NOSSOS OUVIDOS
CERTAS SINFONIAS ALGUM BATER DE PORTAS
VENTANIAS AUSENTES DE CORPO E ALMA
MISTURAM O SEU AO NOSSO RISO
SE DE FATO QUANDO VIVOS ACHARAM A MESMA GRAÇA.

Este texto é o poema "Os Mortos", escrito pelo célebre poeta brasileiro Ferreira Gullar e publicado no livro Muitas Vozes (1999). A obra reflete sobre a continuidade da existência daqueles que se foram por meio da percepção, da memória e das sensações dos que continuam vivos.

Sobre o Poema

Autor: Ferreira Gullar, um dos maiores nomes da literatura e da poesia do Brasil.
Livro: Muitas Vozes, lançado em 1999.
Tema Principal: A relação entre os vivos e os mortos, sugerindo que quem partiu "vive" e experimenta o mundo outra vez através dos sentidos, das lembranças e dos atos de quem ficou.

O significado profundo

Análise de "Os Mortos", de Ferreira Gullar

Este poema oferece uma reflexão profunda e intimista sobre a morte, distanciando-se de visões puramente religiosas ou místicas. Gullar aborda a imortalidade sob uma perspectiva existencial e afetiva: a sobrevivência dos que partiram na memória e nos corpos dos que continuam vivos.

1. A Extensão dos Sentidos
O poema sugere que os mortos não desaparecem no vazio absoluto. Eles ganham uma sobrevida por meio de nós. Nossos olhos e ouvidos tornam-se extensões dos deles.

2. O Cotidiano e o Acidental
A conexão com o passado acontece também no dia a dia, tanto no sublime quanto no banal.

3. A Comunhão pelo Riso
Os mortos misturam seu riso ao nosso quando compartilhamos afinidades reais e experiências comuns.

Conclusão: Para Gullar, os mortos continuam existindo enquanto houver quem compartilhe seus sentimentos e lembranças.

Música | Martinho da Vila e Dona Ivone Lara - Alguém me avisou - Tiê

Mateus 5:3-12 (NVI)

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o reino dos céus...”

“Na Terra”, de André Luiz, por Chico Xavier

“Na Terra, Deus nos concede o corpo...
Cada criatura apresentará o relatório dos próprios dias...
Plantio e colheita são sempre de nossa escolha...
Todos os êxitos e problemas pertencem a nós.”

André Luiz — “Vida em Vida” (1980)
Psicografado por Francisco Cândido Xavier

No campo físico


“Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual.”


Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana...
A semente enfrenta a terra, mas floresce.
Assim também o espírito evolui.
Quem semeia o bem, colherá a luz.

Fonte: autoresespiritasclassicos.com


Gramática: Semeias x Semeies

Semeias: presente do indicativo (ação real).
Semeies: presente do subjuntivo (desejo ou hipótese).

Resumo:
Use semeias para fatos certos.
Use semeies para desejos ou dúvidas.

Análise Sintática

Frase 1: “pois deles é o reino dos céus”
Sujeito: o reino dos céus
Predicativo: deles

Frase 2: “pois é deles o reino dos céus”
Ênfase no termo “deles”, destacando exclusividade.

Diferença:
"deles é" → tom clássico e suave
"é deles" → tom enfático e exclusivo

NA TERRA
OS MORTOS VÊEM O MUNDO PELOS OLHOS DOS VIVOS EVENTUALMENTE OUVEM COM NOSSOS OUVIDOS CERTAS SINFONIAS ALGUM BATER DE PORTAS VENTANIAS AUSENTES DE CORPO E ALMA MISTURAM O SEU AO NOSSO RISO SE DE FATO QUANDO VIVOS ACHARAM A MESMA GRAÇA. Este texto é o poema "Os Mortos", escrito pelo célebre poeta brasileiro Ferreira Gullar e publicado no livro Muitas Vozes (1999). A obra reflete sobre a continuidade da existência daqueles que se foram por meio da percepção, da memória e das sensações dos que continuam vivos. Sobre o Poema Autor: Ferreira Gullar, um dos maiores nomes da literatura e da poesia do Brasil. Livro: Muitas Vozes, lançado em 1999. Tema Principal: A relação entre os vivos e os mortos, sugerindo que quem partiu "vive" e experimenta o mundo outra vez através dos sentidos, das lembranças e dos atos de quem ficou. O significado profundo Rascunho Análise de "Os Mortos", de Ferreira Gullar Este poema oferece uma reflexão profunda e intimista sobre a morte, distanciando-se de visões puramente religiosas ou místicas. Gullar aborda a imortalidade sob uma perspectiva existencial e afetiva: a sobrevivência dos que partiram na memória e nos corpos dos que continuam vivos. 1. A Extensão dos Sentidos ("vêem o mundo pelos olhos dos vivos") O poema sugere que os mortos não desaparecem no vazio absoluto. Eles ganham uma sobrevida biológica e sensorial por meio de nós. Quando olhamos para o mundo, quando ouvimos uma melodia ou o vento, carregamos conosco a bagagem, o aprendizado e a própria linhagem dos que nos antecederam. Nossos olhos e ouvidos tornam-se extensões dos deles.2. O Cotidiano e o Acidental ("certas sinfonias algum bater de portas")A conexão com o passado não acontece apenas em momentos solenes. Ela se manifesta no dia a dia. Gullar une o sublime (as "sinfonias") ao banal (o "bater de portas" ou as "ventanias"). Isso mostra que a memória é involuntária e desperta nos detalhes mais simples e espontâneos da rotina.3. A Comunhão pelo Riso ("misturam o seu ao nosso riso")O ápice do poema reside na cumplicidade do afeto. Os mortos "misturam o seu ao nosso riso", mas com uma condição fundamental: "se de fato quando vivos acharam a mesma graça".Essa ressalva aponta que a verdadeira imortalidade depende da afinidade real e das experiências compartilhadas. Nós só mantemos viva a essência de alguém se compreendemos e dividimos com essa pessoa a mesma visão de mundo, o mesmo humor e a mesma sensibilidade estética ou afetiva.ConclusãoEm resumo, para Ferreira Gullar, os mortos não habitam um além-túmulo distante, mas sim a nossa própria experiência de estar vivo. Eles continuam existindo enquanto houver alguém que compartilhe dos mesmos sentimentos, sensações e lembranças que outrora os definiram. Música | Martinho da Vila e Dona Ivone Lara - Alguém me avisou - Tiê
Mateus 5:3-12 NVI Compartilhar NTLH ARA NVI NVT ARC “Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Bem-aventurados os humildes, pois receberão a terra por herança. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos. Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o reino dos céus”. ― Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vocês. Alegrem‑se e regozijem‑se, porque grande é a sua recompensa nos céus, pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês. “Na Terra”, de André Luiz, por Chico Xavier - Mensagens nº 224 Um Plano Maior 3 de out. de 2022 #ChicoXavier #Espiritismo #Mensagens “Na Terra”, de André Luiz, por Chico Xavier - Mensagens nº 224 “Na Terra, Deus nos concede o corpo, através de pais amigos. Cada um de nós se lhe faz inquilino temporário em regime de responsabilidade. Deus nos proporciona a riqueza das horas pela contabilidade do tempo. Cada criatura, em momento oportuno, apresentará o relatório dos próprios dias. Deus nos oferta os laços afetivos pelos princípios da afinidade. Podemos valorizá-los ou não, conforme o nosso próprio arbítrio. Deus nos concede a propriedade, por intermédio das leis organizadas pelos próprios homens. Daremos conta do usufruto respectivo. Deus nos oferece as sementes pelos recursos da Natureza. Plantio e colheita são sempre de nossa escolha. Deus nos confia o dinheiro, através do trabalho ou da generosidade alheia. Somos responsáveis pela aplicação da finança que nos seja creditada. Deus nos habilita para a eficiência com máquinas diversas, por meio da própria inteligência humana. Compete a nós outros a programação e a condução delas. Em suma, toda criação e doação das vantagens de que dispomos procedem de Deus. Entretanto, é justo reconhecer que todos os êxitos e problemas da utilização pertencem a nós.“ André Luiz Da obra: "Vida em Vida" (1980) Psicografado por Francisco Cândido Xavier Locução: Prado. 171 No campo físico _____________________________ “Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual.” - Paulo. (I Coríntios, 15:44.) ______________________________ Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade. A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos. A sementeira comum é símbolo perfeito. O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos. Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol. A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto. Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina. O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo “semeia-se”. Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza. Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros. Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual. www.autoresespiritasclassicos.com Francisco Cândido Xavier Vinha de Luz 3o livro da Coleção “Fonte Viva” (Interpretação dos Textos Evangélicos) Ditado pelo Espírito Emmanuel SEMEIAS / SEMEIESSemeias e semeies são duas formas corretas do verbo semear, mas pertencem a tempos e modos verbais diferentes.Diferença entre Semeias e SemeiesSemeias: é o presente do indicativo para a segunda pessoa do singular (tu). Indica uma ação real, um hábito ou fato do presente (Exemplo: "Tu semeias o trigo no campo").Semeies: é o presente do subjuntivo para a segunda pessoa do singular (tu). Indica uma dúvida, uma hipótese, um desejo ou aparece em frases negativas (Exemplo: "Quero que tu semeies o bem", "Não semeies a discórdia").Resumo práticoUse semeias para fatos certos (tu semeias).Use semeies para desejos, dúvidas ou ordens negativas (que tu semeies / não semeies).Se precisar de exemplos com outros verbos ou tempos verbais, basta me avisar!6 sitesConjugação do Verbo SemearImperativo Afirmativo. -- semeia tu semeie você semeemos nós semeai vós semeiem vocês. Imperativo Negativo. -- não semeies tu não ...Conjugação de Verbossemear (verbo) - - Portal da Língua Portuguesasemear - verbo ; Presente, Pretérito imperfeito, Pretérito perfeito, Pretérito mais-que-perfeito, Futuro imperfeito, Futuro perfei...Portal da Língua PortuguesaConjugação de semear no Dicionário Infopédia de Verbos ...semear locução. definição seta definição. favoritos. TEMPOS SIMPLES. INDICATIVO. Presente ; semear locução. definição seta definiç...Dicionários infopédia da Porto EditoraMostrar tudo"“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o reino dos céus." / "“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois é DELES o reino dos céus.As duas frases estão gramaticalmente corretas, mas mudam a ênfase da mensagem.A escolha depende do destaque que você deseja dar à palavra "deles".Diferença de Ênfase"...pois deles é o reino...": Segue o ritmo tradicional e poético das traduções bíblicas mais conhecidas (como a Almeida Revista e Corrigida). O foco é dividido igualmente entre o grupo e a promessa do reino."...pois é DELES o reino...": Usa a expressão de realce ("é... que/o"). Isso cria uma exclusividade, destacando fortemente que o reino pertence a esse grupo específico (os pobres em espírito) e a mais ninguém.Qual escolher?Escolha a primeira se você busca uma leitura mais clássica, litúrgica e fluida.Escolha a segunda se você vai pregar, expor ou explicar o texto e quer chocar o ouvinte com a exclusividade da promessa.Se quiser, posso ajudar você a analisar o significado do termo "pobre em espírito" ou comparar com outras traduções conhecidas. O que prefere?A IA pode cometer erros. Por isso, cheque as respostas FAZER A ANÁLISE SINTÁTICA DAS DUAS FRASES SEPARADAMENTE. COTEJAR AS MUDANÇAS DE SENTIDO HAVIDO, EVENTUALMENTE QUANO 'É' VEM ANTES OU DEPOIS DE 'DELES'Aqui está a análise sintática detalhada de cada estrutura e o confronto gramatical das mudanças de sentido.Ambas as frases são orações compostas. A primeira parte ("Bem-aventurados os pobres em espírito") é idêntica em ambas. Vamos focar a análise na oração subordinada explicativa (introduzida por "pois"), onde ocorre a inversão.1. Análise da Frase 1: "...pois deles é o reino dos céus."Esta frase está em ordem inversa (indireta). Colocando-a na ordem direta, teríamos: "pois o reino dos céus é deles".Sujeito: "O reino dos céus" (Simples).Verbo de Ligação: "é" (Indica estado/posse permanente).Predicado Nominal: "deles é" (O núcleo do predicado é o predicativo).Predicativo do Sujeito: "deles" (Atributo em forma de pronome possessivo oblíquo que caracteriza o sujeito "o reino").Conjunção Coordenativa Explicativa: "pois" (Liga as duas orações).2. Análise da Frase 2: "...pois é DELES o reino dos céus."Aqui ocorre um fenômeno sintático diferente devido à introdução do "é" antes do pronome. Existem duas leituras sintáticas aceitas pelos gramáticos para essa estrutura:Análise A: Expressão Expletiva ou de Realce (Mais provável)O termo "é" funciona como parte de uma locução de realce implícita ("é... que")."é": Partícula expletiva (pode ser retirada sem destruir a estrutura: "pois deles o reino dos céus").Sujeito: "o reino dos céus".Predicativo do Sujeito: "deles".Nota: O verbo de ligação principal ficou oculto ou omitido pela força da expressão de realce.Análise B: Inversão com Ênfase no PredicativoVerbo de Ligação: "é" (Deslocado para o início da afirmação).Predicativo do Sujeito Anteposto: "deles".Sujeito: "o reino dos céus".3. Cotejo das Mudanças de Sentido (O "É" antes vs. depois)A mudança da posição do verbo "é" em relação ao pronome "deles" altera profundamente a semântica (sentido) e a estilística do texto:Critério"deles é" (Verbo depois)"é deles" (Verbo antes)Foco da OraçãoFoca no reino como uma consequência natural.Foca nos possuidores (eles) de forma categórica.Valor SemânticoInclusivo/Narrativo: Descreve uma realidade que bíblicamente se estende aos humildes.Exclusivo/Restritivo: Sugere forte exclusão ("é deles [e de mais ninguém]").Efeito PsicológicoTransmite paz, acolhimento e conformidade litúrgica.Transmite choque, forte afirmação e quebra de expectativa.Estilo TextualPoético, clássico e com ritmo cadenciado.Enfático, discursivo, típico de oratória ou debate.Resumo do impacto da inversão:Quando o "é" vem depois (deles é), o verbo serve apenas como uma ponte lógica e suave entre o dono e a posse.Quando o "é" vem antes (é deles), o verbo ganha força de asseveração (afirmação categórica). Ele funciona como um "apontador laser" que isola a palavra "deles", gerando o sentido de exclusividade e o realce estilístico.

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