sábado, 15 de agosto de 2026

UTOPIA

"O que Cristovam Buarque estava me dizendo essencialmente é que os sonhos não envelhecem – Ave, Márcio Borges! – e que a esperança ainda está no ar." Clube da Esquina Nº 2 (acústico) Milton Nascimento Composição: Milton Nascimento, Márcio Borges, Lô Borges. "Quando aos 16 anos, em 1976, em plena ditadura, iniciei minha militância social e política, tudo era sonho. Não havia liberdade. As desigualdades eram alarmantes. A vontade de participar na vida pública surgia a partir de uma utopia, uma visão de mundo, um projeto de sociedade. A política só fazia sentido se abrisse porta para a mudança. Havia teoria, coração, projeto, sonho, esperança." PANACEIA Arrival in Utopia Vasil Yatsevich Abandoned Utopia “Uma perda irreparável.” Há doze anos, um mês e menos três dias, vive eternamente em berço esplêndido o imortal baiano — o imortal de Itaparica. Autor de Viva o Povo Brasileiro, ele nos ensinou que “o segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”. Evoco João Ubaldo Ribeiro ao lado de Mario Prata, o escritor de Uberaba, que, em Pelo buraco da fechadura eu vi um baile de debutantes, escreveu quase uma autobiografia. Com Pratinha, lembro e homenageio também Grande Otelo, nosso grande ator e eterno Sebastião Prata. TV Cultura - Vestido de Noiva - Nelson Rodrigues Raul de Barros — Na Glória (gravação original de 1949) Choro e Poesia 8 de jun. de 2018 “Na Glória”, um dos grandes clássicos do choro e o maior sucesso do repertório do trombonista Raul de Barros (1915–2009), surge aqui na gravação original lançada pelo próprio autor em 1949, em 78 rpm, editada pela Odeon sob o número 12.948. “Na Glória”, parceria de Raul de Barros com Ary dos Santos, tem uma curiosa gênese: antigamente, qualquer cantor, ao afinar a voz com a orquestra ou com o conjunto, primeiramente entoava o bordão: “Na Glória!”, ao que os músicos respondiam: “sol-dó-dó”. Os autores se aproveitaram disso para compor o choro que se tornaria o prefixo musical de Raul de Barros, considerado o maior trombonista brasileiro de todos os tempos. Choro e Poesia Na Glória Raul de Barros Na Glória! Na Glória! Na Glória! Na Glória! Oh, festa boa! Tá boa? Êta, bailinho bom! Composição: Cyro Aguiar, Raul de Barros e Ary dos Santos. Rodríguez Peña Donato Racciatti y Su Orquesta Típica - Tema La Novena Donato Racciatti y Su Orquesta Típica - Tema “Então foi uma maluquice de advogado fazendo projeto de obra.” Na China, há engenheiros. Nos Estados Unidos, há advogados. Eu, no mau Estado de Minas. “Então foi uma maluquice de advogado fazendo projeto de obra.” “Nunca roubei um bem público. Devo IPTU.” PANACEIA Arrival in Utopia Vasil Yatsevich Abandoned Utopia “Uma perda irreparável” Há doze anos, um mês, menos dois dias, vive eternamente em berço esplêndido o imortal baiano - o imortal de Itamaracá - Viva o Povo Brasileiro - o segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias. João Ubaldo Ribeiro, apud Mario Prata de Uberaba de Pratinha, PELO BURACO DA FECHADURA eu vi um baile de debutantes quase uma biografia. “Uma perda irreparável.” Há doze anos, um mês e menos dois dias, vive eternamente em berço esplêndido o imortal baiano — o imortal de Itaparica. Autor de Viva o Povo Brasileiro, ele nos ensinou que “o segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”. Evoco João Ubaldo Ribeiro ao lado de Mario Prata (de Uberaba de Pratinha), que em Pelo buraco da fechadura eu vi um baile de debutantes escreveu quase uma autobiografia. Com Pratinha, lembro e homenageio também Grande Otelo, o nosso ‘grande ator’ e eterno Sebastião Prata. revisado e expandido fica assim:“Uma perda irreparável.” Há doze anos, um mês e menos dois dias, vive eternamente em berço esplêndido o imortal baiano — o imortal de Itaparica. Autor de Viva o Povo Brasileiro, ele nos ensinou que “o segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”. Evoco João Ubaldo Ribeiro ao lado de Mario Prata (de Uberaba de Pratinha), que em Pelo buraco da fechadura eu vi um baile de debutantes escreveu quase uma autobiografia. Com Pratinha, lembro e homenageio também Grande Otelo, o nosso ‘grande ator’ e eterno Sebastião Prata. Tv Cultura - Vestido de Noiva - Nelson Rodrigues Raul de Barros — Na Glória (gravação original de 1949) Choro e Poesia 8 de jun. de 2018 "Na Glória", um dos grandes clássicos do choro e o maior sucesso do repertório do trombonista Raul de Barros (1915 — 2009), surge aqui na gravação original lançado pelo próprio autor em 1949 em 78 rpm. editado pela Odeon sob o número 12.948. "Na Glória", parceria de Raul com Ary dos Santos, tem uma curiosa gênese: antigamente, qualquer cantor, ao afinar sua voz com a orquestra ou com o conjunto, primeiramente entoava o bordão: "Na Glória!", a que os músicos ecoavam: sol-dó-DO. Os autores se aproveitaram disso para compor o choro que se tornaria o prefixo musical de Raul de Barros, o maior trombonista brasileiro de todos os tempos. Choro e Poesia Na Glória Raul de Barros Na Gloria! Na Gloria! Na Gloria! Na Gloria! Oh, festa boa! Tá boa? Êta, bailinho bom! Composição: Cyro Aguiar, Raul de Barros, Ary Piston. Rodríguez Peña Donato Racciatti y Su Orquesta Típica - Tema La Novena Donato Racciatti y Su Orquesta Típica - Tema "Então foi uma maluquice de advogado fazendo projeto de obra." Na China tem engenheiro. Nos EUA têm advogado. Eu, mau Estado, Minas. "Então foi uma maluquice de advogado fazendo projeto de obra." "Nunca roubei bem público. Devo IPTU."

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