Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
domingo, 16 de agosto de 2026
O Flagelo da Assimetria: O Cerco Energético a Cuba e os Limites do Arbítrio Unilateral
Sob o império da pluralidade e da livre expressão, o debate público expõe as vísceras de um bloqueio anacrônico que converte a asfixia humanitária em moeda de troca geopolítica na América Latina.
"O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão
Que o malandro é o barão da ralé"
JOÃO BOSCO no Bem Brasil: Show completo, ao vivo, do Sesc Itaquera - 16/08/2026
TV Cultura
Bem Brasil recebe João Bosco nesta semana!
Um dos maiores nomes da música brasileira, o cantor, compositor e violonista mineiro construiu uma trajetória marcada pela sofisticação musical, pela inventividade rítmica e por uma interpretação única, tornando-se referência para diferentes gerações de artistas e ouvintes.
Com apresentação de Wandi Doratiotto e participação de Roberta Martinelli na interação com o público, a atração vai ao ar ao vivo, a partir do meio-dia. Você está mais do que convidado a acompanhar a apresentação deste domingo, gratuitamente, direto do Sesc Itaquera, sem necessidade de retirada de ingressos.
O Bem Brasil é uma realização em parceria entre a TV Cultura e o Sesc, levando ao público apresentações musicais de grandes artistas brasileiros diretamente do palco do Sesc Itaquera.
📆 Domingo, 16 de agosto
⏰ 12h
▶️ Ao vivo na TV Cultura e nos canais da TV Cultura e do SescSP no YouTube
🔔 Ative as notificações e não perca esse encontro especial com João Bosco no Bem Brasil!
#BemBrasil #TVCultura #SomosCultura #JoãoBosco
"Não se afobe, não / Que nada é pra já / O amor não tem pressa, ele pode esperar em silêncio".
Escafandristas e Chico Buarque | A Volta Do Malandro
Biscoito Fino
7 de mai. de 2026
Áudio ofical da música "A Volta do Malandro", interpretada pelo grupo Escafandristas
Criado para celebrar os 80 anos de Chico Buarque, em 2024, o grupo Escafandristas é formado por Alice Passos, Luisa Lacerda, Renato Frazão e Thiago Amud. O single duplo, “A Volta do Malandro” e “As minhas meninas”, do quarteto antecede o álbum inédito que reúne 15 canções de Chico Buarque.
Ouça o single duplo em todas as plataformas digitais: https://orcd.co/escafandristas
Letra
Eis o malandro na praça outra vez
Caminhando na ponta dos pés
Como quem pisa nos corações
Que rolaram nos cabarés
Entre deusas e bofetões
Entre dados e coronéis
Entre parangolés e patrões
O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão
Que o malandro é o barão da ralé
Ficha Técnica
Idealização: Alice Passos
Direção Musical: Thiago Amud
Direção Artística: Alice Passos
Produção: Escafandristas
Participação Especial: Chico Buarque
Coro: Alice Passos, Ana de Holanda, Chico Buarque, Chico Brown, Clara Buarque, Giuliano Eriston, Helena Buarque, Julia Severo, Luisa Buarque, Irene Buarque, Luisa Lacerda, Renato Frazão, Teresa Buarque, Lia Buarque, Cecilia Buarque e Thiago Amud.
Arranjo, voz e violão: Thiago Amud
Pandeiro, assovio e voz: Alice Passos
Violão e voz: Luisa Lacerda
Baixo e voz: Renato Frazão
---------------------------------------
1. No Controle de Distúrbios (Jargão Tático)
Os policiais das UIP (Unidades de Intervención Policial — a polícia de choque da Polícia Nacional da Espanha) chamam informalmente de "escafandra" o conjunto protetor tático completo de cabeça.
Escafandristas | Futuros Amantes | Escafandristas Cantam Buarque
Biscoito Fino
18 de jun. de 2026
Áudio oficial da música "Futuros Amantes", interpretada pelos Escafandristas
“Escafandristas cantam Buarque” reúne 15 canções de Chico Buarque. Formado por Alice Passos (voz, flauta, violão e percussão), Luisa Lacerda (voz e violão), Renato Frazão (voz e baixo) e Thiago Amud (voz e violão), o quarteto Escafandristas foi criado em 2024, para celebrar os 80 anos do compositor.
Ouça agora em todas as plataformas digitais: https://orcd.co/escafandristascantamb...
Letra
FUTUROS AMANTES (CHICO BUARQUE)
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios no ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Ficha Técnica
Idealização: Alice Passos
Direção Musical: Thiago Amud
Direção Artística: Alice Passos
Produção: Escafandristas
Arranjo: Escafandristas
vozes: Luisa Lacerda e Renato Frazão
violões: Alice Passos e Thiago Amud
Citação: EU TE AMO (CHICO BUARQUE / ANTONIO CARLOS JOBIM)
------------------------------
JORNAL DA CULTURA | 15/08/2026
Jornalismo TV Cultura
O Cerco à Ilha e o Peso da Assimetria Global
Análise editorial sobre o debate geopolítico no Jornal da Cultura
A liberdade de expressão e a pluralidade de ideias, asseguradas como pilares inalienáveis pela Constituição Federal de 1988 (56:51), manifestaram-se de forma contundente na bancada do Jornal da Cultura em 15 de agosto de 2026 (4:53). O debate central orbitou o centenário de nascimento de Fidel Castro e o consequente colapso socioeconômico e energético que asfixia Cuba (5:51). Sob a égide do jornalismo crítico e independente, a análise dos convidados expôs as vísceras de uma assimetria internacional crônica (39:19).
O cerne da discussão jornalística destacou o bloqueio ao petróleo sem precedentes imposto pela Casa Branca (38:58), interpretado na bancada como o ressurgimento de um intervencionismo unilateral na América Latina (45:55). A contundência das críticas proferidas pelos analistas — ao classificarem as ações da liderança norte-americana como predatórias e prejudiciais aos indicadores sociais históricos da ilha (47:21) — reflete o compromisso constitucional com o debate franco, onde a contundência verbal serve de ferramenta para denunciar crises humanitárias e arbitrariedades institucionais no xadrez global (45:18).
Versão Estilo Artigo de Opinião (Padrão O Estado de S. Paulo)
Título: A Doutrina do Sufocamento e os Limites do Poder Unilateral
Subtítulo: Ao ressuscitar anacronismos intervencionistas na América Latina, Washington impõe flagelo humanitário a Cuba e testa as fronteiras do debate democrático global.
O xadrez geopolítico contemporâneo exige, mais do que nunca, o exercício de uma imprensa altiva, plural e blindada contra o conformismo diplomático, prerrogativa que o espírito constitucional de 1988 consolidou no ecossistema de ideias brasileiro (56:51). A recente cobertura do cenário cubano traz à tona não apenas o debate sobre a sobrevivência de um regime isolado (38:34), mas o impacto humano decorrente de decisões tomadas nos gabinetes da maior potência militar do planeta (39:19).
Ao analisarmos o bloqueio energético severo perpetrado pelos Estados Unidos contra Cuba (38:58), deparamo-nos com o colapso planejado de uma infraestrutura civil (38:34). As restrições severas ao abastecimento de combustíveis minaram o direito elementar de ir e vir da população (39:07), resultando em apagões sistemáticos e no desabastecimento generalizado de insumos básicos (39:57). Trata-se do resgate prático de preceitos intervencionistas que remontam à releitura hostil de velhas doutrinas de influência regional (46:03), agora personificadas em uma estratégia de asfixia econômica conduzida pela Casa Branca (38:58).
A contundência com que intelectuais e analistas independentes avaliam esse cenário na televisão pública — utilizando termos severos para qualificar a postura do Executivo norte-americano (47:39) — cumpre o papel sociopolítico da mídia: o de desmistificar a complacência internacional (47:07). Reduzir a cinzas indicadores sociais estruturados ao longo de décadas, como taxas controladas de mortalidade infantil e avanços na expectativa de vida (47:21), em nome de uma transição forçada de regime (45:28), configura uma agressão que transcende a divergência ideológica (39:19). O livre mercado de ideias deve condenar o estrangulamento de nações soberanas sob o peso de ambições eleitorais ou ressentimentos históricos (44:23).
Versão Compilada / Op-Ed Style (The New York Times)
Title: The Asymmetry of Suffocation: Washington’s Unilateral Siege of Cuba
Subtitle: A brutal energy blockade exposes the humanitarian costs of reviving historic interventionism in the Americas.
The borders of political dissent and media freedom, protected robustly under democratic frameworks (56:51), remain crucial when examining the real-world consequences of superpower diplomacy. As Cuba marks milestones amidst a severe economic breakdown (5:51), the international community is forced to confront the weaponization of economic policies by the White House (38:58), which has enacted an unprecedented energy blockade against the island (38:58).
The strategy deployed by Washington goes beyond traditional diplomacy; it targets basic infrastructure, causing near-perpetual blackouts and crippling the daily life of ordinary citizens (39:26). Independent political observers and global analysts point out that this aggressive posture represents a resurrection of historic interventionist doctrines (46:03), turning the region into a geopolitical chessboard where humanitarian considerations are sidelined (45:18).
To demand a complete collapse of a government by enforcing an artificial crisis (45:18)—effectively erasing public health metrics like low infant mortality rates and life expectancy achieved despite decades of isolation (47:21)—is being widely condemned by critical journalistic circles abroad (46:42). The aggressive unilateralism under current U.S. executive leadership (39:19) is viewed not as a triumph of democratic promotion, but as a cruel and disproportionate siege against a smaller neighbor (40:09).
Fidel Castro comenta erros do sistema socialista | 1990
Roda Viva
28 de nov. de 2021 #RodaViva
Os erros do socialismo e críticas ao sistema foram tema de questão para Fidel Castro, então presidente de Cuba, em edição de 1990 do #RodaViva.
Assista à íntegra do Roda Viva com Fidel Castro, exibida em março de 1990: https://goo.gl/IowcSA.
Líder da Revolução Cubana em 1959, Fidel permaneceu no poder por 49 anos. Em fevereiro de 2008, renunciou em nome do irmão, Raúl Castro. Ele faleceu na última sexta (25), em Havana, aos 90 anos.
https://youtu.be/znY9e1AFCvc
Roda Viva | Fidel Castro | 1990
Dublagem automática
Roda Viva
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário