segunda-feira, 10 de agosto de 2026

MANJARES

Caminhante, são teus passos o caminho e nada mais; Caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar. Ao andar se faz caminho, e ao voltar a vista atrás se vê a senda que nunca se voltará a pisar. Caminhante, não há caminho, mas sulcos de escuma ao mar. Antonio Machado Poema XXIX de Provérbios y Cantares @-;– Joan Manuel Serrat - Cantares (Directo Gira 2016) ([El Gusto Es Nuestro 20 Años]) Poema original, em espanhol: Caminante Caminante, son tus huellas el camino y nada más; Caminante, no hay camino, se hace camino al andar. Al andar se hace el camino, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar. Caminante no hay camino sino estelas en la mar. Antonio Machado Caminante, son tus huellas el camino y nada más; caminante, no hay camino, se hace camino al andar. Al andar se hace camino y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar. Caminante no hay camino sino estelas en la mar. Antonio Machado: «Poema XXIX», en Proverbios y Cantares Canteiros Fagner Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa Menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento Pode ser até manhã Cedo, claro feito o dia Mas nada do que me dizem Me faz sentir alegria Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois senão chega a morte ou coisa parecida E nos arrasta, moço, sem ter visto a vida Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa Menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento Pode ser até manhã Cedo, claro feito o dia Mas nada do que me dizem Me faz sentir alegria Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois senão chega a morte ou coisa parecida E nos arrasta, moço, sem ter visto a vida Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois senão chega a morte ou coisa parecida E nos arrasta, moço, sem ter visto a vida Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Mas a felicidade é Correm os meus dedos longos É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho São as águas de março fechando o verão É promessa de vida em nosso coração Eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza E deixemos de coisa, cuidemos da vida Pois senão chega a morte ou coisa parecida E nos arrasta, moço, sem ter visto a vida Composição: Fagner, Cecilia Meirelles.
"O amor puro é o reflexo do Criador em todas as criaturas. Brilha em tudo e em tudo palpita na mesma vibração de sabedoria e de beleza. É fundamento da vida e justiça de toda a Lei." Livro: Pensamento e Vida, ditado pelo espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. FUNDAMENTO
Vinha de luz — Emmanuel 172 Manjares Tema principal “Os manjares são para o ventre, e o ventre para os manjares; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros.” — Paulo. (1 CORÍNTIOS, 6.13) 1 O alimento do corpo e da alma, no que se refere ao pão e à emoção, representa meio para a evolução e não o fim da evolução em si mesma. 2 Há criaturas, no entanto, que fazem do prato e do continuísmo simplista da espécie, únicas razões de ser em toda a vida. Trabalham para comer e procriam sem pensar. 3 Quando se lhes fala do Espírito ou da eternidade, bocejam despreocupadas, quando não trocam, aflitivamente, de assunto. 4 Efetivamente, a satisfação dos sentidos fisiológicos é para a alma o amparo que o solo e o adubo constituem para a semente. Todavia, se a semente persiste em reter-se na cova para gozar as delícias do adubo, contrariando a Divina Lei, nunca se lhe utilizará a colaboração preciosa. 5 Valioso e indispensável à experiência física é o estômago. 6 Veneráveis e sublimes são as faculdades criadoras. 7 Urge, contudo, entender as necessidades do Espírito imperecível. 8 Esclarecimento pelo estudo, crescimento mental pelo trabalho e iluminação pela virtude santificante são imperativos para o futuro estágio dos homens. 9 Quem gasta o tempo consagrando todas as forças da alma às fantasias do corpo, esquecendo-se de que o corpo deve permanecer a serviço da alma, cedo esbarrará na perturbação, na inutilidade ou na sombra. 10 Para a comunidade dos aprendizes aplicados e prudentes, todavia, brilha no Evangelho o eloquente aviso de Paulo: — “Os manjares são para o ventre e o ventre para os manjares; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros.” Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. Amanhecer com Emmanuel – Lição 172 – Manjares – Vinha de Luz Caminante no hay Camino Cantares Joan Manuel Serrat Todo pasa y todo queda Pero lo nuestro es pasar Pasar haciendo caminos Caminos sobre la mar Nunca perseguí la gloria Ni dejar en la memoria De los hombres, mi canción Yo amo los mundos sutiles Ingrávidos y gentiles Como pompas de jabón Me gusta verlos pintarse De Sol y grana, volar Bajo el cielo azul, temblar Súbitamente y quebrarse Nunca perseguí la gloria Caminante Son tus huellas el camino y nada más Caminante, no hay camino Se hace camino al andar Al andar, se hace camino Y al volver la vista atrás Se ve la senda que nunca Se ha de volver a pisar Caminante, no hay camino Sino estelas en la mar Hace algún tiempo, en ese lugar Donde hoy los bosques se visten de espinos Se oyó la voz de un poeta gritar Caminante, no hay camino Se hace camino al andar Golpe a golpe, verso a verso Murió el poeta, lejos del hogar Le cubre el polvo de un país vecino Al alejarse, le vieron llorar Caminante, no hay camino Se hace camino al andar Golpe a golpe, verso a verso Cuando el jilguero no puede cantar Cuando el poeta es un peregrino Cuando de nada nos sirve rezar Caminante, no hay camino Se hace camino al andar Golpe a golpe, verso a verso Golpe a golpe, verso a verso Golpe a golpe, verso a verso Composição: Joan Manuel Serrat, Antonio Machado Ruiz.

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