Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
terça-feira, 18 de agosto de 2026
PRA QUE DISCUTIR COM MADAMO
SIMPATIA É QUASE AMOR
Morte de Getúlio Vargas
Morte de Getúlio Vargas, então 17.º presidente do Brasil, ocorreu em 24 de agosto de 1954, quando o mesmo cometeu suicídio com o disparo de um revólver calibre 32 no coração em seu próprio quarto, no Palácio do Catete, na cidade do Rio de Janeiro, então capital federal. A morte de Vargas ocorreu em um momento de grande instabilidade política no Brasil.[1]
O presidente, que havia retornado ao poder em 1951 após um período de exílio, enfrentava fortes oposições e acusações de corrupção em seu segundo governo, após o processo de impeachment ocorrido em junho do mesmo ano, rejeitado na Câmara dos Deputados, e o atentado da rua Tonelero, ocorrido no em 5 de agosto que visava matar o seu principal adversário, o jornalista Carlos Lacerda.[2][3]
Após o anúncio da morte do presidente, houve uma grande comoção nacional que envolveu ataques a sedes de jornal e a necessidade de Carlos Lacerda sair do país.[2]
A morte de Vargas marcou profundamente a história do Brasil, deixando um legado complexo e controverso. O presidente é considerado por muitos como um nacionalista que promoveu o desenvolvimento industrial do país e a defesa dos direitos dos trabalhadores. No entanto, seu governo também foi marcado por autoritarismo e repressão, especialmente durante o Estado Novo.[4]
"QUEM NASCE PRA OPORTUNISMO NÃO CHEGA AO ESTADITISMO, E MORRE NO OSTRACISMO."
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