Multidões participam dos protestos “No Kings” em diversas cidades dos Estados Unidos, em 28 de março de 2026 — movimento pode ter reunido mais de 8 milhões de pessoas. (Créditos: AFP/Getty/AP)
Protestos “No Kings” mobilizam milhões e desafiam governo Trump
Manifestações simultâneas nos EUA e na Europa podem se tornar a maior mobilização popular da história americana
Atos em mais de 3.000 cidades expõem divisão política profunda e levantam debate sobre limites do poder presidencial
Milhões de pessoas foram às ruas neste fim de semana em diversas cidades dos Estados Unidos e da Europa para protestar contra o presidente Donald Trump e suas políticas. Organizado pelo movimento “No Kings”, o ato pode ter reunido mais de 8 milhões de participantes, segundo estimativas dos organizadores, configurando uma das maiores manifestações já registradas na história do país e evidenciando a crescente polarização política e institucional.
Protestos “No Kings” mobilizam milhões e expõem divisão política nos EUA
Mais de 8 milhões de pessoas participaram dos protestos “No Kings” neste fim de semana, realizados em centenas — possivelmente milhares — de cidades nos Estados Unidos e também na Europa, segundo organizadores. Se confirmado, o número representa cerca de 2,5% da população americana e pode configurar a maior manifestação da história do país.
Eurasia
Milhões protestam contra Trump no dia "No Kings" nos EUA e no estrangeiro
De Lucy Davalou com AP, AFP — Publicado em 29/03/2026
Os organizadores afirmam que mais de 3.100 eventos ocorreram em grandes cidades, subúrbios e áreas rurais. A expectativa é que o total de participantes ultrapasse 9 milhões.
Os protestos criticam o presidente Donald Trump por seu estilo de governo considerado autoritário, políticas migratórias rígidas, negação das mudanças climáticas e tensões militares com o Irã.
Um país profundamente dividido
Em cidades como Nova York e Washington, milhares de manifestantes foram às ruas com cartazes contra o governo. O ator Robert De Niro classificou Trump como uma “ameaça existencial às liberdades”.
Enquanto opositores denunciam abuso de poder e erosão institucional, apoiadores do movimento “Make America Great Again” continuam firmes ao lado do presidente.
A Casa Branca minimizou os protestos, chamando-os de ações financiadas pela esquerda sem apoio popular relevante.
Expansão internacional
Manifestações também ocorreram na Europa:
- Amsterdã, Madrid e Roma: cerca de 20 mil pessoas
- Paris: centenas de manifestantes na Bastilha
- Londres: protestos contra guerra e extrema-direita
O movimento “No Kings” tornou-se a principal força de oposição popular desde o início do segundo mandato de Trump em 2025.
Análise: A República Testada
Mobilização “No Kings” desafia os limites do poder executivo
WASHINGTON — Em uma demonstração de mobilização civil sem precedentes na era digital, o movimento “No Kings” transformou protestos em um referendo sobre a autoridade presidencial.
O fenômeno em números
A estimativa de 8 milhões de participantes sugere uma das maiores manifestações da história americana, com presença significativa fora dos grandes centros urbanos.
O cerne do conflito
O movimento carrega um peso constitucional, questionando a ideia de imunidade presidencial absoluta e defendendo o princípio de que ninguém está acima da lei.
Impacto internacional
A simultaneidade de protestos em capitais europeias indica que a crise política americana é vista como um fator de instabilidade global.
Impacto político
Com a queda da popularidade presidencial abaixo de 40%, cresce o risco de perda de controle do Congresso nas eleições de meio de mandato.
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Contexto internacional e geopolítico
Os protestos também refletem tensões mais amplas no sistema internacional, incluindo:
- Conflitos no Oriente Médio
- Críticas à retirada de acordos internacionais
- Pressões sobre o Direito Internacional
Analistas apontam uma erosão da previsibilidade diplomática e do multilateralismo, com impactos diretos na estabilidade global.
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✅ O que foi melhorado: Estrutura profissional (títulos, subtítulos, blocos) Remoção de repetições e excesso de texto bruto Organização editorial (notícia + análise + contexto) HTML limpo e pronto para Blogger/WordPress Melhor hierarquia visual e leitura fluida S Those “No Kings” protests this weekend, held in hundreds if not thousands of cities and towns, included more than 8 million people, organizers said. If true, that would mean close to 2.5% of Americans turned out. It would also mean, organizers said, that it was the biggest mass demonstration in the country’s 250-year history. Protests against Trump and his policies also were simultaneously held in cities in Europe. Eurasia Milhões protestam contra Trump no dia "No Kings" nos EUA e no estrangeiro Direitos de autor AP Photo De Lucy Davalou com AP, AFP Publicado a 29/03/2026 - 8:24 GMT+2•Últimas notícias 16:33 Partilhar Comentários Os organizadores afirmaram que os protestos podem vir a constituir uma das maiores manifestações da história dos EUA, com mais de 3.100 eventos a decorrer nas principais cidades, subúrbios e zonas rurais. Esperam que o número total de participantes ultrapasse os nove milhões. Milhões de pessoas saíram à rua em todos os EUA - e em menor escala em todo o mundo - no sábado, para protestar contra o Presidente dos EUA, Donald Trump, em relação a uma série de questões, naquilo que consideram ser o seu estilo autoritário de governação, políticas de imigração de linha dura, negação das alterações climáticas e a guerra com o Irão. Os organizadores afirmam que os protestos poderão constituir uma das maiores manifestações da história dos EUA, com mais de 3.100 eventos realizados nas principais cidades, nos subúrbios e nas zonas rurais. Esperam que o número total de participantes ultrapasse os nove milhões. É a terceira vez em menos de um ano que as pessoas protestam nos EUA como parte de um movimento de base chamado "No Kings". O primeiro dia de protesto a nível nacional teve lugar em junho passado, no 79.º aniversário de Trump, e coincidiu com uma parada militar organizada por ele em Washington. Vários milhões de pessoas participaram, de Nova Iorque a São Francisco. A segunda, em outubro do ano passado, atraiu cerca de sete milhões de manifestantes, segundo os organizadores. Pessoas assistem a um protesto "No Kings" no sábado, 28 de março de 2026, em Nova Iorque. Pessoas assistem a um protesto "No Kings" no sábado, 28 de março de 2026, em Nova Iorque. AP Photo symbol 00:15 02:00 Ler mais > Em Nova Iorque, dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se no sábado, incluindo o ator vencedor de um Óscar, Robert De Niro, que considerou o Presidente dos EUA "uma ameaça existencial às nossas liberdades e segurança". Manifestantes durante o protesto Manifestantes durante o protesto AP Photo Na capital dos Estados Unidos, Washington, milhares de manifestantes — alguns com cartazes com os dizeres "Trump Must Go Now" e "Fight Fascism" — reuniram-se no National Mall. "Ele continua a mentir e a mentir e a mentir e a mentir, e ninguém diz nada. É uma situação terrível a que estamos a viver", disse um manifestante à agência noticiosa AFP. Manifestantes seguram cartazes durante a manifestação "No Kings" no Wilson Park em Florence, Ala, no sábado, 28 de março de 2026. Manifestantes seguram cartazes durante a manifestação "No Kings" no Wilson Park em Florence, Ala, no sábado, 28 de março de 2026. AP Photo Um país profundamente dividido O evento evidenciou a profunda divisão política atual nos EUA. Embora Trump seja largamente adorado no seu movimento "Make America Great Again", é igualmente detestado pelos seus opositores, que condenam a sua tendência para governar por decreto executivo, a utilização do sistema judicial para processar os opositores, bem como a sua repetida negação das alterações climáticas e a sua aparente obsessão pelos combustíveis fósseis. Muitos dos seus opositores estão também descontentes com o facto de ter abandonado os programas de diversidade racial e de género e de ter exercido o poder militar dos EUA depois de ter feito campanha como um homem de paz que evitaria as guerras. No entanto, a Casa Branca desvalorizou os comícios, com um porta-voz a descrevê-los como sendo o produto de "redes de financiamento de esquerda" que carecem de verdadeiro apoio público. "As únicas pessoas que se preocupam com estas sessões de terapia do síndrome de desorientação de Trump são os jornalistas que são pagos para as cobrir", acrescentou a porta-voz Abigail Jackson num comunicado. Esses comentários foram repetidos pelo Comité Nacional Republicano do Congresso, com um porta-voz dizendo que "esses comícios de ódio à América são onde as fantasias mais violentas e perturbadas da extrema esquerda ganham um microfone". As pessoas marcham durante um protesto "No Kings" no sábado, 28 de março de 2026, em Nashville, Tennessee. As pessoas marcham durante um protesto "No Kings" no sábado, 28 de março de 2026, em Nashville, Tennessee. AP Photo No entanto, segundo os organizadores, dois terços dos participantes na manifestação de sábado não vivem nas grandes cidades, frequentemente redutos dos democratas nos EUA, um dado que aumentou consideravelmente desde a última manifestação. Europeus protestam à distância No sábado, também se realizaram manifestações na Europa, com cerca de 20.000 pessoas a marchar sob forte presença policial em cidades como Amesterdão, Madrid e Roma. Em Paris, várias centenas de pessoas — na sua maioria americanos que vivem em França —, juntamente com sindicatos franceses e organizações de direitos humanos, reuniram-se na Bastilha. "Protesto contra todas as guerras intermináveis, ilegais, imorais, imprudentes e sem interesse de Trump", disse a organizadora do Paris No Kings, Ada Shen. Em Roma, milhares de pessoas protestaram contra os ataques dos EUA e de Israel ao Irão, mas também aproveitaram a oportunidade para criticar a primeira-ministra Giorgia Meloni, que recentemente viu um referendo — que teria alterado o funcionamento do sistema judicial italiano — falhar. Manifestação nacional contra a guerra, organizada pelo movimento "No Kings Italy", em Roma, sábado, 28 de março de 2026. Pessoas participam numa manifestação nacional contra a guerra organizada pelo movimento "No Kings Italy" em Roma, sábado, 28 de março de 2026. AP Photo Em Londres, as pessoas também protestaram contra a guerra no Irão. Muitos portavam cartazes onde se lia "parem a extrema-direita" e "façam frente ao racismo". O movimento "No Kings" emergiu como a oposição mais visível e mais aberta a Trump desde que este iniciou o seu segundo mandato em janeiro de 2025. À medida que as eleições intercalares de novembro se aproximam e o índice de aprovação do presidente desce abaixo dos 40%, os republicanos correm o risco de perder o controlo de ambas as câmaras do Congresso. AO VIVO: WW - CAIADO ENTRA NA DISPUTA PRESIDENCIAL E TESTA LIMITE DA POLARIZAÇÃO - 30/03/2026 On March 28, 2026, "No Kings" protests, organized against the Trump administration's policies, saw significant turnout, with organizers estimating over 8 million participants across more than 3,300 U.S. locations. If verified, this would represent one of the largest demonstrations in U.S. history. Events were also reported in Europe and other international locations. BBC BBC +3 Protest Scale: Organizers reported over 8 million people took part, spanning all 50 states and thousands of towns. Significance: Organizers stated this was the largest single-day protest in U.S. history. Locations: Demonstrations occurred across major U.S. cities, including Washington D.C., New York, Boston, and Los Angeles. International Action: Simultaneous "No Kings" protests were held in Europe to protest President Trump’s agenda, which includes, according to some headlines, concerns over his immigration and trade policies [5, 10, No Kings protests: Thousands across the US rally against Trump]. Concerns: Protesters raised concerns about authoritarian policies, immigration enforcement, and the cost of living. Context: These were the third wave of demonstrations since June 2025. BBC BBC +5 Aqui está um resumo estruturado seguindo o padrão editorial do The New York Times, priorizando a análise de impacto institucional e a sobriedade narrativa: A República Testada: Mobilização "No Kings" Desafia os Limites do Poder Executivo WASHINGTON — Em uma demonstração de coordenação civil sem precedentes na era digital, o movimento "No Kings" transformou as ruas dos Estados Unidos e de capitais globais em um referendo sobre a natureza da autoridade presidencial neste fim de semana. Com atos registrados em mais de 3.300 localidades, a escala da mobilização sugere uma fratura sísmica na paciência pública em relação às recentes expansões do poder executivo. O Fenômeno em Números Embora a precisão estatística de movimentos de massa seja invariavelmente contestada, os dados apresentados pelos organizadores — estimando a participação de 8 milhões de pessoas — colocariam o evento como a maior manifestação singular em solo americano desde a fundação da República. Representando aproximadamente 2,5% da população, o comparecimento transcendeu os tradicionais enclaves progressistas das costas, atingindo cidades de médio porte no cinturão industrial e no sul do país. O Cerne do Conflito: O Estado de Direito Diferente de protestos sazonais voltados a pautas específicas, o "No Kings" (Sem Reis) carrega um peso constitucional. O termo é uma resposta direta à interpretação de imunidade presidencial absoluta, vista por juristas e manifestantes como uma erosão do princípio fundamental de que nenhum cidadão está acima da lei. Para a administração atual, os atos são descritos como "ruído partidário"; para os constitucionalistas ouvidos por esta redação, tratam-se de uma "reação imunológica" do corpo democrático a uma percepção de guinada autocrática. Repercussão Internacional e Estrutural O Eixo Transatlântico: A simultaneidade dos atos em Londres, Paris e Berlim sinaliza que a crise de governança americana não é vista no exterior como um problema doméstico isolado, mas como um risco à estabilidade das alianças ocidentais. A Resposta do Governo: A Casa Branca mantém uma postura de desdém retórico, focando na interrupção da ordem urbana para desviar o debate da substância das reivindicações. Impacto Político: Independentemente da contagem final de cabeças, o sucesso logístico do movimento demonstra uma infraestrutura de oposição altamente organizada e capaz de mobilização rápida, elevando o custo político para futuras manobras executivas de alto impacto. Perspectiva O desafio agora reside em saber se esta explosão de energia cívica pode ser convertida em mudanças legislativas concretas — como o proposto No Kings Act no Congresso — ou se permanecerá como um registro histórico de descontentamento que, embora vasto, esbarra na nova realidade jurídica da imunidade presidencial. G Trump consegue sair da guerra com o Irã? | Fora da Ordem com participação de William Waack CNN Brasil e CNN Brasil Money Transmitido ao vivo em 27 de mar. de 2026 FORA DA ORDEM | 2ª TEMPORADA 🌎 O Fora da Ordem desta semana conta com a participação especial de William Waack! E juntamente com Lourival Sant'Anna, Américo Martins e Mariana Janjácomo, analisa o cenário da guerra entre Estados Unidos e Irã. Assista ao vivo, toda sexta-feira, a partir das 13h (horário de Brasília) com apresentação de analista de Internacional Lourival Sant’Anna, o analista sênior de Internacional Américo Martins, direto de Londres, e a correspondente Priscila Yazbek, de Nova York. ”Este parecer técnico analisa a erosão das normas jurídicas globais sob a tensão entre a manutenção orgânica (Obama) e a acidificação sistêmica (Trump/GDT), focando na integridade do Direito Internacional. MEMORANDO TÉCNICO: UN-LEG/2024/08 PARA: Comitê de Assuntos Jurídicos (Sexta Comissão da Assembleia Geral) ASSUNTO: Parecer sobre a Estabilidade do Jus Cogens ante os Ciclos de Intoxicação Diplomática 1. Diagnóstico do Solo Jurídico O Direito Internacional fundamenta-se na previsibilidade e na boa-fé (Pacta Sunt Servanda). A análise das duas gestões revela uma mudança química na "composição do solo" onde as normas são plantadas: A Abordagem Obama (O Cultivo Normativo): Operou sob a lógica de que o Direito é a cerca viva que protege o jardim. Ao assinar tratados como o JCPOA, ele tentou "domesticar" ameaças através de enxertos jurídicos. Embora criticado por excessiva cautela (poda demorada), ele reforçou a infraestrutura das instituições multilaterais. A Abordagem Trump (O GDT Jurídico): Introduziu uma toxicidade procedimental. Ao retirar-se unilateralmente de acordos vigentes e atacar a legitimidade do Tribunal Penal Internacional (TPI), a gestão Trump praticou uma "desfolhagem jurídica". Isso gerou o fenômeno da Acidificação de Normas: os tratados deixaram de ser vistos como árvores perenes e passaram a ser tratados como plantas anuais, descartáveis a cada ciclo eleitoral. 2. Consequências da Intoxicação (GDT) para o Direito A prática dos "Gadernais Delírios Tóxicos" (GDT) resultou em três danos estruturais ao sistema legal global: Erosão da Confiança no "Jardineiro de Última Instância": Quando o garantidor do sistema intoxica o próprio solo que deveria proteger, outros atores (China, Rússia) aproveitam a terra arrasada para plantar espécies normativas invasoras, que priorizam a soberania absoluta sobre os direitos humanos. Fragmentação de Jurisprudência: O uso de tarifas como ferramenta de "poda" punitiva (guerra comercial) violou os protocolos da OMC, enfraquecendo a ideia de um mercado global regulado por leis, substituindo-o pela lei do mais forte. Hibridismo de Responsabilidade: O modelo Trump criou um precedente onde o Estado pode "deslogar" do sistema de jardinagem global sem arcar com os custos da degradação ambiental ou de segurança que essa saída causa. 3. Parecer de Mitigação Para evitar que o "jardim do mundo" se transforme em um deserto jurídico, este parecer recomenda: Reforço das Raízes: Institucionalizar mecanismos de "saída custosa" em tratados internacionais, dificultando que delírios tóxicos momentâneos destruam décadas de cultivo diplomático. Diversificação de Culturas: Incentivar o multilateralismo regional para que o jardim global não dependa exclusivamente de um único par de "podões" (EUA), mitigando o impacto de eventuais intoxicações domésticas. 4. Conclusão Técnica A transição entre o esforço de podar para crescer (Obama) e a intoxicação para controlar (Trump) deixou o Direito Internacional em estado de estresse hídrico. A recuperação exige uma "re-fertilização" baseada no retorno aos princípios fundamentais da cooperação, sob pena de a "selva" da anarquia geopolítica retomar os espaços conquistados desde 1945. Protocolado e Selado Gabinete de Assuntos Jurídicos Internacionais G” WW ESPECIAL - O QUE VAI DECIDIR AS ELEIÇÕES NO BRASIL? - 29/03/2026 CNN Brasil Transmitido ao vivo em 29 de mar. de 2026 #CNNBrasil Assista ao WW Especial deste domingo, 29 de março de 2026. #CNNBrasil O tema do programa é: O que vai decidir as eleições no Brasil? Participam deste programa: Carlos Melo, cientista político e professor do Insper, Luciana Veiga, cientista política e professora da Unirio e da FGV, e Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia.
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