sábado, 7 de março de 2026

Monturo

“Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” — Jesus. (LUCAS, 14.35) Pão Nosso #121 - Monturo NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo Transmitido ao vivo em 8 de ago. de 2023 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier. 1 Segundo deduzimos, Jesus emprestou significação ao monturo. 2 Terra e lixo, nesta passagem, revestem-se de valor essencial. Com a primeira, realizaremos a semeadura, com a segunda é possível fazer a adubação, onde se faça necessária. 3 Grande porção de aprendizes, imitando a atitude dos fariseus antigos, foge ao primeiro encontro com as “zonas estercorárias” do próximo; entretanto, tal se verifica porque lhes desconhecem as expressões proveitosas. 4 O Evangelho está cheio do lições, nesse setor do conhecimento iluminativo. 5 Se José da Galileia ou Maria de Nazaré simbolizam terras de virtudes fartas, o mesmo não sucede aos apóstolos que, a cada passo, necessitam recorrer à fonte das lágrimas que escorrem do monturo de remorsos e fraquezas, propriamente humanos, a fim de fertilizarem o terreno empobrecido de seus corações. De quanto adubo dessa natureza precisaram Madalena e Paulo, por exemplo, até alcançarem a gloriosa posição em que se destacaram? 6 Transformemos nossas misérias em lições. Identifiquemos o monturo que a própria ignorância amontoou em torno de nós mesmos, convertamo-lo em adubo de nossa “terra íntima” e teremos dado razoável solução ao problema de nossos grandes males. Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. 121 Monturo
Eurípedes continuava no encargo voluntário da mãe.
Tito Bonvini | A CARIDADE SEGUNDO SÃO PAULO (PALESTRA ESPÍRITA) Comunhão Espírita de Brasília Transmitido ao vivo em 22 de out. de 2024 Palestras - Comunhão Espírita de Brasília Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao Necessidade de caridade, segundo S. Paulo 6. Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um címbalo que retine; – ainda quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. – E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria. A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; – não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade (S. PAULO, 1ª Epístola aos Coríntios, 13:1 a 7 e 13.) 7. De tal modo compreendeu S. Paulo essa grande verdade, que disse: Quando mesmo eu tivesse a linguagem dos anjos; quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios; quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. Dentre estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade. Coloca assim, sem equívoco, a caridade acima até da fé. É que a caridade está ao alcance de toda gente: do ignorante, como do sábio, do rico, como do pobre, e independe de qualquer crença particular. Faz mais: define a verdadeira caridade, mostra-a não só na beneficência, como também no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.
A sua coragem vence. A coragem bem empregada é incomparável força da vitória. As Voz de Rui Barbosa A História do Brasil - Prof. Daniel Jorge 28 de ago. de 2024 A única gravação conhecida de um Discurso de Rui Barbosa sobre a importância da mulher, onde Homenageia sua esposa Maria Augusta Viana Bandeira e filhas Maria Adélia Ruy Barbosa, Francisca Ruy Barbosa e Maria Luísa Vitória Ruy Barbosa. Gravação em cilindro de cera plástica feita pela extinta Casa Edson no final do Século XIX (década de 1890). O cilindro original pertence ao acervo pessoal do Professor Mauro Rosa. Um dos intelectuais mais conhecidos do final do Império Brasileiro e da Primeira Republica, amigo de Castro Alves, aluno do Barão de Macaúbas e conhecido do Imperador Dom Pedro II. Ainda estudante em São Paulo, estreou na tribuna popular defendendo um escravo contra seu senhor, em 1869, dois anos antes da Lei Rio Branco. Em 1885, no auge da campanha abolicionista, José do Patrocínio escreveu: "Deus acendeu um vulcão na cabeça de Ruy Barbosa" Um dos líderes do Movimento Republicano, Rui Barbosa foi designado por Deodoro da Fonseca como representante do nascente governo republicano, tornando-se um de seus principais organizadores, além de coautor da constituição da Primeira República Em 1890, D. Pedro II diz: "Nas trevas que caíram sobre o Brasil, a única luz que alumia, no fundo da nave, é o talento de Ruy Barbosa" Ruy Barbosa foi ainda o criador da primeira bandeira da República do Brasil republicano, inspirada na bandeira dos Estados Unidos, que foi adotada pelo governo provisório por quatro dias, sendo substituída pela atual flâmula brasileira. Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras (1897), ocupando a cadeira n.º 10, e seu presidente entre 1908 e 1919. Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (Holanda, 1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos Estados. Por sua atuação nessa conferência, recebeu do Barão do Rio Branco o epíteto de "O Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz do Tribunal Mundial, um cargo de enorme prestígio, que recusou. Fonte da Voz de Rui: • A mulher-texto inédito de Rui Barbosa sobr... Transcrição Poesia | Última Canção do Beco, de Manuel Bandeira Beco do Mota Milton Nascimento Clareira na noite, na noite Procissão deserta, deserta Nas portas da arquidiocese desse meu país Profissão deserta, deserta Homens e mulheres na noite Homens e mulheres na noite desse meu país Nessa praça não me esqueço E onde era o novo fez-se o velho Colonial vazio Nessas tardes não me esqueço E onde era o vivo fez-se o morto Aviso pedra fria Acabaram com o beco Mas ninguém lá vai morar Cheio de lembranças vem o povo Do fundo escuro o beco Nessa clara praça se dissolver Pedra, padre, ponte, muro E um som cortando a noite escura Colonial vazia Pelas sombras da cidade Hino de estranha romaria Lamento água viva Acabaram com o beco Mas ninguém lá vai morar Cheio de lembranças vem o povo Do fundo escuro o beco Nessa clara praça se dissolver Profissão deserta, deserta Homens e mulheres na noite Homens e mulheres na noite desse meu país Na porta do beco estamos Procissão deserta, deserta Nas portas da arquidiocese desse meu país Diamantina é o Beco do Mota Minas é o Beco do Mota Brasil é o Beco do Mota Viva o meu país Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento.
Reflexões poéticas e literárias ilustradas 📖✨ Um livro abre mundos. Uma sociedade revela espelhos. E a imaginação decide caminhos. “Não basta a cumplicidade apenas, mas a descoberta de um mundo que, com a posse do livro, será unicamente seu.” — António Lobo Antunes Entre pertencimentos e julgamentos: o erro dos “meus” vira desculpa, o erro dos “outros” vira crime. — Creomar de Souza No fim, resta a escolha: frustrar-se… ou lutar. 🌙 Lua vazia o dia inteiro. Palavra aberta. Sem front. Sem ponto. #Literatura #Reflexão #Palavra #Poética #Pensar Não basta a cumplicidade apenas, mas principalmente a descoberta de um mundo que, com a posse do livro, será unicamente seu. — António Lobo Antunes (1942–2026) Escritor português “A sociedade brasileira é literalmente refém da ideia de que: o errado feito por um dos meus é bom. Já o errado feito por um dos outros é crime.” — Creomar de Souza Cientista político brasileiro Tu decides de que maneira lidas com o que não dominas. Hoje tua imaginação te conduzirá, de forma inevitável, ao que anseias. Se te frustras com isso ou te motivas a lutar, essa será tua livre decisão. Decisões livres Data estelar: Lua vazia o dia inteiro À la Alá, ALA Tratado da Língua Portuguesa Por um “PROMPT” Sem front Sem ponto S Maria Bethânia Guerreira Guerrilha, de Reynaldo Jardim Marcio Debellian
Uma polifonia de vozes e memórias Escritor português, que morreu ontem aos 83 anos, fez da experiência colonial ponto de partida para uma reflexão sobre a condição humana em livros como Fado Alexandrino. O Estado de S. Paulo EREM CARLA 6 de março de 2026
"Escrever é um trabalho que se faz por paixão, com sacrifício, com muitas olheiras.É preciso que a gente sofra para que o leitor tenha prazer. E aprendi que os livros maus falam, os bons, ouvem."

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