sexta-feira, 6 de março de 2026

Ascensão política sem ascensão social

Casaco Marrom Trio Esperança
Ascensão sem transformação social no Brasil Ascensão política sem ascensão social Ascensão financeira sem ascensão política ou social Bananinhas e Petralhas Iés, uí rév bananas! De chapeiro no Texas a chanceler no Itamaraty De tratador de bichanos no zoológico paulista a gestor de legítima por direito
Um caso espetacular de ascensão política sem ascensão social. sexta-feira, 6 de março de 2026 Ele fala inglês, por José de Souza Martins Valor Econômico Um brasileiro fez um discurso em inglês, em Nova York, e foi aplaudido de pé. Dava a entender que o aplauso era pelo inglês, e não pelo conteúdo do discurso Manchete de uma chamada num desses canais eletrônicos, em dias passados, dizia que um brasileiro fizera um discurso em inglês, em Nova York, e fora aplaudido de pé. Dava a entender que o aplauso era pelo inglês, e não pelo conteúdo do discurso. Tive minha estreia na língua inglesa do modo mais estranho e humilhante. Foi pelo fim da década de 1940, quando minha família morava na roça, em Guaianases. Eventualmente vínhamos a São Paulo de trem. Na entrada da estação do Norte, no Brás, havia uma banca de jornal que exibia uma revista americana, com belas fotografias em preto e branco. Perguntei ao jornaleiro quanto custava a revista Life. “É Laife”, respondeu agressivamente. “Mas está escrito Life”, justifiquei-me. “Em inglês se escreve de um jeito e se fala de outro, seu tonto.” Quase no fim de minha adolescência, o meu melhor amigo era um baiano de Campo Formoso. De uma das muitas famílias de migrantes atraídos pelo começo do “boom” da indústria automobilística na região do ABC. Muitíssima gente vinda do Nordeste e todas definidas como baianas. Meu amigo fazia questão de diferençar os verdadeiros baianos, como ele, dos outros “baianos” que não o eram. Gostava de lembrar aos que o rodeavam nas conversas que Rui Barbosa era baiano, culto e inteligente, mais que a imensa maioria dos brasileiros. Tão inteligente que até fora à Inglaterra ensinar inglês aos ingleses. E tinha mais: em 1907, fora enviado à Segunda Conferência de Paz, em Haia, como representante do Brasil. Opusera-se com veemência à exclusão dos países menos influentes por parte das grandes potências. Ficou conhecido como o Águia de Haia. Aberta a sessão em que Rui deveria falar, deu-lhe o presidente a palavra. Ele perguntou: “Em que língua quereis que vos fale?”. “Fala na tua língua”, respondeu-lhe o presidente. Ele, então, fez um veemente discurso, em língua nheengatu, derivada do tupi antigo, sobre direito internacional. Falava inglês, mas era patriota. Tinha baixa estatura, mas o Romualdo esclarecia: “É nos pequenos frascos que estão as grandes essências”. Aí por 1955, realizou-se em São Paulo o 7º Congresso Mundial de Evangelismo. Alguns amigos e eu resolvemos acompanhar os cultos em diferentes igrejas. Imaginávamos que aquilo seria o inesperado. Ouviríamos inglês ao vivo, falado por gente de carne e osso, as bocas se abrindo na nossa frente. Comentava-se que os americanos fariam milagres, coisa que jamais havíamos visto. Acabamos descobrindo que o “mundial” do Congresso era principalmente texano. E todos os pregadores eram pentecostais. Além disso, foi uma descoberta, muitos deles falavam as bíblicas “línguas estranhas”, um dom do Espírito Santo. Não era para qualquer um. Para que os brasileiros entendessem as pregações, havia intérpretes que faziam a tradução do inglês para o português. Multidões compareceram aos diferentes templos em que tudo aquilo acontecia. Em alguns bairros, grandes tendas foram montadas, as tendas da cura divina. Hoje sei que São Paulo chegara à pós-modernidade antes de chegar ao mundo moderno. Dava para entender o moto paulista muito difundido: “São Paulo não pode parar”. Pressa de chegar ao depois sem chegar ao antes. Um senhor ao meu lado, numa dessas pregações, comentou com a mulher, depois que um dos americanos recebera o Espírito Santo e falara em língua estranha: “Agora, eu sei porque não sabemos o que Deus quer de nós: Deus fala inglês”. Após um mês de americanos espalhando inglês pela cidade e pelo subúrbio, os texanos foram embora. Algum tempo depois, começaram a surgir nas igrejas evangélicas pregadores brasileiros que falavam português de periferia com acentuado sotaque, pretensamente americano. Outros, aos pares, dividiam o trabalho. Um fazia a voz do Espírito Santo, em língua estranha, e o outro, com sotaque inglês, “traduzia”. Foi ficando claro para muitíssimos que Deus falava uma língua que podia ser traduzida. Diferentemente do Deus católico, que falava latim e não tinha tradução que só o padre sabia. Uma bobagem dessas talvez explique a expansão das igrejas e seitas evangélicas entre nós. O brasileiro que falou inglês em Nova York e foi aplaudido de pé é um que está refugiado nos EUA, sujeito a prisão se voltar ao Brasil. É um desses casos notáveis de ascensão social. Anos atrás emigrara para a América e fora trabalhar como chapeiro de hambúrguer numa lanchonete. Ouvi uma de suas falas daquela época. Seu inglês era muito pobre. A notícia de agora tem suas conexões explicativas. No caso de que seu irmão seja eleito presente da República, ele irá para o Itamaraty. Será o Barão do Rio Branco da pós-modernidade. Um caso espetacular de ascensão política sem ascensão social.
Parlamentares brigam em CPMI do INSS Lulinha, o problemão de Lula Por O Estado de S Paulo Da Gamecorp às suspeitas na investigação do INSS, o filho do presidente Lula reaparece em histórias mal explicadas e revive um problema político recorrente às vésperas de uma nova eleição A política tem o curioso hábito de criar personagens dos quais depois não consegue se livrar. Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tornou-se um desses casos. Há quase duas décadas, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reaparece no noticiário com incômoda frequência, quase sempre nos momentos menos convenientes para o pai e o partido que governam o País. Agora, às vésperas de mais uma disputa presidencial, Lulinha – dono de uma magnífica história que o fez saltar de monitor do Zoológico de São Paulo para empresário envolvido em negócios milionários – volta ao centro de histórias mal explicadas. Lembra, assim, que certos problemas políticos podem desaparecer por algum tempo, mas, quando são problemas de fato, raramente desaparecem de vez. Viram assombração. Desde o primeiro mandato de Lula, o nome de Lulinha simboliza uma dificuldade recorrente do lulopetismo: convencer a opinião pública de que relações entre poder político e negócios privados em torno da família presidencial são apenas coincidências. Foi então que o discreto biólogo deu um salto empresarial tão rápido quanto surpreendente, ao tornar-se sócio de uma empresa financiada por uma gigante das telecomunicações. Em circunstâncias normais, uma biografia empresarial assim despertaria curiosidade, quando não espanto. No singular universo lulopetista, porém, tentou-se apresentá-la como exemplo de meritório espírito empreendedor. Foi assim que nasceu a Gamecorp, agraciada com investimento milionário da Telemar, na época controladora da operadora Oi. O caso reuniu cabeludos indícios de trambiques e jamais foi plenamente explicado, mas parece claro que o sobrenome Lula revelou-se especialmente valioso, capaz de gerar oportunidades que dificilmente surgiriam para qualquer empreendedor comum. Na cosmologia de Brasília, todo acesso tem seu preço. Ao longo dos anos seguintes, o roteiro repetiu-se. O nome de Lulinha surgia em negócios variados e relações com personagens que orbitavam o poder político e econômico. Nada disso resultou em condenações judiciais. Tampouco veio acompanhado de explicações claras. Na política, essa combinação costuma bastar para manter suspeitas persistentes. E eis que surge o episódio das fraudes bilionárias no INSS. A investigação menciona mensagens em que investigados discutem pagamentos destinados ao “filho do rapaz”, expressão que a polícia tenta confirmar se seria referência ao filho do presidente. Há também suspeitas de relações empresariais entre Lulinha e personagens ligados ao esquema. A defesa do empresário nega irregularidades, mas o fato político permanece: mais uma vez o nome do filho do presidente aparece nas franjas de um escândalo. O detalhe mais revelador envolve o convite para uma viagem de negócios a Portugal, feito pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Segundo reportagem do Estadão, os dois teriam visitado instalações ligadas à produção de cannabis medicinal, ramo em que Antunes pretendia investir. Pode parecer trivial, mas em política raramente é. Passagens internacionais em primeira classe e agendas empresariais além-mar dificilmente são oferecidas por simples gentileza. Em geral representam investimento em acesso – no caso de Lulinha, acesso direto ao sobrenome mais poderoso da República. Ou um mimo para retribuir façanhas. Caberá à Justiça esclarecer as suspeitas. Politicamente, porém, o problema já está posto. Lula construiu sua trajetória afirmando representar o oposto das elites que confundem interesses privados e funções públicas. A história mostrou que o discurso não passou de engodo. É por isso que o chamado “fator Lulinha” seguirá como um problema político permanente para o presidente. O enredo volta ao palco, e o personagem muda de papel – ora empresário promissor, ora investigado circunstancial –, mas o roteiro segue o mesmo. Talvez seja injusto com o pai. Talvez seja apenas o destino de políticos poderosos. Mas há algo que parece incontornável. Lula sempre foi um assombro da política, para o bem e para o mal. E o fantasma que insiste em persegui-lo atende pelo apelido de sempre: Lulinha. A PARTE DOS HERDEIROS (LEGÍTIMA) NO TESTAMENTO - GOVERNANÇA JURÍDICA POR MATHEUS BONACCORSI Governança Jurídica 15 de jul. de 2023 #direitoempresarial #governancajuridica #matheusbonaccorsiadv “Parte legítima da herança”: será que o testador poderá inserir no testamento disposições para organizar, gravar e estruturar a sucessão de bens que fazem parte da parte legítima da herança (que são os 50% indisponíveis), ou será que o testador somente poderá regulamentar no testamento questões sobre bens pertencentes à parte disponível do seu patrimônio? Assista o vídeo até o final e fique por dentro deste assunto. gestor de legítima de herança No ordenamento jurídico brasileiro, não existe uma figura específica com o título "gestor de legítima". O termo legítima refere-se à metade dos bens de uma pessoa (50% do patrimônio) que é reservada por lei aos herdeiros necessários (descendentes, ascendentes e cônjuge/companheiro). Villela da Motta Advogados Villela da Motta Advogados +1 No entanto, a administração desse patrimônio durante o processo de divisão é exercida por figuras específicas: Responsáveis pela Administração da Herança Administrador Provisório: É quem detém a posse física dos bens logo após o falecimento e os gerencia até que o inventariante preste compromisso em juízo. Inventariante: Nomeado pelo juiz (no inventário judicial) ou escolhido pelos herdeiros (no inventário extrajudicial), é o responsável oficial por administrar o espólio (conjunto de bens), pagar dívidas e representar a herança em juízo até a partilha final. Testamenteiro: Pessoa designada pelo falecido em testamento para garantir que sua vontade seja cumprida. Embora cuide da parte disponível (os outros 50%), ele deve zelar para que a legítima dos herdeiros necessários não seja invadida. YouTube YouTube +4 Regras da Legítima Indisponibilidade: O dono do patrimônio não pode deixar mais de 50% de seus bens para pessoas que não sejam seus herdeiros necessários se estes existirem. Cálculo: A legítima é calculada sobre o valor dos bens existentes no momento da abertura da sucessão, abatidas as dívidas e as despesas do funeral. Adiantamento: Doações feitas em vida de pais para filhos ou entre cônjuges são consideradas "antecipação de legítima", devendo ser informadas no inventário (colação) para igualar as quotas dos herdeiros. YouTube YouTube +4 Para garantir que a divisão respeite os limites legais e evitar conflitos, é fundamental a orientação de um advogado especialista em sucessões. Você gostaria de saber como é feita a escolha do inventariante ou como funciona o cálculo exato da parte legítima em um caso específico? 07/03/2026 Sicário, capanga de Vocaro, teria atentado contra a própria vida na prisão, veja análise Meio . 8,8 mil visualizações . há 18h 5 de mar. de 2026 #vorcaro #master #corrupcao Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como matador de aluguel do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, teria atendado contra a própria vida na prisão. Veja as repercussões políticas da notícia com os jornalistas Flávia Tavares, Luiza Silvestrini e Pedro Doria em interação com o cientista político Antonio Lavareda. Um papo neste corte do Central Meio de 5 de março de 2026. Assista completo em: https://youtube.com/live/vq3peBDA2QEAs pesquisas, Pedro, raramente brigam com o bom senso.Antônio Lavareda (A.L.) Cientista político e social Acerca de pesquisa não registrada feita por ele no último final de semana. “Eu quero separar a crise eleitoral da crise institucional da Nova República.(A.L.)Eu acho que esse novo episódio vai levando a Nova República a um patamar de desgaste que torna, mais do que nunca, absolutamente imperioso que as pessoas responsáveis deste país, sobretudo as elites políticas e os formadores de opinião, como vocês e outros, parem para pensar.(A.L.)E provavelmente concluírem que esse sistema político está esgotado.(A.L.)Nós precisamos avançar para um modelo que previna, razoavelmente, a ocorrência de episódios como esse.(A.L.)
Um novo ciclo de desenvolvimento exige coragem, independência, responsabilidade e visão de futuro. MANIFESTO AO BRASIL. Eduardo Leite Pré-candidato do PSD à presidência do Brasil. psp Partido Social Democrático O Brasil já viveu momentos em que precisou escolher entre se render às circunstâncias ou redesenhar seu próprio destino. Em diferentes épocas, fizemos escolhas estruturantes: a consolidação da República, a industrialização do século XX, a Constituição que consolidou a democracia, o Plano Real que venceu a hiperinflação. Hoje, estamos novamente diante de um ponto de inflexão. O mundo atravessa uma reorganização profunda de poder. A globalização que impulsionou crescimento e integração nas últimas décadas cede espaço a uma disputa geopolítica aberta. Potências reorganizam cadeias produtivas, ampliam investimentos em defesa, protegem tecnologias estratégicas. A inteligência artificial inaugura uma transformação sem precedentes na escala e na velocidade, reorganizando o mercado de trabalho e a base produtiva do mundo. Nada na história econômica moderna se compara ao impacto que estamos prestes, muito em breve, a experimentar. O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução. Enquanto outras nações formulam estratégias para 20, 30, 50 anos, nós ainda discutimos o dia seguinte. No lugar de debater nossos desafios, ficamos discutindo desafetos. Falta uma agenda clara de país. O Brasil não tem um problema de potencial. O Brasil tem um problema de direção. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 1. O mundo mudou. E nós precisamos mudar com ele. Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos lideraram a construção de uma ordem baseada em comércio, integração e instituições multilaterais. Esse ambiente favoreceu países que souberam se abrir e se reformar. A Coreia do Sul, devastada nos anos 1950, transformou-se em potência tecnológica. A Irlanda, antes periférica na Europa, tornou-se polo global de inovação. A Estônia reinventou seu Estado digitalmente após a dissolução soviética. O Brasil também teve oportunidades. Mas preferimos, muitas vezes, proteger ineficiências em vez de ampliar competitividade. Durante ciclos de prosperidade internacional, não avançamos nas reformas estruturais necessárias. Desperdiçamos o boom demográfico e não elevamos de forma consistente nossa produtividade. Não preparamos adequadamente nossa juventude para o mundo digital. Hoje, o ambiente é bem mais duro. O desafio é maior. A disputa entre Estados Unidos e China reconfigura cadeias globais. A Europa fortalece sua autonomia estratégica. A inteligência artificial redefine trabalho, produtividade, eficiência, renda e poder econômico. O trem da história está passando. Não podemos nos comportar como espectadores. Temos ativos únicos: matriz energética majoritariamente limpa, abundância de água, terras férteis, biodiversidade, reservas de minerais estratégicos e posição geopolítica estável. Em um mundo que precisa de energia, alimentos e segurança ambiental, o Brasil pode ser protagonista, se agir com estratégia e visão de futuro, para além de um mero ciclo eleitoral. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 2. Governabilidade não é detalhe. É condição de futuro. Grandes transformações exigem um Estado funcional. A Alemanha pós-guerra reconstruiu sua economia com reformas institucionais profundas. O Chile dos anos 1990 consolidou estabilidade macroeconômica e previsibilidade regulatória. O Canadá reorganizou suas contas públicas nos anos 1990 para recuperar credibilidade. O Brasil precisa restaurar sua capacidade de decidir. Nossa fragmentação política, a instabilidade normativa e o excesso de judicialização corroem a confiança. Sem previsibilidade, não há investimento. Sem coordenação entre os Poderes, não há reforma estrutural. O reequilíbrio institucional e a igualdade de oportunidades também são fundamentais para que possamos enfrentar os privilégios do setor público e as diversas anomalias de funcionamento do Estado brasileiro. Lava jato, Banco Master, farra de emendas, penduricalhos corporativos, benefícios fiscais descontrolados são manifestações de uma sociedade onde poucos grupos de interesses se apoderaram do Estado em benefício próprio. Somente instituições sólidas, equilibradas e independentes podem enfrentar isso. Propomos um novo pacto pela governabilidade democrática. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. Reformas política e administrativa que reduzam dispersão, ampliem eficiência e fortaleçam a cultura de resultados. Combate permanente e institucional à corrupção e ao crime organizado, sem espetacularização, mas com inteligência, integração e firmeza. Precisamos reequilibrar as funções dos 3 poderes. Com diálogo, transparência e visão de país. Não faz sentido esperarmos resultados diferentes se nosso padrão não muda. Precisamos de uma nova lógica de funcionamento institucional e político que combinem responsabilidade fiscal, metas claras, avaliações constantes de desempenho e foco consistente em educação, segurança, saúde e crescimento econômico com proteção social para as famílias brasileiras. Não há desenvolvimento duradouro, confiança e liberdade em um ambiente de incerteza institucional. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 3. Responsabilidade fiscal é compromisso com os mais vulneráveis. O Plano Real ensinou ao Brasil que estabilidade não é tecnicismo, é proteção social. A inflação é o imposto mais perverso, porque atinge sobretudo os mais pobres. O mundo vive transição tecnológica acelerada, mas inovação não substitui disciplina fiscal. Países que ignoraram esse princípio, da Argentina recente à crise europeia do início da década passada, enfrentaram instabilidade e perda de soberania econômica. Nosso compromisso é claro: ajuste estrutural responsável, revisão de gastos ineficientes e ambiente tributário mais simples e justo. Responsabilidade fiscal não é agenda de mercado. É agenda de país. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 4. Produtividade é crescimento agora e justiça social de longo prazo. Não haverá inclusão sustentável sem crescimento sustentado. E não haverá crescimento sustentado sem produtividade. Pelo nosso rápido envelhecimento populacional, o tema do crescimento da nossa produtividade é ainda mais dramático em relação a outras nações do mundo. Enquanto países investiram maciçamente em capital humano e inovação, o Brasil permaneceu preso à burocracia, à infraestrutura insuficiente e à baixa integração global. Precisamos enfrentar o "mato alto" da ineficiência. Desburocratizar radicalmente. Digitalizar serviços públicos. Integrar sistemas. Criar ambiente regulatório previsível. Ampliar parcerias privadas em infraestrutura. Desonerar o crescimento. E, acima de tudo, colocar a educação básica no centro da estratégia nacional. O Capital humano se tornará ainda mais fundamental na era dos trabalhadores digitais, que revolucionam o mercado de trabalho em velocidade acelerada. Nenhuma nação se desenvolveu e enfrentou a desigualdade social sem investir de forma consistente na formação de sua gente. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 5. Inteligência artificial: ameaça ou oportunidade? A revolução da inteligência artificial tende a reduzir o custo da inteligência, ampliar produtividade e gerar novas formas de riqueza. Mas também pode concentrar renda e poder em escala inédita. A história mostra que revoluções tecnológicas ampliam desigualdades quando não são acompanhadas de políticas públicas inteligentes. Foi assim na Revolução Industrial. Pode ser assim novamente. O Brasil pode transformar essa disrupção em vantagem estratégica. Nossa energia limpa pode atrair infraestrutura digital global. Nossas reservas de minerais estratégicos podem integrar cadeias tecnológicas. Nossa juventude pode liderar inovação se tiver acesso à formação adequada e um ambiente estimulante de sua criatividade. Mas isso exige planejamento de longo prazo, regulação equilibrada das plataformas, investimento em inovação e pesquisa e políticas massivas de requalificação profissional. Não podemos reagir com medo. Precisamos responder com estratégia. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 6. Um Brasil de Oportunidades para reconstruir a confiança no futuro. A democracia é valor fundamental e um ativo que precisamos preservar e nutrir. Mas é, também, um sistema imperfeito que demanda soluções coletivas, exigindo diálogo, maturação e consensos. Muitas vezes seu ritmo se choca com a velocidade do mundo moderno. A frustração da classe média é fenômeno global. Nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina, muitos trabalham mais e sentem que avançam menos. Quando esforço não gera mobilidade, a confiança no sistema diminui. O Brasil precisa reconstruir essa expectativa de progresso. E isso passa, necessariamente, pela construção de mais oportunidades iguais para todos. Políticas sociais são ideais quando servem de ponte para autonomia. Inclusão produtiva, capacitação, acesso a crédito e segurança pública integrada são pilares para restaurar esperança. Sem estímulo e igualdade de oportunidades, desperdiçamos talentos e plantamos desesperança. Sem coesão social, qualquer projeto econômico se fragiliza. MANIFESTO AO BRASIL. 2026. 7. Um chamado à nossa responsabilidade histórica. Não estamos diante de uma eleição comum. Estamos diante da escolha entre continuar administrando polarizações ou inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento. Nossa geração tem responsabilidade histórica semelhante à de outras que enfrentaram hiperinflação, redemocratização ou industrialização. O Brasil já provou que é capaz de reformas difíceis quando compreende a gravidade do momento. A atual polarização tornou-se um fim em si mesma, o único projeto de país em discussão. Mas o que propomos não é meramente uma ruptura ideológica. É uma reconstrução estratégica. Menos improviso. Mais planejamento. Menos radicalismo. Mais responsabilidade. Menos disputa vazia. Mais projeto de nação. O Brasil pode ser um país estável em um mundo instável. Pode ser potência energética e ambiental. Pode ser protagonista tecnológico. Pode oferecer prosperidade com democracia. Pode ser novo, diverso, criativo e ousado na direção de uma nação que lidera o seu futuro. Mas isso não acontecerá por inércia. Exige liderança, coragem e compromisso com as próximas décadas - não apenas com o próximo ciclo eleitoral. MANIFESTO AO BRASIL. 2026.
É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país. Eduardo Leite Pré-candidato do PSD à presidência do Brasil. psd Partido Social Democrático EVINHA - CASACO MARROM Paulo Brasil 5 de out. de 2019 Autores: Gutemberg Guarabyra, Renato Corrêa Danilo Caymmi Dona de uma das mais belas e suaves vozes da Música Popular Brasileira, a cantora Evinha vem encantando o público há mais de 06 décadas, embalando a trilha sonora da vida de diversas pessoas ao redor do mundo! Nascida no Rio de Janeiro no dia 17 de setembro de 1951, Eva Correia José Maria é irmã de Ronaldo, Roberto e Renato, membros do conjunto Golden Boys (além do primo Waldyr), e ao lado dos irmãos Mario e Regina, integrou o Trio Esperança! Apesar da pouca idade, os irmãos do Trio Esperança primavam pela afinação e pela harmonia vocal, e despertaram a admiração do radialista e compositor José Messias, que indicou os garotos à gravadora Odeon! Precoce, a cantora Evinha começou a carreira em 1961, aos 10 anos de idade, fazendo muito sucesso à época da Jovem Guarda, sendo que em 1968 desligou-se do grupo para começar sua carreira solo! Em 1969, Evinha brilhou no IV Festival Internacional da Canção, classificando “Cantiga por Luciana” (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) em 1º lugar nas fases nacional e internacional do evento! Em 1977, participou de um disco de Paul Mauriat, e em seguida fez turnê pelo Japão e pela China - na mesma época, casou-se com o pianista da orquestra que acompanhava, Gerard Gambus, e passou a residir com ele em Paris! Nas últimas décadas, voltou regularmente a se apresentar com o Trio Esperança e com os irmãos do Golden Boys, relembrando clássicos de seu repertório, como ‘Teletema’ (de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar), ‘Casaco Marron’ (Danilo Caymmi, Guarabyra e Renato Corrêa), ‘Filme Triste’ (J. D. Loudermilk / versão: Romeu Nunes), ‘Que Bandeira’ (Marcos e Paulo Sérgio Valle), e ‘As Canções que Você Fez pra Mim’ (Roberto e Erasmo Carlos)! Nesta singela homenagem, ouçam a versão ao vivo de ‘Casaco Marrom’ (Danilo Caymmi, Guarabyra e Renato Corrêa), em que Evinha é acompanhada do brilhante violonista Nelson Faria - Oficial! Salve, Evinha! #evinha #trioesperanca #goldenboys #nelsonfaria #musicapopularbrasileira #somdoanimal Ver menos Som do Animal Privacy: Público Público facebook

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