Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 21 de março de 2026
Ouçam-nos
Daniele Trucco - Amor che ne la mente mi ragiona (feat. Serena Moine) - Testo di Dante Alighieri
"Tradução de “Amor, che ne la mente mi ragiona”
(de Dante Alighieri)
O Amor, que em minha mente discorre sobre minha dama com tanto desejo, move frequentemente em mim coisas sobre ela que o entendimento não consegue alcançar.
O seu falar soa tão docemente que a alma que escuta e o percebe diz: “Ah, infeliz de mim! eu não sou capaz de dizer o que ouço da minha dama!”
E certamente me convém deixar de lado, antes, se quero tratar daquilo que dela escuto, aquilo que o intelecto não compreende; e, mesmo do que se entende, grande parte deixo, pois não saberia dizê-lo.
Portanto, se meus versos tiverem falha naquilo que o intelecto não alcança, e mesmo naquilo que se entende, em grande parte, porque não sei expressar, não é de admirar: pois, se eu pudesse, falaria tão docemente que faria todo entendimento chorar de amor.
“Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.” — (LUCAS, 16.29)
1 A resposta de Abraão ao rico da parábola ainda é ensinamento de todos os dias, no caminho comum.
2 Inúmeras pessoas se aproximam das fontes de revelação espiritual, entretanto, não conseguem a libertação dos laços egoísticos de modo que vejam e ouçam, qual lhes convém aos interesses essenciais.
3 Há precisamente um século, n estabeleceu-se intercâmbio mais intenso entre os dois Planos, na grande movimentação do Cristianismo redivivo; contudo, há aprendizes que contemplam o céu, angustiados tão só porque nunca receberam a mensagem direta de um pai ou de um filho na experiência humana. 4 Alguns chegam ao disparate de se desviarem da senda alegando tais motivos. Para esses, o fenômeno e a revelação no Espiritismo evangélico são simples conjunto de inverdades, porque nada obtiveram de parentes mortos, em consecutivos anos de observação.
5 Isso, porém, não passa de contrassenso.
6 Quem poderá garantir a perpetuidade dos elos frágeis das ligações terrestres?
7 O impulso animal tem limites.
8 Ninguém justifique a própria cegueira com a insatisfação do capricho pessoal.
9 O mundo está repleto de mensagens e emissários, há milênios. 10 O grande problema, no entanto, não está em requisitar-se a verdade para atender ao círculo exclusivista de cada criatura, mas na deliberação de cada homem, quanto a caminhar com o próprio valor, na direção das realidades eternas.
Emmanuel
[1] [Essa lição foi psicografada em 1950, um século depois das primeiras manifestações que deram origem ao Espiritismo moderno. Vide: Espiritismo retrospectivo.]
116
Ouçam-nos
Pão Nosso #116 - Ouçam-nos
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 18 de jul. de 2023
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
"Vemos Eurípedes em pé entre dois senhores. À sua esquerda, seu cunhado José Rezende da Cunha, no bonde elétrico de Sacramento, em 1913. (Ver foto completa à pg. 9)."
"Meus caros irmãos e buscadores do progresso,
É com o espírito voltado às luzes da civilização e à fraternidade que me dirijo a vós. Se me permitem um breve relato sobre a instrumentalização do engenho humano em nossa amada Sacramento, recordo-me do laborioso período em que, investido na função de representante do povo, empenhei minhas humildes forças para que o progresso material caminhasse de mãos dadas com o aprimoramento moral.
Não víamos no Bonde Elétrico, inaugurado naquele memorável ano de 1912, apenas um mecanismo de ferro e eletricidade para o transporte de corpos. Para nós, aquela linha era uma artéria de integração, um símbolo da inteligência humana captando as forças da natureza — o fluido elétrico — para servir ao bem comum e diminuir as distâncias entre os corações.
Minha participação na Câmara Municipal e o diálogo constante com os idealistas daquela época não visavam a glória transitória, mas a convicção de que uma cidade iluminada e conectada é solo fértil para o florescimento das ideias e do ensino. O bonde que cruzava nossas ladeiras era, em minha visão, um mestre silencioso de pontualidade e ordem, demonstrando que, quando o homem se organiza sob a égide do trabalho e da ciência, o meio em que vive se transforma para melhor.
Que o brilho dessa eletricidade física nos recorde sempre da necessidade de mantermos acesa, em nossos íntimos, a luz do esclarecimento e da caridade cristã, os únicos trilhos que nos conduzirão, verdadeiramente, às estações da paz e do amor universal."
"Você gostaria que eu aprofundasse em algum detalhe técnico da Companhia de Força e Luz de Sacramento ou prefere focar no impacto que o bonde teve para os alunos do Colégio Allan Kardec?"
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO - Allan Kardec - Verdade Luz
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO - Allan Kardec
Fora da Igreja não há salvação - Fora da verdade não há salvação
8. Enquanto a máxima – Fora da caridade não há salvação – assenta num princípio universal e abre a todos os filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma – Fora da Igreja não há salvação – se estriba, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, porém numa fé especial, em dogmas particulares; é exclusivo e absoluto. Longe de unir os filhos de Deus, separa-os; em vez de incitá-los ao amor de seus irmãos, alimenta e sanciona a irritação entre sectários dos diferentes cultos que reciprocamente se consideram malditos na eternidade, embora sejam parentes e amigos esses sectários. Desprezando a grande lei de igualdade perante o túmulo, ele os afasta uns dos outros, até no campo do repouso. A máxima – Fora da caridade não há salvação consagra o princípio da igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos e, qualquer que seja a maneira por que adorem o Criador, eles se estendem as mãos e oram uns pelos outros. Com o dogma – Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e se perseguem reciprocamente, vivem como inimigos; o pai não pede pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o amigo pelo amigo, desde que mutuamente se consideram condenados sem remissão. É, pois, um dogma essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.
9. Fora da verdade não há salvação equivaleria ao Fora da Igreja não há salvação e seria igualmente exclusivo, porquanto nenhuma seita existe que não pretenda ter o privilégio da verdade. Que homem se pode vangloriar de a possuir integral, quando o âmbito dos conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se retificam as idéias? A verdade absoluta é patrimônio unicamente de Espíritos da categoria mais elevada e a Humanidade terrena não poderia pretender possuí-la, porque não lhe é dado saber tudo. Ela somente pode aspirar a uma verdade relativa e proporcionada ao seu adiantamento. Se Deus houvera feito da posse da verdade absoluta condição expressa da felicidade futura, teria proferido uma sentença de proscrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção, podem todos praticá-la. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independente de qualquer crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não diz: Fora do Espiritismo não há salvação; e, como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: Fora da verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria os antagonismos.
Fora Da Caridade Não Há Salvação
Viva com naturalidade.
Estar em paz com a vida é
nunca ofender o próprio
coração.
Estreou em 1 de jul. de 2023 MANTA
Testo di Dante Alighieri
Musica di @DanieleTrucco
Il brano è dedicato alla gentilissima Roberta, nell'anno, nel giorno e nell'ora.
Soprano: Serena Moine
Organo Francesco Vittino (1905) - Centallo
Chiesa di Santa Maria degli Angeli (Manta)
Per dettagli compositivi: https://danieletrucco.blogspot.com/20...
Colonna sonora del film “Carte scoperte: sguardi su Dante”. Regia di Corrado Vallerotti.
⚫️Instagram: / daniele.trucco
🔵facebook: / daniele.trucco.75
Daniele Trucco on Spotify:
https://open.spotify.com/artist/5OAgm...
A 700 anni dalla morte di Dante Alighieri dedicai il mio lavoro interamente al poeta fiorentino. Il tutto nasce come colonna sonora di un docu-film con la regia di Corrado Vallerotti promosso dal comune di Verzuolo (CN) e dedicato ai frammenti di un codice dantesco conservati presso il palazzo comunale.
L’idea iniziale doveva essere quella di procedere con la scrittura della musica di un testo breve, un sonetto o uno stralcio dalla divina Commedia. Poi il ricordo del passo del Purgatorio (‘Amor che ne la mente mi ragiona’ / cominciò elli allor sì dolcemente, / che la dolcezza ancor dentro mi suona. / Lo mio maestro e io e quella gente / ch’eran con lui parevan sì contenti, / come a nessun toccasse altro la mente. Pg. II 112-117) in cui Dante incontra il suo amico Casella mi ha condotto verso la canzone Amor che ne la mente mi ragiona tratta dal Convivio. Si tratta di una lode della donna, in questo caso simbolo della Filosofia, scritta una decina d’anni prima della stesura del trattato filosofico e adattata dal poeta in modo allegorico per l’occasione.
Queste le due strofe musicate:
Amor che ne la mente mi ragiona
de la mia donna disiosamente,
move cose di lei meco sovente,
che lo ’ntelletto sovr’esse disvia.
Lo suo parlar sì dolcemente sona,
che l’anima ch’ascolta e che lo sente
dice: "Oh me lassa! ch’io non son possente
di dir quel ch’odo de la donna mia!"
E certo e’ mi conven lasciare in pria,
s’io vo’ trattar di quel ch’odo di lei,
ciò che lo mio intelletto non comprende;
e di quel che s’intende
gran parte, perché dirlo non savrei.
Però, se le mie rime avran difetto
ch’entreran ne la loda di costei,
di ciò si biasmi il debole intelletto
e ’l parlar nostro, che non ha valore
di ritrar tutto ciò che dice Amore.
Canzone, e’ par che tu parli contraro
al dir d’una sorella che tu hai;
che questa donna che tanto umil fai
ella la chiama fera e disdegnosa.
Tu sai che ’l ciel sempr’è lucente e chiaro,
e quanto in sé, non si turba già mai;
ma li nostri occhi per cagioni assai
chiaman la stella talor tenebrosa.
Così, quand’ella la chiama orgogliosa,
non considera lei secondo il vero,
ma pur secondo quel ch’a lei parea:
ché l’anima temea,
e teme ancora, sì che mi par fero
quantunqu’io veggio là ’v’ella mi senta.
Così ti scusa, se ti fa mestero;
e quando poi, a lei ti rappresenta:
dirsi: "Madonna, s’ello v’è a grato,
io parlerò di voi in ciascun lato".
#danieletrucco #dantealighieri
Scheda tecnica: Clavia Nord Stage, Roland JX-8P, Korg Triton, Fireface 800, AKG C3000, Roland RD300, Logic Pro, Pianoforte a coda Schiedmeyer, Proteus.
https://www.youtube.com/watch?v=GPVQHO_7BI4
Canzone: “Amor, che ne la mente mi ragiona”
Canzone Two
Love, that speaks to me within my mind
With fervent passion of my lady,
Awakens often thoughts of her such that
My intellect is led astray by them.
His speech is filled with sounds so sweet
That then my soul, which hears and feels him, says:
“Alas, I lack the power to speak
Of what I hear about my lady!”
And surely I must leave aside, if I
Should wish to treat of what I hear of her,
That which my intellect does not conceive,
As well as much of what it understands,
Because I know not how I should express it.
And so if fault is found to mar my verse
Which undertakes the praise of her,
Cast blame on my weak intellect
And on our speech, which lacks the power
To say in words the things that Love relates.
The Sun that circles all the world
Sees nothing so gentle as at that time
When it shines upon the place where dwells
The lady of whom Love makes me speak.
Every Intelligence admires her from above,
And those down here who are in love
Still find her in their thoughts
When Love makes felt the peace he brings.
Her being so pleases God who gave it to her
That he endlessly instills in her his power
Beyond the point of nature’s measure.
Her pure soul,
Which takes from him this bliss,
Reveals him then in what she brings with her:
For among her beauties such things are seen
That the eyes of those on whom she shines
Send messengers to the heart, full of desire,
Which unite with air and turn to sighs.
Into her descends celestial power
As it does into an angel that sees him;
And if some gentle lady disbelieves this,
Let her walk with her and mark her gestures.
Here where she speaks a spirit
Comes down from heaven to testify
That this high worth which she possesses
Transcends whatever is allotted to us.
The graceful gestures that she displays
Contend with each other in calling on Love
In terms of speech that make him listen.
Of her it can be said:
Gentle is in woman what is found in her,
What most resembles her is beauty.
And we may say her countenance helps us
Regard as true what seems a miracle,
By which our faith is fortified:
For this she was ordained by eternity.
In her countenance appear such things
As manifest a part of the joy of Paradise.
I mean in her eyes and in her sweet smile,
For here Love draws them, as to himself.
They overwhelm our intellect,
As a ray of sunlight does weak vision;
And since I cannot fix my sight upon them,
I am content to say but little of them.
Her beauty rains down little flames of fire,
Enkindled by a gentle spirit,
Who is the creator of all good thoughts;
And like a lightning bolt they shatter
The inborn vices that make man vile.
And so let every woman who hears her beauty
Slighted for not seeming serene and humble
Gaze on her, the model of humility.
This is she who humbles every haughty person,
Conceived by him who set the heavens in motion.
My song, it seems you speak contrary to
Words spoken by a sister whom you have;
For this lady, whom you claim to be so humble,
She calls proud and disdainful.
You know the sky is always bright and clear,
and of itself is never clouded.
And yet our eyes, for many reasons,
Sometimes say a star is dim.
Likewise when she calls her proud,
She views her not according to the truth
But only as she seems to her.
For my soul was full of fear,
And still is, so much that everything I see
Seems proud, when she casts her gaze on me.
So excuse yourself, should the need arise;
And when you can, present yourself to her
And say: “My Lady, if it is your wish,
I will speak of you in every place.”
https://digitaldante.columbia.edu/text/library/the-convivio/
The Convivio by Dante ALIGHIERI read by Various Part 1/2 | Full Audio Book
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463 visualizações 18 de set. de 2019
The Convivio by Dante ALIGHIERI (1265 - 1321), translated by Philip H. WICKSTEED (1844 - 1927)
Genre(s): Lyric, Social Science (Culture & Anthropology), Medieval
Read by: Martin Geeson, inflected, Lucretia B., Algy Pug, Mary J, KHand, Leni in English
Parts:
Part 2 • The Convivio by Dante ALIGHIERI read by Va...
Chapters:
00:00:00 - 01 - Treatise I, Chapters 1-4
00:29:42 - 02 - Treatise I, Chapters 5-8
00:50:42 - 03 - Treatise I, Chapters 9-13
01:25:27 - 04 - Ode I
01:29:39 - 05 - Treatise II, Chapters 1-6
01:55:07 - 06 - Treatise II, Chapters 7-12
02:18:34 - 07 - Treatise II, Chapters 13-16
02:42:30 - 08 - Ode II
02:47:59 - 09 - Treatise III, Chapters 1-5
03:16:31 - 10 - Treatise III, Chapters 6-9
03:42:32 - 11 - Treatise III, Chapters 10-12
03:58:58 - 12 - Treatise III, Chapters 13-15
04:18:39 - 13 - Ode III
04:26:29 - 14 - Treatise IV, Chapters 1-5
05:01:29 - 15 - Treatise IV, Chapters 6-9
05:29:35 - 16 - Treatise IV, Chapters 10-13
05:54:59 - 17 - Treatise IV, Chapters 14-17
06:20:14 - 18 - Treatise IV, Chapters 18-22
06:45:37 - 19 - Treatise IV, Chapters 23-26
Convivio (The Banquet) is a work written by Dante Alighieri roughly between 1304 and 1307. This unfinished work of Dante consists of four trattati, or 'books': a prefatory one, plus three books that each include a canzone (long lyrical poem) and a prose allegorical interpretation or commentary of the poem that goes off in multiple thematic directions.The Convivio is a kind of vernacular encyclopedia of the knowledge of Dante's time; it touches on many areas of learning, not only philosophy but also politics, linguistics, science, and history. The treatise begins with the prefatory book, or proem, which explains why a book like the Convivio is needed and why Dante is writing it in the vernacular instead of Latin. It is one of Dante's early defenses of the vernacular, expressed in greater detail in his (slightly earlier) linguistic treatise De vulgari eloquentia (On Eloquence in the Vernacular). Books 2 and 3 form a unit, both focusing on Dante's new love after the death of Beatrice—his love for Lady Philosophy, 'the most beautiful and dignified daughter of the Emperor of the universe,' as he calls her. Book 2 discusses allegory and Lady Philosophy (in connection with the canzone Voi che 'ntendendo il terzo ciel movete [You who move the third heaven with an act of the intellect], which opens the book), and also brings such subjects as astronomy, angelology, and the soul's immortality. Book 3 is a hymn of praise for philosophy, launched by an allegorical interpretation of Dante's great canzone Amor che ne la mente mi ragiona (Love, who speaks to me in my mind). In this book, Dante asserts that true philosophy cannot arise from any ulterior motives, such as prestige or money—it is only possible when the seeker has a love of wisdom for its own sake. Book 4 is by far the longest of the Convivio, and is noticeably distinct from the two books that precede it. The subject of book 4 is the nature of nobility. It opens with the longest canzone of the Convivio, Le dolci rime d'amor (Those sweet poems of love), which is explicitly about gentilezza or nobility, as well as a condemnation of avarice, asserting that reason and the spirit of acquisition are mutually incompatible. The first half of book 4's thirty chapters are dedicated to debunking the false idea of nobility as an inherited trait, one restricted to the aristocracy, while the final fifteen chapters delineate what true nobility consists of—the perfection of a thing according to its nature—and how nobility manifests in people at various stages of life. The Convivio, in its autobiographical passages and in the trajectories of its lines of thought, gives us a rich portrait of Dante himself, of great importance for an understanding of his work as a whole, especially the Divine Comedy. - Summary by Wikipedia
More information: http://librivox.org/the-convivio-by-d...
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Iara (Rasga o Coração)
Vicente Celestino
Se tu queres ver a imensidão do céu e mar
Refletindo a prismatização da luz solar
Rasga o coração, vem te debruçar
Sobre a vastidão do meu penar
Rasga-o, que hás de ver
Lá dentro a dor a soluçar
Sob o peso de uma cruz
De lágrimas chorar
Anjos a cantar preces divinais
Deus a ritmar seus pobres ais
Sorve todo o olor que anda a recender
Pelas espinhosas florações do meu sofrer
Vê se podes ler nas suas pulsações
As brancas ilusões e o que ele diz no seu gemer
E que não pode a tia dizer nas palpitações
Ouve-o brandamente, docemente a palpitar
Casto e purpural num treno vesperal
Mais puro que uma cândida vestal
Hás de ouvir um hino
Só de flores a cantar
Sobre um mar de pétalas
De dores ondular
Doido a te chamar, anjo tutelar
Na ânsia de te ver ou de morrer
Anjo do perdão! Flor vem me abrir
Este coração na primavera desta dor
Ao reflorir mago sorrir nos rubros lábios teus
Verás minha paixão sorrindo a Deus
Palma lá do Empíreo
Que alentou Jesus na cruz
Lírio do martírio
Coração, hóstia de luz
Ai crepuscular, túmulo estelar
Rubra via-sacra do penar
Composição: Catulo da Paixão Cearense, Anacleto Medeiros.
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