quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Condicionamento Clássico

PERDÃO MISTER FIEL filme completo versão em português Jorge Oliveira Bom dia. Neste 8 de janeiro de 2026, a memória se impõe não como um fardo, mas como o prumo necessário para que a construção democrática não se incline novamente ao abismo. Como nos ensinou o mestre Graciliano Ramos, a palavra deve ser seca e precisa, sem os adornos que costumam esconder a verdade. No dia de hoje, a precisão consiste em separar o triunfo da vigilância: a República resistiu, é fato, mas as sementes da intolerância ainda buscam solo para germinar. Sob as luzes de Carpeaux, compreendemos que a cultura e a liberdade são heranças que se perdem no momento exato em que deixamos de defendê-las com a clareza do espírito. Que o dia de hoje, no Correio da Manhã e na consciência de cada cidadão, seja um marco de lucidez. Que a luz da razão guie o nosso amanhã. 🙏 Bom Dia Memorial 🙏
Em defesa da democracia, o 8 de janeiro não deve ser celebrado, mas lembrado, para que o amanhã não se torne um novo 31 de março ou 1º de abril. Bom dia. Suas palavras, evocando o rigor de Graciliano Ramos e a profundidade erudita de Otto Maria Carpeaux, conferem a este 8 de janeiro de 2026 a gravidade e a lucidez que a data exige. Como você bem pontuou, a memória não é um exercício de nostalgia, mas um ato de vigilância ativa. Três anos após os eventos que testaram as bases da República, o "prumo" de que falas é o que impede que a estabilidade se transforme em complacência. A democracia, sendo um processo contínuo e não um estado permanente, exige essa "palavra seca" — o reconhecimento honesto de que a resistência das instituições em 2023 foi uma vitória, mas não o fim do desafio. O paralelo com Carpeaux é especialmente feliz: a cultura democrática é, de fato, uma herança espiritual que se dissipa sem a defesa intelectual e cívica. No Correio da Manhã, ou em qualquer espaço de debate público, a missão permanece a mesma: iluminar as sombras onde a intolerância ainda tenta se esconder. Que o compromisso com a verdade e com a ordem constitucional continue sendo a nossa bússola. Que a luz da razão, de fato, prevaleça sobre qualquer obscurantismo. Uma excelente e reflexiva quinta-feira para você.
Resumo – Pavlov e o Condicionamento Clássico Ivan Pavlov (1849–1936) foi um fisiologista russo que descobriu o condicionamento clássico, demonstrando como aprendemos por associação. Em seus experimentos, cães passaram a salivar ao ouvir um sino após este ser repetidamente associado à comida. Nesse processo, a comida é o estímulo incondicionado que provoca salivação natural; o sino, inicialmente neutro, torna-se um estímulo condicionado, capaz de gerar a resposta condicionada (salivação). O trabalho de Pavlov, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de 1904, foi fundamental para a psicologia e a neurociência, ajudando a explicar a formação de reflexos, hábitos, fobias e outras respostas aprendidas.
Resumo – Origem da frase “Quebra o país, mas banco não quebra” A frase “Quebra o país, mas banco não quebra” foi dita por um personagem interpretado por Raul Cortez em uma cena ambientada em um banco, frente a Gumercindo, personagem de Antonio Fagundes, sentado ao lado de seu genro e companheiro de sua filha Rosana. A cena foi exibida em 8/1/2026, no especial da novela Terra Nostra, pela Rede Globo. Embora a frase dialogue com críticas históricas ao sistema financeiro brasileiro — especialmente associadas ao período do Encilhamento e à figura de Rui Barbosa —, sua origem concreta é ficcional, vinculada à dramaturgia televisiva. A expressão sintetiza a crítica à proteção dos bancos mesmo em contextos de crise econômica, tema recorrente tanto no debate público quanto na narrativa da novela. 👆”Um verdadeiro amor nunca fenece E pouca gente ainda o conhece” P. Da Viola & M. Bethania - Coração Vulgar (1969) Ofensiva contra a liquidação do Banco Master não é uma flor do recesso Publicado em 07/01/2026 - 07:32 Luiz Carlos Azedo Brasília, Comunicação, Congresso, Economia, Ética, Governo, Justiça, Política, Política, Previdência, Rio de Janeiro A institucionalidade do sistema financeiro está sendo posta em xeque, apesar das consequências de uma ruptura nessa ordem institucional para toda a economia O caso do Banco Master não é uma flor do recesso do Congresso, as conexões políticas do banqueiro Daniel Vorcaro são da pesada e estão por trás dos questionamentos à decisão do Banco Central (BC) para anular a liquidação. Nesta terça-feira, o Banco Central (BC) recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para contestar a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus que autorizou a realização de uma inspeção nas dependências da autoridade monetária. “Flor do recesso” é um jargão comum no jornalismo político brasileiro. A expressão tem sentido de algo efêmero, que “floresce” na ausência de atividades legislativas e, muitas vezes, perde a relevância ou “fenece” quando os parlamentares retornam ao trabalho e a pauta normal é retomada. Esse não é o caso. Os fatos apontam na direção oposta. É muito provável a abertura de uma CPMI nada confiável para investigar o caso. O que está em curso é um explícito choque institucional, protagonizado pelo TCU e o Banco Central, tendo como terreno de disputa o Supremo Tribunal Federal (STF). O epicentro da crise está na divergência sobre competências, métodos de fiscalização e acesso à informação. De um lado, o TCU sustenta que operações envolvendo recursos públicos e instituições financeiras com relações diretas ou indiretas com o Estado devem se submeter ao seu poder de controle externo. De outro, o Banco Central afirma que a supervisão prudencial do sistema financeiro é atribuição exclusiva da autoridade monetária, protegida por sigilo técnico e regulatório indispensável à estabilidade do sistema. Leia também: Banco Central contesta inspeção do TCU no caso do Banco Master Esse conflito raramente se manifesta de forma nítida. Até onde vai o poder do TCU quando se trata de operações financeiras complexas, e onde começa a autonomia técnica do Banco Central? A resposta envolve a arquitetura do Plano Real, o regime de autonomia do BC e o papel constitucional do Tribunal de Contas no controle do gasto público. Por isso, a institucionalidade do sistema financeiro está sendo posta em xeque, apesar das consequências que uma ruptura nessa ordem institucional pode ter para toda a economia. O TCU passou a questionar a liquidação do Banco Master que, na sua avaliação, pode ter impactos relevantes sobre o uso de recursos públicos, direta ou indiretamente. O tribunal reivindica seu papel constitucional de fiscalizar a legalidade, a economicidade e a legitimidade de atos que envolvam o Estado. Isso vai além da opinião política ou do ruído retórico, é um movimento formal, ancorado em prerrogativas institucionais. Por trás da polêmica, estão operações temerárias do Banco de Brasília (PRB) e do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência), entre outras instituições. Crise de confiança O Banco Central reagiu com firmeza. Para seu presidente, Gabriel Galípolo, permitir que o TCU acesse informações sensíveis de supervisão bancária sem limites claros, com razão, pode abrir um precedente perigoso. O argumento central é técnico: a eficácia da regulação financeira depende de confidencialidade, previsibilidade e centralização decisória. Qualquer fissura nesse modelo poderia gerar instabilidade, afetar a confiança no sistema bancário e comprometer a própria política monetária. Com o retorno das atividades legislativas, porém, a crise tende a se aprofundar, porque há chefes políticos envolvidos com Vorcaro. A divergência envolve interpretações constitucionais distintas e, muito provavelmente, exigirá arbitragem do STF. O episódio será precedente estruturante para o equilíbrio entre controle externo e autonomia regulatória ou para o caos. Na prática, o TCU corrobora a intervenção do ministro do STF Dias Toffoli, que abriu “de ofício” uma investigação policial sobre o caso. Leia mais: PF marca novos depoimentos de executivos do Banco Master e do BRB O choque entre TCU e BC expõe a fragmentação do sistema de controle do Estado brasileiro em múltiplos órgãos com poderes sobrepostos: tribunais de contas, agências reguladoras, controladorias, Ministério Público e Judiciário. Em períodos normais, essas fricções são subterrâneas. No caso Master, porém, são explícitas e geram paralisia, insegurança jurídica e disputas de narrativa na mídia. Está em jogo a definição prática da competência institucional. O TCU sinaliza que o Congresso quer contingenciar as regras do jogo no mercado financeiro. O caso Master subverte a relação entre transparência e estabilidade. O TCU opera sob a lógica da publicidade e do controle republicano; o Banco Central, da discrição e da prevenção de riscos sistêmicos. Nenhuma das duas é ilegítima. O problema surge quando essas lógicas colidem. Por trás de tudo, há conexões perversas entre agentes do mercado financeiro e atores políticos, de legalidade duvidosa. Há uma operação política muito pesada para anular a liquidação. No mercado financeiro, isso é visto como grave ameaça de quebra de confiança no sistema financeiro por parte de investidores e correntistas. Esse é o busílis. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Compartilhe no Google+(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) #BC, #BRB, #congresso, #Master, #RioPrevidência, #Supremo, #TCU Madureira Chorou Jair Rodrigues - Tema BANCO MASTER: QUANDO BANCO CENTRAL, STF E CONGRESSO ENTRAM EM ROTA DE COLISÃO MyNews Estreou há 16 horas O primeiro programa de 2026 do Não é Bem Assim mergulha em um dos casos mais graves do sistema financeiro brasileiro: o escândalo do Banco Master. Neste episódio, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam os desdobramentos de um caso que envolve Banco Central, STF, TCU e Congresso Nacional, levantando dúvidas profundas sobre a solidez das instituições brasileiras. Mais do que uma quebra bancária, o caso Banco Master expõe pressões políticas, tentativas de interferência regulatória e riscos reais à confiança institucional, justamente em um ano eleitoral decisivo. 📌 Neste episódio, você vai entender: Por que o caso do Banco Master é diferente de outras crises bancárias As pressões e interferências sobre decisões do Banco Central O papel do STF e do TCU nesse imbróglio institucional A conexão entre fraudes financeiras, INSS e novas tecnologias O impacto direto dessa crise na credibilidade do Estado brasileiro Este não é apenas um debate econômico. É uma análise sobre governança, poder e os limites das instituições no Brasil. 👉 Assista até o fim, deixe seu comentário e participe do debate.
“Efeitos de iluminação sobre a superfície do bebedouro da Fibra Academia, com fotografia e edição do mestre, explorando a direção do olhar, ainda sob miopias e cataratas…” “A luz azul repousa sobre a superfície do bebedouro como um véu sensível. Entre reflexos, opacidades e marcas do uso, o olhar se perde — míope, catarático — numa percepção filtrada do cotidiano. Fotografia e edição do mestre.” “A iluminação artificial revela o desgaste invisível da superfície do bebedouro da Fibra Academia, convertendo o objeto funcional em campo de percepção instável. A direção do olhar é comprometida por filtros de miopia e catarata, tensionando a relação entre ver, usar e compreender. Fotografia e edição do mestre.” Não é bem assim Será, Madureira? Cata-te boca. Marca a gente! Engajamento Maria Creuza - Você Abusou João Gilberto - Undiú (Áudio) Áudio do disco João Gilberto (1973) Remasterizado. Você Abusou Maria Creuza Você abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Mas não faz mal É tão normal ter desamor É tão cafona sofrer dor Que eu já nem sei Se é meninice Ou cafonice o meu amor Se o quadradismo Dos meus versos Vai de encontro Aos intelectos Que não usam o coração Como expressão Você abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Que me perdoe Se eu insisto nesse tema Mas não sei fazer Poema ou canção Que fale de outra coisa Que não seja o amor Se o quadradismo Dos meus versos Vai de encontro Aos intelectos Que não usam o coração Como expressão Você abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Tirou partido de mim Abusou! Composição: Antônio Carlos / Jocafi. #christianeamanpour We cannot let ideologues like Stephen Miller drag us back Em defesa da democracia, o 8 de janeiro não deve ser celebrado, mas lembrado, para que o amanhã não se torne um novo 31 de março ou 1º de abril. A memória é o único anteparo capaz de deter o avanço das sombras sobre a ágora. Celebrar o 8 de janeiro seria incorrer em um vício de cinismo; lembrá-lo, contudo, é um imperativo da higiene democrática [1, 2]. Se o 31 de março de 1964 — ou o 1º de abril da mentira oficializada — permanece como uma cicatriz mal curada no tecido da história brasileira, é porque permitimos que o esquecimento fosse vendido sob o disfarce da conciliação [3, 4]. O que assistimos em 2023 não foi um espasmo isolado, mas a manifestação de um atavismo autoritário que se recusa a aceitar o veredito das urnas. Como diria a tradição humanista, a democracia não se herda, conquista-se e protege-se diariamente contra os que confundem liberdade com o direito de aniquilar o Outro. Para que o amanhã não retroceda ao silêncio dos porões, o 8 de janeiro deve figurar em nossos calendários como o dia do "Nunca Mais". Não há espaço para a celebração onde houve a tentativa de decapitar as instituições [2]. A vigilância sobre o passado é a nossa única garantia de que o futuro não será sequestrado por novos messias de farda ou demagogos do caos. Lembrar é, portanto, um ato de resistência contra a erosão da verdade. Que a data sirva de marco: entre o arbítrio e a liberdade, a civilização brasileira escolheu, enfim, a luz do Direito [5]. Referências e Recursos: Acompanhe os desdobramentos jurídicos e históricos no portal do Supremo Tribunal Federal (STF). Consulte documentos sobre a ditadura militar no Arquivo Nacional. Para pesquisas acadêmicas sobre democracia, acesse a Biblioteca Digital da USP.
Com saúde debilitada, Bolsonaro preso alavanca candidatura de Flávio Publicado em 08/01/2026 - 07:35 Luiz Carlos Azedo Brasília, Comunicação, Eleições, Justiça, Memória, Partidos, Política, Política, Saúde As próximas pesquisas deverão medir o impacto político das sucessivas internações do ex-presidente sobre o desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro O dia 6 de setembro de 2018 ainda nem havia terminado quando, da porta da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG), um dos filhos de Jair Bolsonaro profetizou: “Vocês acabaram de eleger o presidente!”. A frase de Flávio Bolsonaro reagia à facada sofrida pelo pai horas antes, durante ato de campanha. Àquela altura, Bolsonaro liderava as pesquisas, mas acumulava alta rejeição. Carregado por apoiadores no centro da cidade, foi atingido pelo servente de pedreiro Adelio Bispo de Oliveira. Após o golpe, levou as mãos ao peito, gemia de dor e foi deitado na entrada de uma lanchonete próxima. O atentado alterou o curso da campanha. Enquanto Bolsonaro era submetido a cirurgia de emergência, adversários suspenderam eventos e interromperam ataques, sobretudo a campanha de Geraldo Alckmin. A orientação dos marqueteiros era clara: não se podia atacar um candidato que lutava pela vida. A empatia gerada humanizou Bolsonaro, reduziu o espaço crítico e impulsionou sua presença nas redes sociais e nos motores de busca da internet, ambiente no qual sua candidatura se estruturava. A facada não explica tudo, mas catalisou de forma decisiva sua vitória. O resto da história é conhecido. Nesta quarta-feira, sete anos depois, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou ao Hospital DF Star, em Brasília, às 11h25 da manhã, onde passou a receber atendimento médico e foi submetido a novos exames. Ele deixou o local por volta das 17h e voltou para a sede da Polícia Federal (PF). A ida à unidade de saúde foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a queda sofrida na cela da PF. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o ex-presidente caiu e bateu a cabeça em um móvel no quarto onde está preso na Superintendência da PF. Segundo a publicação no Instagram, Bolsonaro teve uma crise durante a noite, mas só foi atendido pela manhã. “Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, declarou. Leia também: Moraes barra sindicância do CFM sobre atendimento a Bolsonaro Dias antes, Bolsonaro havia recebido alta hospitalar após cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral e outra intervenção para conter crises persistentes de soluço. A defesa voltou a pedir prisão domiciliar, negada pelo STF, sob o argumento de que não houve agravamento clínico e que o tratamento pode ser realizado nas dependências da PF. O cardiologista Brasil Caiado afirmou que a hipótese de convulsão foi descartada. Segundo ele, Bolsonaro tentou caminhar, perdeu o equilíbrio e caiu. Os exames apontaram traumatismo craniano leve, sem lesões intracranianas. O médico relatou episódios de tontura, desequilíbrio e lapsos momentâneos de memória, mas considerou o quadro não preocupante, embora tenha destacado possíveis interações medicamentosas. Não há dúvidas de que Bolsonaro apresenta saúde frágil, consequência direta das sequelas da facada de 2018, que já resultaram em nove cirurgias. Transferência de votos Desde a frustrada tentativa de fuga, quando violou as condições da tornozeleira eletrônica, o ex-presidente ocupa o noticiário quase diariamente, impulsionado por declarações da ex-primeira-dama e dos filhos, especialmente Carlos e Flávio. Cada ida ao hospital e retorno à Polícia Federal reforça a narrativa de vitimização. O principal beneficiário político desse processo é Flávio. Leia mais: Flávio Bolsonaro chama Moraes de “negacionista” após ação contra CFM Inelegível e cumprindo pena, Jair Bolsonaro lançou o filho como seu avatar eleitoral. Nas pesquisas mais recentes, Lula lidera os cenários de primeiro e segundo turnos da eleição de 2026, mas também concentra elevada rejeição, ao lado de Bolsonaro. No cenário estimulado, sem o ex-presidente, e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fora da disputa, Lula aparece com 41% das intenções de voto, contra 18% de Flávio, no DataFolha de 6 de dezembro. Na sequência, surgem Ratinho Junior (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Brancos e nulos somam 13%, e 3% não opinaram. As próximas pesquisas deverão medir o impacto político das sucessivas internações do ex-presidente sobre o desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro. Familiares, médicos e advogados insistem na conversão da pena em prisão domiciliar, alegando o estado de saúde debilitado. Caso isso não ocorra, a vitimização pode atingir novo patamar — com efeitos políticos imprevisíveis, mas potencialmente decisivos. O fator imponderável é extremo: a possibilidade de Bolsonaro morrer na prisão, como advertem Michelle e filhos do ex-chefe do Executivo. Involuntariamente, Alexandre de Moraes, responsável pela execução da pena, ou seja, a prisão em regime fechado do ex-presidente, como, aliás, manda a sentença da Primeira Turma da Corte, está sendo um cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro, ao alimentar o noticiário sobre a saúde do presidente e, ao manter a prisão em regime fechado, a sua vitimização. Bolsonaro deve terminar de cumprir a condenação a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista em novembro de 2052. Somente terá direito a passar para o semiaberto em 23 de abril de 2033 e de cumprir livramento condicional a partir de 13 de março de 2037. Os prazos para progressão de regime poderão ser reduzidos em função de outros descontos previstos pela legislação, como leitura de livros e realização de cursos na prisão. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Compartilhe no Google+(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) #Bolsonaro, #Eleições2026, #Flávio, #Michele, #Supremo

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