Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
domingo, 28 de junho de 2026
Velhice e conhecimentos
Usos e abusos do trumpismo - A face política do trumpismo se delineia numa reatualização da Doutrina Monroe mediante um ‘corolário’ intervencionista
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Opinião Estadão
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#EspaçoAberto | Luiz Sérgio Henriques
10:00 · 28 de jun. de 2026
"O artigo analisa o trumpismo como uma ideologia que defende nacionalismo extremo, combate à imigração e enfraquecimento de organismos internacionais. Para a América Latina, ele se traduz em visão negativa e justificativa para intervenções dos EUA, retomando a lógica da Doutrina Monroe. O autor alerta que isso ameaça a soberania e a democracia na região, defendendo a cooperação entre nações como alternativa."
domingo, 28 de junho de 2026
Usos e abusos do trumpismo, por Luiz Sérgio Henriques*
O Estado de S. Paulo
A face política do trumpismo se delineia numa reatualização da Doutrina Monroe mediante um ‘corolário’ intervencionista
Quem lê o excelente Leonardo Padura frequentemente encontra o elogio de uma vida menos assombrada pelos grandes dramas da História, reais ou supostos. O escritor cubano refere-se, acima de tudo, à situação intensamente sofrida pelos seus conterrâneos desde a criação do moderno mito revolucionário latino-americano, formado em torno da guerrilha dos idos dos anos 60. Para eles, tudo teve, ou ainda tem, imediata dimensão histórico-universal, quer congressos partidários ritualizados, quer eventos muito graves, como invasões frustradas e até uma catástrofe nuclear abortada no último momento.
Padura deseja a todos, não só aos que lhe são próximos, uma existência mais equilibrada entre o privado e o público, o cotidiano e a História. Não sabe o que acontecerá com seu país, constrangido como está entre a necessidade de amplas reformas internas e a agressiva pressão do grupo dirigente trumpista. Para este último, como se sabe, mudanças radicais são necessárias na ilha e, de resto, em toda a América Latina. O que Padura sabe com certeza é que entre tais mudanças não se conta a defesa ou a reconstrução da democracia, mas, antes, a disseminação de governos e coalizões de extrema direita promotores de um mercado sem regras. E pelo visto, respeitadas as devidas particularidades, daqui por diante todos compartilharemos sobressaltos comuns.
Para entender o fantasma que nos ronda, sempre é interessante tentar circunscrever os múltiplos sentidos do trumpismo. “Significante vazio”, tal como o conceito de populismo para Ernesto Laclau, a nova ideologia pode acolher diferentes demandas e adquirir significados distintos. Acompanhamos seus porta-vozes em momentos inaugurais, como quando J.D. Vance, na muitas vezes citada conferência de segurança em Munique, ainda no início do segundo mandato de Trump, traçou os contornos civilizacionais da luta política interna e global.
Em síntese extrema, os países de democracia mais consolidada teriam insidiosos inimigos internos – os imigrantes – que minariam a coesão social, os valores religiosos sedimentados e o caráter nacional etnicamente definido. Construções supranacionais deveriam ser enfraquecidas ou canceladas em nome de soberanias irrenunciáveis. A primazia do Estado-nação era o valor a ser restaurado, se necessário com “remigrações” massivas. A utopia de uma Europa pós-nacional deveria ser combatida com uma Europa das nações, cada uma delas ciosa, antes de mais nada, da própria identidade.
Para nuestra América, os significados explícitos ou implícitos do trumpismo vão noutra direção. Não há aqui um sentido de comunidade, ainda que em bases falsas, como o proposto para os europeus. Somos, os latino-americanos, vistos negativamente como foco e origem de perigos para o território norte-americano.
Estes perigos tomam corpo na forma de grandes massas de imigrantes, que não se trata de regular ou administrar legitimamente de acordo com a conveniência do país receptor, mas de banir com brutalidade. Tornar a América novamente grande, ao que parece, supõe buscar uma homogeneidade étnica e linguística que contraria o sentido vital da experiência norte-americana.
Seríamos ainda responsáveis únicos por uma segunda grande ameaça à segurança daquele País, a de inundar com drogas seu poderoso mercado. Organizações criminosas de tipo mafioso passam assim por uma redefinição conceitual e, como narcoterroristas, adquirem dimensão política arbitrária que potencialmente justifica violação da soberania de quem comete o erro de estar ao sul do Rio Grande. A gramática da repressão violenta ao crime, desassistida de inteligência, é a que se exporta para os diferentes grupos da extrema direita latino-americana. Governar é abrir presídios – e já há político dito alternativo entre nós que se apresenta bizarramente como “Milei na forma, Bukele no conteúdo”.
A face política do trumpismo se delineia numa reatualização da Doutrina Monroe – ou Donroe, empregando trocadilho duvidoso – mediante um “corolário” intervencionista. Nos documentos oficiais mais relevantes, o território norteamericano e as demais Américas ocupam uma só e mesma seção destinada ao Hemisfério Ocidental. Seríamos assim a parte subordinada do império, constituída real ou potencialmente de Estados falidos. Ou de nações sem história, para recuperar antiga concepção que excluía do movimento do mundo aquelas que não conseguiam se afirmar como Estados modernos.
É evidente que este não é o lugar do Brasil nem dos outros países das Américas. Aos trancos e barrancos, desde a ruptura com as antigas metrópoles definimos identidades não exclusivistas e, nas últimas décadas, redescobrimos a duras penas o paradigma da democracia. Sabemos que só recorrendo a tal paradigma é possível conduzir vidas dignas individual e coletivamente, para retomar o sentido essencial das preocupações de Padura. Sabemos, ainda, que o destino democrático requer solidariedade entre grandes povos e nações, entre os quais, muito além deste pesado eclipse, não é possível deixar de incluir os Estados Unidos.
*Tradutor e ensaísta, coeditor das ‘Obras’ de Gramsci no Brasil
Se João Saldanha estivesse ali, encostado na mureta de concreto de um velho estádio — talvez o Azteca, talvez qualquer outro templo onde a bola resolve destinos — olharia para Macaya Márquez com aquele meio sorriso de quem já viu de tudo e diria algo assim:
“Esse aí não conta Copa, não. Esse aí atravessa a história como quem atravessa um campo pesado.”
Macaya, com seus 18 Mundiais nas costas, não é só um repórter. É testemunha ocular de um tempo em que o futebol era menos negócio e mais verdade crua. Eu o imagino lá em 58, na Suécia, ainda jovem, vendo um menino chamado Pelé transformar o jogo em arte — enquanto do outro lado, nós também tentávamos entender o que estava nascendo. Ali começava não só uma era do Brasil, mas uma irmandade silenciosa entre quem narra e quem sente o futebol.
Depois, 1970. Ah, 70… Eu já fora tirado do banco, mas não do jogo. Porque quem é de futebol não sai nunca. E ali, no México, entre cabines de rádio cheias de fumaça e nervo, devo ter cruzado com Macaya mais de uma vez. Olhares rápidos, respeito mútuo. Cada um defendendo seu povo, mas ambos entendendo que o futebol era maior que qualquer fronteira.
E enquanto a bola rolava leve naquele Brasil de 70, um outro jogo pesado acontecia fora das quatro linhas. Um condor sombrio sobrevoava a América do Sul. Ditaduras, silêncios forçados, gente desaparecendo. E nós ali, falando de futebol — que era também uma forma de resistir, de dizer que ainda havia vida, beleza, improviso.
Macaya seguiu. Eu também segui do meu jeito. Ele contando Copas, eu brigando com o mundo. Mas no fundo, éramos do mesmo time: o dos que não aceitam o jogo armado, dentro ou fora de campo.
Porque futebol, meu amigo, é coisa séria demais pra deixar só pra cartola. E jornalismo também.
“Argumento” – Paulinho da Viola * 1975
Defesa de princípios — sem gritaria, mas sem recuo.
“Balada para un loco” – Astor Piazzolla
Rebeldia criativa — não aceitar o mundo como ele vem.
🎙️ Como Saldanha resumiria isso
“Tem samba que briga sorrindo e tango que briga sangrando.
Mas os dois são de gente que não abaixa a cabeça.”
Essa seria a trilha de quem viveu futebol, política e vida no confronto — e com caráter.
"O artigo afirma que os EUA continuam influenciando a política brasileira, hoje por meio de relações estratégicas e econômicas. Destaca a aproximação de Flávio Bolsonaro com Washington e as tensões com o governo Lula, traçando um paralelo com 1964 para alertar que, embora o contexto seja diferente, a interferência externa ainda é uma preocupação."
De Lacerda a Flávio, Washington ronda a política brasileira
Publicado em 28/06/2026 - 10:30 Luiz Carlos Azedo
Bolívia, Brasília, Chile, China, Colômbia, Economia, Eleições, EUA, Exportações, Geografia, Governo, Itamaraty, Memória, Militares, Paraguai, Partidos, Peru, Política, Política, Segurança, Terrorismo, Trump
O mundo já não vive a Guerra Fria, o Brasil é uma democracia consolidada e as relações entre Brasília e Washington são marcadas por intensa interdependência econômica. Entretanto, Flávio busca apoio de Trump contra Lula
Desde a crise que culminou no golpe militar de 1964, dificilmente um político brasileiro expôs de forma tão explícita sua interlocução com autoridades dos Estados Unidos durante uma disputa política interna quanto o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Entretanto, o circunstâncias históricas são distintas. O mundo já não vive a Guerra Fria, o Brasil é uma democracia consolidada e as relações entre Brasília e Washington são marcadas por intensa interdependência econômica. Ainda assim, os acontecimentos recentes recolocaram em debate a influência externa sobre os rumos da política brasileira.
O episódio ganhou dimensão eleitoral após a visita de Flávio a Washington. Ali, reuniu-se com integrantes do governo Donald Trump, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o vice-presidente J.D. Vance e o próprio presidente norte-americano. O encontro antecedeu duas decisões relevantes: a classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas pelo governo dos EUA e a manutenção do processo que poderá resultar na imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Em carta enviada a Flávio, Rubio agradeceu o apoio recebido na classificação das facções criminosas e escreveu que os Estados Unidos reconhecem que “a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado”. Acrescentou que Washington atua para atingir “as redes financeiras, de drogas e de armas” dessas organizações.
Rubio deixou claro que permanecem “divergências substanciais” entre os dois países nas áreas de comércio digital, sistemas de pagamento eletrônico, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, combate ao desmatamento ilegal e tarifas preferenciais. Mas agradeceu a Flávio pela “generosa oferta de colocar uma equipe de transição à nossa disposição caso o senhor seja eleito”.
Leia também: Rubio reafirma tarifaço em carta a Flávio Bolsonaro e cita PCC e CV
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem elevado o tom com a Casa Branca: “Nós somos muito grandes, temos muita história. E nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana”. Acrescentou que “ninguém pode dizer que o Brasil se negou a negociar com os Estados Unidos” e classificou Marco Rubio como “um latino-americano frustrado”. Dias depois, reforçou o discurso de defesa da soberania nacional ao afirmar que o Brasil precisa estar preparado para um mundo mais instável: “Eu não quero guerra, mas também não quero ser pego de surpresa”.
Há algumas semanas, Lula esteve na Casa Branca. Foi uma tentativa de reconstruir a relação bilateral com Trump. O encontro foi considerado cordial pelos dois governos e procurou reduzir tensões comerciais e geopolíticas. Entretanto, a manutenção da investigação comercial conduzida pelo USTR (singla em inglês do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) e do chamado tarifaço demonstrou que a aproximação política não alterou as prioridades econômicas de Washington.
Ofensiva de direita
Figura chave nas atuais relações Brasil-EUA , Rubio é filho de imigrantes cubanos e defensor de uma política externa dura para a América Latina. Mantém intensa interlocução com lideranças de extrema-direita e conservadoras do Brasil. Entretanto, sua carta também evidencia que os governos dos EUA mudam, mas os interesses estratégicos permanecem. Ao agradecer a Flávio, confirmou a continuidade das medidas comerciais contra o Brasil.
Trump comemora a eleição de governos de direita na América Latina, na expectativa de que isso contenha a presença comercial da China. Estabeleceu-se um cinturão conservador nas fronteiras do Brasil, agora formado por Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru e Colômbia. A comparação com 1964 é inevitável.
Leia mais: Mercosul em cenário adverso para Lula
Naquele contexto de radicalização ideológica provocado pela Guerra Fria, o então governador do antigo estado da Guanabara, Carlos Lacerda, o principal líder civil da oposição ao presidente João Goulart, em diversas viagens aos EUA encontrou-se com autoridades norte-americanas, empresários e formadores de opinião para denunciar o governo brasileiro como incapaz de conter o avanço do comunismo.
Sua intensa articulação internacional transformou-se num dos elementos da crise política que desembocaria no golpe militar de 31 de março de 1964. João Goulart ainda tentou neutralizar essa ofensiva. Em abril de 1962, visitou Washington e reuniu-se com o presidente John F. Kennedy. O objetivo era compatível com a democracia e preservar o apoio financeiro norte-americano, mas não eliminou a crescente desconfiança da Casa Branca em relação ao seu governo.
Documentos posteriormente desclassificados revelaram que o governo Lyndon Johnson preparou a Operação Brother Sam, um plano de apoio logístico aos militares brasileiros caso houvesse resistência ao golpe: navios com combustível, munições e equipamentos foram deslocados para a costa brasileira. A rápida queda do governo Goulart tornou desnecessário seu emprego.
O caso brasileiro não foi isolado. Ao longo das décadas de 1950, 1960 e 1970, a CIA também participou de golpes na Argentina, na Bolívia, no Chile, no Paraguai, no Uruguai e no Peru. A história parece querer se repetir, só não sabemos ainda se como farsa ou como tragédia.
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#Flávio, #Goulart, #Lacerda, #Trump, Lula, Rúbio
O passado pode esconder erros e o presente, entre nós, é cada vez mais imoralizante, diz o articulista.
A fila da corrupção
Sequência de casos expõe falhas de controle e avanço da degradação ética nas instituições brasileiras ...
Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/opiniao/a-fila-da-corrupcao/)
Janio de Freitas
26.jun.2026 (sexta-feira) - 6h00
Em uma semana, revela-se: a trapaça multibilionária no Banco Digimais, do bispo Edir Macedo; outra comprometedora ausência fiscalizatória do Banco Central; a transação financeira e demissão do líder do governo no Senado, Jaques Wagner; e sem garantia de fechar a fila antes do fim de semana, ações da Polícia Federal contra dirigentes, atuais ou não, de Itaú União, Bradesco e Santander.
Esses 3 maiores bancos privados entraram no noticiário, e em alguns títulos mais maldosos do que informativos, por circunstâncias adversas, como a expressão funcional dos investigados. Não foram alvos de suspeições. Mas o Banco Central, envolto com poderes equivalentes aos dos legítimos Três Podres, junta-se ao bispo-banqueiro em uma reprodução do caso Daniel Vorcaro/Banco Master.
Foram mais de 30 meses, de 2023 até agora, em que executivos de Edir Macedo falsearam os recursos do Digimais, multiplicando-os só na escrituração contábil, por 10 e até mais. Com isso, fundamentaram, como Vorcaro, a oferta de lucratividade excepcional dos investimentos que vendiam.
Quase 3 anos dessa recompensa gritante não bastaram para o dispositivo de fiscalização do Banco Central a detectar. Nem sequer para ouvir a respeito, no meio em que tudo são tramas e o trânsito do dinheiro não pode esconder-se por completo.
A transação que fere o senador Jaques Wagner, até aqui uma das escassas palavras de fato confiáveis no Congresso, exigiria mais esmero da mídia. O passado pode esconder erros e o presente, entre nós, é cada vez mais imoralizante. Nem por isso todos têm o que encobrir, de ontem ou de hoje. O que foi contado contra Jaques Wagner, até agora, tanto pode ocorrer em amizades sólidas como em subornos mascarados.
Pedir que um amigo rico adquira certo imóvel, para garanti-lo e pagá-lo adiante por qualquer forma legal, é legítimo e nem parece original. As acusações não incluem prova de que não tenha sido essa a transação pedida e consumada entre Jaques Wagner, como diz, e seu endinheirado amigo Augusto Lima, que fora sócio de Daniel Vorcaro. As acusações também não incluem, até agora, prova factual bem documental de que Jaques Wagner punha à venda ações parlamentares pagáveis com o imóvel.
O esmero aqui lembrado não era regra forte na mídia pré-ditadura, mas era dispensado como claro ato de luta política. Nos 21 anos pós-golpe, censura e depois interesse e covardia dispensaram até mesmo recordá-lo.
Os anos de democracia são dominados pelo crescente e expansivo esmorecimento da ética. De toda ética –com sua fila própria.
Janio de Freitas
"O artigo aponta uma sequência recente de escândalos financeiros e políticos no Brasil para denunciar falhas graves de fiscalização e um avanço da degradação ética nas instituições. O autor critica a omissão do Banco Central, questiona acusações ainda inconclusas contra Jaques Wagner e afirma que, mesmo em democracia, há um enfraquecimento crescente da ética pública no país."
Janio de Freitas, 94 anos, é jornalista e nome de referência na mídia brasileira. Passou por Jornal do Brasil, revista Manchete, Correio da Manhã, Última Hora e Folha de S.Paulo, onde foi colunista de 1980 a 2022. Foi responsável por uma das investigações de maior impacto no jornalismo brasileiro quando revelou a fraude na licitação da ferrovia Norte-Sul, em 1987. Escreve para o Poder360 semanalmente às sextas-feiras.
https://www.poder360.com.br/opiniao/a-fila-da-corrupcao/
Fim de Expediente recebe o jornalista Paulo Renato Soares e o diretor Gustavo Gomes - 26/06/26
Rádio CBN
Transmitido ao vivo em 26 de jun. de 2026 #NoArNaCBN
Dan Stulbach, José Godoy e Luís Gustavo Medina encerram a semana com muito bom humor e descontração. O trio recebe o jornalista Paulo Renato Soares e o diretor Gustavo Gomes, que falam sobre o documentário "Territórios - Sob o Domínio do Crime".
"👆entrevista extensa (é possível pular os intervalos em “Transcricao”) com os responsáveis pela série “Territórios”. Vale a pena."
Bob Fernandes, Janio de Freitas, Mário Kertész e Sérgio Augusto - Programa Três Pontos 26/06/2026
Bob Fernandes
"O artigo aponta uma sequência recente de escândalos financeiros e políticos no Brasil para denunciar falhas graves de fiscalização e um avanço da degradação ética nas instituições. O autor critica a omissão do Banco Central, questiona acusações ainda inconclusas contra Jaques Wagner e afirma que, mesmo em democracia, há um enfraquecimento crescente da ética pública no país."
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