sábado, 20 de junho de 2026

Não é só

"inspirados pelas forças do mais alto" Deus é um cara gozador adora brincadeira Pois prá me jogar no mundo tinha o mundo inteiro Mais achou muito engraçado me vorta cabreiro Na barriga da miséria eu nasci batuqueiro E sou do Rio de Janeiro MPB4 - Partido Alto (1972) [HD 1080p] Tom Moscardini 24 de ago. de 2018 Autoria: Chico Buarque Ano: 1972 Gravadora: PHILIPS Faixa 1 - Lado B Extraído do LP "Cicatrizes" do grupo MPB4. Assim, “Partido Alto” passou a ter cinco estrofes, sendo a última a menos conhecida de todas. Além desse detalhe, existe a própria censura nas estrofes mais conhecidas, que originalmente possuíam conotações mais fechadas e diretas. Abaixo, dispomos num quadro a letra, com seus intérpretes (nas diversas encarnações do MPB-4) e as alterações da censura em destaque:
Transcrição feita à página 237 do livro de Coralina Novelino Eurípedes - o Homem e a Missão O registro histórico completo pode ser encontrado no livro Eurípedes - O Homem e a Missão, de Corina Novelino, e no documento Eurípedes Barsanulfo: Vida e Missão no Scribd. "Expressões muito semelhantes aparecem frequentemente nas obras de Chico Xavier (como no livro Renascimento Espiritual) e de Emmanuel (como em A Caminho da Luz), onde o amparo do "Mais Alto" é citado como o motor que sustenta a evolução da humanidade e dos indivíduos nos momentos de crise histórica ou pessoal." Como pronunciar as VOGAIS ABERTAS e FECHADAS em português — É, Ê, Ó e Ô Brasileirices 1 de out. de 2025 Neste vídeo você vai aprender a diferença entre as vogais abertas e fechadas do português: É x Ê e Ó x Ô. Vamos praticar juntos com exemplos, pares de palavras e frases para treinar sua pronúncia e deixar seu português mais natural e brasileiro. 💛💙💚 O Brasileirices é um canal de língua e cultura do Brasil para o mundo. "Existe esse fenômeno chamado plural fenomênico, que a pronúncia do singular é diferente do plural." “Mas agora despojai-vos também de todas estas coisas: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes de vossa boca.” — Paulo. (COLOSSENSES, 3.8) 1 Na atividade religiosa, muita gente crê na reforma da personalidade, desde que o discípulo da fé se desligue de certos bens materiais. 2 Um homem que distribua grande quantidade de rouparia e alimento entre os necessitados é tido à conta de renovado no Senhor; contudo, isto constitui modalidade da verdadeira transformação, sem representar o conjunto das características que lhe dizem respeito. 3 Há criaturas que se despojam de dinheiro em favor da beneficência, mas não cedem no terreno da opinião pessoal, no esforço sublime de renunciação. 4 Enormes fileiras de aprendizes proclamam-se dispostas à prática do bem; no entanto, exigem que os serviços de benemerência se executem conforme os seus caprichos e não segundo Jesus. 5 Em toda parte, ouvem-se fervorosas promessas de fidelidade ao Cristo; todavia, ninguém conseguirá semelhante realização sem observar o conjunto das obrigações necessárias. 6 Pequeno erro de cálculo pode trair o equilíbrio de um edifício inteiro. Eis por que em se despojando alguém de algum patrimônio material, a benefício dos outros, não se esqueça também de desintegrar, em derredor dos próprios passos, os velhos envoltórios do rancor, do capricho doentio, do julgamento apressado ou da leviandade criminosa, dentro dos quais afivelamos pesada máscara ao rosto, de modo a parecer o que não somos. Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. 147 Não é só Pão Nosso #147 - Não é só NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo Transmitido ao vivo em 12 de dez. de 2023 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier. O Evangelho segundo o Espiritismo - cap. XVI, item 13 (OESOEc16n13) Portal Luz Espírita 11 de out. de 2022 Narração do trecho de "O Evangelho segundo o Espiritismo", de Allan Kardec - capítulo XVI: "Não se pode servir a Deus e a Mamon", item 13 - Instruções dos Espíritos: 'Emprego da fortuna', mensagem do Espírito Fénelon (Argel, 1860) Baixe o ebook (PDF ou EPUB) de O Evangelho segundo o Espiritismo: https://www.luzespirita.org.br/index....
13. Sendo o homem o depositário, o administrador dos bens que Deus lhe pôs nas mãos, contas severas lhe serão pedidas do emprego que lhes haja ele dado, em virtude do seu livre-arbítrio. O mau uso consiste em os aplicar exclusivamente na sua satisfação pessoal; bom é o uso, ao contrário, todas as vezes que deles resulta um bem qualquer para outrem. O merecimento de cada um está na proporção do sacrifício que se impõe a si mesmo. A beneficência é apenas um modo de empregar-se a riqueza; ela dá alívio à miséria presente; aplaca a fome, preserva do frio e proporciona abrigo ao que não o tem. Dever, porém, igualmente imperioso e meritório é o de prevenir a miséria. Tal, sobretudo, a missão das grandes fortunas, missão a ser cumprida mediante os trabalhos de todo gênero que com elas se podem executar. Nem, pelo fato de tirarem desses trabalhos legítimo proveito os que assim as empregam, deixaria de existir o bem resultante delas, porquanto o trabalho desenvolve a inteligência e exalça a dignidade do homem, facultando-lhe dizer, altivo, que ganha o pão que come, enquanto a esmola humilha e degrada. A riqueza concentrada em uma mão deve ser qual fonte de água viva que espalha a fecundidade e o bem-estar ao seu derredor. Ó vós, ricos, que a empregardes segundo as vistas do Senhor! O vosso coração será o primeiro a dessedentar-se nessa fonte benfazeja; já nesta existência fruireis os inefáveis gozos da alma, em vez dos gozos materiais do egoísta, que produzem no coração o vazio. Vossos nomes serão benditos na Terra e, quando a deixardes, o soberano Senhor vos dirá, como na parábola dos talentos: “Bom e fiel servo, entra na alegria do teu Senhor.” Nessa parábola, o servidor que enterrou o dinheiro que lhe fora confiado é a representação dos avarentos, em cujas mãos se conserva improdutiva a riqueza. Se, entretanto, Jesus fala principalmente das esmolas, é que naquele tempo e no país em que ele vivia não se conheciam os trabalhos que as artes e a indústria criaram depois e nas quais as riquezas podem ser aplicadas utilmente para o bem geral. A todos os que podem dar, pouco ou muito, direi, pois: dai esmola quando for preciso; mas, tanto quanto possível, convertei-a em salário, a fim de que aquele que a receba não se envergonhe dela. – Fénelon. (Argel, 1860.) Palestra - LE - Pode-se considerar a paternidade como uma missão? - Q. 582 a 583a CECA - Comunidade Espirita Caminheiros do Amor 31 de mar. de 2024 Nessa mini palestra, a Valderes nos esclarece sobre as questões 582 a 583a do Livro dos Espíritos. Livro dos Espíritos: Pode-se considerar a paternidade como uma missão? Nossos queridos e amados palestrantes da CECA, nos proporcionam com reflexões sobre os ensinamentos da doutrina espirita. 582. Podemos considerar a paternidade como uma missão? “É, sem contradição, uma missão. É ao mesmo tempo um grandíssimo dever e que, mais do que o homem pensa, envolve a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais a fim de que estes o conduzam pela senda do bem, e facilitou a tarefa deles dando à criança um organismo fraco e delicado, que o torna propício a todas as impressões. No entanto, há muitos que se ocupam mais de endireitar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar muitos bons frutos do que de endireitar o caráter do seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa dos pais, estes arcarão com a punição, e os sofrimentos do filho na vida futura recairão sobre eles, por não terem feito o que dependia deles para seu avanço no curso do bem.” 583. Se um filho se transviar, apesar dos cuidados dos seus pais, estes pais serão culpados por isso? “Não, mas quanto piores forem as disposições do filho, tanto mais pesada será a tarefa e tanto maior será o mérito se os pais conseguirem desviá-lo do caminho errado.” 583-a. — Se um filho se torna um bom sujeito, apesar da negligência ou os maus exemplos de seus pais, estes tiram algum proveito disso? “Deus é justo.”
Tudo passa, mas a elevação da mente e do coração permanece para sempre.

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