Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
quarta-feira, 10 de junho de 2026
No Cordão da Correnteza
Pelo repúdiopelos númerospelas ideiaspela Fifapelo sigilopela regulaçãopela amizadepela estratégiapelos jurospelo terroraçopela réguapela taxapelo impassepelo Pixpela transparênciapelo cidadãopela poesiapela música
pelospelaspelospelas
pelospelaspelospelas
No Cordão Da Saideira
Nara Leão
En el último momento
No Cordão Da Saideira
Hoy no hay baile
Hoje não tem dança
No hay más chicas con trenzas
Não tem mais menina de trança
Ni olor a lanza en el aire
Nem cheiro de lança no ar
Hoy no hay frevo
Hoje não tem frevo
Hay gente que pasa con miedo
Tem gente que passa com medo
Y en la plaza nadie para cantar
E na praça ninguém pra cantar
Recuerdo tanto
Me lembro tanto
Y la nostalgia es tan grande
E é tão grande a saudade
Que parece verdad
Que até parece verdade
Que el tiempo aún puede volver
Que o tempo inda pode voltar
Tiempo de la playa de punta de piedra
Tempo da praia de ponta de pedra
De las noches de luna, de los bloques de la calle
Das noites de lua, dos blocos de rua
Del susto y la carrera en la carambola
Do susto é carreira na caramboleira
Del bomba-mi-toro
Do bomba-meu-boi
Qué tiempo fue
Que tempo que foi
Aguja frita, munguzá, clavo y canela
Agulha frita, munguzá, cravo e canela
Le hice una serenata
Serenata eu fiz pra ela
Cada noche de luna llena
Cada noite de luar
Tiempo del corso, en la Rua da Aurora
Tempo do corso, na Rua da Aurora
Es joven en el paso
É moço no passo
Niño y señora del tranvía de Olinda
Menino e senhora do bonde de Olinda
Hacia arriba y hacia abajo
Pra baixo e pra cima
Del cenador
Do caramanchão
No olvido más
Esqueço mais não
Y el frevo aún a pesar del miércoles
E frevo ainda apesar da quarta-feira
En el último momento
No cordão da saideira
Viendo la vida embellecerse
Vendo a vida se enfeitar
Composição: Edu Lobo.
Pelos e pelas
Pelo repúdiopelos númerospelas ideiaspela Fifapelo sigilopela regulaçãopela amizadepela estratégiapelos jurospelo terroraçopela réguapela taxapelo impassepelo Pixpela transparênciapelo cidadãopela poesiapela música
Pelo repúdio
O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões
Pelos números
Genial/Quaest: Lula lidera no segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Zema, Caiado e Renan Santos; veja os números
Pelas ideias
Faltam ideias e coragem a Caiado e Zema, por Vera Magalhães
Pela Fifa
Governo Trump humilha visitantes, e Fifa se cala sobre xenofobia na Copa, por Bernardo Mello Franco
Pelo sigilo
Quem ganharia com sigilo para a jogatina? Por Elio Gaspari
Pela rdgulação
Motta abre caminho para a regulação da IA, por Fernando Exman
Pela amizade
Amizade à brasileira, por Roberto DaMatta*
Pela estratégia
A estratégia de Lula para queimar Flávio, por Vera Rosa
Pelos juros
A virada global dos juros, por Fábio Alves
Pelo "terroraço"
As lições do "terroraço", por Cristovam Buarque*
Pela régua
A régua moral dos EUA, por Rodrigo Craveiro
Pela taxa
País ainda vai tomar taxa venenosa de juros por um tempo assustador, por Vinicius Torres Freire
Pelo impasse
Direita chegou a um impasse com candidatura de Flávio Bolsonaro, por Wilson Gomes*
Pelo Pix
Campanhas põem o Pix nos palanques, por Dora Kramer
Pela transparência
Transparência vacinal, por Hélio Schwartsman
Pelo cidadão
Cidadão do mundo, por Ivan Alves Filho*
Pela poesia
Poesia | André Morais | A Implosão da Mentira, de Affonso Romano Sant'anna
Pela música
Música | MPB4, Zeca Pagodinho - Olé, Olá (Chico Buarque)
Corrente
Chico Buarque
Eu hoje fiz um samba bem pra frente
Dizendo realmente o que é que eu acho
Eu acho que o meu samba é uma corrente
E coerentemente assino embaixo
Hoje é preciso refletir um pouco
E ver que o samba está tomando jeito
Só mesmo embriagado ou muito louco
Pra contestar e pra botar defeito
Precisa ser muito sincero e claro
Pra confessar que andei sambando errado
Talvez precise até tomar na cara
Pra ver que o samba está bem melhorado
Tem mais é que ser bem cara de tacho
Não ver a multidão sambar contente
Isso me deixa triste e cabisbaixo
Por isso eu fiz um samba bem pra frente
Dizendo realmente o que é que eu acho
Eu acho que o meu samba é uma corrente
E coerentemente assino embaixo
Hoje é preciso refletir um pouco
E ver que o samba está tomando jeito
Só mesmo embriagado ou muito louco
Pra contestar e pra botar defeito
Precisa ser muito sincero e claro
Pra confessar que andei sambando errado
Talvez precise até tomar na cara
Pra ver que o samba está bem melhorado
Tem mais é que ser bem cara de tacho
Não ver a multidão sambar contente
Isso me deixa triste e cabisbaixo
Por isso eu fiz um samba bem pra frente
Dizendo realmente o que é que eu acho
Composição: Chico Buarque.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões
Censura de Flávio e Kassio a pesquisa merece repúdio
Por Folha de S. Paulo
Aspirante do PL tenta calar críticas, e presidente do TSE arbitra aspectos técnicos de sondagem eleitoral
Praga da tutela estatal se acentua nas eleições, quando ataques duros e conteúdos incômodos dão ensejo a interditos do Judiciário
Liberdade de expressão para os amigos e as notícias favoráveis. Para os adversários e os fatos desabonadores, a censura. Flávio Bolsonaro, senador do Rio aspirante ao Planalto pelo PL, incidiu nesse clássico da hipocrisia política, coadjuvado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o que é perturbador.
O partido chefiado pelo notório Valdemar Costa Neto achou por bem requisitar ao órgão regulador das eleições o veto à divulgação de uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel que detectou queda do seu pré-candidato presidencial após a revelação das escandalosas relações entre Flávio e o capo da máfia do Banco Master, Daniel Vorcaro.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 09:02:00 Nenhum comentário:
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Genial/Quaest: Lula lidera no segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Zema, Caiado e Renan Santos; veja os números
Por Luiz Felipe Azevedo e Júlia Cople – O Globo
No cenário com o senador, o petista tem 44% das intenções de voto contra 38% do bolsonarista
— Rio de Janeiro - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de segundo turno testados pela pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira. No cenário com o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista tem 44% das intenções de voto contra 38% do bolsonarista.
Veja os cenários:
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:59:00 Um comentário:
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Faltam ideias e coragem a Caiado e Zema, por Vera Magalhães
O Globo
Partidos, analistas políticos e candidatos se acostumaram a uma dinâmica pré-eleitoral que suprimiu de forma dramática, até aqui, qualquer discussão de fôlego sobre diferentes projetos estratégicos para o Brasil. Esse ritual mecanizado consiste em aguardar sempre a próxima pesquisa para, a partir de dados que têm oscilado pouco e confirmado a tendência a uma eleição polarizada, ditar o próximo post, a frase de efeito, a conclusão apressada e a estratégia de tiro curtíssimo. A ausência de aprofundamento e de consistência fica ainda mais gritante quando se olha para os postulantes a quebrar a tendência a que a eleição se decida entre Lula e Flávio Bolsonaro.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:50:00 Nenhum comentário:
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Governo Trump humilha visitantes, e Fifa se cala sobre xenofobia na Copa, por Bernardo Mello Franco
O Globo
Entidade lavou as mãos após deportação de árbitro somali e humilhações à seleção do Irã
A bola ainda não rolou, mas o governo de Donald Trump já criou os primeiros embaraços para a Copa do Mundo. Na segunda-feira, o árbitro somali Omar Artan foi impedido de entrar nos Estados Unidos. Ontem o Irã informou que os ingressos destinados a seus torcedores foram cancelados.
Artan era um dos três árbitros africanos escalados para apitar na Copa. Eleito o melhor do continente em 2025, viu seu “maior sonho” ruir no aeroporto de Miami. Detido por 11 horas, foi obrigado a embarcar de volta para a Turquia, onde havia retirado o visto.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:45:00 Nenhum comentário:
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Quem ganharia com sigilo para a jogatina? Por Elio Gaspari
O Globo
No domingo, o repórter Vinícius Valfré revelou que o Ministério da Fazenda impôs um sigilo de até cem anos aos documentos que tratam da autorização para o funcionamento de casas de apostas no Brasil. A mordaça excluiu até a hipótese de liberar somente os trechos que não contivessem informações sensíveis.
Na segunda-feira, o ministro Dario Durigan informou que a medida foi revogada, e será criado um grupo de trabalho para examinar o caso, dando “ampla transparência” aos processos. Tudo bem, mas mordaça, como jabuti, não sobe em árvore, alguém a colocou lá. Para atender a que finalidade? Falta saber.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:39:00 Nenhum comentário:
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Motta abre caminho para a regulação da IA, por Fernando Exman
Valor Econômico
Presidente da Câmara colocou o tema como uma prioridade de sua gestão
Há fartos sinais vindos do exterior que embasam a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de dar novo impulso às discussões sobre a regulação da Inteligência Artificial. Governos e empresas de tecnologia empreendem uma arriscada “corrida de IA”, cujas potenciais consequências já começam a sair das projeções de mais longo prazo de especialistas em futurismo para aparecer nos alertas do presente.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:31:00 Nenhum comentário:
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Amizade à brasileira, por Roberto DaMatta*
O Estado de S. Paulo
A amizade é uma instituição social com enorme poder no campo jurídico-político. No Brasil e nas sociedades de raiz ibérica, a amizade que contraria filiações ideológicas e éticas talvez seja uma instituição básica, e sua ausência das análises poderia ser um traço de sua importância.
Não há melhor comprovação desse palpite do que a cínica racionalização de Daniel Vorcaro de que tudo foi feito por amizade. Como se a suposta inocência das simpatias pessoais não tivesse a carga de fraude que permeia a “política” dos políticos certos de que seguir a lei é caretice.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:22:00 Nenhum comentário:
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A estratégia de Lula para queimar Flávio, por Vera Rosa
O Estado de S. Paulo
Campanha petista escala time de influenciadores e diz ter vídeo de senador com Vorcaro
Diante do sucesso da hashtag “Tariflávio” nas redes sociais, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai aproveitar o período de Copa do Mundo para ampliar a estratégia de desconstruir a candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
A partir de agora, grupos de influenciadores digitais e líderes políticos, intitulados “Porta-Vozes do Lula”, entrarão em cena nas redes para espalhar notícias positivas sobre o governo e o presidente, desfazer o que a campanha classifica de fake news e comparar a gestão do PT com a de Jair Bolsonaro (PL).
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:17:00 Um comentário:
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A virada global dos juros, por Fábio Alves
O Estado de S. Paulo
Sem um recuo maior no preço do petróleo, vem aí uma era de aperto global dos juros
A aceleração dos índices de preços ao consumidor e a piora das expectativas de inflação, desde o início da guerra no Irã, estão forçando uma mudança de postura nos principais bancos centrais do mundo: alguns deles se anteciparam e elevaram os juros preventivamente; outros até tentaram esperar passar o choque de oferta do petróleo e de outras matérias-primas, mas devem embarcar em breve num ciclo de aperto monetário; e os que já haviam começado a cortar os juros estão sob pressão crescente para pausar, como é o caso do Brasil.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 07:53:00 Nenhum comentário:
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As lições do "terroraço", por Cristovam Buarque*
Correio Braziliense
Com a ilusão de que isso reduzirá a violência dos batedores de carteira das esquinas e dos corredores do Estado, o povo aceita a vergonha de sermos um país associado ao terrorismo e, consequentemente, perdermos parte de nossa soberania
Além da vergonha nacional, a inclusão do Brasil entre os países que abrigam grupos terroristas nos impõe algumas lições.A primeira é reconhecer que fracassamos na luta contra o crime. Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e outras facções são apenas a face mais ostensiva da violência que caracteriza a sociedade brasileira: desigualdade, pobreza, analfabetismo, batedores de carteira nas esquinas, assaltantes nos corredores do Estado por meio de supersalários, penduricalhos, desperdícios, privilégios e ostentação.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 07:43:00 Nenhum comentário:
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A régua moral dos EUA, por Rodrigo Craveiro
Correio Braziliense
Episódios recentes reforçam o antiamericanismo mundo afora e expõem a arrogância de um governo que perdeu a mínima noção do que é régua moral e conduta ética
Três incidentes envolvendo os Estados Unidos e nações africanas chamaram a atenção. Mais do que isso: causaram repulsa, indignação, ojeriza. Para não ter que receber um cidadão americano infectado com o vírus ebola, os EUA planejam criar instalações de quarentena no Quênia. Detalhe 1: os centros de isolamento contemplarão tão somente aquelas pessoas nascidas nos Estados Unidos que apresentem sintomas da doença. Detalhe 2: com 58 milhões de habitantes, o Quênia não tem um caso sequer de infecção pelo ebola.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 07:40:00 Nenhum comentário:
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País ainda vai tomar taxa venenosa de juros por um tempo assustador, por Vinicius Torres Freire
Folha de S. Paulo
Custo do dinheiro e pagamentos de credores estão em níveis recordes no século
Anabolizante do capital externo ajudou a disfarçar problemas no curto prazo
As taxas de juros não vão cair tão cedo. No máximo, o Banco Central talvez dê uma gorjeta pequena na reunião da semana que vem, quando decide a Selic: corte mínimo e basta. No mais, o caldo entornou, em uma situação já muito grave. O país não parece ligar muito.
O Desenrola 2 vai enxugar mais gelo. Empresas continuam no caminho de renegociação de dívidas e recuperação judicial ou gastam o que ganham em juros ou, aquelas em situação melhor, deixam de investir por causa do custo de capital. A taxa de investimento, sempre longe do necessário nos últimos 40 anos, vai minguando para níveis dos anos da economia deprimida.
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Direita chegou a um impasse com candidatura de Flávio Bolsonaro, por Wilson Gomes*
Folha de S. Paulo
Presença do senador impede outros nomes de crescer
Nenhum candidato avança sem passar pelo bolsonarismo
A direita brasileira tem hoje um candidato que gostaria de abandonar e um eleitorado do qual não pode abrir mão.
Esse é o seu dilema na corrida presidencial de 2026. Flávio Bolsonaro atrapalha os planos, mas o bolsonarismo continua sendo a única direita com piso eleitoral relevante e base mobilizada. A direita chega à disputa com uma vantagem: a rejeição a Lula é enorme e o antipetismo continua em alta. O problema é que isso só será força real se passar pelo eleitorado bolsonarista.
A direita tradicional adoraria se livrar o quanto antes da candidatura de Flávio Bolsonaro. Não lhe faltam candidatos, ambições ou projetos alternativos, mas Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan sabem que Flávio ocupa um espaço que os impede de crescer. O senador larga na frente graças ao sobrenome e torna a direita refém das próprias vulnerabilidades.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 06:06:00 Um comentário:
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Campanhas põem o Pix nos palanques, por Dora Kramer
Folha de S. Paulo
PT e PL enganam o eleitor ao tomar para si uma ferramenta que não pertence a Lula nem a Bolsonaro
Melhor defesa do Pix seria o apoio à emenda que amplia a autonomia do Banco Central
Nesta campanha eleitoral, o Pix foi posto no palanque e assumiu o lugar que já foi do Bolsa Família e, antes disso, da caderneta de poupança como objetos de disputa e terrenos férteis à plantação de mentiras entre partidos e políticos adversários. A característica em comum entre eles é o caráter de unanimidade nacional.
No século passado, a moda era acusar o oponente de planejar o sequestro do dinheiro da poupança dos brasileiros. Foi assim na primeira eleição presidencial direta, quando Fernando Collor pregou a suspeição em Luiz Inácio da Silva, ganhou a parada e no dia seguinte à posse confiscou praticamente tudo de todos.
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Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 06:04:00 Um comentário:
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Transparência vacinal, por Hélio Schwartsman
Folha de S. Paulo
Mortes e efeitos adversos graves relacionados ao imunizante do Butantan contra a dengue precisam ser investigados
Sucesso da vacinação na redução de óbitos no planeta depende de confiança do público em cientistas e autoridades
Até que se saiba melhor o que acontece com a vacina contra a dengue produzida pelo Butantan, é preciso mesmo seguir os protocolos, suspender a imunização e investigar os casos de efeitos adversos graves e óbitos. É exatamente isso que as autoridades estão fazendo. Ponto para elas. A pior coisa que poderiam fazer seria varrer o problema para debaixo do tapete.
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Cidadão do mundo, por Ivan Alves Filho*
Autor de um dos livros mais impressionantes que li na vida, A invasão da América Latina, editado pela Civilização Brasileira, do saudoso Ênio Silveira, o jornalista e professor John Gerassi já nasceu como cidadão do mundo.
Eu explico. Seu pai era um judeu sefardita, natural de Istambul, e tinha o espanhol como língua materna. Era pintor de profissão, e ninguém menos do que Pablo Picasso o tinha em alta consideração profissional. Fernando Gerassi, este o seu nome, lutou na Guerra Civil espanhola, pelas Brigadas Internacionais comandadas pelo comunista italiano Palmiro Togliatti, chegando a ser um dos generais do Exército Republicano. Sua mulher, a escritora Stephania Awdykowicz, nasceu na Ucrânia. Quanto ao filho, John, este veio ao mundo em Paris, e se consagrou como correspondente internacional do prestigioso New York Times. Foi um profundo conhecedor não só da realidade latino-americana e estadunidense, como também da cultura francesa: John Gerassi herdou do pai a amizade de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir.
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Poesia | André Morais | A Implosão da Mentira, de Affonso Romano Sant'anna
Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 05:56:00 Um comentário:
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Música | MPB4, Zeca Pagodinho - Olé, Olá (Chico Buarque)
Postado por Gilvan Cavalcanti de Melo às 05:55:00 Um comentário:
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