Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
domingo, 7 de junho de 2026
Bala com Bala
GAZETA CARIOCA
Trump Has Failed as Commander in Chief
Trump has failed to unite the country while at war and instead is seeking personal gain.
By Thomas L. Friedman
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June 2, 2026
Bala Com Bala
Elis Regina
domingo, 7 de junho de 2026
Tarifaço e a oportunidade para o Brasil, por Lourival Sant’Anna
LOURIVAL: ESTAMOS A TODO VAPOR DENTRO DE UMA GUERRA COMERCIAL
O Estado de S. Paulo
As pressões tarifárias do governo Trump abrem oportunidade histórica para o Brasil reduzir de forma negociada suas barreiras comerciais, que fazem mais mal aos brasileiros que aos próprios americanos. A demagogia do governo Lula e a influência política dos setores industriais beneficiados pelo protecionismo me dão a triste certeza de que isso não vai acontecer. Os segmentos mais dinâmicos da economia brasileira serão castigados, mais uma vez.
Os argumentos do governo, de que o Brasil aplica efetivamente tarifas médias de 3% sobre os produtos americanos, e de que os EUA usufruem de superávit no comércio bilateral, são falaciosos. As alíquotas brasileiras sobre bens industrializados costumam partir de 20%, chegando a 35% no caso dos automóveis. Os produtos americanos não pagam esses impostos porque eles cumprem a função para a qual foram criados: bloquear as importações.
Quanto ao déficit brasileiro, os americanos podem argumentar que exportariam muito mais se não fossem as tarifas, as barreiras não tarifárias e as ações antidumping destinadas a impedir o livre comércio – havendo outras que são legítimas. O pior é que o Brasil também exportaria mais produtos de valor agregado mais alto se não fossem essas barreiras protecionistas.
As barreiras encarecem insumos e bens de capital dos quais todos os setores produtivos brasileiros necessitam para inovar e elevar a produtividade e a competitividade. Sem falar nos consumidores brasileiros, reféns de produtos caros e de má qualidade protegidos por essas barreiras, que desestimulam a pesquisa e o desenvolvimento.
A presença de Javier Milei na Casa Rosada possibilita acordos para reduzir a Tarifa Externa Comum do Mercosul, estacionada em astronômicos 11%, quando a tarifa média da União Europeia é de 4% e a dos EUA, 3%. Mas Lula provém dos setores protegidos, como a indústria automobilística, e cultiva um fetiche pela tese da “substituição de importações”, que desde os anos 30 se prova uma farsa.
COLATERAL. Como resultado, são prejudicados os setores mais dinâmicos e inovadores, que mais se beneficiariam com a possibilidade de importar para produzir e exportar mais, como o agronegócio, os plásticos, a saúde e todos os que dependem das cadeias de valor globais.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, chegou a declarar que a solução para as tarifas americanas é o Brasil adotar mais medidas de defesa comercial – precisamente a origem do problema.
O Brasil não deve ceder em exigências como acabar com o Pix ou aceitar monopólio no fornecimento de minerais críticos. Mas deveria negociar a redução das barreiras comerciais.
Entenda acusação do governo Trump para Brasil e outros países sobre trabalho forçado
Os EUA não acusam diretamente os países de fomentarem o trabalho escravo, mas sim da falta de políticas para combater o tema.
Por Redação
03/06/2026 10h52 Atualizado há 4 dias
Donald Trump falha como comandante-chefe
Em vez de defender aliados de ameaças em comum, presidente prefere extorqui-los e fazer negócios
ANÁLISE
Thomas Friedman
The New York Times
É colunista e ganhador de três Prêmios Pulitzer
Quem é Ricardo Couto, que assume o governo do Rio após a renúncia de Castro
O presidente do TJ-RJ comandará o governo até a Assembleia Legislativa definir, via eleição indireta, o nome do novo governador
POR CARTACAPITAL
24.03.2026 15H33
... Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/politica/quem-e-ricardo-couto-que-assume-o-governo-do-rio-apos-a-renuncia-de-castro/.
A imagem captura o exato momento do aquecimento no Campo do Canto do Rio, em Niterói, mostrando o contraste entre a postura formal e constitucional do governador alvinegro e a energia raçuda do prefeito rubro-negro, com a nossa bela Baía de Guanabara ao fundo.
RÁDIO GLOBO RIO – O MARANHÃO DOS ESPORTES
PROGRAMA: SHOW DO MEIO-DIA (AO VIVO DO CAMPO DO CANTO DO RIO, EM NITERÓI)
COMENTARISTA: GERSON, O CANHOTINHA DE OURO
[SONOPLASTIA: VINHETA RÁDIO GLOBO – "O CANHOTINHA DE OURO ENTRA EM CAMPO!"]
[ÁUDIO: RUÍDO DE FUNDO DE CAMPO DE FUTEBOL, COLETIVA DE IMPRENSA COM ALVOROÇO DE MICROFONES]
GERSON: (Tom enérgico, voz rouca característica, microfone bem próximo)Olha, o microfone da Rádio Globo tá no meio do reduto onde eu comecei, rapaz! Minha terra, Niterói, aqui no Canto do Rio. E eu ouvi bem o que esses dois governantes falaram. Vocês sabem que eu sou tricolor de coração, nasci nas Laranjeiras, mas joguei muita bola e fui campeão no Flamengo em 63, bati de frente com técnico disciplinador que queria me prender em esquema tático, e depois fui jogar o fino da bola lá no Botafogo. Por isso aqui eu sou totalmente imparcial, tá? Mas para comentar essa tática política... pô, ninguém é de ferro, a gente sempre tira uma vantagem para o futebol bem jogado!
Vamos para a análise tática desse clássico dos discursos! Solta o play no primeiro!
[ÁUDIO: RECORTE DA FALA DO GOVERNADOR RICARDO COUTO]
"Alvinegro. Couto é botafoguense roxo e, mesmo com a agenda cheia, nunca deixa de perguntar aos assessores o resultado dos jogos do Botafogo. Ao falar do ídolo Garrincha, gosta de dizer que o seu foi o primeiro clube do Rio a fazer uma 'ação afirmativa' e contratar o craque antes rejeitado pelo Flamengo."
GERSON: (Bate na mesa, rindo)
Presta atenção na tática do Governador Couto, meu garoto! O homem jogou com o regulamento debaixo do braço e a Constituição no bolso. Ele montou uma retranca jurídica perfeita com a linha sucessória e, na hora de atacar, jogou a bola no pé do Mané Garrincha!
Taticamente, o Couto usou o que a gente chama de "antecipação histórica". Quando ele puxa a memória da 'ação afirmativa' do Botafogo lá atrás, ele tá dando um drible de corpo no rival. Ele pegou a rejeição do Flamengo ao Mané e transformou isso em gol de placa do Alvinegro. É o legítimo "preto no branco": o assessor traz o resultado no meio do expediente e o governador carimba o decreto com a caneta da justiça social. Jogo consciente, sem dar chutão, valorizando a posse de bola da história!
Agora abre o microfone pro garoto do Palácio da Cidade! Solta aí!
[ÁUDIO: RECORTE DA FALA DO PREFEITO EDUARDO CAVALIERI]
"Rubro-negro. Cavalieri, empoleirado no trono do Palácio da Cidade, já pediu revanche para um desagravo sobre suposto preconceito da raça vermelha no sangue, mas preta no coração e alva na vontade de paz em terras fluminenses."
GERSON: (Tom de crônica, gesticulando)
Olha a reação do Cavalieri, rapaz! O prefeito se viu acuado na defesa, "empoleirado no trono", e o que ele fez? Tática de abafa! O Flamengo dele foi pego no contrapé com a história do Garrincha, aí ele partiu pro tudo ou nada.
Em vez de tocar de lado, o Cavalieri tentou o lançamento longo, apelando pro coração da massa. Ele pediu "revanche". Isso é tática de quem quer transferir o jogo do tribunal pro Maracanã lotado! Ele usou a mística rubro-negra do sangue e da raça para tentar anular o drible do Botafogo. Só que ele sabe que o clima tá tenso, então ele bota o pé no freio no final e pede "alva vontade de paz". Quer dizer, ele vai pro carrinho na dividida, mas levanta pedindo desculpas pra não tomar o cartão vermelho do eleitorado. Tática de pura emoção e forte apelo popular!
[VÍRGULA SONORA RÁPIDA]
GERSON: (Finalizando com o seu tradicional gingado e malícia)
Resumo da ópera aqui de Niterói, meu amigo: o Couto joga cadenciado, na cadência de um meio-campo clássico, focado na justiça do papel. O Cavalieri joga na base do contra-ataque veloz, na raça do ponta-de-lança. Quem ganha? O torcedor carioca, que vê a política imitar a beleza do nosso futebol. E eu fico aqui, olhando o meu Canto do Rio, de olho no placar... porque o jogo do poder não para, pô!
De volta com você aí no estúdio central da Rádio Globo!
[SONOPLASTIA: VINHETA FINAL DOS COMENTÁRIOS DE GERSON]
S
EUA e Irã vão chegar a um acordo? Qual o futuro da relação Brasil e EUA? | FORA DA ORDEM
CNN Brasil
Transmitido ao vivo em 5 de jun. de 2026 FORA DA ORDEM | 2ª TEMPORADA 🌎
No "Fora da Ordem" desta sexta-feira (5), o videocast de geopolítica e geoeconomia da CNN Brasil debate o futuro da relação entre Brasil e Estados Unidos após as novas ameaças de tarifaço de Donald Trump e o futuro da guerra entre Washington e Teerã: será que EUA e Irã conseguirão chegar a um acordo?
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