sábado, 27 de setembro de 2025

Lei de retorno

FCO-1706 A Primeira Missa no Brasil Executada para 1948 Patota do Cosme Zeca Pagodinho Mulher, mulher, mulher Mulher, mulher Você não terá o meu amor Pode tentar o que quiser Levou o meu nome pra macumba Pra me amarrar Já tentou diversas vezes me prejudicar Mas minha cabeça é sã Porque Cosme é meu amigo E pediu a seu irmão Damião Pra reunir a garotada E proteger meu amanhã, meu amanhã Porque Cosme é meu amigo E pediu a seu irmão Damião Pra reunir a garotada E proteger meu amanhã Na verdade, você nunca me pertenceu E quando seguiu meus passos Foi visando o que era meu Você não passou de um caso Que nasceu por um acaso Seu amor não era eu Seu amor não era eu Quando teve a conclusão Que meu pobre coração Não abrigaria você Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Não deixou me derrubar Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Mulher, mulher, mulher Mulher, mulher Você não terá o meu amor Pode tentar o que quiser Levou o meu nome pra macumba Pra me amarrar Já tentou diversas vezes me prejudicar Mas minha cabeça é sã Porque Cosme é meu amigo E pediu a seu irmão Damião Pra reunir a garotada E proteger meu amanhã, meu amanhã Porque Cosme é meu amigo E pediu a seu irmão Damião Pra reunir a garotada E proteger meu amanhã Na verdade, você nunca me pertenceu E quando seguiu meus passos Foi visando o que era meu Você não passou de um caso Que nasceu por um acaso Seu amor não era eu Seu amor não era eu Quando teve a conclusão Que meu pobre coração Não abrigaria você Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Não deixou me derrubar Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Passou me caluniar Mas a patota do Cosme Não deixou me derrubar Composição: Carlos Sena / Nilson Santos. Santos do dia 26 de setembro São Cosme e Damião e sua a oração.
File:Meirelles-primeiramissa2.jpg Size of this preview: 780 × 599 pixels. Other resolutions: 313 × 240 pixels | 625 × 480 pixels | 1,000 × 768 pixels | 1,280 × 983 pixels | 2,560 × 1,967 pixels | 4,424 × 3,399 pixels. Original file (4,424 × 3,399 pixels, file size: 3.26 MB, MIME type: image/jpeg); ZoomViewer Open in Media Viewer
Feola: ítalo-brasileiro dirigiu Seleção na Copa de 58 Vicente Feola, primeiro técnico campeão mundial era filho de imigrantes italianos Publicado7 de agosto de 2022 O cochilo: A história contada por Djalma Santos relata um cochilo de Feola em um jogo, onde o técnico teria dado a seguinte orientação para o time: "Segura, segura, que já está bom demais!". DOCUMENTÁRIO CANTORAS DO RÁDIO (2005) "Nós somos as cantoras do rádio." Paulo Martan Barítono 6 de jul. de 2021 Gravado em Abril de 2005 no Rio de Janeiro. Petrobras, Paris Filmes, Artelux e WG7BR apresentam: Cantoras do Rádio: Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Violeta Cavalcante, Ellen de Lima. Direção de Gil Baroni, Marcos Avellar. Produção de Laura Dalcanale. Pessoas mencionadas 33 pessoas Ciro Monteiro Nelson Gonçalves Elizeth Cardoso Bibi Ferreira Nora Ney Maysa Maisa Silva Dora Lopes Sophia Loren Ellen de Lima Mário Lago Ary Barroso Ricardo Cravo Albin Aurora Miranda Dalva de Oliveira Isaurinha Garcia Carmen Miranda César Ladeira Aracy de Almeida Walter Wanderley Zé Gonzaga Dircinha Batista Carminha Mascarenhas Amado Batista Ângela Maria Nilo Chagas Carmélia Alves César de Alencar Paulo Gracindo Marlene Emilinha Borba Radamés Furlan Luiz Gonzaga Transcrição
"Nós somos os cantores no palco." Assista a Chico, Gil, Caetano e Djavan cantando em ato da esquerda Artistas se uniram em shows contra anistia e PEC da Blindagem; repertório incluiu clássicos censurados durante a ditadura Lara Brito de Brasília 21.set.2025 (domingo) - 20h29 Gilberto Gil, Djavan, Chico Buarque e Caetano Veloso cantaram juntos durante o ato musical realizado neste domingo (21.set.2025), na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento reuniu artistas, movimentos sociais e políticos em protesto contra a PEC da Blindagem, proposta aprovada pela Câmara que torna quase nulos os caminhos para punir judicialmente um congressista, e a anistia. O encontro reuniu milhares de pessoas e marcou a união de nomes que atravessaram gerações da música popular brasileira. Eis a lista de quem se apresentou em Copacabana ao longo do dia: Caetano Veloso; Chico Buarque; Djavan; Gilberto Gil; Lenine; Maria Gadú; Marina Sena; Os Garotin; Paulinho da Viola. Chico e Caetano, que tiveram músicas censuradas e chegaram a ser perseguidos na ditadura militar, entoaram com Gil versos de resistência como “é preciso estar atento e forte”, eternizados na voz de Gal Costa em Divino, maravilhoso. A música ganhou força como hino de enfrentamento à ditadura, lançada dias antes do endurecimento do regime com o AI-5. Depois, virou símbolo da Tropicália. Assista: https://twitter.com/i/status/1969859590683529470 Entre os momentos mais marcantes da apresentação, Chico Buarque e Gilberto Gil cantaram “Cálice”, canção composta em 1978 em parceria com Milton Nascimento. Também escrita durante a ditadura militar, a música foi censurada pelos generais e acabou se tornando um dos maiores símbolos da resistência ao regime. Assista: https://twitter.com/i/status/1969857637576851515 O quarteto interpretou Equador, de Djavan, antes de subir ao palco. Assista: https://twitter.com/i/status/1969843295204303000 A nova geração também marcou presença. Marina Sena interpretou “Brasil”, de Cazuza, e o público em Copacabana acompanhou em coro. A escolha do repertório reforçou a ponte entre os clássicos de Chico, Gil, Djavan e Caetano. Assista: https://twitter.com/i/status/1969852646547689621 A manifestação convocada pela esquerda reuniu mais de 43.000 pessoas na tarde deste domingo (21.set.2025) na avenida Paulista, segundo cálculo do Poder360. Foi o maior ato da esquerda nos últimos anos e contou com protestos coordenados em todas as capitais do pais. MEDIDAS DA CÂMARA Na 3ª feira (16.set.2025), a Câmara dos Deputados aprovou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 3 de 2021, apelidada de PEC da Blindagem. A medida permite que deputados e senadores só sejam presos em flagrante por crimes inafiançáveis previstos na Constituição, como racismo e terrorismo. Mesmo em flagrante, a manutenção da prisão ou da investigação depende de decisão da Casa em até 24h. A proposta também estabelece que um deputado ou senador só poderá ser processado durante o mandato se os colegas aprovarem. O texto também amplia o foro privilegiado no STF (Supremo Tribunal Federal) para presidentes nacionais de partidos com representação no Congresso. O projeto ainda precisa de aprovação no Senado para entrar em vigor. Na 4ª feira (17.set.2025), a Câmara aprovou a urgência do PL (Projeto de Lei) da Anistia, que busca perdoar crimes de condenados por tentativa de golpe e pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro. Com a urgência, o projeto pode ir direto ao plenário, sem passar por comissões. O projeto precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também pode vetá-lo. SITUAÇÃO DA BLINDAGEM A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado definiu na 6ª feira (19.set.2025) o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator da PEC da Blindagem. O congressista já se posicionou contra a proposta e afirmou que recomendará sua rejeição. Vieira declarou que a PEC traz “enormes prejuízos para os brasileiros” e disse que o parecer será técnico e contrário ao texto. A proposta foi recebida oficialmente pelo Senado na noite de 4ª feira (17.set.2025). “Minha posição sobre o tema é pública e o relatório será pela rejeição, demostrando tecnicamente os enormes prejuízos que essa proposta pode causar aos brasileiros”, afirmou o relator. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), também se manifestou contra a medida. Ele classificou a PEC como um retrocesso para a democracia e para a transparência. “Manifestei meu posicionamento contrário e acredito que não encontrará aprovação na CCJ”, declarou. A liderança do MDB, uma das maiores bancadas do Senado, divulgou nota oficial afirmando que a proposta representa “impunidade absoluta” e “mina a igualdade perante a lei”. o Poder360 integra o autores Lara Brito Redatora https://www.poder360.com.br/poder-gente/assista-a-chico-gil-caetano-e-djavan-cantando-em-ato-da-esquerda/
A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação.” — Jesus. (JOÃO, 5.29) 1 Em raras passagens do Evangelho, a lei reencarnacionista permanece tão clara quanto aqui, em que o ensino do Mestre se reporta à ressurreição da condenação. 2 Como entenderiam estas palavras os teólogos interessados na existência de um inferno ardente e imperecível? 3 As criaturas dedicadas ao bem encontrarão a fonte da vida em se banhando nas águas da morte corporal. 4 Suas realizações do porvir seguem na ascensão justa, em correspondência direta com o esforço perseverante que desenvolveram no rumo da espiritualidade santificadora, todavia, os que se comprazem no mal cancelam as próprias possibilidades de ressurreição na luz. 5 Cumpre-lhes a repetição do curso expiatório. 6 É a volta à lição ou ao remédio. Não lhes surge diferente alternativa. 7 A lei de retorno, pois, está contida amplamente nessa síntese de Jesus. 8 Ressurreição é ressurgimento. E o sentido de renovação não se compadece com a teoria das penas eternas. 9 Nas sentenças sumárias e definitivas não há recurso salvador. Através da referência do Mestre, contudo, observamos que a Providência Divina muito mais rica e magnânima que parece. 10 Haverá ressurreição para todos, apenas com a diferença de que os bons tê-la-ão em vida nova e os maus em nova condenação, decorrente da criação reprovável deles mesmos. Emmanuel Texto extraído da 1ª edição desse livro. 127 Lei de retorno Pão Nosso #127 - Lei de retorno NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo Transmitido ao vivo em 14 de set. de 2023 Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier. Capítulos Ver tudo Transcrição Amai os vossos inimigos - Estudo do Evangelho à Luz do Espiritismo FEBtv 12 de dez. de 2014 #febtv FEBtv, TV da Federação Espírita Brasileira, tem transmissão ao vivo, 24h pelo site www.febtv.com.br. Baixe APP gratuito; SIGA no Instagram; CURTA no Facebook; e seja um amigo da FEBtv em www.febtv.com.br/queroajudar #febtv Momentos importantes Ver tudo Transcrição
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS Retribuir o mal com o bem Capítulo XII — Amai os vossos inimigos Retribuir o mal com o bem. 1. Aprendestes que foi dito: “Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos.” Eu, porém, vos digo: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os maus e que chova sobre os justos e os injustos. — Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é o que com isso fazeis mais do que os outros? Não fazem outro tanto os pagãos?” (S. Mateus, 5:43 a 47.) “Digo-vos que, se a vossa justiça não for mais abundante que a dos escribas e dos fariseus, não entrareis no reino dos céus.” (S. Mateus, 5:20.) 2. “Se somente amardes os que vos amam, que mérito se vos reconhecerá, uma vez que as pessoas de má vida também amam os que as amam? – Se o bem somente o fizerdes aos que vo-lo fazem, que mérito se vos reconhecerá, dado que o mesmo faz a gente de má vida? – Se só emprestardes àqueles de quem possais esperar o mesmo favor, que mérito se vos reconhecerá, quando as pessoas de má vida se entreajudam dessa maneira, para auferir a mesma vantagem? Pelo que vos toca, amai os vossos inimigos, fazei bem a todos e auxiliai sem esperar coisa alguma. Então, muito grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom para os ingratos e até para os maus. – Sede, pois, cheios de misericórdia, como cheio de misericórdia é o vosso Deus.” (S. Lucas, 6:32 a 36.) 3. Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho. Entretanto, há geralmente equívoco no tocante ao sentido da palavra amar, neste passo. Não pretendeu Jesus, assim falando, que cada um de nós tenha para com o seu inimigo a ternura que dispensa a um irmão ou amigo. A ternura pressupõe confiança; ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal; ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo-a capaz de abusar dessa atitude. Entre pessoas que desconfiam umas das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existem entre as que comungam nas mesmas ideias. Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo. A diversidade na maneira de sentir, nessas duas circunstâncias diferentes, resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. Uma vez que a pobreza da linguagem humana obriga a que nos sirvamos do mesmo termo para exprimir matizes diversos de um sentimento, à razão cabe estabelecer as diferenças, conforme os casos. Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contato de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contato de um amigo. Amar os inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo à reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos. 4. Amar os inimigos é, para o incrédulo, um contrassenso, Aquele para quem a vida presente é tudo, vê no seu inimigo um ser nocivo, que lhe perturba o repouso e do qual unicamente a morte, pensa ele, o pode livrar. Daí, o desejo de vingar-se. Nenhum interesse tem em perdoar, senão para satisfazer o seu orgulho perante o mundo. Em certos casos, perdoar-lhe parece mesmo uma fraqueza indigna de si. Se não se vingar, nem por isso deixará de conservar rancor e secreto desejo de mal para o outro. Para o crente e, sobretudo, para o espírita, muito diversa é a maneira de ver, porque suas vistas se lançam sobre o passado e sobre o futuro, entre os quais a vida atual não passa de um simples ponto. Sabe ele que, pela mesma destinação da Terra, deve esperar topar aí com homens maus e perversos; que as maldades com que se defronta fazem parte das provas que lhe cumpre suportar e o elevado ponto de vista em que se coloca lhe torna menos amargas as vicissitudes, quer advenham dos homens, quer das coisas. Se não se queixa das provas, tampouco deve queixar-se dos que lhe servem de instrumento. Se, em vez de se queixar, agradece a Deus o experimentá-lo, deve também agradecer a mão que lhe dá ensejo de demonstrar a sua paciência e a sua resignação. Esta ideia o dispõe naturalmente ao perdão. Sente, além disso, que quanto mais generoso for, tanto mais se engrandece aos seus próprios olhos e se põe fora do alcance dos dardos do seu inimigo. O homem que no mundo ocupa elevada posição não se julga ofendido com os insultos daquele a quem considera seu inferior. O mesmo se dá com o que, no mundo moral, se eleva acima da humanidade material. Este compreende que o ódio e o rancor o aviltariam e rebaixariam. Ora, para ser superior ao seu adversário, preciso é que tenha a alma maior, mais nobre, mais generosa do que a desse último. https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundooespiritismo/2065/capitulo-xii-amai-os-vossos-inimigos
A força interior bem usada é progresso na certa. "Conta-nos o Sr. José Rezende da Cunha em seu importante depoimento que, em certo dia, Eurípedes encarregara-o de levar ao Departamento de Telégrafos um telegrama para Franca. Tratava-se de uma mensagem urgente solicitada pelo Sr. Mesophonte de Castro, em favor da menina Dalila, portadora de câncer ósseo (osteoscarcoma). ("Menina Dalila 15 annos Rua Misericórdia 52 é necessário amputar a perna? Resposta paga 10 pls.") Na mencionada orientação, Bezerra de Menezes desaconselhou a amputação da perna da paciente emitindo, em termos telegráficos, taxativo parecer: "Amputação êxito nulo." a) Bezerra. Os familiares da enferma, contudo, talvez movidos pela esperança, resolveram entregá-la aos cuidados de um cirurgião que lhe amputou a perna. A menina foi enfraquecendo aos poucos e cinco meses depois desencarnou."
Cardeal Tempesta: O Concílio Vaticano II Esse foi o maior evento da vida da Igreja no século XX e que, por isso, merece nossa atenção serena e objetiva à luz de importantes declarações dos Papas que o vivenciaram de dentro. Cardeal Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist. - Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ A expressão "ressurreição" entendida como ressurgimento e renovação pode ser introduzida através da palavra italiana aggiornamento, que significa "atualização", "modernização" ou "renovação" e foi central para o Concílio Vaticano II, promovendo a adaptação da comunicação da fé à época atual sem alterar a doutrina. Desta forma, podemos conectar a ideia de uma "ressurreição" contínua da mensagem cristã através de um aggiornamento constante, que a torna mais acessível e relevante para cada tempo. Como integrar a palavra aggiornamento Definir o termo: Comece por explicar o significado de aggiornamento como "atualização", "renovação" e "modernização". Contextualizar na Igreja: Mencione que o termo foi popularizado pelo Papa João XXIII e se tornou central para o Concílio Vaticano II, usado para descrever a renovação da forma de apresentar a fé sem alterar a sua substância. Conectar à ressurreição: Explique que o aggiornamento permite que a verdade de Cristo seja apresentada de forma mais eficaz e compreensível para as necessidades do tempo. Aplicar à sua ideia: Ao falar de ressurreição como ressurgimento, pode-se dizer que a palavra aggiornamento representa a forma como a fé "ressuscita" e se renova em cada época, adaptando-se para continuar a ser viva e acessível. Exemplo de como pode ser introduzida: "Neste sentido, a ideia de 'ressurreição' é entendida como um processo contínuo de ressurgimento e renovação, e não uma condenação final. Para a Igreja Católica, isso se reflete na prática do aggiornamento, um termo italiano que significa 'atualização' e que, a partir do Concílio Vaticano II, passou a descrever o ato de pôr a mensagem cristã em dia, adaptando-a para que seja compreensível e relevante para os desafios de cada nova época, sem perder a sua essência imutável". Aggiornamento é um termo italiano que significa atualização, modernização ou renovação, especialmente no contexto de uma instituição ou de uma instituição como a Igreja Católica, implicando o ato de pôr algo em dia ou em consonância com a época atual. Origem e significado em italiano A palavra italiana aggiornamento é derivada de giorno (dia), e a sua raiz giornare significa "trazer para o dia" ou "atualizar". Uso no contexto da Igreja Católica O Papa João XXIII convocou um "aggiornamento" para a Igreja, significando uma atualização e renovação das suas práticas e da sua mensagem para os tempos modernos. Este conceito foi fundamental no Concílio Vaticano II, buscando tornar a Igreja mais relevante, adaptada às necessidades contemporâneas e aberta ao diálogo com o mundo. Outras aplicações Fora do contexto religioso, aggiornamento também pode ser usado para se referir à atualização de um produto, teoria ou qualquer outra coisa que precise ser modernizada.
"Aggiornamento", o contexto da atualização conciliar O Concílio Vaticano II não causou uma ruptura na tradição da fé da Igreja. Não podemos separá-lo dos outros Concílios precedentes e torná-lo como um “superconcílio”. Por isso, na fronteira de uma nova época, que hoje é chamada de “mudança epocal” ou “mudança de época”, o Papa João XXIII convoca toda a Igreja para um verdadeiro “aggiornamento”. Jackson Erpen - Cidade do Vaticano A Constituição Sacrosanctum Concilium e o espírito de “aggiornamento” do Concílio é o tema do nosso Espaço Memória Histórica, 50 anos do Concílio Vaticano II desta quarta-feira. "Aggiornamento", o contexto da atualização conciliar - Vatican News Aug 29, 2018 — Por isso, na fronteira de uma nova época, que hoje é chamada de “mudança epocal” ou “mudança de época”, o Papa João XXIII convoca toda a Igreja para um verdadei... Vatican News aggiornamento - Dicionário Online Priberam de Português Actualização ou modernização (ex.: propôs um aggiornamento da teoria). Origem: palavra italiana. Plural: aggiornamenti. Plural: aggiornamenti. Dicionário Priberam da Língua Portuguesa Significado De "Aggiornamento" - Juristas Mar 23, 2024 — Foi uma tentativa de trazer a mensagem e a prática da Igreja em consonância com as necessidades e realidades da sociedade contemporânea, reconhecendo a importân... Portal Juristas aggiornamento - Tradução em português - exemplos italiano Tradução de "aggiornamento" em português * atualização f. * actualização f. * upgrade m. * elevação f. * modernização f. * reciclagem f. * adiamento m. * refres... Reverso Context A palavra aggiornamento, in italiano, significa atualização ... Jul 9, 2025 — 3 likes, 0 comments - prof.antoniooliveira on July 9, 2025: "A palavra aggiornamento, in italiano, significa atualização. Esse significado está centrado na pala... Instagram Aprofunde seus conhecimentos com o Modo IA Segue uma síntese costurada em que o aggiornamento – termo italiano que significa “atualização” ou “trazer ao dia” – serve de fio condutor, unindo Bíblia, pensamento social, e movimentos espirituais até 2025: 1. Velho Testamento – Renovação como Retorno Nos escritos veterotestamentários, a ideia de renovação aparece como teshuvá (retorno). Os profetas clamam por uma aliança sempre nova, chamando o povo a “voltar ao Senhor” para que a vida floresça outra vez. A ressurreição é menos um fato biológico e mais um reerguimento coletivo: Israel é visto como ossos secos que revivem (Ez 37). Aqui já pulsa um aggiornamento primitivo: a fé não é estática, mas precisa ser atualizada no coração da comunidade. 2. Novo Testamento – Ressurreição como Vida Plena Em Jesus, sobretudo no Evangelho de João (5,29), a ressurreição não é apenas um evento futuro, mas um agora escatológico. Quem ouve a Palavra já “passa da morte para a vida”. A renovação torna-se interior e universal: um aggiornamento espiritual em que o Reino de Deus irrompe no presente. 3. Gramsci – A Reforma Intelectual e Moral Antonio Gramsci, em contexto político, chama por uma reforma intelectual e moral capaz de atualizar a sociedade. Seu “pessimismo da razão e otimismo da vontade” ecoa a exigência profética de recriar estruturas sem perder a memória histórica. Assim, o aggiornamento torna-se ação transformadora, não mera acomodação. 4. Concílio Vaticano II (João XXIII) – Abrir as Janelas Em 1962, João XXIII convoca a Igreja a “abrir as janelas” para que o Espírito sopre. O aggiornamento aqui é explícito: dialogar com o mundo moderno, renovar a liturgia, reconhecer a dignidade de todas as culturas, sem abandonar a tradição. É a Igreja vivendo sua própria Páscoa. 5. Espiritismo Kardecista e Eurípedes Barsanulfo No Brasil, Allan Kardec propõe no século XIX uma leitura cristã em chave de progresso espiritual, e Eurípedes Barsanulfo, em Sacramento (MG), encarna essa atualização no início do século XX: educação, caridade, mediunidade consciente. Trata-se de um aggiornamento que une ciência, filosofia e fé, projetando o Evangelho para a modernidade. 6. 2025 – Jornada de Sacramento Ao chegar a 2025, eventos como a jornada em Sacramento celebram continuidade e renovação: o chamado a ressurgir em fraternidade planetária, unindo tradições cristãs, espíritas e sociais num mesmo movimento de renovação da consciência. É o eco da antiga promessa: “Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5). Síntese Final Do sopro profético de Israel ao anúncio pascal de Jesus, da crítica gramsciana ao sopro conciliar, e da pedagogia espírita às jornadas atuais, o aggiornamento é sempre ressurreição em processo: um retorno que é avanço, uma memória que se renova, um convite permanente a viver a vida como obra em construção, onde o Espírito – seja nomeado como Ruah, Logos ou Força Universal – chama a humanidade a recomeçar, reerguer, atualizar-se.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Medidas do Poder: Entre a Dosimetria, a Democracia e o “Tudo Pode”

Em recente editorial no WW da CNN Brasil , não se sabe se por descuido ou fantasia, WW vocalizou “dosiometria” onde cabia doses de dosimetria e um choro de ironia!
"Helena é enorme, né?" Taiguara "O ministro Luiz Fux tem o direito constitucional de votar da forma como melhor lhe convier..." “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém.” — 1 Coríntios 6:12 “A liberdade é a possibilidade do bem, e não a garantia do excesso.” — paráfrase de Hannah Arendt Alberto Land... Iniciou a carreira artística em meados da década de 1960. Em 1968, particIpou do I Festival Universitário da Música Popular Brasileira, promovido pela TV Tupi e pela Secretaria De Turismo da Guanabara, com a canção “Helena, Helena, Helena” que, defendida por Taiguara, conquistou o primeiro lugar e logo se tornou um sucesso popular. Este artigo reúne informações, imagens e reflexões que dialogam com a crise política brasileira recente, a ideia de dosimetria — tanto penal quanto radiológica — e os símbolos culturais que emergiram em meio a protestos e disputas institucionais. A partir de reportagens, análises e referências bíblicas, busca-se compreender como o conceito de “medida” se torna chave para pensar a democracia, a justiça e os limites da liberdade. Protestos de rua, cartazes que repetem “TUDO PODE”, citações bíblicas, decisões do Supremo Tribunal Federal e a rejeição da chamada PEC da Blindagem pelo Senado: todos esses elementos compõem um mosaico de um Brasil em ebulição. Ao mesmo tempo, a palavra dosimetria — usada tanto na aplicação de penas criminais quanto na medição de radiação — surge como conceito central para pensar os desafios do presente. Em tempos de paixão política e de informação difusa, medir com precisão o que é justo, seguro e democrático torna-se tarefa urgente.
Senado arquiva a PEC da Blindagem, mas impasse com o STF persiste Publicado em 25/09/2025 - 04:44 Luiz Carlos Azedo Brasília, Congresso, Justiça, Militares, Partidos, Política, Política, Violência Alcolumbre, ao comunicar o arquivamento, destacou o rigor regimental e a clareza da decisão: parecer pela inconstitucionalidade equivale à rejeição definitiva O arquivamento da chamada PEC da Blindagem pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado não encerra o conflito aberto entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão unânime dos senadores, confirmada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre, sepulta formalmente a tentativa da Câmara de ampliar as prerrogativas de parlamentares e dirigentes partidários, blindando-os de processos e prisões. A decisão é fruto do amplo repúdio da opinião pública e das manifestações contrárias à autoproteção dos deputados, entretanto a disputa institucional prossegue em outro terreno: a anistia e a dosimetria das penas dos envolvidos no 8 de Janeiro, com destaque para a condenação histórica do ex-presidente Jair Bolsonaro. Leia também: PEC da Blindagem: mobilização popular enterra proposta A tramitação da PEC da Blindagem expôs o descompasso entre as duas Casas. Enquanto a Câmara aprovou a proposta sob patrocínio do Centrão e aval do deputado Arthur Lira (PP-AL), no Senado, a reação foi imediata. A CCJ, sob a presidência do senador Otto Alencar (PSD-BA) e relatoria de Alessandro Vieira (MDB-SE), classificou o texto como um ataque direto à legitimidade do Legislativo. A rejeição por unanimidade impediu que a matéria chegasse ao plenário. Alcolumbre, ao comunicar o arquivamento, destacou o rigor regimental e a clareza da decisão: parecer pela inconstitucionalidade equivale à rejeição definitiva. De certa forma, com a decisão, o Senado desnudou a crise de legitimidade da Câmara, acusada de legislar em causa própria e de se descolar da opinião pública. Não à toa, as manifestações populares do último fim de semana reforçaram a pressão para o sepultamento da PEC, que era percebida como um “salvo-conduto” para políticos e dirigentes partidários enrolados com a Justiça. Apesar da derrota da blindagem, a Câmara mantém a ofensiva contra o Supremo. O PL da Dosimetria, nova roupagem do PL da Anistia, pretende reduzir as penas impostas aos condenados pela tentativa de golpe. Seu objetivo principal não é aliviar os bagrinhos envolvidos no 8 de Janeiro, a maioria em liberdade, mas atenuar a condenação exemplar de Bolsonaro e de seus aliados, principalmente os militares de alta patente. É nesse contexto que ressurgem as críticas ao inquérito das fake news, instaurado de ofício pelo ministro Dias Toffoli, quando presidente da Corte, e à condução firme de Alexandre de Moraes na apuração das responsabilidades dos golpistas. A oposição questiona a legitimidade dos julgamentos. Para o STF, ao contrário, os instrumentos adotados representam mecanismos excepcionais, mas necessários, para preservar a democracia diante da ameaça concreta do golpismo. Essa tensão jurídica, que mistura divergências constitucionais com disputas políticas, é o núcleo essencial do litígio entre os Poderes. Pacto democrático Do ponto de vista jurídico, a rejeição da PEC da Blindagem reforçou a autonomia do Senado como instância de contenção de excessos corporativos. Casa historicamente responsável por protagonizar a chamada “política de conciliação”, tem legitimidade para apartar a impunidade do que seria uma pacificação. O argumento central do relator da PEC da Blindagem, senador Alessandro Vieira, foi que a proposta criaria um “porto seguro para criminosos”, invertendo a lógica republicana de igualdade perante a lei. Mais claro do que isso, impossível. A decisão sinaliza que, ao menos no Senado, prevalece a leitura de que imunidades não podem ser confundidas com impunidade. Entretanto, o debate sobre a anistia reabre fissuras constitucionais delicadas. A Câmara insiste em legislar sobre fatos já julgados, buscando relativizar condenações do Supremo. Isso tensiona o princípio da separação de Poderes e cria insegurança jurídica: até que ponto o Legislativo pode modular ou reverter decisões judiciais definitivas? Constitucionalmente, o Congresso não é um fórum de revisão das decisões do Supremo. O que há de novo na democracia brasileira, nos termos da Constituição de 1988, é que ninguém está acima da lei. Por isso, a condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão é tão paradigmática. De fato, inaugurou uma nova era jurídica no Brasil: a responsabilização penal de um ex-presidente por crimes contra a democracia. Que ninguém se iluda, esse é o epicentro do embate entre o STF e parte expressiva do Congresso. O PL da Dosimetria é, na prática, uma tentativa de reduzir a pena de Bolsonaro e de seus aliados, traduzindo em norma legislativa um gesto de leniência política. Leia ainda: A vez do julgamento do “núcleo da desinformação” da trama golpista Ao insistir nesse caminho, o Congresso não apenas desafia o Supremo, mas se coloca diante de uma encruzilhada institucional: cede à pressão das bases bolsonaristas ou afirma a autoridade das instituições democráticas? O arquivamento da PEC da Blindagem foi uma vitória do Senado e uma derrota fragorosa para a Câmara, porém o litígio do Congresso com o Supremo permanece vivo com a discussão sobre anistia e dosimetria. Nesse jogo de forças, a linha entre conciliação e impunidade volta a ser testada — e dela dependerá a solidez do pacto democrático brasileiro. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Taiguara - Helena, Helena, Helena Kuarup Produtora Helena, Helena, Helena Taiguara Ele Vive
Tudo Pode? Política, Fé e Protesto em Tempos de Turbulência Nos últimos meses, o Brasil tem vivido uma sequência de acontecimentos que combinam tensão política, mobilização social e reflexões morais. De manifestações de rua a embates institucionais, passando por músicas e passagens bíblicas, os sinais de um país em ebulição se multiplicam. O País nas Ruas A imagem de jovens erguendo cartazes e bandeiras traduz um sentimento de inconformismo. As multidões, mais do que reivindicar pautas específicas, parecem ecoar uma mensagem ampla: a sociedade exige limites claros para o poder político. A estética vibrante das ilustrações lembra que a rua continua sendo o palco privilegiado da disputa democrática. Crise e Contradições em Brasília Na arena institucional, o Senado enterrou a chamada “PEC da Blindagem”, que pretendia ampliar as prerrogativas de parlamentares e dirigentes partidários, blindando-os de processos e prisões. A decisão da Comissão de Constituição e Justiça, amparada por forte pressão popular, reforçou a autonomia do Senado e impôs uma derrota à Câmara, que havia aprovado a proposta. Mesmo assim, a tensão entre Congresso e Supremo Tribunal Federal permanece. Deputados articulam projetos de anistia e dosimetria das penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, em especial a sentença que impôs 27 anos de prisão ao ex-presidente Jair Bolsonaro – informação presente em textos que circulam, mas que carece de confirmação oficial. Esse embate revela a frágil linha que separa conciliação política de impunidade. Lula em Terreno Instável O governo Lula enfrenta seus próprios dilemas. Após um início de mandato com aprovação expressiva, a inflação de alimentos, denúncias de corrupção e a escalada da criminalidade provocaram uma queda acentuada em sua popularidade ao longo de 2024. Paradoxalmente, as investidas de Donald Trump e de Bolsonaro contra o Supremo, além das críticas externas à democracia brasileira, acabaram reforçando o discurso de Lula em defesa da soberania nacional. Até um breve encontro entre Lula e Trump na ONU, em setembro de 2025, é relatado como sinal de reaproximação diplomática. “Tudo Pode”? Diante desse cenário, ressoa a mensagem tipográfica “TUDO PODE”, repetida à exaustão em um cartaz. A provocação dialoga com o versículo de 1 Coríntios 6:12–13: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém”. É o lembrete de que liberdade não é sinônimo de ausência de responsabilidade – um recado que vale tanto para governantes quanto para cidadãos. Cultura e Sentimento Entre os fatos políticos, surge a canção Helena, Helena, Helena, de Taiguara, como contraponto poético. A letra fala de encontros e despedidas, amores que se perdem e recomeços. Em meio a crises de poder, a música devolve um pouco de humanidade ao noticiário, lembrando que, por trás das disputas, persistem histórias pessoais de afeto e busca por sentido. Um País em Escolha Permanente A justaposição desses elementos – protestos, decisões judiciais, disputas políticas, referências bíblicas e expressões artísticas – revela um Brasil em constante teste de seus próprios limites. Se “tudo pode”, cabe à sociedade decidir o que realmente convém. É nessa fronteira, entre liberdade e responsabilidade, que se escreve a história democrática brasileira. Taiguara - Helena, Helena, Helena - Especial TV Cultura 08 Helena, Helena, Helena Canção de Taiguara ‧ 1989 Visão geral Letras Talvez um dia Por descuido ou fantasia Helena, Helena, Helena Nos meus braços debruçou Foi por encanto ou desencanto Ou até mesmo por meu canto, por meu pranto Ou foi por sexo, ou viu em mim o seu reflexo Ou quem sabe uma aventura Até mesmo uma procura Pra encontrar um grande amor Mas hoje eu sei que um dia Por faltar telefonema Helena, Helena, Helena Nos meus braços pernoitou Foi por acaso, por um caso Até mesmo por costume, pra sentir o meu perfume Dar amor por um programa Dar seu corpo num programa Hoje vai e nem me chama Um adeus é o que deixou Talvez um dia Por esperança ou ser criança Deixei Helena, Helena Com seus braços me guiar Fui sem destino, tão menino E hoje eu vejo o desatino Estou perdido numa estrada, peço ajuda a quem passa Tanto amor pra dar de graça Todo mundo acha graça Deste fim que me levou Maria Helena E seus homens de renome Entre eles fez seu nome, e entre eles se elevou Foi sem amor, foi sem pudor Mas hoje entendo o jeito desses Pra salvar seus interesses Dar seu corpo custa nada E com olhar de apaixonada Em suas rodas elevadas Seu destino assegurou Talvez um dia Por desejo de poesia Helena, Helena, Helena Talvez queira dar a mão Talvez tão tarde, até em vão Quem sabe eu tenha um rumo à vista Ou quem sabe eu nem exista Ofereço este meu canto a qualquer preço, a qualquer pranto Não quero amor, não se discute Eu procuro quem me escute Helena, Helena, Helena Quem sabe eu tenha um rumo à vista Ou quem sabe eu nem exista Ofereço este meu canto a qualquer preço, a qualquer pranto Não quero amor, não se discute Eu procuro quem me escute Fonte: LyricFind Compositores: Alberto Batista De Castro Land Música: Helena, Helena, Helena Artista: Taiguara Álbum: Ele Vive (2014) Para baixar no itunes: http://apple.co/2dtUYfd 🖕Dosiometria? 👇 "Dosimetria" refere-se à medição de doses e pode ser aplicada em duas áreas principais: dosimetria penal, onde o juiz calcula a pena de um condenado de forma trifásica, levando em conta as circunstâncias do crime, a personalidade do réu e a lei; e dosimetria de radiação, o processo de quantificar a dose de radiação ionizante recebida por pessoas, materiais ou alimentos, essencial para a proteção e avaliação de riscos. Dosimetria Penal Conceito: É o procedimento judicial para determinar a pena a ser aplicada a um condenado. Metodologia: Segue um sistema trifásico, conforme previsto no Código Penal: Pena-base: Cálculo inicial, considerando as circunstâncias judiciais do crime e do réu. Pena provisória: Ajuste da pena-base com base em agravantes e atenuantes. Pena definitiva: Ajuste final com as causas de aumento e diminuição de pena (majorantes e minorantes). Dosimetria de Radiação Conceito: O ato de quantificar a dose de radiação ionizante que interage com um meio, como uma pessoa ou um alimento. Importância: Ajuda a avaliar e associar essa dose a riscos, sendo vital para a proteção da saúde. Aplicações: Dosimetria individual: Mede a radiação recebida por uma pessoa. Outras aplicações: Pode ser utilizada para medir a dose em alimentos ou em "fantasmas", que são materiais simuladores do corpo humano. 2 min A importância da dosimetria das radiações para a sociedade YouTube · IRD Institucional 0:56 O que é Dosimetria da Pena? YouTube · Edudireito 10 min DOSIMETRIA DA PENA - Resumo simples e objetivo YouTube · Fala Tribunos com Henrique Perez 15:14 DOSIMETRIA DA PENA descomplicada para NÃO ERRAR ... YouTube · Revisando Penal com a Prof Helena Aprofunde seus conhecimentos com o Modo IA As respostas de IA podem incluir erros. Para receber aconselhamento jurídico, consulte um profissional. Saber mais Reportagem política: cobertura sobre a rejeição da PEC da Blindagem, tensão entre Congresso e STF e debate sobre anistia e dosimetria penal (coluna de Luiz Carlos Azedo, 25/09/2025). Contexto internacional e nacional: resumos que descrevem, em tom analítico, queda de popularidade do presidente Lula, condenação de Jair Bolsonaro e a influência de Donald Trump — informações que circulam como análises prospectivas, sem confirmação oficial. Conceito jurídico: vídeos e textos explicativos sobre dosimetria da pena (Edudireito, Fala Tribunos, Prof. Helena), que descrevem o cálculo trifásico da pena no Código Penal brasileiro. Conceito científico: material do Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) sobre dosimetria de radiação, sua importância para a saúde e a segurança alimentar. Referências culturais: canção Helena, Helena, Helena (Taiguara, 1989), cartaz tipográfico “TUDO PODE” e ilustrações de protesto popular. Base ética: passagem bíblica de 1 Coríntios 6:12–13, que contrapõe liberdade e conveniência moral.
resumo enxuto dos últimos meses. ¹² "Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada domine. ¹³ "Os alimentos foram feitos para o estômago e o estômago para os alimentos", mas Deus destruirá ambos. O corpo, porém, não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo. 1 Coríntios 6:12,13 Eis um resumo enxuto com os principais pontos do artigo: Queda de popularidade de Lula (2024): No início do 3º mandato, pesquisas mostravam forte apoio popular, especialmente entre os mais pobres. Mas a partir de julho de 2024, inflação de alimentos, criminalidade e denúncias de corrupção derrubaram a aprovação, que chegou a ficar 17 pontos abaixo da reprovação no início de 2025. Movimentos de Bolsonaro e Trump: Jair Bolsonaro e seus filhos buscaram apoio externo, inclusive dos EUA, para pressionar instituições brasileiras e evitar condenação. Bolsonaro admitiu atuar como informante do governo americano. Trump impôs tarifas de até 50% a produtos brasileiros e atacou o STF, tentando proteger Bolsonaro — sem sucesso. Condenação de Bolsonaro: O ex-presidente acabou condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes contra a Constituição, incluindo tentativa de golpe. Efeito político para Lula: A ofensiva de Trump e Bolsonaro fortaleceu o discurso de Lula de defesa da soberania e da democracia, ajudando a recuperar parte da aprovação do governo, embora a maioria ainda ache que ele perdeu conexão com o povo. Encontro Lula–Trump: Na ONU, em setembro de 2025, Lula e Trump tiveram um breve encontro cordial, sinalizando possível reaproximação. ➡️ Ideia central: A atuação de Trump e Bolsonaro, embora hostil, acabou beneficiando Lula politicamente, ajudando a reanimar sua popularidade e sua campanha pela reeleição. CONCLUSÃO ENXUTA Entre protestos, julgamentos e metáforas de radiação, o Brasil revela a necessidade de uma dosimetria social: equilibrar liberdade e responsabilidade, poder e limite. Quando “tudo pode”, a verdadeira medida da democracia está em escolher, com precisão, o que realmente convém.

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

EPIFANIA MÚTUA E INSTANTÂNEA

EPIFANIA MÚTUA E INSTANTÂNEA
No começo Deus criou os céus e a terra. No começo Deus criou os céus e a terra. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água. Então Deus disse: — Que haja luz! E a luz começou a existir. Deus viu que a luz era boa e a separou da escuridão. NTLH: Nova Tradução na Linguagem de Hoje HE HAS A DREAM EU TENHO UM SONHO I HAVE A DREAM O Que É Epifania? A princípio, epifania é uma palavra que vem do grego “epiphaneia”, que significa “aparecimento” ou “revelação”. Além disso, ela se refere a um insight súbito e profundo, uma compreensão repentina e clara de algo que antes estava oculto ou não compreendido. É como se uma lâmpada se acendesse em sua mente, dissipando a escuridão da ignorância e trazendo clareza instantânea. Mas como exatamente uma epifania acontece? Trump diz que abraçou Lula na Assembleia da ONU: 'Ele gostou de mim e eu gostei dele' UOL 23 de set. de 2025 #UOLNewsManhã #corte Em discurso na Assembleia da ONU, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que abraçou o presidente Lula. #UOLNewsManhã #corte Transcrição “TRUMP SOBRE LULA: EU GOSTEI DELE E ELE GOSTOU DE MIM?” "LULA SOB TRUMP: ELE GOSTOU DE MIM E EU GOSTEI DELE?"
Um “momento mágico” entre Lula e Trump na ONU que nem eles esperavam Publicado em 24/09/2025 - 07:47 Luiz Carlos AzedoEconomia, EUA, Governo, Imposto, Itamaraty, Justiça, Política, Política, Trump Trump é ciclotímico e imprevisível; Lula é pragmático, mas não vai alinhar o Brasil automaticamente aos EUA, como fez Bolsonaro e, agora, a Casa Branca gostaria O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira, disse que se reunirá na semana que vem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para debater as retaliações que os EUA vêm aplicando ao Brasil em reação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Disse que houve “excelente química” entre ambos. A declaração pegou de surpresa tanto a comitiva brasileira quanto os assessores da Casa Branca, que não haviam previsto que ambos se encontrassem de forma tão afável nos bastidores do plenário da ONU. “Eu estava entrando (no plenário da ONU), e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem”, disse Trump. “Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócio com gente de quem eu gosto. Quando não gosto deles, eu não faço. Quando eu não gosto, eu não gosto. Por 39 segundos, nós tivemos uma ótima química, e isso é um bom sinal.” O brevíssimo encontro entre Lula e Trump, ao ser revelado pelo presidente norte-americano no plenário da ONU, foi um daqueles momentos mágicos da política, em que os indivíduos podem mudar o curso da história. Transformou-se em um episódio carregado de simbolismo, que condensa as tensões e as contradições de uma relação marcada por sanções, críticas mútuas e disputas por legitimidade política e moral no cenário internacional. Na psicologia, “momento mágico” é aquele instante único e inesperado, intenso e paradoxal, que abre brechas de entendimento sem dissolver o conflito. Abriu-se uma porta para o diálogo aberto e franco, sem intermediários, entre os dois presidentes, fato que parecia impossível de correr diante da escalada de tensões entre ambos. Os discursos de Lula e Trump, porém, revelam obstáculos objetivos a um entendimento entre os dois países. Lula foi o primeiro chefe de Estado a falar, como manda a tradição da ONU, e fez uma intervenção dura, denunciou a ingerência dos Estados Unidos em assuntos internos brasileiros, rechaçou as sanções impostas a autoridades e familiares de ministros e destacou a soberania nacional como princípio inegociável. Mas não citou Trump. Também vinculou a defesa da democracia à recusa de anistia a Jair Bolsonaro e seus aliados, lembrando que não há pacificação possível com impunidade. O tom foi de resistência e nacionalista, em consonância com a narrativa de que o Brasil reconquistou a democracia há quatro décadas e não aceitará pressões externas. Leia também: Na ONU, Lula defende justiça climática e critica a guerra em Gaza Dois estilos Como sempre, Trump adotou uma retórica agressiva. Justificou tarifas e medidas unilaterais como instrumentos de proteção dos interesses americanos e acusou o Brasil de censura, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos. Foi um ataque direto, duro, na lógica do “América em primeiro lugar”. Mas, no mesmo discurso, abriu uma brecha: foi quando disse que Lula parece “um cara legal” e que entre os dois houve uma certa “química”. Essa contradição é típica do estilo negociador do republicano — elevar a tensão, aplicar pressão e, em seguida, reposicionar-se para negociar em condições mais vantajosas. Mas é um jogo ao qual Lula também está acostumado, desde os tempos de sindicalista: quem abaixa a cabeça não é respeitado. Leia ainda: Donald Trump ataca as Nações Unidas e faz afagos ao próprio ego Essa ambivalência do episódio fez dele o “momento mágico”. Trata-se de um instante que se destaca por ser singular, intenso, encantador e, potencialmente, transformador. O abraço improvisado na ONU reuniu todos esses elementos: fugiu ao roteiro protocolar; simbolizou, em segundos, semanas de escalada diplomática; impactou parte da opinião pública, ao mostrar dois líderes rivais em gesto de cordialidade; aparentemente, mudou da água para o vinho a relação entre os dois, ainda que em bases pragmáticas e muito frágeis. Trump é ciclotímico e imprevisível; Lula é pragmático, não vai alinhar o Brasil automaticamente aos Estados Unidos, como fez Bolsonaro e, agora, a Casa Branca gostaria. Para o Brasil, o essencial é resistir às sanções, preservar a autonomia institucional e negar a anistia como caminho de impunidade. A prioridade de Trump é usar tarifas, punições e sanções como moeda de troca, mantendo o Brasil sob pressão enquanto reafirma sua liderança perante a base interna e o eleitorado norte-americano. É melhor levar em conta que o “momento mágico” é apenas a chance de manter aberto um canal de comunicação pessoal, ainda que os discursos revelem antagonismos insuperáveis no curto prazo. A tática errática de Trump raramente resulta em soluções lineares. Ao contrário, muitas vezes produz efeitos “exóticos”, como lembram os observadores mais cautelosos. O gesto causou perplexidade na oposição, mas foi encarado como “firmeza estratégica combinada com inteligência política” por Eduardo Bolsonaro, o filho do ex-presidente que articulou as sanções contra o Brasil. No Itamaraty, cujos diplomatas são acostumados a longos e minuciosos processos de negociação, o abraço foi interpretado como abertura para reduzir a tensão, um rito performático em meio ao clima de hostilidade. Não dissolve o antagonismo, porém projeta no imaginário a possibilidade de que adversários radicais possam, ao menos por segundos, se reconhecer e se dirigir como pares legítimos. Abre-se um capítulo novo, ainda imponderável, das relações Brasil-Estados Unidos. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Confira o discurso de Lula na ONU, ontem, 23/09/2025
Resumo objetivo da parte política da notícia: Durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, os presidentes dos Estados Unidos e do Brasil tiveram um encontro inesperado nos bastidores. Eles se abraçaram rapidamente (aprox. 20–30 segundos) e comentaram ter tido “excelente química”, o que surpreendeu assessores de ambos os governos. O presidente norte-americano elogiou o brasileiro, dizendo que “gostou dele” e que costuma negociar apenas com pessoas de quem gosta. Apesar do gesto cordial, os discursos oficiais foram duros: O brasileiro criticou sanções dos EUA, defendeu soberania nacional e rejeitou anistia a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. O norte-americano justificou tarifas e acusou o Brasil de censura e perseguição política. Analistas interpretaram o abraço como uma abertura simbólica de diálogo, mas ressaltaram que persistem tensões profundas e que a aproximação é frágil e incerta. Não foram incluídos trechos bíblicos nem reflexões filosóficas, apenas os fatos políticos.
Lula tem uma dívida de gratidão com Trump e Bolsonaro Nunca antes na história do lulismo tão poucos fizeram tanto pela reeleição dele Por José Casado Atualizado em 24 set 2025, 09h07 - Publicado em 24 set 2025, 08h00 Sobram motivos para desconfiança, mas Lula tem uma dívida de gratidão com Donald Trump e Jair Bolsonaro. É dívida do tipo impagável, cuja história pode ser contada assim: No inverno do ano passado, quando completava dezenove meses do terceiro mandato, Lula colecionava pesquisas mostrando o sólido apoio ao governo de sete em cada dez eleitores. Na primeira quinzena de julho de 2024, registrou sondagem da Quaest, o respaldo era incontestável na massa (73%) de eleitores com renda familiar de até cinco salários-mínimos (R$ 7.590,00). O eleitorado mais pobre, com renda domiciliar de até dois salários-mínimos (R$ 3.036,00), sustentava uma taxa de aprovação sonhada por governantes em campanha permanente pela reeleição: 43 pontos percentuais acima do índice de desaprovação. Ou seja, 69% dos mais pobres apoiavam e 29% reprovavam. Seis meses depois, o mundo de Lula estava transformado. A vantagem do governo havia despencado para 13 pontos refletindo queixas dos pobres com os incômodos provocados pelo aumento contínuo dos preços dos alimentos, da criminalidade nas cidades e da corrupção na administração pública. A segunda-feira 20 de janeiro deixou claro que Lula e Trump têm mais afinidades do que poderiam imaginar. Uma delas é o fascínio pelo som da própria voz, sobretudo quando se autoelogiam — o que costuma acontecer a cada duas ou três frases dos discursos. No isolamento da Granja do Torto, residência de campo da presidência nos arredores de Brasília, Lula reuniu 43 pessoas (38 ministros, presidentes de estatais e líderes no Congresso) para um espetáculo de governança. “Nós somos um grupo de pessoas de formação política diferenciada, de berço diferente”, definiu Lula na abertura do encontro, que a oposição chamou de Concílio do Torto por causa do número de participantes. Quase oito horas depois, eles chegaram ao Consenso do Torto: o governo era muito melhor do que a percepção do povo declarada nas pesquisas; tudo o que se dizia no Planalto e nos ministérios era verdade, mas na internet e na imprensa só se publicavam mentiras. A sete mil quilômetros ao norte, caía a noite em Washington quando a repórter Raquel Krähenbühl perguntou ao recém-empossado presidente americano se conversaria com o presidente brasileiro e como seria a relação dos Estados Unidos com Brasil e América Latina. “A relação é excelente”, respondeu Trump enquanto assinava seus primeiros decretos na Casa Branca. “Eles precisam de nós, muito mais do que nós precisamos deles. Não precisamos deles. Eles precisam de nós. Todos precisam de nós.” Às vésperas do Carnaval, Lula estava agoniado porque a reprovação ao seu governo alcançava nível recorde. Já superava a aprovação em 17 pontos. Seguia na contramão do eleitorado. Em maio, por exemplo, a Quaest retratou ampla maioria (63%) do eleitorado declarando que Lula havia perdido a bússola política, ou seja, “a conexão com o povo”.
https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2025/09/2025-09-14.-Pesquisa-desconexao-de-Lula.jpg?quality=70&strip=info&w=650 Por essa época, Jair Bolsonaro e seus filhos cultivavam uma ideia — apelar à intervenção estrangeira. Bolsonaro chegou a anunciar (o vídeo está na rede) que se tornara um informante do governo dos Estados Unidos na expectativa de resolver seus problemas no banco dos réus “com apoio vindo de fora”. Foi a primeira vez que um ex-presidente da República confessou publicamente ter se tornado um agente a serviço de governo estrangeiro hostil ao próprio país. Contou, também, financiado com R$ 2 milhões uma empreitada de agitação e propaganda do filho-deputado em Washington em lobby permanente contra os interesses econômicos e institucionais do Brasil nas relações com os EUA. Trump atendeu ao clã Bolsonaro. Impôs taxas de até 50% sobre os preços dos produtos brasileiros e atacou juízes do Supremo Tribunal Federal em manobra explícita para impedir o julgamento do aliado Jair por crimes contra a Constituição, entre eles, tentativa de golpe de estado. Deu tudo errado. O julgamento no STF avançou e acabou com a condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão, começando em regime fechado. Lula se enrolou na bandeira verde-amarela “ao lado dos brasileiros”, ressaltou a propaganda oficial. A aprovação do governo melhorou, a reprovação declina e, informa o Datafolha, os índices já se aproximam do empate (a diferença está na faixa dos cinco pontos). Mas ampla maioria (61%) dos eleitores acha que ele ainda não recuperou a conexão perdida com o povo. Trump e Lula estavam em rota de colisão, mas, era previsível que algum dia poderiam se encontrar e se entender. A dificuldade, certamente, seria encontrar uma ambiente adequado à dimensão dos respectivos egos. A ONU ofereceu a ocasião e o espaço na sessão de abertura da assembleia anual, nesta terça-feira (23/9). A versão de Trump: “Eu estava entrando (no plenário da ONU) e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. E aí eu penso: ‘Vocês acreditam que vou dizer isso em apenas dois minutos?’ Nós realmente combinamos de nos encontrar na próxima semana. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos.” “Em retrospecto”, prosseguiu, “fico feliz de ter esperado (para negociar tarifas). Nós tivemos uma boa conversa e combinamos de nos encontrar na próxima semana, se isso for de interesse mútuo, mas ele pareceu um homem muito agradável.” Não se conhece a versão de Lula, porém as imagens deixam nítida a sua surpresa ao ouvir o discurso do presidente americano que, ele diz, gosta de se apresentar como “imperador do mundo”. Em 39 segundos, rolou uma “excelente química”, nas palavras de Trump: “ele gostou de mim, eu gostei dele.” Parece pouco, mas muita coisa pode acontecer nesse tempo. Há 350 anos, o astrônomo dinamarquês Ole Christensen Romer estudava uma lua de Júpiter quando percebeu que a luz viajava a uma velocidade finita. Pelos cálculos de Romer, os 39 segundos seriam suficientes para um facho de luz dar 292 voltas na Terra. Esse foi o tempo da “química” Trump-Lula que pode vir a ser determinante para mudança de patamar nas relações Estados Unidos-Brasil. Pior do que está será difícil ficar. Lula poderia mandar flores a Trump e Bolsonaro com um cartão: “Eterna gratidão.” Nunca antes na história do lulismo tão poucos fizeram tanto pela reeleição dele. MAIS LIDAS 1 A repercussão internacional do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU 2 Ex-namorado de Ben-Hur Correia, repórter da Globo, morre aos 38 anos 3 Fluminense x Lanús na Sul-Americana: onde assistir, horário e escalações 4 O recado político do STF após aprovação da PEC da Blindagem na Câmara 5 A repercussão internacional das manifestações contra PEC da Blindagem e anistia ATENTADO DE 8 DE JANEIRO CONSTITUIÇÃO DEMOCRACIA DONALD TRUMP ELEIÇÕES ESTADOS UNIDOS GOLPE DE ESTADO GOVERNO LULA JAIR BOLSONARO LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PESQUISAS ELEITORAIS REELEIÇÃO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF TARIFAÇO Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/lula-tem-uma-divida-de-gratidao-com-trump-e-bolsonaro/
resumo enxuto dos últimos meses. ¹² "Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada domine. ¹³ "Os alimentos foram feitos para o estômago e o estômago para os alimentos", mas Deus destruirá ambos. O corpo, porém, não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo. 1 Coríntios 6:12,13 Eis um resumo enxuto com os principais pontos do artigo: Queda de popularidade de Lula (2024): No início do 3º mandato, pesquisas mostravam forte apoio popular, especialmente entre os mais pobres. Mas a partir de julho de 2024, inflação de alimentos, criminalidade e denúncias de corrupção derrubaram a aprovação, que chegou a ficar 17 pontos abaixo da reprovação no início de 2025. Movimentos de Bolsonaro e Trump: Jair Bolsonaro e seus filhos buscaram apoio externo, inclusive dos EUA, para pressionar instituições brasileiras e evitar condenação. Bolsonaro admitiu atuar como informante do governo americano. Trump impôs tarifas de até 50% a produtos brasileiros e atacou o STF, tentando proteger Bolsonaro — sem sucesso. Condenação de Bolsonaro: O ex-presidente acabou condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes contra a Constituição, incluindo tentativa de golpe. Efeito político para Lula: A ofensiva de Trump e Bolsonaro fortaleceu o discurso de Lula de defesa da soberania e da democracia, ajudando a recuperar parte da aprovação do governo, embora a maioria ainda ache que ele perdeu conexão com o povo. Encontro Lula–Trump: Na ONU, em setembro de 2025, Lula e Trump tiveram um breve encontro cordial, sinalizando possível reaproximação. ➡️ Ideia central: A atuação de Trump e Bolsonaro, embora hostil, acabou beneficiando Lula politicamente, ajudando a reanimar sua popularidade e sua campanha pela reeleição.

terça-feira, 23 de setembro de 2025

BRIGA DE RUA

" A E7 A Porém, ah! Porém E7 A Há um caso diferente C#7 F#m7 A7 Que marcou um breve tempo D Meu coração para sempre E7 A Era dia de carnaval Composição de Paulinho da Viola. "
Manifestações de domingo foram resposta à impunidade e ao golpismo Publicado em 23/09/2025 - 08:06 Luiz Carlos Azedo Brasília, Comunicação, Congresso, Eleições, Ética, Governo, Justiça, Memória, Política, Política Desde o Natal, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira articulava a aprovação da PEC da Blindagem, que ocorreu com folga de 45 votos, juntando parlamentares de todos os matizes O vento mudou na política, agora favorece mais à esquerda do que à direita, porque a oposição entrou em confronto com o espírito democrático e patriótico da maioria da população. As manifestações de domingo contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia marcaram esse ponto de inflexão. A entropia, o fisiologismo e o patrimonialismo, anabolizados pelas emendas parlamentares, são protagonizados por políticos ligados a velhas oligarquias, cuja reeleição não depende da opinião pública nem de redes sociais, mas de tradicionais “currais eleitorais”. Agora, a Câmara descobriu que ainda existe no Brasil uma sociedade civil organizada, capaz de se indignar. Eleito pelo voto majoritário, cabe ao Senado corrigir o rumo do Congresso. Foi essa indignação que tirou a esquerda do canto do ringue e possibilitou que um amplo leque de associações, entidades e movimentos organizassem, em apenas 72 horas, as grandes manifestações do fim de semana passado contra a impunidade e o golpismo. Em 33 cidades, incluindo todas as capitais, multidões deixaram claro que não aceitam impunidade nem retrocessos. Sem anistia, nem blindagem para corruptos, foi esse o cristalino recado dado, uma espécie de “assim também já é demais”, como cantava a Clementina de Jesus. Leia também: Relator da PEC da Blindagem no Senado diz que projeto é inconstitucional Na Avenida Paulista, em São Paulo, cerca de 42 mil pessoas se reuniram, número comparável aos atos bolsonaristas do 7 de Setembro. No Rio, a orla de Copacabana também recebeu 42 mil manifestantes. Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios foi tomada por milhares que marcharam até o Congresso. Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Belém completaram o mapa das mobilizações. A convocatória partiu de frentes sociais, sindicatos e partidos de esquerda, mas ganhou visibilidade com artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan, Paulinho da Viola, Chico César, Daniela Mercury e Wagner Moura. O estopim da mobilização não foi apenas a pauta do Congresso, mas também o somatório de fatos recentes que indignaram a opinião pública. A bandeira dos Estados Unidos erguida em ato bolsonarista na Paulista foi vista como afronta à soberania. O projeto de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão, soou como traição à democracia. A tentativa de golpe de 8 de janeiro, cujas imagens estão na memória da população, assim como acontece com a pandemia durante o governo Bolsonaro, foi amplamente repudiada. A gota d´água foi a PEC da Blindagem, que consolidou a percepção de que os deputados se consideram acima de todos. O Congresso hoje é o mais distante dos Poderes, quando deveria ser o contrário; mesmo assim, quer ser intocável. O deputado gaúcho Alcibio “Bibo” Nunes, vice-líder do PL, chegou a ser descarado: “Tenho dois processos em andamento, cada um pede 1 milhão. Eu quero é estar blindado. Viva a blindagem!”. Bilhões e bilhões As principais forças ocultas da PEC da Blindagem são mesmo aquelas que estão na mira das investigações sobre o orçamento secreto. O STF identificou quase uma centena de deputados e senadores envolvidos em situação gravíssima, com bilhões de reais de origem e destino incertos. Nos últimos seis anos, R$ 186,3 bilhões foram distribuídos em emendas sem transparência — valor equivalente a US$ 34 bilhões. É muito dinheiro, muito mesmo. Um mosaico de 6 mil emendas sob suspeita revela um padrão de corrupção naturalizada: suborno, peculato, lavagem de dinheiro, fraude em licitações. Esses deputados já deveriam se dar por satisfeitos porque a imunidade parlamentar lhes garante o sigilo dos inquéritos, mas querem mais: impedir que investigações sejam realizadas. Leia mais: Após protestos, Ciro Nogueira defende limitar PEC da Blindagem a crimes de opinião Na semana passada, novos inquéritos foram abertos sobre 148 casos, somando R$ 85,4 milhões em desvios, destacou José Casado, colunista da Veja, nesta segunda-feira. A lista de crimes citada pelo STF inclui peculato, corrupção e desobediência a ordem judicial. É um retrato devastador das legislaturas de 2019 e 2023, marcadas pela apropriação privada de recursos públicos, uma conta que põe na berlinda o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). A PEC da Blindagem surge como reação a esse cerco judicial. A votação mostrou que o cretinismo parlamentar contamina o Congresso. Desde o Natal, Lira articulava a aprovação da PEC da Blindagem, que ocorreu com folga de 45 votos, juntando parlamentares de todos os matizes: extrema-direita bolsonarista, Centrão e apoio de parte da esquerda. Houve um pacto perverso entre deputados enrolados e bolsonaristas-raiz para aprovar de roldão, no mesmo pacote, a impunidade e a anistia, aproveitando-se do caldo de cultura de um Parlamento cada vez mais corporativista e descolado dos interesses dos eleitores que deveria representar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em minoria no Congresso, ficou olhando o circo pegar fogo. O episódio expôs, mais uma vez, a fragilidade do jovem presidente da Câmara, Hugo Motta (PR-PB). Em março, ele havia sido atropelado por bolsonaristas que tentaram pautar a anistia. Os protestos foram uma reação quase espontânea a um Congresso que insiste em legislar para si mesmo enquanto ignora a sociedade. Foram também demonstração de força popular em defesa do STF, das instituições e da democracia. As ruas devolveram o cinismo com indignação. Qualquer tentativa de blindagem ou anistia enfrentará resistência e estará fadada ao fracasso. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe:
Domingo No Parque Gilberto Gil O rei da brincadeira Ê, José! O rei da confusão Ê, João! Um trabalhava na feira Ê, José! Outro na construção Ê, João! A semana passada No fim da semana João resolveu não brigar No domingo de tarde Saiu apressado E não foi pra Ribeira jogar Capoeira! Não foi pra lá Pra Ribeira, foi namorar O José como sempre No fim da semana Guardou a barraca e sumiu Foi fazer no domingo Um passeio no parque Lá perto da Boca do Rio Foi no parque Que ele avistou Juliana Foi que ele viu Foi que ele viu Juliana na roda com João Uma rosa e um sorvete na mão Juliana seu sonho, uma ilusão Juliana e o amigo João O espinho da rosa feriu Zé (Feriu Zé!) (Feriu Zé!) E o sorvete gelou seu coração O sorvete e a rosa Ô, José! A rosa e o sorvete Ô, José! Foi dançando no peito Ô, José! Do José brincalhão Ô, José! O sorvete e a rosa Ô, José! A rosa e o sorvete Ô, José! Oi girando na mente Ô, José! Do José brincalhão Ô, José! Juliana girando Oi girando! Oi, na roda gigante Oi, girando! Oi, na roda gigante Oi, girando! O amigo João (João) O sorvete é morango É vermelho! Oi, girando e a rosa É vermelha! Oi girando, girando É vermelha! Oi, girando, girando Olha a faca! (Olha a faca!) Olha o sangue na mão Ê, José! Juliana no chão Ê, José! Outro corpo caído Ê, José! Seu amigo João Ê, José! Amanhã não tem feira Ê, José! Não tem mais construção Ê, João! Não tem mais brincadeira Ê, José! Não tem mais confusão Ê, João! Composição: Gilberto Gil. O famoso "Acordo Caracú", os políticos ficam com a "Cara", e o povo com o resto... Paula Schmitt @schmittpaula · 11 de jul de 2024 Não se iludam: O tal xadrez 4D é frequentemente um xadrez D4 onde o cara se submete e oferece o traseiro dos seus eleitores em troca d proteção p/si e sua família. Não existe honra nisso. Zero. Política é troca, mas valores sagrados jamais podem ser negociados. Que pena tudo isso
September 22, 2025: "Ki Kataguiri é uma comédia. "PEC da anistia e a PEC da bandidagem" acordo caracú da direita é assim: O Centrão entra com a cara e os ... Ki Kataguiri é uma comédia. "PEC da anistia e a PEC da bandidagem" acordo caracú da direita é assim: O Centrão entra com a cara e os deputados bolsonaristas entra com resto! ACORDÃO CARACU " zedirceuoficial • Áudio original Foto do perfil de zedirceuoficial zedirceuoficial 3 d Vencemos os golpistas antes e venceremos de novo!🌟 Lembramos com gratidão nossos companheiros da PUC que deram suas vidas pela nossa democracia: Maria Augusta Thomaz, José Wilson Sabag, Luiz Eduardo Pires Fleury, Cilon Brum e Luiz Araújo. A luta pela liberdade é contínua, e precisamos defender o presidente Lula, que representa nosso estado e a soberania. Juntos, vamos mudar o Congresso Nacional e fortalecer a democracia!https://www.instagram.com/reel/DOwdDpwEYU4/?igsh=MXBhbzNkbmhva3NlcA%3D%3D" / "“Vencemos nas ruas e na luta armada, em 1968, veio o AI 5.” José Dirceu de Oliveira e Silva: discurso recente na PUC-SP – trata-se de uma auto-crítica ou auto-elogio? Há indícios de assertividade, arrogância, autoritarismo, narcisismo, desvio de caráter ou espírito manipulador? Analise, fundamente, justifique e conclua com base em história, filosofia, psicologia ou ciência política. O pós-condenação de Bolsonaro é campo para briga de rua | Estadão Analisa Estadão Transmissão ao vivo realizada há 8 horas Estadão Analisa No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza comenta sobre a reação do bolsonarismo eduardista ao acordão Valdemar-Temer pela anistia sem anistia – tudo em função do projeto Tarcísio presidente. Paulinho da Dosimetria, outrora da Força, foi designado, indicado por Hugo Motta (cujo tutor é Ciro Nogueira, um dos “aliados mais próximos” de Jair), para materializar a superação a Bolsonaro – aos Bolsonaro: uma proposta, que teria aval do Supremo, para redução de penas, que beneficiaria marginalmente o ex-presidente, e que o manteria inelegível. A proposta se pode negociar, a revisão das punições para cada tipo penal; a inelegibilidade, não. 00:00 - Abertura 01:00 - Nova rodada de sanções dos EUA 07:05 - Lei Magnitsky 09:30 - Eduardo Bolsonaro dissidência bolsonarista 22:55 - Novo tom de Eduardo Bolsonaro 29:20 - Candidato à direita 41:00 - Paulinho da Força e acordão 48:28 - Encerramento Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Manuella Menezes e Everton Oliveira Capítulos Ver tudo Conheça mais sobre o podcast 747 episódios Estadão Analisa Estadão Podcasts Transcrição https://www.youtube.com/watch?v=hk_yr_1RfgU
PARA EDUARDO - FILHO, PAI FOI CONSTRANGIDO A ENTRAR NO ACORDÃO SEM DAR A CARA. Na esquina quente da política brasileira, dois personagens atravessam a rua de épocas diferentes. Um, nascido em 1945, carrega no rosto a lembrança de quem já viu o mundo girar muitas vezes. O outro, de 1984, ainda tem o vigor da juventude e a pressa de quem quer que a história gire para o lado certo – o seu. O mais velho, que fala de Cuba como quem fala de um velho amigo, sabe que ali encontra um abrigo para as velhas convicções. O mais moço, encantado com os brilhos de Washington, sonha com o aplauso do Tio Sam e acha que a América é uma fotografia em cores que nunca desbota. Nas redes sociais – essa praça barulhenta onde todo mundo grita e quase ninguém escuta – surgem os memes, como pombos atrevidos: “Bananinha, go home!”, gritam uns, com uma ironia que é quase um convite. “Comandante, bienvenido a la isla!”, respondem outros, como quem acena para um navio imaginário. No fundo, cada provocação é só um jeito de dizer que o outro existe. Um joga bananas, outro levanta bandeiras; ambos respiram o mesmo ar, este ar tropical que nem Cuba nem os Estados Unidos conseguem mudar. E a vida segue. O velho e o jovem continuam seus caminhos, cada qual com seu mapa, suas crenças, seus aplausos e suas vaias. E nós, aqui, assistimos – às vezes rindo, às vezes cansados – esse teatro de bravatas que, no fundo, é só mais um capítulo da longa crônica brasileira. PARA DIRCEU - PARÇA, AMIGÃO TERIA PRAZEROSA E ESPONTANEAMENTE DADO A CARA. RODA VIVA | LUÍS ROBERTO BARROSO | 22/09/2025 Roda Viva Estreou há 17 horas Roda Viva Este é o último mês do ministro Luís Roberto Barroso como presidente do Supremo Tribunal Federal. Qual a expectativa para essa reta final? O que mudou desde que tomou posse, em setembro de 2023? Para responder a essas e outras questões, ele está no centro do #RodaViva de hoje, às 22h! A bancada de entrevistadores será formada por Daniela Lima (colunista do UOL), Francisco Leali (coordenador de Política do Estadão em Brasília), Maria Cristina Fernandes (colunista do Valor, comentarista CBN/GNews), Mariana Muniz (repórter do jornal O Globo) e Thiago Amparo (professor de direito da FGV SP / colunista da Folha de S.Paulo). Haverá ainda a participação da cartunista Luciano Veronezi. https://www.youtube.com/watch?v=ysMdPpWvDIw "Ministro, boa noite, eu vou insistir no tema puxado aqui pela Maria Cristina Fernandes, porque, de certa forma, ontem, as pessoas foram para as ruas falar contra a anistia e contra a PEC da dosimetria... é, perdão,a... o projeto, né, que vai mudar - que pode mudar as penas previstas no Código, pelos próprios legiladores. Minha pergunta é: Com apoio popular, o... a rejeição a qualquer tipo de subvenção a essa pressão - que vem tanto de uma ala da política no Brasil, como de fora, e numa costura muito clara, porque declarada, é... se não vai haver a ideia de capitulação de uma corte que... é... foi ao longo de todos esses seis anos aviltada de uma maneira inclemente, e agora com sanções pesadíssimas se estendendo a familiares jamais deram uma decisão - que não tem nenhuma relação com o caso, pergunto: se pra fora, pro público, pro Brasil, e pra quem deu suporte à Suprema Corte, não fica parecendo capitulação tentar um acordo ou chancelar um acordo com o Congresso Nacional?" questiona Daniela Lima (colunista do UOL)." "Olha, como eu falei, eu pessoalmente não participo de nenhum tipo de acordo. Nem conversei com ninguém sobre esse assunto no... nas últimas muitas últimas semanas. Conversei por ocasião do funeral do papa ... estamos em setembro,será sido no ínicio do ano. Portanto, não faço parte de acordo. Porém é... eu não vejo como algo despropositado é... o Congresso entender que não se deva cumular as duas coisas, então é uma opção política. É... e mesmo assim, Daniela, as penas, mesmo do julgamento do Núcleo Central, foram penas elevadas. Mesmo que haja uma redução, as penas ainda continuam elevadas. Eu não acho que há capitulação em nenhuma medida. Acho que O Supremo foi muito íntegro é... e até corajoso nesses momentos da vida brasileira. E acho que nós impedimos o pior. Não sozinhos, porque nenhum tribunal é capaz de impedir o pior sozinho. Mas, com o apoio da imprensa, muito importante, da sociedade civil, e de boa parte da classe política eu acho que nós conseguimos evitar o pior. De modo que capitulação não é palavra que se aplicaria aqui." Pergunta – Daniela Lima (colunista do UOL) “Ministro, boa noite. Eu vou insistir no tema puxado aqui pela Maria Cristina Fernandes, porque, de certa forma, ontem as pessoas foram para as ruas falar contra a anistia e contra a PEC da dosimetria… é, perdão, o projeto, né, que pode mudar as penas previstas no Código, pelos próprios legisladores. Minha pergunta é: Com apoio popular, e com a rejeição a qualquer tipo de subvenção a essa pressão – que vem tanto de uma ala da política no Brasil como de fora, numa costura muito clara, porque declarada –, não há o risco de surgir a ideia de capitulação de uma Corte que, ao longo desses seis anos, foi aviltada de maneira inclemente e que, mesmo agora, com sanções pesadíssimas se estendendo a familiares, jamais deu uma decisão que não tivesse relação com o caso? Pergunto: para fora, para o público, para o Brasil e para quem deu suporte à Suprema Corte, não fica parecendo capitulação tentar um acordo ou chancelar um acordo com o Congresso Nacional?” Resposta – Ministro Luís Roberto Barroso “Olha, como eu falei, eu pessoalmente não participo de nenhum tipo de acordo, nem conversei com ninguém sobre esse assunto nas últimas – muitas últimas – semanas. Conversei por ocasião do funeral do papa… estamos em setembro, então deve ter sido no início do ano. Portanto, não faço parte de acordo. Porém, eu não vejo como algo despropositado o Congresso entender que não se deva cumular as duas coisas. Então, é uma opção política. E, mesmo assim, Daniela, as penas, mesmo no julgamento do Núcleo Central, foram penas elevadas. Mesmo que haja alguma redução, as penas ainda continuam elevadas. Eu não acho que haja capitulação em nenhuma medida. Acho que o Supremo foi muito íntegro – e até corajoso – nesses momentos da vida brasileira. E acho que nós impedimos o pior. Não sozinhos, porque nenhum tribunal é capaz de impedir o pior sozinho, mas, com o apoio da imprensa – muito importante –, da sociedade civil e de boa parte da classe política, eu acho que nós conseguimos evitar o pior. De modo que ‘capitulação’ não é palavra que se aplicaria aqui.” ✅ Ajustes realizados: Inclusão de vírgulas para separar orações e tornar o texto mais claro. Correção de pequenas redundâncias (“vai mudar – que pode mudar” → “que pode mudar”). Adequação de expressões para dar continuidade ao raciocínio (“será sido no início do ano” → “deve ter sido no início do ano”). Preservação absoluta do vocabulário e do tom originais, apenas com melhor encadeamento lógico. Pintou um clima na ONU? | Papo Antagonista com Felipe Moura Brasil - 23/09/2025 O Antagonista Transmissão ao vivo realizada há 2 horas Papo Antagonista - PODCAST 🎧 com Felipe Moura Brasil | 2025 O Papo Antagonista desta terça-feira, 23, comenta os discursos de Lula e Donald Trump na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Além disso, estão na pauta a PEC da Blindagem e o processo no Conselho de Ética da Câmara que pode resultar na cassação de Eduardo Bolsonaro. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

O Dia em que a Luz se Equilibrou (um conto ao modo de Machado de Assis)

Machado de Assis contempla o equinócio – um homem de barba grisalha e óculos, sentado à beira de uma janela onde o sol de fim de tarde distribui luz dourada por igual entre interior e exterior, enquanto um livro aberto repousa na mesa, refletindo a harmonia efêmera entre dia e noite.
O Dia em que a Luz se Equilibrou (um conto ao modo de Machado de Assis) Não sou dado a fenômenos celestes; nunca tive paciência para medir estrelas nem ânimo para calcular eclipses. Mas confesso que, naquela manhã de setembro, acordei com uma sensação de régua. Era como se o mundo inteiro houvesse sido passado a limpo, e a claridade — essa velha dama que costuma ter seus preferidos — decidira enfim praticar um ato de justiça. Era dia de equinócio, disseram-me. Palavra grave, quase latina, dessas que os jornais usam para dar ciência às miudezas do céu. Equinócio: noite igual. Mas a igualdade, meus amigos, é bicho arisco. Nem a matemática escapa às suas ironias; a própria ciência confessa que o dia ainda dura alguns minutos a mais. A luz, mesmo quando se propõe justa, não resiste a um capricho. Desci à rua. Vi a cidade — essa corte que insiste em chamar-se capital, mesmo quando não o é mais — banhada em um ouro sem partido. À direita, os prédios do comércio cintilavam com a mesma medida que, à esquerda, os sobrados da Gamboa. O sol não distinguiu cor, credo, voto ou balcão de negócios. Pensei então nos nossos políticos, esses lunáticos da luz, eternos Esaús e Jacós, a disputar um prato de claridade. Hoje, murmurei, nem eles terão vantagem. Mas logo a reflexão me corrigiu: a igualdade é como promessa de candidato — dura o tempo de um discurso. Basta que a Terra incline o ombro para que Norte e Sul tornem a divergir, e cada hemisfério volte ao seu jogo de luz e sombra. A justiça do equinócio não passa de um café curto, servido em xícara fina. Lembrei-me de Gênesis, livro antigo que sempre me surpreende pela ousadia de começar o mundo com uma simples frase. “No princípio, Deus criou o céu e a terra.” Depois veio a luz, dividida do escuro como se fosse questão de administração pública. Mas que diria o Criador ao ver os homens a transformarem a sua obra em plebiscito? Talvez sorrisse — ou, quem sabe, inclinasse discretamente o eixo da Terra, só para nos lembrar que a balança nunca fica imóvel. Voltei para casa antes do meio-dia. Carolina lia à janela, o rosto meio no sol, meio na sombra. Olhou-me com aquele olhar que já contém todas as respostas e nenhuma pergunta. — Está vendo, Carolina? — disse eu. — Hoje o dia e a noite são iguais. Ela fechou o livro, sorriu de leve e respondeu: — Pois aproveite, meu velho. Amanhã a conta muda. E assim terminou o grande espetáculo da igualdade: com um sorriso doméstico e a certeza de que a Terra, como a política, gira, inclina-se, desequilibra-se — e nós, espectadores, contentamo-nos com um instante de luz repartida, antes que as sombras voltem a negociar seu quinhão.