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segunda-feira, 9 de maio de 2016

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Fraude


Empresário oferece todas as empresas em garantia para levantar 2,5 bilhões de reais e cobrir rombo no banco PanAmericano

por André Siqueira — publicado 11/11/2010 16h50, última modificação 11/11/2010 17h21




Empresário oferece todas as empresas em garantia para levantar 2,5 bilhões de reais e cobrir rombo no banco PanAmericano. Por André Siqueira. Foto: Agência Brasil
Permanece um mistério o que aconteceu com cerca de 2,5 bilhões de reais do balanço do banco PanAmericano. O rombo foi detectado pelo Banco Central, que substituiu oito diretores da instituição, e coberto pelo empresário Sílvio Santos, dono do banco, com recursos emprestados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – espécie de caixa do sistema financeiro nacional para enfrentar eventuais quebras no setor.
De acordo com os dirigentes do FGC, Silvio Santos ofereceu a totalidade de seu império empresarial em garantia pelos recursos do fundo. Entraram no aval a rede SBT, a fabricante de cosméticos Jequiti, a Liderança Capitalização, o Baú da Felicidade e o próprio PanAmericano. “É a primeira vez que um empresário nos procura para oferecer seu patrimônio em garantia”, afirmou o presidente do Conselho de Administração do FGC, Gabriel Jorge Ferreira, acrescentando que o empresário negociou pessoalmente os termos do empréstimo.
De acordo com o executivo, o aporte evitou que o banco entrasse em processo de liquidação. Na prática, porém, ocorreu uma intervenção branca na administração do banco, já que a diretoria do banco será substituída. À frente do novo time de executivos – do qual devem fazer parte nomes indicados pela Caixa Econômica Federal, que em julho fechou a compra de 35,45% de participação no banco – está Celso Antunes da Costa, ex-Banco Real e diretor responsável pela integração da Nossa Caixa ao Banco do Brasil.
A operação consiste na emissão, pela holding controladora do banco, de um lote de 2,5 bilhões de reais em debêntures, a serem compradas pelo FGC. Os papéis têm vencimento em dez anos, com três de carência e juros equivalentes ao IGPM (que se acumulam durante a carência). Até a quitação da dívida, patrimônio de Silvio Santos só poderá ser alienado se o valor da venda for revertido ao fundo credor. Para concretizar o negócio, foi necessário transformar a holding controladora do banco, até então uma empresa limitada, em sociedade anônima (SA), capaz de emitir debêntures.
A operação foi intermediada pelo BC, que procurou o fundo em 11 de outubro para comunicar as irregularidades nos registros contábeis do banco. Ferreira disse não ter informações sobre a origem dos erros no balanço. A versão corrente no mercado é a de que o banco não dava baixa em carteiras de crédito vendidas a concorrentes. Ou seja, a instituição contabilizava a entrada de recursos, mas não tirava do ativo os direitos creditórios.
Com a correção feita pelo BC, o PanAmericano passou a apresentar um desencaixe de cerca de 2,5 bilhões de reais em relação às exigências de capital da autoridade monetária – o valor mínimo que um banco precisa manter em caixa para fazer frente ao tamanho de sua carteira. O valor é mais de duas vezes superior ao valor de mercado da instituição.
Em nota, o banco informou que, após o aporte, passou a contar com um caixa de 3,8 bilhões de reais, “volume que cobre com bastante folga todos os seus compromissos e mantém a solvência e segurança da instituição com tranquilidade”. O comportamento das ações do banco na Bovespa mostra que a explicação não acalmou os ânimos dos investidores. Depois de acumular queda de 15% nas cotações nos últimos dez pregões (6,75% apenas na terça-feira), às 17h12 desta quarta-feira os papéis do PanAmericano registravam perda de 28,66% no dia.
O fato é que o rombo nas contas permaneceu invisível à KPMG e ao banco Fator, que assessoraram a Caixapar (empresa de participações da Caixa) na compra da fatia do PanAmericano. Resistiu também ao crivo da Deloitte, que auditava os resultados financeiros da instituição. E, finalmente, passou ao largo da supervisão da agência de classificação Fitch, que elevou a nota de risco do banco em julho. Só neste ano, o PanAmericano levantou 800 milhões de dólares em recursos no exterior, somando 1,33 bilhão de dólares em títulos negociados internacionalmente.
Enquanto não forem apontados culpados, quem será capaz de garantir que a contabilidade do banco não reserva outras surpresas? Pior ainda, como afirmar que a “expertise” utilizada para maquiar o balanço do PanAmericano não foi copiada por outros bancos de médio porte, que também venderam carteiras a concorrentes maiores desde o ano passado, quando a prática se tornou comum? Quanto mais rápido essas perguntas forem respondidas, melhor para minimizar o estrago na avaliação de outras instituições, que também perdem valor na bolsa, justo no momento em que o crédito cresce e desponta como principal motivo para a rentabilidade do setor bancário.




Vídeo que mostra as declarações do empresário e apresentador Silvio Santos ganhou força na internet.




Silvio Santos disse que Lula é quem divide o Brasil.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou motivo de chacota de Silvio Santos, apresentador e dono da terceira emissora de televisão aberta mais rica do Brasil, SBT. Durante a apresentação do programa institucional Teleton 2014 (época em que a situação política e econômica do país estava começando a se deteriorar), realizado pela emissora em parceria com a AACD, Silvio Santos disse que "tem a elite e tem o Lula".
Enquanto um executivo da empresa Chocolates Brasil Cacau discursava no evento durante a apresentação de uma doação em cheque feita pela empresa para o Teleton, Silvio Santos o interrompeu, dizendo: "Os chocolates da Kopenhagen é um chocolate mais refinado, quer dizer, mais da elite, e o chocolate 'Cacau Brasil' é mais pro Lula [...] Tem a elite e tem o Lula", arrancando risadas da plateia, da sua filha, Patrícia Abravanel, e do seu neto, Tiago Abravanel.
No finalzinho do programa, enquanto uma representante da AACD agradecia as doações feitas pela população e empresas brasileiras, mesmo num ano tão difícil como 2014, Silvio Santos voltou a criticar o ex-presidente, ao dizer que "esse negócio de que o Brasil está dividido em dois, isso é conversa afiada do Lula. É a elite contra... papo furado... o Lula é bom de conversa."
Assista aos dois momentos:




Apesar de o caso ter acontecido há cerca de um ano e meio, por causa do alvoroçado momento político brasileiro, o YouTube voltou a registrar novos picos de exibição do vídeo - que já foi exibido mais de 1,3 milhão de vezes e compartilhado por mais de 2,5 mil pessoas - agora em março. (Veja o gráfico de visualizações na galeria de imagens desta matéria).
Pela volta da repercussão do episódio, o YouTube, empresa de mídia on-line do Google, passou a recomendar o vídeo para os internautas na sua página de trendings, que lista os vídeos publicados na rede que estão com alta popularidade.
Raquel Sheherazede, âncora do SBT Brasil, principal telejornal da emissora, é uma das mais envolvidas com o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Nas eleições, Sheherazade apoiou com fervor a campanha "Muda Brasil" do candidato a presidência Aécio Neves. A jornalista costuma publicar com frequência posts nas redes sociais em que faz duras críticas a Lula e ao PT, como estes:




Virou tendência entre os seguidores de Lula acusar a Globo de manipular informações para denegrir a imagem do ex-presidente e do governo da presidente Dilma Rousseff. No entanto, até o momento, se estranha o fato de Silvio Santos e o SBT não estarem sendo acusados pelos mesmos de também serem imparciais ou golpistas.






Em intensa negociação, empresário consegue arrancar 3,8 bilhões de reais do FGC para saldar passivo do Banco Panamericano

Por: Ana Clara Costa 01/02/2011 às 01:21 - Atualizado em 01/02/2011 às 01:41

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estendeu sua linha de crédito ao Panamericano em 1,3 bilhão de reais para cobrir o restante do rombo detectado por auditores e pelo Banco Central, segundo apurou o site de VEJA. Ao todo, a dívida do banco fundado por Silvio Santos soma 3,8 bilhões de reais e será completamente coberta pelo crédito do FGC - que já havia emprestado 2,5 bilhões de reais à instituição em novembro do ano passado.
Após deixar o prédio do BTG Pactual, em São Paulo, Silvio Santos afirmou a jornalistas que havia se livrado de qualquer dívida. E, de fato, ele não mentiu. Em uma complexa engenharia financeira envolvendo os dois bancos, o FGC, a Caixa e o Banco Central, Silvio não terá de pagar nenhum real. E o banco de André Esteves dificilmente sairá da negociação desembolsando mais do que os 450 milhões de reais utilizados para comprar a participação de Silvio no banco.
Com a assinatura do contrato de venda do banco, Silvio Santos apresentará ao FGC uma espécie de titulo recebível garantindo que o BTG Pactual saldará a dívida total até o ano de 2028, a juros pré-fixados. Tal dívida, no entanto, não é de 3,8 bilhões de reais, como a lógica atestaria. Se for paga agora, será de 'apenas' 450 milhões de reais. Se for paga em 2028, terá o valor máximo de 3,8 bilhões de reais. "Isso significa que, se o BTG quiser saldar essa dívida já, o FGC terá de arcar com a diferença", afirma uma fonte que acompanhou a operação.
Em contrapartida, estão sendo acertados junto ao Banco Central os termos de um acordo que obriga o BTG e a Caixa a fazerem significativos aportes financeiros periódicos para garantir a liquidez e a saúde da instituição. Como exemplo, a Caixa anunciou que, no curto prazo, irá adquirir direitos creditórios e aplicará em depósitos interfinanceiros do banco - uma forma de injetar recursos. No final do dia, todos saíram ganhando, com exceção do FGC. O BTG, que adquiriu um banco com 3,8 bilhões de reais em caixa por 450 milhões de reais; a Caixa, que não teve prejuízo algum com o rombo, a não ser a desvalorização (reversível) de suas ações; e Silvio Santos, que entregou ao mercado um banco quebrado e se livrou completamente de qualquer dívida. Já o FGC corre o risco de amargar um prejuízo de até 3,35 bilhões de reais - caso o BTG resolva saldar sua dívida o quanto antes. O que, diante do patrimônio atual de 5,6 bilhões de reais do banco de André Esteves, não seria um cenário improvável.
Bastidores - Todas as minúcias que deram origem ao contrato de 'ganha-ganha' para a maior parte dos envolvidos foram discutidas na sala de reuniões do BTG Pactual, ao longo dos últimos três dias. Durante todo o fim de semana, incluindo as madrugadas, André Esteves se alimentou à base de pizza e números do balanço do Panamericano - acompanhado da área jurídica do banco, dos advogados do Panamericano, de representantes da Caixa e do FGC.
A grande questão colocada como entrave para a realização do negócio não era o valor da compra em si, como foi anunciado pela imprensa nos últimos dias. O ponto de discordância foi delimitado por Silvio, que exigiu vender o banco e, de quebra, não arcar com nenhum passivo relacionado ao rombo. Tal ultimato fez com que o BTG titubeasse em fechar o negócio, além de deixar a Caixa e o Banco Central de cabelos em pé. Mas, assim como em 2010 o empresário conseguiu arrancar do FGC os 2,5 bilhões de reais necessários para salvar o banco, desta vez não foi diferente. Apenas quando seus advogados e Esteves conseguiram chegar a um acordo, Silvio se dirigiu à sede do BTG para assinar a venda.
A canetada - Às 17h30 da segunda-feira, acompanhado do fiel escudeiro Wadico Bucchi e da filha Renata Abravanel, Silvio Santos se dirigiu ao nono andar do prédio do BTG, na esquina da avenida Faria Lima com a Juscelino Kubitschek, um dos endereços mais nobres de São Paulo. Na sala de reuniões, também foi acompanhado por seus advogados. Estavam presentes André Esteves e o novo presidente do banco, José Luiz Acar Pedro, sócio do BTG desde outubro. A diretoria do FGC, pilotada por Antonio Carlos Bueno, também se juntou ao grupo. Após cerca de 3 horas de conversas, entre goles de chá gelado, café e biscoitos, o Panamericano finalmente passou para as mãos de André Esteves. Ao assinar o contrato, Silvio utilizou o usual sarcasmo misturado ao bom humor: "Pronto. Agora já posso voltar para Orlando?", disse.
Por volta das 21 horas, o empresário e apresentador foi acompanhado por André Esteves até o lobby do prédio, onde se despediram cordialmente antes que Silvio fosse tragado pela multidão de jornalistas e fotógrafos que esperavam, aflitos, pelos números da negociação. Como é de praxe, ele fez piada e não quis falar de valores. "Eu não sei de nada, quem sabe são meus advogados", brincou.
Meia hora depois, André Esteves voltou ao lobby para checar se o caminho estava livre para que os três diretores do FGC pudessem descer. O banqueiro subiu novamente e escoltou o trio até o térreo. Minutos depois, já na sala fervilhante que ocupa - junto com todo o restante daquele andar do banco - e que mais parece uma redação de revista, Esteves conseguiu por fim jantar. Como nas madrugadas anteriores, pediram pizzas. E assim, como na maioria das vezes, termina a história.






Por Lucas Martins

Foi um filósofo francês, nascido em Montpellier em 1798. Começou sua carreira ensinando matemática, depois tornou-se secretário de Saint-Simon. Nesta época, começou a escrever o livro Curso de filosofia Positiva, que seria uma filosofia das ciências. De um lado, procede a uma classificação das ciências, por ordem de complexidade, de outro, formula a Lei dos Três estados, que caracterizam períodos da história humana.
A LEI DOS TRÊS ESTADOS
Os três estados, de acordo com a história humana, são:
Teológico: o estado onde Deus está presente em tudo, as coisas acontecem por causa da vontade dele. As coisas sem explicação são explicadas pura e simplesmente por Deus. Esse estado tem outras três divisões:
- Animismo: as coisas da natureza tem sua própria “animação”, acontecem porque desejam isto, não por fatores externos, têm vida própria.
- Politeísmo: os desejos dos deuses são colocados em objetos, animais ou coisas.
- Monoteísmo: os desejos do Deus (único), são expostos em coisas, acontecimentos.
Metafísico: no qual a ignorância da realidade e a descrença num Deus todo poderoso levam a crer em relações misteriosas entre as coisas, nos espíritos, como exemplo. O pensamento abstrato é substituído pela vontade pessoal.
Positivo: a humanidade busca respostas científicas todas as coisas. Este estado ficou conhecido como Positivismo. A busca pelo conhecimento absoluto, esclarecimento sobre a natureza e seus fatos. É o resultado da soma dos dois estágios anteriores.




[AULA] Comte Básico - Lei dos Três Estados, Religião da Humanidade Robson Lima



Is “media” singular or plural?
JANUARY 5TH, 2007
Q: I was listening to you on the radio and tried to call but couldn’t get through. I wanted to hear your view on the word “media.” I think that radio is a medium, TV is a medium, and together they are media. In other words, “medium” is singular and “media” is plural. I just heard on the TV news a few minutes ago that “the media was all over this story” and I cringed. Is “media” now accepted as singular as well as plural or am I right in my feelings about the word?
A: You’re right, at least for now. The word “media” is still considered a plural noun and should take a plural verb (as in “the media were all over this story”). Use of “media” in the singular is widely considered a misuse.
But stay tuned. Many usage experts have predicted that in a generation or two “media” will be considered acceptable as a singular noun. Why? Because plurals with Latinate endings take a beating in English, and tend to become Anglicized over time. They either become singular (like the formerly plural “agenda,” “opera,” and “insignia”) or adopt different plural endings (like “syllabuses,” “curriculums,” “gymnasiums”).
For example, “data” is now considered singular by a great many usage experts. “Media” will undoubtedly get there someday. The fact that journalists are already using “mediums” as the plural seems to point the way to the eventual acceptance of “media” as a singular noun. And to be honest the fight about “media” is easier for me to concede than some others (for example, losing the meanings of words like “comprised” and “bemused” and “nonplussed”).
(An updated posting about “media” appeared on the blog on Sept. 25, 2010.)



sábado, 2 de abril de 2016

Travessia

Saber, o anel distintivo das professoras normalistas.


Travessia, s. f. Ato ou efeito de atravessar uma região, um continente, um mar, etc.; vento rijo e contrário à navegação. (Bras.) ação de atravessar gêneros, de açambarcar mercadorias; longo trecho de caminho desabitado.


A – Trave – Sei

A –

Trave –

Sei –


A7, pref. de origem grega: dá a ideia de privação.

Trave, s. f. Grande tronco de árvore, empregado para sustentar o sobrado ou o teto de uma construção; viga; trava; arame que liga a charneira da fivela ao arco. (Dimin.: travezinha, travinca.)

Sei, presente do indicativo de saber.

Saber, v. t. Conhecer; ser informado de; ter conhecimento de; estar convencido de; ser instruído em; ter meios para; ter capacidade, conhecimentos para; prever, ter a certeza de (coisa futura); conseguir; compreender, poder explicar; reter na memória; perguntar; int. ter conhecimentos, erudição, ou ciência; informação; estar informado (pres. do indic.: sei, sabes, sabe, etc.; pret. Perf.: soube, soubeste, soube, etc.; m.-q.-perf.: soubera, souberas, etc.; pres. do subj.: saiba, saibas etc.; imperf.: soubesse, soubesses, etc.; fut. Souber, souberes, etc.); nãoa quantas anda: atrapalhar-se; - a: ter o sabor de; - bem: agradar; - mal: desagradar; -, s. m. sabedoria; erudição; sensatez; experiência; (Bras., Rio de Janeiro) o anel distintivo das professoras normalistas.


Uma tríade – a, trave, sei – inseparável para fazer travessias.


Quem, de três milênios,
Não é capaz de se dar conta
Vive na ignorância, na sombra,
À mercê dos dias, do tempo.

Johann Wolfgang Von Goethe


(...) - O bote se soltou! – exclamou Hilde.
- Sim é verdade...
- Não dá para entender. Eu mesmo verifiquei se ele estava bem amarrado.
- É mesmo? (...)

(...) - Um de nós vai ter de nadar até o barco.
- Vamos nós dois, papai.

Jostein Gaarder
O Mundo de Sofia


Referências:

Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa
Organizado por
HILDEBRANDO DE LIMA E GUSTAVO BARROSO
E revisto na parte geral por
MANUEL BANDEIRA e JOSÉ BAPTISTA DA LUZ
#
9.ª EDIÇÃO
Inteiramente revista e consideravelmente aumentada – sobretudo na parte de brasileirismos –
por
AURELIO BUARQUE DE HOLLANDA FERREIRA
#
Este Dicionário foi refundido e aumentado, a partir da 2.ª edição, por Antenor Nascente (Filologia e Gramática), Carlos Delgado de Carvalho (Geografia e História) e Francisco Venâncio Filho (Física, Química e Mecânica); da 3.ª em diante, por Fernando de Azevedo (Sociologia, Antropologia e Educação), Leonam de Azeredo Penna (Botânica, Agronomia e Meteorologia), Oscar Monte (Zoologia) e René Laciette (Medicina e Anatomia); da 3.ª a 5.ª, por Aurelio Buarque de Hollanda Ferreira (Brasileirismos e redação); desde a 4.ª, por Carlos Del Negro (Geologia e Mineralogia) e Thales de Mello Carvalho (Matemática); a começar da 5.ª, por Herbert Baldus (Etnologia), e na 6.ª edição, por Otto Maria Carpeaux (Literatura, Belas-Artes, Filosofia e Psicologia); da 1.ª em diante, por José Baptista da Luz (Ortografia).

EDITORA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA S/A
Rio de Janeiro – São Paulo – Bahia

1951
Obra executada nas oficinas da São Paulo Editora S/A
Rua Barão de Ladário, 226 – São Paulo, Brasil.


JOSTEIN GAARDER
O MUNDO DE SOFIA
Romance da história da filosofia
Tradução:
JOÃO AZENHA JR.
32.ª reimpressão
CIA DAS LETRAS
1988

Gaarder, Jostein
O mundo de Sofia: romance da história da filosofia / Jostein Gaarder; tradução João Azenha Jr. – São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Título original: Sofies verden.
Romance norueguês




TRAVESSIA (letra e vídeo) com MILTON NASCIMENTO, vídeo MOACIR SILVEIRA

Moacir Silveira

Publicado em 9 de ago de 2013


Música que trouxe o reconhecimento nacional para Milton Nascimento, em 1967, quando ficou em 2º lugar no Festival Internacional da Canção, Travessia é uma das canções mais românticas das criadas por compositores brasileiros. A música fala de amor, sofrimento, morte, vida, angústia, sonho e tentativa de superação, sem deixar de usar alguns versos que criticassem a ditadura militar da época. A canção traz um homem que sofre por uma separação e chega até a pensar na morte. Entretanto, ele é consciente, sabe que pode amar de novo e que tem muito a viver ainda. A separação foi dura, mas isso não quer dizer que tudo acabou. A crítica à ditadura acontece nos versos "minha casa não é minha e nem é meu esse lugar". A impressão que se tem, ouvindo a música em seu contexto, é a de que o homem não consegue viver sem sua amada, nem na sua casa, mas, se levarmos em conta que na ditadura a liberdade era praticamente nula, os versos trazem um duplo sentido. Travessia tem uma importância na história da música brasileira. Trouxe um grande intérprete e compositor, o romantismo de volta e a prova de que, mesmo nas separações mais difíceis, a superação pode e deve acontecer.

quinta-feira, 10 de março de 2016

SURPREENDER ANTES DE PRENDER


POR VLADIMIR ARAS em 16/07/2013

“(...) Nas Ordenações Filipinas, os oficiais de justiça podiam conduzir testemunhas e réus recalcitrantes “debaixo de vara”, isto é, à força. No antigo direito português, a vara era a insígnia dos juízes ordinários e dos juízes de fora. Era o símbolo de sua autoridade: (...)”

“(...)Em suma, nada impede que a Polícia, diante das circunstâncias do caso concreto, que exijam esforço concentrado para concluir diligências investigativas com celeridade, promova a condução coercitiva de investigados, com o aval do Poder Judiciário, mediante prévio requerimento do Ministério Público, na condição de dominus litis e ombudsman geral. Neste cenário, a condução coercitiva, como medida (cautelar) autônoma é muito menos prejudicial ao status libertatis do suspeito ainda presumivelmente inocente do que a prisão temporária e a prisão preventiva, podendo ser tão eficiente quanto a primeira. (...)”





MÁRCIO FALCÃO

DE BRASÍLIA

08/03/2016  18h47

Em nova manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a força-tarefa da Operação Lava Jato "vem tomando medidas invasivas e arbitrárias" em relação ao petista, uma vez que não teria atribuição para investigar se ele foi beneficiado por empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.

Os advogados pedem que a ministra Rosa Weber reconsidere ou leve ao plenário do STF sua decisão que negou suspender investigações da força-tarefa e do Ministério Público de São Paulo até que o tribunal estabeleça a quem cabe as apurações.

A defesa alega que há um conflito de atribuições porque a força tarefa e a promotoria de São Paulo investigam os mesmos fatos: o tríplex do Edifício Solaris, situado no Município do Guarujá (SP) e, ainda, do "Sítio Santa Bárbara", situado no Município de Atibaia (SP).

Há suspeita de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, além de que o ex-presidente teria sido beneficiado por vantagens indevidas durante seu mandato. Os advogados apontam que a questão dos imóveis deve ser tratada na esfera privada e não tem relação nenhuma com a Lava Jato, que apura fraudes na Petrobras.

"Não há qualquer elemento que possa vincular tais imóveis a qualquer tema relacionado à Petrobras, senão o pensamento desejoso dos membros da "força tarefa Lava Jato", formulado com base em ilações desprovidas de qualquer elemento concreto, como se verifica nas próprias informações prestadas pelo MPF nestes autos", dizem.

"Afora os relevantes fundamentos já expostos na petição inicial a respeito desse requisito, verifica-se que o MPF, por meio da 'Força Tarefa Lava Jato', vem tomando medidas invasivas e arbitrárias em relação ao autor [Lula], ora agravante [Lula], a despeito de não possuir atribuição para isso", completam.

O ex-presidente e pessoas de seu círculo próximo foram alvos da 24ª fase da Operação Lava Jato na sexta-feira. Segundo a defesa, a força tarefa age alegando uma "impensável" conexão presumida com a Lava Jato, que afronta a todas as regras estabelecidas no Código de Processo Penal e, por conseguinte, as garantias do devido processo legal".

"O MPF reivindica atribuição para investigar os mesmos fatos já em apuração no âmbito do MP/SP apenas porque envolveria pessoas investigadas na chamada "Operação Lava". Essa argumentação revela uma temeridade –e foi aceita pelo juízo da 13ª Vara Federal [Sergio Moro] sem nenhum questionamento".

Os advogados questionam o fato do MP querer investigar um apartamento alugado pelo primo do pecuarista José Carlos Bumlai, vizinho do ex-presidente Lula.

"Diante dessa posição a força tarefa da Lava Jato agora defende que não só detém atribuição apenas para investigar qualquer fato envolvendo pessoas relacionadas à Operação, mas também primos, tios, irmão, cunhado de tais pessoas. Em breve outras Sessões Judiciárias Criminais do País terão suas atividades sobremaneira reduzida", disse.






MÁRCIO FALCÃO

AGUIRRE TALENTO

DE BRASÍLIA

04/03/2016  19h33




07/03/2016 às 12:51


"Queremos saber por que ela usou o avião e o helicóptero da Presidência para visitar o Lula", disse o líder do partido da Câmara, Pauderney Avelino (AM). "Isso não é um ato da Presidência, é um ato político"





ESTADÃO conteúdo

Publicado 07/03/2016 - 09h24Atualizado07/03/2016 - 09h24

Ao contrário do que estava previsto, a presidente Dilma Rousseff não deve mais se encontrar nesta segunda-feira, 7, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após uma visita de cortesia no último sábado ao ex-presidente, em São Bernardo do Campo, a previsão era que os dois se encontrassem hoje em Brasília.

A expectativa agora é que Dilma e Lula acertem novamente as agendas para um encontro, ainda esta semana. Na pauta, conversas políticas mais pragmáticas e acertos do caminho, lado a lado, que ambos precisam seguir, neste momento, para enfrentar a crise política que está instalada e que atinge os dois petistas.

Na agenda de Dilma está previsto que ela participa, nesta segunda-feira, de cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), em Caxias do Sul (RS). Sua visita à Unidade Habitacional Modelo está marcada para às 9h20.

Assim como tem feito em outras ocasiões, a cerimônia terá entregas simultâneas de casas: 976 unidades em Sobral (CE), 432 em Três Lagoas (MS), 400 em Jundiaí (SP) e 306 em Paracatu (MG). A expectativa é que a presidente retorne a Brasília por volta das 11 horas.




antes que CLIQUE NO PEQUENO ALTO FALANTE À DIREITA PARA OUVIR A PRONÚNCIA




loc.prep. Antes de. Num tempo anterior: foi embora antes da festa acabar; no momento anterior a: saiu antes do professor; mais perto ou próximo de: vivia antes da escola.
(Etm. do latim: ante)





Edição do dia 07/03/2016

07/03/2016 13h58 - Atualizado em 07/03/2016 13h58


Delegado que levou o ex-presidente para depor contou detalhes da ação.

A Polícia Federal está transcrevendo o depoimento prestado em São Paulo.

Ana ZimmermanCuritiba




24ª OPERAÇÃO DA LAVA JATO




VICE-PRESIDENTE




POLÍTICA




ECONOMIA



Hoje, 7 Mar 2016 - 3 min


O delegado que comandou a operação contou que, ao saber que seria conduzido para o Aeroporto de Congonhas, Lula disse que só sairia de casa algemado.





Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


O galpão está lacrado pela Polícia Federal e abriga pertences do ex-presidente Lula, de quando ele deixou a presidência. Na sexta-feira e no sábado, o Jornal Hoje informou que o galpão pertencia à empresa de transporte Granero.




Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


Crítica foi feita durante cerimônia do Minha Casa Minha Vida, em Caxias do Sul, nesta segunda-feira (7). A oposição rebateu às críticas.



Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


"Nenhum de nós estamos acima da lei e, assegurado o amplo legítimo de defesa, que a justiça possa fazer o seu trabalho", fala a porta-voz da Rede Sustentabilidade.





EDIÇÃO DE HOJE





sur.pre.en.der

(super+lat prehendere) vtd 1 Apanhar (alguém) em flagrante, inesperada e subitamente; tomar de improviso ou de surpresa: A morte o surpreendeu dormindo. vtd 2 Apanhar em flagrante delito: Surpreender o ladrão. vtd 3Acometer de súbito; cair inopinadamente sobre: Surpreender o inimigo. vtd 4 Apanhar descuidado; surgir inesperadamente diante de: Surpreendeu-a a conversar com o namorado. vtd 5 Chegar imprevistamente à casa de alguém: A visita veio surpreendê-los ao jantar. vtd e vint 6 Causar abalo, admiração, surpresa a; assombrar, espantar, maravilhar: Tais consequências não o surpreendem. O que nela surpreende é a expressão da voz. vpr 7 Admirar-se, espantar-se: Não se surpreende facilmente o filósofo. vtd  8Entrever, vislumbrar: "Uns querem surpreender nos corpos animados as origens remotas da vida" (Rui Barbosa). vtd 9 Induzir em erro; enganar: Surpreender a boa-fé dos incautos. vtd 10 Obter furtivamente ou por fraude:Surpreender uma confidência. Surpreender lucros.





pren.der

(lat prehendere) vtd 1 Atar, ligar, amarrar: "...amarraram o sapé em maços, ergueram a cobertura, prenderam os feixes" (Hernâni Donato). Prendeu o cachorro à corrente. vtd 2 Firmar, fixar: Prendia uma fita no cabelo. Prendeu-me o distintivo na lapela. vtd 3 Segurar: A Ana prendeu o leitãozinho pela cauda. vtd 4 Apanhar, capturar: Prenderam a fera fugida do zoológico. vpr 5 Ficar preso ou seguro: "O caboclo... correndo, a tropeçar em toros... a prender-se em ramarias" (Coelho Neto). vtd 6 Enlaçar ou apertar com os braços: "...um grito, um beijo, dois braços que prendem uma cinta fugitiva" (Eça de Queirós). vpr 7 Enlear-se, firmar-se, fixar-se, unir-se: "...intenta prender-se à doce imagem fugitiva da finada grandeza" (Porto Alegre). vtd 8 Tirar a liberdade a; capturar, encarcerar: A polícia prendeu o arruaceiro. Prendeu-o num cárcere infeto. vti 9 Emperrar, pegar: A vidraça prende no caixilho. vtd 10 Fazer ficar ou demorar; reter: Prenderam-no sérios compromissos. A gripe nos prende em casa. vtd 11 Unir moralmente: Prendem-nos muitas afinidades. A ela me prendem laços de pura afeição. vti 12 Criar raízes; arraigar-se: A árvore prende na terra.vpr 13 Comprometer-se a casar, contrair matrimônio: Ela já pensa em prender-se. "Prendeu-se a uma jovem de família pobre" (Laud. Freire). vtd 14Embaraçar, impedir, tolher: "Agouros não me prendem" (Rebelo da Silva). O medo prendeu-lhe a voz na garganta. vtd 15 Cativar, encantar, subjugar:Aqueles olhos o prendem. Ela prende os rapazes com estudadas faceirices. vpr 16 Ficar cativo; render-se: Prender-se aos encantos de alguém. Prender-se de afeições, prender-se de cuidados, prender-se de negócios. vtd 17 Atrair: Prender a atenção, prender o olhar. vtd 18Seduzir, subornar: Prender alguém com dádivas, presentes etc. vti 19Comunicar, pegar: A ponte prende com um pequeno outeiro. O cabo prende em um poste. vti 20 Ter relações; relacionar-se: "Essa questão prendia diretamente com a minha responsabilidade pessoal" (Rui Barbosa).vpr 21 Inquietar-se, preocupar-se: Prendia-se por ninharias. vpr 22 Enlevar-se: Os olhares prendiam-se na encantadora imagem. Prender-se com teias de aranha: ficar embaraçado com quaisquer contrariedades ou pequenos tropeços. Prender o fôlego: causar dispneia.




07 de Março de 2016


06 Mar 2016

Escrito por  REDAÇÃO


FONTE: O ANTOGINISTA

Segundo relatório do delegado da PF, Luciano Flores de Lima, Lula teria dito que só sairia de casa para depor se fosse algemado.

A Polícia Federal encaminhou ao juiz Sérgio Moro um relato detalhado da condução coercitiva de Lula, ocorrida na sexta-feira 4. No documento, anexado aos autos da Operação Alethea, o delegado Luciano Flores de Lima informa que a equipe da PF bateu à porta do ex-presidente às 6h.

O próprio Lula recebeu os policiais, que anunciaram o mandado de busca e apreensão. Não havia imprensa e o delegado se preocupou em preservar a imagem do petista.

"Informei ao ex-presidente Lula que deveríamos sair o mais rápido possível daquele local, em razão da necessidade de colhermos suas declarações, a fim de que sua saída do prédio fosse feita antes da chega de eventuais repórteres e/ou pessoas que pudessem fotografar ou filmar tal deslocamento."

Lula, então, disse que não sairia dali "a menos que fosse algemado". "Disse ainda que se eu quisesse colher as declarações dele, teria de ser ali. Respondi então que não seria possível fazer sua audiência naquele local por questões de segurança, pois tão logo alguém tomasse conhecimento disso, a notícia seria divulgada e poderia ocorrer manifestações e atos de violência nos arredores daquele local, o que prejudicaria a realização do ato."

O delegado então informou que já estava preparado o Salão Presidencial anexo ao Aeroporto de Congonhas, "local seguro, discreto e longe de eventuais manifestações que certamente poderiam ocorrer de forma mais violenta, caso fizéssemos sua oitiva naquele local ou na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo/SP".

Flores de Lima esclareceu que o mandado de condução coercitiva só seria cumprido se ele se recusasse a acompanhá-lo até o local.

"O ex-Presidente Lula pediu para que o chefe de sua segurança, Tenente Moraes, ligasse para o seu advogado, Dr. Roberto Teixeira, vindo a falar com ele por telefone, informando que a Polícia Federal estava querendo levar ele para o Aeroporto de Congonhas para ouvi-lo e que havia um mandado de condução coercitiva para tanto. Logo depois de ouvir as orientações do referido advogado, o ex-presidente disse que iria trocar de roupa e que nos acompanharia para prestar as declarações."

Eis a íntegra do relato, que desmonta a versão dramática narrada por Lula à imprensa.

"Às 6h e 30min saímos da garagem subterrânea do prédio em uma viatura discreta, com películas escuras nos vidros laterais, pedindo a ele que se mantivesse em posição atrás do motorista e sem aparecer entre os bancos, pois assim impediria que qualquer pessoa que estivesse na rua conseguisse captar sua imagem."
"Por volta das 7h e 20min chegamos ao Salão Presidencial do Aeroporto de Congonhas e aguardamos a chegada dos advogados do ex-Presidente, o que ocorreu por volta das 7h e 45min, momento em que mostramos os mandados e permitimos que eles conversassem em local próximo, sem nossa presença."
"Em torno das 8h o ex-presidente e os advogados retornaram à mesa onde ocorreria a oitiva e disseram que estavam prontos para o ato, sendo dito pelo ex-presidente que iria prestar as declarações necessárias. No início do ato, foi dada ciência de que ele não estava obrigado a responder às perguntas que faríamos e que poderia ficar em silêncio sempre que quisesse. Também foi dada ciência a todos de que as perguntas e respostas seriam gravadas em áudio e vídeo para posterior transcrição. Foi autorizada a gravação também pelo telefone celular de um dos advogados do ex-presidente Lula, atendendo-se, assim, o pedido que a defesa fez naquele momento."
"Por volta das 11h a audiência se encerrou, sendo lavrado um termo de audiência dando ciência a todos de que as perguntas e respostas foram gravadas e seriam posteriormente transcritas, sendo assinado, por todos os presentes, o referido termo, conforme será juntado neste e-proc assim que digitalizado." 
"Após a assinatura do termo, foi permitida a entrada no local de diversos parlamentares federais que batiam na porta e chegaram a forçar para entrar naquele recinto, durante a audiência. Na sequência, ofereci, de maneira insistente, a segurança da Polícia Federal ao ex-presidente Lula para levá-lo ao local onde ele quisesse ir, a partir dali, sendo dispensada tal segurança e sendo dito que ele preferiria sair dali com seus companheiros de partido e seus advogados, em veículo próprio, sem o acompanhamento da Polícia Federal. Em razão disso, foi autorizada a entrada até a porta daquele salão de automóvel indicado por ele para o deslocamento e aguardada sua saída."





FANTÁSTICO É...

Edição do dia 06/03/2016

06/03/2016 22h24 - Atualizado em 06/03/2016 22h24


Em relatório enviado neste domingo (6) ao juiz Sérgio Moro, Polícia Federal fez relato do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.





POR RICARDO BRANDT, JULIA AFFONSO E FAUSTO MACEDO

06/03/2016, 21h19

Em relatório ao juiz da Lava Jato, responsável por ouvir ex-presidente alvo da Operação Aletheia relatou que petista aceitou ser levado até Congonhas após falar com advogado; parlamentares forçaram porta de sala onde foi feita audiência




07/03/2016 08h34 - Atualizado em 07/03/2016 08h40


Entre as apreensões dos policiais federais estão computadores e celulares.


Um dos mandados de busca foi cumprido na casa do ex-presidente Lula.



Edição do dia 07/03/2016

07/03/2016 07h48 - Atualizado em 07/03/2016 08h40


PF enviou um relatório ao juiz Sérgio Moro, que conta como foi a chegada dos agentes que conduziram o ex-presidente Lula para depor na sexta (4).




Segunda-feira, 07/03/2016, às 07:35, por Helio Gurovitz












Brasil 06.03.16 22:37




LAVA JATO 31

Edição do dia 06/03/2016

06/03/2016 22h19 - Atualizado em 06/03/2016 22h19


Operação Lava Jato entrou na 24ª fase esta semana.
Tudo começou em 2014 com uma investigação contra doleiros do Paraná.




Sociedade

Comunicação


O levantamento da Folha de S.Paulo comprova o óbvio: os barões da mídia embolsam a maior fatia dos investimentos do governo federal. Sem falar nos acertos pouco republicanos com seus aliados tucanos

por Redação — publicado 17/12/2014 15h51, última modificação 17/12/2014 18h07




Sociedade

Distribuição desigual


Entre os jornais, O Globo foi o que mais recebeu verbas; revista Veja recebeu mais de R$ 700 milhões no período

por Redação — publicado 29/06/2015 16h36, última modificação 29/06/2015 16h37



Política

Mídia

Globo concentra verba publicitária federal


por Redação Carta Capital — publicado 13/09/2012 12h25, última modificação 13/09/2012 19h00




13/set./2012, 13h54min






4 de August de 2015




03/08/2015 07h32 - Atualizado em 04/08/2015 08h40


Ex-ministro 'teria persistido' em propina após deixar o governo, diz juiz.

Batizada de Pixuleco, fase ocorre nesta segunda (3) em Brasília, RJ e SP.

Adriana Justi e Vitor Matos*Do G1 PR e do G1, em Brasília




04/03/2016 17h51 - Atualizado em 04/03/2016 18h31


Paulo Okamoto também foi abordado pela PF em casa e conduzido a depor.

Segundo ele, perguntas eram sobre como é a arrecadação do instituto.

Lívia Machado Do G1 São Paulo




INSTITUTO LULA ILILS





O jornal da família Marinho enviou o recado por meio da charge de Chico Caruso, publicada na primeira página do jornal O Globo; o desenho retrata José Dirceu atrás das grades com um smartphone, a imagem do ex-presidente Lula

brasil247.com 04 Agosto de 2015 - 06:58