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segunda-feira, 2 de maio de 2016

EXEMPLO DE PEDRO SIMON...

...de Juiz de Fora




POLÍTICA

30 de abril de 2016 – 07:00
Entrevista: Pedro Simon/ex-senador do PMDB
Por EDUARDO MAIA E RENATO SALLES

Após 58 anos de vida pública, incluindo três mandatos consecutivos de no Senado Federal, o ex-senador Pedro Simon (PMDB-RS) acompanha o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Em visita a Juiz de Fora para uma palestra no Museu de Arte Murilo Mendes Mamm) ontem, ele conversou com a Tribuna na sede do Instituto Itamar Franco, no Museu de Crédito Real. Além de elogiar a operação Lava Jato, afirmou que o vice-presidente Michel Temer é capaz de unificar o país a partir do diálogo entre todas as forças políticas. No entanto, considera que o ‘toma lá dá cá’ entre partidos não pode guiar as negociações em um novo governo.
- Tribuna – Como o senhor vê hoje o cenário político no país?
- Pedro Simon – Eu acho a situação muito delicada. Tenho insistido que há uma diferença de hoje para todas as crises que vivemos no passado. Ao longo da história, deputado, senador, gente importante não ia para a cadeia. Cadeia era lugar para povão, para ladrão de galinha. De uns anos para cá, temos verdadeiramente uma limpa, nos mínimos detalhes. Vários empresários estão na cadeia, políticos, o líder do Governo no Senado estava na cadeia. O Supremo está aceitando [as denúncias]. Pela primeira vez, está acontecendo o que nunca aconteceu na história do Brasil.
- O senhor acredita que, se aprovado o impeachment e num eventual governo Temer, haverá a continuidade da operação?
- Tudo está sendo investigado e provado. O importante, nesse debate todo, é continuar a operação. Sinto que tem muita gente de um lado e do outro que está querendo parar. A operação não envolve apenas o PT. Envolve PMDB, PSDB, um monte de gente. O primeiro compromisso de honra que temos que assumir é continuar a Lava Jato até que se chegue a um ponto final.
- Pela sua experiência, o senhor acredita na aprovação do impeachment?
- Todas as informações que a gente tem hoje indicam que sim. O impeachment vai além das pedaladas. As pedaladas são graves, de maior significado, mas o importante é o que aconteceu no terreno da corrupção, na Petrobras, os empréstimos que foram feitos na Venezuela e Cuba são secretos. Essa questão é o fato mais importante que o PT quer desviar, ficar só nas pedaladas. Até o povo não termina entendendo direito o que é. Eu vejo que o processo tem que ir adiante e as questões graves que existem tem que ser apuradas.
- Se confirmada a possibilidade de o PMDB chegar ao comando, o senhor vê Michel Temer como capaz de unificar o país?
- Fui amigo de todas as horas do Itamar [Franco, ex-presidente]. Digo o seguinte: quando ele assumiu, as pessoas não achavam que ele seria capaz. Era um homem teimoso, radical, tinha suas idéias, era duro. Não era de imaginar que o Itamar era o homem de dirigir o país, mas ele fez pela maneira séria de administrar, teve essa rigidez.
- Mas o senhor vê isso no Michel Temer?
- Isso eu vejo. O Michel é um homem competente. Tem condições de fazer. O problema são os compromissos dele. Ele é presidente do PMDB e fez um entendimento com o PSDB. Tem o PSB, o PTB, eu não sei como ele vai agir, se ele vai conseguir. O Itamar faria: um monte de gente que ficou do lado dele na hora do impeachment tratou como amigos e mais nada. Não teve troca. Essa maneira de ser, de agir, é que vai ser discutida. Por outro lado, o Itamar não teve pela frente alguém do antigo Collor, que queria fazer oposição, tentando não deixar que o Governo fosse adiante. Mas o PT fala de uma maneira, na minha opinião exagerada, convocando as pessoas para irem às ruas.
- A governabilidade estaria garantida em um novo governo?
- Somos o maior partido, temos o maior número de governadores, de prefeitos. Para presidente elegemos Tancredo. E ficou o Sarney. Criou-se esse problema. Esse termo político de governabilidade, de que um partido tenha que fazer aliança para governar. É um troca-troca, é dando que se recebe. E se nosso amigo for para esse lado, vai ser muito complicado. Primeiro lugar, porque quer diminuir os ministérios de 35 para 20, 22. Ele não vai encontrar espaço para tantos ministros. Ele vai ter que tentar um projeto, uma ação para adquirir confiabilidade. Os estados estão entrando com ação no Supremo, para decidir sobre as dívidas estaduais. Ele vai ter os governadores em guerra e do outro lado o Ministro da Fazenda que diz que não pode. Todos esses problemas são difíceis.
- Como ele poderá encontrar uma saída?
- Logo que assumiu, o Itamar reuniu todos os partidos. Reuniu todos nós no palácio, colocou todos os ministros, a gente discutiu: ‘Quero dizer aos senhores que quero fazer um governo de entendimento. E, para isso, fazer um compromisso, vamos tomar essa decisão conjunta’. Eu espero essa postura. Mas fico preocupado, esses nomes já saíram no jornal, esses cargo. Embora ele tenha que fazer isso, deveria ser feito com mais sigilo, mais internamente.
- O vice-presidente estaria antecipando?
- Eu entendo o motivo dele. O processo está no Senado e pode ser que daqui três ou quatro dias ele tenha que assumir.
- Como avalia a postura do presidente da Câmara até agora e num eventual governo Temer?
- Com toda a sinceridade, eu acho que é uma figura que foi importante para a organização da Câmara. Enquanto o processo dele está na Comissão de Ética e não sai, ele tem uma rapidez, uma agilidade impressionante. Mas eu acho que a melhor coisa que ele poderia fazer é renunciar à presidência. O grande problema é ele virar vice-presidente.
- O STF poderá pedir o afastamento do presidente da Câmara?
- Eu não sei se há profundeza jurídica. Acho que o Supremo está com os casos dele e, passado o problema do impeachment, logo tem a obrigação de julgar.


30 de abril de abril às 08:00 – Por Cesar Romero

O prefeito Bruno Siqueira, o ex-senador Pedro Simon, o ex-prefeito Tarcísio Delgado, Marcelo Siqueira e Renato Villela no jantar do Constantino Hotel (fotos ANDRÉA OTTONI)


Também na noite, Ivete Simon e a primeira-dama Daniele Siqueira



Ruth Costas
Da BBC Brasil em São Paulo
9 dezembro 2015






Image copyrightABrImage caption
“Após redemocratização, Simon foi senador por três mandatos consecutivos, entre 1991 e 2015
Para o ex-senador e líder histórico do PMDB Pedro Simon, de 85 anos, um eventual governo do hoje vice-presidente Michel Temer seria uma "reedição" da gestão Itamar Franco (1992 – 1995).
‘No seu governo, Itamar não teve uma crise, um escândalo de corrupção. Ele lançou o real, fez o Brasil mudar’, opina.
Itamar era vice-presidente no governo Fernando Collor (PRN) e assumiu o poder após um processo de impeachment. "(Temer) iria governar com todo mundo, teria o mesmo estilo e a mesma forma (de Itamar)", defende Simon, que foi senador pelo PMDB por 24 anos e apoiou a ex-senadora Marina Silva nas duas últimas eleições presidenciais.
O ex-senador nega, porém, que Temer seja ‘oportunista’ e que o PMDB esteja se preparando para assumir o poder diante da perspectiva da abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.”




Editorial da Tribuna de Minas
1 de maio de 2016 – 07:00
Ex-senador defende legado de Itamar e continuidade da Operação Lava Jato com qualquer Governo
POR TRIBUNA
Na sua passagem por Juiz de Fora, onde veio para palestra a convite do Instituto Itamar Franco, o ex-senador Pedro Simon defendeu a continuidade da Operação Lava Jato a despeito do desfecho do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. No seu entendimento, trata-se de uma operação em defesa do país, da moralidade, e que não se esgota nas instâncias do Governo. Na trincheira da oposição, também há investigados, e, por uma ação de Estado e não de Governo, ela tem que ir adiante. Simon fala com propriedade. Com histórico de probidade, típico de uma geração de políticos que via no mandato um sacerdócio, e não atalho para causas próprias, citou Itamar Franco nas diversas vezes em que foi instado a prestar seu depoimento. O ex-prefeito de Juiz de Fora ocupou a Presidência da República também numa quadra difícil do país, quando o titular, Fernando Collor, foi apeado pelo Congresso. Nos seus dois anos, mostrou que é possível governar sem se comprometer com questões menores. Itamar não transigia com o ilícito.

Simon lembrou também o ‘modus’ de governar que se tornou rotina na instância de poder, inaugurado por José Sarney, único vice que exerceu o mandato em sua plenitude, já que Tancredo Neves morreu antes da posse. Para ficar à frente do Governo, fez acordos de toda sorte com os partidos, algo comum hoje, no presidencialismo de coalizão. E o resultado é o que se vê: presidentes acuados por partidos com largo apetite e um Congresso de joelhos em busca de cargos e vantagens. Nesse jogo, não há garantias, bastando o primeiro impasse para as relações se comprometerem. A presidente Dilma, que nunca foi afeita ao diálogo com os parlamentares, mudou seu estilo, transigiu nos acordos e, mesmo assim, viu sua base ruir na votação do relatório do impeachment na Câmara Federal.

Não há previsões de mudança, bastando ver os atos iniciais de Michel Temer, que sequer se sentou na cadeira presidencial. São nomes indicados por diversos partidos e articulações para ocupação de espaços. Tudo, pois, continuará como dantes, embora todos saibam que não se trata do melhor caminho. O pior desse enredo, porém, é que não se encontrou o meio ideal, pois o parlamentarismo, que poderia amortizar tais crises, não é aceito pela opinião pública.”




O tradicional Calçadão da Halfeld em Juiz de Fora



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quanto? Quantos?


 - Que governo?
- Que saída?
- Repactuar?

- O PMDB não saiu do governo?
- Afinal o PMDB não era governo?
- De fato, o PT já não governava?

- Repactuar?
- Quanto?
- Quantos?

- Quem?
- Quanto?
- Quantos?

- Com quem?
- Quanto?
- Quantos?

- O que?
- Quanto?
- Quantos?

- Para que?
- Quanto?
- Quantos?

- Quando?
- Quanto?
- Quantos?

- Onde?
- Quanto?
- Quantos?




Quantos gramas quer o senhor Crisógono?

Quantos gramas ou quantas gramas? Um grama ou uma grama? Ou seja, grama é palavra do género masculino ou feminino? Em português é, sem dúvida, do género masculino. Está, portanto,  correcto o título. E porquê? Porque, regra geral, as palavras terminadas em ‘a’ que nos vieram de palavras gregas terminadas em alfa, do género neutro, tenderam, em português, para o género mascuino: grama, panorama, problema, emblema lema, dilema, enfiseuma, trema, esquema, tema, rema, etc., etc.

E quanto ao senhor Crisógono? Crisógono é nome próprio, também de origem grega (Khrisógonos) e significa “nascido do ouro”, Assim como Crisóstomo (Khrysóstomos = boca de ouro); Crisólogo (Khrisólogos = palavra de ouro). Vejam:

Cris(o) – elemento de formação de palavras que exprime a ideia de ouro ou de amarelo-dourado.

Crisólito – pedra preciosa da cor do ouro

Crisóptero – que tem asas douradas

Crisofilo – adj. Que tem folhas de ouro ou douradas (Do gr khrysos, ‘ouro’ + phylon, ‘folha’

Crisófilo – adj. Amigo do ouro, amante do ouro (Do gr. khrysos, ‘ouro’ +philos, ‘amigo’
Crisol. Cadinho em que se fundem metais preciosos, como, p. e.,  o ouro.


GRALHAS QUE POR AÍ GRASNAM,
ERROS QUE POR AÍ GRASSAM
por António Marques


quinta-feira, 10 de março de 2016

SURPREENDER ANTES DE PRENDER


POR VLADIMIR ARAS em 16/07/2013

“(...) Nas Ordenações Filipinas, os oficiais de justiça podiam conduzir testemunhas e réus recalcitrantes “debaixo de vara”, isto é, à força. No antigo direito português, a vara era a insígnia dos juízes ordinários e dos juízes de fora. Era o símbolo de sua autoridade: (...)”

“(...)Em suma, nada impede que a Polícia, diante das circunstâncias do caso concreto, que exijam esforço concentrado para concluir diligências investigativas com celeridade, promova a condução coercitiva de investigados, com o aval do Poder Judiciário, mediante prévio requerimento do Ministério Público, na condição de dominus litis e ombudsman geral. Neste cenário, a condução coercitiva, como medida (cautelar) autônoma é muito menos prejudicial ao status libertatis do suspeito ainda presumivelmente inocente do que a prisão temporária e a prisão preventiva, podendo ser tão eficiente quanto a primeira. (...)”





MÁRCIO FALCÃO

DE BRASÍLIA

08/03/2016  18h47

Em nova manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a força-tarefa da Operação Lava Jato "vem tomando medidas invasivas e arbitrárias" em relação ao petista, uma vez que não teria atribuição para investigar se ele foi beneficiado por empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.

Os advogados pedem que a ministra Rosa Weber reconsidere ou leve ao plenário do STF sua decisão que negou suspender investigações da força-tarefa e do Ministério Público de São Paulo até que o tribunal estabeleça a quem cabe as apurações.

A defesa alega que há um conflito de atribuições porque a força tarefa e a promotoria de São Paulo investigam os mesmos fatos: o tríplex do Edifício Solaris, situado no Município do Guarujá (SP) e, ainda, do "Sítio Santa Bárbara", situado no Município de Atibaia (SP).

Há suspeita de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, além de que o ex-presidente teria sido beneficiado por vantagens indevidas durante seu mandato. Os advogados apontam que a questão dos imóveis deve ser tratada na esfera privada e não tem relação nenhuma com a Lava Jato, que apura fraudes na Petrobras.

"Não há qualquer elemento que possa vincular tais imóveis a qualquer tema relacionado à Petrobras, senão o pensamento desejoso dos membros da "força tarefa Lava Jato", formulado com base em ilações desprovidas de qualquer elemento concreto, como se verifica nas próprias informações prestadas pelo MPF nestes autos", dizem.

"Afora os relevantes fundamentos já expostos na petição inicial a respeito desse requisito, verifica-se que o MPF, por meio da 'Força Tarefa Lava Jato', vem tomando medidas invasivas e arbitrárias em relação ao autor [Lula], ora agravante [Lula], a despeito de não possuir atribuição para isso", completam.

O ex-presidente e pessoas de seu círculo próximo foram alvos da 24ª fase da Operação Lava Jato na sexta-feira. Segundo a defesa, a força tarefa age alegando uma "impensável" conexão presumida com a Lava Jato, que afronta a todas as regras estabelecidas no Código de Processo Penal e, por conseguinte, as garantias do devido processo legal".

"O MPF reivindica atribuição para investigar os mesmos fatos já em apuração no âmbito do MP/SP apenas porque envolveria pessoas investigadas na chamada "Operação Lava". Essa argumentação revela uma temeridade –e foi aceita pelo juízo da 13ª Vara Federal [Sergio Moro] sem nenhum questionamento".

Os advogados questionam o fato do MP querer investigar um apartamento alugado pelo primo do pecuarista José Carlos Bumlai, vizinho do ex-presidente Lula.

"Diante dessa posição a força tarefa da Lava Jato agora defende que não só detém atribuição apenas para investigar qualquer fato envolvendo pessoas relacionadas à Operação, mas também primos, tios, irmão, cunhado de tais pessoas. Em breve outras Sessões Judiciárias Criminais do País terão suas atividades sobremaneira reduzida", disse.






MÁRCIO FALCÃO

AGUIRRE TALENTO

DE BRASÍLIA

04/03/2016  19h33




07/03/2016 às 12:51


"Queremos saber por que ela usou o avião e o helicóptero da Presidência para visitar o Lula", disse o líder do partido da Câmara, Pauderney Avelino (AM). "Isso não é um ato da Presidência, é um ato político"





ESTADÃO conteúdo

Publicado 07/03/2016 - 09h24Atualizado07/03/2016 - 09h24

Ao contrário do que estava previsto, a presidente Dilma Rousseff não deve mais se encontrar nesta segunda-feira, 7, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após uma visita de cortesia no último sábado ao ex-presidente, em São Bernardo do Campo, a previsão era que os dois se encontrassem hoje em Brasília.

A expectativa agora é que Dilma e Lula acertem novamente as agendas para um encontro, ainda esta semana. Na pauta, conversas políticas mais pragmáticas e acertos do caminho, lado a lado, que ambos precisam seguir, neste momento, para enfrentar a crise política que está instalada e que atinge os dois petistas.

Na agenda de Dilma está previsto que ela participa, nesta segunda-feira, de cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), em Caxias do Sul (RS). Sua visita à Unidade Habitacional Modelo está marcada para às 9h20.

Assim como tem feito em outras ocasiões, a cerimônia terá entregas simultâneas de casas: 976 unidades em Sobral (CE), 432 em Três Lagoas (MS), 400 em Jundiaí (SP) e 306 em Paracatu (MG). A expectativa é que a presidente retorne a Brasília por volta das 11 horas.




antes que CLIQUE NO PEQUENO ALTO FALANTE À DIREITA PARA OUVIR A PRONÚNCIA




loc.prep. Antes de. Num tempo anterior: foi embora antes da festa acabar; no momento anterior a: saiu antes do professor; mais perto ou próximo de: vivia antes da escola.
(Etm. do latim: ante)





Edição do dia 07/03/2016

07/03/2016 13h58 - Atualizado em 07/03/2016 13h58


Delegado que levou o ex-presidente para depor contou detalhes da ação.

A Polícia Federal está transcrevendo o depoimento prestado em São Paulo.

Ana ZimmermanCuritiba




24ª OPERAÇÃO DA LAVA JATO




VICE-PRESIDENTE




POLÍTICA




ECONOMIA



Hoje, 7 Mar 2016 - 3 min


O delegado que comandou a operação contou que, ao saber que seria conduzido para o Aeroporto de Congonhas, Lula disse que só sairia de casa algemado.





Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


O galpão está lacrado pela Polícia Federal e abriga pertences do ex-presidente Lula, de quando ele deixou a presidência. Na sexta-feira e no sábado, o Jornal Hoje informou que o galpão pertencia à empresa de transporte Granero.




Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


Crítica foi feita durante cerimônia do Minha Casa Minha Vida, em Caxias do Sul, nesta segunda-feira (7). A oposição rebateu às críticas.



Hoje, 7 Mar 2016 - 1 min


"Nenhum de nós estamos acima da lei e, assegurado o amplo legítimo de defesa, que a justiça possa fazer o seu trabalho", fala a porta-voz da Rede Sustentabilidade.





EDIÇÃO DE HOJE





sur.pre.en.der

(super+lat prehendere) vtd 1 Apanhar (alguém) em flagrante, inesperada e subitamente; tomar de improviso ou de surpresa: A morte o surpreendeu dormindo. vtd 2 Apanhar em flagrante delito: Surpreender o ladrão. vtd 3Acometer de súbito; cair inopinadamente sobre: Surpreender o inimigo. vtd 4 Apanhar descuidado; surgir inesperadamente diante de: Surpreendeu-a a conversar com o namorado. vtd 5 Chegar imprevistamente à casa de alguém: A visita veio surpreendê-los ao jantar. vtd e vint 6 Causar abalo, admiração, surpresa a; assombrar, espantar, maravilhar: Tais consequências não o surpreendem. O que nela surpreende é a expressão da voz. vpr 7 Admirar-se, espantar-se: Não se surpreende facilmente o filósofo. vtd  8Entrever, vislumbrar: "Uns querem surpreender nos corpos animados as origens remotas da vida" (Rui Barbosa). vtd 9 Induzir em erro; enganar: Surpreender a boa-fé dos incautos. vtd 10 Obter furtivamente ou por fraude:Surpreender uma confidência. Surpreender lucros.





pren.der

(lat prehendere) vtd 1 Atar, ligar, amarrar: "...amarraram o sapé em maços, ergueram a cobertura, prenderam os feixes" (Hernâni Donato). Prendeu o cachorro à corrente. vtd 2 Firmar, fixar: Prendia uma fita no cabelo. Prendeu-me o distintivo na lapela. vtd 3 Segurar: A Ana prendeu o leitãozinho pela cauda. vtd 4 Apanhar, capturar: Prenderam a fera fugida do zoológico. vpr 5 Ficar preso ou seguro: "O caboclo... correndo, a tropeçar em toros... a prender-se em ramarias" (Coelho Neto). vtd 6 Enlaçar ou apertar com os braços: "...um grito, um beijo, dois braços que prendem uma cinta fugitiva" (Eça de Queirós). vpr 7 Enlear-se, firmar-se, fixar-se, unir-se: "...intenta prender-se à doce imagem fugitiva da finada grandeza" (Porto Alegre). vtd 8 Tirar a liberdade a; capturar, encarcerar: A polícia prendeu o arruaceiro. Prendeu-o num cárcere infeto. vti 9 Emperrar, pegar: A vidraça prende no caixilho. vtd 10 Fazer ficar ou demorar; reter: Prenderam-no sérios compromissos. A gripe nos prende em casa. vtd 11 Unir moralmente: Prendem-nos muitas afinidades. A ela me prendem laços de pura afeição. vti 12 Criar raízes; arraigar-se: A árvore prende na terra.vpr 13 Comprometer-se a casar, contrair matrimônio: Ela já pensa em prender-se. "Prendeu-se a uma jovem de família pobre" (Laud. Freire). vtd 14Embaraçar, impedir, tolher: "Agouros não me prendem" (Rebelo da Silva). O medo prendeu-lhe a voz na garganta. vtd 15 Cativar, encantar, subjugar:Aqueles olhos o prendem. Ela prende os rapazes com estudadas faceirices. vpr 16 Ficar cativo; render-se: Prender-se aos encantos de alguém. Prender-se de afeições, prender-se de cuidados, prender-se de negócios. vtd 17 Atrair: Prender a atenção, prender o olhar. vtd 18Seduzir, subornar: Prender alguém com dádivas, presentes etc. vti 19Comunicar, pegar: A ponte prende com um pequeno outeiro. O cabo prende em um poste. vti 20 Ter relações; relacionar-se: "Essa questão prendia diretamente com a minha responsabilidade pessoal" (Rui Barbosa).vpr 21 Inquietar-se, preocupar-se: Prendia-se por ninharias. vpr 22 Enlevar-se: Os olhares prendiam-se na encantadora imagem. Prender-se com teias de aranha: ficar embaraçado com quaisquer contrariedades ou pequenos tropeços. Prender o fôlego: causar dispneia.




07 de Março de 2016


06 Mar 2016

Escrito por  REDAÇÃO


FONTE: O ANTOGINISTA

Segundo relatório do delegado da PF, Luciano Flores de Lima, Lula teria dito que só sairia de casa para depor se fosse algemado.

A Polícia Federal encaminhou ao juiz Sérgio Moro um relato detalhado da condução coercitiva de Lula, ocorrida na sexta-feira 4. No documento, anexado aos autos da Operação Alethea, o delegado Luciano Flores de Lima informa que a equipe da PF bateu à porta do ex-presidente às 6h.

O próprio Lula recebeu os policiais, que anunciaram o mandado de busca e apreensão. Não havia imprensa e o delegado se preocupou em preservar a imagem do petista.

"Informei ao ex-presidente Lula que deveríamos sair o mais rápido possível daquele local, em razão da necessidade de colhermos suas declarações, a fim de que sua saída do prédio fosse feita antes da chega de eventuais repórteres e/ou pessoas que pudessem fotografar ou filmar tal deslocamento."

Lula, então, disse que não sairia dali "a menos que fosse algemado". "Disse ainda que se eu quisesse colher as declarações dele, teria de ser ali. Respondi então que não seria possível fazer sua audiência naquele local por questões de segurança, pois tão logo alguém tomasse conhecimento disso, a notícia seria divulgada e poderia ocorrer manifestações e atos de violência nos arredores daquele local, o que prejudicaria a realização do ato."

O delegado então informou que já estava preparado o Salão Presidencial anexo ao Aeroporto de Congonhas, "local seguro, discreto e longe de eventuais manifestações que certamente poderiam ocorrer de forma mais violenta, caso fizéssemos sua oitiva naquele local ou na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo/SP".

Flores de Lima esclareceu que o mandado de condução coercitiva só seria cumprido se ele se recusasse a acompanhá-lo até o local.

"O ex-Presidente Lula pediu para que o chefe de sua segurança, Tenente Moraes, ligasse para o seu advogado, Dr. Roberto Teixeira, vindo a falar com ele por telefone, informando que a Polícia Federal estava querendo levar ele para o Aeroporto de Congonhas para ouvi-lo e que havia um mandado de condução coercitiva para tanto. Logo depois de ouvir as orientações do referido advogado, o ex-presidente disse que iria trocar de roupa e que nos acompanharia para prestar as declarações."

Eis a íntegra do relato, que desmonta a versão dramática narrada por Lula à imprensa.

"Às 6h e 30min saímos da garagem subterrânea do prédio em uma viatura discreta, com películas escuras nos vidros laterais, pedindo a ele que se mantivesse em posição atrás do motorista e sem aparecer entre os bancos, pois assim impediria que qualquer pessoa que estivesse na rua conseguisse captar sua imagem."
"Por volta das 7h e 20min chegamos ao Salão Presidencial do Aeroporto de Congonhas e aguardamos a chegada dos advogados do ex-Presidente, o que ocorreu por volta das 7h e 45min, momento em que mostramos os mandados e permitimos que eles conversassem em local próximo, sem nossa presença."
"Em torno das 8h o ex-presidente e os advogados retornaram à mesa onde ocorreria a oitiva e disseram que estavam prontos para o ato, sendo dito pelo ex-presidente que iria prestar as declarações necessárias. No início do ato, foi dada ciência de que ele não estava obrigado a responder às perguntas que faríamos e que poderia ficar em silêncio sempre que quisesse. Também foi dada ciência a todos de que as perguntas e respostas seriam gravadas em áudio e vídeo para posterior transcrição. Foi autorizada a gravação também pelo telefone celular de um dos advogados do ex-presidente Lula, atendendo-se, assim, o pedido que a defesa fez naquele momento."
"Por volta das 11h a audiência se encerrou, sendo lavrado um termo de audiência dando ciência a todos de que as perguntas e respostas foram gravadas e seriam posteriormente transcritas, sendo assinado, por todos os presentes, o referido termo, conforme será juntado neste e-proc assim que digitalizado." 
"Após a assinatura do termo, foi permitida a entrada no local de diversos parlamentares federais que batiam na porta e chegaram a forçar para entrar naquele recinto, durante a audiência. Na sequência, ofereci, de maneira insistente, a segurança da Polícia Federal ao ex-presidente Lula para levá-lo ao local onde ele quisesse ir, a partir dali, sendo dispensada tal segurança e sendo dito que ele preferiria sair dali com seus companheiros de partido e seus advogados, em veículo próprio, sem o acompanhamento da Polícia Federal. Em razão disso, foi autorizada a entrada até a porta daquele salão de automóvel indicado por ele para o deslocamento e aguardada sua saída."





FANTÁSTICO É...

Edição do dia 06/03/2016

06/03/2016 22h24 - Atualizado em 06/03/2016 22h24


Em relatório enviado neste domingo (6) ao juiz Sérgio Moro, Polícia Federal fez relato do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.





POR RICARDO BRANDT, JULIA AFFONSO E FAUSTO MACEDO

06/03/2016, 21h19

Em relatório ao juiz da Lava Jato, responsável por ouvir ex-presidente alvo da Operação Aletheia relatou que petista aceitou ser levado até Congonhas após falar com advogado; parlamentares forçaram porta de sala onde foi feita audiência




07/03/2016 08h34 - Atualizado em 07/03/2016 08h40


Entre as apreensões dos policiais federais estão computadores e celulares.


Um dos mandados de busca foi cumprido na casa do ex-presidente Lula.



Edição do dia 07/03/2016

07/03/2016 07h48 - Atualizado em 07/03/2016 08h40


PF enviou um relatório ao juiz Sérgio Moro, que conta como foi a chegada dos agentes que conduziram o ex-presidente Lula para depor na sexta (4).




Segunda-feira, 07/03/2016, às 07:35, por Helio Gurovitz












Brasil 06.03.16 22:37




LAVA JATO 31

Edição do dia 06/03/2016

06/03/2016 22h19 - Atualizado em 06/03/2016 22h19


Operação Lava Jato entrou na 24ª fase esta semana.
Tudo começou em 2014 com uma investigação contra doleiros do Paraná.




Sociedade

Comunicação


O levantamento da Folha de S.Paulo comprova o óbvio: os barões da mídia embolsam a maior fatia dos investimentos do governo federal. Sem falar nos acertos pouco republicanos com seus aliados tucanos

por Redação — publicado 17/12/2014 15h51, última modificação 17/12/2014 18h07




Sociedade

Distribuição desigual


Entre os jornais, O Globo foi o que mais recebeu verbas; revista Veja recebeu mais de R$ 700 milhões no período

por Redação — publicado 29/06/2015 16h36, última modificação 29/06/2015 16h37



Política

Mídia

Globo concentra verba publicitária federal


por Redação Carta Capital — publicado 13/09/2012 12h25, última modificação 13/09/2012 19h00




13/set./2012, 13h54min






4 de August de 2015




03/08/2015 07h32 - Atualizado em 04/08/2015 08h40


Ex-ministro 'teria persistido' em propina após deixar o governo, diz juiz.

Batizada de Pixuleco, fase ocorre nesta segunda (3) em Brasília, RJ e SP.

Adriana Justi e Vitor Matos*Do G1 PR e do G1, em Brasília




04/03/2016 17h51 - Atualizado em 04/03/2016 18h31


Paulo Okamoto também foi abordado pela PF em casa e conduzido a depor.

Segundo ele, perguntas eram sobre como é a arrecadação do instituto.

Lívia Machado Do G1 São Paulo




INSTITUTO LULA ILILS





O jornal da família Marinho enviou o recado por meio da charge de Chico Caruso, publicada na primeira página do jornal O Globo; o desenho retrata José Dirceu atrás das grades com um smartphone, a imagem do ex-presidente Lula

brasil247.com 04 Agosto de 2015 - 06:58