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sábado, 28 de maio de 2016

O moderno e o tradicional

DUTRA: Mas, LULA! Eu entendo a posição do Conselho, não é da tradição da Petrobras, assim sem mais nem menos, trocar um diretor.
LULA: DUTRA, se fôssemos pensar em tradição, nem você era Presidente da PETROBRAS (2002/2005), nem eu era Presidente da República.  

(3:30 – 3:48)

Pedro Corrêa cita nomes de políticos envolvidos na corrupção da Petrobras:



Quatro séculos de modas e costumes

O moderno e o tradicional

Os rituais e a tradição

Elegantes damas


Samba Enredo 1968 - Quatro Séculos de Modas e Costumes
G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel (RJ)




Após vários anos pelas divisões inferiores, apenas em 1973, o primeiro sob a administração de Nelson, quando apresentou um enredo sobre a educação, conquistou o vice-campeonato do segundo grupo, retornando à divisão principal. A partir de então, seu irmão Anísio tornou-se patrono e presidente de honra[24] , transformando-se numa espécie de mecenas, e assumindo cada vez mais as decisões na escola.

A história da agremiação, pode ser dividida em duas partes: antes e depois de Joãozinho Trinta, que assumiu o cargo de diretor em 1976, com um enredo em homenagem ao jogo do bicho. Os desfiles assinados são considerados pela maior parte da crítica como antológicos, pois mesmo quando não vencia, provocava admiração nos espectadores.

Brasil Ano 2000

Samba Enredo 1974 - Brasil Ano 2000


Joãozinho Trinta: 'Pobre gosta de luxo' (1980)





Beija Flor 1974 Letra e Samba

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Fritos e Sapecados em Grampos

Sugestões de Reflexões

Do Velho para o já não tão Novo assim 

"Monstro" para presidente em exercício
“Calma Sertaneja” para Ministro frito em grampo
“Bom dia” para Presidente suspensa

Voltando a JK, HB, EG
Indo com MT, RJ, DR

Quem Seguirá?


Gravações indicam ação de Renan e Sarney para interferir na Lava Jato:

Assista a Reportagem do Bom dia Brasil de 26/05/2016 a seguir no link:




Áudios têm forte repercussão no Congresso:

Assista a Reportagem do Bom dia Brasil de 26/05/2016 a seguir no link:









Batuque de Dirceu (0:36– 1:06)
A fita vazou: José Dirceu em reunião secreta


Eles são de confiança absoluta...
Mas não existe confiança absoluta porque a fita do Lula sobre Pelotas acabou na nossa...
Vai nessa.
Se você soubesse aonde eu tô.
Se você soubesse o que eu tenho das outras campanhas, você não falaria isso.
É, Gilberto Carvalho.
Para com isso.

Tem gente dentro da nossa campanha.




“A eleição do ano passado soltou o monstro. Tudo dependerá dele. Ele influenciará tudo. Ele está em todos os lugares”. JK, 15/07/1975 

No dia 15 de julho de 1975 o ex-presidente Juscelino Kubitschek almoçava no restaurante da diretoria do Jornal do Brasil. Pediram-lhe um prognóstico para a situação política, e ele respondeu: “A eleição do ano passado soltou o monstro. Tudo dependerá dele. Ele influenciará tudo. Ele está em todos os lugares”.   Para conferir a onipresença do “monstro”, curvou-se, olhando embaixo da mesa, como se o procurasse.   Quem é o monstro?   “A opinião pública”, disse JK.   O resultado da eleição de 1974 encurralou a ditadura. O MDB vencera as disputas para senador em dezesseis dos 21 estados, indicando que dentro de quatro anos conquistaria a maioria no Senado.   Um ano depois do almoço de JK no Jornal do Brasil, o “monstro” soltou- se no Rio de Janeiro e em Brasília. Cantando “Peixe vivo”, o povo voltou à rua, enterrando o ex-presidente com afeto e lamento.   A ditadura militar estava economicamente robusta. Num regime de pleno emprego, a economia crescia, na média, a taxas de quase 7% ao ano. Também tinha prestígio internacional. Faltava só a Argentina para que toda a América do Sul abaixo do Equador fosse governada por generais. Em março de 1976 uma junta instalou-se na Casa Rosada, e acabou-se a exceção.   Entre as últimas semanas de 1974 e a jornada de 12 de outubro     de 1977, quando Ernesto Geisel demitiu o ministro do Exército, general Sylvio Frota, a anarquia militar e o poder republicano do presidente enfrentaram-se. Era o confronto que o regime evitava desde 1964. À noite, quando Frota transmitiu o cargo ao seu sucessor, Fernando Bethlem, a anarquia estava enquadrada. Coube ao general Ernesto Geisel a defesa do poder constitucional. Logo ele, que participara das desordens militares de 1922, 24, 30, 37, 45, 61, 64, 65, 68 e 69.2 De 12 de outubro de 1977 até o dia em que se escreveu esta Explicação, passaram-se 26 anos. Nunca, na história da República, se viveu tanto tempo sem desordem militar digna de registro. Quando o general Ernesto Geisel morreu, em 1996, sabia a extensão desse legado.   Orgulhava-se dele, mas não gostava de discutir o assunto. Temia fazer uma das coisas que mais detestava: falar bem de si próprio.




“Eu nunca deixei de dizer o que achava. A gente sabia que eles ouviam. Ia-se fazer o quê? Parar de falar?”. HB




Tive também a amizade e a ajuda de Humberto Barreto, o fiel amigo de Geisel, seu secretário de Imprensa entre 1974 e 1977.   Humberto foi um personagem discreto e fundamental em quase todas as grandes crises do governo de Geisel. Passeava pelas ansiedades alheias com uma calma sertaneja que por vezes parecia temerária. Ela se amparava na fé que tinha no amigo. Passados trinta anos, Humberto não manifesta emoção alguma quando lhe contam que, em 1976, tentaram fritá-lo com uma transcrição de grampo de seu telefone: “Eu nunca deixei de dizer o que achava. A gente sabia que eles ouviam. Ia- se fazer o quê? Parar de falar?”.





“Bom-dia”. EG, Agosto, 1976

Cheguei ao canteiro de obras logo cedo, no início da manhã, docemente embalado pela ilusão de que poderia, quem sabe, arrancar uma mísera frase de um presidente que não queria conversa com jornalista.

Devidamente credenciado, desembarquei no canteiro como repórter da sucursal Nordeste do jornal O Estado de S. Paulo. O terreno estava quase livre de concorrentes. Se o general me concedesse a graça de uma declaração, eu sairia dali com uma manchete exclusiva no meu gravador. Tudo o que o homem dizia era notícia: cada palavra que o general pronunciava valia ouro no mercado jornalístico.

A chance de abordar o Grande Mudo da República estava ali, ao alcance da mão. Era só partir para o ataque e correr para o abraço. Ilusão. O general passa por nós com aquele porte imperial que o marcava. O estrabismo de Ernesto Geisel causava uma sensação incômoda a quem o encarava: não se sabia exatamente para quem ele estava olhando.

O general me encara ao passar pelo pequeno grupo de repórteres presentes. Tento dirigir-lhe a palavra. Em vão. O quarto dos generais- presidentes do regime militar pronuncia, então, a única frase dirigida a um jornalista naquela manhã. As seis letras fatais: “Bom-dia”. Sem dar tempo a qualquer réplica, segue em frente. Fracasso, fracasso, fracasso.

O Brasil vivia um tempo em que os repórteres tentavam decifrar, nas feições dos generais, uma pista sobre o que eles estavam pensando. A escassez de declarações era tanta que até aquele lacônico “bom-dia” do general aos repórteres acabou publicado nos jornais – foi o que O Globo fez, ao noticiar, na edição de 21 de agosto de 1976, a passagem do general Geisel pelo canteiro de obras da barragem.





Edição do dia 26/05/2016
26/05/2016 07h42 - Atualizado em 26/05/2016 08h00
Conversas indicam tentativa de livrar políticos das investigações.
Sarney diz que delação da Odebrecht seria letal como metralhadora.

Novas gravações feitas por um político próximo à cúpula do PMDB: as conversas com três líderes indicam a tentativa de livrar políticos das investigações. Sérgio Machado tenta comprometer seus ex-aliados. Em Brasília, o nome de Sérgio Machado anda dando vertigem em muito político.
Desta vez o jornal ‘Folha de S.Paulo’ divulgou trechos de conversa entre Sérgio Machado e o ex-presidente José Sarney. Na gravação, os dois mostram insatisfação com as decisões do juiz Sérgio Moro e com uma possível delação da empreiteira Odebrecht, que de acordo com Sarney, seria letal como uma metralhadora.
Reportagem do jornal ‘Folha de S.Paulo’ diz que na conversa com Sérgio Machado, Sarney disse que uma delação premiada que a empreiteira Odebrecht estaria prestes a fazer é uma metralhadora de calibre ponto 100. O ex-presidente teria feito o comentário depois que Machado afirmou que número de delações na Lava Jato iria aumentar "às pencas".
Sarney também relacionou a Odebrecht a uma ação que a presidente afastada, Dilma Rousseff, teria feito diretamente. Ele disse: "Nesse caso, ao que sei, o único em que ela está envolvida diretamente é que falou com o pessoal da Odebrecht para dar para a campanha do...”.
Na conversa com Sérgio Machado, o ex-presidente mostrou preocupação com a prisão do senador Delcídio do Amaral, decretada pelo Supremo Tribunal Federal. Os dois falam sobre a prisão de Delcídio.
Sérgio Machado critica o juiz Sérgio Moro: “O cara agora seguiu aquela estratégia de ‘deslegitimizar’ as coisas. Agora não tem ninguém mais legítimo para falar mais nada. Pegou o Renan, pegou o Eduardo, desmoralizou o Lula. Agora a Dilma. E o Supremo fez essa suprema..., rasgou a Constituição”, disse.
O ex-presidente Sarney complementa: “Foi. Fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira”, em uma referência à autorização dada pelo Senado para a prisão de Delcídio.
Sérgio Machado afirma que o Senado não podia ter aceito aquilo não e Sarney diz: “Não podia, a partir dali ele acabou. Aquilo é uma página negra do Senado. Porque não foi flagrante delito. Você tem que obedecer a lei”, afirma Sérgio Machado.
E Sarney prossegue: “Não tinha nem inquérito!”.
Em outro trecho, o ex-presidente comenta a decisão do Supremo de mandar soltar Delcídio: “E agora o Teori acabou de desmoralizar o Senado porque mostrou que tem mais coragem que o Senado, manda soltar”, disse Sarney.
Sérgio Machado conclui: “Presidente, ficou muito mal. A classe política está acabada. É um salve-se quem puder. Nessa coisa de navio que todo mundo quer fugir, morre todo mundo”.
E foi para tentar salvar o próprio navio, ou para não deixá-lo afundar de vez, que o ex-presidente da Transpetro entregou aos investigadores da Lava Jato gravações de conversas dele com integrantes da cúpula do PMDB.
O ministro do Supremo Teori Zavascki homologou a delação de Sérgio Machado. Foi um recado para todos os políticos de que não tem como parar a Lava Jato. O Bom Dia Brasil teve acesso a novos trechos da delação.
Sérgio Machado era considerado pelos investigadores o caixa da cúpula do PMDB, mas ele afirmou em várias conversas que não havia provas que ligassem nenhum dos líderes do partido ao esquema e pediu ajuda para evitar que novas delações surgissem ou que o juiz Sérgio Moro o pressionasse a falar.
Em uma conversa do dia 10 de março, o ex-presidente Sarney disse que ajudaria Machado a não ser preso.
José Sarney: Isso tem me preocupado muito porque eu sou o único que não tive num negócio desse, sou o único que não tive envolvido em nada. Vou me envolver num negócio desse.
Sérgio Machado: Claro que não, o que acontece é que a gente tem que encontrar, me ajudar a encontrar a solução.
José Sarney: Sem dúvida.
Sérgio Machado: No que depender de mim, nem se preocupe. Agora, eu preciso, se esse p... me botar preso um ano, dois anos, onde é que vai parar?
José Sarney: Isso não vai acontecer. Nós não vamos deixar isso.
Um dia depois, em uma conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros, Sérgio Machado reclama do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Diz que ele trabalha para que Machado seja julgado pelo juiz Sérgio Moro. Renan diz que isso não pode acontecer.
Sérgio Machado: O que eu quero conversar contigo... Ele não tem nada de você, nem de mim. O Janot é um ... da maior, da maior.
Renan Calheiros: Eu sei. Janot e aquele cara da... Força tarefa...
Sérgio Machado: Mas o Janot tem certeza que eu sou o caixa de vocês. Então o que ele quer fazer. Não encontrou nada e nem vai encontrar nada. Então quer me desvincular de você. Ele acha que no Moro, o Moro vai me prender, e ai quebra a resistência e aí ... Então, a gente precisa ver, andei conversando com o presidente Sarney, como a gente encontra uma... Porque se me jogar lá embaixo eu estou ...
Renan Calheiros: Isso não pode acontecer.
Em um outro trecho também no dia 10 de março, Sérgio Machado sugere que o grupo se aproxime do relator da Lava Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki. Sarney cita o nome do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça Cesar Asfor Rocha, que teria - segundo Sarney - proximidade com Teori e diz que vai falar com ele sobre isso.
  Sérgio Machado:  Porque realmente se me jogarem para baixo ai... Teori, ninguém consegue conversar.
  José Sarney:   Você se dá com o Cesar?
  Sérgio Machado   :  Hum.
 José Sarney:  Cesar Rocha.
 S érgio Machado: Dou, mas o Cesar não tem acesso ao Teori não. Tem?
José Sarney: Tem total acesso ao Teori. Muito, muito, muito, muito acesso, muito acesso. Eu preciso falar com Cesar. A única coisa com o Cesar, com o Teori é com o Cesar.
Machado também gravou uma conversa em que estavam presentes Sarney e Renan juntos. Foi no dia 11 de março. O tema ainda é como ter acesso ao Teori. Desta vez, através do advogado Eduardo Ferrão, que também seria amigo do ministro.
José Sarney: O Renan me fez uma lembrança que pode substituir o Cesar. O Ferrão é muito amigo do Teori.
Renan Calheiros: Tem que ser uma coisa confidencial.
Sérgio Machado: Só entre nós e o Ferrão.
O fato de que Sérgio Machado se viu obrigado a fazer uma delação premiada para escapar da cadeia é indicativo de que não surtiram efeito as tentativas de influenciar Teori por meio de Cesar Asfor Rocha e Eduardo Ferrão.
As conversas também mostram que houve negociações para alterar leis e tentar prejudicar a Lava Jato como um todo. Com Sérgio Machado, Sarney fala de uma medida provisória sobre acordo de leniência que o governo Dilma baixou para facilitar que empresas admitam culpa e possam voltar a fazer negócios com o setor público. Depois de protestos do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público, a medida provisória foi substituída por um projeto de lei bem mais rígido.
Sérgio Machado: Outro caminho que tem que ter. É a aprovação desse projeto de leniência na Câmara o mais rápido possível, porque aí livra o criminal. Livra tudo.
José Sarney: Tem que lembrar o Renan disso. Para ele aprovar o negócio da leniência.
Renan e Sarney conversaram também sobre proibir que pessoas presas façam delações premiadas, uma ideia que prejudicaria a Operação Lava Jato, já que algumas delações foram fechadas por suspeitos presos.
José Sarney: O importante agora, se nós pudermos votar que só pode fazer delação, é só solto.
Renan Calheiros: Que só pode solto, que não pode preso. Isso é uma maneira sutil que toda sociedade compreende que isso é uma tortura.
Segundo investigadores, as tentativas de mudança na lei das delações premiadas e a medida provisória da leniência faziam parte de um plano para enfraquecer a Lava Jato.
Em outra conversa com Sérgio Machado, em que foi discutida a delação de executivos da Odebrecht, o ex-presidente José Sarney cita uma tentativa de acordo geral para barrar a operação.
José Sarney: A Odebrecht... Ele vão abrir, vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma. Porque foi com ele, quem tratou diretamente sobre o pagamento do João Santana foi ela. Então eles vão fazer. Porque isso tudo foi muito ruim pra eles. Com isso não tem jeito. Agora precisa se armar. Com vamos fazer com essa situação? A oposição não vai aceitar. Vamos ter que fazer um acordo geral com tudo isso.
Sérgio Machado: Inclusive com o Supremo. Disse com o Supremo, com os jornais, com todo mundo.
José Sarney: Supremo, não pode abandonar.
Apesar das conversas para tentar evitar que a Lava Jato chegasse até a cúpula do PMDB, Sérgio Machado fechou um acordo de delação premiada em que fez justamente o oposto: entregou várias gravações de conversas em que compromete ex-aliados. Ou seja, a tentativa de interferir nas investigações não deu certo.
Além de entregar as gravações de conversas, Sérgio Machado já fez depoimentos em que fala sobre o envolvimento de políticos no esquema de corrupção na Petrobras. A partir de agora, o procurador pode pedir abertura de investigações a partir das declarações, mas isso não tem prazo para acontecer.
“Sem dúvida há gravidade nesses fatos. Mais uma vez revela-se tentativa de comprometer a ação de investigadores e julgadores da Operação Lava Jato. Mas o que se revela também é que é uma tentativa que se frustra porque a Operação Lava Jato prossegue de forma ininterrupta e irresistível e irá até o fim. Os avanços devem ser consagrados e não devemos permitir retrocessos. Me refiro à delação premiada e à prisão com condenação em segunda instância”, disse o senador Álvaro Dias.
O Instituto Lula declarou que o diálogo citado é fruto de mais um vazamento ilegal que confirma o clima de perseguição contra o ex-presidente. Afirmou, ainda, que a conversa não traz nada contra Lula e que ele sempre agiu dentro da lei e que, por isso, não tem nada a temer.
A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff disse que ela jamais pediu qualquer tipo de favor que afrontasse o princípio da moralidade pública.
A defesa de Sérgio Machado voltou a dizer que os autos são sigilosos e que, por isso, não pode se manifestar.
O ministro Teori Zavascki não vai comentar o conteúdo dos áudios.
O ministro aposentado Cesar Asfor Rocha disse que tem uma relação de respeito com Sarney, mas afirmou que nunca foi procurado por ele para tratar de assuntos relacionados à Lava Jato. Destacou que também nunca foi procurado por Renan e nem por Sérgio Machado. Asfor Rocha ressaltou ainda que Teori é um juiz seríssimo e extremamente reservado, com quem tem boa relação, mas passou a vê-lo pouco após a Lava Jato.
O Bom Dia Brasil não conseguiu contato com o advogado Eduardo Ferrão.






quarta-feira, 25 de maio de 2016

Na Escolinha do Professor Temer

Virando a página com mesóclise e batida de mesa

Aqueles que quiserem esbravejar façam-no o quanto quiserem mas pela via legal, pela via democrática. Até com nosso aplauso.

Nós somos como JK. Nós não temos compromisso com equívoco.

Meus caros, quando eu perceber que houve um equívoco na fala, um equívoco na condução do governo, eu reverei essa posição.

Não tem essa coisa de não errei, não aceito errar.

Posso ter errado.

Procurarei não errar.

Mas se o fizer consertá-lo-ei.



Nat King Cole Fascination Legendado


Virando a página


Trailer Oficial - Virando a Página - estreia em 25/6 em SP e no RJ


Batida de mesa


batida de mesa



Mesóclise


Colocação Pronominal (Próclises, ênclises e mesóclises) - Parte 3



Edição do dia 24/05/2016
24/05/2016 20h42 - Atualizado em 24/05/2016 21h05
Ele passou por seu primeiro teste no Congresso: votação da meta fiscal.
Presidente em exercício convocou ministros a não cair em provocações.


Clique para assistir a reportagem no link a seguir:



O presidente em exercício, Michel Temer, e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciaram nesta terça-feira (24) uma série de medidas para tentar recuperar a economia. O anúncio foi feito numa reunião com aliados políticos.

Temer aproveitou para falar também sobre o governo dele, e repetiu que não vai interferir nas investigações da Lava Jato.
A reunião foi no Palácio do Planalto. Uma conversa do presidente em exercício com deputados e senadores de partidos aliados. Temer pontuou que seu governo é de coalizão, no dia de seu primeiro teste no Congresso: a votação da nova meta fiscal.

“E esse será o primeiro teste, de um lado do governo, de outro lado, do Legislativo, para relevar aos brasileiros que nós estamos trabalhando, e que nós estamos exercendo regularmente as nossas funções. É que as coisas estão postas de uma maneira que todos querem testar as instituições nacionais. Lamento dizer que muitos que até propuseram a modificação da meta, hoje anunciam que vão tentar tumultuar os trabalhos para impedir a votação. Isso revela aos olhos de quem vê o país como uma finalidade, e não um governo ou um partido político, revela a absoluta discordância com a tranquilidade institucional do nosso país”, afirmou Temer.
O presidente em exercício convocou seus ministros a não cair em provocações e manter o foco:

“Nós temos sido vítimas de agressões. Eu sei como funciona isso, uma agreessão psicológica para ver se amedronta o governo. Nós não temos a menor preocupação com isso. Nós não temos que dar atenção a isso, nós temos que cuidar do país. Aqueles que quiserem esbravejar façam-no o quanto quiserem, mas pela via legal, pela via democrática, até comm o nosso aplauso”.
Entre os parlamentares, o senador Romero Jucá, afastado na segunda (23) depois do vazamento de um áudio em que, entre outras coisas, comenta que o impeachment de Dilma pararia com a sangria provocada pela Operação Lava Jato. Diante dele, Temer rebateu o discurso de que seu governo busca dificultar investigações. 
“Nós não vamos impedir a apuração com vistas à moralidade pública, à moralidade administrativa. Ao contrário, nós vamos sempre incentivá-la. Eu tenho dito isso com uma frequência inaudita, mas, por mais que diga, eu vejo que muitas vezes sai uma notícia: ‘Ah, tem um esquema pra fazer isso, pra fazer aquilo’. Nós não queremos isso, ninguém quer. Penso que nem os nomes que de vez em quando são apontados também o querem. Desejam sim, no estado democrático de direito, em defesa, farão sua defesa, mas nada que o governo possa interferir”, declarou Temer.
O presidente em exercício lamentou também a intolerância que prejudica o Brasil:
“Nós precisamos pacificar, harmonizar o país. O país não pode ficar nessa situação, porque ‘ah, porque acontece isso, porque eu faço isso, faço aquilo’, não pode, não. Eu acabei de ressaltar as vantagens da oposição, mas não podemos permitir a guerra entre brasileiros, a disputa quase física. Isto é inadmissível. Nós temos os olhos voltados para toda a comunidade nacional. Não é sem razão. Em muitas e muitas ocasiões, eu tenho reiteradamente afirmando que, enquanto houver pobreza no país, nós temos que ter os nossos olhos voltados precisamente para esta categoria”.
Antes de pontuar as primeiras medidas de seu governo, Temer reafirmou o compromisso com o diálogo e disse que não tem compromisso com o erro.

“As pessoas se acostumaram a quem está no governo não pode voltar atrás. Quem está no governo, se errou, tem que ter compromisso com o erro. Nós somos como JK, nós não temos compromisso com o equívoco; portanto, quando houver algum equívoco governamental, nós reveremos este fato, de modo que eu vi aqui: ‘Bom, mas o Temer está muito frágil, coitadinho, não sabe governar’. Conversa! Eu fui secretário da Segurança Pública duas vezes em São Paulo, e tratava com bandidos. Então eu sei o que fazer em um governo, e saberei como conduzir. Agora, meus caros, quando eu perceber que houve um equívoco na fala, um equívoco na condução do governo, eu reverei essa posição. Não tem essa coisa eu não errei, eu aceito ter errado. Eu posso errar, mas se o fizer, consertá-lo-ei”, disse.

Em 13 dias de governo, Michel Temer tem provado que é bastante capaz de recuos. Por insustentável, abriu mão de Romero Jucá no ministério; por causa de protestos, desistiu de acabar com o Ministério da Cultura; criticado, se apressou em nomear duas mulheres em sua equipe. Mas toda essa flexibilidade tem a ver com a urgente necessidade de apoio popular e de votos no Congresso. Agora, mais do que nunca, para garantir a aprovação das medidas de enfrentamento da crise econômica.














Descalço com Kim Novak


"Ninguém mais antipresidencial. Ele trouxe a gargalhada para a presidência. Nenhum outro chefe de Estado, no Brasil, teve essa capacidade de rir – e nos momentos mais inoportunos, menos indicados. Dir-se-ia que ele tinha sempre um riso no bolso, riso que ele puxava, escandalosamente, nas cerimônias mais enfáticas. Os outros presidentes têm sempre a rigidez de quem ouve o Hino Nacional. Cada qual se comporta como se fosse a estátua de si mesmo. Não Juscelino. Quando ele tirou os sapatos para Kim Novak (que achado genial! que piada miguelangesca!), ele foi o antipresidente, uma espécie de cafajeste dionisíaco. Eu diria que jamais alguém foi tão brasileiro. O novo Brasil é justamente isso: – um presidente que tira os sapatos para uma beleza mundial." (Nelson Rodrigues no jornal Brasil em Marcha, 10/2/1961)






Informal, mas nunca vulgar, Juscelino Kubitschek tinha hábitos simples – um dos quais, tirar os sapatos, fazia a delícia dos fotógrafos. Teria, quando jovem, machucado um dedo, e sempre que podia liberava os pés – os pés que lhe valeram fama de exímio dançarino. Mesmo que fosse em presença de uma beldade como a atriz americana Kim Novak, em cuja companhia foi fotografado – ambos descalços, numa cena que inspirou bela página do escritor Nelson Rodrigues.
Filho de Diamantina, adorava serenata, em especial quando se cantava o "Peixe vivo", canção folclórica que acabou se convertendo numa espécie de hino com que Juscelino era saudado em toda parte. Em 1968, por iniciativa do amigo e antigo assessor Serafim Jardim, gravou texto de apresentação para um disco – JK em serenata – de seresteiros diamantinenses. Gostava do "Apesar de você" de Chico Buarque. E de "Fascinação", que pediu para Nat King Cole tocar e cantar para ele no Palácio do Catete, certo dia de 1959.
Flexível, não se acanhava de mudar de idéia quando necessário: "Não tenho compromisso com o erro", insistia. E, se alguma coisa não dava certo – sua tentativa de entrar para a Academia Brasileira de Letras, por exemplo –, não se deixava abater: "Vamos virar essa página", dizia. Virou muitas.



Significados

Significado de mesóclise
s.f. Gramática Colocação de pronomes pessoais átonos, presos por hífens, entre o infinitivo e as desinências, no futuro do presente e no futuro do pretérito: ajoelhar-me-ei, informá-lo-ia, dar-vo-la-íamos, falar-te-á. (Sin.: tmese.)
Fonte: Dicio





"Não adianta só virar a página, muitas vezes precisamos rasgá-la."









Batida na mesa

Eu vi isso no filme Lucky You com o Eric Bana e Robert Durvall. Assim que um jogador que perdeu todas as fichas sai da Mesa, o que ganhou dá 2 batidas/socos e o que perdeu retorna com 1 batida. Qual o significado?
Atualizar: Vou detalhar: Eu sei que quando alguém dá batidas/soquinhos na mesa, está dando "Check" ou passando. Porém, no filme "Luck you", creio que seja algo dos americanos mesmo, pois quando 2 jogadores vão pra "All In" por exemplo, depois de já ter ganho todas as fichas, o ganhador dá 2 batidas na mesa, e o jogador que perdeu retorna com apenas uma batida. Creio que seja um sinal de respeito ou de boa jogada.





Lucky You Trailer (2007)



Lucky You

There's a little girl
in this little town
with a little too much heart
to go around
Live forever,
never say never
You can do better,
that's what she says

Mama named her Lucky
on a starlight night
A rabbit foot in her pocket,
she dances in spite of
The fact that she's different
and yet she's the same
And she says do do do do do do
do do do do do do do do
do do do do do do do do
Lucky you, lucky you
Do do do do do do do do

She sings her little songs
She walks a long a little
Halfway headed for the skies
Left to travel,
lives they unravel
Mind over matter,
that's what she says

Mama named her Lucky
on a starlit night
A rabbit foot in her pocket,
she dances in spite of
The fact that she's different
and yet she's the same
And she says do do do do
do do do do do do do do
do do do do do do do do do do do
Lucky you, lucky you, lucky you
do do do do do do do do do
do do do do do do do do do do do

Maybe she'll sing you do do do
Maybe she'll bring you
into the skies
Honey, she'll love you
Funny how some view
angels above you,
aint so far away.

Mama named her Lucky
on a starlit night
A rabbit foot in her pocket,
she dances in spite of
The fact that she's different
and yet she's the same
And she says do do do do
do do do do do do do do
do do do do do do do do do do
Lucky you, lucky you

Sorte Sua

Há uma pequena garota
Nesta pequena cidade
Com um coração muito pequeno
Para ir em volta
Vive para sempre
Nunca diz nunca
Você pode fazer melhor
Que é o que ela diz

Mãe chama ela de Sorte
Em uma noite estrelada
Um pé de coelho em seu bolso
Ela dança em rancor
O fato que ela está diferente
E ainda ela está a mesma
E ela diz do do do do do do
Do do do do do do do do
Do do do do do do do do
Sorte sua, Sorte sua
Do do do do do do do do

Ela canta suas músiquinhas
Ela anda um longo um pequeno
Meio caminho conduzida pelo céu
Deixe viajar
A vida deles é desenredar
A mente novamente se importa
Que é o que ela doz

Mãe chama ela de Sorte
Em uma noite estrelada
Um pé de coelho em seu bolso
Ela dança em rancor
O fato que ela está diferente
E ainda ela está a mesma
E ela diz do do do do do do
Do do do do do do do do
Do do do do do do do do
Sorte sua, Sorte sua
Do do do do do do do do
Do do do do do do do do do do do

Talvez ela cantará você do do do
Talvez ela trará você
No céu
Querido, ela te amará
Engraçado como alguma vista
Anjos em cima de você
Não é tão longe

Mãe chama ela de Sorte
Em uma noite estrelada
Um pé de coelho em seu bolso
Ela dança em rancor
O fato que ela está diferente
E ainda ela está a mesma
E ela diz do do do do do do
Do do do do do do do do
Do do do do do do do do
Sorte sua, Sorte sua



Chico Buarque - Apesar de Você (com Letra)




The very best of Nat King Cole