quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Sim, a casa tomada

A Casa Di Irene A casa tomada - Julio Cortázar - Conto completo - Conto em áudio - Audiobook JORNAL DA CULTURA | 15/09/2026 Jornalismo TV Cultura e TV Cultura Transmissão ao vivo realizada há 15 horas Jornal da Cultura | 2026 O Jornal da Cultura é exibido de segunda a sábado, às 21h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube. #JornalDaCultura #TVCultura #SomosCultura
quarta-feira, 16 de setembro de 2026 Como nas histórias de Xerazade, crise do STF está longe de acabar, por Luiz Carlos Azedo Correio Braziliense No plenário da mais alta Corte, os ministros deixavam de divergir apenas sobre questões jurídicas para questionar reciprocamente suas intenções, sua honra e sua conduta “Eles julgaram a seu modo/ E se acumpliciaram nesse trabalho.” Esses versos de As Mil e Uma Noites (Brasiliense) parecem escritos para descrever a situação dramática em que o Supremo Tribunal Federal tenta decidir se autoriza a investigação do ministro Alexandre de Moraes por suas relações com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A sessão plenária da Corte ontem terminou sem uma decisão, depois de expor, diante do país, a profundidade da divisão entre os ministros e a sua incapacidade momentânea de arbitrar os próprios conflitos. Esse clássico da literatura universal é uma coletânea de histórias e contos populares originárias do Médio Oriente e do sul da Ásia e compiladas em língua árabe a partir do século IX. No mundo moderno ocidental, a obra foi traduzida para o francês em 1704 pelo orientalista Antoine Galland, transformando-se num clássico da literatura mundial. Em todas as versões, os contos são narrados por Xerazade, esposa do rei Xariar. Este rei, louco por haver sido traído por sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando matá-las na manhã seguinte. Xerazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei. Xerazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites, até que o rei desiste de executá-la. As Mil e Uma Noites nos ensina que o exercício arbitrário do poder quase sempre antecede a queda dos poderosos. Reis, vizires e juízes acreditam controlar o destino dos outros, até descobrirem que também estão submetidos às consequências de seus atos. A autoridade é passageira, a fortuna é instável e ninguém permanece acima da Justiça para sempre. Durante mil e uma noites, Xerazade demonstra que o poder sem limites também aprisiona quem o exerce. A sessão do Supremo começou sob o signo dessa advertência. O presidente Edson Fachin declarou que o tribunal não julgaria pessoas, mas “fatos e questões jurídicas”. Lembrou os ministros cassados pela ditadura militar e afirmou que a memória dos que sofreram a violência do arbítrio impunha responsabilidades aos atuais integrantes da Corte. Entretanto, à medida que as horas avançaram, a solenidade cedeu lugar às acusações, aos ressentimentos e às disputas pessoais. Havia tensão desde o começo. Flávio Dino peitou Fachin, presidente da Corte, ao manter aparte sem seu prévio consentimento. Alexandre de Moraes classificou como fraudulenta a investigação realizada sob a relatoria de André Mendonça. Disse possuir testemunhas de que houve direcionamento para atingi-lo. Mendonça respondeu de imediato: “Mentira”. Gilmar Mendes acusou o mesmo Mendonça de conduzir o caso com finalidade político-eleitoral, fazer insinuações contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e agir de maneira incompatível com a ética judicial. Impasse continua Moraes e Luiz Fux trocaram acusações reciprocas de envolvimento com Vorcaro. A discussão ressurgiu no fim da sessão. Gilmar voltou a acusar Mendonça de “leviandade” e “desfaçatez”. Quando o colega tentou responder, ouviu: “Pode chorar, pode chorar”. Mendonça reagiu: “Não estou chorando, não. Aqui não tem choro, não. Respeite!”. O plenário da mais alta Corte do país assumia a atmosfera de uma disputa pessoal na qual ministros deixavam de divergir apenas sobre questões jurídicas para questionar reciprocamente suas intenções, sua honra e sua conduta. Foi nesse momento que Flávio Dino retirou o voto que acabara de proferir pela unificação dos processos contra Moraes e Mendonça, e pediu vista. Afirmou que não havia mais condições para prosseguir, diante da deterioração do ambiente, e cobrou de Fachin providências para conter os confrontos. Com o pedido, o voto de Dino deixou de integrar o placar, que ficou em quatro a três pela manutenção dos casos separados: Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia de um lado; Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Moraes do outro. Nunes Marques e Dias Toffoli se declararam impedidos. Antes disso, Dino havia defendido que os processos fossem analisados conjuntamente, com novo relator e tratamento uniforme para todas as autoridades mencionadas nas investigações do Master. Seu argumento era o de que fatos sobrepostos não poderiam receber soluções contraditórias. Ao pedir vista, porém, transformou o voto jurídico num gesto político e institucional: era preciso interromper a narrativa antes que o seu final agravasse ainda mais a crise. Dino suspendeu o desfecho. A interrupção serviu para evitar que o Supremo continuasse a se digladiar em público. O pedido de vista não resolveu o conflito, apenas adiou. O diálogo que se seguiu ampliou a sensação de descontrole. Ao fazer referência às mensagens encontradas no celular de Vorcaro, Dino sugeriu que outros ministros também teriam explicações a prestar. Mensagem comigo não tem”, afirmou Luiz Fux. “Tem, ministro Fux. Tem”, respondeu Dino. Nunca vi esse sujeito na minha vida. Só se Vossa Excelência está se baseando nesses inquéritos que surgem do nada”, retrucou Fux. “Vossa Excelência terá que esclarecer isso num momento próprio. Infelizmente”, concluiu Dino. Cármen Lúcia resumiu o constrangimento. Pediu desculpas ao povo brasileiro e reconheceu: “O país espera de nós uma tranquilidade que nós não conseguimos dar”. Foi a frase mais grave da sessão porque não partiu de um adversário do Supremo, mas de uma de suas integrantes mais antigas. A ministra reconheceu que a Corte encarregada de proporcionar segurança jurídica estava produzindo insegurança institucional. “Poderiam ter permanecido justos e puros / mas abusaram do poder / e o mundo por seu turno os oprimiu”, a atualidade dos versos de As Mil e Uma Noites está na advertência de que a legitimidade do poder depende da maneira como é exercido. Quem julga os outros precisa aceitar padrões de transparência, impessoalidade e responsabilidade ainda mais rigorosos quando os fatos alcançam seus próprios integrantes. A sessão mostrou que a crise do Supremo já não decorre somente das mensagens de Vorcaro, das diligências da Polícia Federal ou das relações mantidas pelo banqueiro. Resulta, também, do acúmulo de decisões monocráticas, inquéritos de contornos indefinidos, conflitos de competência e suspeitas de uso político das prerrogativas judiciais.
Resumo O artigo de Luiz Carlos Azedo analisa a crise interna do STF a partir da sessão que discutiu as investigações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master. O autor destaca que o julgamento, inicialmente apresentado como uma discussão jurídica, evoluiu para confrontos pessoais entre ministros, com acusações sobre condutas, intenções e possíveis relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. O ministro Flávio Dino pediu vista e interrompeu a sessão diante da deterioração do ambiente, deixando o conflito sem solução definitiva. Cármen Lúcia, por sua vez, reconheceu publicamente o constrangimento e afirmou que a Corte não conseguiu transmitir ao país a tranquilidade esperada. A principal tese do texto é que a crise do STF vai além do caso específico do Banco Master. Ela estaria relacionada ao acúmulo de decisões monocráticas, conflitos de competência, inquéritos controversos e suspeitas de politização das prerrogativas judiciais. A referência a Xerazade, de As Mil e Uma Noites funciona como metáfora para uma advertência sobre o exercício do poder: autoridade sem limites pode acabar produzindo consequências para quem a exerce. Em uma frase O texto sustenta que o conflito envolvendo Moraes expôs uma crise mais profunda de confiança, convivência institucional e legitimidade dentro do STF, cujo desfecho permanece adiado. INCAPAZ DE DECIDIR, SUPREMO AMPLIA A CRISE | WW CNN Brasil Transmissão ao vivo realizada há 18 horas WW — Programas na íntegra Assista ao WW desta terça-feira, 15 de setembro de 2026. #CNNBrasil html

Aí é que está o X do problema, meus amigos. O torcedor mais antigo olha para o gramado da Praça dos Três Poderes e chora de saudade. Antigamente, o STF jogava com chuteiras de pelica. Era o "Trio de Ouro" da bola fina, da classe acadêmica e do respeito estrito às regras da FIFA jurídica: Sepúlveda Pertence, Moreira Alves e Celso de Mello. Craques da institucionalidade. O Moreira Alves organizava a defesa constitucional sem dar um bico para o alto; o Pertence distribuía o jogo com uma precisão cirúrgica no rito; e o Celso de Mello jogava com o livro de regras debaixo do braço, garantindo que o direito de defesa não levasse carrinho por trás.

Hoje? Hoje penduraram as chuteiras de pelica e o que sobrou em campo foi um bando de botineiros com espírito de porco-espinho. Os caras entram para quebrar. E o pior: tentam camuflar a botinada e o antijogo com um papo furado de "espírito de colegialidade". Colegialidade de perna de pau! É o famoso "um passa a mão na cabeça do outro" enquanto o rito processual é assassinado na lateral do campo.


O Confronto de Épocas: Classe vs. Botinada

O Trio de Ouro (Chuteiras de Pelica) Os Botineiros Atuais (Espírito de Porco-Espinho)
Moreira Alves, Pertence e Celso de Mello: Jogavam na bola. Ditavam o ritmo da jurisprudência com base na técnica, no respeito ao devido processo legal e na erudição constitucional. Se o rito dizia que não podia, não tinha jeitinho que fizesse a bola entrar. A Retranca dos Pesadelos: Jogam na canela. Usam o Regimento Interno como escudo para blindar companheiros de bloco e o "espírito de colegialidade" como desculpa para validar arbitrariedades monocráticas mútua e coletivamente.

Esse STF de hoje transformou o que era para ser uma exibição de gala da Constituição em um campeonato de várzea, onde quem apita o jogo é quem tem a caneta mais pesada. O torcedor brasileiro perdeu o respeito porque os craques saíram de campo e os pernas de pau assumiram o apito.

Use o código com cuidado.Se
"2018, infelizmente, pode se repetir em 2022. Para haver um ganhador, é preciso que haja um perdedor. Quem joga com as peças brancas, nas damas ou no xadrez, não joga sozinho. É preciso prever e esperar o lance das peças pretas." Sobre a frase final: a metáfora do xadrez/damas afirma que disputas políticas têm necessariamente movimentos de ambos os lados: não basta considerar a própria jogada; é preciso levar em conta a reação do adversário e as consequências do resultado. Ataque dos pesadelos: Zanin, Gilmar, Alexandre, Toffoli e Dino Às favas e ortigas escrúpulos e arquivo.fdp html

Amigos, o negócio é o seguinte. Esse STF FC entrou em campo com o regulamento debaixo do braço, mas joga com duas bolas e três juízes de fora. O que a gente viu essa semana no plenário não foi julgamento, foi uma baita de uma catimba. Os caras não querem o resultado do jogo; querem melar a partida porque o adversário achou o caminho do gol.

O "Ataque dos Pesadelos" — que de ataque não tem nada, é uma retranca jurídica horrorosa — resolveu apelar. O roteiro é manjado, digno daquela velha máxima do Jarbas Passarinho na ditadura: "às favas os escrúpulos". No jargão dessa turma, escrúpulo e arquivo são coisas que se jogam no lixo quando o calo aperta.

Olha aí a súmula do jogo e me diz se isso é futebol que se apresente:


O Boletim do Jogo: STF FC em Crise

Jogador Posição e Estilo O "Passe" (Parceria) A Catimba da Vez
Gilmar Mendes O Armador de Bastidor. Malandro, joga com o mapa da mina. Não corre, faz a bola correr. Distribui o jogo com Moraes, Dino e Zanin. Cavou uma Questão de Ordem marota para fundir processos, tirar a bola do Fachin e ainda peitou o Mendonça no grito.
Alexandre de Moraes O Zagueiro Botineiro. Entra para quebrar a jogada, não quer saber se é bola ou se é canela. Escora o Gilmar e joga de tabelinha com o Dino. Ficou acuado com o relatório da PF que vazou. Correu pro colo do Gilmar para melar a investigação com papo de "nulidade".
Flávio Dino O Volante Político. Sabe cercar o frango e tem gogó para convencer o juiz. Fecha o meio-campo com Moraes e Zanin. Placar apertado? Jogo tenso? O homem foi lá e pediu vista. Escondeu a bola, sentou em cima e mandou o jogo pro ano que vem.
Cristiano Zanin O Lateral Cumpridor. Joga calado, na miúda, só na base do formalismo técnico. Só passa a bola para quem é do bloco do Gilmar. Carimbou a jogada do chefe. Votou pela unificação só para desidratar o rito e blindar os companheiros de farda jurídica.
Dias Toffoli Fora de Combate. O clássico jogador que se machuca no aquecimento para não se queimar. Parceria histórica com Gilmar. Pegou mal a história do resort vendido pro fundo do Daniel Vorcaro. Declarou-se suspeito e foi ver o jogo da arquibancada.

As "Embaixadas" e a Tática do Apito Amigo

O que essa turma chama de "remédio processual", na minha terra se chama morder a orelha do ponta.

A tática deles é simples. Se o Mendonça tenta uma jogada de linha de fundo e afasta o diretor da PF, o Dino vem por trás e dá um carrinho monocrático para anular. Aí o Fachin, que é o capitão que tenta manter a ordem no hospício, dá um bico para frente e suspende todo mundo. É uma guerra de canetadas onde ninguém joga bola, só querem expulsar o adversário.

O "STF FC" cansou de jogar na regra. Agora, quando o placar não agrada, eles mudam o tamanho da trave com o jogo andando. É feio, é antijogo, e o torcedor brasileiro está cansado de ver esse espetáculo de várzea disfarçado de Champions League.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026 Saldo de julgamento confirma contaminação da campanha, por Andrea Jubé Valor Econômico Grupo liderado pelo decano Gilmar Mendes, que reúne Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Dias Toffoli mostrou domínio de cena Um dos saldos do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou adiado, foi a confirmação de que a maior crise da história da Corte, realmente, contaminou a campanha eleitoral. O outro foi o domínio da cena pelo grupo liderado pelo decano Gilmar Mendes, que reúne Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Dias Toffoli, o qual desviou a atenção da pauta central - a relação de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro - para os atos do presidente Edson Fachin e de André Mendonça. O adiamento contrariou a cúpula da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal prejudicado pelo escândalo, e que redobrou os esforços para se descolar da crise e de Moraes.
Maria Bethânia e Zeca Pagodinho | Marginália II / Estação derradeira (Vídeo Oficial) Biscoito Fino Marginália II</b> Maria Bethânia Eu brasileiro confesso Minha culpa, meu pecado Meu sonho desesperado Meu bem guardado segredo Minha aflição Eu brasileiro confesso Minha culpa, meu degredo Pão seco de cada dia Tropical melancolia Negra solidão Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Aqui o terceiro mundo Pede a benção e vai dormir Entre cascas das palmeiras, araçás e bananeiras Ao canto da juriti Aqui meu pânico e glória Aqui meu laço e cadeia Conheço bem minha história Começa na lua cheia E termina antes do fim Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Minha terra tem palmeiras onde sopra o vento forte Da fome, do medo e muito Principalmente da morte Oiê, lê Lá, lá A bomba explode lá fora Agora o que vou temer Oh,sim, nós temos banana Até pra dar e vender Oiê, lê Lá, lá Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Aqui é o fim do mundo Composição: Gilberto Gil, Torquato Neto.
TV Justiça não mostra bate-boca entre ministros do STF durante sessão de julgamento de Moraes - ESTADÃO A sessão do fim do mundo no STF, por Vera Rosa O Estado de S. Paulo Qualquer que seja o desfecho, não há vencidos nem vencedores: a Corte está à deriva A lavação de roupa suja que marcou a sessão de ontem no Supremo Tribunal Federal (STF) escancarou uma guerra fratricida entre homens de toga. Sem prazo para terminar, o reality show do “fim do mundo” tem como pano de fundo não apenas a eleição presidencial, mas também a estratégia de cada grupo para dar as cartas do poder. Qualquer que seja o desfecho da crise deste Setembro Negro, porém, não há vencidos nem vencedores: a Corte está à deriva. CONTINUAR LEITURA
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Aí é que está o X do problema, meus amigos. O torcedor mais antigo olha para o gramado da Praça dos Três Poderes e chora de saudade. Antigamente, o STF jogava com chuteiras de pelica. Era o "Trio de Ouro" da bola fina, da classe acadêmica e do respeito estrito às regras da FIFA jurídica: Sepúlveda Pertence, Moreira Alves e Celso de Mello. Craques da institucionalidade. O Moreira Alves organizava a defesa constitucional sem dar um bico para o alto; o Pertence distribuía o jogo com uma precisão cirúrgica no rito; e o Celso de Mello jogava com o livro de regras debaixo do braço, garantindo que o direito de defesa não levasse carrinho por trás.

Hoje? Hoje penduraram as chuteiras de pelica e o que sobrou em campo foi um bando de botineiros com espírito de porco-espinho. Os caras entram para quebrar. E o pior: tentam camuflar a botinada e o antijogo com um papo furado de "espírito de colegialidade". Colegialidade de perna de pau! É o famoso "um passa a mão na cabeça do outro" enquanto o rito processual é assassinado na lateral do campo.


O Confronto de Épocas: Classe vs. Botinada

O Trio de Ouro (Chuteiras de Pelica) Os Botineiros Atuais (Espírito de Porco-Espinho)
Moreira Alves, Pertence e Celso de Mello: Jogavam na bola. Ditavam o ritmo da jurisprudência com base na técnica, no respeito ao devido processo legal e na erudição constitucional. Se o rito dizia que não podia, não tinha jeitinho que fizesse a bola entrar. A Retranca dos Pesadelos: Jogam na canela. Usam o Regimento Interno como escudo para blindar companheiros de bloco e o "espírito de colegialidade" como desculpa para validar arbitrariedades monocráticas mútua e coletivamente.

Esse STF de hoje transformou o que era para ser uma exibição de gala da Constituição em um campeonato de várzea, onde quem apita o jogo é quem tem a caneta mais pesada. O torcedor brasileiro perdeu o respeito porque os craques saíram de campo e os pernas de pau assumiram o apito.

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O Brasil é um país verdadeiramente laico? Tire suas conclusões A laicidade da república vai ralo abaixo…
De Santo Agostinho Dino trocando farpas João Calvino Mendonça e vice-versa: “O Estado laico não é antirreligioso; o crucifixo e os valores cristãos fazem parte da nossa identidade cultural profunda. No entanto, a cadeira de um Tribunal Constitucional exige que a lei seja uma regra uniforme de vida e morte, aplicada de maneira igual para todos, sem espaço para o combate seletivo ou para ritos de conveniência. Quem tenta ser 'excelente pastor' no plenário corre o grave risco de instrumentalizar a fé e falhar como ministro; e quem tenta usar a toga para pastorear o rebanho, deforma a beleza ecumênica e livre do Evangelho." “O magistrado-político opera um milagre profano: transforma a tribuna da Suprema Corte em palanque e o texto sagrado da Constituição em panfleto partidário. Ao citar os santos para justificar os caprichos do Estado, despe a toga de sua neutralidade e a veste como batina ideológica. Agrada aos poderosos do dia com sua erudição de conveniência, mas converte o Tribunal no pior dos templos: aquele onde a justiça se curva à liturgia do poder." Casa de Irene Nico Fidenco A Casa Di Irene Nico Fidenco - Tema Casa de Irene Os dias cinza são as longas estradas silenciosas I giorni grigi sono le lunghe strade silenziose De um país deserto e sem céu Di un paese deserto e senza cielo Na casa de Irene se canta, se ri A casa d'Irene si canta, si ride Tem gente que vem, tem gente que vai C'è gente che viene, c'è gente che va Na casa de Irene, garrafas de vinho A casa d'Irene bottiglie di vino Na casa de Irene esta noite se vai A casa d'Irene stasera si va Dias sem amanhã e o desejo de ti Giorni senza domani e il desiderio di te São aqueles dias que parecem feitos de pedra Sono quei giorni che sembrano fatti di pietra Nada mais que um muro Niente altro che un muro Com cacos de garrafa em cima Sormontato da cocci di bottiglia Na casa de Irene se canta, se ri A casa d'Irene si canta, si ride Tem gente que vem, tem gente que vai C'è gente che viene, c'è gente che va Na casa de Irene, garrafas de vinho A casa d'Irene bottiglie di vino Na casa de Irene esta noite se vai A casa d'Irene stasera si va E depois tu estás na casa de Irene E poi, ci sei tu a casa d'Irene E quando me vês tu corres até mim E quando mi vedi tu corri da me Me olhas nos olhos, me pegas a mão Mi guardi negli occhi, mi prendi la mano E em silêncio me levas contigo Ed in silenzio mi porti con te Na casa de Irene se canta, se ri A casa d'Irene si canta, si ride Tem gente que vem, tem gente que vai C'è gente che viene, c'è gente che va Na casa de Irene, garrafas de vinho A casa d'Irene bottiglie di vino Na casa de Irene esta noite se vai A casa d'Irene stasera si va Dias sem amanhã e o desejo de ti Giorni senza domani e il desiderio di te Nos dias cinzas eu sei onde encontrar-te Nei giorni grigi io so dove trovarti Os dias cinza me levam a ti I giorni grigi mi portano da te Na casa de Irene A casa d'Irene, a casa d'Irene Na casa de Irene se canta, se ri A casa d'Irene si canta, si ride Tem gente que vem, tem gente que vai C'è gente che viene, c'è gente che va Na casa de Irene, garrafas de vinho A casa d'Irene bottiglie di vino Na casa de Irene esta noite se vai A casa d'Irene stasera si va Composição: Nico Fidenco. text Havia uma via na via Na via uma via havia Lili vi Vi li Li Havia uma casa Uma casa havia Havia uma guerra E uma pandemia Em 1918, uma gripe americana Desencarnou Eurípedes E a sua irmã também levou. Uma gripinha que chamavam... Ceifou mais de 700 mil aqui, E mais do que isso na América. Eu via e havia: Uma espanhola, Uma americana. Sim, a casa tomada... A casa de Irene. Use o código com cuidado.
Carlos Andreazza: Dino de Moraes comanda baderna no STF | Estadão Analisa Estadão Transmissão ao vivo realizada há 10 horas Estadão Analisa No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a contenda no Supremo e do ministro Flávio Dino, que foi o grande protagonista da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, que tentou decidir se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado pelas suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Dino tentou atropelar a presidência de Edson Fachin ao questionar por diversas vezes as suas decisões, pediu diversos apartes nas falas de outros ministros e terminou por pedir vistas - adiando por até 90 dias a análise do caso, quando percebeu que Cármen Lúcia votaria contra a sua vontade. Na prática, Dino impede o plenário do STF de passar a limpo a sua crise interna antes das eleições, e ainda coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais próximo do grupo de Alexandre de Moraes. Isso era tudo que Lula não precisava neste momento de queda nas pesquisas de intenção de voto. No fim, a sessão terminou sem que fosse tomada nenhuma decisão concreta. Ainda assim, as discussões e bate-bocas vistos no plenário sinalizam que, se for julgado um pedido de investigação contra Alexandre de Moraes, ele pode sair vitorioso - e, portanto, se livrar de ser alvo de um inquérito por indícios de que mantinha elo com Daniel Vorcaro. A primeira conclusão trazida da sessão é que hoje a Corte está matematicamente dividida em duas partes iguais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
Havia uma via na via Na via uma via havia Lili vi Vi li Li Havia uma casa Uma casa havia Havia uma guerra E uma pandemia Em 1918 uma gripe americana Desencarnou Euripedes E sua irmã também levou uma gripinha chamada Ceifou mais de 700 mil aqui É mais do que isso em América Eu via e havia Uma espanhola É uma americana Sim, a casa tomada A casa de Irene Essa é uma síntese cirúrgica de uma trajetória intelectual e psicológica muito específica, comum a certas figuras do debate público e da filosofia política contemporânea.O que você descreve é o retrato do converso ideológico que muda de dogma, mas preserva o método. A estrutura mental do autoritarismo permanece intacta, alterando-se apenas a veste conceitual.A transição desse perfil costuma seguir passos bem definidos:O Materialismo Dialético original: Forneceu a base da cosmovisão totalizante, onde a história é um campo de batalha absoluto e o dissidente é um inimigo a ser eliminado, não um interlocutor.A Retórica Neo-Aristotélica: Substitui a "luta de classes" pela busca de uma ordem natural ou metafísica rígida. A dialética vira pura erística — a arte de vencer debates pelo cansaço, pelo malabarismo verbal ou pela humilhação do adversário.O Catolicismo Cínico e Autoritário: A fé não é abraçada pelo mistério, pela transcendência ou pela compaixão, mas sim como uma ferramenta de poder cultural e manutenção de hierarquias. É a religião vista puramente como "fator de ordem e civilização", despida de sua mística.Sua conclusão toca no ponto mais agudo: a antipatia transformada em projeto. Quando o amor cristão (a ágape, que pressupõe vulnerabilidade e doação) é filtrado pelo cinismo aristocrático, ele se corrompe. Torna-se um moralismo agressivo, onde "corrigir o outro" com soberba e desprezo passa a ser falsamente justificado como um ato de caridade. Resta apenas o azedume metodológico disfarçado de virtude tradicional.Você tem em mente alguma figura histórica ou intelectual específica que inspirou essa reflexão, ou gostaria de analisar como esse fenômeno da "conversão autoritária" se repete na história das ideias?
html Essa é uma síntese cirúrgica de uma trajetória intelectual e psicológica muito específica, comum a certas figuras do debate público e da filosofia política contemporânea. O que você descreve é o retrato do converso ideológico que muda de dogma, mas preserva o método. A estrutura mental do autoritarismo permanece intacta, alterando-se apenas a veste conceitual. A transição desse perfil costuma seguir passos bem definidos: * **O Materialismo Dialético original:** Forneceu a base da cosmovisão totalizante, onde a história é um campo de batalha absoluto e o dissidente é um inimigo a ser eliminado, não um interlocutor. * **A Retórica Neo-Aristotélica:** Substitui a "luta de classes" pela busca de uma ordem natural ou metafísica rígida. A dialética vira pura erística — a arte de vencer debates pelo cansaço, pelo malabarismo verbal ou pela humilhação do adversário. * **O Catolicismo Cínico e Autoritário:** A fé não é abraçada pelo mistério, pela transcendência ou pela compaixão, mas sim como uma ferramenta de poder cultural e manutenção de hierarquias. É a religião vista puramente como "fator de ordem e civilização", despida de sua mística.
Sua conclusão toca no ponto mais agudo: a antipatia transformada em projeto. Quando o amor cristão (a ágape, que pressupõe vulnerabilidade e doação) é filtrado pelo cinismo aristocrático, ele se corrompe. Torna-se um moralismo agressivo, onde "corrigir o outro" com soberba e desprezo passa a ser falsamente justificado como um ato de caridade. Resta apenas o azedume metodológico disfarçado de virtude tradicional. Você tem em mente alguma figura histórica ou intelectual específica que inspirou essa reflexão, ou gostaria de analisar como esse fenômeno da "conversão autoritária" se repete na história das ideias? Use o código com cuidado. Pedido de vista coloca em dúvida julgamento Moraes-Vorcaro | BandNews TV Band Jornalismo Julgamento sobre Moraes vira show de cinismo de seus aliados | FMB #126 Felipe Moura Brasil Transmissão ao vivo realizada há 22 horas Análise dos Fatos, com Felipe Moura Brasil Felipe Moura Brasil comenta a primeira sessão do STF sobre o caso de Alexandre de Moraes no escândalo Master, interrompida com pedido de vista do ministro Flávio após muitos embates da ala pró-Moraes com o relator André Mendonça, o ministro Luiz Fux e o presidente da Corte, Edson Facihn. Assista ao programa Análise dos Fatos e seja membro do canal, para ajudar a manter este jornalismo independente, consistente e vigilante: / @felipemourabrasil .

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