Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 27 de julho de 2024
LEI DE RETORNO
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Schumann Carnaval de Viena op. 16. Rachmaninoff Sonata n. 1 op. 28. Estefan Iatcekiw, piano
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"A ANSIEDADE NÃO TIRA A AFLIÇÃO DO CAMINHO, SOMENTE A ENERGIA DE HOJE." CHARLES H. SPURGEON
"NULLA TENACI INVIA EST VIA" 'AOS PERSISTENTES NENHUM CAMINHO É IMPOSSÍVEL'
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Pulcinella (Concert Suite) - revised version of 1947 : III. Scherzino - Allegro - Andantino
Orpheus Chamber Orchestra
compositores: Igor Stravinsky
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Always
Peder B. Helland
Bright Future
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INICIAÇÃO NO EVANGELHO VIVO
Conta-nos o Sr. José Rezende da Cunha, em seu importante depoimento, o seguinte episódio:
"Eu fui sorteado para tomar conta de Pedro Moço de Souza, um obsidiado terrível, que veio de Goiás.
Tudo bem até madrugada, quando eu fui vencido pelo sono e Pedro fugiu.
Quando acordei, pela manhã, e dei pelo ocorrido fiquei preocupado, evidentemente.
De repente, o Pedro chega e me diz:
- Voltei, mutum, porque é você."
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Esse episódio até certo ponto humorístico, mostra-nos a base que regia a instituição de Eurípedes, no tocante ao desenvolvimento dos serviçõs.
Sorteava-se um companheiro para vigilante da noite, junto aos obsidiados.
O trabalho era cheio de percalços e acarretava responsabilidade e devotamento.
EURÍPEDES
O HOMEM
E A MISSÃO
CORINA NOVELINO
pp. 96-99
Tema: "Eurípedes Barsanulfo: o homem e a missão".
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Palestrante: Josélia Bento
Centro Espírita Luz e Verdade - CELV
Rua Vitor Alves, 226
Campo Grande - RJ
www.celv.org.br
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Pão Nosso #127 - Lei de retorno
NEPE Paulo de Tarso
Transmitido ao vivo em 14 de set. de 2023
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
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Pão nosso — Emmanuel
127
Lei de retorno
“E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação.” — Jesus. (JOÃO, 5.29)
1 Em raras passagens do Evangelho, a lei reencarnacionista permanece tão clara quanto aqui, em que o ensino do Mestre se reporta à ressurreição da condenação.
2 Como entenderiam estas palavras os teólogos interessados na existência de um inferno ardente e imperecível?
3 As criaturas dedicadas ao bem encontrarão a fonte da vida em se banhando nas águas da morte corporal. 4 Suas realizações do porvir seguem na ascensão justa, em correspondência direta com o esforço perseverante que desenvolveram no rumo da espiritualidade santificadora, todavia, os que se comprazem no mal cancelam as próprias possibilidades de ressurreição na luz.
5 Cumpre-lhes a repetição do curso expiatório.
6 É a volta à lição ou ao remédio.
Não lhes surge diferente alternativa.
7 A lei de retorno, pois, está contida amplamente nessa síntese de Jesus.
8 Ressurreição é ressurgimento. E o sentido de renovação não se compadece com a teoria das penas eternas.
9 Nas sentenças sumárias e definitivas não há recurso salvador. Através da referência do Mestre, contudo, observamos que a Providência Divina muito mais rica e magnânima que parece.
10 Haverá ressurreição para todos, apenas com a diferença de que os bons tê-la-ão em vida nova e os maus em nova condenação, decorrente da criação reprovável deles mesmos.
Emmanuel
Pão nosso — Emmanuel
127
Lei de retorno
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
http://bibliadocaminho.com/ocaminho/txavieriano/livros/Pn/Pn127.htm
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Haroldo Dutra Dias - Tormentos Provocado Pelo Materialismo
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Haroldo Dutra Dias - Tormentos Provocado Pelo Materialismo
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Os tormentos voluntários.
23. Vive o homem incessantemente em busca da felicidade, que também incessantemente lhe foge, porque felicidade sem mescla não se encontra na Terra. Entretanto, malgrado às vicissitudes que formam o cortejo inevitável da vida terrena, poderia ele, pelo menos, gozar de relativa felicidade, se não a procurasse nas coisas perecíveis e sujeitas às mesmas vicissitudes, isto é, nos gozos materiais em vez de a procurar nos gozos da alma, que são um prelibar dos gozos celestes, imperecíveis; em vez de procurar a paz do coração, única felicidade real neste mundo, ele se mostra ávido de tudo o que o agitará e turbará, e, coisa singular! o homem, como que de intento, cria para si tormentos que está nas suas mãos evitar.
Haverá maiores do que os que derivam da inveja e do ciúme? Para o invejoso e o ciumento, não há repouso; estão perpetuamente febricitantes. O que não têm e os outros possuem lhes causa insônias. Dão-lhes vertigem os êxitos de seus rivais; toda a emulação, para eles, se resume em eclipsar os que lhes estão próximos, toda a alegria em excitar, nos que se lhes assemelham pela insensatez, a raiva do ciúme que os devora. Pobres insensatos, com efeito, que não imaginam sequer que, amanhã talvez, terão de largar todas essas frioleiras cuja cobiça lhes envenena a vida! Não é a eles, decerto, que se aplicam estas palavras: “Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados”, visto que as suas preocupações não são aquelas que têm no céu as compensações merecidas.
https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundooespiritismo/2059/capitulo-v-bem-aventurados-os-aflitos
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Blues & Roots (Original Album Plus Bonus Track) • 2011
Jelly Roll Soul
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Dê carinho à vida.
A vida transforma em amor a
você o carinho de que você
recebe.
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Linhas Cruzadas | Pecados | 25/07/2024 - Parte 1
Jornalismo TV Cultura
Estreou em 25 de jul. de 2024 #LuizFelipePondé #TVCultura #Pecado
Nesta semana, no Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé exploram a natureza dos pecados capitais e suas implicações na vida cotidiana.
Eles debatem se todos somos pecadores e se o pecado é uma criação humana. Pondé explica a origem dos pecados na filosofia de Santo Agostinho e debate se as pessoas nascem puras ou com o pecado original.
O orgulho, considerado o pior pecado por Santo Agostinho, é analisado junto com a vaidade, especialmente a obsessão moderna por procedimentos estéticos. A preguiça é outro tema abordado, com São Tomás de Aquino definindo-a como uma estagnação que impede a ação.
Eles falam sobre a luxúria, se ela vai para além do sexo, incluindo desejos incontroláveis e vícios. Andresa e Pondé exploram como a luxúria pode compensar a insatisfação com a vida.
Não perca esta conversa envolvente no Linhas Cruzadas, todas as quintas às 22h.
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Everybody Loves The Sunshine
Roy Ayers
Letra
Tradução
Significado
My life, my life, my life, my life in the sunshine
Everybody loves the sunshine
Sunshine, everybody loves the sunshine
Sunshine, folks get down in the sunshine
Sunshine, folks get 'round in the sunshine
Just bees and things and flowers
Just bees and things and flowers
Just bees and things and flowers
Just bees and things and flowers
My life, my life, my life, my life in the sunshine
Everybody loves the sunshine
Sunshine, everybody loves the sunshine
Sunshine, folks get down in the sunshine
Sunshine, folks get 'round in the sunshine
Feel, what I feel, when I feel, what I feel
When I'm feelin', in the sunshine
Feel, what I feel, when I feel, what I feel
When I'm feelin', in the sunshine
Do what I do, when I do, what I do
When I'm doin', in the sunshine
Do what I do, when I do, what I do
When I'm doin', in the sunshine
Sunshine, everybody loves the sunshine
Composição: Roy Ayers.
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Miles Davis - Porgy and Bess - 1958 -FULL ALBUM
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Schumann Carnaval de Viena op. 16. Rachmaninoff Sonata n. 1 op. 28. Estefan Iatcekiw, piano
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
1.515 visualizações Estreou em 26 de mai. de 2024
Segunda apresentação da série mensal de concertos on-line 2024 da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano.
R. SCHUMANN (1810-1856)
Carnaval de Viena, Op. 26 (1839)
6:39 I Allegro
16:24 II Romanze
19:24 III Scherzino
21:35 IV Intermezzo
23:49 V Finale
S. RACHMANINOFF (1873-1943)
Sonata n. 1, Op. 28, em ré menor (1907)
32:34 I Allegro moderato
47:09 II Lento
56:05 III Allegro molto
Estefan Iatcekiw, piano
ESTEFAN IATCEKIW, de apenas 20 anos, tem sido reconhecido por seu amplo repertório, apurada técnica, e sensibilidade, sendo apontado como uma grande revelação do cenário pianístico do Brasil.
Conquistou primeiros prêmios em vários concursos nacionais e internacionais, dentre eles o lV Concurso Internacional Rachmaninoff para Jovens Pianistas (Alemanha), além do prêmio de melhor interpretação da obra do compositor; Concurso Prelúdio da TV Cultura em 2017; II Concurso Yamaha; o X e XI Concurso Profª Edna Bassetti Habbith, com o prêmio de melhor intérprete de Villa Lobos; Concurso Nacional Souza Lima, com o prêmio Hors Concours; Concurso Nacional Mackenzie; Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Goiânia. Em 2018 foi premiado com o 2° Lugar no Concurso Internacional Santa Cecília, no Porto, Portugal; em 2020 foi premiado no Concurso Internacional Cidade de Vigo, na Espanha e, em 2022, conquistou o 4º Lugar no Concurso Rachmaninoff em Moscou.
Em 2023, lançou seus dois primeiros álbuns solo, com obras de Rachmaninoff: Destiny, com as duas sonatas para piano solo e Memories, com os 24 prelúdios para piano.
Tem se apresentado em importantes salas de concerto como as salas do Conservatório Tchaikovsky e Museu Scriabin, em Moscou, Sala São Paulo, Teatro Goiânia, Theatro da Paz, em Belém, Teatro Guaíra e Teatro Positivo, em Curitiba, Teatro Vermelhos, em Ilhabela, dentre outras.
Estudou no Brasil com a pianista e professora russa Olga Kiun e com Sergey Kuznetsov, no Conservatório Tchaikovsky de Moscou, onde foi aprovado para cursar bacharelado em piano aos 15 anos de idade.
Estefan dá nome à “Bolsa de Estudos Musicais Estefan Iatcekiw”, que incentiva e divulga a música clássica, viabilizando as condições didáticas e financeiras para o desenvolvimento musical profissional de jovens talentos no Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=3GT03dbpq2U
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sexta-feira, 26 de julho de 2024
ALMA DOS CAMPOS
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Alma LLANERA - Simón Diaz | Yo Naci en una Ribera | Música VENEZOLANA
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Aqui está a tradução de "Alma Llanera" para o português. Esta música é um clássico do folclore venezuelano, e a tradução tenta capturar o espírito da canção original.
Tradução de "Alma Llanera"
Verso 1:
Coração dos Llanos, alma minha,
Você é o meu amor, a minha alegria,
E mesmo que distante esteja o lar,
Eu sempre te guardarei, alma llanera.
Refrão:
Ó alma llanera, no exílio estou,
E o sonho da terra natal eu sempre vou lembrar,
Que alegria quando volta o meu pensar,
Coração dos Llanos, você vai me esperar.
Verso 2:
Se eu um dia partir para outros lugares,
O eco da minha alma sempre vai cantar,
Com a esperança de um retorno feliz,
Que no meu coração, sempre vai estar.
Refrão:
Ó alma llanera, no exílio estou,
E o sonho da terra natal eu sempre vou lembrar,
Que alegria quando volta o meu pensar,
Coração dos Llanos, você vai me esperar.
Notas sobre a Tradução:
Contexto Cultural: "Alma Llanera" é uma canção que exalta a beleza e a alegria dos Llanos, uma região na Venezuela. A tradução tenta manter o sentimento de saudade e amor pela terra natal que é central na canção.
Linguagem: A tradução usa um português que se mantém fiel ao estilo e ao espírito da música original, para que a melodia e o sentimento se mantenham reconhecíveis.
https://www.youtube.com/watch?v=gVLeGh0wm7I
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Doramundo - 1978 (Em Paranapiacaba)
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👇"E se houver um faz-de-conta eleitoral?"
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Post
Malu Gaspar
@malugaspar
Eleições na Venezuela: Bate-boca entre Lula e Maduro também pode ser encenação útil para ambos
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De acordo com José Luiz Fiorin, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).
(001) Os jornais só conseguem completa imparcialidade no âmbito da notícia.
(002) A linguagem é o meio através do qual o homem tem acesso à realidade.
(004) Uma construção lingüística carrega sempre o ponto de vista de um sujeito.
(008) O compromisso de qualquer jornal é o relato fiel dos fatos, não sua análise.
(016) É possível simular objetividade por meio de procedimentos lingüísticos.
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Pecado Capital
Paulinho da Viola
Letra
Significado
Dinheiro na mão é vendaval
É vendaval!
Na vida de um sonhador
De um sonhador!
Quanta gente aí se engana
E cai da cama
Com toda a ilusão que sonhou
E a grandeza se desfaz
Quando a solidão é mais
Alguém já falou...
Mas é preciso viver
E viver
Não é brincadeira não
Quando o jeito é se virar
Cada um trata de si
Irmão desconhece irmão
E aí!
Dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
E solidão!
Dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
E solidão!
Dinheiro na mão é vendaval
É vendaval!
Na vida de um sonhador
De um sonhador!
Quanta gente aí se engana
E cai da cama
Com toda a ilusão que sonhou
E a grandeza se desfaz
Quando a solidão é mais
Alguém já falou...
Mas é preciso viver
E viver
Não é brincadeira não
Quando o jeito é se virar
Cada um trata de si
Irmão desconhece irmão
E aí!
Dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
E solidão!
Dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
E solidão!
E solidão! E solidão!
E solidão! E solidão!
E solidão! E solidão!
Composição: Paulinho da Viola.
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Dezessete e Setecentos
Luiz Gonzaga
Letra
Significado
Eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Dezessete e setecentos
Dezesseis e setecentos
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Por que dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Sou diplomado
Frequentei academia
Conheço Geografia
Sei até multiplicar
Dei vinte mangos
Pra pagar três e trezentos
Dezessete e setecentos
Você tem que me voltar
É dezessete e setecentos
É dezesseis e setecentos
É dezessete e setecentos
É dezesseis e setecentos
Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Eu acho bom
Você tirar os nove fora
Evitar que eu vá embora
E deixe a conta sem pagar
Eu já lhe disse
Que essa droga está errada
Vou buscar a tabuada
E volto aqui pra lhe provar
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
É dezessete e setecentos
É dezesseis e setecentos
Mas se lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Por que dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas rapaz olha aqui
Se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas é dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas se lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Por que dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Não, pera aí
Mas se lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas porque dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas olha aqui rapá
Dezesseis e setecentos
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Mas não é dezessete e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Então deixa
É por isso é que não gosto
De discutir com gente ignorante
Por isso é que o Brasil
Não progrede nisso
Composição: Luiz Gonzaga / Miguel Lima.
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"Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Composição: Herbert Vianna." / "Andresa Boni falou. Luiz Felipe Pondé avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Paulinho da Viola falou José Luiz Fiorin avisou São trezentos picaretas com anel de doutor José Luiz Fiorin falou José Paulo Netto avisou São trezento picaretas com anel de doutor" / "Eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
(Dezesseis e setecentos)
Dezessete e setecentos
(Dezesseis e setecentos)" / "Dezesseis e setecentos?
(Dezesseis e setecentos)
Então deixa
É por isso mermo que não gosto
De discutir com gente ignorante
Por isso é que o Brasil num progredi, visse?
Então, quer dizer..." / "Cantou Luiz Gonzaga Do Nascimento"
várias citações que se referem a diferentes autores e contextos. Vamos examiná-las uma por uma:
Primeira Citação:
Texto: "Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Composição: Herbert Vianna."
Contexto: Essa é uma referência à música "Luís Inácio (300 Picaretas)" da banda Paralamas do Sucesso, composta por Herbert Vianna. A letra faz uma crítica aos políticos brasileiros, mencionando que existem "trezentos picaretas com anel de doutor" no Congresso, uma referência ao então deputado federal e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segunda Citação:
Texto: "Andresa Boni falou. Luiz Felipe Pondé avisou São trezentos picaretas com anel de doutor Paulinho da Viola falou José Luiz Fiorin avisou São trezentos picaretas com anel de doutor José Luiz Fiorin falou José Paulo Netto avisou São trezento picaretas com anel de doutor"
Contexto: Aqui, parece ser uma adaptação ou variação do refrão da música mencionada acima, inserindo outros nomes conhecidos como Andresa Boni, Luiz Felipe Pondé, Paulinho da Viola, José Luiz Fiorin e José Paulo Netto. Estes são intelectuais, músicos e acadêmicos que, de diferentes maneiras, também podem ter criticado a corrupção e os problemas políticos no Brasil.
Terceira Citação:
Texto: "Eu lhe dei vinte mil réis Pra pagar três e trezentos Você tem que me voltar (Dezesseis e setecentos) Dezessete e setecentos (Dezesseis e setecentos)"
Contexto: Este trecho é de uma música popular brasileira, provavelmente uma canção humorística ou de crítica social que lida com a questão de contas e trocos, ilustrando a confusão comum em transações financeiras.
Quarta Citação:
Texto: "Dezesseis e setecentos? (Dezesseis e setecentos) Então deixa É por isso mermo que não gosto De discutir com gente ignorante Por isso é que o Brasil num progredi, visse? Então, quer dizer..."
Contexto: Esta continuação parece ser um diálogo retirado da mesma canção ou de um diálogo teatral/musical, sublinhando a frustração com a ignorância e a falta de progresso devido a mal-entendidos e incompetências comuns na sociedade.
Quinta Citação:
Texto: "Cantou Luiz Gonzaga Do Nascimento"
Contexto: Esta frase final se refere ao grande músico e compositor brasileiro Luiz Gonzaga, conhecido como o "Rei do Baião". É possível que o trecho anterior seja de uma de suas canções, que frequentemente lidavam com temas do cotidiano, injustiças sociais e a vida do povo nordestino.
Essas citações juntos trazem à tona uma reflexão crítica sobre a sociedade e a política no Brasil, utilizando a música e o humor como meio de expressão.
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Assinale a(s) alternativa(s) INCORRETA(S).
(001) Em “Estas apresentam a opinião do jornal... Aquelas relatam informações” (linhas 04 e 05), os termos em itálico remetem, respectivamente, a matérias informativas e opinativas.
(002) A função do conector além disso (linha 14) é somar argumentos em favor de uma mesma conclusão: a impossibilidade de usar a linguagem de forma neutra, imparcial.
(004) Os verbos dizer, afirmar, explicar (1o. parágrafo) introduzem enunciados em discurso indireto por meio dos quais o autor marca a opinião do outro (jornal, manual) para se contrapor a ela.
(008) A não-projeção da 1ª. pessoa no texto implica, segundo Fiorin, a ausência de um sujeito/autor, responsável pelo dizer.
(016) O conector pois (linha 07) introduz uma explicação ou justificativa relativa
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Pagode Russo
Luiz Gonzaga
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quarta-feira, 24 de julho de 2024
"MOINHO DE VENTO"
Agora as populares táticas do "moinho de vento" contra o rei branco irão decidir a partida.
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A decisão de Joe Biden ao indicar Kamala Harris como candidata à presidência, em vez de buscar a reeleição, pode ser comparada à atitude de Dom Quixote, o personagem criado por Miguel de Cervantes, especialmente no que diz respeito à coragem e ao idealismo. Dom Quixote é famoso por sua bravura ao enfrentar desafios aparentemente insuperáveis, muitas vezes simbolizados pelos moinhos de vento que ele acreditava serem gigantes.
Comparação com Dom Quixote e Cervantes
Coragem e Idealismo: Assim como Dom Quixote enfrenta moinhos de vento acreditando ser um cavaleiro lutando contra gigantes, Biden demonstra coragem ao reconhecer suas limitações e colocar o bem do país acima de suas ambições pessoais. Confiar em Kamala Harris é um ato de fé em sua capacidade de liderar e enfrentar os desafios monumentais que a presidência dos EUA impõe.
Desafios Monumentais: A atual conjuntura mundial, marcada por divisões políticas internas, tensões internacionais, crises econômicas e desafios ambientais, pode ser vista como os "moinhos de vento" que Kamala Harris terá que enfrentar. A decisão de Biden reflete uma estratégia de renovação e adaptação às circunstâncias, buscando uma liderança capaz de lidar com os problemas contemporâneos de maneira eficaz e inspiradora.
Passagem de Bastão: Assim como Dom Quixote confia em Sancho Pança para continuar sua missão de justiça e bravura, Biden passa o bastão para Kamala Harris, acreditando que ela pode continuar a luta por um país mais justo e unido. Esta confiança é essencial para mobilizar o apoio do partido e da população em geral.
Momento Existencial de Biden
Biden enfrenta um momento existencial significativo. Sua saúde e idade o fazem refletir sobre seu legado e a responsabilidade que tem para com o país. Ao invés de se apegar ao poder, ele escolhe confiar em sua vice-presidente, uma escolha que requer humildade e visão. Ele reconhece que, na atual conjuntura mundial, é necessário alguém com energia renovada e perspectivas frescas para enfrentar os desafios globais, desde as mudanças climáticas até a instabilidade geopolítica.
Confiança em Kamala Harris
Ao confiar em Kamala Harris, Biden não apenas demonstra sua fé nas capacidades dela, mas também aponta para uma visão de continuidade e progresso. Harris traz consigo a promessa de uma liderança que é simultaneamente progressista e pragmática, capaz de unir diferentes facções do partido e da sociedade americana em um momento de polarização intensa.
Conclusão
A decisão de Biden tem um quê de idealismo e coragem, reminiscentes das atitudes de Dom Quixote, como retratadas por Cervantes. Enfrentar os "moinhos de vento" da atualidade com uma nova líder ao leme é uma estratégia ousada e, ao mesmo tempo, uma demonstração de seu compromisso com o futuro do país. A confiança em Kamala Harris reflete um desejo de ver o país não apenas sobreviver, mas prosperar diante dos desafios globais, mantendo vivo o sonho de um mundo melhor e mais justo.
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Significado da Expressão "Moinho de Vento" no Xadrez
No xadrez, a expressão "moinho de vento" refere-se a uma série de xeques contínuos realizados por uma peça, geralmente a torre ou a dama, que forçam o rei adversário a se mover repetidamente, permitindo a captura de peças adicionais durante o processo. Esse tipo de tática é especialmente eficaz quando o rei adversário está exposto e sem muitas casas de escape, tornando-o vulnerável a uma série de ataques coordenados que podem levar à captura de material significativo ou até ao xeque-mate.
No contexto da partida entre Donald Byrne e Bobby Fischer em 1956, a "tática do moinho de vento" foi aplicada por Fischer após sacrificar sua dama, resultando em uma sequência de movimentos que expuseram e capturaram as peças de Byrne, culminando em uma posição decisivamente vitoriosa para Fischer. Este uso da tática destacou a habilidade estratégica e a visão de Fischer, mesmo aos 13 anos de idade.
Metáfora na Política
Aplicando a metáfora do "moinho de vento" à tática política de Joe Biden ao se retirar da corrida eleitoral e indicar sua vice, Kamala Harris, como sua substituta, podemos traçar paralelos interessantes:
Sequência de Movimentos Estratégicos: Assim como a tática do moinho de vento envolve uma série de movimentos cuidadosamente planejados para enfraquecer a posição do adversário, a decisão de Biden de retirar-se da corrida e apoiar Kamala foi uma jogada estratégica que alterou a dinâmica da campanha. Essa manobra trouxe um novo impulso à candidatura democrata, posicionando Kamala como uma figura forte e rejuvenescendo a campanha com um apelo mais amplo e diversificado.
Forçar Movimentos do Adversário: No xadrez, o moinho de vento força o adversário a mover seu rei repetidamente, criando vulnerabilidades. Politicamente, a introdução de Kamala como candidata forçou Donald Trump a adaptar sua estratégia e discurso, enfrentando uma adversária nova e combativa que representava um contraste marcante com Biden.
Captura de Vantagens Significativas: No contexto do moinho de vento, a série de xeques e capturas resulta em uma vantagem material significativa. Politicamente, a tática de Biden resultou em vantagens estratégicas importantes, como a revitalização da base eleitoral, o aumento de apoio de figuras proeminentes do partido e a potencial neutralização de algumas das críticas mais fortes contra sua candidatura.
Conclusão
Assim como a tática do moinho de vento no xadrez levou Fischer a uma vitória brilhante, a manobra estratégica de Biden ao apoiar Kamala Harris pode ser vista como uma jogada decisiva que reconfigurou a paisagem política, criando novas oportunidades e desafiando o adversário de maneiras inesperadas. Essa comparação não apenas destaca a habilidade estratégica necessária em ambos os contextos, mas também sublinha a importância de movimentos ousados e calculados para alcançar o sucesso.
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Rise Up
Andra Day
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______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________"I want to take you out on a date today"
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Erguer
Rise Up
Você está ferido e cansado
You’re broken down and tired
De viver a vida em um carrossel
Of living life on a merry-go-round
E você não consegue encontrar o lutador
And you can’t find the fighter
Mas eu vejo isso em você, então nós vamos sair dessa
But I see it in you, so we gonna walk it out
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Ao vivo: Biden discursa pela 1ª vez após desistir da reeleição
Poder360
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em pronunciamento nesta 4ª feira (24.jul)
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Biden diz que desistência foi tentativa de unir o partido e o país
Presidente dos EUA declara que 2º mandato na Casa Branca não poderia ficar no caminho da democracia; agradeceu Kamala Harris
PODER360
24.jul.2024 (quarta-feira) - 21h42
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (democrata), justificou a desistência da corrida presidencial pela necessidade de unir o país e o Partido Democrata. Afirmou que chegou a hora de “passar a tocha” para uma nova geração. A declaração foi dada nesta 4ª feira (24.jul.2024) em pronunciamento na Casa Branca –o 1º desde que endossou a candidatura da vice-presidente, Kamala Harris.
“Os Estados Unidos estão em um ponto de inflexão. As decisões que tomarmos agora moldarão o futuro do nosso país nas próximas décadas”, disse Biden. Não citou diretamente o ex-presidente e candidato do Partido Republicano, Donald Trump, mas falou em “defender a democracia”.
“Eu sempre prometi dizer a verdade a vocês. Preciso unir o nosso país neste momento crítico. Precisamos nos unir para defender a democracia”, afirmou.
Sem pedir votos para a vice, agradeceu Kamala pelo apoio. “Agora, a escolha está com vocês. Tem sido um privilégio servir ao país nos últimos 50 anos. Quero que saibam o quanto sou grato a todos vocês. O poder está em suas mãos”, afirmou.
ÚLTIMOS MESES NA CASA BRANCA
O democrata disse que nos próximos 6 meses se concentrará nas tarefas como presidente. Biden afirmou que “reverencia” o cargo e que o papel tem sido a maior honra de sua vida. No entanto, destacou que “a defesa da democracia” é “mais importante do que qualquer título”.
Biden também citou o que os eleitores podem esperar para o restante do mandato: combate à violência armada, a reforma da Suprema Corte e a iniciativa para acabar com o câncer.
Na política externa, destacou a manutenção da Otan “mais poderosa e unida” e o fim do conflito na Faixa de Gaza, entre Hamas e Israel.
autores
PODER360
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Alguns afirmam que a Partida do Século é a melhor partida de todos os tempos!
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A Rocada de Biden contra Trump: Uma Metáfora Inspirada na Partida Byrne vs Fischer (1956)
Ato I: A Preparação da Abertura
Cena 1: A Sala de Guerra dos Democratas
(A sala está repleta de estrategistas e líderes do Partido Democrata. Biden, o veterano rei, observa o tabuleiro com uma expressão séria. Kamala Harris, a rainha corajosa, está ao seu lado.)
Estratégista Principal: Presidente Biden, a situação está crítica. Trump está ganhando força e nossa base está desanimada. Precisamos de uma jogada ousada para virar o jogo.
Biden: (Refletindo) Já passei por muitas batalhas políticas, mas nunca vi algo assim. Talvez seja hora de fazer um movimento inesperado.
Kamala: (Confiante) Estou pronta para qualquer sacrifício necessário para proteger nosso legado e nossa democracia.
Biden: (Com um brilho nos olhos) Então, vamos fazer a rocada. Kamala, você assumirá a candidatura. Isso nos dará uma nova energia e protegerá nossa posição.
Ato II: O Sacrifício da Rainha
Cena 1: O Anúncio Público
(A imprensa está reunida. Biden e Kamala estão no palco.)
Biden: (Com firmeza) Meus queridos americanos, após muita reflexão, decidi que o melhor para nosso país é que eu me retire da corrida presidencial. Kamala Harris será nossa candidata.
Jornalista: Presidente Biden, isso é uma jogada arriscada. Você acredita que isso poderá garantir a vitória contra Trump?
Biden: (Com um sorriso) Às vezes, é preciso sacrificar a peça mais valiosa para garantir a segurança do rei. Kamala é a nossa rainha, e ela trará a vitória.
Kamala: (Determinada) Estou pronta para enfrentar Trump e proteger nossos valores. A luta continua!
Ato III: O Xeque-Mate Final
Cena 1: O Debate Final
(O palco está preparado para o debate final entre Kamala e Trump. O público está ansioso, as luzes brilham intensamente.)
Trump: (Desdenhoso) Biden abandonou o barco e deixou a senhora aqui para enfrentar a tempestade. Isso mostra fraqueza!
Kamala: (Calma e incisiva) Pelo contrário, presidente Trump. Isso mostra coragem. Estamos aqui para unir este país, enquanto você continua a dividi-lo. Nossa força está na diversidade e na esperança, não no medo e no ódio.
Cena 2: A Eleição
(A contagem dos votos está em andamento. O suspense é palpável. Finalmente, os resultados são anunciados.)
Anunciador: E a vencedora da eleição presidencial de 2024 é... Kamala Harris!
Cena 3: A Casa Branca
(Kamala Harris é empossada como presidente dos Estados Unidos. Biden, ao seu lado, sorri com orgulho.)
Biden: (Para Kamala) Conseguimos. Nossa rocada funcionou perfeitamente. Trump não é um Fischer, e nosso jogo foi magistral.
Kamala: (Sorrindo) A história se repete, mas desta vez, como uma vitória para todos nós.
Narrador: E assim, com um movimento estratégico e uma liderança corajosa, Biden e Kamala escreveram um novo capítulo na história americana, demonstrando que a força da democracia reside na união e na audácia.
FIM
(A cortina se fecha, e as luzes se apagam, marcando o fim de uma era e o começo de uma nova esperança para a América.)
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Música Temática
A música "Rise Up" de Andra Day, com sua letra inspiradora e mensagem de superação e esperança, é uma escolha perfeita para o tema da "rocada" de Biden contra Trump. A letra fala de erguer-se apesar das adversidades, o que se alinha com a narrativa de Kamala Harris assumindo a liderança e trazendo uma nova esperança para a nação.
Sugestão de Ilustração
Título da Ilustração: "A Rocada da Esperança"
Descrição:
Cena Central:
Kamala Harris, de pé, no centro de um tabuleiro de xadrez gigante, segurando uma bandeira americana. Sua postura é firme e confiante, simbolizando liderança e resiliência.
À Esquerda:
Joe Biden, com uma expressão de mentor sábio, está de pé ao lado de Kamala, estendendo a mão para ela, simbolizando a transferência de liderança. Ele está ligeiramente atrás dela, representando seu papel de apoio e guia.
À Direita:
Donald Trump, visivelmente abatido, está sentado em uma cadeira de rei virada de lado, com peças de xadrez caídas ao seu redor, simbolizando sua derrota. Sua expressão é de surpresa e desânimo.
Fundo:
A Casa Branca iluminada ao fundo, com a bandeira americana ondulando ao vento, simbolizando a continuidade e renovação da democracia. A Casa Branca está em foco, destacando-se contra um céu azul claro, representando um novo começo.
Detalhes Adicionais:
O tabuleiro de xadrez é detalhado, com peças grandes e simbólicas:
Torres representando pilares da democracia.
Cavalos simbolizando estrategistas políticos.
Peões representando o povo americano, posicionados em torno de Kamala e Biden, mostrando o apoio popular.
Um feixe de luz dourada ilumina Kamala e Biden, enfatizando a esperança e o futuro brilhante.
As peças de xadrez caídas ao redor de Trump são sombras, contrastando com a iluminação brilhante do lado de Kamala e Biden, simbolizando o declínio de sua influência.
Essa ilustração captura a essência da narrativa de superação, coragem e esperança, destacando a transição estratégica e a vitória final de Kamala e Biden sobre Trump.
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Nas entrelinhas: “Rocada” democrata é aposta multiétnica contra Trump
Publicado em 23/07/2024 - 09:58 Luiz Carlos Azedo
Biden, Cultura, Economia, Eleições, EUA, Memória, Política, Política, Religião, Saúde, Trump
Kamala protagonizará um choque dramático entre dois Estados Unidos, o supremacista branco e o multiétnico, o conservador e o progressista, o provinciano e o cosmopolita, o “illiberal” e o democrático
No xadrez, o “roque” é a única jogada em que duas peças se movem simultaneamente. É uma manobra para proteger o rei, movimentando a torre, e abrir novas possibilidades ofensivas. As regras são as seguintes: o jogador só pode “rocar” se não tiver movido seu rei e sua torre (no lado onde deseja “rocar”); nenhuma peça pode ficar entre o seu rei e a torre do lado onde deseja fazer o “roque”; não se pode “rocar” quando se está em xeque ou através dele.
No xadrez da política americana, as regras são outras. A troca do presidente Joe Biden (o rei) pela sua vice, Kamala Harris (a rainha), como provável candidata do Partido Democrata, tirou a legenda de um iminente xeque-mate e possibilitou a retomada da iniciativa política, depois de uma crise dramática. Nas últimas semanas, o atual ocupante da Casa Branca desnudara sua incapacidade física e mental para enfrentar Donald Trump, ainda mais depois que o candidato republicano sobreviveu a um atentado em plena campanha e, na sequência imediata, escolheu um jovem para vice, o senador J.D. Vance, de 39 anos.
Pressionado pelo establishment norte-americano e as principais lideranças democratas, enquanto Trump esbanjava vitalidade, Biden convalescia de uma nova infecção de covid-19, sob fortes pressões para desistir da reeleição. Jogou a toalha no domingo e anunciou Kamala como sua substituta na corrida presidencial no mesmo dia. Recebeu apoio imediato de Bill e Hillary Clinton e de Nancy Pelolsi, a poderosa ex-presidente da Câmara de Deputados, mas ainda falta o apoio formal de Barack Obama e sua mulher, a carismática Michele, que não pretende ser candidata — e que hoje bate Trump nas pesquisas com 10 pontos de vantagem.
Entretanto, Kamala tem precedência na indicação e os democratas não têm tempo para uma disputa interna com realização de novas primárias, pois as eleições estão marcadas para 5 de novembro e Trump é favorito. Além disso, herda o cofre eleitoral de Biden já na largada.
Kamala protagonizará um choque dramático entre dois Estados Unidos, o supremacista branco e o multiétnico, o conservador e o progressista, o provinciano e o cosmopolita, o isolacionista e o globalista, o negacionista e o ambientalista, o “iliberal”e o democrático. Aprofunda-se a divisão do país, que remonta à Guerra da Secessão entre o sul confederado e a União.
Trump estava com o discurso na ponta da língua, tripudiando de Biden, por causa de sua fragilidade, embora seu governo tenha indicadores muito positivos. Perdeu o discurso, terá que enfrentar uma mulher negra e combativa, com as bandeiras da democracia e da ordem nas mãos, que exercerá um forte apelo identitário, sem a necessidade da retórica “identitarista”, como também fizera Obama para se eleger presidente dos EUA.
Força da natureza
Nunca uma mulher governou os EUA, nunca uma negra foi candidata democrata. Kamala é a reencarnação política de Shirley Anita St. Hill Chisholm (1924-2005), educadora e escritora, a primeira mulher negra a ser eleita ao Congresso dos EUA, em 1968. Exerceu sete mandatos, até 1983. Em 1972, tornou-se a primeira mulher negra a postular a Presidência dos EUA e a primeira mulher a concorrer ao cargo no Partido Democrata.
Shirley enfrentou dificuldades de organização e financiamento — sua campanha arrecadou apenas US$ 300 mil. Fez tudo para ser considerada uma candidata de verdade, mas foi descartada pelos democratas e ignorada até pela maioria dos homens negros. Recebeu apenas 3,5% dos votos nas primárias. Com 1.728 delegados, o senador George McGovern venceu a convenção e disputou a Presidência, sendo massacrado eleitoralmente por Richard Nixon, que disputava a reeleição. O filme Shirley para Presidente (Netflix) conta essa história.
Kamala é outra força da natureza, mas num contexto menos desfavorável. Inverte a equação da idade na disputa americana e confronta tudo o que existe de reacionário na campanha de Trump, o que o obrigará a mudar seu discurso, embora a lógica seja colar nela todas as críticas à gestão de Biden. Uma das acusações diretas do republicano contra a vice-presidente é ter acobertado a condição física do presidente.
Ex-procuradora, Kamala não é um ícone progressista do Partido Democrata. Seu nome historicamente está associado ao direito e à justiça, mas será alvejada por sua atuação na crise de imigração na fronteira com o México. A defesa do direito ao aborto também será usada contra ela, pois Kamala apontou os danos causados pela proibição da interrupção da gravidez e pediu ao Congresso a restauração das proteções do caso Roe x Wade, que garantiam o direito ao aborto nos EUA, até serem anuladas pela Suprema Corte, em 2022.
Entretanto, uma pesquisa realizada em abril pelo Pew Research Center mostrou que 63% dos adultos entrevistados disseram que o aborto deveria ser legal no país em todos ou na maioria dos casos, enquanto 36% afirmaram que deveria ser ilegal em todos ou na maioria dos casos. Entre as pessoas que se declaram não afiliadas a nenhuma religião, os favoráveis ao aborto na maior parte dos casos chegam a 86%. Ao mesmo tempo, 73% dos evangélicos protestantes brancos acreditam que o aborto deveria ser ilegal em todos ou na maioria dos casos.
Kamala tem 59 anos, um forte contraste com Trump e conhece bem os meandros da política norte-americana. Recebeu o apoio de Gretchen Whitmer, governadora de Michigan, e de Gavin Newsom, da Califórnia, nomes cotados para substituir Biden até ele anunciar seu apoio a Kamala. Em boa forma e enérgica, ela pode virar o jogo.
Todas as colunas anteriores no Blog do Azedo: https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/
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A Partida do Século | Byrne vs Fischer (1956)
CHESScom
Atualizado: 15/08/2018, 12:27
A Partida do Século é uma das melhores partidas de xadrez em toda a história do xadrez e provavelmente a melhor partida de sempre jogada por um júnior. O mestre internacional de 26 anos Donald Byrne defrontou o jovem Bobby Fischer de 13 anos naquela que se tornaria numa das mais famosas partidas de xadrez sempre jogadas.
A Partida
Brancas: Donald Byrne
Pretas: Bobby Fischer
1.Cf3 Cf6 2.c4 g6 3.Cc3 Bg7
Através da sua carreira, Fischer gostava de colocar os seus bispos de rei em fianchetto em aberturas tais como a Defesa Índia de Rei e a Defesa Grunfeld.
4.d4 0-0 5.Bf4 d5
Fischer escolhe jogar uma variante da Defesa Grunfeld.
6.Db3 dxc4
Uma vez que a dama já foi movida uma vez, Fischer faz a dama mover novamente para onde esta pode ficar vulnerável a ser atacada.
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Byrne-Fischer chess
Posição após 6...dxc4
7.Dxc4 c6 8.e4 Cbd7 9.Td1 Cb6 10.Dc5
Os lances de Donald Byrne com a dama são questionáveis. 10.Db3 daria opções mais seguras à dama branca.
10...Bg4
Fischer força para fazer um factor da sua vantagem em desenvolvimento. As Pretas querem tirar partido do rei não rocado.
11.Bg5?
11.Be2 preparando para fazer roque é melhor - a segurança do Rei nunca deve ser subestimada!
11...Ca4!!
Um sacrifício de cavalo que não é fácil de aceitar. 12.Cxa4 seria respondido por 12...Cxe4 com grandes problemas para as Brancas. Um variante possível que Fischer deu foi: 13.Db4 Cxg5 14.Cxg5 Bxd1 15.Rxd1 Bxd4 16.Dd2 Bxf2 com uma vantagem vitoriosa.
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Byrne-Fischer chess game
Posição após 11...Ca4!!
12.Da3 Cxc3 13.bxc3 Cxe4! Fischer abre a coluna-e para chegar ao rei não rocado.
14.Bxe7 Db6 15.Bc4 Byrne resiste à tentação de ganhar a torre-f8 com boa razão. Fischer mostrou o que podia ter acontecido caso Byrne tomasse a torre para ganhar uma vantagem... 15.Bxf8 Bxf8 16.Db3 Cxc3! 17.Dxb6 (17.Dxc3?? Bb4 crava a dama.) 18.Ta1 Te8+ 19.Rd2 Ce4+ 20.Rc2 Cxf2 21.Tg1 Bf5+
15...Cxc3! 16.Bc5 Tfe8+ Finalmente o rei branco no centro foi alcançado!
17.Rf1 O que deve Fischer fazer sobre a sua dama dama sendo atacada? Tenta achar o brilhante 17º lance que Fischer jogou e que deu a esta partida o título de "Partida do Século."
Jogam as Pretas
Jogar lances como este acima faz com que seja fácil ver porque é que Bobby Fischer acabou por se tornar campeão do mundo.
17...Be6!! O lance que foi ouvido em redor do mundo! Fischer escolhe sacrificar a dama.
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Fischer-Byrne
Posição após o brilhante 17...Be6!!
18.Bxb6? Byrne aceita o desafio esperando que Fischer tivesse omitido alguma coisa.
18...Bxc4+ Agora as populares táticas do "moinho de vento" contra o rei branco irão decidir a partida.
19.Rg1 Ce2+ 20.Rf1 Cxd4+ 21.Rg1 Ce2+ 22.Rf1 Cc3+ 23.Rg1 axb6 ganhando de volta algum do material sacrificado.
24.Db4 Ta4! As peças de Fischer estão perfeitamente coordenadas criando harmonia na posição das Pretas.
25.Dxb6 Cxd1 Façamos um balanço para ver o que Fischer obteve pela dama sacrificada.
1 torre
2 bispos
1 peão
Isto é igual a estar em vantagem duma peça menor, que é uma vantagem decisiva a este nível de jogo.
26.h3 Txa2 27.Rh2 Cxf2 28.Te1 Txe1 29.Dd8+ Bf8 30.Cxe1 Bd5 31.Cf3 Ce4 32.Db8 b5
A técnica de Fischer a converter uma partida vitoriosa era muito alta, mesmo quando ele tinha apenas 13 anos de idade!
33.h4 h5 34.Ce5 Rg7 35.Rg1 Bc5+ Fischer começa a tecer um mate coordenado em volta do rei branco.
36.Rf1 Cg3+ 37.Re1 Bb4+ 38.Rd1 Bb3+ 39.Rc1 Ce2+ 40.Rb1 Cc3+ 41.Rc1 Tc2#
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Game of the Century
O pitoresco mate final!
História
A partida teve lugar em 17 de Outubro de 1956 no Torneio Rosenwald Memorial na cidade de Nova Iorque. O torneio passou então a ser disputado no prestigioso Marshall Chess Club, que é ainda um clube de xadrez ativo até hoje. Na altura desta partida, o jovem Bobby Fischer era um jogador a nível de mestre começando a fazer um nome para si mesmo no mundo do xadrez. Em apenas dois anos após esta partida, Bobby Fischer tornou-se no mais jovem grande mestre do mundo aos 15 anos de idade.
Esta espantosa partida será falada por gerações vindouras!
Donald Byrne vs. Robert James Fischer
0-1 Third Rosenwald Trophy New York, NY USA 17 Oct 1956 Ronda: 8 ECO: D92
Joga através da Partida do Século!
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Game of the Century (Chess)
VÍDEO: Assiste ao vídeo de Tiger Lilov sobre a Partida do Século no Chess.com!
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De aliado a 'persona non grata' da esquerda
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Lançamento do livro Cachorros, de Marcelo Godoy
terça-feira, 23 de julho de 2024
SENHOR DA RAZÃO
TEMPO, TEMPO, TEMPO
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Entrevista: Chico Gomes e o Programa Educação Tutorial – PET Elétrica
Entrevista: Chico Gomes e o Programa Educação Tutorial – PET Elétrica
5 de julho de 2016 gabrielmachado Notícias, pet elétrica, PjBLEngenharia Elétrica, ensino, Notícias, Programa educação tutorial
ChicoFrancisco José Gomes possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1974), mestrado em Ciências e Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980), doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1989) e Pós-doutorado em Educação em Engenharia pela Universidade do Minho. Atualmente é professor Titular da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência nas áreas de Engenharia Elétrica e Educação em Engenharia, com ênfase em Automação Eletrônica de Processos Elétricos e Industriais, atuando principalmente nos seguintes temas: Controle de processos industriais, Controladores PID, Controladores Nebulosos, Modelagem de Processos e Controle em Tempo Real. Atua na área de Otimização de Processos, bem como em Planejamento e Gestão de Processos. Na área de Educação em Engenharia, é Tutor do Programa de Educação Tutorial do curso de Engenharia Elétrica desde 1991, tendo implantado este programa na UFJF, com várias publicações sobre o tema de Educação em Engenharia.
1. O que o motivou a fundar o programa de educação tutorial – PET elétrica?
O início do programa PET – Engenharia Elétrica ocorreu em 1991, quando eu iniciava minha vida docente na UFJF. Tomei conhecimento de um Edital, lançado pela Capes, para que os interessados submetessem propostas para implantar o “Programa Especial de Treinamento”, como então se denominava o PET. Submeti o projeto, que foi então aprovado pela Capes e permitiu o início pioneiro do Programa PET no curso de Engenharia Elétrica, pois o programa ainda não existia na UFJF. Minha motivação, nesta época, foi a possibilidade de poder ter alunos para orientação e desenvolvimento de trabalhos que eu tinha em mente, possibilitando que desenvolvessem uma forte base técnica. Não tinha ainda, conceitualmente, a visão sobre os processos de educação em engenharia, a formação dos perfis profissionais adequados às demandas sociais, a formação de um profissional com visão cidadã e preocupação social. Por minha formação anterior, e trabalho como engenheiro de projetos na área nuclear, eu tinha uma visão empírica sobre a importância das competências transversais, os denominados “soft skills“, no perfil de um engenheiro, mas não tinha a compreensão que podiam ser trabalhados, desenvolvidos e reforçados nos processos de educação em engenharia. Esta consciência só foi se formando e solidificando gradualmente. Assim, posso afirmar que a motivação inicial foi construir um espaço de aprendizagem onde os alunos pudessem desenvolver uma forte capacitação técnica e dominar os conhecimentos necessários à profissão de Engenheiro Eletricista.
2. Cite os projetos que você considera de maior destaque dentro desses 25 anos.
É difícil considerar os projetos desenvolvidos sobre este enfoque, pois possuem objetivos distintos. Existem projetos que possuem foco maior na capacitação técnica dos petianos, existem outros que possuem maior foco no reforço das competências transversais e outros que constituem uma mescla destes dois objetivos. São, portanto, projetos distintos, com objetivos distintos demandando, naturalmente, atividades e posturas também diversificadas. O que posso afirmar é que existiram projetos que deixaram boas lembranças, em todos os envolvidos. Cito, por exemplo, os Programas de Mobilidade Acadêmica – PMA, desenvolvidos pelo PET em parceria com o LENEER – Laboratório de Eficiência Energética, em duas edições. Recebíamos, neste projeto, cerca de 40 alunos de todo o país, e mesmo do exterior, em cada edição, que passavam cerca de 10 dias na UFJF desenvolvendo atividades variadas, como Oficinas de Eficiência Energética, Minicursos, Visitas Técnicas, Palestras, tudo organizado pelos petianos e bolsistas do LENEER. Era um ambiente de muito trabalho, mas muita empolgação, animação e confraternização. Todos os envolvidos possuem ótimas lembranças destes projetos. Mesmo após o término do projeto, recebíamos, constantemente, de todo o país, pedidos de informação sobre a data de início da nova edição do projeto e como se inscrever, e muitos agradecimentos e cumprimentos, por parte dos participantes, pela realização destes projetos
3. Por que a prioridade pelo uso do método PjBL? Qual a diferencial desse método em relação aos demais usados na educação em engenharia?
O Aprendizado Baseado em Projetos – ABP, ou “Project Based Learning -PjBL“, na grafia original – é uma das muitas estratégias de aprendizagem ativa utilizadas atualmente, principalmente por grande parcelas das universidade de destaque no mundo. No Brasil, infelizmente, só agora começa a despertar maior atenção, podendo-se assinalar algumas experiências pioneiras. A estratégia PjBL se desenvolve a partir de um projeto, que deve ser desenvolvido pelos alunos, em equipe, preferencialmente em equipes multidisciplinares, sob a supervisão do Tutor, ou um professor facilitador. Um aspecto importante desta estratégia, em linhas gerais, é que o projeto demande conhecimentos técnicos ainda não trabalhados pelos alunos, que deverão fazê-lo durante o desenvolvimento do projeto, à medida que as dificuldades técnicas forem surgindo e demandarem conhecimentos específicos, ainda não dominados pelos alunos. Esta aprendizagem, de caráter indutivo, é fortalecida e consolidada, à medida que os alunos constroem estes conhecimentos, de acordo com as demandas do projeto, aplicando-os para resolver os problemas que vão surgindo. Um aspecto interessante do PjBL, que recomenda sua aplicação na engenharia, é o fato de ser este um ambiente comum aos engenheiros: desenvolver projetos em equipe. Os alunos, desta forma, ao se envolverem em uma estratégia de aprendizagem PjBL, emulam uma situação profissional futura com a qual, seguramente, irão conviver.
Existem diversas estratégias de aprendizagem ativa, que podem ser utilizadas de forma isolada, ou associadas à outras posturas. Suas especificidades recomendam-nas para situações distintas. Por exemplo, o PBL (” Problem-Based Learning”) possui maior aderência com a área de Ciências Médicas, onde é bastante utilizada. Por outro lado, o “Case Study” é muito utilizado na nos cursos ligados às Ciências Sociais. Nesta direção, eu poderia dizer que o PjBL tem algumas especificidades que contemplam, de forma mais próxima, as engenharias. Mas diversas outras estratégias de aprendizagem ativa podem ser também utilizadas na engenharia como, por exemplo, as aprendizagens colaborativa e cooperativa. Cada método tem sua especificidade, mas também pontos em comuns: são sempre metodologias ativas, centradas no aluno, com visão indutiva do processo de aprendizagem. Cabe ao professor, em função dos objetivos educacionais estabelecidos, de seu conhecimento e infraestrutura disponível, optar pela postura pedagógica que achar mais adequada.
4. Quais os impactos notados no aprendizado dos alunos depois da adoção desse método?
É inegável que as estratégias de aprendizagem ativa, indutivas, como o PjBL, podem gerar impactos mais consistentes na formação dos alunos. Embora seja um pouco complexo fazer estas comparações, pode-se afirmar que os resultados alcançados pelo PET são destacados. Esta afirmação decorre não somente de uma avaliação de minha parte, mas sim das diversas autoavaliações, colocações e visões dos próprios alunos. Há que se destacar, contudo, que os impactos na aprendizagem dos alunos, que desenvolvem atividades dentro do PET, são decorrentes não somente da execução da estratégia PjBL para os projetos dos quais participam, mas sim do conjunto de ações que realizam. Destaco, por exemplo, nossas reuniões semanais em inglês, as palestras semanais, também em inglês, de responsabilidade dos petianos, a coordenação, em sistema de rodízio, dos diversos projetos, como o LinusBot, Calouro Web 2.0 e Engenharia nas Escolas, entre outras atividades. Os resultados das avaliações e autoavaliações já realizadas, mostram que os egressos, adicionalmente ao conhecimento técnico, destacam pontos como o trabalho em equipe, a capacidade de comunicação, a gestão de conflitos, a aprendizagem interdependente e a melhoria da gestão como aspectos que foram desenvolvidos e reforçados nas atividades desenvolvidas dentro do PET. Estas são competências que, infelizmente, não são trabalhadas nas aulas expositivas convencionais, razão pela qual são priorizadas nas atividades desenvolvidas no PET.
5. Finalmente, o que o PET acrescentou em sua vida? Qual o legado você acredita ter deixado para o programa? E quais são os novos desafios para a educação tutorial e para a educação em engenharia?
Após todos estes anos dedicados ao PET e à educação tutorial, posso afirmar com segurança, que foi um período de formação como professor e crescimento de minha visão sobre a educação em engenharia. Ao iniciar o programa PET na UFJF, eu não tinha consciências dos conceitos e bases teóricas que sustentam a relação ensino-aprendizagem na formação dos engenheiros. Minha atividade como tutor do PET permitiu que eu desenvolvesse esta visão e, mais que isto, pudesse utilizá-la nos trabalhos e atividades que realizamos. Mas destaco outro aspecto extremamente importante: consegui, com este trabalho e convívio com todos os alunos que passaram pelo PET, ter uma visão mais ampla do processo de formação dos alunos e da responsabilidade do professor neste processo. Digo, com toda certeza, que fui um privilegiado por ter tido a oportunidade de vivenciar esta experiência da tutoria por um período tão longo. Todo este relacionamento diferenciado com os alunos, durante este período, me propiciou um crescimento não só como professor, mas também, e principalmente, como ser humano. Como eu mesmo já disse em outra ocasião, no “Programa de Educação Tutorial – PET da Engenharia Elétrica aprendemos a construir juntos um árduo, mas gratificante, aprendizado sobre o significado real da palavra EDUCAR”!
Ao deixar a tutoria do PET- Engenharia Elétrica, sinto que cumpri meu dever. Deixo um grupo consolidado, responsável, ativo e ciente das obrigações que devem assumir, não só para sua própria formação, mas para a de todos os demais alunos da Faculdade. Acima de tudo, um grupo de amigos!
Creio que os novos desafios colocados para a educação tutorial e para educação em engenharia, são os mesmos “velhos” desafios de sempre: empenhar-se para alterar os procedimentos e metodologias pedagógicas defasadas que não formam os profissionais que a sociedade demanda com as competências técnicas necessárias, aliadas à uma consciência cidadã, um perfil humanista e uma visão crítica dos processos sociais.logo_pet2
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https://peteletricaufjf.wordpress.com/2016/07/05/entrevista-chico-gomes-e-o-programa-educacao-tutorial-pet-eletrica/
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PAULINHO DA VIOLA - Coração Vulgar
alfeuRIO
70.241 visualizações 29 de dez. de 2013
Música de Paulinho da Viola, álbum "Roda de Samba" (1965), sêlo Multidisc
Com o Conjunto A Voz do Morro:
Paulinho da Viola
Anescarzinho do Salgueiro
Zé Keti
Elton Medeiros
Nelson Sargento
Zé Cruz
Jair do Cavaquinho
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Coração Vulgar
Paulinho da Viola
Letra
Significado
Morre mais um amor num coração vulgar
Deixa desilusão a quem não sabe amar
E quem não sabe amar há de sofrer
Porque não poderá compreender
Que o amor que morre é uma ilusão
E uma ilusão deve morrer
Que o amor que morre é uma ilusão
E uma ilusão deve morrer
Um verdadeiro amor nunca fenece
E pouca gente ainda o conhece
Meu bem, se o teu amor morreu
É porque ninguém o entendeu
Deixa o teu coração viver em paz
O teu pecado é querer amar demais
Composição: Paulinho da Viola.
Música
1 músicas
Coração Vulgar
A Voz do Morro, Paulinho da Viola
Roda de Samba
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Língua Portuguesa: Coração de Filósofo, Ritmo de Samba
Acostumado a usar a música para entender a existência humana, Paulinho da Viola diz que nem sempre se pode respeitar o idioma para compor uma canção.
Paulinho da Viola
Timoneiro da memória
HERDEIRO DE UMA TRADIÇÃO QUE ESTÁ LONGE DE ESGOTAR-SE, COMPOSITOR CARIOCA FALA DO IMPACTO DO IDIDOMA E DA LEMBRANÇA NA CRIAÇÃO DE SAMBAS
POR LUIZ COSTA PEREIRA JUNIOR
REVISTA LÍNGUA
ANO 1 NÚMERO 11 - 2006
pp. 12-17
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JOSÉ CASADO
Por José Casado
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/charge-do-jcaesar-825/
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Papo Antagonista: As malandragens de Lula e os efeitos do atentado a Trump - 23/07
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Conclusão:
O evento ilustra a discrepância entre a inauguração oficial e a realidade das obras incompletas, ressaltando a importância de investimentos contínuos na infraestrutura e nas políticas de inclusão e permanência na educação pública.
27:30 - 30:05
"MOMENTO EM QUE A ESTUDANTE DESMASCAROU O LULA SOBRE A OBRA QUE ELE ESTAVA INAUGURANDO." 'DEPOIS DE MUITA LUTA E QUATORZE ANOS DE ESPERA, FINALMENTE ESTAMOS PRESENCIANDO A INAUGURAÇÃO OFICIAL DE APENAS METADE DE UM NOVO CAMPUS DA UNIFESP AQUI EM ITAÚNA, O QUAL FOI AGUARDADO ANSIOSAMENTE POR TODA A COMUNIDADE ACADÊMICA. EM UMA CELEBRAÇÃO COM A PRESENÇA DO EXCELENTÍSSIMO PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, É NECESSÁRIO REFORÇAR QUE AS OBRAS DO CAMPUS NÃO ESTÃO COMPLETAS E AINDA NOS FALTAM O AUDITÓRIO, O PRÉDIO DA BIBLIOTECA, A QUADRA E OS ANFITEATROS. AS MELHORIAS FÍSICAS NO NOSSO DIA A DIA UNIVERSITÁRIO TÊM SIDO QUASE SIMBÓLICAS. A EFETIVAÇÃO DE UM PROJETO QUE VISA SUSTENTAR E VALORIZAR A EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE. MAS, PARA ALÉM DE UM CAMPUS, A UNIVERSIDADE SE FAZ COM PESSOAS, COM INCLUSÃO, DIVERSIDADE, BEM COMO COM A CONCRETIZAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE PERMANÊNCIA.' "PARABÉNS PARA ESSA ESTUDANTE. - PARABÉNS, TEVE CORAGEM. INAUGURAR OBRAS INACABADAS É PICARETAGEM. - COM RAZÃO, COM TODA RAZÃO. A MENINA DESMASCAROU A MANOBRA POLITIQUEIRA."
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Oração Ao Tempo
Caetano Veloso
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Caçada - Chico Buarque 1973
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Luís Inácio (300 Picaretas)
Os Paralamas do Sucesso
Letra
Significado
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
Eles ficaram ofendidos com a afirmação
Que reflete na verdade o sentimento da nação
É lobby, é conchavo, é propina e jeton
Variações do mesmo tema sem sair do tom
Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei
Uma cidade que fabrica sua própria lei
Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia
Se essa palhaçada fosse na Cinelândia
Ia juntar muita gente pra pegar na saída
Pra fazer justiça uma vez na vida
Eu me vali deste discurso panfletário
Mas a minha burrice faz aniversário
Ao permitir que num país como o Brasil
Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado
Por um par se sapatos, um saco de farinha
A nossa imensa massa de iletrados
Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez
O congresso continua a serviço de vocês
Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão
Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição
Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena
João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena
De exemplo em exemplo aprendemos a lição
Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão
De rádio FM e de televisão
Rádio FM e televisão
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
São trezentos picaretas com anel de doutor
Composição: Herbert Vianna.
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PAÍSPublicado: 24/01/18 - 0h 05minAtualizado: 06/03/18 - 15h 46min
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Lula, dos 300 picaretas do Congresso e marolinha da crise global até a Lava-JatoAcervo O GLOBO reúne 25 frases marcantes do ex-presidente, que causaram polêmicas. Ele já citou ponto G, Jesus, mulher submissa; acusou imprensa; elogiou e criticou Palocci
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Sindicalista. De bigode, Lula concede entrevista sobre negociações entre metalúrgicos e patrões
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Taxa de desemprego bate recorde e atinge 13,1% no início do governo Lula
Fernando Henrique foi a Davos apenas em 1998 e Lula estreou em 2003
Allan Borba*
Metalúrgico, líder sindicalista, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), presidente da República e condenado em segunda instância na Operação Lava-Jato. Desde os anos 70, Luiz Inácio Lula da Silva adotou muitas facetas até chegar ao status de uma das figuras mais importantes da história da política brasileira. Além de seu passado como operário, seu forte apelo popular foi criado pelo poder de oratória. Mesmo assim, muitas das vezes o tiro saiu pela culatra, e as palavras traíram Lula, gerando desconforto e polêmicas — algumas vezes até internacionalmente.
Lula foi condenado, em 12 de julho de 2017, na primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão, enquadrado nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por ter recebido um tríplex no Guarujá, dado como propina pela construtora OAS, que fora beneficiada em contratos da Petrobras. Para a defesa de Lula, a decisão judicial tem conotação política e "envergonha o Brasil". Lula recorreu da condenação de Moro no TRF-4, que, por 3 votos a 0, aumentou a pena, em 24 de janeiro de 2018. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto (relator), Leandro Paulsen e Victor Laus elevaram a pena para 12 anos e um mês. A defesa de Lula vai recorrer e tentar evitar que ele fique inelegível. A Lei da Ficha Limpa impede que condenados em segunda instância concorram em eleições. Em nota, o PT disse que Lula foi vítima de uma "farsa judicial" e que seu nome será registrado no TSE. O ex-presidente ainda responde a outros oito processos.
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O Acervo O GLOBO listou 25 frases marcantes do ex-presidente do Brasil, segundo reportagens publicadas pelo jornal, desde a década de 90.
1) "De todos os deputados do Congresso Nacional, há pelo menos 300 picaretas. E eles foram eleitos, não caíram lá de paraquedas. São políticos que põem seus interesses acima de suas obrigações com a comunidade" - em 09/09/1993, referindo-se ao envolvimento de parlamentares no escândalo da CPI do Orçamento, durante o governo de Itamar Franco.
2) "Nunca fui candidato a santo" - Em 12/05/2004, ao comentar decisão de expulsar de jornalista Larry Rohter, do jornal "New York Times", durante café da manhã com líderes da base do governo. A medida foi em resposta a uma reportagem do americano que dizia que o Brasil estava preocupado com suposto excesso de Lula com as bebidas. Caso criou desconforto internacional, gerando comentários de jornalistas ao redor do mundo e do porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Richard Boucher.
3) "Sexo é uma coisa que quase todo mundo gosta e é uma necessidade orgânica, da espécie humana e da espécie animal. Como não temos controle disso, o que precisamos é educar" - Em 07/03/2007, ao defender a distribuição gratuita de camisinhas no lançamento de plano para conter a disseminação da Aids entre as mulheres.
4) "Crie um G que o Brasil vai estar lá dentro. Não tem país mais preparado para achar o ponto G que o Brasil" - Em 12/02/2010, ao falar sobre a participação do país em grupos como G-20, G-4 e G-8. Lula foi a Goiânia inaugurar uma barragem e uma escola em uma vila onde casas populares estavam sendo construídas.
5) "Eu e Palocci somos unha e carne" - Em 28/04/2005, ao elogiar e declarar confiança no novo ministro da Fazenda, o médico Antonio Palocci.
6) "Eu conheço o Palocci bem. Se o Palocci não fosse um ser humano, ele seria um simulador. Ele é tão esperto que é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade. É médico, calculista, é frio" - Em 14/09/2017, durante depoimento ao juiz Sérgio Moro. Lula foi acusado pelo ex-companheiro Antonio Palocci de fazer um "pacto de sangue" com a construtora Odebrecht.
7) "Não interessa se foi A, B ou C. Todo o episódio foi como uma facada nas minhas costas" - Em 29/12/2005, ao comentar sobre o Mensalão durante entrevista ao programa "Fantástico", da Rede Globo.
8) "Sou que nem massa de bolo. Quanto mais batem, mais cresço" - Em 11/05/2006, ao comentar a relação entre a crise política e seu desempenho nas pesquisas.
9) "O caos aéreo é como uma metástase. A gente acha que está tudo bem, mas só descobre que o problema é bem maior quando ele (o câncer) surge" - Em 02/08/2007, ao admitir ter sido surpreendido pela crise aérea.
10) "Estou preparado para enfrentar mais essa batalha e acho que nós vamos conseguir tirar de letra. Basta que a gente siga recomendações médicas, basta que a gente faça aquilo que precisa ser feito. Acho que vou vencer esta batalha. Não foi a primeira e não será a única batalha que eu vou enfrentar. Com a solidariedade de vocês, vai ser muito mais tranquilo, muito mais fácil" - Em 01/11/2011, em vídeo gravado ao sair do hospital após receber o diagnóstico de câncer na laringe.
11) "Lá (nos EUA), ela é um tsunami; aqui, se ela chegar, vai chegar uma marolinha que não dá nem para esquiar " - Em 04/10/2008, ao debochar dos efeitos no Brasil da crise mundial, que estourara no mês anterior com a quebra do gigante bancário americano Lehman Brothers, tornando-se a mais severa crise enfrentada pelo planeta desde a Grande Drepressão dos anos 30.
12) "É uma crise causada, fomentada, por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise parecia que sabia tudo e que, agora, demonstra não saber nada" - Em 26/03/2009, ao falar sobre os responsáveis pela crise mundial que abalou a economia mundial a partir de 2008. O presidente estava ao lado do então primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que tem olhos claros, e deixou o britânico ligeiramente constrangido com o comentário.
13) "Você não acha chique emprestar dinheiro para o FMI? E eu, que passei parte da minha juventude carregando faixa em São Paulo: Fora FMI!" - Em 03/04/2009, ao confirmar, durante reunião do G-20 (grupo de países mais ricos e os principais emergentes), que o Brasil iria se tornar, pela primeira vez, credor do Fundo Monetário Internacional (FMI).
14) "Entre o que se quer e o que se pode fazer tem uma diferença do tamanho do Oceano Atlântico. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão." - Em 22/10/2009, Em entrevista à "Folha de S.Paulo" ao ser questionado sobre seus aliados políticos.
15) "Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida. Tem que ser submissa porque gosta dele" - Em 15/01/2010, durante discurso na cerimônia de lançamento da pedra fundamental e de início das obras da Refinaria Premium I.
16) "O povo pobre não precisa mais de formador de opinião. Nós somos a opinião pública" - Em 18/11/2010, ao acusar, durante comício em Campinas, a imprensa de não agir de forma democrática.
17) "Parece um governo de mudos" - Em 18/06/2015, ao criticar Dilma Rousseff (sua cria política) e seus ministros, principalmente os do PT.
18) "É um tríplex minha casa minha vida" - Em 04/03/2016, durante depoimento prestado à Polícia Federal (PF) sobre tríplex no Guarujá (SP). Na época da reportagem do GLOBO, a PF investigava se a empreiteira OAS havia reformado o apartamento para uso da família Lula em troca de benefícios.
19) "Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando. (...) Tchau, querida." - Em gravação telefônica divulgada no dia 16/03/2016, em que Dilma dizia estar mandando termo de posse como ministro da Casa Civil para supostamente dar foro privilegiado à Lula.
20) "Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, nós temos um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado, somente nos últimos tempos é que o PT e o PC do B acordaram e começaram a brigar. Nós temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido, não sei quantos parlamentares ameaçados, e fica todo mundo no compasso de que vai aconteceu um milagre e que vai todo mundo se salvar. Eu, sinceramente, tô assustado com a "República de Curitiba". Porque a partir de um juiz de 1ª instância, tudo pode acontecer nesse país" - Em gravação telefônica divulgada no dia 16/03/2016, em que Lula, em conversa com a presidente Dilma Rousseff, atacou setores e instituições do governo.
21) "Nem o Moro, nem o Dallagnol, nem o delegado da Polícia Federal tem a lisura, a ética e a honestidade que eu tenho nestes 70 anos de vida" - Em 24/04/2017, durante evento do PT que discutia os efeitos da Operação Lava-Jato no país. Lula reclamou da atuação dos investigadores e atacou o procurador Deltan Dallagnol, a quem chamou de "moleque".
22) "Nós estamos reivindicando a participação na OMC porque achamos que o Brasil é um país que tem muita importância" - Em 28/01/2005, durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O Brasil já fazia parte da organização na época.
23) "Sabe, porque... até a Clara Ant (...) porque fica procurando o que fazer. Faz um movimento da mulher contra esse filho da puta. Porque ele batia na mulher, levava ela pro culto, deixava ela se fuder, dava chibatada nela. Cadê as mulheres de grelo duro do nosso partido?" - Em 15/03/2016, em telefonema gravado com autorização judicial ao ex-ministro Paulo Vannucchi, sobre uma suposta falta de ação das feministas do PT.
24) "No Brasil é assim: quando um pobre rouba, ele vai para a cadeia, mas, quando um rico rouba, ele vira ministro" - Em 14/02/1988, ao comentar reportagem do GLOBO que revelara um dossiê no Palácio do Planalto com nomes de parlamentares que receberam doações de empresas na eleição de 1986. Para Lula, o governo deveria “mandar prender”, e não divulgar lista de políticos com recursos ilegais.
25) "Prefiro ser considerado uma metamorfose ambulante, por estar mudando na medida em que as coisas mudam... Não tenho a dureza de um partido comunista ortodoxo" - Em 06/12/2007, sobre a mudança de opinião a respeito da CPMF, imposto contra o qual lutou quando foi aprovado em 1996, mas que tentou prolongar a sua existência durante seus dois mandatos.
* estagiário sob supervisão de Gustavo Villela, editor do Acervo O GLOBO
Leia mais: https://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/lula-dos-300-picaretas-do-congresso-marolinha-da-crise-global-ate-lava-jato-22315213#ixzz8gqmHf0pZ
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São Paulo, sábado, 02 de maio de 2009 FOLHA DE S.PAULO brasil
memória
Lula já chamou congressistas de "300 picaretas"
DA REDAÇÃO
"Há uma maioria de 300 picaretas que defendem apenas seus próprios interesses." A frase sobre o Congresso, dita em setembro de 1993, é do mesmo Lula que agora defende os parlamentares envolvidos com a farra das passagens.
Então presidente do PT e pré-candidato para 1994, Lula percorria Estados da Amazônia, em campanha, quando comentou a atuação dos congressistas.
Depois, ao explicar a declaração, disse que defendia o Legislativo. "O resto é gente boa (...), que vota por convicção ideológica e não por fisiologismo."
Mas foi em 1994 que a frase ganhou repercussão, ao virar letra dos Paralamas do Sucesso -"Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou/ São 300 picaretas com anel de doutor".
Em junho daquele ano, a banda foi proibida pelo Ministério Público Federal, a pedido da Câmara, de executar a música em um show em Brasília.
Lula, no ano passado, já tinha feito defesa de congressistas envolvidos em denúncias. Sobre Severino Cavalcanti (PP-PE), que renunciou à presidência da Câmara em 2005, após se envolver num escândalo, disse que ele foi derrubado pela própria oposição que o elegeu. "Aquela parte da elite paulista e do Paraná, [aqueles] que te convidavam para fazer palestra toda semana para falar mal de projetos, hoje, se te encontram na rua, não cumprimentam."
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Índice
segunda-feira, 22 de julho de 2024
GESTO
"Minha definição favorita de dinamismo foi adaptada do psicólogo John Bowlby: toda a vida é uma série de explorações ousadas a partir de uma base segura. Bom dia, trabalhadores! Venham explorar com ousadia, partindo de uma terra prometida generosa e próspera. ❤️"
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A decisão de Biden se deu depois de semanas de pressão de aliados e opositores para que o democrata deixasse a corrida presidencial
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PODER360
21.jul.2024 (domingo) - 15h36
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (democrata), anunciou neste domingo (21.jul.2024) que desistiu de tentar a reeleição à Casa Branca. A decisão se deu depois de semanas de pressão de aliados e opositores para que o democrata deixasse a corrida presidencial. A vice Kamala Harris é uma das cotadas a substituir o democrata. As eleições estão marcadas para 5 de novembro.
A idade de Biden despertou preocupações entre eleitores e aliados de partido. Os questionamentos sobre a capacidade física e mental do presidente norte-americano cresceram depois de o debate com Donald Trump em 27 de junho. Caso fosse reeleito, o democrata teria 86 anos ao fim de seu mandato....
Leia a íntegra da carta de desistência de Joe Biden (PDF – 127 kB, em inglês).
Se preferir, leia a tradução:
“Meus companheiros americanos,
“Nos últimos 3 anos e meio, fizemos grandes progressos como nação.
“Hoje, a América tem a economia mais forte do mundo. Fizemos investimentos históricos na reconstrução de nossa nação, na redução dos custos de medicamentos prescritos para idosos e na expansão do atendimento de saúde acessível para um número recorde de norte-americanos. Prestamos cuidados extremamente necessários a um milhão de veteranos expostos a substâncias tóxicas. Aprovamos a 1ª lei de segurança de armas em 30 anos. Nomeamos a 1ª mulher afro-americana para a Suprema Corte. E aprovamos a legislação climática mais significativa da história do mundo. A América nunca esteve melhor posicionada para liderar do que estamos hoje.
“Sei que nada disso poderia ter sido feito sem vocês, o povo norte-americano. Juntos, superamos uma pandemia de uma vez por século e a pior crise econômica desde a Grande Depressão. Protegemos e preservamos nossa democracia. E revitalizamos e fortalecemos nossas alianças ao redor do mundo.
“Foi a maior honra da minha vida servir como presidente dos EUA. E embora tenha sido minha intenção disputar a reeleição, acredito que é do interesse do meu partido e do país que eu desista e me concentre exclusivamente no cumprimento dos meus deveres como presidente durante o restante do meu mandato.
“Falarei à nação mais detalhadamente sobre minha decisão ainda nesta semana.
“Por enquanto, permitam-me expressar minha mais profunda gratidão a todos aqueles que trabalharam tão duro para me ver reeleito. Quero agradecer à vice-presidente Kamala Harris por ser uma parceira extraordinária em todo esse trabalho. E permitam-me expressar minha sincera gratidão ao povo norte-americano pela fé e confiança que vocês depositaram em mim.
“Acredito hoje no que sempre acreditei: que não há nada que a América não possa fazer quando fazemos juntos. Só temos que lembrar que somos os Estados Unidos da América“.
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Leia a íntegra da carta de desistência de Biden
Presidente norte-americano anunciou neste domingo (21.jul) que desistiu de tentar a reeleição; declarou apoio a Kamala Harris
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Meio-Dia em Brasília: Jogo acaba para Biden. E agora?
Também no programa desta segunda-feira, 22, as primeiras convenções para as eleições municipais deste ano, além da reunião de pauta
Redação O Antagonista
Joe Biden desistiu. Kamala Harris será a candidata democrata nos EUA? Esse é o destaque do Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 22, que trata também das primeiras convenções para as eleições municipais deste ano, além da reunião de pauta. Assista:
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Sueli Costa - Jura Secreta (Original da Autora)
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Jura secreta
Sueli Costa
Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei
Nada do que posso me alucina
Tanto quanto o que não fiz
Nada do que eu quero me suprime
De que por não saber inda dão quis
Só uma palavra me devora
Aquela que meu coração não diz
Só o que me cega, o que me faz infeliz
É o brilho do olhar que não sofri
Composição: Abel Silva / Sueli Costa.
1979 - Louça Fina
Sueli Costa e Abel Silva.
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Poesia | Calma, de Fernando Pessoa
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RICARDO REIS
2. CALMA
Reis prefere viver com tranquilidade, como seu mestre Caeiro.
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Mestre, são plácidas
Todas as horas
Que nós perdemos.
Se no perdê-las,
Qual numa jarra,
Nós pomos flores.
Não há tristezas
Nem alegrias
Na nossa vida.
Assim saibamos,
Sábios incautos,
Não a viver,
Mas decorrê-la,
Tranquilos, plácidos,
Tendo as crianças
Por nossas mestras,
E os olhos cheios
De Natureza...
A beira-rio,
A beira-estrada,
Conforme calha,
Sempre no mesmo
Leve descanso
De estar vivendo.
O tempo passa,
Não nos diz nada.
Envelhecemos.
Saibamos, quase
Maliciosos,
Sentir-nos ir.
Não vale a pena
Fazer um gesto.
Não se resiste
Ao deus atroz
Que os próprios filhos
Devora sempre.
Colhamos flores.
Molhemos leves
As nossas mãos
Nos rios calmos,
Para aprendermos
Calma também.
Girassóis sempre
Fitando o Sol,
Da vida iremos
Tranquilos, tendo
Nem o remorso
De ter vivido.
12-6-1914
Odes de Ricardo Reis . Fernando Pessoa. (Notas de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1946 (imp.1994). - 13.
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Tic Tac (feat. Sean Paul & Topo La Maskara)
LUDMILLA
Letra
Tradução
Significado
Na, na, na, na, na, na, na, na, na (yeah, yeah)
Na, na, na, na, na, na
Na, na, na, na, na, na, na, na, na (yeah, yeah)
Na, na, na, na, na, na
Tic tac, tic tac, o tempo tá passando
Tic tac, tic tac, vai acelerando
Mala, mala, soy mala, mala
Essa bunda ignorante que taca, taca
Tô loucona, loucona de gin
Tô na onda, me traz um finin
Finin, na onda
De amor, tô fora
Dindim na conta, vem
Desce, sobe, bate na bunda e olha
Shake it, shake it, girl, buss a bubble to mi
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
I was born to give you the pleasure
I was born to give you the pain (ayy)
Give you the sunshine, fall all the rain (rain)
Mi buss it up and make you call out mi name (see?)
Can't complain when you get the sugar cane
Take it off, take it off, show it off, girl
Floss, girl, cah yuh know you a boss, girl
Take it off, take it off, show it off, girl
Floss, girl, cah yuh know you a boss, girl
Shake it, shake it, girl, buss a bubble to mi
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, show it off
Floss girl cuh yuh know you a boss, girl
Tic tac, tic tac, o tempo tá passando
Tic tac, tic tac, vai acelerando
Man head get lost dem a turn Santa Claus
And that is just because them a try get you caught
Mala, mala, soy mala, mala
Essa bunda ignorante que taca, taca
She love the dutty rock, yeah, yeah
She want fi get it, non stop, I say
She love the dutty rock, yeah, yeah
Budu bang, bang, bang
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Take it off, take it off, take it off
Shake it, shake it
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
Tic tac, tic tac, tic tac, yeah (shake it, shake it)
LUDMILLA in the house
Na, na, na, na, na, na, na, na, na
Na, na, na, na, na, na
Na, na, na, na, na, na, na, na, na
Na, na, na, na, na, na
Composição: David Smiley / Delroy Foster / Helder Vilas Boas / Jefferson Junior / Juan Jose Brito Castillo / Ludmilla / Sean Paul / Umberto Tavares.
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Capa da revista americana Time — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Mundo / Eleições EUA
Desistência de Biden: Capa da revista Time mostra entrada em cena de Kamala com saída de presidente; veja
Líder americano, pressionado por diversas frentes para deixar a disputa, anuncia que está desistindo em uma carta e presta apoio à vice: 'Melhor decisão que já tomei'
Por O Globo
21/07/2024 23h31 Atualizado há 9 horas
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Capa da revista americana Time
Após o presidente Joe Biden desistir de sua campanha à reeleição, a revista americana Time publicou neste domingo, em suas redes sociais, a capa de sua próxima edição: com um vermelho vivo no fundo, Biden aparece deixando a página ao mesmo tempo em que sua vice, Kamala Harris, aparece "caminhando" para o centro da imagem. Kamala foi endossada por Biden para substituí-lo na campanha, mas o processo não é automático.
Análise: Com saída de Biden, eleições americanas recomeçam do zero, e troca é dor de cabeça para Trump
Biden desiste da candidatura: O que ocorre agora com o dinheiro doado para a sua campanha eleitoral? Entenda
Biden anunciou sua desistência na tarde deste domingo após semanas de pressão por parte de democratas, doadores e da imprensa. O anúncio ocorreu através de uma carta, publicada nas redes sociais, em que disse acreditar que "seja do interesse do meu partido e do país que eu me afaste e me concentre exclusivamente no cumprimento dos meus deveres como presidente". Ele também prometeu uma declaração no fim desta semana para dar mais detalhes.
A indicação óbvia e a mais cotada para substituir Biden é Kamala. A vice de 59 anos, a primeira mulher e a primeira pessoa negra e de origem asiática a ocupar o cargo de vice-presidente, disse em uma declaração estar "honrada" pelo apoio de Biden e que pretende "merecer e conquistar" a indicação do Partido Democrata.
Além do endosso de Biden, que afirmou que ter Kamala como vice foi "a melhor decisão" que tomou, também recebeu o apoio do ex-presidente americano Bill Clinton e sua esposa e ex-secretária de Estado, Hillary. E, junto com o apoio, vieram os ataques dos adversários republicanos, que focam suas críticas em sua gestão no combate à imigração ilegal e a acusam de ocultar a condição física e mental do atual presidente.
Apesar disso, a substituição não é automática, e o Partido Democrata é livre para escolher um candidato diferente, se preferir. Entre as possíveis indicações, estão os governadores da Califórnia, Gavin Newsom, do Michigan, Gretchen Whitmer, e da Pensilvânia, Josh Shapiro. Também circula o nome do senador de Nova Jersey Cory Booker. Qualquer indicação só será oficializada quando os delegados da Convenção Nacional Democrata, marcada para agosto, em Chicago, derem seu voto.
A decisão de Biden foi saudada por líderes mundiais, que homenagearam a carreira política do presidente e disseram respeitar sua decisão.
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Summary in English
Title: Biden Made a Courageous Choice. Democrats Must Seize the Opportunity.
The New York Times Editorial Board commends President Biden's decision to withdraw from the 2024 presidential race, praising it as a selfless act prioritizing national interest over personal ambition. This move enhances the Democratic Party's chances of preventing Donald Trump's return to power. Biden's decision allows the party to shift focus from his perceived unfitness due to age and health to highlighting Trump's dangers to democracy.
The board emphasizes the need for the Democratic Party to present a strong alternative vision for America's future, addressing key issues such as immigration, cost of living, and engaging with the public. Biden endorses Vice President Kamala Harris as his successor, but the board suggests an open and competitive selection process to ensure the best candidate is chosen.
The editorial highlights Biden's achievements in foreign policy, climate action, infrastructure, and reducing economic inequality. It also calls for the next Democratic nominee to continue Biden's collaborative approach with Congress to achieve meaningful progress.
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Resumo em Português
Título: Biden Fez uma Escolha Corajosa. Os Democratas Devem Aproveitar a Oportunidade.
O Conselho Editorial do The New York Times elogia a decisão do presidente Biden de se retirar da corrida presidencial de 2024, considerando-a um ato altruísta que prioriza o interesse nacional sobre a ambição pessoal. Essa medida aumenta as chances do Partido Democrata de impedir o retorno de Donald Trump ao poder. A decisão de Biden permite que o partido mude o foco da percepção de sua inaptidão devido à idade e saúde para destacar os perigos que Trump representa para a democracia.
O conselho enfatiza a necessidade de o Partido Democrata apresentar uma forte visão alternativa para o futuro da América, abordando questões-chave como imigração, custo de vida e engajamento com o público. Biden endossa a vice-presidente Kamala Harris como sua sucessora, mas o conselho sugere um processo de seleção aberto e competitivo para garantir que o melhor candidato seja escolhido.
O editorial destaca as conquistas de Biden em política externa, ação climática, infraestrutura e redução da desigualdade econômica. Também chama o próximo candidato democrata a continuar a abordagem colaborativa de Biden com o Congresso para alcançar progressos significativos.
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OPINIÃO
O CONSELHO EDITORIAL
Biden Fez uma Escolha Corajosa. Os Democratas Devem Aproveitar a Oportunidade.
Por The Editorial Board
The editorial board é um grupo de jornalistas de opinião cujas visões são informadas por expertise, pesquisa, debate e certos valores duradouros. É separado da redação.
21 de julho de 2024
A decisão do presidente Biden de sair da eleição presidencial de 2024 é um desfecho apropriado para um homem cuja vida foi dedicada ao serviço público. O Sr. Biden serviu bem à nação como seu presidente. Ao concordar em deixar o cargo quando seu mandato terminar em janeiro, ele aumenta significativamente a chance de seu partido proteger a nação dos perigos de um retorno de Donald Trump à presidência.
Maiorias dos americanos têm dito consistentemente que não acreditam que o Sr. Biden poderia liderar a nação por mais um mandato, citando temores de longa data sobre sua idade e condição física que só aumentaram nos últimos meses. Se ele permanecesse no topo da chapa, aumentaria significativamente a probabilidade de o Sr. Trump retomar a presidência e potencialmente controlar ambas as casas do Congresso. O próprio Sr. Biden tem advertido consistentemente que essa perspectiva representa uma ameaça profunda à nação e suas tradições democráticas.
O Sr. Biden fez agora o que o Sr. Trump nunca fará: colocou o interesse nacional acima de seu próprio orgulho e ambição.
A saída de Biden dá aos democratas a oportunidade de refocar a atenção pública das questões sobre a aptidão do presidente para a manifesta inadequação moral e temperamental de Trump — e para os perigos de armar novamente o ex-presidente com os consideráveis poderes da presidência.
O Sr. Trump é um criminoso que desrespeita a lei e a Constituição, um mentiroso inveterado sem qualquer causa maior além do seu próprio interesse e um formulador de políticas imprudente indiferente ao bem-estar do povo americano. Seu mandato causou danos duradouros ao povo e ao projeto da América e à sua reputação no mundo. Em um segundo mandato, ele operaria com menos restrições e mais facilitadores dispostos, e ele e seus assessores encorajados deixaram claro que pretendem exercer o poder de forma implacável.
No entanto, não basta descrever todos os danos que Trump causaria ao país: o Partido Democrata precisa oferecer ao povo americano um roteiro para um futuro melhor. Os novos indicados para presidente e vice-presidente representarão uma nova chance de lembrar os eleitores das diferenças de longa data entre os dois partidos.
Esta eleição determinará se os Estados Unidos, como tem feito sob Biden, enfrentarão a agressão da Rússia contra a Ucrânia. Determinará se o governo federal continuará lutando para proteger os direitos reprodutivos das mulheres e continuará o trabalho incipiente e urgentemente necessário da administração Biden para enfrentar a mudança climática, mudando a economia para energias renováveis. Sob Biden, a desigualdade econômica começou a diminuir, e esta eleição ajudará a determinar se os trabalhadores poderão manter uma participação maior na prosperidade do país.
Em uma carta à nação anunciando sua decisão, Biden estava correto ao dizer que a nação fez grandes progressos desde o início de seu mandato, particularmente em áreas como política externa, clima, infraestrutura e bem-estar dos trabalhadores americanos. Sua campanha também descreveu planos que o novo candidato democrata deve adotar e desenvolver. Embora o presidente seja pessoalmente impopular, suas propostas para avançar nesses objetivos têm amplo apoio público.
Em outras áreas, a saída de Biden oferece uma nova chance de abordar as preocupações dos eleitores com políticas melhores.
O próximo candidato democrata deve reconhecer e oferecer soluções para a dor e as disrupções causadas pela imigração descontrolada. A América precisa de imigrantes. A nação também precisa de políticas melhores para controlar seu fluxo para o país.
Os eleitores estão irritados com o custo de vida. Os democratas particularmente precisam oferecer melhores ideias para abordar o maior item do orçamento da maioria das famílias: o alto custo da habitação.
E o sucessor de Biden precisa se engajar com o povo americano. Biden teve menos interações não roteirizadas com o público e a mídia do que qualquer outro presidente em décadas recentes, muitas vezes deixando os eleitores com a sensação de que ele estava se escondendo do público. Um novo candidato presidencial deve demonstrar exatamente a tendência oposta, mostrando tanto disposição para ser aberto sobre os planos para o futuro quanto um interesse real no que os eleitores têm a dizer em retorno.
Em uma postagem nas redes sociais na tarde de domingo, Biden disse que estava endossando a vice-presidente Kamala Harris para ocupar seu lugar no topo da chapa. Ela é uma líder realizada e uma campista eloquente e vigorosa e provavelmente será uma candidata muito mais persuasiva do que Biden. Ela responsabilizaria Trump por suas mentiras e políticas destrutivas de uma maneira que as debilidades de Biden o deixaram incapaz de fazer.
Escolher Harris seria um caminho razoável para os democratas seguirem; ela tem sido companheira de chapa de Biden, e embora nenhum voto tenha sido dado a ela como candidata presidencial nas primárias, os eleitores do presidente esperavam que ela estivesse na chapa em novembro.
No entanto, os delegados do partido devem ter voz em uma decisão de tal consequência. Há outros democratas qualificados que poderiam enfrentar Trump e vencer, e escolher um candidato sem uma verdadeira competição é como o partido chegou a uma posição de ungir um porta-estandarte que grandes maiorias de democratas e independentes tinham preocupações profundas. Embora a hora seja tardia, ainda há tempo para colocar os principais candidatos através de um processo de escrutínio público antes que a convenção de nomeação do partido comece em 19 de agosto, para informar a escolha de um candidato e construir apoio público.
Seja o partido escolhendo Harris ou outro democrata, o candidato deve convencer os eleitores de que ele ou ela emulará a abordagem de Biden de trabalhar com o Congresso. Em uma era de intensa polarização, Biden evitou as satisfações de posturas principistas em favor dos compromissos necessários para fazer progressos tangíveis. Ele se envolveu respeitosamente e com honra com os republicanos.
As vitórias resultantes incluíram grandes investimentos em melhorias de infraestrutura e redução da desigualdade, bem como leis abordando a violência armada, modernizando o sistema de controle de tráfego aéreo, protegendo o casamento entre pessoas do mesmo sexo e investindo na fabricação de semicondutores. Compromissos semelhantes são necessários para reescrever as leis de imigração do país, para criar um substituto equitativo para os cortes de impostos de 2017 de Trump e para aprovar leis que ajudem os pais que trabalham.
Acima de tudo, como presidente, Biden defendeu os valores que há muito definem a América: um compromisso com a liberdade, um respeito pelo estado de direito e a crença de que o pluralismo é uma fonte fundamental da força da nação. Sua administração, a mais diversa na história americana, incorpora esses valores. Trabalhou para melhorar a vida de todos os americanos e para dar aos americanos a oportunidade de construir vidas melhores.
Quando Biden começou sua campanha em 2019, ele disse aos apoiadores que Trump seria derrotado e que a história consideraria os quatro anos de Trump no cargo como um "momento aberrante". Biden desempenhou seu papel, mas o projeto democrático nunca está completo. Esse trabalho agora passa para a próxima geração de líderes políticos e para o povo americano.
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OPINION
THE EDITORIAL BOARD
Biden Made a Courageous Choice. Democrats Must Seize the Opportunity.
By The Editorial Board
The editorial board is a group of opinion journalists whose views are informed by expertise, research, debate and certain longstanding values. It is separate from the newsroom.
July 21, 2024
President Biden’s decision to exit the 2024 presidential election is a fitting coda for a man whose life has been devoted to public service. Mr. Biden has served the nation well as its president. By agreeing to step down when his term ends in January, he is greatly increasing the chance that his party is able to protect the nation from the dangers of returning Donald Trump to the presidency.
Majorities of Americans have consistently said they did not believe Mr. Biden could lead the nation for another term, citing longstanding fears about his age and fitness that have only grown in recent months. Had he remained at the top of the ticket, he would have greatly increased the likelihood of Mr. Trump retaking the presidency and potentially controlling both houses of Congress as well. Mr. Biden himself has consistently warned that specter presents a profound threat to the nation and its democratic traditions.
Mr. Biden has now done what Mr. Trump never will: He has placed the national interest above his own pride and ambition.
Mr. Biden’s departure gives Democrats an opportunity to refocus public attention from questions about the president’s fitness to the manifest moral and temperamental unfitness of Mr. Trump — and to the dangers of rearming him with the considerable powers of the presidency.
Mr. Trump is a felon who flouts the law and the Constitution, an inveterate liar beholden to no higher cause than his self-interest and a reckless policymaker indifferent to the well-being of the American people. His term in office did lasting damage to the people and the project of America and to its reputation around the world. In a second term he would operate with fewer restraints and more willing enablers, and he and his emboldened advisers have made clear they intend to exercise power ruthlessly.
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Yet it’s not enough to describe all the harm Mr. Trump would do to this country: The Democratic Party needs to offer the American people a road map to a better future. The new presidential and vice-presidential nominees will represent a fresh chance to remind voters of longstanding differences between the two parties.
This election will determine whether the United States, as it has under Mr. Biden, stands up to Russia’s aggression against Ukraine. It will determine whether the federal government keeps fighting to protect the reproductive rights of women and continues the Biden administration’s nascent, urgently necessary work to address climate change by shifting the economy to renewable energy. Under Mr. Biden, economic inequality has begun to decline, and this election will help to determine whether workers are able to maintain a claim on a larger share of the nation’s prosperity.
In a letter to the nation announcing his decision, Mr. Biden was correct in saying the nation has made great progress since his term began, particularly in areas such as foreign policy, climate, infrastructure and the welfare of American workers. His campaign has also described plans that the new Democratic nominee ought to adopt and build on. While the president is personally unpopular, his proposals to further these goals enjoy broad public support.
In other areas, Mr. Biden’s departure offers a fresh chance to address voters’ concerns with better policies.
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The next Democratic nominee should acknowledge and offer solutions for the pain and disruptions caused by uncontrolled immigration. America needs immigrants. The nation also needs better policies for controlling their flow into the country.
Voters are angry about the cost of living. Democrats particularly need to offer better ideas for addressing the biggest line item in most household budgets: the high cost of housing.
And Mr. Biden’s successor needs to engage with the American people. Mr. Biden has had fewer unscripted interactions with the public and the news media than any other president in recent decades, often leaving voters with a sense that he was hiding from the public. A new presidential candidate should demonstrate exactly the opposite tendency, showing both a willingness to be open about plans for the future and a real interest in what voters have to say in return.
In a social media post on Sunday afternoon, Mr. Biden said he was endorsing Vice President Kamala Harris to take his place at the top of the ticket. She is an accomplished leader and a forceful and eloquent campaigner and is likely to be a far more persuasive candidate than Mr. Biden. She would hold Mr. Trump to account for his lies and destructive policies in a way that Mr. Biden’s infirmities have left him unable to do.
Choosing Ms. Harris would be a reasonable path for Democrats to take; she has been Mr. Biden’s running mate, and while no votes were cast for her as a presidential candidate in primaries, the president’s voters expected her to be on the ticket in November.
Nonetheless, party delegates should have a voice in a decision of this consequence. There are other qualified Democrats who could take on Mr. Trump and win, and picking a candidate without a real contest is how the party got into a position of anointing a standard-bearer that large majorities of Democrats and independents had profound concerns about. While the hour is late, there is still time to put leading candidates through a process of public scrutiny before the party’s nominating convention begins on Aug. 19, to inform the choice of a nominee and to build public support.
Whether the party chooses Ms. Harris or another Democrat, the nominee should convince voters that he or she will emulate Mr. Biden’s approach to working with Congress. In an era of intense polarization, Mr. Biden eschewed the satisfactions of principled stands in favor of the compromises necessary to make tangible progress. He engaged respectfully and honorably with Republicans.
The resulting victories included major investments in improving infrastructure and reducing inequality, as well as laws addressing gun violence, modernizing the air traffic control system, protecting same-sex marriage and investing in semiconductor manufacturing. Similar compromises are needed to rewrite the nation’s immigration laws, to craft an equitable replacement for Mr. Trump’s 2017 tax cuts and to pass laws helping working parents.
Most of all, as president, Mr. Biden has stood on the side of the values that have long defined America: a commitment to freedom, a respect for the rule of law and a belief that pluralism is a fundamental source of the nation’s strength. His administration, the most diverse in American history, embodies those values. It has worked to improve the lives of all Americans and to give Americans the opportunity to build better lives.
When Mr. Biden began his campaign in 2019, he told supporters that Mr. Trump would be defeated and that history would come to regard Mr. Trump’s four years in office as an “aberrant moment.” Mr. Biden has played his part, but the democratic project is never complete. That work now passes to the next generation of political leaders and to the American people.
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A version of this article appears in print on July 22, 2024, Section A, Page 18 of the New York edition with the headline: Biden Made a Courageous Choice. Democrats Must Seize the Opportunity.. Order Reprints | Today’s Paper | Subscribe
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