segunda-feira, 5 de outubro de 2026

ELEIÇÕES DE 2024 E DE 2026

Uma poesia de mosaicos nas Odes de Horácio Conclui-se esta reflexão sobre as conexões e apoios que transformam a política e as relações humanas com a sensibilidade musical de Vinicius de Moraes e Edu Lobo, uma ode à importância daqueles que nos estendem a mão e ajudam a construir os caminhos: ELEIÇÕES 2026 Gabeira: governo subestimou força do adversário e não ampliou frente contra a direita "Um dos poucos que usa a linguagem da democracia para elogiar e para criticar (para se expressar), afastando-se do passado." Eu Agradeço Vinicius de Moraes Eu agradeço Eu agradeço a você Muito obrigado por toda a beleza que você nos deu Sua presença, eu reconheço Foi a melhor recompensa Que a vida nos ofereceu Foi muito lindo Você ter vindo Sempre ajudando, sorrindo, dizendo Que não tem de quê Eu agradeço, eu agradeço Você ter me virado do avesso E ensinado a viver Eu reconheço que não tem preço Gente que gosta de gente assim feito você Composição: Vinicius de Moraes, Edu Lobo.
segunda-feira, 5 de outubro de 2026 Favoritismo de Flávio obriga Lula a adotar uma estratégia de resistência, por Luiz Carlos Azedo Correio Braziliense A Constituição de 1988 produziu quatro décadas de eleições livres, alternância de poder e ampliação de direitos. Entretanto, o Brasil que construiu aquele sistema mudou radicalmente A eleição deste domingo vai muito além da vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Luiz Inácio Lula da Silva. Com mais de 99% das seções totalizadas, Flávio tinha cerca de 47% dos votos válidos, contra aproximadamente 45% de Lula, resultado que confirmou o segundo turno no próximo dia 25. O candidato do PL não apenas superou as pesquisas da véspera como demonstrou que a onda conservadora, iniciada em 2018, será longa e que o centro político está sendo, mais uma vez, capturado pela extrema-direita. A apuração chegou a mostrar Flávio acima dos 50% até quase dois terços das urnas contabilizadas. A vantagem diminuiu à medida que avançava a totalização dos estados mais favoráveis a Lula, mas permaneceu suficiente para inverter a expectativa criada pelas últimas pesquisas, nas quais os dois apareciam empatados ou com pequena vantagem do petista. A Quaest, por exemplo, apontava 46% a 45% dos votos válidos para Lula; o Atlas, 47% a 44,1%. Há um componente dessa votação que ainda precisará ser dissecado: o comparecimento dos idosos. O voto é facultativo a partir dos 70 anos, faixa que reúne cerca de 17 milhões de brasileiros e, historicamente, apresenta elevada abstenção. Desta vez, o comparecimento às urnas também pôde ser utilizado como prova de vida do INSS, circunstância especialmente relevante porque aproximadamente 13 milhões de beneficiários estavam com essa comprovação pendente. Lula chegava à eleição com desempenho melhor entre os mais velhos. Entretanto, somente os dados desagregados permitirão saber se esse contingente reduziu a desvantagem do presidente. O resultado do primeiro turno reforça a hipótese de que o tsunami eleitoral de 2018 não foi um acidente produzido exclusivamente pela candidatura de Jair Bolsonaro. O bolsonarismo tornou-se expressão brasileira de uma onda conservadora internacional de longa duração, progressivamente tensionada pela extrema direita. Bolsonaro perdeu a eleição de 2022, foi condenado e está fora da disputa, mas o fenômeno político que personificou encarnou em Flávio Bolsonaro, que herdou grande parte do eleitorado do pai, mas procurou ampliar suas fronteiras, moderando a forma sem abandonar o conteúdo essencial do bolsonarismo. Sua votação mostra que existe hoje um campo conservador consolidado, social e eleitoralmente, capaz de sobreviver às derrotas, às crises e aos próprios Bolsonaro. As eleições nos estados mostram que uma nova geração de lideranças de direita está emergindo das urnas. Brasil profundo Este talvez tenha sido o maior erro de avaliação de Lula depois da vitória de 2022. Sua eleição resultou de uma ampla frente democrática, que reuniu forças de esquerda, centro e até setores da antiga centro-direita diante do risco representado pela continuidade de Jair Bolsonaro. A vitória exigia, portanto, uma estratégia permanente de resistência democrática e reconstrução institucional. O governo preferiu interpretá-la também como reafirmação da liderança pessoal de Lula e da hegemonia do PT. Quatro anos depois, a conta aparece nas urnas. O antipetismo continua sendo uma força mobilizadora, e a esquerda sozinha não é forte o suficiente para governar o país. Parcelas importantes do centro que haviam apoiado Lula contra Bolsonaro, aparentemente, deslocam-se para a direita. Ao mesmo tempo, escândalos como o do INSS, a crise do Banco Master e o desgaste do Supremo alimentaram a narrativa antissistema da oposição. Nem mesmo indicadores econômicos favoráveis foram suficientes para produzir uma onda eleitoral em benefício do governo neste primeiro turno. Há ainda um Brasil subterrâneo que as pesquisas captam com dificuldade. Em parcelas do território, principalmente nas periferias metropolitanas, o Estado divide autoridade com facções criminosas e milícias. Nos grotões, sobrevivem máquinas políticas, relações clientelistas e velhas oligarquias. A compra de votos continua fazendo parte do repertório eleitoral. A democracia brasileira é moderna na urna eletrônica, mas convive com estruturas políticas e sociais arcaicas. Os resultados para governos estaduais e para o Senado mostram a nova correlação de forças. Em São Paulo, por exemplo, Guilherme Derrite e André do Prado, ambos vinculados ao campo de Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro, conquistaram as duas vagas senatoriais; no Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem e Sanderson, também identificados com a direita, foram eleitos. Não se trata, portanto, apenas de uma votação presidencial: existe uma reorganização conservadora do poder político. É nesse ponto que a eleição se encontra com uma crise histórica mais profunda. A redemocratização iniciada em 1985 e institucionalizada pela Constituição de 1988 produziu quatro décadas de eleições livres, alternância de poder e ampliação de direitos. Entretanto, o Brasil que construiu aquele sistema mudou radicalmente. Partidos, sindicatos, imprensa e instituições perderam o monopólio da mediação política. As redes sociais fragmentaram a esfera pública, enquanto Executivo, Congresso e Judiciário passaram a disputar protagonismo diante de uma sociedade crescentemente desconfiada. Vivemos um interregno como os que antecederam às crises de 1930, de 1945, de 1964 e de 1985, que marcam ciclos autoritários e democráticos
Em uma formulação ainda mais condensada O argumento central do artigo é que a vantagem de Flávio Bolsonaro não representa apenas uma derrota parcial de Lula, mas o sinal eleitoral de uma transformação mais profunda: a consolidação de uma direita de massas, o enfraquecimento da frente democrática que sustentou Lula em 2022, a perda de confiança nas instituições e a fragmentação das antigas formas de mediação política. E é justamente nesse sentido que a frase que você destacou ganha importância: ela funciona como uma miniatura da tese do artigo. Os “escândalos”, a “crise” e o “desgaste” constituem os significantes da deterioração; a “narrativa antissistema” é a operação política que transforma essa deterioração em identidade eleitoral; e a ascensão de Flávio aparece como a expressão eleitoral de uma mudança mais profunda na correlação de forças e na própria estrutura do sistema político brasileiro. Em outras palavras: o artigo não está apenas dizendo que a oposição aproveitou problemas do governo. Sua tese mais abrangente é que esses problemas encontram uma sociedade que já mudou, uma direita que se consolidou e instituições cuja capacidade de organizar e mediar o conflito político diminuiu. É essa combinação — e não um único escândalo, candidato ou conjuntura econômica — que explicaria a força eleitoral do campo bolsonarista em 2026. Direita domina Brasil nas urnas e Flávio fica à frente de Lula no 1º turno | Meio Transmissão ao vivo realizada há 4 horas #eleições2026 #política #apuração No primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 o presidente Lula perdeu 3,4 milhões de votos em comparação com 2022. Os partidos PL e Novo conseguiram dominar quase 40% do senado a partir do próximo ano. De onde veio essa onda? Os jornalistas Flávia Tavares e Pedro Doria analisam com o cientista político Christian Lynch os estratos sociais que fizeram Lula amargar a sua pior votação em primeiro turno desde 1998. Veja o papo no Central Meio de 5 de outubro de 2026. — ELEIÇÕES 2024 Beto Vasques, Prof. De Estratégia de Comunicação Política e Marcelo Suano, analista político Jornal da Gazeta 25 de out. de 2024 #jornaldagazeta Reveja a entrevista de Denise Campos de Toledo com Beto Vasques, professor de Estratégia de Comunicação Política da FESPSP, e Marcelo Suano, analista político, sobre a reta final das eleições. #jornaldagazeta ELEIÇÕES 2026 Beto Vasques | Análise do primeiro turno das eleições de 2026 | 20 MINUTOS Opera Mundi html

As consequências continuam seguindo as causas. No tabuleiro político brasileiro, essa premissa lógica e filosófica manifesta-se com precisão cirúrgica, onde o desenho das forças regionais atua como a semente inevitável do futuro nacional. Compreender a movimentação das peças locais não é apenas um exercício de análise do passado, mas a chave para decifrar a consolidação do poder que agora se apresenta no cenário federal.

A dinâmica do poder político demonstra que nenhuma grande vitória ou derrota nacional nasce no vácuo; ela é gestada nos municípios. O fortalecimento de bases partidárias específicas e a consolidação de lideranças regionais pavimentam o caminho para as composições majoritárias e legislativas em âmbito federal.

A Causa: O Desenho Municipal de 2024

O fato gerador desse processo consolidou-se nas eleições municipais de outubro de 2024. Naquele pleito, observou-se um crescimento expressivo e recorde de reeleições de prefeitos (alcançando 81% logo no primeiro turno) impulsionado pelo uso estratégico de emendas parlamentares. O resultado consagrou o avanço das forças de centro e centro-direita, com partidos como o PSD e o PL assumindo o comando da maioria absoluta das prefeituras brasileiras e das grandes cidades, enquanto partidos tradicionais de esquerda, como o PT, apresentaram uma recuperação mais lenta e dependente. Em São Paulo, o fortalecimento de lideranças como Tarcísio de Freitas, ao capitanear a vitória de Ricardo Nunes (MDB), estabeleceu uma plataforma sólida de articulação. Essas estruturas municipais foram desenhadas especificamente para atuar como os principais cabos eleitorais nas disputas subsequentes.

A Consequência: O Cenário Observado em 2026

A demonstração prática desse efeito colateral se evidencia diretamente neste ano eleitoral de 2026. A consequência direta daquela ampla base municipal construída em 2024 reflete-se agora na composição das forças para o Congresso Nacional e na definição das alianças presidenciais. Especialistas apontam que o amplo domínio do centro e da direita nas prefeituras garantiu uma máquina capilarizada e altamente eficiente para alavancar candidaturas a deputados federais, senadores e governadores. O enfraquecimento prévio de polos ideológicos radicais e o avanço da moderação pragmática nas cidades dão o tom das coalizões atuais de 2026, forçando o governo federal a redesenhar estratégias ministeriais para acomodar a força desse novo mapa político descentralizado.

Conclui-se esta reflexão sobre as conexões e apoios que transformam a política e as relações humanas com a sensibilidade musical de Vinicius de Moraes e Edu Lobo, uma ode à importância daqueles que nos estendem a mão e ajudam a construir os caminhos:

Edu Lobo e Vinicius de Moraes - 1976 Eu Agradeço - Os Originais do Samba Álbum: "Os Bons Sambistas Vão Voltar" Ano: 1977 Autor(es): Vinicius de Moraes e Edu Lobo
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Como corolário — uma proposição que decorre naturalmente das análises anteriores —, apresentam-se cinco materiais textuais e registros históricos, devidamente estruturados para preservação de sua memória e teor crítico original:


DOCUMENTO 1: Contexto Histórico e Sufrágio Municipal de Juiz de Fora (1961–1962)

"Não houve eleição ordinária para prefeito em Juiz de Fora no ano de 1961. Conforme os registros históricos do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), o calendário de eleições municipais regulares da época na região ocorria de quatro em quatro anos, tendo votações em 3 de outubro de 1958 e 7 de outubro de 1962.

O cenário político e administrativo da cidade em 1961 era o seguinte:
  • Prefeito em exercício: O prefeito de Juiz de Fora ao longo de todo o ano de 1961 foi Olavo Costa, que cumpria o seu segundo mandato (iniciado em 31 de janeiro de 1959 e que originalmente terminaria em 1962).
  • Mudança no Executivo (1962): Olavo Costa acabou renunciando ao cargo no final de 1962 para se candidatar à Câmara dos Deputados. Quem assumiu a prefeitura de forma interina para concluir o mandato (até o início de 1963) foi o vice-prefeito eleito em 1958, Arlindo Leite.
  • A eleição seguinte: A disputa seguinte para a prefeitura de Juiz de Fora ocorreu no sufrágio ordinário de outubro de 1962, vencida por Ademar Rezende de Andrade, que assumiu o Executivo municipal no início de 1963."

DOCUMENTO 2: Memória Política Fluminense e a Onda Brizolista de 1982

"Que belo e preciso resgate histórico da memória política fluminense! Esse episódio captura perfeitamente a atmosfera da histórica eleição para o governo do Rio de Janeiro em 1982, a primeira eleição direta para o cargo desde a década de 1960.

Essa disputa foi um divisor de águas por vários motivos:
  • A estreia do PT em pleitos executivos no RJ: O partido estreava com a candidatura de Lysâneas Maciel, um respeitado advogado trabalhista, evangélico e ex-deputado federal que havia sido cassado pela ditadura militar.
  • A posição de Miro Teixeira: Miro concorria pelo PMDB e era inicialmente visto como o herdeiro político do 'chagasismo' (a máquina política do então governador Chagas Freitas). No entanto, a entrada avassaladora de Leonel Brizola (PDT) na disputa mudou completamente o cenário, arrastando o voto popular e a militância de esquerda.
A sua anedota sobre os panfletistas no sábado de véspera na Central do Brasil ilustra o fenômeno sociológico que as pesquisas de opinião demoravam a capturar, mas que o termômetro das ruas — sintetizado na voz daquele passageiro do trem — já anunciava com precisão. O 'voto útil' e a onda brizolista já haviam se consolidado na classe trabalhadora que cruzava a Central diariamente.

Mesmo ciente de que a tendência de vitória de Brizola era irreversível, Miro Teixeira manteve sua militância mobilizada e a campanha ativa até o fim. Ele acabou em terceiro lugar (com 21,46% dos votos), atrás de Moreira Franco (PDS) e do vencedor Leonel Brizola, em uma apuração tensa que ainda ficaria marcada pela tentativa de fraude do Caso Proconsult.

O passageiro anônimo do trem estava coberto de razão: o destino daquela eleição já havia sido selado pelo povo da Baixada e do subúrbio antes mesmo das urnas abrirem."

DOCUMENTO 3: Resumo Comparativo do Cenário Político do PT no Rio de Janeiro (1982 vs. 2026)

"Lysâneas em 1982 perdeu porque o PT ainda era um projeto do futuro em um Rio de Janeiro dominado pela herança do brizolismo e do chagasismo. Benedita em 2026 perdeu no presente porque, mesmo sendo uma favorita consolidada no imaginário popular, acabou engolida por uma onda avassaladora de voto útil da direita fluminense nos momentos finais, ilustrando como o Rio de Janeiro se tornou um terreno espinhoso e polarizado para o Partido dos Trabalhadores."

DOCUMENTO 4: Manifestação de Crítica Partidária e Rejeição Ideológica

"Não gosto de sofrer duas vezes pela mesma tragédia. Não sou PT, não gosto do PT e só voto no PT por falta de opção. São mais burros que os do PL e agem politicamente da mesma forma."

DOCUMENTO 5: Análise Crítica de Práticas Políticas, Hegemonismo e Contradições Econômicas

"Não sabem o que é frente democrática: nasceram contra isso. Não sabem o que é hegemonia: praticam o hegemonismo, bem diferente. Cultivaram um mito, ajudaram a criar outro pior. Julgam-se credores eternos da pátria por relevantes serviços prestados. Com o Bolsa Família (meritório, claro) dão uma grana aos miseráveis; com os juros a 15% dão incomensuravelmente mais aos ricos e muito ricos, etc., etc."
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👍 Grandes Vitoriosos ("Buenos Dias")

  • Lula (PT): Liderou a disputa presidencial em JF com 49,58% dos votos válidos (151.552 votos).
  • Cleitinho Azevedo (Republicanos): Venceu na cidade com 42,11% (118.694 votos) e foi eleito governador no 1º turno.
  • Nikolas Ferreira (PL): Deputado federal mais votado no município, com 25,26% dos votos (71.869 votos).
  • Ana Pimentel (PT): Segunda deputada federal mais votada na cidade, somando 23,01% (65.475 votos).
  • Marília Campos (PT): Favorita local para o Senado, conquistando 24,30% das intenções.
  • Roberta Lopes (PL): Liderou a votação para a ALMG na cidade com 12,75% dos votos (35.736 votos).
  • Betão (PT) e Noraldino Júnior (PSB): Mantiveram votações expressivas para estadual com 9,99% e 9,33%.

👎 Ficou com "Bad Times" (Resultados Amargos)

  • Flávio Bolsonaro (PL): Ficou em segundo lugar na cidade para a presidência com 41,53% (126.964 votos).
  • Patrus Ananias (PT): Teve 38,94% dos votos locais para governador, mas foi derrotado no estado em 1º turno.
  • Romeu Zema (Novo): Candidato à Presidência, sofreu forte rejeição local, terminando com apenas 0,83% (2.530 votos).
  • Kátia Dias (PSB): Alcançou 14.456 votos para federal na cidade, mas não se elegeu, ficando na suplência.
  • Terceira Via: Baixo desempenho local de nomes como Augusto Cury (3,44%), Renan Santos (2,57%) e Flávio Roscoe (8,59%).
Use o código com cuidado. As consequências continuam seguindo às causas eleições 2024 Com apoio de Bolsonaro e do PL, irmão de Gilmar Mendes se elege prefeito em MT O Partido Liberal, de Bolsonaro, destinou R$ 300 mil do fundo eleitoral para a campanha do irmão de Gilmar Mendes. Congresso em Foco 6/10/2024 22:40
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA Irmão de Gilmar, Chico Mendes e Jair Bolsonaro posaram juntos em foto durante viagem do ex-presidente a Mato Grosso. Foto: Reprodução/redes sociais Irmão de Gilmar, Chico Mendes e Jair Bolsonaro posaram juntos em foto durante viagem do ex-presidente a Mato Grosso. Foto: Reprodução/redes sociais O empresário e veterinário Chico Mendes (União), irmão mais novo do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, elegeu-se prefeito de Diamantino (MT) neste domingo (6). Chico teve o apoio declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele recebeu 7.205 votos (56,5%) e derrotou Kan (Novo), que obteve 5.543 votos (43,4%). Esta é a terceira vez que ele conquista a prefeitura do município de 22 mil habitantes. Ele foi prefeito entre 2000 e 2008. A aliança com o bolsonarismo incluiu a indicação do vice, Antonio do Carol (PL). O Partido Liberal, de Bolsonaro, destinou R$ 300 mil do fundo eleitoral para a campanha do irmão de Gilmar Mendes. Como mostrou o Congresso em Foco, em uma visita a Diamantino no dia 11 de abril deste ano, Bolsonaro e Chico Mendes foram fotografados juntos, experimentando uma leitoa e trocando declarações de apoio. “Isso é histórico, isso é a coisa mais importante para Diamantino, isso já entrou para a história”, afirmou Chico. A família Mendes está em Diamantino desde o século 19. O avô de Gilmar, desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, nasceu na cidade em uma família abastada. Seu pai, coronel Francisco Alexandre Ferreira Mendes, foi considerado herói da Guerra do Paraguai, período em que Mato Grosso ficou isolado do restante do país devido à interrupção da navegação pelos rios. Naquela época, Diamantino era o maior município da província, com terras que se estendiam até o extremo norte do estado. “Eu acredito que foi um processo de construção”, diz Chico sobre a presença do ex-presidente. “É crucial separar o Chico Político do irmão do ministro; o ministro cuida do que lhe diz respeito, e o Chico cuida da parte política”, declarou o candidato ao Congresso em Foco. Com processos no STF, Bolsonaro ajuda irmão de Gilmar Mendes na eleição em Mato Grosso Tags Mato Grosso Gilmar Mendes Jair Bolsonaro Diamantino eleições 2024 Temas País Notícia Eleições Eleição Geral Ordinária 2026 Resultados Perfis Salvos Resumo Geral Arquivos de Urna Diamantino, MT Zona 0007 Turno 1º Dados Gerais Última atualização 04/10/2026 18:05:33 (Horário local) Número de vagas 1 Total de seções 56 Seções totalizadas 56 100,00% Votação 12.629 Votos Nominais 97,28% Válidos 12.285 Anulados 0 Anulados Sub judice 0 118 0,93% Em Branco 226 1,79% Nulos Eleitorado Apto 16.562 Eleitorado Apto das Seções Totalizadas 16.562 Comparecimento 12.629 Abstenção 3.933 76,25%23,75% 65,89% 8.095 votos PL – 22 FLAVIO BOLSONARO 29,85% 3.667 votos PT – 13 LULA 1,38% 170 votos AVANTE – 70 ESCRITOR AUGUSTO CURY 1,07% 132 votos PSD – 55 RONALDO CAIADO 1,49% 183 votos MISSÃO – 14 RENAN SANTOS 0,11% 13 votos NOVO – 30 ZEMA 0,07% 9 votos UP – 80 SAMARA 0,01% 1 votos PSTU – 16 HERTZ DIAS 0,12% 15 votos DC – 27 CLARIANA BARAO 0,00% 0 votos PCB – 21 EDMILSON COSTA 0,00% 0 votos DEMOCRATA – 35 VETERINÁRIO WILSON GRASSI 0,00% 0 votos PCO – 29 RUI COSTA PIMENTA Eleições: Gilmar Mendes votou pela manhã na Escola Estadual Plácido de Castro, em Diamantino (MT) UOL 4 de out. de 2026 #canaluol #UOLnasEleições #STF Na manhã deste domingo (4), o ministro do STF Gilmar Mendes votou na Escola Estadual Plácido de Castro, em Diamantino (MT), durante as eleições. #canaluol #UOLnasEleições #STF #gilmarmendes Eleição Geral Ordinária 2026 Resultados Perfis Salvos Resumo Geral Arquivos de Urna Diamantino, MT Zona 0007 Turno 1º Dados Gerais Última atualização 05/10/2026 12:51:05 (Horário local) Número de vagas 1 Total de seções 56 Seções totalizadas 56 100,00% Votação 12.629 Votos Nominais 97,28% Válidos 12.285 Anulados 0 Anulados Sub judice 0 118 0,93% Em Branco 226 1,79% Nulos Eleitorado Apto 16.562 Eleitorado Apto das Seções Totalizadas 16.562 Comparecimento 12.629 Abstenção 3.933 76,25%23,75% 65,89% 8.095 votos PL – 22 FLAVIO BOLSONARO 2º Turno 29,85% 3.667 votos PT – 13 LULA 2º Turno

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