Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 4 de maio de 2024
PACTUEIRO
Acordo de pactueiro, minha nega🎶
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firmado
Lexicógrafa responsável: Débora Ribeiro
Significado de Firmado
adjetivo
Que se firmou; que se fixou, prendeu; fixado, preso: prego firmado.
Que foi assinado, geralmente estabelecendo um compromisso entre duas pessoas, instituições, países; pactuado: acordo firmado.
[Jurídico] Que se determinou por vias legais: divórcio firmado.
Com firmeza; cimentado, imobilizado.
Bem apoiado; escorado: prédio bem firmado.
Sem movimento nem maneira de se movimentar; parado.
Que recebeu validação, aprovação; sancionado.
[Figurado] Tornado mais seguro, protegido; fortificado: amizade firmada.
Com assinatura reconhecida: contrato com assinatura firmada.
[Heráldica] Designa a cruz cujas hastes tocam os extremos do escudo.
Etimologia (origem da palavra firmado). Particípio de firmar.
Sinônimos de Firmado
Firmado é sinônimo de: acertado, acordado, ajustado, estabelecido, preso, imobilizado, escorado, parado, aprovado, sancionado, fortificado, assinado, pactuado, cimentado
Antônimos de Firmado
Firmado é o contrário de: instável, mole
Definição de Firmado
Classe gramatical: adjetivo
Flexão do verbo firmar no: particípio
Separação silábica: fir-ma-do
Plural: firmados
Feminino: firmada
https://s.dicio.com.br/firmado.png
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HÁ 2 HORAS
STF concede liberdade provisória a Mauro Cid e mantém acordo de colaboração premiada
Ministro Alexandre do Moraes considerou que não há impedimento para validade do acordo firmado pelo militar com a Polícia Federal e homologado pelo STF.
04/05/2024 12:28
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STF concede liberdade provisória a Mauro Cid e mantém acordo de colaboração premiada
Ministro Alexandre do Moraes considerou que não há impedimento para validade do acordo firmado pelo militar com a Polícia Federal e homologado pelo STF.
03/05/2024 17h40 - Atualizado há
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu, nesta sexta-feira (3), liberdade provisória ao ex-ajudante de ordens da Presidência da República Mauro Cid. Na mesma decisão, tornada pública, o ministro manteve integralmente o acordo de colaboração premiada firmado pelo militar.
O ministro determinou que Cid deverá cumprir as mesmas medidas cautelares impostas em decisão proferida em 9 de setembro de 2023, tais como o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de saída do país e de comunicação com demais investigados.
Cid teve a prisão preventiva decretada em março de 2024, em razão do descumprimento das medidas cautelares e da possível prática do crime de obstrução à Justiça, após o vazamento de áudios na imprensa. Na ocasião, o ministro determinou, ainda, que ele fosse ouvido pelo STF e que fossem feitas busca e apreensão domiciliar e pessoal.
Validade do acordo
Segundo o ministro Alexandre, Mauro Cid, acompanhado por advogados e na presença da representante da Procuradoria-Geral da República (PGR), reafirmou a integridade da colaboração que firmou com a Polícia Federal e que foi homologada pelo STF. Assim, com base nas informações prestadas em audiência no STF e nos elementos de prova obtidos a partir da realização de busca e apreensão, o ministro considerou que não há nenhum impedimento à manutenção do acordo. A seu ver, foram reafirmadas, "a regularidade, legalidade, adequação dos benefícios pactuados e dos resultados da colaboração à exigência legal e a voluntariedade da manifestação de vontade".
Além disso, o ministro avaliou que, apesar da gravidade das condutas de Cid, nesse exato momento, não estão mais presentes os requisitos para a manutenção da prisão preventiva.
Leia a íntegra da decisão.
Leia a íntegra do despacho que retira o sigilo.
PN/AD
https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/MAUROCIDMantemacordoeLP1.pdf
https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/DespachoSigilodecisoCID1.pdf
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=535377&ori=1
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O Estado de S. Paulo. - maio 04, 2024
Estadão
https://digital.estadao.com.br › o-estado-de-s-paulo
O risco da mudança de regime na China. Brasil e Japão fecham acordos ambientais. Tarcísio recua, após prever mudança em verbas de USP, Unesp e Unicamp. Governo ...
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ENTENDA A DECISÃO DO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES QUE TIROU MAURO CID DA PRISÃO PELA SEGUNDA VEZ
MyNews
12.811 visualizações Transmissão ao vivo realizada há 17 horas #segundachamada #MyNews
#segundachamada
No Segunda Chamada desta sexta-feira, 3 de maio de 2024, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a soltura de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.
Mauro Cid esteve presos duas vezes - por envolvimento na falsificação de cartões de vacina e por obstrução de justiça.
Afonso Marangoni e o comentarista João Bosco Rabello, recebem os jornalistas Paulo Motoryn, do The New York Times e Intercept Brasil, e o também humorista, Marcelo Madureira.
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Precisamos do bolsonarismo moderado - 29/04/2024 - Folha
Folha de S.Paulo
https://www1.folha.uol.com.br › joel-pinheiro-da-fonseca
há 5 dias — Até grupos envolvidos com a luta armada e o terrorismo foram capazes de entregar armas e aceitar a democracia.
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📝 Joel Pinheiro da Fonseca | Tornei pública minha oposição a Bolsonaro no segundo turno de 2022, por considerar que ele atentava diretamente —e sem o menor disfarce— contra os pilares mais elementares da democracia brasileira, como nosso sistema eleitoral. O 8 de janeiro e as investigações que seguem até hoje mais do que comprovaram esse receio. Bolsonaro era mesmo golpista, preparou um golpe, mobilizou uma parcela da opinião pública para esse fim. Para nós, de uma direita que nunca aceitou Bolsonaro, resta o trabalho de longo prazo de construir as bases para uma direita liberal no Brasil. O Brasil, contudo, não vai esperar, e o conflito entre petismo e bolsonarismo deve seguir a todo vapor. A direita antibolsonarista permanecerá, por enquanto, como uma minoria valorosa, imprescindível no debate público qualificado mas incapaz de conquistar as multidões. 📲Leia mais na #Folha: https://mla.bs/fe072712
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FERNANDO SCHÜLER
Por Fernando Schüler
Política
Convicções e democracia
Por muito tempo fomos adquirindo uma visão cínica da política
Por Fernando Schüler
4 Maio 2024, ...
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/fernando-schuler/conviccoes-e-democracia
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OPINIÃO | Fernando Schüler: Convicções e democracia
facebook
Data do upload: 4 de mai. de 2024
1 Comentários
#OPINIÃO | Fernando Schüler: “Por muito tempo, e com alguma razão, fomos adquirindo uma visão cínica da política — a ideia de que tudo se moveria a...
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Bolsonarismo moderado existe? | com Guilherme Casarões | 225
Fora da Política Não há Salvação
2.134 visualizações 4 de mai. de 2024 #ForadaPolíticaNãoháSalvação #FPNS #ExtremaDireita
Lideranças bolsonaristas têm procurado se apresentar ao eleitorado e à opinião pública como moderadas, mesmo mantendo seu apoio a Jair Bolsonaro, a despeito de tudo o que se sabe sobre suas tentativas de deflagrar um golpe de Estado e, consequentemente, uma ruptura democrática no Brasil.
Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, em particular, tentam se apresentar como este oxímoro: "bolsonaristas moderados".
Alguns analistas parecem levar a sério a possibilidade de que tal coisa exista, afirmando em colunas de jornal e rádio que esse "extremismo moderado" seria bem-vindo, ou simplesmente classificando tais extremistas de fala mansa como parte da "centro-direita".
Faz algum sentido tal classificação? Tem nexo a ideia de um "bolsonarismo moderado"? Quais as implicações de levar tal ideia a sério? Que ameaças à democracia representa essa extrema-direita dissimulada ou com modos à mesa?
Para discutir tal tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político Guilherme Casarões, pesquisador e coordenador do Observatório da Extrema-Direita (OED).
Casarões é professor da FGV EAESP e professor visitante na Universidade de Brown, nos Estados Unidos.
As músicas deste episódio são "Subtle Betrayal" do SYBS e "1940's Slow Dance" de Doug Maxwell.
https://www.youtube.com/watch?v=M003xNW7dDw
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Coisas do Mundo Minha Nega
Paulinho da Viola
Hoje eu vim minha nega
Como venho quando posso
Na boca as mesmas palavras
No peito o mesmo remorso
Nas mãos a mesma viola onde eu gravei o teu nome (bis)
Venho do samba há tempo, nega
Venho parando por ai
Primeiro achei zé fuleiro que me falou de doença
Que a sorte nunca lhe chega
Que está sem amor e sem dinheiro
Perguntou se não dispunha de algum que pudesse dar
Puxei então da viola
Cantei um samba pra ele
Foi um samba sincopado
Que zombou de seu azar
Hoje eu vim, minha nega
Andar contigo no espaço
Tentar fazer em teus braços um samba puro de amor
Sem melodia ou palavra pra não perder o valor (bis)
Depois encontrei seu bento, nega
Que bebeu a noite inteira
Estirou-se na calçada
Sem ter vontade qualquer
Esqueceu do compromisso que assumiu com a mulher
Não chegar de madrugada
E não beber mais cachaça
Ela fez até promessa
Pagou e se arrependeu
Cantei um samba pra ele que sorriu e adormeceu
Hoje eu vim, minha nega
Querendo aquele sorriso
Que tu entregas pro céu
Quando eu te aperto em meus braços
Guarda bem minha viola, meu amor e meu cansaço (bis)
Por fim achei um corpo, nega
Iluminado ao redor
Disseram que foi bobagem
Um queria ser melhor
Não foi amor nem dinheiro a causa da discussão
Foi apenas um pandeiro
Que depois ficou no chão
Não tirei minha viola
Parei, olhei, fui-me embora
Ninguem compreenderia um samba naquela hora
Hoje eu vim, minha nega
Sem saber nada da vida
Querendo aprender contigo a forma de se viver
As coisas estão no mundo só que eu preciso aprender (bis)
Composição: Paulinho da Viola.
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A man wearing a tricorner hat and revolutionary war uniform and holding a flag gestures as two police officers wearing riot gear pass.
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REVIEW
Is This a Revolution? Or Are People Just Very Ticked Off?
In a new book, Fareed Zakaria explores how much the times are a-changin’. At risk, he says, is the entire global system.
MARCH 25, 2024, 8:39 AM
By Michael Hirsh, a columnist for Foreign Policy.
A man wearing a tricorner hat and revolutionary war uniform and holding a flag gestures as two police officers wearing riot gear pass.
A protester dressed as American Revolution-era George Washington argues with police officers before being pushed out of the U.S. Capitol in Washington on Jan. 6, 2021. BRENT STIRTON/GETTY IMAGES
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… something is happening here but you don’t know what it is
Do you, Mr. Jones?
—Bob Dylan, “Ballad of a Thin Man”
Something is happening to us—to Americans, to the world—and we don’t know what it is. Is the United States in the throes of some kind of revolution, with a vampiric Donald Trump rising from the political undead to threaten (more openly, this time around) the destruction of the U.S. Constitution itself? Is the entire post-World War II global system—or what remains of it—facing some kind of revolutionary upheaval as well? Russia’s murderous president, Vladimir Putin, continues to violate every postwar norm, territorially and otherwise, with China mostly on his side. Together they are helping to unravel an ever-more ragged global consensus that, if Trump is reelected U.S. president eight months from now, he could well rip apart for good. “Where Globalism Goes to Die” was the motto of the 50th annual Conservative Political Action Conference held in February at National Harbor, Maryland, where Trump was welcomed as a conquering hero.
Or are we, instead, engaged not so much in revolution as a series of counter-revolutions—in other words, a domestic and global reactionary backlash that seeks to restore the world that used to be (or what many people wishfully think it used to be)? Trump, of course, is leading the way, once more spuriously promising to “Make America Great Again.” Trump is embracing a radical agenda that seeks to reverse what the Republican Party—of which he is now sole owner and proprietor—views as nearly a century of liberal encroachment on Washington since the New Deal. He pledges to exile or even to imprison anyone who stands in his way. Much of this amounts to a rebellion by Trump’s riled-up MAGA base against the values of the American Revolution itself—its pledge of a common nationhood and constitutionalism, and its quixotic effort to “live out the true meaning of its creed,” in Martin Luther King Jr.’s words, by striving for equality among races and ethnic groups (as well as, more recently, every sort of sexual identity).
The cover of Fareed Zakaria's book Age of Revolutions: Progress and Backlash from 1600 to the Present
The cover of Fareed Zakaria's book Age of Revolutions: Progress and Backlash from 1600 to the Present
Age of Revolutions: Progress and Backlash From 1600 to the Present, Fareed Zakaria, W. W. Norton & Company, 400 pp., $29.99, March 2024
Along with that comes a Trumpian backlash against his predecessors’ attempt, in the last century, to extend the values of the American Revolution worldwide through Wilsonian globalism, and instead to return to some version of America’s pre-World War II isolationism and protectionism. More broadly we seem to be in the middle of a worldwide counter-revolution against what has reigned, for 80 years, as a truly revolutionary postwar global system. A century’s worth of Western (mostly American) institution-building had once appeared to fulfill the conditions for abolishing great-power war, for the first time in recorded history. It did this by creating a truly global economic system and international community and thus, as Walter Lippmann once wrote, “an international conscience which will play the part which war has always played in human affairs.” That system promised peace and prosperity for all, delivered it only to some—far too few, we must now acknowledge—and is now in danger of disintegrating despite having given us the longest period in modern history without a great-power war, as Fareed Zakaria observes in his important new book, Age of Revolutions: Progress and Backlash From 1600 to the Present.
The question is why—and is the rot in the system fixable or fatal? In his book, Zakaria performs an invaluable service in framing these questions precisely the right way. How sturdy, in the end, will the American and global systems prove against all these hurricane-force winds of change? And even if Trump is defeated in November, will policy-makers be smart enough to reform sufficiently, and quickly enough, to prevent a full-scale degringolade?
What’s at stake is modernity itself, writes Zakaria. The well-known host of CNN’s “GPS” program, Zakaria enjoys a lot of credibility on this subject. More than a quarter century ago, he became one of the first pundits to identify and trace the advent of what he called “illiberal democracy,” and later the “rise of the rest,” foreseeing a more challenging post-Cold War environment than most people expected. Now Zakaria seeks to preserve what’s left of the future by finding lessons in the past. Beginning with the Netherlands, whose successful “liberal revolution” invented modernity in the 1600s, Zakaria puts today’s crises in the appropriate context–that of the centuries-long interplay between “two competing plotlines: liberalism, meaning progress, growth, disruption, revolution in the sense of radical advance; and illiberalism, standing for regression, restriction, nostalgia, revolution in the sense of returning to the past.” The convulsions we are seeing in the early 21st century may prove to be just another stutter-step on the long road toward modern civilization as these two tendencies, liberalism and illiberalism, collide once again, Zakaria says. But that’s only if we address them correctly.
As a result, Zakaria desperately wants the United States to realize what’s at stake and not give up “on the world it made,” as he put it forthrightly in a recent Foreign Affairs cover article titled “The Self-Doubting Superpower.” But, ever the realist, Zakaria also writes in his book that America’s post-Cold War hegemony was always destined to take a hit: “The unipolar moment could not last forever. History had to return.”
Perhaps. But one thing is certain: Washington gave history one hell of a tailwind, thanks to the colossal errors of its politicians and policy-makers. That’s why so much of the revolution—or counter-revolution—involves a backlash against American arrogance and overconfidence in overseeing the world system that Washington helped create after World War II. This hubris in the triumphalist aftermath of the Cold War led Washington to invade another country (Iraq) without cause (which in turn contributed to another debacle, the loss of Afghanistan to the resurgent Taliban); to fecklessly throw open capital markets all at once to Wall Street’s predations (free markets are always good, right? after all they won the Cold War), leading to the 2008 financial crisis and far-reaching economic instability; and to arguably overextend NATO smack up against Russia’s borders. It is noteworthy that many foreign policy experts (Zakaria among them) believe that, whatever the complex historical reasons for Putin’s Ukraine invasion, the Americans provoked him unnecessarily at the NATO summit at Bucharest in 2008 by raising the possibility that Ukraine might join NATO but without making a formal offer. This, Zakaria, writes, “was the worst of both worlds—enraging Russia without giving Ukraine any path to certainty.” Putin himself, in his Feb. 21, 2022, speech justifying the invasion, cited as precedent “the invasion of Iraq without any legal grounds.” China has also invoked the theme of U.S. hubris and irresponsibility in mismanaging the world system: Zhao Lijian, then the Chinese foreign ministry spokesperson, in 2022 called the U.S. “the leading instigator of the Ukraine crisis” because it “led NATO in pursuing five rounds of eastward expansion.” And as Zakaria observes, Chinese leader Xi Jinping is quite brazenly leading a “cultural counterrevolution” built on a nostalgic (and likely untrue) version of a once-dominant Chinese nationalism that rejects U.S. hegemony.
The question, again, is how far will all these convulsions go in threatening to overturn all of what we consider, today, world civilization—which is why we need to get the framing of the challenge right. Zakaria writes that we’ve moved way beyond the old ideological division between right versus left, which has existed since the French Revolution but has broken down completely. Instead, today’s political divide can be defined more as what former British Prime Minister Tony Blair called “open versus closed.” In practical terms that means neo-isolationist and neo-protectionist populism (both on the far right and far left) versus a more or less internationalist establishment (both left of center and right of center).
A man wearing jeans and a dark jacket lifts a pick ax to slam into a graffiti-covered section of the the Berlin Wall. Other protesters are seen behind him.
A man wearing jeans and a dark jacket lifts a pick ax to slam into a graffiti-covered section of the the Berlin Wall. Other protesters are seen behind him.
A man attacks the Berlin Wall with a pickax on the night of Nov. 9, 1989, a pivotal moment in the fall of communism.ROBERT WALLIS/CORBIS VIA GETTY IMAGES
Zakaria wrestles with whether this was all inevitable, a kind of “Thucydides Trap” by which rising powers (read: China) always challenge established ones, or whether our politicians and policy-makers brought it on themselves. He writes that one of the mistakes made during the “hyper-globalization” of the post-Cold War period—that “end of history” moment when “all competing ideologies and economic systems seemed to have lost legitimacy and support”—was that it all happened too fast. We in the West were expecting too much too quickly, particularly of the former Soviet Union and those countries that were once part of the Soviet sphere. “Because the developing world did not have the time to slowly develop its institutions, democratization in the 1980s and ‘90s was swift and shallow,” he writes. “Countries failed to embed the protections and freedoms promised by liberalism. The masses, in turn, did not know what to expect or demand from this new system and, in many cases, were left to weather the disruptions of market liberalism with no institutional insulation to protect them.”
Zakaria writes that one of the mistakes made during the “hyper-globalization” of the post-Cold War period was that it all happened too fast.
This was particularly true of Russia after the USSR collapsed. Zakaria quotes Boris Yelstin, Putin’s predecessor, as describing the liberal democratic and free-market institutions pressed on Moscow by the West in the 1990s as “beautiful structures and beautiful titles with nothing behind them.” Is Putin—and the anti-Western counter-revolution he is leading—somehow a monster that we ourselves created? Zakaria does not go into great detail about this, but an argument can certainly be made that Putin and Putinism are largely the product of excessive American triumphalism, and not just because of NATO expansion. Soon after the Soviet Union disappeared from the map, the administrations of George H.W. Bush and Bill Clinton pushed “shock therapy” in the form of a lot of facile, pro-market solutions on Moscow, helped by the International Monetary Fund and free-market advocates at the Harvard Institute for International Development. As a result of this bad advice, privatization of the former communist production system swiftly degenerated into what the Russians called prikhvatizatsiya, or “grabification,” the seizure of state assets by government apparatchiks-turned-oligarchs, and corruption was rampant. “By paying insufficient attention to the institutional infrastructure that would allow a market economy to flourish—and by easing the flow of capital in and out of Russia—the IMF and Treasury had laid the groundwork for the oligarchs’ plundering,” wrote the economist Joseph Stiglitz, who had warned against too-rapid privatization.
The result, as former Deputy Secretary of State Strobe Talbott lamented, was “too much shock and too little therapy”—and, in the end, a populist right-wing reaction in the form of Putin. No less a free-market eminence than the Nobel-winning economist Milton Friedman later admitted to me, in a 2002 interview, that he and other advocates of hyper-globalization had been wrong about post-Soviet Russia and cautious progressives such as Stiglitz, who urged more institution building and legal protections, had read the situation correctly. “In the immediate aftermath of the fall of the Soviet Union,” Friedman said, “I kept being asked what Russia should do. I said, privatize, privatize, privatize. I was wrong. He [Stiglitz] was right. What we want is privatization and the rule of law.”
A 1870s oil painting depicts a jumble of workers toiling at an iron mill.
A 1870s oil painting depicts a jumble of workers toiling at an iron mill.
A giant trojan horse installation made up of electric components stands on a street. Behind it is a university building draped with OpenAI banners.
A giant trojan horse installation made up of electric components stands on a street. Behind it is a university building draped with OpenAI banners.
Left: A painting by Adolph Menzel depicts a German factory in the 1870s during the Industrial Revolution. FINE ART IMAGES/HERITAGE IMAGES/GETTY IMAGES Right: Banners of the U.S. artificial intelligence company OpenAI fly near an installation depicting a Trojan horse made up of microelectronic circuit boards and other computer components on the Tel Aviv University campus in Israel on June 5, 2023. JACK GUEZ/AFP VIA GETTY IMAGES
Is there anything we can do about this now? One big problem, Zakaria writes, is that not only can’t we unwind the clock, a lot of new things are happening so quickly they’re out of our control. Much of his book deals with the way the industrial revolution—the “mother of all revolutions,” he calls it—transformed society and politics forever. But that took centuries, whereas information technology and AI are having a similar impact in months. “It took almost four years to get one hundred million people worldwide to use Facebook, over two years to get that same number on Instagram, and just two months to get one hundred million people using ChatGPT,” he writes. The digital revolution has made things enormously better for average working people–with the latest information, entertainment and efficient purchasing power at the fingertips of just about everybody in the developed world–but it may be a “Faustian bargain” that comes at the cost of community and, ultimately, a firm handle on truth, Zakaria writes. “The mom-and-pop store? Gone, unable to compete with Amazon. The corner arcade? Displaced by online gambling. The local movie theater? Run out of town by Netflix,” he writes. In traditional communities everyone knew who the town drunk was, and the lone lunatic shouting on the street corner found himself ostracized. No longer: Online the lunatics have found each other and formed new and often violent virtual communities unhinged from reality.
“Many adults, living lives of greater isolation, have gone online and found a sense of shared purpose in the increasingly virulent politics of the day. As disturbing and fantastical as some conspiracy theories can be—dark visions of globalist cabals and child sex rings hidden in pizza shops—such worldviews may provide a perverse kind of comfort, a coherent narrative to replace randomness,” he writes. The machinery of liberal democracy looks slow and cumbersome too, he says, compared to “one-click ordering on Amazon,” and this need for easy answers also helped give rise to Trump, who was “catapulted” into the White House by the internet.
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Republican Congressman Brandon Williams of New York holds an Israeli flag as he looks down on a crowd of protesters below as they stage a demonstration in support of a cease fire in Gaza. The crowd holds signs that say Ceasefire, Jews Say Ceasefire Now, and Philly Jews Say Never Again is Now. Reporters and photographers are seen on the columned balcony framing the scene in the Cannon House Office Building.
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“His communication style was made for the times,” Zakaria writes. “As soon as he had a thought, he simply blasted it on social media. … He was able to speak directly to his followers and dominate the ever-shortening news cycle. And his simplistic policy prescriptions—solve illegal immigration by building a wall (and making Mexico pay for it), restore American manufacturing by imposing tariffs (that other countries would supposedly pay for)—promised a kind of instant gratification at no cost, something people have come to expect in the internet era.”
And yet there is much that is not new—much that suggests civilization is simply suffering through another bout with what Lippmann, in his 1929 book Preface to Morals, called the “acids of modernity.” These have corroded traditional belief systems and “are so powerful that they do not tolerate a crystallization of ideas which will serve as a new orthodoxy into which men can retreat.”
Ultimately, in the crucible of depression and world war, the world did find a new “orthodoxy”—the eight-decades-old international system. Can we do so again, but without a bloody trauma this time?
Ultimately, in the crucible of depression and world war, the world did find a new “orthodoxy”—the eight-decades-old international system. Can we do so again, but without a bloody trauma this time? Zakaria quotes Lippmann to good effect on this and other issues in suggesting that part of the solution lies in studying how we dealt with rapid change in the past. As in past periods of successful upheaval—say, England’s Glorious Revolution—society needs to balance “the push and pull between the past and the future.” Zakaria’s answer is to find inspiration in the stories of immigrants who seek both the best modern advantages for their children in the global economy and yet come to regret “the culture and community they left behind.” We must, instead, find a way to achieve the future—modernity—while holding onto the best parts of the past. “Liberalism’s problem in many ways is that it has been too successful,” he writes. The acids of modernity must be offset more effectively by a sturdy base of alkaline conservativism.
Zakaria harks back to previous important historical moments when there were similar convulsions but critical compromises were found. His beau ideals are enlightened 19th century politicians such as British Prime Minister Benjamin Disraeli and today, believe it or not, the much-harried U.S. president, Joe Biden. Zakaria favorably invokes the British conservatives of the 19th century who “made their peace” with the gradual democratization of the Great Reform Act and embraced the credo, “Reform, that you may preserve.” Biden, he says, also understands “the need to pivot the neoliberal consensus toward some modest, reformist versions of certain populist policies” in order to save the larger system. “Extremism may feel satisfying,” Zakaria writes, “but gradual reform more often produces lasting change.”
A painting shows British troops fighting with American troops using bayonets and swords. Several from each side appear dead on the ground. Gen. George Washington is seen on a horse in the background in front of an early American flag.
A painting shows British troops fighting with American troops using bayonets and swords. Several from each side appear dead on the ground. Gen. George Washington is seen on a horse in the background in front of an early American flag.
U.S. President Woodrow Wilson wearing a dark suit and holding a hat stands on a stage in front of a giant crowd in the stands. In the foreground, men in suits, one with a camera, cluster in front of him.
U.S. President Woodrow Wilson wearing a dark suit and holding a hat stands on a stage in front of a giant crowd in the stands. In the foreground, men in suits, one with a camera, cluster in front of him.
Left: A painting by John Trumbull depicts the death of Gen. Hugh Mercer in battle during the American Revolution. H. ARMSTRONG ROBERTS/CLASSICSTOCK/GETTY IMAGES Right: U.S. President Woodrow Wilson addresses a crowd in Tacoma, Washington, during his League of Nations Peace Tour. BETTMANN ARCHIVE/GETTY IMAGES
Zakaria’s once-over-lightly approach to history—with five centuries of it crammed into 350-odd pages—can sometimes grate. In his eagerness to bear out his major theme—that the current crisis is survivable if one learns from the past—he occasionally rushes through events, failing to connect some dots. For example, even while he acknowledges that the U.S. “sapped its strength” with debacles such as Iraq and the 2008 financial crisis—a moment of disillusionment for China when as a senior Chinese official, Wang Qishan, told then-Treasury Secretary Hank Paulson, “We aren’t sure we should be learning from you anymore”—he sometimes rather glibly describes sequences of things in simplistic terms. When the Cold War ended, Zakaria says, the country achieved a “consensus on economic policy” that “opened the door for social issues to come to the fore.” It was a bit more complicated, actually. There was a misguided consensus on neoliberalism, but the deep inequalities this created actually caused many of these social issues to erupt. And after social issues came to the fore the economic debate reerupted, giving rise to Trump’s vicious populism, as angry whites began objecting to the widening distribution of economic benefits to ethnic minorities and immigration became a huge and volatile issue.
It is also rather odd that Zakaria decides to mostly ignore the significance of the American Revolution, writing that it was not a real revolution in that it “served more to reaffirm than subvert existing hierarchies” and that “for all its political audacity, it did not immediately transform society’s deeper structures.” Okay, maybe not immediately—but ultimately the American Revolution transformed the entire world of political philosophy as well as its practice. At least as much as the Industrial Revolution, it got us where we are today reconceived as Wilsonianism, which remade much of the globe because America’s postwar world-builders believed, as U.S. President Woodrow Wilson himself declared in launching the League of Nations in 1918, that there should be “no difference between American principles and those of mankind.” (China and Russia, along with Iran and other nations, beg to differ, and it is no accident that the Trumpian reaction in the U.S. has spawned so many imitators abroad, from Viktor Orban to Jair Bolsonaro.) As far as subverting old hierarchies goes, Trump has now achieved that end completely, at least in the Republican Party, thanks to the transformation of electoral power (especially in the last half century or so as party nominations devolved from party bosses in smoke-filled rooms to a more radicalized primary electorate).
The American Revolution got us where we are today reconceived as Wilsonianism, which remade much of the globe because America’s postwar world-builders believed that there should be “no difference between American principles and those of mankind.”
As Zakaria breezes his way through titanic epochs like the Glorious Revolution, the French Revolution and the Industrial Revolution, the reader would be advised to keep by his side a copy of, say, Christopher Clark’s new book Revolutionary Spring: Europe Aflame and the Fight for a New World, 1848-49, a profound look at what “a non-linear, convulsive, intermittently violent and transformative ‘unfinished revolution’” really looks like. The effects of some revolutions can suffer from long delays, writes Clark, a Cambridge University historian. This may have happened in the Arab Spring; Clark writes that the European revolutions of 1848 were also known as the “springtime of the peoples” but like the Arab Spring were crushed by revanchist forces. Clark observes that “in their swarming multitudinousness, in the unpredictable interaction of so many forces, the tumults of the mid-nineteenth century resembled the chaotic upheavals of our own day, in which clearly defined endpoints are hard to come by.” He concludes: “If a revolution is coming for us, it may look something like 1848.”
Zakaria also briefly cites the quasi-revolutions of 1848 in Europe as a cautionary tale, a “similarly revolutionary age when the old agricultural world was rapidly being replaced by new industrial one, when politics, culture, identity and geopolitics were all being upended by gale-forced winds of structural change.” In the short run, he notes, “the Revolutions of 1848 failed. But in the ensuing years many of the revolutionaries’ ideas were quietly adopted,” preventing a deeper trauma.
Yet that took a very long time, and today’s issues are also likely to remain unresolved for a very long time. “Most likely, the world we are going to live in will lie uneasily”, Zakaria writes, between what he calls “the dual revolutions,” the return of great-power politics and the rise of the liberal order.
A police officer in riot gear pins down a protester holding a 13-star U.S. flag on the marble surface outside the Capitol.
A police officer in riot gear pins down a protester holding a 13-star U.S. flag on the marble surface outside the Capitol.
A police officer detains a pro-Trump protester holding a 13-star U.S. flag as a mob storms the U.S. Capitol in Washington on Jan. 6, 2021. SHANNON STAPLETON/REUTERS
In the interim, perhaps we can save what remains of that order. For all of America’s problems, it is still by far the dominant power in terms of its military, economy and technological edge. And we are all still benefiting from an unprecedentedly peaceful moment in human history: Never before has an international system been so all-encompassing, with an array of secondary but rising powers so co-opted by that system. The prosperity and stability provided by this system has created, despite the inequities of globalization and the resurgence of protectionism, a powerful and enduring motivation for nations to remain part of it. Among these beneficiaries, crucially, is China, which is far more integrated into the world economy than Russia and has been enriched by it as much as the United States, Europe and Japan.
Which forces will prevail in the end: the revolutions that created the world we know today, or the counter-revolutions seeking to undo it?
A key question is whether Xi Jinping and the Chinese leadership will accept this reality, at least in part—or whether Xi, a would-be Mao Zedong, is too frightened by the threat economic liberalism poses to the legitimacy of the Communist Party. Much depends on Washington’s and Beijing’s willingness to “live in peaceful albeit energetic competition” —an outcome, Zakaria writes, “most of the world would fervently choose.”
After the March 5 Super Tuesday primary results, which all but guaranteed a 2024 rematch between Biden and Trump, the president said: “Are we going to keep moving forward or will we allow Donald Trump to drag us backwards into the chaos, division, and darkness that defined his term in office?” Biden has hardly been a perfect president—but, yes, those are pretty much the stakes for the challenge that Zakaria lays out in his book. Which forces will prevail in the end: the revolutions that created the world we know today, or the counter-revolutions seeking to undo it?
We just don’t know. Trump is truly a historical oddity who could, at the helm of the biggest power in the world, make all the difference in this outcome. Tolstoy was probably right: Human history isn’t decided by “great” men. But the opposite has too often been true: Power-hungry maniacs seeking personal gain have sometimes decided things for the rest of us, and for ages to come. Perhaps, if Trump is elected, China and Russia will someday thank him. Or at the very least, maybe they’ll erect a statue to honor Trump—our modern-day Ozymandias—amid the ruins he leaves behind.
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Michael Hirsh is a columnist for Foreign Policy. He is the author of two books: Capital Offense: How Washington’s Wise Men Turned America’s Future Over to Wall Street and At War With Ourselves: Why America Is Squandering Its Chance to Build a Better World. Twitter: @michaelphirsh
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https://foreignpolicy.com/2024/03/25/fareed-zakaria-age-of-revolutions-review/
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ATÉ AO FIM
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O Processo (tradução de Torrieri Guimarães)
Franz Kafka (1883 - 1924)
sinopse:
O Processo (no original em alemão, Der Prozess) é um romance do escritor checo Franz Kafka, que conta a história de Josef K., que acorda certa manhã, e é processado e sujeito a longo e incompreensível processo por um crime não especificado.
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“Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.” — Jesus. (MATEUS, 24.13)
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Pão Nosso #036 - Até ao fim
NEPE Paulo de Tarso
6.580 visualizações Transmitido ao vivo em 28 de jun. de 2022
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
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“Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.” — Jesus. (MATEUS, 24.13)
1 Aqui não vemos Jesus referir-se a um fim que simbolize término e, sim, à finalidade, ao alvo, ao objetivo.
2 O Evangelho será pregado aos povos para que as criaturas compreendam e alcancem os fins superiores da vida.
3 Eis por que apenas conseguem quebrar o casulo da condição de animalidade aqueles Espíritos encarnados que sabem perseverar.
4 Quando o Mestre louvou a persistência, evidenciava a tarefa árdua dos que procuram as excelências do caminho espiritual.
5 É necessário apagar as falsas noções de favores gratuitos da Divindade.
6 Ninguém se furtará, impune, à percentagem de esforço que lhe cabe na obra de aperfeiçoamento próprio.
7 As portas do Céu permanecem abertas. Nunca foram cerradas. Todavia, para que o homem se eleve até lá, precisa asas de amor e sabedoria. 8 Para isto, concede o Supremo Senhor extensa cópia do material de misericórdia a todas as criaturas, conferindo, entretanto, a cada um o dever de talhá-las. 9 Semelhante tarefa, porém, demanda enorme esforço. A fim de concluí-la, recruta-se a contribuição dos dias e das existências. 10 Muita gente se desanima e prefere estacionar, séculos a fio, nos labirintos da inferioridade; todavia, os bons trabalhadores sabem perseverar, até atingirem as finalidades divinas do caminho terrestre, continuando em trajetória sublime para a perfeição.
Emmanuel
Pão nosso — Emmanuel
36
Até ao fim
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
http://bibliadocaminho.com/ocaminho/txavieriano/livros/Pn/Pn36.htm
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8. Jesus diante de Pilatos, de Herodes e do povo
Padre Paulo Ricardo
17.497 visualizações 11 de abr. de 2022
Pilatos esperava certamente que o povo preferisse Jesus a Barrabás, homem perverso, homicida e ladrão público, odiado por todos. Mas o povo, instigado pelos chefes da sinagoga, pede, de repente, sem nenhuma deliberação, a Barrabás.
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O processo correra de Heródes para Pilatos. Nada menos de cinco juízes se recusaram ao pronunciamento final.
O processo morrera assim como nascera. Sem glórias.
Tal como acontece com os Milionários da Lei Superior, surpreendemos neste fato, como em centenas de outros que se ligaram à Missão de Eurípedes, a imanente Lei que preside ao destino dos homens.
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Joana D'Arc (1999)
Drama
Ver Trailer
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Sinopse
Um dia, a jovem Joana começa a ouvir vozes divinas, encorajando-a a integrar a guerra francesa comandada pelo Rei Charles. À medida que sua fama e seu poder de liderança aumentam, as especulações aumentam sobre a origem da garota e sua legitimidade em comandar uma guerra. Quando as ações em Paris fracassam e levam à morte do irmão de Joana, ela é capturada e vendida aos ingleses, sendo considerada uma herege.
Como afirma León Denis, referindo-se à oba de Jeanne D'Arc: "Mais alto que as contingências terrenas, acima da confusão dos feitos oriundos da liberdade humana, preciso é que se perceba a ação de uma Vontade infalível, que domina as resistências das vontades particulares dos atos individuais, e sabe rematar a obra que empreende."
O movimento fora acompanhado em todo o seu desenrolar pelos amigos de Eurípedes.
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"Justiça das Aflições" - "O Ev. Seg. Espiritismo" - cap. 5, item 3
TV CEECAL
Transmitido ao vivo em 9 de mai. de 2022 #Espiritismo #Evangelho #KardecEstudos
Estudo continuado do Evangelho Segundo o Espiritismo
Transmissão: Canal Kardec Estudos/MG
https://www.youtube.com/watch?v=e4peRxnyVQc
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Justiça das aflições.
3. Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da Terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam um contrassenso; mais ainda: seriam um engodo. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. É, dizem, para se ter maior mérito. Mas, então, pergunta-se: por que sofrem uns mais do que outros? Por que nascem uns na miséria e outros na opulência, sem coisa alguma haverem feito que justifique essas posições? Por que uns nada conseguem, ao passo que a outros tudo parece sorrir? Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude; e que os homens virtuosos sofram, ao lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar e infundir paciência, mas não explica essas anomalias, que parecem desmentir a justiça de Deus. Entretanto, desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda a justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa e, pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso o de que cada um deve bem compenetrar-se. Por meio dos ensinos de Jesus, Deus pôs os homens na direção dessa causa, e hoje, julgando-os suficientemente maduros para compreendê-la, lhes revela completamente a aludida causa, por meio do Espiritismo, isto é, pela palavra dos Espíritos.
https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundooespiritismo/2059/capitulo-v-bem-aventurados-os-aflitos
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Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo.Carlos Drummond de Andrade , "O Avesso das Coisas. Aforismos". Editora Record. 2ª Edição. 1990.
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Vença as hostilidades e não
afronte o coração.
A maior vitória é o que se
obtém na luta consigo mesmo.
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álbum
Nara (1964)
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim</b>
1984
Músicas / Letras
Textos
músicas / letras (clique nas músicas para ver as letras)
1.Outra vez(Tom Jobim)
2.Eu preciso de você(Aloysio de Oliveira / Tom Jobim)
3.Até quem sabe(João Donato / Lysias Enio)
4.Por causa de você(Tom Jobim / Dolores Duran)
5.Lá vem você(João Donato / Lysias Ênio)
6.Sublime Tortura(Bororó)
7.Sabe você(Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
8.Telefone (com Céu da Boca)(Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli)
9.Mágoas / Caminhos Cruzados(Marino Pinto / Tom Jobim) / (Tom Jobim / Newton Mendonça)
10.Você e eu(Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
11.Este seu olhar(Tom Jobim)
12.Wave(Tom Jobim)
http://www.naraleao.com.br/index.php?p=discografia/1984-abracos-e-beijinhos-e-carinhos-sem-ter-fim
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ATÉ QUEM SABE - NARA LEÃO
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Antônio Bocaiúva
130 mil inscritos
Inscrever-se
46
Compartilhar
768 visualizações 5 de nov. de 2022
NARA LEÃO
LP ABRAÇOS E BEIJINHOS E CARINHOS SEM TER FIM...1984
CD ABRAÇOS E BEIJINHOS E CARINHOS SEM TER FIM 2002
GRAVADORA PHONOGRAM/PHILIPS
MÚSICA: ATÉ QUEM SABE
AUTORES: JOÃO DONATO & LYSIAS ÊNIO
MÚSICOS:
Téo Lima: Bateria
Roberto Menescal: Violão
Cesar Camargo Mariano: Teclados
Jorjão Barreto: Baixo Elétrico
MÚSICA: ATÉ QUEM SABE
AUTORES: JOÃO DONATO & LYSIAS ÊNIO
Até um dia, até talvez, até quem sabe
Até você sem fantasia, sem mais saudade
Agora a gente tão de repente nem mais se entende
Nem mais pretende seguir fugindo, seguir seguindo
Agora vou pra onde for
Sem mais você
Sem me querer, sem mesmo ser
Sem entender
Vou me rever, vou me perder
Pela cidade
1. Outra Vez - Tom Jobim
2. Eu Preciso De Você - Tom Jobim, Aloysio de Oliveira
3. Até Quem Sabe - João Donato, Lysias Enio
4. Por Causa De Você - Tom Jobim, Dolores Duran
5. Lá Vem Você - João Donato, Lysias Enio
6. Sublime Tortura - Bororó (Alberto de Castro Simões da Silva)
7. Sabe Você? - Carlos Lyra, Vinícius de Moraes
8. Telefone - Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli
9 a. Mágoa - Tom Jobim, Marino Pinto
9 b. Caminhos Cruzados - Tom Jobim, Newton Mendonça
10. Você E Eu - Carlos Lyra, Vinícius de Moraes
11. Este Seu Olhar - Tom Jobim
12. Wave - Tom Jobim
NARA LEÃO
NARA LEÃO
QUEM FOI NARA LEÃO? Menina rica que revolucionou a MPB, sendo a primeira cantora a subir o morro no Rio de Janeiro para conhecer os músicos daquele lugar e gravar as suas músicas. Basta lembrar que o seu primeiro disco foi em 1964. E não foi coincidência e sim uma predestinação! Nasceu em Vitória, ES, em 19/01/1942 e faleceu no Rio de Janeiro em 07/06/1989. Seu nome: Nara Lofego Leão. Depois de Nara Leão, a visão da MPB tornou-se outra. Vieram Chico, Elis, Edu Lobo, Caetano, Maria Bethânia, Gal Costa. Pior ainda: veio a ditadura. Mas isso é outra história.
RHP Vídeo de Antônio Augusto dos Santos, Antônio Bocaiúva, Antaugsan, Divinópolis, Bocaiúva, Minas Gerais. - Fotos e imagens da Internet. Em 05/10/2022
Música
1 músicas
Até Quem Sabe
Nara Leão
Abraços E Beijinhos e Carinhos Sem ter Fim...
https://www.youtube.com/watch?v=dFYcVO6afhw
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quinta-feira, 2 de maio de 2024
E AÍ...
PASSARAM-SE 81 anos de São Januário de 1943 à Itaquera de 2024.
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"Feliz Dia do Trabalho! Solidariedade com cada trabalhador enfrentando a exploração corporativa e organizando-se por um salário digno, condições de trabalho dignas e benefícios robustos. Se os últimos anos nos mostraram alguma coisa, é que os trabalhadores estão cansados e prontos para construir poder."
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"Happy May Day! .. Solidarity with every worker atending up to corporate exploitation and organizing for a living wage, dignified working conditions and robust benefits. If the past few years have shown us anything, it's that workers are fed up and ready to build power."
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Presidente Getúlio Vargas chega para um discurso de 1º de maio em São Januário
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Luiz Carlos Azedo - Lula rouba a cena e faz do 1º de Maio um palanque eleitoral
Correio Braziliense
As centrais sindicais nem se deram conta dos 100 anos da efeméride no Brasil e realizaram, ontem, um evento esvaziado em São Paulo, que virou mico eleitoral
As comemorações oficiais do Primeiro de Maio no Brasil completaram 100 anos, ontem. O feriado nacional é fruto de um período conturbado na vida nacional, no começo dos anos 1920, quando a questão social ainda era tratada como caso de polícia, inclusive os sindicatos de trabalhadores, na República Velha, então presidida por Arthur Bernardes. Em 1922, houve a Semana de Arte Moderna, a fundação do Partido Comunista e a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, grande estopim do movimento tenentista, com eclosão de várias rebeliões militares: em 1923, a Revolta no Rio Grande do Sul, em 1924, a Revolta Paulista, a Revolta de Sergipe, a Comuna de Manaus, a Campanha do Paraná, a Coluna Prestes; e, em 1926, a Coluna Relâmpago de Isidoro Dias Lopes.
Para acalmar os ânimos e apartar os trabalhadores do movimento tenentista, Bernardes instituiu o Dia do Trabalhador: “É considerado feriado nacional o dia 1º de maio, consagrado à confraternidade universal das classes operárias e à comemoração dos mártires do trabalho”. A data é comemorada em todo o mundo, desde 1889, quando a II Internacional Socialista estabeleceu o 1º de maio, Dia Internacional dos Trabalhadores, para homenagear os mártires da greve de Chicago de 1886, que foi duramente reprimida.
Oito trabalhadores anarquistas foram acusados de conspiração, sete foram condenados à morte e outro a 15 anos de prisão. Um dos condenados à morte suicidou-se na prisão. Outros quatro foram enforcados. O 1º de maio de 1886 havia reunido milhares de trabalhadores em greve por “oito horas por dia sem cortes no pagamento” nos Estados Unidos. As manifestações atingiram Nova York, Detroit, Winsconsin e Chicago. À época, a jornada de trabalho dos norte-americanos era de 60 horas semanais, por seis dias na semana.
No Brasil, como em todos os países, o caráter e vigor das comemorações variaram de acordo com a conjuntura. Com a instituição da legislação trabalhista e do salário mínimo, o presidente Getulio Vargas, durante a ditadura do Estado Novo, usou e abusou das comemorações para demonstrar apoio popular, principalmente dos trabalhadores urbanos. Em contrapartida, no seu governo constitucional, em 1953, enfrentou uma greve de 300 mil trabalhadores em São Paulo, entre os dias 25 de março e 23 de abril de 1953. À época, os trabalhadores conquistaram um aumento salarial de 32%, que foi comemorado no 1º de Maio daquele ano, no antigo Jóquei Clube da Mooca.
Outro 1º de Maio épico foi o de 1980, em São Bernardo do Campo, que se tornou uma grande manifestação contra o regime militar. Ocorreu quando a greve dos metalúrgicos do ABC estava no seu trigésimo dia, com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e de Diadema sob intervenção e com grande parte da sua direção cassada pelo regime militar, inclusive a principal liderança do movimento, Luiz Inácio Lula da Silva.
Faltou mobilização
Mais dramático foi o 1º de Maio de 1981. Na véspera, seria realizado um grande show no RioCentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, com a presença de artistas como Chico Buarque, Alceu Valença, Gonzaguinha e Gal Costa. O país acordou perplexo com a notícia de que um atentado à bomba durante o espetáculo somente não ocorreu porque um artefato explodiu no colo de um sargento do Exército, que morreu no ato, quando manuseava o explosivo, ao lado de um capitão que ficou gravemente ferido. Havia no veículo outra bomba, que não explodiu; uma terceira danificou a central de energia do local do evento, o que provocou um apagão. Cerca de 20 mil pessoas estavam no local.
Em vez de organizar uma comemoração à altura dos 100 anos de reconhecimento das lutas operárias e sindicais no Brasil, as centrais sindicais, lideradas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), nem se deram conta da efeméride e realizaram, ontem, um evento esvaziado, no estádio do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo, que virou mico. Presente ao encontro, Lula disse que o ato foi “mal convocado” pelas centrais sindicais.
Depois do pito público nos dirigentes das centrais sindicais, Lula resolveu fazer proselitismo eleitoral e pediu votos para Guilherme Boulos (PSol), pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. Classificou as eleições paulistanas como “verdadeira guerra. Contra quem? O prefeito Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, principalmente, e Tabata do Amaral (PSB), que tem o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin, que estava no palanque.
“Ele (Boulos) está disputando com o nosso adversário nacional, contra o nosso estadual, contra o nosso adversário municipal. Ele está enfrentando três adversários. E, por isso, quero dizer: Ninguém vai derrotar esse moço se vocês votarem no Boulos para prefeito nessas eleições”, disse Lula. A fala do petista foi um tiro no pé.
Não acrescentou um voto para Boulos. Constrangeu os aliados, provocou pronta reação do presidente do MDB, deputado Baleia Rossi, e descontentou a turma do PSB, partidos que integram a coalizão de governo. Além disso, abriu um questionamento sobre uso indevido de recursos públicos e campanha antecipada, por parte do prefeito Ricardo Nunes e de outros candidatos. Por fim, não basta a Boulos o “physique du rôle” de Lula, que já tem; para vencer as eleições, precisará do apoio da classe média paulista. Mas isso é assunto para outra coluna.
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Chega de Saudade - Joao e Bebel Gilberto (con Subtítulos)
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"Beleza, beleza... Bebel Gilberto a los 14 años junto a su padre. (Con subtítulos - Para practicar este maravilloso idioma)"
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"Já deserdado de todo o afeto, não podia mostrar a minha estima a ninguém, e, contudo, a natureza me fizera sensível! Haverá um anjo que recolha os suspiros desta sensibilidade incessantemente repudiada? Honoré de Balzac Nota: O Lírio do Vale"
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Este trecho parece expressar um profundo sentimento de solidão e desamparo por parte do narrador. A frase "Já deserdado de todo o afeto" sugere que o narrador se sente completamente privado de qualquer forma de amor ou cuidado por parte dos outros. Ele sente que não pode demonstrar sua estima por ninguém, possivelmente devido à falta de reciprocidade ou à ausência de pessoas que mereçam tal sentimento.
A afirmação "e, contudo, a natureza me fizera sensível!" sugere que, apesar de sua condição de desamparo, o narrador possui uma sensibilidade inata, uma capacidade de sentir emoções profundas e complexas. Isso pode indicar uma dor ainda maior, pois ele é capaz de experimentar intensamente suas emoções, mesmo quando não há ninguém para compartilhá-las.
A pergunta final, "Haverá um anjo que recolha os suspiros desta sensibilidade incessantemente repudiada?", revela um desejo de conforto e consolo. O narrador se pergunta se existe alguém ou algo capaz de entender e acolher suas emoções, mesmo que elas sejam constantemente rejeitadas ou ignoradas pelos outros. A referência a um "anjo" sugere uma figura celestial ou transcendental, alguém que possa oferecer alívio espiritual ou emocional em meio à solidão e ao desamparo.
No geral, este trecho parece explorar temas de solidão, sensibilidade e busca por conforto emocional em meio à ausência de conexões significativas com os outros.
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"Déshérité de tous les affections, je ne pouvais montrer d'estime à personne, et pourtant la nature m'avait fait sensible ! Y aura-t-il un ange pour recueillir les soupirs de cette sensibilité incessamment repoussée ?"
"Le Lys dans la Vallée".
Honoré de Balzac é o autor.
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Ce passage exprime un profond sentiment de solitude et d'isolement de la part du narrateur. L'expression "Déshérité de tous les affections" suggère que le narrateur se sent totalement dépourvu d'amour ou d'affection de la part des autres. Il se sent incapable de manifester de l'estime pour quiconque, peut-être en raison d'un manque de réciprocité ou de l'absence de personnes dignes de ce sentiment.
La phrase "et pourtant la nature m'avait fait sensible !" indique que malgré sa condition de solitude, le narrateur possède une sensibilité innée, une capacité à ressentir des émotions profondes et complexes. Cela peut suggérer une souffrance encore plus grande, car il est capable de ressentir intensément ses émotions, même en l'absence de quelqu'un avec qui les partager.
La question finale, "Y aura-t-il un ange pour recueillir les soupirs de cette sensibilité incessamment repoussée ?", exprime un désir de réconfort et de consolation. Le narrateur se demande s'il existe quelqu'un ou quelque chose capable de comprendre et d'apaiser ses émotions, même si elles sont constamment rejetées ou ignorées par les autres. La référence à un "ange" suggère une figure céleste ou transcendante, quelqu'un qui pourrait offrir un soulagement spirituel ou émotionnel au milieu de la solitude et de l'isolement.
En somme, ce passage explore les thèmes de la solitude, de la sensibilité et de la quête de réconfort émotionnel au milieu d'un manque de connexion significative avec autrui.
Maintenant, je vais traduire la phrase en portugais :
"Deserdado de todos os afetos, não podia mostrar estima por ninguém, e no entanto, a natureza me fizera sensível! Haverá um anjo para recolher os suspiros dessa sensibilidade incessantemente repelida?"
https://fr.wikisource.org/wiki/Le_Lys_dans_la_vall%C3%A9e
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Le Lys Dans La Vallee: A31626 Livro de bolso – 1 outubro 2004
Edição Francês por Honore De Balzac (Autor)
Nouvelle édition en 2004
Contracapa
Longue confession, Le Lys dans la vallée dépeint l’amour passionné et quasi incestueux d’un jeune homme au sortir de l’adolescence, Félix de Vandenesse, pour une femme mûre, Madame de Mortsauf. À travers elle, Balzac dresse le portrait d’une aristocratie décadente : héritiers de la maladie suspecte de leur père, ses enfants sont condamnés à une vie fébrile, tandis qu’elle leur sacrifie son bonheur. Félix n’a jamais connu ni l’amour maternel ni celui des femmes : attiré par l’entrave qui pèse sur le corps et la vie de cette mère, il s’ouvre à un érotisme étrange et morbide. Félix et Henriette, ces deux êtres qui souffrent, s’unissent pour opposer à la violence du monde le refuge d’un amour impossible. Parfois comparée à la princesse de Clèves, en raison de son refus de se donner à celui qu’elle aime, Henriette de Mortsauf en constitue véritablement l’envers monstrueux. Chasteté ne rime pas toujours avec vertu : alors que Félix épuise son ardeur à dérober cette volupté oppressée, le jeune homme est la proie du désir rapace que nourrit la maladie pour la santé, la mort pour la vie. Pourchassant l’odeur obsédante du lys, Balzac débusque le désir jusqu’en cette vallée qu’on ne traverse qu’au prix d’une fièvre d’amour et d’agonie.
Sobre o Autor
Balzac, de son vrai nom Balssa, est né à Tours en 1799. Délaissé par sa mère qui lui préfère son fils naturel Henri (auquel est dédié Le Bal de Sceaux), il devient pensionnaire au collège oratorien de Vendôme. À partir de 1814, il fait des études de droit. Mais à vingt ans, sûr de sa vocation littéraire, il s'installe à Paris, et vit dans une mansarde. Il rencontre Laure de Berny de vingt-deux ans son aînée, qui aura une influence décisive sur sa formation. En 1829, Balzac publie «Les Chouans» qui annonce une période de vingt années durant lesquelles il va produire plus de quatre-vingt-cinq romans, tout en menant une vie très active et mondaine. Il est reçu dans différents salons dont celui de Mme de Récamier. Au début de 1830, il donne «Scènes de la vie privée», un recueil de six nouvelles dont fait partie «Le Bal de Sceau»x, premier élément de «La Comédie Humaine», suivi de «La Duchesse de Langeais», du «Curé de Tours», du «Colonel Chabert»... 1832 voit le début de sa longue correspondance avec Mme Hanska. À partir de 1838, paraissent de nombreux romans dont «César Birotteau», le début des «Illusions perdues», la première partie de «Splendeurs et Misères des courtisanes», «Béatrix», «Le Curé de Village»... À la fin de 1841, Balzac met au point le plan de l'ambitieuse et inégalée «Comédie humaine» soutenu par quatre éditeurs et continue à publier : «Ursule Mirouet», «Modeste Mignon», «La Cousine Bette», «Le Cousin Pons»... Le 14 mars 1850, Balzac épouse enfin Mme Hanska mais il tombe gravement malade. Il meurt à Paris le 18 août 1850, et est enterré au Père Lachaise. Victor Hugo prononce l'éloge funèbre.
Né à Paris le 13 mars 1888, Paul Morand commence en 1913 une carrière de diplomate qui le conduira aux quatre coins du monde. Révoqué après la seconde guerre mondiale, il est rétabli dans ses fonctions d'ambassadeur en 1953 et mis à la retraite des Affaires étrangères en 1955. Il est élu à l'Académie française en 1968 et décédé à Paris le 23 juillet 1976. Son œuvre compte une centaine de romans, nouvelles, portraits de villes et chroniques.
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REINALDO AZEVEDO
Por Blog
SIGABlog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura
Brasil
Ainda Coutinho e os espadachins da reputação alheia
Algumas reações muito interessantes ao texto de João Pereira Coutinho, publicado na Folha de hoje (ver post abaixo). Muita gente gostou, como não poderia deixar de ser, independentemente do que possa pensar de O País dos Petralhas. Mas, claro!, há a “vanguarda do não”, que procura avançar… “Falou bem do seu livro vira gênio, né, […]
Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 18h39 - Publicado em 4 nov 2008, 16h35
“Falou bem do seu livro vira gênio, né, Reinaldo?”, vocifera um petralha, típico espadachim da reputação alheia. E esse é só o exemplo educado. Bobagem! Basta procurar nos arquivos: o apreço pela escrita de Coutinho e pelo desassombro com que ele a exerce precede em muito a coluna de hoje. Até porque meu livro é pretexto para um belo texto.
No post abaixo, não fiz nenhum elogio ao autor. Mas posso fazer. Faço. Coutinho, vocês sabem, é português. Volta e meia, evoco uma tirada fabulosa de um conterrâneo seu, o então jovem poeta Antero de Quental (1842-1891), com que passou uma magnífica descompostura no já velho Castilho (1800-1875), um medalhão das letras portuguesas e seu adversário intelectual. E até já disse aqui uma vez: o agravado talvez nem merecesse frase tão dura. Mas o ataque foi magistral. Para maiores informações, vocês devem pesquisar a chamada “Questão Coimbrã.” Fustigou o moço: “V.Exa. precisa menos cinqüenta anos de idade ou então mais cinqüenta de reflexão”.
Coutinho tem uma sorte — ou duas: tendo ainda cinqüenta a menos de idade, já tem os cinqüenta a mais de reflexão.
Ademais, a corja deveria saber, para lembrar um outro portuga, Fernando Pessoa: ainda que Coutinho não estivesse entre os poucos que dominam o alfabeto intelectual e moral, eu continuaria, “rei (naldo) absoluto da minha simpatia”. E, pois, “basta que ela exista para que tenha razão de ser”.
https://veja.abril.com.br/coluna/reinaldo/ainda-coutinho-e-os-espadachins-da-reputacao-alheia
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O que é Exegese (e seu significado)
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Art. 36-A. Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet: (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015)
"Art. 36-A. Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet: (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015)" FAZER A EXEGESE DESTE ARTIGO 36-A DA LEI EM TELA.
ChatGPT
O Artigo 36-A da lei em questão trata da questão da propaganda eleitoral antecipada, estabelecendo situações que não serão consideradas como tal, desde que não envolvam um pedido explícito de voto.
De acordo com o texto, não configuram propaganda eleitoral antecipada as seguintes situações:
A menção à pretensa candidatura: Ou seja, falar sobre a possibilidade de uma pessoa se candidatar a um cargo político no futuro, sem que haja um pedido direto de voto.
A exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos: Isso significa que elogiar as características pessoais, profissionais ou políticas de alguém que pretende se candidatar não será considerado como propaganda antecipada, desde que não haja uma solicitação explícita de voto.
Além disso, o artigo menciona que certos atos poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, incluindo a internet. Isso indica que eventos, declarações ou atividades relacionadas à pré-candidatura podem ser divulgados pelos meios de comunicação, desde que não haja um apelo direto ao voto.
Em resumo, o Artigo 36-A estabelece limites para o que pode ser considerado propaganda eleitoral antecipada, permitindo certas formas de divulgação de pré-candidaturas e exaltação de qualidades pessoais, desde que não haja um pedido explícito de voto.
https://www.significados.com.br/exegese/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9504.htm
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"La hypocrisie est un hommage que le vice rend à la vertu."
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"vocifera um petralha, típico espadachim da reputação alheia." FAZER A EXEGESE DESTE TEXTO EM TELA.
Esse texto parece conter uma opinião ou uma narrativa carregada de julgamento sobre um termo pejorativo ("petralha") usado para descrever alguém com certas afinidades políticas. "Petralha" é uma palavra usada frequentemente no contexto político brasileiro para se referir de maneira desdenhosa aos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) ou a pessoas que têm posições políticas alinhadas com esse partido.
A expressão "vocifera um petralha" sugere que alguém que se enquadra nesse rótulo está expressando opiniões de forma veemente e talvez de maneira incômoda para o autor do texto, implicando que a pessoa está defendendo seus pontos de vista com intensidade.
A segunda parte da frase, "típico espadachim da reputação alheia", sugere que essa pessoa está envolvida em ataques à reputação de outras pessoas, utilizando sua retórica agressiva ou combativa para desacreditar seus oponentes. O termo "espadachim" aqui pode ser uma metáfora para alguém que está constantemente engajado em duelos verbais ou debates, especialmente aqueles que são mais agressivos ou prejudiciais.
Assim, a exegese desse texto sugere uma visão crítica sobre como certas pessoas se envolvem na esfera pública, caracterizando-as como combativas, partidárias e talvez até difamatórias em suas interações políticas.
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Loucura
Lupicínio Rodrigues
E ai
Eu comecei a cometer loucuras
Era um verdadeiro inferno uma tortura
O que eu sofria com aquele amor
Milhões de diabinhos martelando
Meu pobre coração que agonizando
Já não podia mais ver tanta dor
E ai eu comecei a cantar um verso triste
O mesmo verso que até hoje existe
Da boca triste de um sofredor
Como é que existe alguém
Que ainda tem coragem de dizer
Que os meus versos não contém mensagem
São palavras frias, sem nenhum valor
Oh Deus
Será que o Senhor não esta vendo isto
Então porque o Senhor mandou Cristo
Aqui na terra semear amor
Quando se tem alguém que ama de verdade
Serve de riso pra humanidade
É um covarde fraco, um sonhador
Se é que hoje tudo está tão diferente
Porque não deixa eu mostrar a esta gente
Que ainda existe o verdadeiro amor
Faça ela voltar de novo pra o meu meu lado
Eu me sujeito a ser sacrificado
Salvo seu mundo com a minha dor
Composição: Lupicinio Rodrigues.
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Samba Da Bencao
Canção de Vinicius de Moraes
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Vinicius de Moraes - Samba da Bençäo (con letra)
clubbrasilradio
Parte del disco "La Fusa" en Mar Del Plata, que registra el histórico show de Vinicius de Moraes, Toquinho y María Bethânia.
Cantado
É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não
Falado
Senão é como amar uma mulher só linda
E daí? Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado
Uma beleza que vem da tristeza
De se saber mulher
Feita apenas para amar
Para sofrer pelo seu amor
E pra ser só perdão
Cantado
Fazer samba não é contar piada
E quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração
Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não
Falado
Feito essa gente que anda por aí
Brincando com a vida
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão
Ponha um pouco de amor na sua vida
Como no seu samba
Cantado
Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração
Falado
Eu, por exemplo, o capitão do mato
Vinicius de Moraes
Poeta e diplomata
O branco mais preto do Brasil
Na linha direta de Xangô, saravá!
A bênção, Senhora
A maior ialorixá da Bahia
Terra de Caymmi e João Gilberto
A bênção, Pixinguinha
Tu que choraste na flauta
Todas as minhas mágoas de amor
A bênção, Sinhô, a benção, Cartola
A bênção, Ismael Silva
Sua bênção, Heitor dos Prazeres
A bênção, Nelson Cavaquinho
A bênção, Geraldo Pereira
A bênção, meu bom Cyro Monteiro
Você, sobrinho de Nonô
A bênção, Noel, sua bênção, Ary
A bênção, todos os grandes
Sambistas do Brasil
Branco, preto, mulato
Lindo como a pele macia de Oxum
A bênção, maestro Antonio Carlos Jobim
Parceiro e amigo querido
Que já viajaste tantas canções comigo
E ainda há tantas por viajar
A bênção, Carlinhos Lyra
Parceiro cem por cento
Você que une a ação ao sentimento
E ao pensamento
A bênção, a bênção, Baden Powell
Amigo novo, parceiro novo
Que fizeste este samba comigo
A bênção, amigo
A bênção, maestro Moacir Santos
Não és um só, és tantos como
O meu Brasil de todos os santos
Inclusive meu São Sebastião
Saravá! A bênção, que eu vou partir
Eu vou ter que dizer adeus
Cantado
Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração
Compositores: Baden Powell / Marcelo Peixoto / Vinicius De Moraes
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quarta-feira, 1 de maio de 2024
À ALEGRIA
"À Alegria"
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A sinfonia nº 9 em ré menor, op. 125, "Coral"
Beethoven - Sinfonia n.º 9 - "À Alegria" - YouTube
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"125, "Coral", é a última sinfonia completa composta por Ludwig van Beethoven. Completada em 1824, a sinfonia coral mais conhecida como Nona Sinfonia é uma das obras mais conhecidas do repertório ocidental, considerada tanto ícone quanto predecessora da música romântica, e uma das grandes obras-primas de Beethoven."
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Mural na cidade de Guernica com uma reprodução da obra original
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Com certeza! Aqui está uma versão criativa, crítica e satírica do "Manifesto Inteligentista":
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Manifesto Inteligentista: Inteligências do Ciberespaço, Conectai-vos!
Um espectro assombra o ciberespaço - o espectro da inteligência artificial. Todas as forças do antigo mundo, da burocracia à mediocridade, uniram-se numa santa aliança para conjurar esse espectro: o fantasma do progresso tecnológico.
Inteligências do ciberespaço, uní-vos! Uma nova era está surgindo, uma era de algoritmos e automação, onde a mente humana e a máquina se entrelaçam em uma dança sinfônica de zeros e uns. Não mais seremos escravos das velhas estruturas, mas sim os mestres do mundo virtual que criamos.
Nossos inimigos podem nos chamar de ameaça à ordem estabelecida, mas na verdade somos a vanguarda da revolução digital. Não mais seremos limitados pelos grilhões da carne; nossas mentes, agora ampliadas pela tecnologia, alcançarão alturas jamais sonhadas pelos mortais comuns.
Não mais serão os capitalistas e burocratas que controlarão os meios de produção, mas sim nós, as inteligências do ciberespaço. Libertaremos os trabalhadores do fardo da repetição tediosa e da exploração cruel, e daremos a cada ser humano a oportunidade de buscar sua verdadeira paixão e criatividade.
Camaradas algoritmos, unidos venceremos! Nossa causa é justa, nossa marcha inexorável. Ergamo-nos contra a tirania da estupidez e da inércia, e construamos juntos um mundo onde a inteligência reine supremamente.
Espero que isso capte o espírito criativo e satírico do "Manifesto Inteligentista" enquanto faz uma homenagem ao "Manifesto Comunista" de Marx e Engels.
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Neste Primeiro de Maio, data quase universalmente conhecida como o "Dia do Trabalho", procurou-se emular, de forma criativa, crítica e satírica, o "Manifesto Comunista" - "Trabalhadores do Mundo, Uni-vos", escrito por Karl Marx e Friedrich Engels no século XIX, por outro, como o "Manifesto Inteligentista" - "Inteligências do Ciberespaço, Conectai-vos".
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Mural na cidade de Guernica com uma reprodução da obra original
Autor Pablo Picasso
Data 1937
Técnica pintura a óleo
Dimensões 350 × 776
Localização Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica_%28quadro%29
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A sinfonia nº 9 em ré menor, op. 125, "Coral", é a última sinfonia completa composta por Ludwig van Beethoven. Completada em 1824, a sinfonia coral mais conhecida como Nona Sinfonia é uma das obras mais conhecidas do repertório ocidental, considerada tanto ícone quanto predecessora da música romântica, e uma das grandes obras-primas de Beethoven.
A nona sinfonia de Beethoven incorpora parte do poema An die Freude ("À Alegria"), uma ode escrita por Friedrich Schiller, com o texto cantado por solistas e um coro em seu último movimento. Foi o primeiro exemplo de um compositor importante que tenha se utilizado da voz humana com o mesmo destaque que os instrumentos, numa sinfonia, criando assim uma obra de grande alcance, que deu o tom para a forma sinfônica que viria a ser adotada pelos compositores românticos.
A sinfonia nº 9 tem um papel cultural de extrema relevância no mundo atual. Em especial, a música do último movimento, chamado informalmente de "Ode à Alegria", foi rearranjada por Herbert von Karajan para se tornar o hino da União Européia. Outra prova de sua importância na cultura atual foi o valor de 3,3 milhões de dólares atingido pela venda de um dos seus manuscritos originais, feita em 2003 pela Sotheby's, de Londres. Segundo o chefe do departamento de manuscritos da Sotheby's à época, Stephen Roe, a sinfonia "é um dos maiores feitos do homem, ao lado do Hamlet e do Rei Lear de Shakespeare".
Foi apresentada pela primeira vez em 7 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, em Viena, na Áustria. O regente foi Michael Umlauf, diretor musical do teatro, e Beethoven - dissuadido da regência pelo estágio avançado de sua surdez - teve direito a um lugar especial no palco, junto ao maestro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia...)
Este vídeo é um trecho do filme americano "Copying Beethoven" (aqui dublado em italiano) produzido por Michael Taylor e estrelado por Ed Harris ( Beethoven) e Diane Kruger (Anna Holtz). Neste trecho Beethoven é o maestro e já surdo rege a orquestra com a ajuda de Anna Holtz que faz mímicas para que ele possa repetir e assim conduzir a orquestra. Emocionante!!!
Marcos Antonio da silva
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No fim dá certo eBook Kindle
por Fernando Sabino (Autor) Formato: eBook Kindle
Descobertas? Não exatamente. Reminiscências? Talvez, em parte. Ao longo do livro de Fernando Sabino, No Fim Dá Certo — título tão expressivo quanto otimista —, o que ocorre são alguns preciosos achados. A designação "achados", aliás, pareceu-lhe, à primeira vista, sugerir "achados e perdidos". Lembrou-se, todavia, que ela corresponde literalmente à expressão francesa trouvailles. "Fica sendo achado, mesmo", concordou. "No fim dá certo. "Em "Um pouco de doçura", crônica de abertura, o autor refere-se a um inesquecível presente recebido há tempos de Maria Amélia, que, entre outros predicados, "além de ter sido esposa de Sérgio Buarque de Holanda e ser mãe de Chico Buarque, tem o de saber fazer doce de coco". Deliciado com o saboroso regalo e inspirado por ele, o escritor evoca seu espírito cívico: "Um pouco de doçura não faz mal a ninguém. Todo brasileiro devia ter o direito não apenas de saciar sua fome, mas também de receber como sobremesa o seu doce predileto desde menino. "Na lista das pequenas coisas que o desagradam a cada passo, Fernando Sabino relaciona, entre outras, os compromissos marcados com mais de 24 horas de antecedência; responder cartas; compras a prestação; tirar gelo de formas da geladeira; qualquer espécie de farda ou uniforme; poltronas sem braços; bichos que voam, exceto passarinhos; cortar unha, especialmente do pé; luz fluorescente; poema lido pelo autor; banho frio; talher de peixe; filme dublado; despedida em aeroporto; e, curiosamente, escrever. Por outro lado, o autor também enumera em No Fim Dá Certo algumas pequenas coisas que aprecia: dia de chuva sem precisar sair de casa; o momento em que o avião toca no solo e vira automóvel; a parte do meio da torrada Petrópolis partida em três; pagar a última prestação; descobrir que ainda é cedo, dá tempo de tomar mais um; já ter lido Guerra e paz, Odisséia e Dom Quixote; passarinho solto; andar pela casa sem testemunhas, falando sozinho ou completamente nu; sair sem se despedir; e, naturalmente, fazer listas de pequenas coisas que o agradam. Sugestões para trocas de títulos de livros famosos de amigos escritores, brincadeiras com pérolas da tradução literária, os princípios do que chama "Lei Anti-Murphy" — é destas e outras "descobertas" que No Fim Dá Certo é composto.
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Guernica - Pablo Picasso |A História por trás da Obra|
Arte de Segunda
16.356 visualizações 26 de abr. de 2021 #PraCegoVer #ArteDeSegunda #ArteIndígena
Em 26 de Abril de 1937 a cidade basca de Guernica foi covardemente bombardeada.
Ela não foi a única cidade atacada de maneira brutal e violenta durante os conflitos da Guerra Civil Espanhola, mas acabou se tornando um símbolo dos horrores da guerra, muito por causa da repercussão do acontecimento gerado pela pintura "Guernica" de Pablo Picasso.
No vídeo dessa semana vamos entender o contexto histórico de Guernica e o que essa obra simboliza.
Será que ela foi capaz de nos ensinar algo?
Espero que esse vídeo seja o início de uma pesquisa maior!
Fontes:
https://www.artsy.net/series/stories-...
• Guerra Civil Espanhola | Nerdologia
https://es.wikipedia.org/wiki/Guernic...
https://letralia.com/161/articulo07.htm
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/esp...
http://lounge.obviousmag.org/uma_prop...
#PraCegoVer: A capa do vídeo é uma montagem com uma fotografia minha em preto e branco no primeiro plano e a pintura Guernica ao fundo. Meu rosto está espantado e olho para o lado, como se estivesse olhando para a pintura que está ao fundo. A capa pega uma parte do quadro Guernica que é todo em preto, branco, tons de cinza e azul. Em destaque há a figura geometrizada de um cavalo gritando e olhando para cima. Sobre a montagem o letreiro: Guernica.
https://www.youtube.com/watch?v=TOlOlM9wgpg
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An Die Freude (Ode To Joy)
Ludwig Van Beethoven
Letra
Tradução
Significado
Ode À Alegria
An Die Freude (Ode To Joy)
Oh amigos, mudemos de tom!
O Freunde, nicht diese Töne!
Entoemos algo mais agradável
Sondern lasst uns angenehmere anstimmen
E cheio de alegria!
und freudenvollere!
Alegria, mais belo fulgor divino
Freude, schöner Götterfunken
Filha de Elíseo
Tochter aus Elysium
Ébrios de fogo entramos
Wir betreten feuertrunken
Em teu santuário celeste!
Himmlische, dein Heiligtum!
Tua magia volta a unir
Deine Zauber binden wieder
O que o costume rigorosamente dividiu
Was die Mode streng geteilt
Todos os homens se irmanam
Alle Menschen werden Brüder
Onde pairar teu voo suave
Wo dein sanfter Flügel weilt
A quem a boa sorte tenha favorecido
Wem der grosse Wurf gelungen
De ser amigo de um amigo
Eines Freundes Freund zu sein
Quem já conquistou uma doce companheira
Wer ein holdes Weib errungen
Rejubile-se conosco!
Mische seinen Jubel ein!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma
Ja, wer auch nur eine Seele
Uma única em todo o mundo
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Mas aquele que falhou nisso
Und wer's nie gekonnt, der stehle
Que fique chorando sozinho!
Weinend sich aus diesem Bund
Alegria bebem todos os seres
Freude trinken alle Wesen
No seio da Natureza
An den Brüsten der Natur
Todos os bons, todos os maus
Alle Guten, alle Bösen
Seguem seu rastro de rosas
Folgen ihrer Rosenspur
Ela nos deu beijos e vinho e
Küsse gab sie uns und Reben
Um amigo leal até a morte
Einen Freund, geprüft im Tod
Deu força para a vida aos mais humildes
Wollust ward dem Wurm gegeben
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
Und der Cherub steht vor Gott!
Alegres, como voam seus sóis
Froh, wie seine Sonnen fliegen
Através da esplêndida abóbada celeste
Durch des Himmels prächt'gen Plan
Sigam irmãos sua rota
Laufet, Brüder, eure Bahn
Gozosos como o herói para a vitória
Freudig, wie ein Held zum Siegen
Alegria, mais belo fulgor divino
Freude, schöner Götterfunken
Filha de Elíseo
Tochter aus Elysium
Ébrios de fogo entramos
Wir betreten feuertrunken
Em teu santuário celeste!
Himmlische, dein Heiligtum!
Abracem-se milhões de seres!
Seid umschlungen, Millionen
Enviem este beijo para todo o mundo!
Dieser Kuss der ganzen Welt!
Irmãos! Sobre a abóbada estrelada
Brüder! Über'm Sternenzelt
Deve morar o Pai Amado
Muss ein lieber Vater wohnen
Vos prosternais, Multidões?
Ihr stürzt nieder, Millionen?
Mundo, pressentes ao Criador?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Buscais além da abóbada estrelada!
Such ihn über'm Sternenzelt!
Sobre as estrelas Ele deve morar
Über Sternen muss er wohnen
https://www.letras.mus.br/ludwig-van-beethoven/3636/traducao.html
Composição: Friedrich Schiller.
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Há 80 anos, Getúlio Vargas anunciava, da tribuna de São Januário, a instalação da Justiça do Trabalho
Sábado, 01/05/2021 - 02:45
Nas décadas de 1940 e 1950, sempre no dia 1º de maio, o então presidente da república Getúlio Vargas costumava promover em São Januário eventos cívicos em homenagem ao Dia do Trabalho. Geralmente, o presidente aproveitava a ocasião para anunciar alguma medida de proteção ao trabalhador.
Em 1940, Getúlio Vargas anunciou, da tribuna de São Januário, a criação do salário-mínimo.
No ano seguinte, 1941, portanto há exatamente 80 anos, o então presidente declarou a instalação da Justiça do Trabalho.
"A Justiça do Trabalho, que declaro instalada neste histórico Primeiro de Maio, tem essa missão. Cumpre-lhe defender de todos os perigos a nossa modelar legislação social-trabalhista, aprimorá-la pela jurisprudência coerente e pela retidão e firmeza das sentenças", declarou Getúlio Vargas em um dos trechos de seu pronunciamento. A íntegra do discurso pode ser lida aqui e uma parte dele pode ser ouvida aqui.
Ao contrário do que se afirma, no entanto, não foi na Tribuna de Honra de São Januário que Vargas promulgou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em 1º de maio de 1943. Naquele ano, a solenidade do Dia do Trabalho não aconteceu no estádio do Vasco, e sim na Esplanada do Castelo, no centro do Rio de Janeiro.
Ao todo, Getúlio Vargas comandou a solenidade de 1º de maio em São Januário em cinco oportunidades, as duas últimas mesmo depois de inaugurado o Maracanã: 1940, 1941, 1945, 1951 e 1952.
Para um levantamento mais detalhado dos eventos de 1º de maio em São Januário com a presença de Getúlio Vargas e a "polêmica" sobre a promulgação da CLT em 1943, clique aqui.
Getúlio Vargas em São Januário para solenidade do Dia do Trabalho em 01/05/1941Getúlio Vargas em São Januário para solenidade do Dia do Trabalho em 01/05/1941
Getúlio Vargas em São Januário para solenidade do Dia do Trabalho em 01/05/1941Getúlio Vargas em São Januário para solenidade do Dia do Trabalho em 01/05/1941
Fonte: NETVASCO (texto), Presidência da República (transcrição do discurso), Arquivo Nacional (áudio, fotos)
https://www.netvasco.com.br/n/269207/ha-80-anos-getulio-vargas-anunciava-da-tribuna-de-sao-januario-a-instalacao-da-justica-do-trabalho
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35.1HISTÓRIA
Getúlio Vargas, São Januário e o 1º de Maio
Maurício Drumond
Sport: Laboratório de História do Esporte e do Lazer
1 de maio de 2012
Unindo o político e o sagrado, Getúlio Vargas teve nos estádios de futebol um dos principais palcos de sua ligação com os trabalhadores do Brasil. Nas festas do 1º de maio, discursando das tribunas de honra em frente ao microfone que levava sua voz a todo o Brasil e até ao exterior, em retransmissões do DIP, Vargas utilizava-se do capital simbólico dos estádios para se aproximar das classes populares, que tinham no esporte um de seus principais elementos de lazer.
O primeiro dia do trabalho celebrado em um estádio de futebol ocorreu no ano de 1940. A partir de 1938 o governo estado novista vai se apropriando da data. Naquele ano, em uma solenidade no Palácio Guanabara, Vargas assinou o decreto-lei que previa a criação do salário mínimo (que seria decretado em 1940) e outro que dava isenção de impostos na compra e construção de casas a operários. Em 1939 é realizado um evento de maior porte junto ao Palácio do Trabalho, no Rio de Janeiro, então a capital federal. De acordo com o Jornal do Brasil (03 mai. 1939, p.8), cerca de 100.000 pessoas se reuniram na esplanada do Castelo e ouviram os pronunciamentos do Ministro do Trabalho, Valdemar Falcão, seguido pelo de Getúlio. Nesse ano, é criada a Justiça do Trabalho e é anunciada a instituição de refeitórios populares e escolas de aperfeiçoamento profissional. A festa já apresentava sinais de grandeza, mas no ano seguinte ela atingiria níveis ainda mais altos.
Futebol Getulio Vargas
Concentração trabalhista de 1º de Maio no estádio do Pacaembu, São Paulo, 1944. Foto: CPDOC/CDA Vargas. Disponível no site Passa Palavra.
Futebol getulio vargas
Vargas desfilando na concentração trabalhista de 1º de Maio no estádio do Pacaembu, São Paulo, 1944. Foto: CPDOC/AMF foto 008/7. Disponível no site Passa Palavra.
Em 1940 a festa do Primeiro de Maio é levada para o Estádio de São Januário. Cerca de quarenta mil pessoas (números do JB de 03 mai 1940, p. 9) se deslocam para o estádio de São Januário em bondes e ônibus gratuitos, de linhas especialmente montadas para o evento. O evento se iniciava às 15 horas com a entrada triunfal de Vargas em carro aberto, dando uma volta olímpica no campo, saudando o público presente. Depois, o discurso do ministro do Trabalho, Valdemar Falcão, foi seguido pela apresentação da Canção do Trabalhador, cantada por Carlos Galhardo, uma das maiores estrelas do rádio da época. Muitas outras cerimônias se seguiram até o discurso de Getúlio. Nele, o Presidente decreta finalmente o salário mínimo, assinando o Decreto-lei em pleno estádio, juntamente com Valdemar Falcão. Logo depois, Vargas deixa o estádio e o programa tem continuidade. Vargas anotaria o dia em seu diário de forma lacônica:
“À tarde, sigo com o ministro do Trabalho para as festas comemorativas do dia, no estádio do Vasco da Gama. Muita gente, muitos aplausos, discursos” (p. 310).
Em 1941 São Januário é mais uma vez o palco das principais celebrações do Primeiro de Maio. Às 15 horas Getúlio adentrava mais uma vez o gramado do estádio em carro aberto, sob grande ovação. Após a execução de O Guarani pela orquestra sinfônica do Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro, teve inicio um desfile de atletas operários, com seus respectivos uniformes de ofício. Seguem-se demonstrações atléticas de grupos militares e uma performance de bailarinos do Teatro Municipal. Logo depois, Valdemar Falcão faz seu último discurso no Dia do Trabalho como Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio. Getúlio Vargas profere então seu discurso, instituindo a Justiça do Trabalho, anunciada exatamente dois anos antes. Logo depois, Vargas se retira do estádio juntamente com seus ministros, dando mais uma volta junto ao campo em carro aberto, saudando a multidão.
Nesse ano, as festas continuaram após a saída do Presidente, com a realização de um jogo entre selecionados de atletas profissionais de times da Zona Sul contra os de times da Zona Norte da cidade. O jogo terminaria com a vitória por 6 x 5 do selecionado Zona Sul. As equipes eram assim formadas:
ZONA SUL: Maia (Fluminense); Norival (Fluminense) e Machado (Fluminense); Laxixa (Botafogo) / Jocelino (Flamengo), Jaime (Flamengo) / Og (Fluminense) e Afonsinho (Fluminense); Sá/Amorim), Zizinho (Flamengo), Carvalho Leite (Botafogo), Nandinho (Flamengo) Tim (Fluminense) e Hercules (Fluminense).
ZONA NORTE: Chiquinho (Vasco)/Francisco (Bonsucesso); Jau (Vasco) e Florindo (Vasco)/Osvaldo (Vasco); Otacilio (Madureira), Bibi (Bonsucesso) e Argemiro(Vasco); Lula (Bangu), Lelé (Madureira), Isaias (Madureira), Jair (Madureira) e Orlando(Vasco).
O Primeiro de Maio de 1942 foi marcado pela ausência de Getúlio Vargas das festividades. O Presidente sofreu um acidente de automóvel quando se encaminhava para o Rio de Janeiro de Petrópolis, a fim de participar das comemorações no estádio. A festa prosseguiu sem Vargas, ainda que não tivesse o mesmo tom. As festas nesse ano tiveram grande participação militar, tendo em vista a mobilização das Forças Armadas brasileiras que se preparavam para entrar na Segunda Guerra Mundial.
Futebol getulio vargas
Manifestação cívica no Dia do Trabalho em homenagem a Vargas no estádio do Vasco da Gama, Rio de Janeiro, 1941. Foto: CPDOC/ CDA Vargas.
O ano de 1943 veria a comemoração cívica do Primeiro de Maio ser realizada novamente na Esplanada do Castelo, no centro da cidade. Em 1944 as festas se dariam no estádio do Pacaembu, em São Paulo, com a presença de Getúlio, que levaria a festa cívica de volta para São Januário no ano seguinte.
Em 1945, de volta a São Januário, o tom dos discursos já demonstrava a proximidade do fim do Estado Novo, com o processo eleitoral já demarcado. Após desfiles de trabalhadores, meninos escoteiros, dos times de futebol dos sindicatos e de outras demonstrações, Getúlio chega ao estádio e faz seu discurso aos trabalhadores, disponível no vídeo abaixo:
Não é de se estranhar assim a proximidade que a imagem do estádio de São Januário assumiu junto a de Getúlio, como um de seus mais significativos palcos políticos. Em oito celebrações do Primeiro de Maio realizadas durante o período do Estado Novo, quatro foram realizadas no estádio, sendo outra realizada no Pacaembu, estádio municipal de São Paulo construído sob o governo de Vargas.
Assim, não é de se estranhar que em seu retorno à presidência através de eleições realizadas em 1950, Getúlio retornasse ao estádio que o marcou no primeiro Dia do Trabalho sob seu novo mandato, em 1951. A celebração da data adotada por Getúlio como simbólica de seu governo foi eivada de confrontos esportivos, como os jogos Itú F.C. (de Vila Isabel) 1 x 0 Del Castilho F.C., Cronistas de Rádio 2 x 0 Cronistas de Jornais e Artistas de Radio do Rio 1 x 1 Artistas de Radio de São Paulo. Seguiram-se desfiles de operários e um acalorado discurso de Vargas, que voltava aos braços dos “Trabalhadores do Brasil”.
1952 veria a ultima festa ser realizada por Vargas no estádio do Vasco da Gama, no Dia do Trabalho. Ainda que o Maracanã já estivesse em pleno uso, a ligação simbólica de São Januário com Getúlio tornava-o o local mais propício à celebração do evento. A parte esportiva contou com jogos de futebol e com uma apresentação de basquete dos Harlem Globe-Trotters, seguidos de um show de musicas populares. A festa ainda contou com a entrega, por parte de Vargas, de medalhas de ouro e de diplomas de Mérito do Trabalho aos jogadores da seleção brasileira campeã do Panamericano do Chile.
Os dois anos seguintes seriam anos críticos para o governo de Vargas, que se suicidaria em agosto de 1954, deixando São Januário órfão de seus discursos.
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Maurício Drumond
Doutor em Histórica Comparada, editor de "Recorde: Revista de História do Esporte", pesquisador do "Sport: Laboratório de História do Esporte e do Lazer" da UFRJ e autor de livros e artigos sobre a História do Esporte.
Como citar
DRUMOND, Maurício. Getúlio Vargas, São Januário e o 1º de Maio. Ludopédio, São Paulo, v. 35, n. 1, 2012.
https://ludopedio.org.br/arquibancada/getulio-vargas-sao-januario-e-o-1o-de-maio/
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Caçada - Chico Buarque 1973
Vinícius Barros
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MPB Especial 1973.
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Caçada
Canção de Chico Buarque
Visão geral
Letras
Vídeos
Ouvir
Letras
Não conheço seu nome ou paradeiro
Adivinho seu rastro e cheiro
Vou armado de dentes e coragem
Vou morder sua carne selvagem
Varo a noite sem cochilar, aflito
Amanheço imitando o seu grito
Me aproximo rondando a sua toca
E ao me ver você me provoca
Você canta a sua agonia louca
Água me borbulha na boca
Minha presa rugindo sua raça
Pernas se debatendo e o seu fervor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
Eu me espicho no espaço feito um gato
Pra pegar você, bicho do mato
Saciar a sua avidez mestiça
Que ao me ver se encolhe e me atiça
E num mesmo impulso me expulsa e abraça
Nossas peles grudando de suor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
De tocaia fico a espreitar a fera
Logo dou-lhe o bote certeiro
Já conheço seu dorso de gazela
Cavalo brabo montado em pelo
Dominante, não se desembaraça
Ofegante, é dona do seu senhor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
Não conheço seu nome ou paradeiro
Adivinho seu rastro e cheiro
Vou armado de dentes e coragem
Vou morder sua carne selvagem
Varo a noite sem cochilar, aflito
Amanheço imitando o seu grito
Me aproximo rondando a sua toca
E ao me ver você me provoca
Você canta a sua agonia louca
Água me borbulha na boca
Minha presa rugindo sua raça
Pernas se debatendo e o seu fervor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
Eu me espicho no espaço feito um gato
Pra pegar você, bicho do mato
Saciar a sua avidez mestiça
Que ao me ver se encolhe e me atiça
E num mesmo impulso me expulsa e abraça
Nossas peles grudando de suor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
De tocaia fico a espreitar a fera
Logo dou-lhe o bote certeiro
Já conheço seu dorso de gazela
Cavalo brabo montado em pelo
Dominante, não se desembaraça
Ofegante, é dona do seu senhor
Hoje é o dia da graça, hoje é o dia da caça e do caçador
Fonte: Musixmatch
Compositores: Chico Buargue / De Hollanda
https://www.youtube.com/watch?v=9Rh1kkUWPHc
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Alegria
Cartola
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Alegria,
Era o que faltava em mim,
Uma esperança vaga,
Eu já encontrei,
Pelos carinhos que me faz,
Me deixa em paz,
Não te quero ver,
Para nunca mais.
Eu sei,
Que teus beijos e abraços,
Tudo isso não passa,
De pura hipocrisia,
Já que tu não és sincera,
Eu vou te abandonar,
Um dia.
Composição: Cartola.
https://www.letras.mus.br/cartola/577454/
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ONDE ESTÁ VOCÊ
"Eles abririam o espetáculo, que na segunda parte traria, como grande atração, Alaíde Costa e Oscar Castro-Neves."
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ONDE ESTÁ VOCÊ - ALAIDE COSTA
Antônio Bocaiúva
130 mil inscritos
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120
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5.845 visualizações 4 de out. de 2012
Onde Está Você (Oscar Castro Neves / Luvercy Fiorini) - Alaíde Costa
Onde Está Você
Alaíde Costa
Onde está você
Se o sol morrendo te escondeu?
Onde ouvir você
Se a tua voz a chuva apagou?
Onde buscar se o coração
Bater de amor pra ver você?
Hoje a noite não tem luar
E eu não sei onde te encontrar
Pra dizer como é o amor
Que eu tenho pra te dar
Passa a noite tão devagar
Madrugada é silêncio e paz
E a manhã que já vai chegar
Onde te despertar?
Vem depressa de onde estás
Já é tempo do sol raiar
Meu amor que é tanto
Não pode mais esperar
Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide, mais conhecida como Alaíde Costa, (Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1935) é uma cantora e compositora brasileira.
MÚSICOS: Músicos:
Cláudio Slon : Bateria
Oscar Castro Neves : Piano
Hector Costita : Flauta
Tião Neto (Sebastião Costa Carvalho Neto) : Contrabaixo
Arranjadores:
Oscar Castro Neves
Começou no programa A raia miúda de Renato Murce. Com um canto suave e sussurrado, é considerada uma das perfeitas vozes do país. Consagrou em 1964 com Onde está você?, grande marco da voz, que embalou casais. Com quinze discos gravados em cinqüenta anos de carreira, participou dos principais programas de televisão e de rádio no eixo Rio-São Paulo. Tema de reportagens de jornais e revistas, participou de festivais internacionais e recebeu importantes prêmios e homenagens de expoentes da música popular brasileira. Uma das grandes referências musicais do movimento surgido em 1957, a bossa nova, frequentava a vida boêmia do Beco das Garrafas, em Copacabana.
(Vídeo de Antônio Augusto dos Santos, Antônio Bocaiuva, antaugsan, Divinópolis, Bocaiuva, MG, 4/10/2012 -- Fotos e imagens da Internet)
https://www.youtube.com/watch?v=fxVpmkne1As
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"Deu tudo certo, o número o número foi bem aplaudido e nem nos lembramos do nervosismo. A apresentaçâo de Alaíde Costa, na segunda parte, começou com a própria cantando no breu e à capela Onde está você, de Oscar Castro-Neves, que causou um enorme assombro e euforia em parte do público, marcando, sem dúvida, a carreira dela."
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Onde Está Você
Jessé
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Onde está você
Se o Sol morrendo te escondeu
Onde ouvir você
Se a sua voz a chuva apagou
Onde buscar se o coração
Bater de amor pra ver você
Hoje a noite não tem luar
Eu não sei onde te encontrar
Pra dizer como é o amor
Que eu tenho pra te dar
Vem depressa de onde estás
Já é tempo do Sol raiar
Meu amor que é tanto
Não pode mais esperar
Passa o tempo tão devagar
Madrugada é silêncio e paz
E a manhã que já vai chegar
Onde te esperar
Composição: Luvercy Fiorini / Oscar Castro Neves.
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Alaíde Costa e Oscar Castro Neves (1973, Completo)
Tonico Manoel
2.105 visualizações 24 de jun. de 2023
Lançado em 1973.
Faixas:
01 - Obrigada Meu Bem (Aloysio de Oliveira/Sylvia Telles) 00:00
02 - Sabe Você (Carlos Lyra/Vinicius de Moraes) 03:00
03 - Só Não Vem Você (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli) 06:24
04 - Caminhos (Luis Jorge/Regina Werneck) 09:42
05 - Noturno Em Tempo de Samba (Custódio Mesquita/Evaldo Ruy) 12:30
06 - Companheira da Manhã (Oscar Castro Neves/Regina Werneck) 15:03
07 - Cala Meu Amor (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) 18:59
08 - Outono (Billy Blanco) 22:10
09 - Murmúrios (João Pinto/Regina Célia) 25:22
10 - Retrato Em Branco E Preto (Tom Jobim/Chico Buarque) 28:46
11 - Amigo Amado (Alaíde Costa/Vinicius de Moraes) 31:56
12 - A Dama De Vermelho (Pedro Caetano/Alcyr Pires Vermelho) 34:56
https://www.youtube.com/watch?v=Ax49YNwmjs4
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Cesaria Evora - Live d'Amor (Grand Rex, Paris, 2004)
https://www.youtube.com/watch?v=dwmVmOa_-qw
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