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sexta-feira, 13 de maio de 2016

MADUREZA de volta ao Senado

Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.



Art. 99. Aos maiores de dezesseis anos será permitida a obtenção de certificados de conclusão do curso ginasial, mediante a prestação de exames de madureza, após estudos realizados sem observância do regime escolar. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 709, 1969)    (Revogado pela Lei nº 5.692, de 1971)
         Parágrafo único. Nas mesmas condições, permitir-se-á a obtenção do certificado de conclusão do curso colegial aos maiores de dezenove anos.(Redação dada pelo Decreto-Lei nº 709, 1969) 



Publicado por Camara municipal (extraído pelo JusBrasil) - 58 anos atrás

CRIA UM CURSO MUNICIPAL DE PREPARAÇÃO AOS EXAMES DE MADUREZA. Ver tópico
Faço saber que a Câmara Municipal decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1º - Fica criado um curso Municipal de Preparação aos Exames de Madureza, gratuito e que deverá funcionar nesta cidade, em local a ser designado pela Prefeitura, com a finalidade de preparar alunos, a fim de prestarem exames para a conclusão do Curso Ginasial nos Ginásios Estaduais. Ver tópico
Art. 2º - Esse curso funcionará com um classe, que terá o limite máximo de quarenta (40) alunos e poderá, oportunamente, ser desdobrado de acordo com as suas necessidades. Ver tópico
Art. 3º - Ficam criados nove (9) cargo de professores "Padrão G" Referência I, que deverão fazer parte integrante da Tabela de Padrões e Referências da Lei nº 456, de 7 de dezembro de 1955, cujos candidatos serão nomeados por concurso público, de títulos e provas. Ver tópico
Art. 4º - Para cumprimento da presente lei fica o Prefeito Municipal autorizado, no corrente exercício, a fazer as necessárias operações do crédito, devendo consignar verba própria nos futuros orçamentos. Ver tópico
Art. 5º - O Prefeito Municipal regulamentará esta lei dentro de sessenta (60) dias. Ver tópico
Art. 6º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Ver tópico
Palácio Rio Branco, 28 de outubro de 1957. COSTABILE ROMANO
Prefeito Municipal




Local: Plenário do Senado Federal da República Federativa do Brasil



Art. 99. Aos maiores de dezesseis anos será permitida a obtenção de certificados de conclusão do curso ginasial, mediante a prestação de exames de madureza, após estudos realizados sem observância do regime escolar. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 709, 1969)    (Revogado pela Lei nº 5.692, de 1971)
         Parágrafo único. Nas mesmas condições, permitir-se-á a obtenção do certificado de conclusão do curso colegial aos maiores de dezenove anos.(Redação dada pelo Decreto-Lei nº 709, 1969)




SENADOR RONALDO CAIADO dá AULA à Vanessa Grazziotin e Esculacha a tese GOLPE no IMPEACHMENT da Dilma



Senador Anastasia coloca á petralha gleisi em seu devido lugar-SENADOR CAIADO É AMEAÇADO PELOS COMU




Gleisi tenta constranger Anastasia, mas relator corrige a petista



Anastasia arrasa Cardozo na comissão do impeachment



Senadora Simone Tebet DETONA JOSÉ EDUARDO CARDOZO - Comissão Especial do Impeachment - 29/04/2016


Aécio Neves chama de "medíocre" o senador Lindbergh Farias em comissão do impeachment 25/04/2016



Gleisi Hoffmann tenta depreciar Janaína Paschoal e é 'calada' por argumentos; veja embate



Senadora desnuda como fraudes fiscais de Dilma acabaram com o Brasil e destruíram a vid,,



Senador parte para a baixaria para desqualificar Janaína e é colocado em seu devido lugar; veja

- Não tem renúncia

- Sem renúncia, manifesta pela primeira vez o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, do Partido Progressista.

Edição do dia 13/05/2016
13/05/2016 21h30 - Atualizado em 13/05/2016 21h30
Todos os dias Waldir Maranhão é pressionado a renunciar.
Desde o afastamento de Cunha, plenário não vota projetos.





Na proa com bigode





Desagravo de Renan

URGENTE! Presidente do Senado rejeita pedido de Waldir Maranhão! 09/05/2016



Senadoras do PT: Gritaria e Desespero após decisão do pres. do Senado. 09/05/2016

Eu sou o ontem e o amanhã.
Tenho a idade do momento ...
Sou pensamento e o corpo presente,
Sem constrangimento e deliberadamente!
Eu sou estrela de mil faces,
Beta de Centauro ardente.
Sou a que ri e que chora de desejo complacente...
Insistentemente! Valéria de Cassia Pisauro Lima

Da proa ao porão do Ita do Norte



Novazelite Versus Velhazelite
Romário redige nota para Renan
E o alagoano presidente do Senado faz desagravo ao tio bispo e ao conterrâneo escritor.
Malandro é malandro Mané é Mané
Em Muricy cada qual por si

“Creio que não foi de susto pela minha resposta.”
Dom Waldyr costumava contar uma anedota sobre sua ordenação. Assim que aceitou ser indicado bispo, o então papa João 23, morreu.


Primeiro fui aprisionado pela gramática
Agora pela ditadura
Escrevi não li nem eu vi
Vim

GRACILIANO RAMOS
(Quebrângulo, Alagoas, 1892 – Rio de Janeiro, 1953)

“Graciliano Ramos é um retratista sem fundo. Tudo nele se concentra no que é o homem, no que é a tragédia de ser homem. Os seus romances, por esta maneira, ganharam em profundidade, em análise sem piedade, sem síntese desesperada.”
José Lins do Rego



“O mundo é grande”

Avanço ao primitivo
Tarsila


Família Silva
OAS com S vago
Invasão da OA... pelos com S
Guerra de Notas, quentes e frias
Bola com empreiteira que passa para arrecadadores, que passam, que passam para distribuidores, que passam, que passam para o presidente
Saída de jogo, presidente pede a bola, distribuidor apoia arrecadador que marca empreiteira

Instituto Versus Empreiteira



Desagravo de Tiririca a todos os nortistas

Tiririca tira o bigode para evitar ser confundido com Maranhão

Publicado em 10 de mai de 2016
O deputado federal Tiririca (PR-SP) decidiu raspar o bigode que usava para evitar ficar parecido fisicamente com o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA). Tiririca disse que estava sendo confundido nas ruas com o deputado do PP.

"Tirei o bigode para não parecer com o Waldir Maranhão. Achei que ele fez uma brincadeira muito séria com o País, uma brincadeira sem graça. Então, estavam me comparando com ele, e eu não quero ser parecido com esse cidadão", afirmou Tiririca ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Tiririca, que votou a favor do impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, se referia à decisão de Maranhão de acatar recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e anular na segunda-feira a sessão da Câmara que aprovou a admissibilidade do processo de impedimento da petista.

Após pressão de líderes da oposição e aliados do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Waldir Maranhão revogou sua própria decisão na madrugada desta terça-feira, 10.

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Presidente do Senado dá resposta inesperada a Senador Lindberg Farias, do PT


Lindberg Farias, do PT, tenta intimidar presidente do Senado e recebe resposta inesperada



Desagravo de Malta a todos os palhaços nortistas


Malta ridiculariza e humilha Maranhão: 'Maranhão Trapalhão, é o Chapolim Colorado do Congresso'

Peguei Um Ita No Norte
Nana Caymmi
 
Ai, ai, ai, ai
Adeus, Belém de Pará
Peguei um Ita no norte
Peguei um Ita lá no norte
Pra vim pro Rio morar
Adeus, meu pai, minha mãe
Adeus, Belém do Pará

Ai, ai, ai, ai
Adeus, Belém de Pará
Ai, ai, ai, ai
Adeus, Belém de Pará

Vendi meus troço que eu tinha
O resto eu dei pra guardá
Talvez eu volte pro ano
Talvez eu fique por lá

Mamãe me deu conselhos
Na hora de eu embarcar
Meu filho ande direito
Que é pra Deus lhe ajudar

Tô há bem tempo no Rio
Nunca mas voltei por lá
Pro mês intera dez anos
Adeus, Belém de Pará





Salgueiro 1993 1/12- Peguei um Ita no norte

Enviado em 11 de mai de 2011
Lá vou eu...
Me levo pelo mar da sedução (sedução)
Sou mais um aventureiro
Rumo ao Rio de Janeiro
Adeus, Belém do Pará
Um dia volto, meu pai
Não chores pois vou sorrir
Felicidade o velho Ita vai partir

Oi no balanço das ondas... Eu vou
No mar eu jogo a saudade... amor (bis)
O tempo traz esperança e ansiedade
Vou navegando em busca da felicidade

Em cada porto que passo
Eu vejo e retrato, em fantasias
Cultura, folclore e hábitos
Com isso refaço minha alegria
Chego ao Rio de Janeiro
Terra do samba, da mulata e futebol
Vou vivendio o dia-a-dia
Embalado na magia
Do seu carnaval

Explode coração
Na maior felicidade (bis)
É lindo o meu Salgueiro
Contagiando, sacudindo essa cidade
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Música
"Peguei Um Ita No Norte" por Quinho (Google Play • iTunes)



Liberdade! Liberdade! Abra as Asas Sobre nós! Samba Enredo – Imperatriz

Publicado em 22 de mai de 2012
Samba Enredo da Imperatriz de 1989, fala sobre a abolição da escravidão e o fim da monarquia!

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Relatório de Anastasia admite impeachment


Relator Antonio Anastasia dá parecer favorável ao Impeachment em desfavor de Dilma Rousseff:

Publicado em 4 de mai de 2016
"Em face do exposto, a denúncia apresenta os requisitos formais exigidos pela legislação de vigência, especialmente pela Constituição Federal, para o seu recebimento. O voto é pela admissibilidade da denúncia, com a consequente instauração do processo de impeachment, a abertura de prazo para a denunciada responder à acusação e o início da fase instrutória, em atendimento ao disposto no art. 49 da Lei no 1.079, de 1950", diz o texto escrito por Anastasia.
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quinta-feira, 5 de maio de 2016
Débora Álvares, Leandro Colon, Mariana Haubert – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA - O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) apresentou nesta quarta (4) à comissão especial do impeachment relatório a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Relator do caso na comissão do Senado, Anastasia aponta que há elementos suficientes para que o processo seja aberto e petista julgada por crime de responsabilidade. Dilma é acusada de editar, em 2015, créditos suplementares e de usar dinheiro de bancos federais em programas do Tesouro, as chamadas "pedaladas fiscais".

"Em face do exposto, consideramos que os fatos criminosos estão devidamente descritos, com indícios suficientes de autoria e materialidade, há plausibilidade na denúncia e atendimento aos pressupostos formais, restando, portanto, atendidos os requisitos exigidos pela lei para que a denunciada responda ao processo de impeachment", diz Anastasia.

"É importante colocar em relevo que a denúncia em exame se refere a matéria da mais alta relevância para o país, qual seja, o da avaliação da responsabilidade na gestão fiscal e orçamentária", afirma o relator.

"Esta Comissão não está apreciando meros tecnicismos. Tratamos da admissibilidade de uma denúncia centrada em indícios de irregularidades que, por sua natureza, podem colocar em xeque o próprio regime de responsabilidade fiscal", ressalta o tucano.

Anastasia critica no relatório as alegações de Dilma de que é vítima de um "golpe". Para ele, é uma acusação "absolutamente descabida e desprovida de amparo fático e legal".

"Nunca se viu golpe com direito a ampla defesa, contraditório, com reuniões às claras, transmitidas ao vivo, com direito à fala por membros de todos os matizes políticos, e com procedimento ditado pela Constituição e pelo STF", diz trecho de seu parecer. "Demais disso, o que se quer é deslegitimar a própria figura do impeachment, como se ela fosse estranha ao presidencialismo, ou sua antítese, o que é objetivamente falso", ressalta.

Em seu relatório, Anastasia diz que a linha de defesa de Dilma tenta atribuir a ela "um salvo conduto" para que ela entre para a história como uma "senhora de bem, que paira além da linha dos anjos".

"Por outro lado, não se cuida, neste mister, de abonar a linha de defesa da Senhora Chefe do Poder Executivo, que pretende, por estratégia retórica, a ela atribuir um salvo conduto para que transite pela história como a Senhora do bem, que paira além da linha dos anjos", disse.

Ao defender o afastamento de Dilma, Anastasia afirmou que defender o presidencialismo sem impeachment é "monarquia absoluta" e "ditadura".

"Querer defender o presidencialismo sem impeachment é querer, mais uma vez, o melhor (para o governo) de dois mundos: o Executivo forte do presidencialismo, mas sem a possibilidade de retirada do poder em caso de abuso. Presidencialismo sem possibilidade de impeachment é monarquia absoluta, é ditadura, por isso que o mecanismo foi previsto em todas as nossas Constituições, e inclusive já utilizado sem traumas institucionais", escreveu em seu parecer.

Ele também abriu espaço para que os senadores alterem, durante o julgamento da presidente, a tipificação dos crimes atribuídos a Dilma na denúncia original, desde que em cima dos mesmos fatos analisados: a edição de créditos suplementares e as chamadas "pedaladas fiscais.

"Durante a instrução probatória, o julgador pode, conforme previsão expressa do CPP (art. 383), alterar essa tipificação, propor distinta classificação jurídica para os fatos postos", disse o relator.

O relatório não menciona a Operação Lava Jato, o esquema de corrupção na Petrobras, ou algo referente ao tema. A intenção de Anastasia foi focar nos itens da denúncia original, ligados a possíveis manobras fiscais, e evitar uma espécie de "judicialização" do processo por parte da base do governo.

Na Câmara, onde a admissibilidade foi aprovada, o relator Jovair Arantes (PTB-GO) faz referência à Lava Jato, o que causou protesto por parte dos aliados de Dilma. Arantes não usou o escândalo para pedir a abertura do processo de impeachment, mas sugeriu que o Senado pudesse abordar e aprofundar o tema, o que não foi acatado pelo relatório de Anastasia nesta etapa do processo.

O parecer de Anastasia foi lido nesta tarde e será votado na comissão na próxima sexta (6). Um dia antes, quinta (5), o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, deve comparecer ao Senado para defender a presidente do documento do senador tucano.

Como já ocorreu em outras sessões, senadores governistas e de oposição bateram boca e a sessão foi suspensa por um minuto.
Ao chegar para a reunião da comissão, Anastasia foi assediado por alguns parlamentares que pediram para tirar selfies com ele, como o senador Magno Malta (PR-ES).

A bancada do governo reafirmou, por meio dos senadores Gleisi Hoffmman (PT-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), sua posição contra a atuação de Anastasia pelo fato de ele pertencer ao PSDB, partido interessado no impeachment de Dilma. "Tivemos aqui uma acusação partidarizada. Vamos questionar até o final a presença de um senador do PSDB na relatoria", disse Lindbergh.

O líder da bancada tucana, Cássio Cunha Lima (PB), e outros senadores de oposição reagiram às críticas. "Esse teatro todo é para aparecer na televisão. Agora vai ouvir quieto e sentadinho aí", disse Ricardo Ferraço (PSDB-ES) a Lindbergh Farias. "O senador Anastasia tem as condições políticas e institucionais de ser o relator", ressaltou o tucano.

O PSDB ficou com a relatoria por questão de proporcionalidade de bloco partidário no colegiado.

O clima é de derrota para o governo dentro da comissão. Apenas cinco dos seus 21 titulares são contra a abertura do processo de impeachment. Os trabalhos do colegiado começaram na semana passada - desde então, foram ouvidos os autores da denúncia, a defesa de Dilma e especialistas a favor e contra o impeachment.

Depois da votação na sexta, o caso vai ao plenário do Senado, em sessão prevista para o dia 11, uma quarta-feira. São necessários os votos da maioria simples dos presentes para que o processo seja aceito. No momento, ao menos 51 dos 81 senadores já se manifestaram favoráveis.

Confirmado esse resultado, Dilma será afastada por até 180 dias, período em que será julgada pelos senadores e o vice Michel Teme assumirá interinamente. Nesta etapa, exige-se o mínimo de 54 votos para que ela seja afastada definitivamente. No caso, pelo menos 42 declararam até agora votos neste sentido.

Manifestação
Enquanto Anastasia lê seu relatório, um grupo de cerca de 30 pessoas do Comitê Pró-Democracia realizou uma manifestação contrária ao impeachment na porta da comissão especial. Com palavras de ordem, o manifestantes acusaram o tucano de ser "golpista" e disseram não aceitar um "governo ilegítimo que não tem voto", em referência à possibilidade de o vice-presidente Michel Temer assumir a presidência caso Dilma seja afastada do cargo.

O grupo participou de uma audiência pública sobre democracia e direitos humanos na Comissão de Direitos Humanos do Senado no início da tarde. Enquanto se deslocavam para a saída do Congresso, o deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) passou pelo ato e gritou "Fora PT, Fora Dilma". A provocação foi imediatamente rechaçada pelo grupo, que cercou o parlamentar e também o acusou de ser golpista.

Os senadores Fátima Bezerra (PT-RN) e Lindbergh Farias (PT-RJ) foram ao encontro dos manifestantes para agradecer pelo apoio. "Como já era esperado, estamos diante de uma fraude jurídica e uma farsa política porque o PSDB, através do seu relator, apresenta voto pelo impeachment", disse Fátima.

Leia aqui a íntegra do relatório de Anastasia



quinta-feira, 5 de maio de 2016
Por Vandson Lima, Thiago Resende e Fábio Pupo – Valor Econômico

BRASÍLIA - Apontando indícios "robustos" de fraude fiscal e rechaçando a tese de que um golpe de Estado esteja em curso, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) apresentou ontem à comissão especial do impeachment seu parecer a favor do prosseguimento da denúncia contra a presidente da República, Dilma Rousseff.

O relatório será discutido hoje e votado amanhã pelo colegiado. Depois irá a voto no plenário na quarta-feira, dia 11, quando os senadores poderão, se admitirem a denúncia por maioria simples, afastar a presidente do cargo por até 180 dias.

O documento se limita a implicar Dilma pelos dois fatos apresentados na acusação encaminhada pela Câmara dos Deputados. A primeira é a abertura de créditos suplementares, por meio de decretos assinados pela presidente entre julho e agosto de 2015, sem aval do Congresso Nacional; a outra são os repasses feitos com atraso pelo Tesouro Nacional ao Banco do Brasil para subsídio de juros referentes ao Plano Safra em 2015.

O parecer é claro em delimitar a denúncia a esses dois pontos, podendo os senadores alterar a tipificação dos crimes, mas não acrescentar novas acusações. Havia dúvidas se Anastasia deixaria alguma brecha ou mesmo incluiria de pronto novos fatos - como possíveis ilegalidades cometidas na gestão da Petrobras ou as pedaladas fiscais de 2014, que constavam na denúncia original.

Anastasia sublinhou que "dado o contexto, merece destaque o fato de que o exercício de 2015 foi marcado pela repetição, senão aprofundamento, de situações críticas verificadas em 2014" no campo fiscal, sem, no entanto, adentrar a questão. O relatório sequer faz referências à Operação Lava-Jato, justamente para se ater às possíveis ilegalidades relativas a 2015.

O tucano refutou o argumento da defesa de Dilma de que o processo deveria ser anulado por ter sido deflagrado como "vingança e retaliação" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Não é demais lembrar que a autorização emanada da Câmara não é um ato pessoal do deputado, mas sim do plenário", que autorizou a abertura de processo de impeachment com mais de dois terços dos votos, disse o tucano. Anastasia frisou também que a decisão de Cunha fez um "recorte substancial" comemorado pela defesa de Dilma, ao acatar apenas as denúncias que tratavam de fatos ocorridos em 2015 - atual mandato da presidente.

Para o senador, as acusações "revelam contexto que pode demonstrar desvio de finalidade em favor de interesses políticos partidários, na medida em que, em contexto eleitoral, sonegaram informações à sociedade brasileira, a constituir pano de fundo relevante para apuração dos fatos praticados em 2015". Anastasia pontuou que "a partir do exame dessas operações [...], não é razoável supor que a presidente não soubesse que uma dívida da ordem de R$ 50 bilhões junto a bancos públicos pairava na atmosfera fiscal da União, até mesmo porque esse endividamento foi utilizado como forma de financiamento de políticas públicas prioritárias. Não se trata, portanto, de 'pedir impeachment porque alguém rouba um grampeador', como afirmou o Advogado-Geral da União perante este colegiado", lembrou.

Para Anastasia, a possibilidade jurídica de julgamento político é a razão de ser da previsão dos crimes de responsabilidade. "Presidencialismo sem possibilidade de impeachment é monarquia absoluta, é ditadura, por isso que o mecanismo foi previsto em todas as nossas Constituições, e inclusive já utilizado sem traumas institucionais", escreveu.

Anastasia argumentou que o impeachment é um mecanismo de "controle e repressão de delitos presidenciais"; e que não se trata de contrastar o mandato da presidente Dilma "com índices críticos de impopularidade; com o sentimento de rejeição, latente ou explícito, que se alastra em redes sociais irosas ou moderadas; com eventuais condutas veiculadas em áudios e delações". "Aqui, não aduzirei inverdades, não admitirei construções jurídicas fraudulentas", frisou no parecer.

Ele rechaçou ainda a alegação da defesa de que era necessário aguardar emissão de parecer prévio da prestação de contas de 2015 pelo Tribunal de Contas da União (TCU). "Não é condição de procedibilidade para se admitir, processar e julgar o crime de responsabilidade na esfera jurídico-política", afirma.

Senador do PT, Lindbergh Farias (RJ) disse que a menção a anos anteriores será judicialmente contestada. A ala governista da Casa foi após a sessão para uma reunião com Cardozo para definir a "estratégia jurídica" de reação ao relatório.

Antes da leitura, Lindbergh voltou a levantar possível suspeição de Anastasia por editar 55 decretos de crédito suplementar em Minas Gerais quando era governador. "Se fosse pelos decretos de crédito, não teríamos mais governador no país. Isso é cinismo", disse. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) chamou a fala do petista de "teatro patético". Anastasia se defendeu, argumentando que a lei estadual mineira - ao contrário da lei federal - autoriza os decretos. "O Estado tem mais flexibilidade", afirmou.

Do lado de fora da comissão, um grupo de 40 manifestantes protestou. Eles carregavam cartazes com as inscrições "Temer traidor", "Anastasia pedalador" e ainda chamaram o eventual novo governo do vice-presidente de ilegítimo. O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) interferiu no protesto e começou a gritar palavras contra o governo e contra Dilma. Os manifestantes, então, se voltaram em meia-lua contra o parlamentar e o chamaram em coro de "golpista".













quarta-feira, 4 de maio de 2016

Jogo do Poder PR



“... eu costumo dizer que experiência é igual dentadura: só cabe na boca do dono.” Senador Magno Malta




Il Capo dei Capi – Trailer


Publicado em 13 de mai de 2012
Il Capo dei Capi (The Boss of the Bosses) is a six part miniseries which debuted on the Canale 5 between October and November 2007, in Italy. It tells the story of Salvatore Riina, alias Totò u Curtu, a mafioso from Corleone, Sicily. Riina is played by Palermo-born actor, Claudio Gioè, and the series was directed by Alexis Sweet and Enzo Monteleone. The film is inspired from the eponymous book-inquiry of Giuseppe D'Avanzo and Attilio Bolzoni.
The mini series has been watched by Salvatore Riina, now that he is in prison, raising some criticism on the coverage of the topic.
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Publicado em 13 de mai de 2012
Il Capo dei Capi (O patrão dos patrões) é um seis minisséries parte que estreou no Canal 5 entre outubro e novembro de 2007, na Itália. Ele conta a história de Salvatore Riina, conhecido como Totò u Curtu, um mafioso de Corleone, na Sicília. Riina é interpretado pelo ator Palermo-nascido, Claudio Gioe, e a série foi dirigida por Alexis Doce e Enzo Monteleone. O filme é inspirado no homônimo livro-investigação de Giuseppe D'Avanzo e Attilio Bolzoni. A mini-série foi assistida por Salvatore Riina, agora que ele está na prisão, levantando algumas críticas sobre a cobertura do tema. Versão em português  por Tradutor Google


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11/3/2010

Saiu na Folha de hoje (30/05/07):

 “Vamos pedir a absolvição porque ele não quis matar o filho.”

Quando alguém quer cometer um delito ou assume o risco de cometê-lo, ele estará agindo dolosamente. Mas se ele cometeu o crime apenas por negligência, imprudência  ou imperícia, ele estará agindo culposamente.

Assim, se Pedrinho dá um tiro em Zezinho, ele agiu dolosamente, pois quis matá-lo. Se pega um revólver, retira a metade dos projéteis, coloca-o contra a cabeça de Zezinho e diz que vai brincar de roleta-russa, aperta o gatilho e o mata, ele pode até não ter querido matá-lo, mas assumiu o risco de fazê-lo e, por isso, terá agido dolosamente, pois ninguém em sã consciência brinca de roleta-russa sem saber que está assumindo o risco de fazer a arma disparar.

Por outro lado, se Mariazinha deixa seu revólver cair da bolsa sem querer, e ao bater no chão ele dispara e mata Rosinha, ela não desejou e nem assumiu o risco de matar Rosinha, mas agiu com imprudência, pois ninguém deveria andar com uma arma destravada em uma bolsa.

Imperícia é quando alguém que deveria dominar uma técnica não a domina. É o caso do médico que erra na hora de suturar um paciente. Depois de seis anos estudando medicina, ele deveria saber suturar. Se não sabe, é imperito.

Negligência é quando aquele que deveria tomar conta para que uma situação não aconteça, não presta a devida atenção e a deixa acontecer. É o caso da mãe que deveria tomar conta do neném quando está dando banho nele, vai atender o telefone e o neném acaba se afogando. Ela não queria e nem assumiu o risco de matá-lo, mas não tomou conta o suficiente para evitar sua morte.

Imprudente é a pessoa que não toma os cuidados que uma pessoa normal tomaria. É a pessoa que, ao dar marcha-ré com o carro, esquece de olhar para trás e acaba atropelando alguém.

Como a separação entre imprudência, negligência e imperícia é, às vezes, muito tênue, a lei não faz diferenciação entre essas três formas de agir. Todas são consideradas formas culposas de agir.

Quando estamos lendo uma lei penal, temos que tomar cuidado para diferenciar o dolo da culpa. Primeiro, porque as punições contra as modalidades dolosas são bem mais severas, pois o agente quis o resultado e, segundo, porque a regra é que todo delito é punido apenas na forma dolosa (eles não são punidos quando a pessoa o cometeu sem querer). Apenas quando a lei diz especificamente que aquele crime também é punido na modalidade culposa é que ele poderá ser punido mesmo se o agente não o quis cometer ou não assumiu tal risco. É o caso do homicídio, por exemplo. O art. 121 do Código Penal diz que quem matar alguém será sentenciado entre 6 e 20 anos de prisão. Como ela não falou nada, deduz-se que essa punição é para a modalidade dolosa. Mas no §3º do mesmo artigo ela diz: “se o homicídio é culposo – detenção de 1 a 3 anos”. Apenas porque ela disse que o homicídio também é punível na modalidade culposa é que existe o homicídio culposo. Já o art. 155, por exemplo, diz que quem furtar será apenado com 1 a 4 anos de reclusão. Como não há menção à modalidade culposa, ninguém pode ser condenado por furto se pegou um bem móvel sem querer e o levou para casa.

No caso que saiu no jornal hoje, o advogado acabou falando uma bobagem. Pedir a absolvição de um homicídio porque o reu não o quis cometer apenas o descaracteriza como homicídio doloso, mas como a lei prevê a existência do homicídio culposo, o agente pode ainda ser condenado por essa ultima modalidade (em vez de ser absolvido).




Publicado por Folha Política - 1 ano atrás
O jornalista Josias de Souza, do UOL, relatou que a presidente Dilma Rousseff pode perder o mandato presidencial em virtude de processo por crime de responsabilidade, o que, no limite, poderia custar-lhe o mandato que acaba de reconquistar
Às voltas com o primeiro rombo em suas contas desde que o Plano Real deu ao país uma moeda estável, o governo montou uma operação de guerra para aprovar no Congresso o projeto que autoriza Dilma Rousseff a descumprir a meta de economia nas despesas para pagamento das dívidas públicas. Fez isso por uma razão singela: se a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não for modificada, a presidente da República estará sujeita a ser processada por crime de responsabilidade. Algo que, no limite, pode custar-lhe o mandato que acaba de reconquistar nas urnas.
Editada sob Fernando Henrique Cardoso, a Lei de Responsabilidade Fiscal (número 101/2000) define em seu artigo  que um dos objetivos da LDO é a obtenção do "equilíbrio entre receitas e despesas". O parágrafo 1º desse mesmo artigo anota: "Integrará o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias anexo de metas fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes."
Leia também:
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Vídeo responde a mentiras de Dilma exibidas em rede nacional; assista
Em vídeo, Dilma assume que, além de porto, repassou US$600 milhões para 'ajudar' Cuba; assista
Lula diz que o povo tem legitimidade para tirar o presidente do poder; veja
Na hipótese de descumprimento da meta de superávit primário, nome técnico da economia de gastos, a irresponsabilidade fiscal levaria Dilma a flertar com a lei que define os crimes de responsabilidade (número 1.079/1950). A encrenca está esboçada no capítulo VI dessa lei, que trata "dos crimes contra a lei orçamentária". No artigo 10º, estão enumerados os "crimes de responsabilidade contra a lei orçamentária". No item 4 desse artigo lê-se: "infringir, patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária." A pena máxima seria o impeachment. "O quadro é muito delicado'', dizia na noite passada, em privado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.” O governo precisa calçar as sandálias da humildade. ''
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É para evitar que a infração se torne patente que o governo pega em lanças. A caminho da Austrália, onde participará da reunião dos países do G 20, Dilma delegou ao vice Michel Temer, no exercício da Presidência, a tarefa de coordenar as falanges governistas no Congresso. Nesta terça-feira (11), Temer realizou uma maratona de reuniões que começou pela manhã e se prolongou até o meio da noite. No Congresso, a oposição se equipa para dificultar o que já não parece fácil.
Para 2014, a LDO fixou a meta de superávit primário, como é chamada a economia de gastos públicos, em R$ 116 bilhões. Nessa versão original, a LDO já contém um refresco: antevendo a dificuldade que teria para poupar despesas, o governo arrancou do Congresso autorização para descontar da meta de superávit até R$ 67 bilhões. Deu-se, porém, um desastre. O Tesouro acumulou até o mês de setembro um déficit de mais de R$ 15 bilhões.
Diante da evidência de que a meta anual de superávit foi para as cucuias, o Planalto pede ao Congresso autorização para descontar da meta, sem limites, todos os investimentos que fez em obras do PAC e 100% da perda de receita que teve com as desonerações tributárias. Numa conta fechada em outubro, essas duas rubricas somavam R$ 130,4 bilhões.
Quer dizer: em vez de descontar da meta de superávit os R$ 67 bilhões já previstos na LDO, o governo poderia abater R$ 130,4 bilhões. Considerando-se que essa cifra é superior à própria meta de R$ 116 bilhões, a manobra livraria Dilma da pecha de irresponsável fiscal mesmo se o ano de 2014 terminasse com as contas no vermelho.
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Na conversa mais importante que teve ao longo do dia de ontem, Temer reuniu em seu gabinete os ministros Aloisio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais); os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros; além dos líderes do PT e do PMDB nas duas Casas legislativas. Nessa conversa, o governo esboçou o mapa da guerra. O Planalto quer aprovar a manobra que livra Dilma de problemas legais até a semana que vem.
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Para que isso aconteça, o projeto precisa passar primeiro, pela Comissão de Orçamento. Depois, terá de ser aprovado numa sessão conjunta do Congresso, com deputados e senadores. Lero vai, lero vem Temer e seus interlocutores se deram conta da existência de um entrave adicional: há na fila do Congresso 38 vetos presidenciais pendentes de apreciação. Eles trancam a pauta. Significa dizer que nada pode ser votado antes que os parlamentares decidam derrubar ou manter os vetos da presidente.
Renan Calheiros, que acumula as atribuições de presidente do Senado e do Congresso, convocou para as 19h desta quarta-feira (12) uma sessão para deliberar, a toque de caixa, sobre as quase quatro dezenas de vetos. Ao farejar o ritmo de toque de caixa, a oposição anunciou que levará o pé à porta, obstruindo as atividades legislativas.
Líder do DEM, o deputado Mendonça Filho (PE) discursou da tribuna, na noite passada: "O presidente do Congresso [Renan] anunciou para esta quarta a votação de vetos. Nós não vamos votar! De repente, o Congresso se reúne para votar vetos. Qual o propósito dessa votação dos vetos amanhã? Desobstruir a pauta do Parlamento para permitir que a presidente da República altere a Lei de Diretrizes Orçamentárias... Não! Descumpriu a lei orçamentária, descumpriu a LDO, desmoralizou o Congresso..., o governo terá de assumir as consequências dos seus atos irresponsáveis."
No Senado, o líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), ecoou Mendonça Filho: "A divulgação desse estouro nas contas públicas vem agora confirmar que o governo é irresponsável na gestão das finanças públicas. E a presidente encaminha para o Congresso a confissão dessa falência, que é esse projeto de lei que pede, de certa forma, uma anistia ao Congresso: 'Olha, eu errei, gastei mais do que eu arrecadei, descumpri a lei, agora peço aos senhores congressistas que me perdoem'. Não, da nossa parte não terá perdão não. Vamos votar contra."
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Lígia Ferreira relatando Josias de Souza, UOL
Folha Política






JOGO DO PODER PR - SÉRGIO MORO - 20.09.09

Publicado em 9 de jan de 2015
O juiz federal Sérgio Moro, então juiz na 2ª Vara Criminal Federal de Curitiba, foi o convidado do advogado Luiz Carlos da Rocha, no Jogo do Poder PR que foi ao ar no dia 20/09/09, pela Rede CNT (Canal 06), em Curitiba.
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Magno Malta cala ex-presidente da OAB na Comissão do Impeachment; veja

Publicado em 3 de mai de 2016

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"Esse é o país do football... "



Comissão Impeachment Senado - Senador Magno Malta Vs Janaína Paschoal - 28/04/2016


“... Pimenta no olho do outro é refresco.”