Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
quinta-feira, 23 de abril de 2026
TEOREMA
TITÃS - EPITÁFIO [LETRA]
"A tradicional festa de São Jorge na paróquia da Igreja Melquita, no Bairro Santa Helena em Juiz de Fora, está em andamento."
Jorge Da Capadócia
Jorge Ben Jor - Jorge da Capadócia
Jorge sentou praça
Na cavalaria
Eu estou feliz porque
Eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés, não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos, não me peguem, não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos e não me vejam
E nem mesmo um pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo, meu corpo não alcançará
Facas, lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é de Capadócia, viva Jorge!
Jorge é de Capadócia, salve Jorge!
Perseverança, ganhou do sórdido fingimento
E disso tudo nasceu o amor
Perseverança, ganhou do sórdido fingimento
E disso tudo nasceu o amor
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Ogan, Ogan, toca pra Ogum
Jorge é da Capadócia
Jorge é da Capadócia
Jorge é da Capadócia
Jorge é da Capadócia
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Ogan toca pra Ogum
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Jorge da Capadócia
Composição: Jorge Ben Jor.
Que maravilha viver com os três poderes revisitando o velho Pitágoras!
A palavra teorema em grego é θεώρημα (theorema).
Origem e Significado
O termo evoluiu de conceitos ligados à observação e contemplação:
Etimologia: Deriva de theōrein (θεωρεῖν), que significa "olhar", "observar" ou "contemplar"
Merriam-Webster
Merriam-Webster
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Sentido Original: Em grego antigo, referia-se a um "espetáculo", "festa" ou algo a ser visto
Wikipedia
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Aplicação Matemática: Foi introduzido por Euclides em sua obra Elementos para designar uma proposição que precisa de demonstração
Origem Da Palavra
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Principais Teoremas Gregos
A matemática grega estabeleceu as bases da geometria que usamos hoje:
Teorema de Pitágoras: : Em um triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (
)
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Teorema de Tales: Estabelece que um feixe de retas paralelas cortado por transversais forma segmentos proporcionais
Educa Mais Brasil
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Teorema de Euclides: Conjunto de proposições fundamentais sobre geometria plana e teoria dos números detalhadas em Elementos.
Você gostaria de ver a demonstração passo a passo de algum desses teoremas ou prefere a tradução de outros termos matemáticos?
Unesp SP - adaptada - Pitágoras e Trigonometria no Triângulo Retângulo - YouTube
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THE COSINE RULE ( a² = b² + c² - 2bc × cos(A)) The cosine rule, also known as the law of cosines, relates the lengths of the sides of a triangle
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Leis de Newton: 1ª, 2ª e 3ª Lei de Newton (com exercícios) - Toda Matéria
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PDF) A Matemática do Ensino Médio Volume 1 UNIFOR COLEÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA
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F = ma meets a² + b² = c² Three strings. Three masses: 3m, 4m, 5m. Pulleys, gravity, equilibrium. The tensions balance perfectly only when the angles form a right triangle; because
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19 horas atrás
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F = ma meets a² + b² = c² Three strings. Three masses: 3m, 4m, 5m. Pulleys, gravity, equilibrium. The tensions balance perfectly only when the angles form a right triangle; because
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THE COSINE RULE ( a² = b² + c² - 2bc × cos(A)) The cosine rule, also known as the law of cosines, relates the lengths of the sides of a triangle
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Segunda Lei de Newton: fórmulas, aplicações e exercícios
Segunda Lei de Newton: conceito, exemplos e aplicações
Esta é uma das leis mais importantes da Física; conheça a definição e veja exemplos do cotidiano
17/07/2024
F = ma meets a² + b² = c²
Three strings. Three masses: 3m, 4m, 5m.
Pulleys, gravity, equilibrium.
The tensions balance perfectly only when the angles form a right triangle; because the vector sum closes exactly when the sides satisfy 3² + 4² = 5².
You don't just see the theorem.
You feel the forces prove it in real time. The strings go slack or snap out of balance the instant you break the ratio.
This is why your bridge doesn't collapse, why your rocket hits orbit, and why the Pythagorean theorem isn't just chalk on a board; it's the universe keeping its own balance.
Teorema (1968) - Pier Paolo Pasolini - (Sub EN - ES - BR PO)
MUSA Cinema
Estreou em 2 de set. de 2025
Uma família italiana se desintegra gradualmente depois que um visitante da universidade desperta sua sexualidade.
Muitos o consideram o filme mais esotérico de Pasolini. Para mim, é também um clamor crescente por liberdade sexual, que também é atemporal. Hoje, apesar de todo o progresso que fizemos, não conseguimos realmente integrar e abordar a sexualidade sem preconceitos. No entanto, há também o tema de como os indivíduos são corrompidos pelo sexo.
Diretor: Pier Paolo Pasolini
Lançado no meu aniversário, em vez de ganhar um presente, eu o dou ao meu público.
Música
5 músicas
Teorema
Ennio Morricone
Teorema | La stagione dei sensi | Vergogna schifosi
Contra Rio
Oz & Juan Cruz
Teorema
Teorema Uno
Oz & Juan Cruz
Teorema
Hombre Solo
Oz & Juan Cruz
Teorema
Frammenti
Ennio Morricone
Teorema | La stagione dei sensi | Vergogna schifosi
Música
Transcrição
Geração de 1985 a 1999 é a mais à direita
Epitáfio
augusto.amorim.adv
19 sem
Períodos das Gerações:
Baby Boomers: Nascidos entre 1946 e 1964, após a Segunda Guerra Mundial, período de grande aumento de nascimentos.
Geração X: Nascidos entre 1965 e 1980, cresceram com a ascensão da TV e o individualismo.
Geração Y (Millennials): Nascidos entre 1981 e 1996, cresceram com a informatização e a globalização.
Geração Z (Centennials): Nascidos entre 1997 e 2012, são nativos digitais, sem memórias dos anos 90.
A geração da redemocratização, nascida entre 1985 e 1999, apresenta maior proporção de eleitores identificados com posições à direita, enquanto a geração da Bossa Nova (1945–1964) tende a demonstrar maior identificação com o lulismo.
Leitura no sofá — o texto se abre
radiobandnewsfm
23 h
Uma pesquisa da Genial/Quaest indica mudanças no comportamento político das diferentes gerações no Brasil e aponta que os jovens nascidos entre 2000 e 2009, chamados de geração “.com”, apresentam menor adesão à polarização política e maior tendência a posições de centro.
O levantamento também aponta que esse grupo demonstra desilusão com o Estado e com a política institucional. Apesar disso, em temas de costumes, os jovens apresentam posições mais liberais em alguns recortes, como maior apoio ao debate sobre sexualidade nas escolas e maior abertura a temas ligados à diversidade.
A pesquisa divide a população em quatro gerações. A chamada geração da “redemocratização”, formada por nascidos entre 1985 e 1999, aparece como a mais inclinada à direita no espectro político. Já a geração “bossa nova”, de 1945 a 1964, tem maior identificação com o lulismo.
As gerações “ordem e progresso” (1965 a 1984) e “bossa nova” apresentam maior equilíbrio entre visões conservadoras e progressistas, variando conforme os temas analisados.
O estudo também revela contradições na geração mais jovem. Em alguns indicadores de costumes, há posições mais progressistas, mas também aparecem índices relevantes de conservadorismo em temas como aborto e manifestações públicas de afeto entre pessoas do mesmo sexo.
Outro ponto destacado é o amplo apoio, em todas as gerações, à regulação das redes sociais como forma de combate à desinformação, com adesão majoritária entre os entrevistados.
Resumo do artigo
O texto descreve um momento de forte tensão entre os Poderes no Brasil, especialmente envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso e setores das Forças Armadas. A narrativa aponta que cresce, tanto à direita quanto à esquerda, a pressão por reformas no Judiciário — incluindo maior transparência, limitação de decisões individuais de ministros e definição de mandatos.
Há uma convergência política incomum entre atores como José Dirceu e setores ligados ao PL, indicando que críticas ao STF deixaram de ser exclusivas de um campo ideológico. Essa pressão pode levar a um “pacto entre Poderes”, articulado por figuras como Flávio Dino, visando redefinir limites institucionais e restaurar equilíbrio.
O texto também sugere que o STF enfrenta um momento de fragilidade, com risco político crescente (inclusive especulações sobre impeachment de ministros), enquanto o Congresso busca recuperar protagonismo e o Executivo enfrenta desafios fiscais futuros.
Um elemento central é o inquérito envolvendo o banco Master e o empresário Daniel Vorcaro, visto como fator que pode redefinir as relações entre os Poderes e expor redes de influência e financiamento.
Por fim, o artigo conclui que o desfecho dessa crise dependerá não apenas de acordos institucionais, mas principalmente da reação do eleitorado, destacando que o verdadeiro campo de disputa é político e eleitoral.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Vorcaro e eleitor vão delimitar pacto entre Poderes, por Maria Cristina Fernandes
Valor Econômico
PT e PL convergem na necessidade de reformar o Judiciário e pressionam STF a sair da letargia
Num café com um ministro do Supremo Tribunal Federal, um general do Alto Comando enumerou os oficiais das Forças Armadas que estavam a cumprir pena por determinação da Corte. Em seguida, emendou: aqueles que os condenaram também estarão sujeitos às leis da República?
A conversa transcorreu em clima ameno. O general, legalista, continuará a sê-lo. A dúvida é se, no transcorrer do inquérito do Master, se poderá dizer o mesmo do togado. Se os traumas do golpismo, na percepção de um privilegiado interlocutor da farda, foram pedagógicos para as Forças Armadas por muitas gerações de Bolsonaros, ainda não se sabe se a toga pagará para ver as lições de um impeachment.
A profusão de propostas de reformas no STF é sinal de que a possibilidade crescente deste desfecho começou, finalmente, a sacolejar a Corte. Ao contrário da farda, a política não está represada pelo muro das lamentações. A representação do ministro Gilmar Mendes contra o senador Alessandro Vieira (MDB-ES) teve como serventia abrir caminho para o ex-governador de Minas fazer o mesmo.
Depois do pedido do decano para que Romeu Zema fosse incluído no inquérito das Fake News, o pré-candidato à Presidência pelo Novo dobrou a aposta e publicou outros dez vídeos sobre os ministros da Corte. Se Zema aparecer com dois dígitos numa simulação de primeiro turno na próxima pesquisa de intenção de voto, já saberá a quem agradecer.
A pressão por mudança no STF não vem só da direita. O ex-ministro e pré-candidato a deputado federal, José Dirceu, já havia antecipado muitos dos pontos a serem discutidos pelo 8º Congresso do PT, a partir desta sexta: prestação de contas pelo STF, transparência, limitação às decisões monocráticas, mandato e autocontenção.
O que surpreende é a grande convergência entre o PT e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha do senador Flávio Bolsonaro. Dirceu também havia antecipado este desdobramento. “A extrema-direita vai propor ao eleitorado medidas contra o Supremo e nós vamos defender o STF sem propor mudança alguma? Vamos perder”, disse a Mônica Bergamo.
Tamanha convergência na política não deixa alternativa ao STF senão buscar uma saída. O incumbido foi o único do colegiado que já precisou pedir voto na rua. O ministro Flávio Dino, porém, não se dirigiu aos eleitores, mas aos demais Poderes ao propor um pacto a exemplo dos havidos em 2004 e 2009. A abordagem vai além do Judiciário e envolve redes de financiamento e lavagem de capitais, abarca a advocacia pública e as agências reguladoras.
No Congresso, porém, o pacto tem outra amplitude. Como em nenhuma outra conjuntura o Judiciário esteve tão acuado, a percepção é a de que terá que ceder mais, inclusive nos processos em tramitação. Pelo menos dois interlocutores que pretendem disputar um mandato na Câmara, José Dirceu (PT-SP) e Romero Jucá (MDB-RR), colocam as emendas sobre a mesa. O primeiro não vê viabilidade para o arrastão de 93 parlamentares arrolados em inquéritos e o segundo advoga uma saída em que a Câmara seja mais proativa na cassação de mandatos.
Só não está claro para ninguém como o STF abriria mão de dar continuidade a processos em curso. Tampouco parece convicente que um pacto do gênero seja capaz de poupar ministros se o motor da guilhotina é a bancada bolsonarista. A turma do deixa-disso no Congresso quer driblar o impeachment da toga com a aposentadoria de Dias Toffoli, o envio do ministro Alexandre de Moraes para um tribunal internacional e uma sanção ainda vaga para o pai de Kevin Nunes Marques que, um ano depois de chancelado pela OAB, amealhou 500 clientes.
É difícil avançar em qualquer direção neste pacto antes que se divise o alcance do inquérito do banco Master. Inútil traçar linhas de um acordo que podem vir a ser ultrapassadas por investigações ou delações. Já se dá por certo, por exemplo, que Viviane Barci de Moraes não é a única aparentada da Corte contratada por Daniel Vorcaro.
A única certeza é a de que, se a transição para o Lula 3 foi marcada por um acerto de contas, denominado de “PEC da Transição”, um Lula 4, se houver, será precedido por um ajuste muito mais amplo. Já a volta do bolsonarismo fica na conta do imprevisível. Tanto que os comandantes do Congresso já amansaram para o presidente da República na expectativa de que, com ele, seja possível divisar 2027 ainda que não se saiba quem sobreviverá até lá.
Acossado pelo mercado para cortar gastos em 2027, o Executivo vai querer recuperar o espaço fiscal perdido para as emendas, o Congresso, as prerrogativas subtraídas pelo STF e este, a reputação que um dia desfrutou no país. Falta combinar com Daniel Vorcaro, o cupim que corroeu os Poderes, e, principalmente, com o eleitor.
Foi o longo funeral da Lava-Jato que abriu espaço para os larápios do Master. O banco fincou suas bases na ausência de regulação dos mercados sobre a lavagem de dinheiro numa economia que promoveu um avanço predatório sobre a renda e o crédito dos brasileiros. Associou-se aos superpoderes do STF e do Congresso e às muletas do Executivo. O desfecho deste inquérito não será capaz de levar a novas conspirações da farda. O campo de batalha é a urna e o alvo, a zanga do eleitor.
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