quarta-feira, 15 de abril de 2026

CARTA 54 RICA A USBEK *Em *** *

Eu sei
1/ Pesquisa Genial/Quaest mostra que a tendência de piora do trabalho do governo Lula ainda não foi revertida. Desde o começo do ano, a desaprovação passou de 49% para 52%, enquanto a aprovação caiu de 47% para 43%. Felipe Nunes @profFelipeNunes 8:01 AM · 15 de abr de 2026 ·
Relatório de Vieira foi derrotado, mas escalou as tensões com o Supremo Publicado em 15/04/2026 - 07:16 Luiz Carlos Azedo Brasília, Congresso, Ética, Governo, Impeachment, Justiça, Partidos, Política, Política O susto passou, mas as sequelas são grandes. O relatório escalou o confronto entre setores da oposição e o STF, ao imputar a ministros Gilmar, Toffoli e Moraes supostos crimes de responsabilidade A CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), por 6 votos contrários e 4 favoráveis, encerrando os trabalhos do colegiado sem a aprovação de um documento final. O relatório propunha o indiciamento, por crimes de responsabilidade, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Com a entrada em campo do Palácio do Planalto e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), houve mudanças na composição da CPI, com o ingresso de parlamentares alinhados ao governo nas vagas de titulares. Três dos 11 membros titulares foram trocados. Os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) foram substituídos por Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE). Além disso, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que era suplente, foi designada membro titular. Com as trocas, a CPI teve maioria para derrotar o relatório proposto por Vieira. Além de Beto Faro e Teresa Leitão, votaram contra o relatório os senadores Rogério Carvalho (PT-SE), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE) e Soraya Thronicke. O pedido de indiciamento, desde que fosse aprovado pela maioria da CPI, poderia levar a uma solicitação de impeachment das quatro autoridades citadas. Esse pedido de impeachment teria que ser apresentado à Mesa do Senado Federal. O parecer de Vieira incluía propostas legislativas para reforçar o combate ao crime organizado. Entre elas, a criação de um Ministério da Segurança Pública, uma nova intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro e medidas para ampliar o controle sobre fluxos financeiros e pessoas expostas politicamente. O documento também tratava do caso envolvendo o Banco Master, atribuindo a ministros do STF condutas consideradas incompatíveis com o exercício do cargo. O relator apontou supostas relações financeiras e proximidade entre integrantes da Corte e o banqueiro Daniel Vorcaro, além de questionar decisões judiciais tomadas durante as investigações da CPI. O relatório de Vieira elevou a tensão institucional com o STF a um novo patamar. Ao direcionar acusações aos ministros da Corte, pôs em xeque as fronteiras constitucionais de atuação de uma comissão parlamentar de inquérito, ao avançar sobre a esfera de competência do Supremo, cuja abrangência é cada vez mais elástica. Leia também: Alcolumbre alerta para riscos à institucionalidade Segundo Vieira, não se tratava de ataque ao Supremo, “mas de cumprir o dever de investigar fatos graves que chegaram ao conhecimento da CPI”. Disse também que “ninguém está acima da lei, e eventuais desvios de conduta precisam ser apurados dentro das regras constitucionais”, na tentativa de enquadrar o indiciamento como exercício legítimo de controle parlamentar. Forte reação A reação foi imediata. Alexandre de Moraes classificou o relatório como “uma peça sem respaldo jurídico, construída para constranger a atuação independente do Judiciário”. Acrescentou que “não cabe a uma CPI revisar decisões judiciais ou imputar responsabilidades com base em ilações”. Dias Toffoli disse que “o Supremo Tribunal Federal tem mecanismos próprios de controle e não se submete a iniciativas que extrapolem os limites constitucionais das comissões parlamentares”. E rechaçou qualquer tentativa de responsabilização “fora do devido processo legal”. Gilmar Mendes afirmou que o indiciamento era “uma tentativa de intimidação institucional incompatível com o Estado de Direito” e advertiu que “não se pode transformar divergências interpretativas em acusações políticas contra ministros da Corte”. Para ele, o episódio revela “um uso indevido de instrumentos parlamentares para fins de pressão política”. Leia mais: Gilmar reage a relatório e acusa CPI do Crime Organizado de extrapolar funções O procurador-geral Paulo Gonet negou qualquer omissão. Ressaltou que “todas as apurações sob responsabilidade do Ministério Público seguem critérios técnicos e legais, sem qualquer tipo de interferência política”, e que “não há espaço para atuações motivadas por pressões externas ou narrativas conjunturais”. O susto passou, mas as sequelas são grandes. O relatório escalou o confronto entre setores da oposição e o STF. Ao imputar aos ministros supostos crimes de responsabilidade, ou seja, de natureza político-administrativa, Vieira ultrapassou os limites estritamente investigativos para uma arena de contestação institucional ao Supremo, na qual decisões judiciais passariam a ser reinterpretadas pela ótica política. Foi mais um lance na escalada de críticas recorrentes ao protagonismo do Supremo em temas sensíveis da vida pública nacional. Ainda que o relatório fosse aprovado, quaisquer pedidos de impeachment dependem da iniciativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Além disso, o STF não reconhece autoridade de CPIs para impor sanções diretas a seus membros, o que limita o alcance prático da iniciativa. Na opinião dos ministros do Supremo, houve abuso de poder com objetivos eleitorais. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Compartilhe no Google+(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) #Alcolumbre, #Gilmar, #Moraes, #Senado, #Supremo, #Toffoli, #Vieira Relatório da CPI do Crime Organizado pede indiciamento de ministros do STF Terra Brasil 14 de abr. de 2026 #terranoticias As atividades da Comissão Parlamentar encerra nesta terça-feira, 14, as atividades com a leitura e votação do relatório final. O documento contém pedidos de indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal. Em coletiva de imprensa antes da sessão, que começou às 14h, o senador Alexandre Vieira confirmou os pedidos presentes no relatório final. "Na minha opinião, o crime de responsabilidade está comprovado, por isso faço o indiciamento", afirmou o relator. #terranoticias Reprodução/TV Senado/Youtube 👆Um alerta para as deficiências de possíveis currículos dos cursos de jornalismo, direito e de assessorias parlamentares ad hoc. 👆"A mediocridade das perguntas dirigidas a relatores é um sintoma do colapso curricular no Jornalismo e no Direito. Substituiu-se o rigor técnico pela militância do 'lacre'. Quando o preconceito ideológico precede a leitura do relatório, a busca pela verdade é sacrificada em favor do espetáculo da ignorância." Alesssandro apresenta relatório da CPI do Crime Organizado – 14/4/26 14/04/2026, 14h22 Fonte: Agência Senado 👆"Não é por nada não, mas os senadores da base do governo que falaram por último bem que poderiam contratar umas aulinhas com a madrinha Carmen e deixar de abusar da ladainha laica de seus aiatolás. Alá, Alá, Alá... Ah, meu bom Alá, mande flores pra Iaiá! 🎼"
A ARTE DE PARECER INTELIGENTE (SEM SER PEGO NO ATO) Uma crônica apócrifa sobre egos, frases prontas e conspirações de salão Introdução (com licença poética e um leve bigode irônico de Millôr Fernandes) Se há algo mais trabalhoso do que ser inteligente, é parecer inteligente em público — sobretudo quando há testemunhas. O texto a seguir, vindo de uma Paris setecentista onde já se falava muito e se ouvia pouco (como hoje, mas sem Wi-Fi), revela um método infalível para brilhar em conversas: combinar tudo antes. Millôr provavelmente diria que não há nada mais espontâneo do que uma espontaneidade bem ensaiada. E acrescentaria, com sua delicadeza habitual, que a inteligência alheia é sempre mais admirável quando concorda com a nossa. Prepare-se: o que você vai ler é menos um diálogo e mais um manual estratégico para sobreviver socialmente com frases de efeito, risadas sincronizadas e uma sólida parceria no crime intelectual. A ARTE DE BRILHAR EM CONVERSAS (OU: COMO NÃO DEIXAR SUA FRASE MORRER EM OUVIDOS BURROS) Esta manhã, isolado em meu quarto — isolado no sentido parisiense da palavra, isto é, ouvindo tudo o que o vizinho diz — testemunhei uma confissão digna de compaixão e estudo científico. Um homem, caminhando de um lado para outro com passos largos de quem pensa melhor em movimento (ou quer parecer que pensa), desabafava: “Tudo se volta contra mim. Há dias não digo nada que me dê honra. Tenho frases excelentes envelhecendo na cabeça como vinho ruim — ninguém me deixa servi-las!” Sua tragédia era simples: tinha conteúdo, mas faltava plateia obediente. Seu amigo, mais prático — ou mais perigoso — propôs uma solução que deveria ser proibida em todas as academias: — Vamos nos associar. Sim, caro leitor, uma sociedade. Não comercial, mas intelectual. Uma dupla dinâmica do brilho alheio. O plano era engenhoso: Definir previamente os assuntos do dia Combinar quando rir, sorrir ou aprovar Interromper terceiros com elegância ou, na falta dela, com insistência Criar elogios espontâneos previamente ensaiados Em suma: transformar a conversa em teatro — com roteiro, direção e aplausos combinados. Um exaltaria o outro: “Ah, preciso contar a resposta brilhante que este senhor deu ainda há pouco!” O outro confirmaria: “Eu estava lá. Foi genial. Quase improviso.” E, para dar verossimilhança, até discordariam: “Veja como se atacam!” — diria o público, encantado. “Que naturalidade!” — diria o ingênuo. Naturalidade, como se sabe, é apenas um ensaio que deu certo. MANUAL PRÁTICO DO FALSO BRILHANTISMO (RESUMIDO PARA USO IMEDIATO) Tenha frases prontas. Se não tiver ideias, compre um livro com algumas. Nunca deixe uma boa frase morrer. Repita-a até encontrar alguém que a entenda — ou finja. Coordene aplausos. Nada cresce sozinho: até o gênio precisa de eco. Alterne o protagonismo. Hoje você brilha; amanhã, sustenta o brilho alheio. A amizade agradece. Despreze-se ocasionalmente. A falsa modéstia é o tempero do falso talento. O objetivo final? Em seis meses, garantir reputação suficiente para entrar na Academia — qualquer uma serve, desde que tenha cadeiras confortáveis e pessoas impressionáveis. E há ainda um alerta precioso: Não basta dizer uma bela frase; é preciso espalhá-la. Porque nada é mais triste do que uma ideia brilhante desperdiçada… exceto, talvez, uma ideia medíocre que faz sucesso. CONCLUSÃO (OU: A VITÓRIA DA COREOGRAFIA SOBRE O PENSAMENTO) No fim, percebe-se que o problema nunca foi a falta de inteligência — mas a falta de gestão da inteligência. O que esses dois cavalheiros propõem não é pensar melhor, mas parecer melhor organizados na arte de parecer inteligentes. E nisso, convenhamos, continuam absolutamente modernos. Se Millôr estivesse aqui, talvez resumisse tudo assim: “O problema não é o que você diz — é quem confirma.” E, como ninguém quer que suas melhores frases morram solteiras, fica a sugestão: arrume um cúmplice. Mas escolha bem. Ele pode acabar brilhando mais do que você.
Bloco A do CT. 7° andar do Centro de Tecnologia da UFRJ Instagram com Valberg Medeiros Esta manhã estava em meu quarto que, como sabes, só está separado dos outros por um tabique fino e furado em diversos lugares, de modo que se ouve tudo o que é dito no quarto vizinho. Um homem que andava de um lado para outro com passos largos dizia a outro: “Não sei o que acontece, mas tudo se volta contra mim. Há mais de três dias que nada disse que me desse alguma honra e me senti confundido desordenadamente em todas as conversas, sem que fosse dada a mínima atenção a mim e que me tenham dirigido a palavra duas vezes. Tinha preparado algumas sacadas para realçar meu discurso, mas nunca me deixaram que as proferisse; tinha um conto muito bonito para relatar, mas à medida que queria apresentá-lo, o deixavam de lado parecendo fazê-lo de propósito. Tenho algumas boas frases que há quatro dias envelhecem em minha cabeça, sem que tenha tido a oportunidade de fazer o menor uso delas. Se isso continuar, creio que no final vou ser tomado por um tolo; parece que é minha estrela, mas que não me deixar brilhar. Ontem esperava brilhar com três ou quatro senhoras idosas que certamente nada me impõem e devia dizer as coisas mais belas do mundo; fiquei mais de um quarto de hora dirigindo a conversa, mas elas nunca me permitiram manter um discurso coerente e cortaram, como as Parcas fatais, o fio de todos os meus discursos. Queres que te diga? A reputação de mente brilhante custa muito a sustentar. Não sei como consegues chegar a isso. – Ocorre-me uma ideia, disse o outro. 133 Vamos trabalhar em conjunto para suscitar novas ideias. Associemo-nos. Cada dia definiremos sobre o que devemos falar. E nos auxiliaremos tão bem que, se alguém vier nos interromper no meio de nossas ideias, atrairemos a nós; se não quiser vir de bom grado, o convenceremos com violência. Concordaremos os momentos em que devemos aprovar, aqueles em que devemos sorrir e outros em que devemos rir de fato e às gargalhadas. Verás que daremos o tom a todas as conversas e todos haverão de admirar a vivacidade de nosso espírito e a propriedade de nossas réplicas. Nós nos protegeremos por acenos de cabeça mútuos. Tu brilharás hoje, amanhã ficarás em segundo plano. Entrarei contigo numa casa e exclamarei, ao mostrar-te: “Devo te contar uma resposta bem agradável que este senhor acaba de dar a um homem que encontramos na rua.” E me voltarei para ti: “Ele não esperava por isso e ficou realmente surpreso.” Recitarei alguns de meus versos e tu dirás: “Eu estava lá quando os compôs; foi num jantar e os fez quase sem pensar.” Muitas vezes chegaremos até mesmo a nos desprezar um ao outro e dirão: “Vejam como se atacam e como se defendem; não se poupam; vejamos como se sairá dessa; maravilhoso; que presença de espírito!” Aí está uma verdadeira batalha." Mas ninguém dirá que havíamos combinado tudo na véspera. É preciso comprar certos livros que são coletâneas de belas frases, compostos para aqueles que não têm espírito e querem disfarçar; tudo depende de ter modelos. Quero que dentro de seis meses estejamos em condições de manter uma conversa de uma hora, repleta de belas frases. Mas é preciso ter uma atenção especial, a de sustentar a sorte; não é suficiente dizer uma bela frase; é preciso espalhá-la e semeá-la por toda parte; sem isso, tempo perdido; e te confesso que não há nada de tão desolador como ver uma bela coisa que foi dita morrer nos ouvidos de um tolo que a ouve. É verdade que muitas vezes há uma compensação e que dizemos igualmente tolices que passam incógnitas; é a única coisa que pode nos consolar nessa ocasião. Aí está, meu amigo, o partido que devemos tomar. Faz o que te direi e te prometo, antes de seis meses, um lugar na Academia; e para te dizer que o trabalho não será longo, pois então poderás renunciar à tua arte; serás um homem de espírito, apesar de já o teres. 134 Observa-se na França que, a partir do momento em que um homem entra num grupo, assume primeiramente o que se chama espírito do corpo; tu farás o mesmo e não receio por ti senão o constrangimento dos aplausos." De Paris, 6 da lua de Zilacadé, 1714. 135 Coleção Grandes Obras do Pensamento Universal - 46
Panorama do Largo da Carioca. Em segundo plano, o Convento de Santo Antônio. Ao fundo à esquerda, a sede do BNDES. “Senta aí, Taco, que o papo é de alta voltagem. No Largo da Carioca, o apontador "Química" — aquele que conhece cada valência do asfalto — deu o serviço: tem um sujeito vindo lá de Mar-a-Lago achando que malandragem é ter nome em prédio de ouro. Um tal de Trump, o "amarelo" de plantão. Pela pena afiada de João Antônio, o paulista que aprendeu a gingar no Rio, esse gringo é café com leite. Se Malagueta, Perus e Bacanaço pegam esse "gambler" de resort, não sobra nem o topete pra contar história. O Banho de Areia no Porto O gringo chegou se achando o Bacanaço. Veio de Mar-a-Lago com aquela pose de quem é dono do jogo, mas com uma cara de quem exagerou no açafrão ou na base barata. No balcão do Largo da Carioca, o Química só olhou por cima dos óculos: — Esse aí é elemento instável, Taco. Reage mal ao contato com a realidade. Quando o sol da Praça Mauá bateu forte, o malandro de luxo começou a derreter. Prometeu mundos e fundos, blefou como se tivesse um full house na mão, mas bastou o Perus — o mais novato da turma, mas já escaldado — pedir o sinal de entrada pra ele começar a gaguejar. É o estilo TACO (Trump Always Chickens Out): faz o barulho de um trovão, mas na hora do vamo-ver, ele "amarela" e pede arrego. Malagueta, o velho mestre da sinuca que já viu muito gringo cair do salto, só deu um tapa nas costas do sujeito: — Ô, "Dona", aqui na areia do Porto a gente não joga com ficha de cassino, joga com o caráter. E o teu tá mais furado que rede de pesca. O gringo, vendo que a malandragem carioca não aceita cheque sem fundo nem grito de palanque, afundou as canelas na areia quente da Praça Mauá. Ficou lá, estático, um monumento ao blefe, enquanto o Bacanaço levava a rodada só no sorriso. João Antônio, de algum boteco eterno, dava o sarro final: "Tem malandro que nasce pra rei, e tem malandro que não aguenta dez minutos de sol no Largo da Carioca sem virar gema de ovo". A lição do dia, Taco? No Centro, quem grita muito no Mar-a-Lago acaba virando caranguejo no Porto. O endereço continua vago, mas a derrota do "amarelo" é exata.”👆 Jura Sinhô Jura, jura, jura Pelo Senhor Jura pela imagem Da Santa Cruz Do Redentor Pra ter valor a tua jura Jura, jura, jura De coração Para que um dia Eu possa dar-te o amor Sem mais pensar na ilusão Daí então Dar-te eu irei O beijo puro Da catedral do amor Dos sonhos meus Bem junto aos teus Para fugirmos Das aflições da dor Jura, jura, jura Composição: Orlann Divo, Sinho, Nani Palmeira. https://youtu.be/hBSvvy1q5wc como GUIMARÃES ROSA PREVIU sua MORTE "VIEIRA JURADO DE MORTE?" POR JOÃO GUIMARÃES ROSA — O relator, esse Vieira de moinho e moagem, estava ali, parado em seu próprio centro, feito um piquiá no descampado. A morte, senhor, ela não avisa com berrante; ela se insinua é no silêncio dos corredores, no mudo das togas que se arrastam como jibóias por cima do mármore. O perigo não é o tiro dado, o estampido seco no oco da noite. O perigo é o juízo dos homens-sacerdotes, esses que guardam a chave de uma Igreja sem altar, onde o Supremo não habita o céu, mas o despacho. Vieira, com seu papel na mão — papel que é arma e é reza — jurado? Ora, viver é um negócio muito perigoso. Ele caminhava no fio da navalha, entre o sertão da lei e a vereda do poder. Mas o Alienista, o tal de Pernambuco, esse ficava no mudo. O silêncio dele era um poço fundo, sem fundo. Amin falava, as palavras batiam na parede e voltavam frias. E o relator ali, cercado por aiatolás de gravata e ladainhas laicas. Jurado de morte? Pois saiba: o homem que se mete a desvendar o que as sombras escondem já morreu um tanto. E quem morre um tanto, desaprende de ter medo. Mestre, o sertão é onde o pensamento da gente se forma mais forte que o poder deles. Vieira jurado é o Brasil querendo se benzer com água suja. O diabo não existe, dizem; mas as astúcias, essas sim, elas governam o mundo.
Título: O Púlpito luso-brasileiro. [PDF] Título: O Púlpito luso-brasileiro. Padre Antônio Vieira - Sermão da Segunda Dominga do Advento SERMÃO AOS JUÍZES DA DÉCADA DE 20, PREGADO NA CAPELA DO SENADO SOB AS ONDAS DA TV (Com a voz tonitruante e o dedo em riste do Padre Antônio Vieira, olhando fixamente para as câmeras, enquanto o espírito de Llosa pede outro pisco na mesa do Catedral) "Vós, Senhores da Toga, que vos dizeis deuses na terra e guardiões de uma Arca que já não tem aliança! Dizia eu, no meu tempo, que o pregador deve ser como o sol: deve iluminar e aquecer. Mas vós, em vez de sol, sois eclipse. Vossas sentenças não clareiam o caminho, mas obscurecem a lei; vossas togas não aquecem a justiça, mas gelam a liberdade. O Peixe e a Isca: No mar deste Brasil de 2026, os peixes grandes continuam a comer os pequenos, mas agora o fazem com o selo do protocolo. Jurais pela Constituição como S…
'Câmara pelo Brasil' discutiu a inclusão do ES na Codevasf Fonte: Agência Câmara de Notícias A "expansão sem fronteiras" da Codevasf — de Tancredo no Jequitinhonha ao Oiapoque de Alcolumbre — funcionou como a moeda de troca invisível que selou o destino da CPI do Crime Organizado em 14 de abril de 2026 Consultor Jurídico Consultor Jurídico +1 . O relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) não caiu por falta de argumentos, mas por uma manobra de engenharia política que espelha a própria expansão geográfica da companhia. A Manobra das Cadeiras e o Orçamento Para garantir a rejeição do relatório que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, o governo e a presidência do Senado operaram uma troca estratégica de membros momentos antes da votação Instagram Instagram +1 . Substituições de Última Hora: Senadores de oposição como Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) foram removidos Instagram Instagram . No lugar de Moro, entrou o petista Beto Faro (PA); no de Do Val, entrou a senadora Teresa Leitão (PT-PE) Instagram Instagram +1 . O "Voto do Amapá": A influência de Alcolumbre foi decisiva. Ao mesmo tempo em que a Codevasf expande investimentos em pavimentação no Amapá (com aportes recentes de R$ 26,4 milhões em municípios como Santana e Tartarugalzinho), a lealdade da bancada e a gestão do tempo da CPI foram usadas para esvaziar o relatório Codevasf Codevasf . Placar Final: O texto foi rejeitado por 6 votos a 4 Consultor Jurídico Consultor Jurídico . A rejeição consolidou a vitória da articulação que evitou o confronto direto com o STF, transformando a CPI em um "palanque" esvaziado pelo regimento e pelas emendas YouTube YouTube
[PDF] O ALIENISTA: LOUCURA, CIÊNCIA E PARÓDIA1 Constitui-se O alienista, de M. de Assis, de narrativa relativamente curta, embora ma . O Papel do "Alienista" e a Inação O silêncio do "Alienista" de Pernambuco (referência ao senador Humberto Costa, cujo estado também vê a Codevasf ser incluída em novos ciclos de investimentos) e a entrada de Teresa Leitão garantiram que o "adendo" de internação dos suspeitos ficasse apenas no campo da ironia política Congresso Nacional Congresso Nacional +1 . Enquanto a TV Senado transmitia o embate, o destino do relatório já havia sido traçado nos gabinetes onde se discute o traçado de novas estradas que a Codevasf levará até a fronteira francesa Codevasf Codevasf +1 . A CPI encerrou-se sem relatório aprovado, provando que, no Brasil de 2026, a "Jura" de fidelidade ao poder passa necessariamente pelas obras de infraestrutura que cruzam o país YouTube YouTube +1

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