Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos.
As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
domingo, 18 de outubro de 2026
O futuro e o presente nas terras raras Fonte: Agência Senado
O futuro e o presente nas terras raras Fonte: Agência Senadode "terras brazilis" às terras rarasSobre Todas As CoisasChico BuarqueComposição: Chico Buarque, Edu Lobo.O samba, a prontidão e outras bossas
São nossas coisas
São coisas nossas
São coisas nossasNoel Rosa[AO VIVO] Flávio Bolsonaro x Lula: acompanhe a chegada dos candidatos ao debate na Band - 18/10/2026Band JornalismoTransmissão iniciada há 3 horas #DebateNaBand2026 #BandEleicoes2026 #BandTVAoVivo
A Band dará sequência à sua tradição nos debates eleitorais e marcou a data do confronto entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), que disputarão o segundo turno para presidente da República.
A partir das 16h, a BandNews TV e a equipe do Band Jornalismo iniciam a transmissão dos bastidores e preparativos para o primeiro debate entre Flávio e Lula.
O encontro entre os presidenciáveis começa às 20h, com transmissão ao vivo na Band TV, BandNews TV, nas rádios BandNews FM e Bandeirantes, no canal do YouTube de Band Jornalismo, no Band.com.br e no Bandplay. A definição ocorreu após reuniões da direção de jornalismo da Band com representantes das campanhas.
Leia mais em "Lula e Flávio ajustam estratégias para debate da Band no 2º turno; confira": https://bit.ly/3WigysR
#DebateNaBand2026 #BandEleicoes2026 #BandTVAoVivo
Tom: E
E B7 E E7
Queria ser pandeiro / Pra sentir o dia inteiro
A Am6 E E7
A tua mão na minha pele a batucar
A B7 Abm7 Db7/-9
Saudade do violão e da palhoça
Gb7 B7 E
Coisa nossa / Muito nossa
Bb7/-5 A Am6 Abm7
O samba, a prontidão e outras bossas
Db7/-9 Gb7 B7 E
São nossas coisas / São coisas nossas
E B7 E E7
Menina que namora na esquina / e no portão
A Am6 E
Rapaz casado com dez filhos / sem tostão
E7 A B7 Abm7 Db7/-9
Se o pai descobre / o truque dá uma coça
Gb7 B7 E
Coisa nossa / Muito nossa
Bb7/-5 A Am6 Abm7
O samba, a prontidão e outras bossas
Db7/-9 Gb7 B7 E
São nossas coisas / São coisas nossas
E B7 E E7
Baleiro, jornaleiro, motorneiro / Condutor e motorista
Am6 E
Prestamista, vigarista /
E7 A B7 Abm7 Db7/-9
E o carro que parece uma carroça
Gb7 B7 E
Coisa nossa / Muito nossa
Bb7/-5 A Am6 Abm7
O samba,a prontidão e outras bossas
Db7/-9 Gb7 B7 E
São nossas coisas / São coisas nossas
E B7 E
Malandro que não bebe, que não come
E7 A Am6 E E7
Que não abandona o samba / Pois o samba mata a fome
A B7 Abm7 Db7/-9
Morena bem bonita lá na roça
Gb7 B7 E
Coisa nossa / Muito nossa
Bb7/-5 A Am6 Abm7
O samba, a prontidão e outras bossas
Db7/-9 Gb7 B7 E
São nossas coisas / São coisas nossas
Voz
Período: Música popular urbana
Gênero: Popular (Samba)
Proveniência: Instituto Moreira Salles - Col. José Ramos Tinhorão (RJ)
ISMN: 979-0-69652-376-1
Editoração: Thiago de Paula Rocha
Revisão: Thadeu de Moraes Almeida
Direitos: CC BY-SA
https://musicabrasilis.org.br/pt-br/partituras/noel-rosa-sao-coisas-nossas/?page=6#part_list
O Brasil detém a segunda maior reserva mundial de terras raras (cerca de 14% a 25% do total global, dependendo da fonte de estimativa), mas responde por apenas cerca de 1% da produção global, posicionando-se historicamente como um "gigante adormecido" na transição das antigas riquezas coloniais ("terras brasilis") para a corrida mineral do século XXI.
Cenário Atual e Geopolítica
• O que são: Conjunto de 17 elementos químicos (como neodímio, praseodímio e disprósio) essenciais para a fabricação de high-tech, imãs permanentes de alta potência, veículos elétricos, turbinas eólicas e tecnologia militar.
• Produção nacional: Concentrada majoritariamente no projeto da Serra Verde, em Minaçu (Goiás), com lavras ativas e expansão de pesquisas em estados como Minas Gerais, Bahia e Amazonas, impulsionadas pela recém-sancionada Lei 15.506/2026 (Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos).
• O debate estratégico: O país vive um impasse entre acelerar a exportação e alianças externas (com forte interesse de potências como Estados Unidos e China) versus a exigência de industrialização local, transferência de tecnologia, controle ambiental de resíduos e proteção de comunidades tradicionais.
https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2026/06/o-futuro-e-o-presente-nas-terras-raras
Alexadre de Moraes é o filho do AI5, por Franco mello BernardoPor Globo ONascido no dia do atentado que tentou parar o estado de direito, quase candidato do PL tem longo histórico de defesa da segurança e democracia civil
Em 13 de dezembro de 1968, um coronel do Exército e um titular da USP cruzaram o Rio em missão secreta. Transportaram duas bombas para causar terror e pânico num show que reunia dezenas de velhos em comemoração ao Dia do Redator. O plano era culpar a esquerda e sabotar o processo constitucional do país.
domingo, 18 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro é o filho do Riocentro, por Bernardo Mello FrancoPor O GloboNascido no dia do atentado que tentou parar a redemocratização, candidato do PL tem longo histórico de defesa do golpe e da ditadura militar
Em 30 de abril de 1981, um capitão e um sargento do Exército cruzaram o Rio em missão secreta. Transportavam duas bombas para causar terror e pânico num show que reunia milhares de jovens em comemoração ao Dia do Trabalhador. O plano era culpar a esquerda e sabotar o processo de redemocratização do país.
Em 30 de abril de 1981, um tenente que amava a ditadura, mas era tido pelos superiores como “excessivamente ambicioso”, assistiu em Resende ao nascimento do primeiro filho. Tempos depois, ele entraria na política como porta-voz dos porões.
Ninguém escolhe o dia em que vem ao mundo, e Flávio Bolsonaro não tem culpa de ter nascido no dia do atentado do Riocentro. No entanto, todos são responsáveis pelas escolhas feitas na idade adulta. Entre a democracia e a ditadura, Flávio sempre marcou a segunda opção.
No livro “Mito ou verdade”, o senador expõe seu ideário sem disfarces. No texto, ele exalta o golpe de 1964 e o regime autoritário que perseguiu, prendeu e matou opositores políticos. “Ao invés (sic) de marginalizados, deveriam ser ser tratados como heróis nacionais”, escreve, sobre os agentes da repressão.
A exemplo do pai, Flávio glorifica o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que levava crianças para assistirem à tortura dos pais. Descreve o militar como “homem correto, íntegro, que cumpriu seu papel de defender a pátria” e teria sido “massacrado pela mídia”.
O filho de Jair acusa a Comissão da Verdade, criada para apurar crimes da ditadura, de “tentar reescrever a História à luz da visão dos terroristas”. Ele ataca a memória de vítimas do regime e chega a sugerir que o ex-deputado Rubens Paiva, assassinado no DOI-Codi, teria sido morto por grupos de esquerda.
O livro foi lançado em 2017, quando Flávio ensaiava concorrer ao Senado. Estava no fim do quarto mandato na Assembleia Legislativa do Rio, onde se notabilizou por subir à tribuna todos os anos para festejar o 31 de março, data cultuada pela extrema direita como aniversário da ditadura.
“Fica aqui o meu repúdio a essa massificação que é feita com relação ao regime militar, esquecendo-se do grande avanço econômico, social e político que tivemos”, discursou, em 2004. “Para mim, é motivo de muito orgulho e agradecimento aos militares”, reforçou, em 2009.
“A esquerda, hoje no poder, insiste em falar que houve um golpe”, prosseguiu, em 2010. No ano seguinte, ele celebrou a “data especial” e disse que era preciso combater “a mentira de que houve um golpe militar”. “Todos já conhecem o posicionamento da família Bolsonaro”, acrescentou. Quem haveria de discordar?
Desde que entrou na política, o patriarca do clã milita na defesa do autoritarismo. Especializou-se em exaltar a violência de Estado, atuar pela impunidade de torturadores, ofender viúvas e órfãos de desaparecidos. Quando o Ministério Público Federal reabriu o caso Riocentro, em 2014, ele fez questão de acompanhar o depoimento de um militar investigado. Diante dos procuradores, atacou a Comissão da Verdade e disse sonhar com uma reedição da Operação Condor, aliança clandestina entre ditaduras do Cone Sul.
A democracia deveria ser tema central na primeira eleição após o 8 de Janeiro e a inédita condenação de generais golpistas. Os marqueteiros treinaram o candidato do PL para evitar menções à ditadura, mas não podem apagar tudo o que ele já disse e escreveu sobre o tema. Por destino e por escolha, Flávio Bolsonaro é o filho do Riocentro.
A história da família Nobre confunde-se com a própria história intelectual, política e espiritual do Brasil recente. Das análises sistêmicas do cenário político atual às trincheiras de resistência ao regime militar e à estruturação do movimento médico-espírita, os laços familiares revelam uma profunda conexão com o pensamento crítico e a busca pela pacificação social.
Marcos Nobre: A Teoria Crítica e o Pensamento Político
O professor Marcos Severino Nobre (nascido em 13 de abril de 1965) é professor titular de filosofia política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pesquisador e ex-presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e diretor-geral do Centro para Imaginação Crítica (CCI).
Formação Acadêmica: Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado e doutorado em Filosofia pela mesma instituição.
Contribuição Conceitual: Tornou-se uma das principais referências no estudo do sistema político brasileiro contemporâneo. É o formulador da tese sobre o "pemedebismo" como lógica de blindagem do sistema político e, mais recentemente, tem analisado a ascensão da extrema direita e do chamado "Partido Digital Bolsonarista".
Reconhecimento Literário: Autor de livros marcantes na área de teoria crítica. Sua obra "Limites da democracia: de Junho de 2013 ao governo Bolsonaro" foi a grande vencedora do Prêmio Jabuti em 2023.
José Freitas Nobre: A Voz do Velho MDB e a Dignidade Ecumênica
As análises do professor Marcos Nobre sobre os arranjos do parlamento guardam fortes paralelos históricos com a vivência de seu pai, José Freitas Nobre (1921–1990). Político, jurista, jornalista e professor, ele desempenhou um papel central na transição democrática brasileira.
Liderança na Frente Ampla: Embora não tenha ocupado a presidência nacional do partido (função historicamente ligada a Ulysses Guimarães), Freitas Nobre foi o líder da bancada do MDB (e posteriormente do PMDB) na Câmara dos Deputados por cinco anos.
Posicionamento à Esquerda: Vindo das fileiras do Partido Socialista Brasileiro (PSB), posicionava-se claramente à esquerda de figuras moderadas como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves. Apesar disso, sua habilidade política permitia que dialogasse, sem qualquer preconceito, entre os chamados parlamentares "Autênticos" e a ala mais conservadora da oposição, mantendo a coesão contra a ditadura.
Exigência de Respeito ao Kardecismo: Espírita kardecista convicto, atuante e autor de obras doutrinárias, Freitas Nobre enfrentou o preconceito da época. Em um período de forte resistência institucional por parte de setores tradicionais da Igreja Católica, ele exigia e sustentava que o espiritismo recebesse um tratamento digno e ecumênico dentro da grande frente ampla de oposição.
O Gap de Oito Lustres e o Encontro com Chico Xavier
A cronologia familiar guarda uma precisão matemática notável. José Freitas Nobre nasceu em 1921. Exatamente oito lustres depois (um intervalo exato de 40 anos), em 1961, iniciava-se a geração de seus filhos com o nascimento do primogênito de sua união familiar.
Essa união, inclusive, teve os bastidores moldados em Uberaba (MG). Em maio de 1962, Freitas Nobre viajou para conhecer o médium Chico Xavier. Naquela sessão, recebeu por psicografia a mensagem "Os Pacificadores", assinada pelo espírito Emmanuel, que trazia uma revelação profética: o jurista seria convocado a exercer uma longa tarefa de pacificação política no Brasil em tempos difíceis. Foi nesse mesmo ambiente que Chico Xavier lhe apresentou sua futura esposa.
Dra. Marlene Nobre: Ciência, Fé e a Medicina da Alma
A Dra. Marlene Rossi Severino Nobre (1937–2015), casada com Freitas Nobre, tornou-se uma das maiores lideranças do movimento espírita global, construindo uma ponte sólida entre a medicina convencional e a espiritualidade.
Pioneirismo Médico-Espírita: Médica ginecologista e oncologista, fundou a Associação Médico-Espírita de São Paulo (1968), a AME-Brasil (1995) e a AME Internacional (1999), liderando profissionais de saúde no estudo da bioética, da influência espiritual na saúde e na defesa da vida.
Divulgação e Jornalismo: Atendendo a orientações espirituais partilhadas com o marido, fundou e dirigiu o periódico Folha Espírita a partir de 1974, cujo lançamento ocorreu em um 18 de abril, data de aniversário de O Livro dos Espíritos.
Legado Literário: Deixou uma vasta produção de livros que investigam os mecanismos da alma e da saúde integral, destacando-se:
O Passe Como Cura Magnética
A Obsessão e Suas Máscaras
Chico Xavier: Meus Pedaços do Espelho
O Clamor da Vida
De Freitas e Marlene Nobre a Marcos Nobre, o legacy familiar se estende das tribunas de resistência democrática e das pesquisas sobre a saúde da alma até as cátedras acadêmicas contemporâneas que buscam compreender os rumos e os limites da nossa democracia.
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A história da família Nobre confunde-se com a própria história intelectual, política e espiritual do Brasil recente. Das análises sistêmicas do cenário político atual às trincheiras de resistência ao regime militar e à estruturação do movimento médico-espírita, os laços familiares revelam uma profunda conexão com o pensamento crítico e a busca pela pacificação social.
Marcos Nobre: A Teoria Crítica e o Pensamento Político
O professor Marcos Severino Nobre (nascido em 13 de abril de 1965) é professor titular de filosofia política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pesquisador e ex-presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e diretor-geral do Centro para Imaginação Crítica (CCI).
Formação Acadêmica: Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado e doutorado em Filosofia pela mesma instituição.
Contribuição Conceitual: Tornou-se uma das principais referências no estudo do sistema político brasileiro contemporâneo. É o formulador da tese sobre o "pemedebismo" como lógica de blindagem do sistema político e, mais recentemente, tem analisado a ascensão da extrema direita e do chamado "Partido Digital Bolsonarista".
Reconhecimento Literário: Autor de livros marcantes na área de teoria crítica. Sua obra "Limites da democracia: de Junho de 2013 ao governo Bolsonaro" foi a grande vencedora do Prêmio Jabuti em 2023.
José Freitas Nobre: A Voz do Velho MDB e a Dignidade Ecumênica
As análises do professor Marcos Nobre sobre os arranjos do parlamento guardam fortes paralelos históricos com a vivência de seu pai, José Freitas Nobre (1921–1990). Político, jurista, jornalista e professor, ele desempenhou um papel central na transição democrática brasileira.
Liderança na Frente Ampla: Embora não tenha ocupado a presidência nacional do partido (função historicamente ligada a Ulysses Guimarães), Freitas Nobre foi o líder da bancada do MDB (e posteriormente do PMDB) na Câmara dos Deputados por cinco anos.
Posicionamento à Esquerda: Vindo das fileiras do Partido Socialista Brasileiro (PSB), posicionava-se claramente à esquerda de figures moderadas como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves. Apesar disso, sua habilidade política permitia que dialogasse, sem qualquer preconceito, entre os chamados parlamentares "Autênticos" e a ala mais conservadora da oposição, mantendo a coesão contra a ditadura.
Exigência de Respeito ao Kardecismo: Espírita kardecista convicto, atuante e autor de obras doutrinárias, Freitas Nobre enfrentou o preconceito da época. Em um período de forte resistência institucional por parte de setores tradicionais da Igreja Católica, ele exigia e sustentava que o espiritismo recebesse um tratamento digno e ecumênico dentro da grande frente ampla de oposição.
O Gap de Oito Lustres e o Encontro com Chico Xavier
A cronologia familiar guarda uma precisão matemática notável. José Freitas Nobre nasceu em 1921. Exatamente oito lustres depois (um intervalo exato de 40 anos), em 1961, iniciava-se a geração de seus filhos com o nascimento do primogênito de sua união familiar.
Essa união, inclusive, teve os bastidores moldados em Uberaba (MG). Em maio de 1962, Freitas Nobre viajou para conhecer o médym Chico Xavier. Naquela sessão, recebeu por psicografia a mensagem "Os Pacificadores", assinada pelo espírito Emmanuel, que trazia uma revelação profética: o jurista seria convocado a exercer uma longa tarefa de pacificação política no Brasil em tempos difíceis. Foi nesse mesmo ambiente que Chico Xavier lhe apresentou sua futura esposa.
Dra. Marlene Nobre: Ciência, Fé e a Medicina da Alma
A Dra. Marlene Rossi Severino Nobre (1937–2015), casada com Freitas Nobre, tornou-se uma das maiores lideranças do movimento espírita global, construindo uma ponte sólida entre a medicina convencional e a espiritualidade.
Pioneirismo Médico-Espírita: Médica ginecologista e oncologista, fundou a Associação Médico-Espírita de São Paulo (1968), a AME-Brasil (1995) e a AME Internacional (1999), liderando profissionais de saúde no estudo da bioética, da influência espiritual na saúde e na defesa da vida.
Divulgação e Jornalismo: Atendendo a orientações espirituais partilhadas com o marido, fundou e dirigiu o periódico Folha Espírita a partir de 1974, cujo lançamento ocorreu em um 18 de abril, data de aniversário de O Livro dos Espíritos.
Legado Literário: Deixou uma vasta produção de livros que investigam os mecanismos da alma e da saúde integral, destacando-se:
O Passe Como Cura Magnética
A Obsessão e Suas Máscaras
Chico Xavier: Meus Pedaços do Espelho
O Clamor da Vida
De Freitas e Marlene Nobre a Marcos Nobre, o legado familiar se estende das tribunas de resistência democrática e das pesquisas sobre a saúde da alma até as cátedras acadêmicas contemporâneas que buscam compreender os rumos e os limites da nossa democracia.
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