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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

CRETINISMO JURÍDICO?

Oligarquia dos partidos políticos e Oligarquia Jurídica no Superior Tribunal Federal (STF)


Publicado em 17 de dez de 2015

“O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na quarta-feira (16/12/2015) o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 378, ajuizada pelo PCdoB para questionar a Lei 1.079/1950, que disciplina o processamento dos crimes de responsabilidade, incluindo o impeachment do presidente da República.

O relator, ministro Edson Fachin, deu procedência parcial à ação, rejeitando alguns dos principais pedidos feitos pelo partido. Antes do seu voto, falaram as partes do processo (PCdoB, Advocacia Geral da União, Procuradoria Geral da República e Câmara dos Deputados) e sete representantes de entidades admitidas no processo como "amigos da Corte" (amici curiae).” 

Pleno - Iniciado julgamento de ação sobre rito do impeachment




Sessão plenária STF (17/12/15)




Sessão plenária STF (18/12/15)





Pleno - Reafirmado rito aplicado ao processo de impeachment de Fernando Collor (1/2)




Pleno - Reafirmado rito aplicado ao processo de impeachment de Fernando Collor (2/2)




PLENÁRIO STF
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA

Ata da 42ª (quadragésima segunda) sessão extraordinária, realizada em 17 de dezembro de 2015.


Pleno - Presidente do Supremo faz balanço sobre trabalho da Corte em 2015






Perfeccionismo ao vivo

Sem intimidar-se diante do mestre e Maestro











Quinta-feira, 17 de dezembro de 2015



Ministro do STF suprimiu expressão que justificaria o voto secreto.
Redação Portal/Vox

22 de dezembro de 2015




“O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, omitiu um trecho do Regimento Interno da Câmara dos Deputados ao defender a anulação da votação secreta para a comissão que analisaria o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ao afirmar que o regimento não prevê voto secreto para a instalação de comissões, Barroso foi apartado pelo ministro Teori Zavascki, que o corrigiu, indicando que o inciso III do artigo 188 do regimento autorizaria a votação secreta.

O texto citado por Teori prevê o escrutínio secreto “para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidentes de Comissões Permanentes e Temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a Comissão Representativa do Congresso Nacional e dos 2 (dois) cidadãos que irão integrar o Conselho da República e nas demais eleições”.

Barroso interrompeu a argumentação do colega e leu o artigo mencionado, mas suprimiu a expressão “demais eleições”, presente no fim do inciso III. A omissão do ministro pode ser vista no vídeo acima.


De acordo com a jornalista Vera Magalhães, do site de “Veja”, a atitude do ministro teria sido criticada por parlamentares favoráveis ao impedimento da presidente, uma vez que o voto de Barroso foi o vencedor da sessão do STF que definiu o rito de impeachment.”

  


Em meio as indicações de que o STF deve acolher os principais pontos defendidos pelo governo, o ministro Gilmar Mendes fez um duro discurso dizendo que o resultado do julgamento representa uma interferência no processo de impeachment.

“Estamos manipulando esse processo com eficácia próxima de zero, se não zero. Não se salva quem precisa de força política com esse balão de oxigênio dado por corte constitucional”, afirmou. “Estamos ladeira abaixo, sem governo", completou.

O ministro reclama da posição da maioria dos ministros do tribunal pela derrubada da votação secreta que elegeu a comissão especial para analisar o processo e a possibilidade de chapa avulsa para concorrer. O ministro afirmou que até na ditadura havia chapa avulsa e que isso é uma medida para escapar ao domínio da oligarquia dos partidos políticos.

“Se se trata de manipular estamos fazendo manipulação para interferir no processo e é disso que se cuida. Vamos assumir que estamos fazendo com endereço certo. Decisão casuística.”


Suprema Teocracia Fictícia


Duelo de Titãs


- No Aurélio só há um significado para o termo que uso em meu voto! Afirma Barroso.

- Aurélio é Dicionário Jurídico? Corta Gilmar Mendes.





Significado dos termos usados, como argumento, pelo ministro Luís Roberto Barroso para abrir divergência ao voto do ministro relator, Luiz Eduardo Fachin, no STF, que julgava rito do impeachment de presidente da República.

Foram consultadas duas fontes.

1.ª Fonte:

Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa
Organizado por
HILDEBRANDO DE LIMA E GUSTAVO BARROSO
e revisto na parte geral por
MANUEL BANDEIRA e JOSÉ BAPTISTA DA LUZ
*
9.ª EDIÇÃO
Inteiramente revista e consideravelmente aumentada – sobretudo na parte de brasileirismo –
por
AURELIO BUARQUE DE HOLLANDA FERREIRA
*
1951
Obra executada nas oficinas da São Paulo Editora S/A
Rua Barão de Ladário, 226, São Paulo, Brasil


Eleger, v. t. Escolher; preferir entre dois ou mais; mudar de; t. – pred. escolher , nomear por meio de votos. (Part. pass.: elegido e eleito.)

Eleição, s. f. Ato de eleger; escolha; preferência.


No “Dicionário Jurídico” do ministro Luís Roberto Barroso:



Significado de Eleger

1 Nomear por eleição.
2 Preferir um entre vários.

Significado de Eleição

1 Ato de eleger, votando.
2 Escolha; preferência.
3 Grande perfeição física ou moral.


Conheça os ministros do Supremo Tribunal Federal.


















Nenhuma pergunta é tão difícil de se responder quanto aquela cuja resposta é óbvia.

A minha forma de brincar é dizer a verdade. É a brincadeira mais engraçada do mundo.

Há duas tragédias na vida. A primeira é não obter o que seu coração mais deseja. A segunda é obter.

(G. Bernard Shaw)







ESTADÃO.COM.BR
29 Maio 2012 | 12h 16

Em toda a história do Brasil, Lula é o quinto presidente que mais nomeou ministros ao Supremo, junto do marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do regime militar. O líder que mais apontou magistrados foi Getúlio Vargas (21), seguido dos marechais Floriano Peixoto e Deodoro da Fonseca (15 cada). O general João Baptista de Oliveira Figueiredo apontou nove ministros.

Segundo a lei, os ministros do STF são indicados pelo presidente da República e devem ter mais de 35 e menos de 65 anos. O aspirante, então, é sabatinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. Depois, ocorre votação secreta em plenário para aprovar ou não a nomeação do magistrado. O mínimo necessário para a aprovação é de 41 votos.


SEVERINO MOTTA
DE BRASÍLIA
27/10/2014  02h00

A reeleição de Dilma Rousseff possibilitará à presidente nomear seis ministros para a composição do STF (Supremo Tribunal Federal) até 2018.
Isso significa que, no final do próximo mandato petista, dos 11 magistrados da corte, só Gilmar Mendes, indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, não terá sido escolhido por um governo do PT.
Desde a aposentadoria do ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa, em julho passado, uma cadeira está vazia no plenário. Além disso, outros cinco ministros vão se aposentar nos próximos quatro anos.
Na lista de aposentadoria –obrigatória a magistrados que completam 70 anos– está Celso de Mello, único ministro indicado ainda pelo ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). Ele alcançará a idade limite em novembro de 2015.
Decano na corte, Celso de Mello, em conversas reservadas, por diversas vezes manifestou desejo de antecipar a aposentadoria.
Depois dele será a vez de Marco Aurélio de Mello, indicado pelo então presidente Fernando Collor. Ele fará 70 anos em julho de 2016.
O atual presidente do STF, Ricardo Lewandowski, indicado no governo Lula, terá maio de 2018 como limite para sair do tribunal.
No mesmo ano outros dois ministros terão de se aposentar: Teori Zavascki e Rosa Weber. Ambos foram indicados por Dilma Rousseff e completam 70 anos em agosto e outubro de 2018, respectivamente.
A mudança em seis das 11 cadeiras permitirá que uma nova maioria se construa na corte, que poderá reanalisar temas uma vez considerados pacificados –como a Lei da Anistia.
Ao final do próximo mandato de Dilma, dos 11 ministros atuais, poderão continuar na ativa Dias Toffoli, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Carmen Lúcia e Gilmar Mendes.



Enfim, na suave crítica do professor constitucionalista Leonardo Sarmento, no STF, “Por contorcionismos jurídicos com fins ideológicos fizeram tábula rasa o prevalente juízo político do impeachment para interpretá-lo nos termos de um direito autoritário interveniente.”

domingo, 20 de dezembro de 2015

STF Infringe a Lei?

Se o Supremo Tribunal Federal infringir a lei, que juiz irá lhe infligir qual pena ou multa?



Até Constituição de 1988, cada Corte fazia seu próprio regimento


O que são embargos infringentes?
17/09/2013







18/12/2015




Que não quer calar!

O STF vai esperar a provocação de um Partido Político de Aluguel para atualizar seu Regimento Interno de acordo com a Constituição de 1988?

Faça o que eu mando, não faça o que eu faço soa muito imperial para uma corte republicana, convenhamos.

Ou com a safra dos Luís Inácio Adams, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin voltamos à lei sou Eu e Eu não sou impugnável?

Não custa perguntar!


A Lei Sou Eu?
Egotrip


Eu sou normal, eu sou igual a qualquer um de vocês
Não sou menos nem mais do que os animais que conheci no xadrez
Foi num cochilo, num pequeno vacilo que me puseram a mão
Foi numas férias forçadas que de um conto de fadas fui pruma vida de cão
Não sou rico nem pobre, nem miserável nem nobre, apenas um comum
De universitário a réu primário sem direito algum
Não foi pela maconha que passei a vergonha que eu canto agora
Não foi por cocaína nem por heroína que pago essa penhora
Eu já experimentei mas bem não me dei... prefiro um whisky
Estou de volta à rua, mas fique na sua!! comigo não se arrisque
Se eu nasci como eu sou... gostar de rock and roll foi a minha ofensa
E a nossa sociedade faz publicidade da minha sentença

Vou prender a quem me prendeu
Vou bater em quem me bateu
Vou ofender a quem me ofendeu
Nessa terra sem lei a lei sou eu

Homossexuais, pivetes e anormais me chamaram de "miss"
Mas nas paredes da cela escrevi uma novela com final feliz
Fiquei amigo dos guardas mas com aqueles sem farda reparti meu pão
Conheci a fundo o estranho mundo da Casa da Detenção
O meu passaporte pro corredor da morte foi carimbado
Foi num prédio em obras, num ninho de cobras que eu fui diplomado

Vou prender a quem me prendeu
Vou bater em quem me bateu
Vou ofender a quem me ofendeu
Nessa terra sem lei a lei sou eu

Eu... A lei sou eu...
Eu... A lei sou eu...
Eu... A lei sou eu...
Eu... A lei sou eu...
Eu... A lei sou eu...
Eu...











sábado, 19 de dezembro de 2015

Lei de Murici

Nunca Vi Ninguém Dar Dois em Nada

Bezerra da Silva



Pra morar no morro
tem que ter muita versatilidade (2x)

Ouvir muito e falar pouco 
ser bom malandro e ter muita amizade
Permanecer na lei que é de Murici 

e o provérbio que diz: "não sei de nada
cada um trata de si"(2x)

Eu morei lá muito tempo 
e sempre fui respeitado 
por trabalhadores e crianças 
E pela malandragem, considerado.
Até hoje quando chego sou tratado muito bem 
Porque nunca vi ninguém dar dois em nada 
e se vê tá tudo bem

Pra morar no morro
tem que ter muita versatilidade (2x)

Ouvir muito e falar pouco 
ser bom malandro e ter muita amizade
Permanecer na lei que é de Murici 

e o provérbio que diz: "não sei de nada
cada um trata de si"(2x)

Eu morei lá muito tempo 
e sempre fui respeitado 
por trabalhadores e crianças
E pela malandragem considerado.
Até hoje quando chego sou tratado muito bem 
Porque nunca vi ninguém dar dois em nada 
e se vê tá tudo bem

Pra morar no morro
tem que ter muita versatilidade (2x)

Ouvir muito e falar pouco 
ser bom malandro e ter muita amizade
Permanecer na lei que é de Murici 

e o provérbio que diz: "não sei de nada
cada um trata de si"(6x)




Calheiros é uma freguesia portuguesa do concelho de Ponte de Lima, com 8,89 km² de área e 991 habitantes . Densidade: 111,5 hab/km².


Pedro Ribeiro de Oliveira, sociólogo, professor da PUC-MG, recorda a caminhada de D. Waldyr Calheiros, bispo de Volta Redonda, RJ, falecido na semana passada.

Quarta, 04 de dezembro de 2013

É digno de nota que D. Waldyr nunca ocupou cargos que lhe dessem visibilidade no episcopado brasileiro, embora tivesse grande prestígio no setor mais próximo às Comunidades Eclesiais de Base, Pastorais sociais e Teologia da Libertação. Sempre preferiu atuar nas bases da Igreja. Suas memórias, coletadas em depoimento ao CPDOC e editado pela Fundação Getúlio Vargas com o título "O Bispo de Volta Redonda: Memórias de Dom Waldyr Calheiros, são testemunho de Fé cristã comprometida nas lutas pelos Direitos Humanos, especialmente os Direitos dos trabalhadores. Sua leitura é tão prazerosa quanto proveitosa: D. Waldyr, com fina ironia e insinuações que se percebem nas entrelinhas, traz informações de primeiríssima qualidade para quem se interessa em conhecer os meandros da Igreja católica. Apesar da discrição que elegantemente evita críticas a colegas de episcopado, essa biografia exemplar de quem atravessou o período da ditadura trabalhando nas bases é uma preciosa fonte de informações sobre o cenário eclesiástico, cultural e político da época.


História Nossa


Dom Waldyr Calheiros – 1966 a 1999

Dom Waldyr Calheiros de Novaes nasceu em Murici (AL) em 28 de julho de 1923, ordenado sacerdote em 25 de julho de 1948, e bispo em 1º de maio de 1964. Foi bispo da Diocese de Barra do Piraí Volta Redonda de 8 de 12 de 1966 a 1998.

É o bispo das causas operárias e grande incentivador das CEBs e movimentos populares e pastorais sociais. Participou do Concílio Vaticano II e defensor dos pobres e marginalizados. Dentre outras iniciativas de Dom Waldyr se destacou como o Bispo da Juventude, especialmente nos anos da Ditadura Militar e na organização da Pastoral da Juventude na Diocese e no Brasil. A história de vida e pastoreio de Dom Waldyr foi publicada no livro “O Bispo de Volta Redonda”, pela Fundação Getúlio Vargas.




"Triste sina a da Dilma: passou o ano inteiro nas mãos do Eduardo Cunha.
E começará 2016 nas mãos de Renan, mais político e mais racional.
E com a vantagem de pertencer ao chamado sacro colégio dos cardeais, com trânsito no Judiciário. Mas igualmente dependente deste. Como Cunha."

02/12/2013 12:15
O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nota lamentando a morte do Bispo Emérito de Volta Redonda e Barra do Piraí, dom Waldyr Calheiros Novaes. Renan lembrou que o Bispo "sempre foi uma referência que muito orgulha e inspira a todos". Dom Waldyr, que estava internado com infecção pulmonar na UTI desde meados de novembro, faleceu na manhã de sábado (30), de falência múltipla dos órgãos. Abaixo a íntegra da nota.

"Foi com muito pesar que recebi a notícia da morte do Bispo Emérito de Volta Redonda e de Barra do Piraí, dom Waldyr Calheiros Novaes, aos 90 anos de idade. Parente e conterrâneo da cidade de Murici, Alagoas, dom Waldir sempre foi para todos nós uma referência que muito orgulha e inspira a todos. Sempre envolvido com as causas sociais, durante toda sua vida, defendeu fervorosamente os direitos dos menos favorecidos da população, tendo participado sempre da luta contra a violência, a tortura e a impunidade".










terça-feira, 29 de setembro de 2015

“Juro que é verdade.”



Programa partidário do PSDB 28/09/15



“O Brasil vive hoje uma das piores crises de sua história. E o governo do PT escolheu o pior  caminho para enfrentá-la. Aumentou os impostos e os juros, piorando ainda mais o drama do desemprego.” (Alckimin)

“Mas o PT se fez de surdo e não cuidou de prevenir a crise. Só pensou em ganhar a eleição. E agora o governo Dilma está com a água na altura do nariz. Aumenta tarifas de impostos, leva o juros até as nuvens” (Serra)

“A gestão da Dilma está derretendo. A economia vai muito mal. E a Presidência é refém de uma base de sustentação no Congresso que a cada dia é mais do tipo toma lá, dá cá. Ela na verdade está pagando pela herança maldita que o Lula deixou. A presidente pode até tentar sair dessa crise, mas como? Com o PT? E o PT tem condições de sustentar alguém? Um partido que propôs o céu para o povo e não teve competência para gerir a economia e hoje oferece o inferno da crise e do desemprego? Por outro lado, e se ela abandona o PT? Aí que o risco de cair aumenta mais. Está na hora da presidente ter grandeza e pensar no que é melhor para o Brasil e não pro PT.” (FHC)

“Se o governo, por exemplo, quiser tirar mais direitos que você conquistou, nós seremos contra. Mas se esse mesmo governo quiser se esforçar para baixar a taxa de juros e fazer a economia voltar a crescer, trazendo de volta os empregos, pode contar conosco.” (Aécio)


Jura (Sinhô) - Aracy Cortes




Roda Viva | Hélio Bicudo | 28/09/20



Mário Reis - Jura (1928)



Dilma Rousseff Abre Debate Das Naçôes Unidas - 28/09/2015




Zeca Pagodinho - Jura




Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Jura
Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Daí então dar-te eu irei

Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor


Versão 2
-------
Jura
Grupo:Zeca Pagodinho
Jura
Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor

Pra ter valor

A tua jura,
Jura, jura de coração

Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus

Para fugir das aflições da dor

Recomeça a musica novamente.




Juro que é verdade 
Juros de 10%