sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Sob vaias, governador do RS pede civilidade em evento com o presidente

“O governador do Rio Grande do Sul aproveitou as vaias de apoiadores de Lula como uma oportunidade para enfatizar a ‘civilidade’ e estabelecer um contraste político no estado. Mais detalhes estão disponíveis no Globo.”
The governor of Rio Grande do Sul used jeers from Lula supporters as an opportunity to emphasize "civility" and establish a political contrast in the state. More details are available on Globo.
O Senso Comum é a soma dos saberes do cotidiano e é formado a partir de hábitos, crenças, preconceitos e tradições. Na filosofia, o termo é utilizado para explicar as interpretações feitas pelos indivíduos à realidade que os cercam sem estudos prévios ou provas científicas.
Opinião do Dia – Quando o Senso Comum Dá um Murro na Mesa Tem hora em que a ideia não pede licença: bate com o dorso da mão na capa do jornal e grita — “isso aqui vai pegar fogo!” 🔥 Não é bravata. É aviso. Antonio Gramsci já tinha sacado o enredo muito antes de qualquer trailer: as ideias não vivem só nos livros grossos nem nas salas acarpetadas da alta cultura. Elas moram no cotidiano, no jeito de falar, na fé misturada com desconfiança, no realismo bruto que nasce da vida vivida. Esse caldo — o tal do senso comum — é bagunçado, contraditório, cheio de superstição e lucidez ao mesmo tempo. Mas é ali que tudo começa. O erro, dizia o pensador sardento que pensava desde a prisão, é falar sobre o povo sem falar a partir do que o povo já pensa. Não adianta brandir sistemas filosóficos que ninguém lê. Eles até mandam — mandam como força, como ordem, como hegemonia —, mas não transformam por dentro. A transformação verdadeira só acontece quando o pensamento que já existe é criticado, organizado, afinado, até virar consciência. E é aí que entra o personagem de óculos, alto, gestos largos, sotaque recifense afiado como faca de feira. Naquele segundo e meio de cinema, ele não explica teoria: ele encarna. A manchete absurda da “perna cabeluda” vira sinal dos tempos. O riso vira alerta. O exagero vira método. O senso comum, quando lido com precisão, deixa de ser folclore e vira combustível. Religião, boato, ciência mal digerida, memória antiga, medo novo — tudo isso compõe o mosaico da cabeça popular. Não é puro atraso, nem pura sabedoria. É matéria-prima. Quem confirma o que há de acrítico nesse caldo ajuda a manter o mundo girando em torno de um velho Ptolomeu. Quem critica com respeito e método ajuda a mudar o eixo. Por isso, quando docentes se organizam, quando um nome como ANDES ganha corpo, quando a conversa sai do corredor e vira movimento, não é milagre nem golpe de cena. É o senso comum sendo trabalhado, tensionado, politizado. É a filosofia descendo do pedestal e aprendendo a falar alto, com gesto, com jornal na mão. Entre a reflexão de Gramsci e o grito cinematográfico, há um fio só: a certeza de que ideias só pegam fogo quando encontram gente de carne, osso e palavra. E quando isso acontece, não é espetáculo. É história começando a mudar de rumo. O AGENTE SECRETO - Trailer Oficial Vitrine Filmes Clipe 1.756.694 visualizações 6 de out. de 2025 Eletrizante. Emocionante. Cheio de pirraça. E cada dia mais perto. A um mês da estreia brasileira de O AGENTE SECRETO, confira o Trailer Oficial do filme. Um filme de Kleber Mendonça Filho, estrelando Wagner Moura. 6 de novembro nos cinemas. Edição do trailer: Marina Kosa O Segredo das Coisas Dublagem automática As faixas de áudio de alguns idiomas foram geradas de forma automática. Saiba mais Shorts que remixam esse vídeo 3 Shorts o agente secreto Globo de ouro de melhor filme! 1,5 mil visualizações O Agente Secreto recebe quatro indicações no Oscar 2026 #portalpodvaz #oscar #oagentesecreto #shorts 1 mil visualizações 12.1.2026 #treino #calistenia #treinoemcasa trei 722 visualizações #recife #oscars #brazil #brasil #filmes 403 visualizações #oagentesecreto #wagnermoura #oscar2026 190 visualizações Transcrição
Com 4 indicações ao Oscar, O Agente Secreto lava a alma do Brasil real Publicado em 23/01/2026 - 07:39 Luiz Carlos Azedo Brasília, Cidades, Cinema, Comunicação, Cultura, Geografia, Literatura, Memória, Militares, Pernambuco, Política, Política, Recife, Segurança, Violência O público internacional pode não dominar o português, mas reconhece a atmosfera, o conflito, o trauma, a humanidade ferida, a dignidade e o riso que escapa na sombra, No seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, Ariano Suassuna destacou uma frase de Machado de Assis sobre os maus governos e a má política, que lhe serviu de chave mestra para entender o Brasil: “O ‘país real’, esse é bom, revela os melhores instintos. Mas o ‘país oficial’, esse é caricato e burlesco”. Essa cisão não é apenas política: atravessa também a cultura, a forma como nos vemos e como conseguimos ser vistos pelo mundo. É nesse ponto que o cinema brasileiro, quando alcança seu novo patamar, deixa de ser apenas arte e passa a ser um momento em que o Brasil real se impõe, sem pedir licença ao Brasil oficial. E é exatamente isso que O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, realiza ao chegar ao Oscar com quatro indicações — Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Escalação de Elenco e Melhor Ator, para Wagner Moura — igualando o recorde de Cidade de Deus e, mais importante, disputando as categorias centrais da indústria que decide, ano após ano, quem entra no cânone universal do audiovisual. Leia também: Cinema brasileiro alcança marca inédita de cinco indicações Mas, para entender por que esse feito “lava a alma” do Brasil real, é preciso voltar à literatura, porque o desafio comum entre um prêmio Nobel e o Oscar é ultrapassar um obstáculo invisível: a barreira da língua. Do ponto de vista cultural, a língua pode ser uma espécie de Muralha da China, que separa mundos, limita circulações e impõe hierarquias. Milan Kundera, em A Cortina, um grande ensaio literário, observa como o romance ocidental nasceu para investigar a condição humana, mas como a língua molda o escritor e condiciona o alcance da sua obra. Não é irrelevante que Kundera tenha atravessado a fronteira do reconhecimento internacional por meio do francês, e não pelo tcheco — como se o mundo, para reconhecer um autor, exigisse primeiro um “passaporte linguístico”. No cinema, essa exigência é ainda mais dura. Porque, diferentemente da literatura — em que a tradução é uma ponte antiga, poderosa e relativamente respeitada —, no audiovisual o idioma funciona muitas vezes como uma triagem: o sotaque vira obstáculo; a legenda vira resistência; o não inglês vira exceção. É por isso que existe uma diferença decisiva entre disputar o “melhor filme internacional” e o “melhor filme”. No primeiro caso, o cinema estrangeiro é reconhecido; no segundo, deixa de ser periférico e vai para a sala principal. O Agente Secreto está na porta da sala principal, como quem diz, sem cerimônia: “Nós também somos o mundo”. O escritor russo Leon Tolstói (Guerra e Paz, Anna Karenina) aconselhava: “Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”. Não se trata de provincianismo; é a verdade. Nas particularidades — no cheiro, no gesto, na rua, no medo, na alegria, na violência banalizada, na música, na “vida banal” — aparece aquilo que é humano o suficiente para ser reconhecido em qualquer latitude. Recife universal Kleber Mendonça Filho transforma o Recife, uma cidade emblemática do Nordeste brasileiro, fundada em 1537, em microcosmo do Brasil. De forma “nua e crua”, mostra a fricção permanente entre Brasil oficial e Brasil real como experiência estética sensível. Não “explica” o país; faz aparecer. Pois é aí que a barreira da língua começa a ceder. O público internacional pode não dominar o português, mas reconhece o essencial: a atmosfera, o conflito, o trauma, a humanidade ferida, o riso que escapa mesmo na sombra, a dignidade que insiste. A aldeia está pintada com tal intensidade que se torna universal. Leia mais: O Agente Secreto mostra a vida banal na ditadura O Oscar, por décadas, funcionou como uma espécie de “clube linguístico”. A língua inglesa estabelecia a norma estética e moral, como se a condição humana só alcançasse sua forma completa quando pronunciada no idioma anglo-saxão. O cinema de outras línguas era frequentemente empurrado para o “setor internacional”, um território de reconhecimento controlado, de prestígio restrito. Essa barreira está sendo rompida. O mundo se move, os públicos se acostumaram à diversidade linguística graças ao streaming, aos festivais e à circulação global. Os bons filmes não cabem mais no rótulo de estrangeiro e confrontam a onda xenofóbica que varre o mundo. Ainda Estou Aqui, indicado a Melhor Filme e vencedor como Melhor Filme Internacional, abriu um precedente histórico para o Brasil, que O Agente Secreto agora consolida, ao insistir na sala principal e ampliar a presença brasileira no núcleo simbólico da premiação. O Brasil, por muito tempo, foi visto como paisagem, exotismo ou alegoria. Agora, aparece como personagem do mundo sem pedir tradução da alma. O cinema americano costuma privilegiar uma ideia muito específica de carisma, dicção, presença e “centralidade cultural”. Em outras palavras: o ator precisa ser percebido como protagonista do imaginário do mundo. E, tradicionalmente, o imaginário do mundo — no Oscar — fala inglês. É por isso que a indicação de Wagner Moura tem um peso que vai além do feito individual: ela é um gesto de ruptura no lugar mais difícil. Leia ainda: Duelo de atores gigantes: Moura e Chalamet Não se trata apenas de “um brasileiro indicado”. Trata-se de um brasileiro indicado sem apagar sua marca, com seu corpo, seu ritmo, sua assinatura humana e cultural. Seu sotaque, que antes era visto como ruído, passa a ser ouvido como estilo. A “barreira” foi ultrapassada pela identidade. O Agente Secreto fala sem pedir desculpas, transforma a estética local em universal e faz o mundo ler as legendas como nós. Nas entrelinhas: todas as colunas no Blog do Azedo Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Compartilhe no Google+(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Pinterest(abre em nova janela) #cinema, #Kleber, #Oscar, #Recife, #Suassuna, #Wagner
Governador do RS é vaiado durante cerimônia ao lado de Lula Folha de S.Paulo Compartilhar Salvar 21 de jan. de 2026 Assine a TV Folha https://goo.gl/EBg4ag Leia mais na Folha http://www.folha.com.br Instagram / folhadespaulo Transcrição
Eduardo Leite é vaiado em evento com Lula, em Rio Grande — Foto: Reprodução/ RBS TV Perfeito — segue uma versão editada final do discurso, com as correções gramaticais e de digitação aplicadas, preservando o tom coloquial, improvisado e a tensão do momento, adequada para acompanhamento direto do vídeo: **“Muito boa tarde! Boa tarde a todos! Senh… Pessoal! Este é o amor que venceu o medo? Não, né?! Então vamos respeitar… Vamos respeitar, por favor, por favor! Eu estou aqui cumprindo o meu dever institucional, em respeito ao cargo que exerço, em nome do povo do Rio Grande do Sul. Com respeito ao presidente da República. Todos nós aqui — eu e o presidente — fomos eleitos pelo mesmo povo. Eu respeito o cargo do presidente da República. Peço respeito, por favor. É importante que possamos ter a compreensão de que nós somos diferentes. Pensamos de maneiras diferentes. Mas a gente não precisa pensar igual. É importante que, nesse caso, pensemos no Rio Grande do Sul, pensemos no Brasil. E é nisso que estamos pensando, trabalhando de forma coordenada. Prefeita Darlene, muito obrigado pela sua manifestação, que reconhece os esforços que a gente faz conjuntamente em favor do desenvolvimento de Rio Grande e do nosso estado do Rio Grande do Sul. (...) Senhoras e senhores, me permitam dizer uma coisa aqui. Na última eleição, o Brasil teve um presidente eleito por 50,8% dos votos. Quarenta e nove por cento da população votou em outro candidato. Se vocês desejam união e reconstrução, não simplesmente hostilizem quem pense diferente. Isso não leva a lugar nenhum. A efetiva união que a gente quer para o país envolve respeito. Respeito às funções. Respeito às pessoas. Respeito aos ambientes. Aqui é um ambiente institucional. É o presidente da República. Não é um comício eleitoral. É o governador do Estado, eleito pela mesma população que escolheu o presidente. É muito importante que haja esse respeito. Porque, se não, o que faz essa postura de vocês é incendiar, na outra metade, ainda mais ódio, rancor e mágoa. E nós não queremos isso. Nós não queremos isso.” "Muito boa tarde! Boa tarde a todos! Senh... Pessoal! Este é o amor que venceu o medo? Não, né! Então vamos respeitar ... Vamos respeitar, por favor, por favor! Eu estou aqui cumprindo meu papel institucional Em respeito ao cargo que exerço, em nome do povo do Rio Grande do Sul. Com respeito ao presidente da República, todos nós aqui: eu e o presidente fomos eleitos pelo mesmo povo. Eu respeito o cargo do presidente da República. Peço respeito por favor. É importante que possamos ter a compreensão de que nós somos diferentes. Pensamos de maneiras diferentes. Mas a gente não precisa de pensar igual. É importante que nesse caso, pensemos no Rio Grade do Sul, pensemos no Brasil. E é nisso que estamos pensando trabalhando de forma coordeanada. Prefeita Darlene, muito obrigado pela sua manifestação. Que reconhece os esforços que a gente faz conjuntamente em favor do desenvolvimento de Rio Grande e de nosso estado do Rio Grande do Sul. (...) Senhoras e senhores, me permitam dizer uma coisa aqui. Na última eleição, o Brasil teve um presidente eleito por 50,8% dos votos. 49% da da população votou em outro candidato.Se vocês desejam união e reconstrução, não simplesmente hostilizem quem pensa diferente.Isso não leva a lugar nenhum.A efetiva união que a gente quer para o país envolve respeito. Respeito às funções.Respeito às pessoas. Respeito aos ambientes. Aqui é um ambiente institucional. É o presidente da República. Não é um comício eleitoral. É o governador do Estado, eleito pela mesma população que escolheu o presidente. É muito importante que haja esse respeito. Se não, o que faz essa postura de vocês é incendiar na outra metade ainda mais ódio, rancor e mágoa. E nós não queremos isso. Nós não queremos isso."
A aula de civilidade de Eduardo Leite Por O Estado de S. Paulo Vaiado por militantes do PT em cerimônia oficial com o presidente Lula, o governador do Rio Grande do Sul cobrou respeito institucional e expôs a democracia de fachada do lulopetismo Para surpresa de rigorosamente ninguém, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), foi vaiado por militantes do PT durante um evento institucional realizado nesta semana ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reação do governador à violência retórica lulopetista no ato, no entanto, ofereceu a um país cansado de vandalismo político e analfabetismo cívico uma valiosa aula de civilidade e espírito público. O episódio ocorreu em Rio Grande, no sul do Estado, durante cerimônia oficial do governo federal destinada à assinatura de contratos ligados à construção de navios para a Petrobras. As vaias começaram quando o nome de Leite foi mencionado pelo cerimonial, prosseguiram durante o discurso da prefeita da cidade, a petista Darlene Pereira, e se intensificaram quando o governador foi chamado ao microfone. Como se viu, Leite teve dificuldade para iniciar sua fala. E protestou conjugando serenidade e firmeza: “Este é o amor que venceu o medo? Não, né? Vamos respeitar, por favor. Estou aqui cumprindo meu dever institucional. Eu e o presidente fomos eleitos pelo mesmo povo. Somos diferentes. Mas a gente não precisa pensar igual”. As manifestações hostis partiram de apoiadores do presidente e se repetiram ao longo da fala do governador, interrompendo seu discurso e constrangendo o ambiente – hostilidade dirigida a um chefe de Executivo estadual legitimamente eleito e convidado a participar de um ato que, em tese, deveria se ater aos limites republicanos da institucionalidade. A atitude de Leite, marcada pelo autocontrole e pela defesa do respeito às diferenças e à etiqueta republicana, contrastou com o mau comportamento de parte da plateia. O episódio diz menos sobre o governador gaúcho do que sobre o estado de degradação cívica a que chegou parcela expressiva da militância política no Brasil, sobretudo a petista. O governador não foi vaiado por ter cometido um desvio administrativo, por afrontar a democracia ou por atacar adversários. Foi hostilizado simplesmente por existir politicamente fora do universo lulopetista, por representar uma alternativa que não se submete à liturgia do governismo militante. O constrangimento não foi do governador, mas de quem confundiu um ato oficial da República com um comício partidário. O comportamento da militância do PT foi revelador. Ao hostilizar um governador em pleno exercício do cargo, num evento oficial, repetiu exatamente o padrão que o próprio partido diz combater: intolerância política, patrulhamento ideológico e tentativa de silenciar vozes dissonantes. Na prática, trata-se do mesmo impulso autoritário travestido de virtude moral, legitimado pela sensação de pertencimento ao campo “do bem”. Para o PT, democracia só vale quando se presta a aplaudir Lula. Não deixa de ser sintomático que o próprio presidente tenha convertido o evento em palanque, exatamente o que Eduardo Leite disse que não deveria acontecer numa cerimônia estritamente institucional. Mas aí não tem jeito: trata-se da natureza de Lula. O presidente, ao contrário do governador, discursou em tom de campanha, recorreu a slogans eleitorais e falou diretamente à base militante. Fez, afinal, o seu comício de sempre. É verdade que o petista tentou contemporizar, fazendo algumas mesuras ao governador. E, não raro, tenta pregar a ideia de que a democracia exige convivência com quem pensa diferente. Seus gestos são protocolares diante de um discurso claramente eleitoral. Não se pode estimular a polarização como método e depois surpreender-se com seus efeitos colaterais. O tribalismo militante aprende pelo exemplo dos seus morubixabas, não pelas notas de rodapé. O contraste entre os protagonistas é eloquente. De um lado, um governador que reafirma o valor das instituições, da civilidade e do pluralismo. De outro, uma militância que age como se a democracia fosse propriedade privada de um campo político. Num Brasil exausto da política do grito e da permanente guerra moral, a atitude de Eduardo Leite aponta para uma alternativa cada vez mais rara: a de que é possível discordar sem destruir, competir sem desumanizar e fazer política sem transformar o adversário em inimigo. A lição está dada. Resta saber quem está disposto a aprendê-la.

Nenhum comentário:

Postar um comentário