Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
A VIDA É FEITA DE MOMENTOS OU DE INTERVALOS?
METÁSTASE NA REPÚBLICA
Em memória de quem a empregava e pode ter morrido dela.
ENTENDA POR QUE O CASO BANCO MASTER ABALA BANCO CENTRAL, STF E CONGRESSO
MyNews
Estreou em 21 de jan. de 2026 #brasil #politicabrasileira #supremotribunal
No primeiro programa de 2026 do Não é bem assim, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam em profundidade o caso Banco Master, um dos escândalos financeiros mais sensíveis dos últimos anos.
A crise envolve diretamente o Banco Central do Brasil, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal de Contas da União e o Congresso Nacional, levantando questionamentos sérios sobre a saúde das instituições, a autonomia dos órgãos de controle e os riscos sistêmicos para a economia brasileira.
Neste episódio, você confere:
• O que torna o escândalo do Banco Master diferente de outras quebras bancárias
• As tentativas de interferência sobre decisões do Banco Central
• O papel do STF e do TCU no enfrentamento da crise
• A conexão entre fraudes financeiras, INSS e o uso de novas tecnologias
• Os impactos da crise na confiança institucional e no cenário eleitoral de 2026
Uma conversa direta, crítica e necessária para entender como falhas financeiras, pressões políticas e fragilidades institucionais podem afetar o país inteiro.
👉 Assista até o final e participe do debate nos comentários.
#brasil #politicabrasileira #supremotribunal #congressonacional #stf #tcu
A VIDA É FEITA DE MOMENTOS OU DE INTERVALOS?
Essa é uma daquelas perguntas que pedem um café e uma pausa reflexiva. No fim das contas, a resposta depende de como você decide "editar" o filme da sua existência:
A vida é feita de momentos: É a visão dos entusiastas. Foca nos pontos altos, nas memórias marcantes e naqueles instantes que tiram o fôlego. Para essa perspectiva, o que define quem somos são os eventos significativos que colecionamos ao longo do tempo.
A vida é feita de intervalos: É a visão mais pragmática ou existencialista. Sugere que a maior parte da vida acontece no "entre" — no cotidiano, na espera, no silêncio entre dois grandes eventos. Como diria o poeta Mário Quintana, a vida é o que acontece enquanto fazemos planos.
Talvez a vida seja, na verdade, a costura entre os dois: os intervalos nos preparam para os momentos, e os momentos dão sentido aos intervalos.
A resposta mais poética e reflexiva sugere que a vida é feita de uma combinação dos dois: momentos que dão sentido e intervalos que dão ritmo. A vida não é apenas a soma de grandes marcos (momentos), mas também a vivência dos dias comuns entre eles (intervalos).
Aqui está uma análise baseada em diferentes perspectivas:
A Vida como Momentos (O "O que"): A vida é composta por instantes de máxima significância — encontros, conquistas e belezas — que se tornam memórias eternas, pequenos fragmentos de "mica brilhante" em uma "extensa faixa de cimento cinzento". Valorizar o presente é o que torna a vida significativa.
A Vida como Intervalos (O "Como"): A vida é o intervalo precioso entre nascer e morrer, cheio de esperas, rotina e aprendizados. São os intervalos que permitem a pausa, o respiro e a preparação para o próximo momento.
A Perspectiva de Nietzsche: O filósofo Friedrich Nietzsche sugeriu que a vida consiste em momentos raros e isolados de grande importância, cercados por inúmeros intervalos que preparam ou sustentam esses instantes.
A Vida como Ciclos: A vida é feita de fases e etapas, cada uma com seus próprios momentos e intervalos, onde ciclos de começo, meio e fim se repetem.
Em suma, a vida é a interação entre os dois: o intervalo que permite a pausa, e o momento que brilha no tempo.
Haver a ter
HÁ 2 MESES:
A ter haver
ENTENDA COMO O CRIME ORGANIZADO INVADE O SISTEMA FINANCEIRO: BANCO MASTER, BRB E A NOVA LEI
MyNews
25 de nov. de 2025 #MyNews
O colapso do Banco Master, a crise no BRB e a corrida do Congresso para aprovar uma nova legislação reacenderam um debate urgente: o crime organizado está infiltrado no sistema financeiro brasileiro?
Neste vídeo, analisamos:
• A explosão da “bomba nuclear” no setor financeiro
• As suspeitas que conectam Banco Master, BRB e lavagem de dinheiro
• As operações da Polícia Federal contra o crime organizado
• A lei aprovada na Câmara e o impacto para o combate ao crime
• Como bilhões circularam em títulos suspeitos
• O risco real para investidores, instituições e para o Estado brasileiro
Se você quer entender como essa teia se formou e até onde ela pode ir este vídeo é para você.
UMA DIGRESSÃO RAPIDINHA:
"Em 1994 houve o 'Plano Real', certo?
Em 1995 e 96 quebraram seis ou sete bancos, coisa aí parecida com o Banco Master e tal, né? O Bamerindus, o Nacional, o não sei o quê... O Banco Santos vem depois. De qualquer forma, daí se criou, por iniciativa do próprio Banco Central - na época dirigido muito bem pelo Pedro Malan e pelos outros lá. Se dirigiu...se inventou o tal do 'Fundo Garantidor de Crédito que minora - diminui um pouco, o prejuízo ao poupador comum desse tipo de trapalhada de um banco como esse."
(...)
ACIMA DE 250.000
"Em princípio, é incompetência ou é desonestidade."
Márcio Forte
RESUMO DA ÓPERA
"Todos os caminhos levam ao crime organizado. 'Mala Vita' "
Marcelo Madureira
IMPRESSIONA
"Alto volume, empresa nova, títulos falsos e a descobertos.
BRB compra e paga.
Pedro Paulo Magalhães
"Carbono Oculto"
"O crime sempre tem que lavar dinheiro."
"Tem lá o projeto da Câmara, vai ser depurado no Senado, mas vai virar lei. Essa lei, na essência, apenas dá mais capacidade de agir às autoridades policiais, todas elas, mas falta combinar como eles vão agir em conjunto, que é o projeto do Raul Jungman, o velho Raul Jungman, né?"
Entre 3:00-3:14, no vídeo
"Isso aqui vai pegar fogo! Bicho! Han!"
"A vida é feita de momentos."
"- Mas como eu vou pagar isso?"
" - Com o seu vinho. Eu quero um padrinho rico se um dia eu vier a faltar."
lula usava o sítio que era do compadre e filhos.
Direceu usava jatinhos que eram de empresário.
Toffoli usava Resort no Paraná que era de sócios de irmãos.
Paulo Guedes era o G do BTG.
Até o momento Esteves do BTG esteve no Complexo de Gericinó
Eike Batista, campeão nacional, foi dar com os costados no Complexo de Gericinó (Bangu 9)
De volta ao futuro: "Irmão de Toffoli foram socios de um segundo resort no interior do Paraná"
"A política de "campeões nacionais", intensificada durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016), utilizou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar e subsidiar grandes grupos privados brasileiros. O objetivo era torná-los competitivos globalmente, com foco em fusões, aquisições e, especificamente, na exportação de bens e serviços de engenharia.
Principais Empresas ("Campeões Nacionais") e Subsídios
Os financiamentos do BNDES, muitas vezes realizados a taxas de juros subsidiadas (abaixo da taxa de mercado, como a TJLP), beneficiaram empresas que concentraram boa parte dos recursos para internacionalização:
Odebrecht (atual Novonor): Foi a principal beneficiária, recebendo cerca de 70% a 75% dos recursos do BNDES para obras de engenharia no exterior (metrôs, portos, estradas) em países da América Latina e África.
JBS-Friboi: Recebeu aportes significativos do BNDESPAR (braço de participações do BNDES) para consolidar sua posição como gigante global do setor de carnes.
Embraer: Recebeu apoio em linhas de financiamento à exportação para aeronaves (BNDES Exim).
Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez: Outras grandes empreiteiras que, junto com a Odebrecht, concentraram a maioria dos créditos para exportação de serviços de engenharia.
Brasil Foods (BRF): Resultante da fusão entre Sadia e Perdigão, também apoiada para atuar no mercado externo.
Gerdau, Vale, Marfrig e Petrobras: Citadas como parte do grupo de "campeãs" com atuação internacional forte, apoiadas em diferentes momentos da política industrial.
Características da Política de Exportação (Lula/Dilma)
BNDES Exim: A principal ferramenta foi o BNDES Exim, que financiava o importador estrangeiro para comprar serviços ou bens brasileiros, gerando empregos no Brasil e garantindo a atuação da empresa no exterior.
Financiamento de Serviços: Aproximadamente US$ 10,5 bilhões foram financiados para a exportação de serviços de engenharia entre 2002 e 2016.
Riscos e Controvérsias: A política foi criticada devido à alta concentração de recursos em poucas empresas, falta de transparência em certos contratos e riscos de inadimplência por parte de países como Venezuela, Cuba e Moçambique, que atrasaram pagamentos ao BNDES.
Interrupção e Críticas: A partir de 2016, com o fim do governo Dilma e o andamento da Operação Lava-Jato, muitos desses financiamentos foram suspensos ou investigados, e a política de campeões nacionais sofreu fortes críticas por ter sustentado empresas envolvidas em escândalos de corrupção.
Em resumo, Odebrecht e JBS foram os exemplos mais citados de "campeões" beneficiados por grandes volumes de crédito, voltados para a expansão internacional e exportação de serviços/produtos durante os governos Lula e Dilma."
"Eike Batista cumpriu aproximadamente 3 meses em regime fechado na sua primeira detenção, entre janeiro e abril de 2017. Posteriormente, em agosto de 2019, ele passou mais 36 horas preso antes de sua defesa reverter a decisão.
Os locais onde ele esteve detido foram:
Presídio Ary Franco: Porta de entrada no sistema penitenciário do Rio de Janeiro.
Complexo de Gericinó (Bangu 9): Para onde foi transferido e onde ocupou uma cela comum por não possuir diploma de ensino superior.
No âmbito do seu acordo de colaboração premiada, homologado em 2020, a pena total estabelecida foi de quatro anos, dividida em um ano de regime fechado (com a detração do tempo já cumprido), um ano em regime domiciliar e dois anos em regime semiaberto. "
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haver a ter ou Ter a haver?
Ambas as expressões existem, mas têm significados totalmente diferentes. Ter a ver significa estar relacionado ou ter relação com algo. Ter a haver significa ter algo a receber, crédito ou saldo positivo. Portanto, o uso correto depende do sentido da frase: "isso não tem nada a ver" ou "ainda tenho dinheiro a haver". Ter a ver (com): Refere-se a relação, ligação ou afinidade.Exemplo: "Esse assunto não tem nada a ver comigo".Ter a haver: Refere-se a créditos, receber dinheiro ou algo devido.Exemplo: "Ainda tenho 50 euros a haver do empréstimo". Resumo: Relacionamento \(\rightarrow \) Ter a ver.Crédito/Receber \(\rightarrow \) Ter a haver.Não existe "tem haver" para relação; o correto é "tem a ver".
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Haver a ter ou Ter a haver?
As expressões têm significados completamente diferentes. Ter a haver (ou ter a receber) refere-se a crédito, algo a receber, comum em finanças. Já ter a ver (com) significa estar relacionado ou dizer respeito a algo. A expressão "haver a ter" não é usual na norma culta da língua portuguesa.
Resumo da diferença:
Ter a haver: Indica que alguém tem dinheiro ou algo a receber.
Exemplo: "Eu ainda tenho a haver 50 reais do meu amigo".
Ter a ver: Significa ter relação ou afinidade.
Exemplo: "Isso não tem nada a ver comigo".
Portanto, para relações, use sempre "ter a ver". Para dinheiro/créditos, use "ter a haver".
Nota: A forma "nada haver" é considerada incorreta, sendo o correto "nada a ver".
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Haver a ter ou Ter a haver?
As formas corretas são "ter a ver" (com o verbo "ver") ou, em contextos específicos de contabilidade, "ter a haver" (com o verbo "haver"). A expressão "haver a ter" não é utilizada.
Ter a ver
Esta é a expressão mais comum e significa ter relação, afinidade ou dizer respeito a algo. O "a ver" indica ligação com o verbo "ver", no sentido de "ter algo em comum" ou "dizer respeito a".
Exemplo: "Este assunto não tem a ver com a nossa conversa anterior".
Ter a haver
Esta expressão é usada em contextos específicos, geralmente na área de contabilidade, para indicar quantias monetárias a receber ou a reaver (créditos).
Exemplo: "A empresa ainda tem R$ 10.000 a haver de seus clientes".
"Haver a ter" ou "Ter haver" (incorretas)
As expressões "haver a ter" e "ter haver" (quando se pretende usar no sentido de relação) estão incorretas na norma culta da língua portuguesa. O verbo "haver", sozinho, geralmente significa "existir" ou "acontecer", ou indica tempo passado.
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