Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos. As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
sábado, 31 de janeiro de 2026
Pensamentos
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai.” — Paulo. (FILIPENSES, 4.8)
1 Todas as obras humanas constituem a resultante do pensamento das criaturas. O mal e o bem, o feio e o belo viveram, antes de tudo, na fonte mental que os produziu, nos movimentos incessantes da vida.
2 O Evangelho consubstancia o roteiro generoso para que a mente do homem se renove nos caminhos da espiritualidade superior, proclamando a necessidade de semelhante transformação, rumo aos Planos mais altos. 3 Não será tão somente com os primores intelectuais da Filosofia que o discípulo iniciará seus esforços em realização desse teor. 4 Renovar pensamentos não é tão fácil como parece à primeira vista. Demanda muita capacidade de renúncia e profunda dominação de si mesmo, qualidades que o homem não consegue alcançar sem trabalho e sacrifício do coração. 5 É por isso que muitos servidores modificam expressões verbais, julgando que refundiram pensamentos. 6 Todavia, no instante de recapitular, pela repetição das circunstâncias, as experiências redentoras, encontram, de novo, análogas perturbações, porque os obstáculos e as sombras permanecem na mente, quais fantasmas ocultos.
7 Pensar é criar. A realidade dessa criação pode não exteriorizar-se, de súbito, no campo dos efeitos transitórios, mas o objeto formado pelo poder mental vive no mundo íntimo, exigindo cuidados especiais para o esforço de continuidade ou extinção.
8 O conselho de Paulo aos filipenses apresenta sublime conteúdo. Os discípulos que puderem compreender-lhe a essência profunda, buscando ver o lado verdadeiro, honesto, justo, puro e amável de todas as coisas, cultivando-o, em cada dia, terão encontrado a divina equação.
Emmanuel
Texto extraído da 1ª edição desse livro.
15
Pensamentos
Pão Nosso #015 - Pensamentos
NEPE Paulo de Tarso | Evangelho e Espiritismo
Transmitido ao vivo em 31 de mar. de 2022
Série de estudos, com Artur Valadares, da obra "Pão Nosso", de Emmanuel/Chico Xavier.
Transcrição
O Colégio Allan Kardec | Sacramento-MG
CONTRÁRIO A PRÊMIOS
Eurípedes incentivava sempre, por diferentes modos, os alunos,
objetivando o maior nível de aproveitamento, no seu Colégio.
Era contrário, porém, à instituição do prêmio. Considerava a
concorrência perigoso fator de íntimos descontentamentos e não raro de
assinaladas injustiças.
Acima de tudo, era-lhe grato presenciar a aplicação dos alunos, sem
132 Corina Novelino
…outro móvel que não o amor aos livros, inspirado no ideal santo da
iluminação espiritual.
Mas, elementos estranhos ao núcleo de auxiliares diretos do estabe-
lecimento, entusiasmados com as provas de fim de ano, ofertavam prêmios
a alunos que mais se destacavam nas provas.
Certa feita, o Sr. Aristocles Oscar da Mata e Silva ofereceu valiosos
prêmios a duas alunas, que indicou nominalmente.
Uma das contempladas era a jovem Edalides Millan, irmã de
Eurípedes e a outra Basilissa de Oliveira Borges, esta, primeira aluna do
colégio.
O doador fazia questão de que um belo relógio de ouro fosse entregue
a Edalides e um rico estojo de costuras à Basilissa.
Edalides recusou-se a aceitar o valioso prêmio, reconhecendo a
injustiça da escolha. Ela sabia que outros colegas mais aplicados mereciam
o primeiro prêmio, notadamente a jovem Basilissa.
Diante do gesto bonito de Edalides, o Sr. Aristocles, inconformado,
apresenta o alvitre do sorteio. Mas insistiu para que a moça figurasse no
mesmo, juntamente com os de outros alunos mais destacados.
Feito o sorteio, a sorte favorece Edalides, que não vê outra alterna-
tiva senão a de receber o relógio, com um misto de alegria e constrangimento.
À Basilissa tocou o estojo de costuras.
O interessante do episódio é que, mais tarde, Edalides tornou-se
costureira e Basilissa abraçou a carreira do magistério…
Como esse bom amigo, muitos outros apareceram para “atrapalhar”
o programa de Eurípedes.
Contudo, o Mestre sentia-se reconhecido a essas demonstrações de
apreço ao seu querido colégio.
133 Corina Novelino
S
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
O privilégio da leitura na prisão. Por José de Souza Martins
Valor Econômico
Com longa experiência docente, levo em conta que não se lê livros assim, a torto e a direito. É necessário ter um programa de leitura
Foi uma surpresa a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria manifestado interesse no programa de estímulo à leitura na prisão. Com isso, ele teria a possibilidade de diminuir a pena que lhe tocou na condenação do STF. Pessoalmente, vejo mais do que o que poderia ser tomado como egoísmo do preso. Ninguém sai ileso da leitura de um livro. Senti-me, por isso, tentado a fazer-lhe algumas sugestões de leitura.
Com longa experiência docente, levo em conta que não se lê livros assim, a torto e direito. É necessário ter um programa de leitura, ter alguma ideia e alguma curiosidade sobre temas, autores e livros. Ouso, portanto, fazer-lhe algumas sugestões às quais outros cidadãos poderão agregar as suas.
Em primeiro lugar, eu começaria com a leitura das duas versões da Constituição de 1988, a Constituição Cidadã, como a definiu o saudoso Ulysses Guimarães. A versão original e a versão atual, cheia de remendos de emendas constitucionais que foram amansando o texto e despojando-o da amplitude das intenções democráticas e reformistas iniciais.
Um segundo livro, para quem se apresenta como evangélico e tem sua opção religiosa demonstrada na repetição de só dois versículos da Bíblia, daqueles que os evangélicos gostam de retirar da chamada Caixinha de Promessas. Como se o acaso do versículo retirado desse ao devoto a bênção de uma mensagem enviada diretamente por Deus.
A Bíblia diz mais aos cristãos se lida integralmente. O segredo está em escolher uma boa tradução, feita por gente capaz, com formação profissional apropriada em línguas. Minha recomendação é a edição brasileira da chamada Bíblia de Jerusalém. A tradução foi conferida com os textos das línguas originais de referência. A tradução brasileira foi feita ou verificada por gente como professores da Universidade de São Paulo.
A tradução do Novo Testamento foi supervisionada pelo professor Antonio Candido, eminente e conhecido professor de teoria literária. Ele é o autor do monumental e fundamental “Formação da literatura brasileira: Momentos decisivos”, robustas 800 páginas de erudição e competência. Esmerado nos cuidados com o que escreve ou com o que comenta, o fato dele ter sido um dos fundadores do PT de nenhum modo compromete essa tradução do livro sagrado. Ao contrário.
Por isso mesmo, minha sugestão é a de que não comece a leitura pelo Gênesis, em que a vida humana foi definida como castigo, na condenação de Eva e Adão, nessa ordem. Nem pelo fim, pelo Apocalipse de São João, porque aquilo é antes de tudo o desvendamento da obra do Anticristo e da Besta Fera, o que lhe trará à lembrança muita gente que ele conhece dos tempos do poder, que ainda o assediam e exploram, até parentes. Mesmo parente leitor de Bíblia.
É sempre bom lembrar que Satanás está nos fingimentos, mesmo dos que têm a Bíblia nas mãos, mas não a têm na mente e na alma.
Melhor é seguir a recomendação do grande e fascinante João Guimarães Rosa, em “Grande sertão: Veredas”: “Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”. Isso é sábio e bem brasileiro. Nada de extremismos: ponderação e equilíbrio. Até porque extremismo na cadeia, mesmo que seja de parentes e bajuladores, não serve para nada. Só aumenta o sofrimento do preso.
Um livro indispensável é “O alienista”, do melhor escritor brasileiro e melhor conhecedor de nossa língua e de nossa mentalidade: Machado de Assis. Sobre o médico maluco que numa cidade do interior do Rio de Janeiro começou a diagnosticar cada morador como alienado mental. No fim, só ele sobrou fora do manicômio.
O autoritarismo militar brasileiro tem longa tradição nesse sentido, desde antes do golpe de 15 de novembro de 1889, imensas parcelas do povo brasileiro tratadas como inimigas do Brasil. Foi o que aconteceu em Canudos, na Bahia, e no Contestado, em Santa Catarina. É o que tem acontecido na estigmatização e repressão às esquerdas, inventadas, aliás, na Revolução Francesa, necessárias à sustentação e legitimação do regime democrático.
“Macunaíma”, de Mário de Andrade, pode vir a calhar como exercício de autodescoberta. O herói sem nenhum caráter é a personagem que não se encontra, perdido dentro de si mesmo. É o brasileiro. Nem branco nem negro porque é os dois.
Bolsonaro viveu a experiência das ocultações, especialmente próprias da vida política brasileira. O poder não é a verdade da vida. No geral é a mentira.
Ao fim e ao cabo, no Brasil, o político acaba descobrindo que não era quem pensava ser. Na democracia o político é descartável. Para quem gosta de ler, a prisão é uma mordomia. Ali, a leitura é um verdadeiro pós-doc sobre o lado invisível do poder.
Resumo
O pensamento educacional de Eurípedes Barsanulfo, apresentado no texto Contrário a Prêmios, antecipa uma crítica ainda atual à utilização de recompensas externas como estímulo ao aprendizado. Para Eurípedes, o prêmio desvirtua o sentido da educação ao gerar competição, injustiça e constrangimento moral, afastando o aluno da motivação interior e do amor ao conhecimento.
Essa mesma problemática reaparece, um século depois, no artigo de José de Souza Martins sobre a concessão de redução de pena a prisioneiros que leem livros. Embora reconheça o potencial transformador da leitura, o autor questiona sua instrumentalização como benefício automático, esvaziado de propósito formativo e reflexão crítica.
A correlação entre os dois textos evidencia que tanto na escola quanto no sistema prisional o saber perde sua força ética quando tratado como moeda de troca. Ambos os autores convergem na defesa da leitura e da educação como processos de transformação interior, confirmando a atualidade e a profundidade do pensamento de Eurípedes Barsanulfo.
O Evangelho segundo o Espiritismo - cap. XV, itens 4 e 5 (OESOEc15n4-5)
Portal Luz Espírita
15 de jun. de 2022
Narração do trecho de "O Evangelho segundo o Espiritismo", de Allan Kardec - capítulo XV: "Fora da Caridade não há salvação", itens 4 e 5: 'O maior mandamento'.
Baixe o ebook (PDF ou EPUB) de O Evangelho segundo o Espiritismo:
https://www.luzespirita.org.br/index....
Transcrição
O mandamento maior
4. Mas, os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca aos saduceus, se reuniram; – e um deles, que era doutor da lei, foi propor-lhe esta questão, para o tentar: – Mestre, qual o grande mandamento da lei? – Jesus lhe respondeu: Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito. – Esse o maior e o primeiro mandamento. – E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. – Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. (S. MATEUS, 22: 34 a 40.)
5. Caridade e humildade, tal a senda única da salvação. Egoísmo e orgulho, tal a da perdição. Este princípio se acha formulado nos seguintes precisos termos: “Amarás a Deus de toda a tua alma e a teu próximo como a ti mesmo; toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.” E, para que não haja equívoco sobre a interpretação do amor de Deus e do próximo, acrescenta: “E aqui está o segundo mandamento que é semelhante ao primeiro”, isto é, que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o próximo, nem amar o próximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus. Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.
Plante boas sementes.
A semente do bem que se planta
rende bons frutos
permanentemente.
O FATOR HUMANO
THE HUMAN FACTOR
Graham Greene
Tradução de A. B. Pinheiro de Lemos
"— E qual prefere?
— Há o que fala de um homem…
— O acendedor de lampiões?
— Não, não é esse.
— O que o homem faz?
— Não sei. Ele está no escuro.
— Não é muita coisa para descobrir.
Castle virou as páginas do livro, procurando pelo homem no escuro.
— Ele está montando um cavalo.
— Será que é este?
E Castle leu:
“Sempre que a lua e as estrelas surgem,
Sempre que o vento sopra forte,
Durante toda a noite no escuro e frio…”
— É esse mesmo!
“Um homem sai a cavalo
Pela noite afora, com as fogueiras apagadas,
Por que ele galopa e galopa sem parar?”
— Continue. Por que parou?
“Sempre que as árvores estão chorando alto,
E os navios no mar são sacudidos,
Pela estrada ele galopa,
E lá se vai a galopar para um lado,
E depois volta novamente a galopar.”
— É esse mesmo. É o que eu mais gosto.
— É um pouco assustador, Sam.
— É por isso mesmo que eu gosto. Ele usa uma máscara de meia?
— Aqui não diz se ele é um ladrão, Sam.
— Então por que ele fica indo de um lado para outro fora de casa?
Será que ele tem uma cara branca como a sua e a do Sr. Muller?
— A história não conta.
— Acho que ele é preto, preto como o meu chapéu, preto como o meu gato.
— Por quê?
— Acho que todas as pessoas brancas têm medo dele e trancam suas casas, porque ele pode aparecer com um facão e cortar suas gargantas.
Sam fez uma rápida pausa, antes de acrescentar, com evidente satisfação:
— Lentamente…"
(Em tom e cadência à maneira de Graham Greene, sem pretensão de imitá-lo além do espírito.)
Sempre me interessou menos a ação do que o instante anterior a ela — o momento em que o ser humano hesita, imagina, teme e projeta no escuro aquilo que carrega dentro de si. O Fator Humano nasceu dessa convicção: não são os heróis nem os traidores que explicam o mundo, mas as pequenas escolhas feitas à meia-luz, quando ninguém está olhando.
No breve trecho que se lê, um homem cavalga na noite. Não sabemos quem é, nem o que pretende. O medo cresce justamente porque a narrativa se recusa a explicar. O leitor, como os personagens, preenche os vazios com seus próprios fantasmas. O escuro não está fora — está dentro. É assim que a violência começa: não como ato, mas como suposição. O perigo não é o cavaleiro, mas a imaginação que o transforma em ameaça absoluta.
Se algum aluno precisaria de prêmio para ler este livro? Duvido. A curiosidade humana é mais poderosa do que qualquer recompensa. Quem entra nessa história o faz porque reconhece nela algo de si mesmo: a suspeita, o desconforto, a consciência de que o mal raramente se apresenta com rosto definido. A leitura não exige incentivo externo quando toca a culpa, o medo e a ambiguidade moral que todos conhecemos intimamente.
Quanto a saber se José Martins de Souza incluiria este romance em sua lista, suspeito que sim — não como moeda de troca, mas como exercício de lucidez. Este não é um livro que consola, mas um livro que adverte. Não ensina virtudes; revela fragilidades. E talvez seja esse o tipo de leitura que mais transforma, porque não promete redenção fácil nem absolvição rápida.
Se há algo que aprendi escrevendo, é que a literatura não deve ser prêmio, nem castigo, nem privilégio. Ela é encontro. E, às vezes, confronto.
Saúdo, portanto, meus confrades de sensibilidade e consciência:
Eurípedes Barsanulfo, que compreendeu cedo demais que o saber não aceita barganhas;
José Martins de Souza, que insiste em lembrar que ler é um ato sério;
e Corina Novelino, que preservou, com fidelidade e afeto, a memória de um educador que confiava mais no espírito humano do que em recompensas.
— Graham Greene
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
ANTES DE TUDO, UM CASO DE POLÍCIA — E O COMÍCIO IMPROVÁVEL
Entre o escândalo financeiro, a judicialização da política e as metáforas que o futebol ainda nos permite
Montoro: História e futebol se encontram
Epígrafe
“Quando tudo vira política, o crime tenta deixar de ser crime.”
(anotação de bastidor, Brasília, 2026)
Resumo
O escândalo do Banco Master expôs mais do que um esquema financeiro de grandes proporções: revelou os riscos da politização sistemática de investigações criminais em um ambiente marcado pela judicialização da política. Enquanto o caso se desloca para disputas institucionais e narrativas de perseguição, a centralidade penal insiste em reaparecer. Em paralelo, a crônica observa um curioso contraponto simbólico: no mesmo momento em que a política se embaralha, o futebol oferece uma metáfora improvável de liderança, mobilização e esperança coletiva.
Texto
Há escândalos que nascem financeiros, mas tentam morrer políticos. O do Banco Master é exemplar. Desde que veio à tona, o caso passou a ocupar menos espaço nos autos e mais no debate institucional, nas versões cruzadas, nas alegações de conflito entre Poderes e nas tentativas de deslocar o foco da investigação para o comportamento de autoridades.
Não é novidade. A politização de processos criminais tornou-se uma estratégia de defesa recorrente e, não raro, eficaz nos tribunais superiores, sobretudo em um país onde a judicialização da política passou a fazer parte do método. Ainda assim, certos fatos resistem à retórica.
O que está em apuração são crimes tipificados na legislação penal e financeira brasileira, com indícios relevantes de violação ao Sistema Financeiro Nacional e de lesão direta ao patrimônio público e privado. Antes de qualquer narrativa, trata-se de um caso de polícia.
Lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta e temerária, estelionato, falsidade documental, evasão de divisas e apropriação indébita não são categorias interpretativas. Dependem de provas, perícias e decisões judiciais fundamentadas. É nesse terreno — e somente nele — que o caso deve ser resolvido.
Com a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal sob supervisão do Supremo Tribunal Federal, a investigação passou à relatoria do ministro Dias Toffoli. A nota divulgada por seu gabinete, ao esclarecer procedimentos processuais e afastar nulidades, não absolve investigados nem antecipa julgamentos. Apenas recoloca a apuração criminal no centro do debate institucional.
Concluídas as investigações, caberá ao Supremo separar o que seguirá para as instâncias ordinárias do que permanecerá sob sua jurisdição, em razão do foro privilegiado. Uma solução de equilíbrio, ainda que o protagonismo do tribunal tenha deslocado temporariamente a atenção pública dos investigados para os próprios ministros.
Nada disso reduz a gravidade dos fatos.
O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, é apontado pela Polícia Federal como líder de uma organização criminosa estruturada para atuar contra o sistema financeiro. A suspeita central envolve a venda de carteiras de crédito fictícias ao Banco de Brasília (BRB), em operação estimada em R$ 12,2 bilhões. Na primeira fase da operação, cerca de R$ 230 milhões em bens foram apreendidos.
O impacto sistêmico do caso é expressivo. O BRB pode ser obrigado a constituir até R$ 5 bilhões em provisões, enquanto a exposição agregada — envolvendo fundos, investidores e o Fundo Garantidor de Créditos — pode alcançar R$ 50 bilhões. Paralelamente, o Banco Central abriu sindicância interna para apurar falhas de supervisão.
Ainda assim, insiste-se em transformar fraude em disputa política. O efeito é previsível: os fatos se diluem, a investigação se confunde e o essencial se perde no ruído.
Fraudes permanecem fraudes. Crimes permanecem crimes. O caso do Banco Master continua sendo, antes de tudo, um caso de polícia.
Na mesma semana, longe dos gabinetes e dos autos, outro tipo de mobilização ocorria.
Na noite de 29 de janeiro de 2026, o Botafogo venceu o Cruzeiro por 4 a 0, na estreia do Campeonato Brasileiro, no Estádio Nilton Santos. O protagonista foi Álvaro Montoro, jovem meia argentino, camisa 10, convertido em capitão técnico e símbolo de uma nova fase do clube.
A coincidência do nome não passou despercebida. Em 25 de janeiro de 1984, Franco Montoro, então governador de São Paulo, liderou o primeiro grande comício das Diretas Já, na Praça da Sé. Ali começou, simbolicamente, uma virada democrática.
Quarenta e dois anos depois, outro Montoro — sem palanque e sem discurso — conduzia uma multidão, desta vez com passes, ritmo e inteligência de jogo. Um comício improvável, sem palavras, mas carregado de expectativa coletiva.
Talvez seja apenas futebol. Talvez seja apenas metáfora. Mas o Brasil sempre recorre a esses paralelos quando a política se mostra incapaz de mobilizar esperança.
Nota final (à moda de Machado)
No teatro político, onde raramente faltam figurantes convictos, coube a alguns o papel do sacrifício útil. Um deles, escriba aplicado e zeloso do poder central, sempre pronto a confundir adesão com lucidez, ofereceu-se com a naturalidade de quem troca a independência pela boa vontade do Paço. Ao seu lado, uma dama de verbo militante, porta-voz espontânea da situação, empenhou-se em traduzir decisões alheias como se fossem desígnios da História — e não simples ordens do dia.
Mais adiante, dois tribunos inseparáveis, unidos não por ideias, mas por conveniência, brandem a defesa do chefe do Executivo como se ainda vivêssemos sob o manto paternal de um imperador benigno. Radicais na retórica, prudentes na prática, alternam bravatas e cálculos com a destreza de quem sabe que o tempo político, como o histórico, não perdoa excessos — apenas os recicla.
Há, contudo, quem permaneça protegido pela couraça institucional, gozando das imunidades como quem se abriga da chuva sob arcadas sólidas, enquanto outros preferem disputar o terreno instável da palavra livre. Nesse campo — o da liberdade de pensamento, de expressão e de comunicação — trava-se a luta menos vistosa, porém mais duradoura, aquela em que as ideias, frequentemente fora do lugar e do tempo, revelam-se mais persistentes do que os cargos e mais incômodas do que os aplausos.
À luta e à glória eterna, dir-se-ia. A História, essa velha ironista, encarregar-se-á do resto.
Conclusão
Entre autos, versões e metáforas, o país oscila entre o desejo de justiça e a tentação do espetáculo. Quando tudo vira política, o risco é esquecer que certos fatos não admitem interpretação: exigem investigação, responsabilização e consequência. O restante — inclusive o futebol — serve apenas para lembrar que liderança e mobilização ainda são possíveis, desde que cada coisa permaneça em seu devido lugar.
Vídeo complementar
▶ Botafogo 4 x 0 Cruzeiro — Melhores momentos da estreia no Brasileirão 2026
(Conteúdo audiovisual que dialoga simbolicamente com o paralelo histórico abordado no texto.)
Referências e fontes
Polícia Federal — Operação Compliance Zero
Supremo Tribunal Federal — despachos e notas institucionais
Banco Central do Brasil — comunicados oficiais
Correio Braziliense — cobertura do caso Banco Master
ge.globo — Botafogo x Cruzeiro, Campeonato Brasileiro 2026
Registros históricos: Comício das Diretas Já (Praça da Sé, 1984)
I
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Antes de tudo, escândalo do Banco Master é um caso de polícia. Por Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense
O banqueiro Daniel Vorcaro é apontado pela Polícia Federal como líder de uma organização criminosa estruturada para atuar contra o sistema financeiro e patrimônio público e privado
A politização do caso do Banco Master, que mudou seu eixo para disputas institucionais, alegações de perseguição ou conflitos entre Poderes, é uma estratégia de defesa dos envolvidos que tem certa eficácia nos tribunais superiores do país, como um dos efeitos colaterais da chamada “judicialização da política”, protagonizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entretanto, já não é possível volatilizar o ponto central evidenciado pelas investigações: o que está em apuração são crimes tipificados na legislação penal e financeira brasileira, com indícios relevantes de violação ao Sistema Financeiro Nacional e de lesão direta ao patrimônio público e privado.
Trata-se, antes de tudo, de um caso de polícia, que deve ser tratado com investigação técnica, contraditório e responsabilização individual, nos estritos termos do devido processo legal. Cabe ao STF, arrastado para a politização do escândalo financeiro, restabelecer essa centralidade. Lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta e temerária, estelionato, falsidade documental, evasão de divisas e apropriação indébita são tipos penais objetivos, dependem de provas, perícias e decisões judiciais fundamentadas para serem devidamente esclarecidos e seus responsáveis punidos.
Com a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF), sob supervisão do STF, a questão caiu no colo do ministro Dias Toffoli. A nota divulgada ontem por seu gabinete para esclarecer sua atuação, ao detalhar o sorteio do relator, a validação das cautelares, a rejeição de nulidades, a negativa de composição amigável e a prorrogação das diligências a pedido da autoridade policial, não absolve investigados nem antecipa julgamentos, porém, restabelece a centralidade da apuração criminal. Concluídas as investigações, caberá a ele apartar o que será encaminhado às instâncias ordinárias, sem risco de nulidades, e o que ficará sob jurisdição do Supremo, por envolver personagens com foro privilegiado.
Esse entendimento, ao que tudo indica, é uma saída salomônica pactuada no âmbito do STF. Toffoli adquiriu tal protagonismo no caso que o foco das atenções da sociedade se deslocou dos investigados para o comportamento dos ministros da Corte e de seus parentes próximos. Entretanto, nem por isso os fatos investigados deixam de ser graves, nem os valores envolvidos diminuem de tamanho. Todo esse barulho ocorre porque o principal envolvido no escândalo foi um craque das “relações públicas”, digamos assim, junto aos poderosos de Brasília: o banqueiro Daniel Bueno Vorcaro.
Controlador do Banco Master, Vorcaro é apontado pela PF como chefe de uma organização criminosa estruturada para atuar contra o sistema financeiro. A suspeita nuclear é a venda de carteiras de crédito fictícias ao Banco de Brasília (BRB), em uma transação que teria alcançado R$ 12,2 bilhões. Preso na primeira fase da operação e, posteriormente, solto por decisão judicial, Vorcaro cumpre medidas cautelares enquanto as apurações avançam. Na primeira fase, a PF apreendeu cerca de R$ 230 milhões em bens — obras de arte, joias e valores — atribuídos ao núcleo do grupo.
Politização atrapalha
A investigação se expandiu para o entorno empresarial e financeiro do conglomerado. O empresário e pastor Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, foi preso temporariamente na segunda fase da operação e solto no mesmo dia. É investigado por possíveis crimes contra o sistema financeiro e por sua atuação em estruturas patrimoniais associadas ao grupo. Chama atenção o fato de Zettel ter sido um dos maiores doadores eleitorais de 2022, com aproximadamente R$ 5 milhões em repasses.
Outro investigado é João Carlos Mansur, fundador e ex-executivo da Reag Investimentos (atual CBSF DTVM), alvo de buscas e apreensões. As suspeitas incluem movimentações atípicas, indícios de lavagem de dinheiro, inflar resultados e ocultar riscos por meio de fundos, em benefício do grupo Master. Mansur não foi preso, mas já figurou em apurações anteriores relacionadas a lavagem de dinheiro em outros contextos, o que ampliou as investigações sobre sua atuação.
Essa segunda fase também alcançou o empresário Nelson Tanure, apontado pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como possível “sócio oculto” ou financiador indireto, por meio de fundos e estruturas societárias complexas. Tanure foi alvo de buscas e teve patrimônio bloqueado por decisão judicial. Sua defesa nega qualquer participação societária ou controle do Banco Master.
Do ponto de vista sistêmico, os números são agravantes. O BRB pode precisar constituir até R$ 5 bilhões em provisões para cobrir perdas relacionadas às operações com o Master. A liquidação extrajudicial do banco, medida extrema, ocorreu após o BC vetar a compra do Master pelo BRB e identificar problemas de liquidez.
Paralelamente, o BC abriu sindicância interna para apurar falhas de supervisão, diante da gravidade institucional do episódio. O impacto potencial agregado do caso Master no mercado, incluindo a exposição do Fundo Garantidor de Créditos, fundos de pensão e investidores não cobertos, pode alcançar entre R$ 47 bilhões e R$ 50 bilhões.
A politização do caso pelos envolvidos embaralha as investigações e obscurece a sua natureza. As fraudes do Banco Master permanecem na esfera penal. São um caso de polícia.
Seguro Garante desAventura no 8 de fevereiro, antes do Abril, em Portugal.
Opinião
A importância silenciosa, mas decisiva, do Presidente da República
Filipe Lobo d'ÁvilaAdvogado, antigo vice-presidente do CDS
A história recente mostra que, em momentos de bloqueio, a intervenção presidencial foi determinante para devolver clareza ao sistema político ou, quando mal-usada, para acentuar crises democráticas. Esta magistratura de influência é um poder que exige coragem, ponderação e sobretudo exige sentido de responsabilidade
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27 janeiro 2026 03:41
Num país habituado a olhar para o Governo como o centro da ação política, é fácil subestimar o papel do Presidente da República. No entanto, a estabilidade democrática portuguesa depende, em grande medida, da forma como o Presidente exerce os seus poderes - discretos na aparência, mas profundos no exemplo e nas consequências.
A importância do cargo não se mede pelo número de decisões diárias, mas pela capacidade de intervir nos momentos em que o país mais precisa de equilíbrio, prudência e visão institucional.
O Presidente é, antes de tudo, o garante do regular funcionamento das instituições. Esta função, tantas vezes repetida e tão pouco compreendida, significa que cabe ao Chefe de Estado assegurar que nenhum órgão de soberania se desvia do seu papel, que as crises políticas não se transformam em crises de regime e que a Constituição permanece o fio condutor da vida democrática. Quando o sistema entra em tensão, é para o Presidente que o País olha - não para governar, mas para arbitrar. Não para dividir, mas para unir.
A dissolução da Assembleia da República é talvez o exemplo mais evidente do peso político do cargo. Não é um gesto simbólico. É uma decisão que redefine ciclos, altera maiorias e pode mudar o rumo do país, como já se viu no passado democrático do País. A história recente mostra que, em momentos de bloqueio, a intervenção presidencial foi determinante para devolver clareza ao sistema político ou, quando mal-usada, para acentuar crises democráticas. Esta magistratura de influência é um poder que exige coragem, ponderação e sobretudo exige sentido de responsabilidade.
Por outro lado, a influência do Presidente não se esgota na gestão de crises. A nomeação do PrimeiroMinistro, o veto político, o pedido de fiscalização preventiva ao Tribunal Constitucional e a nomeação de chefias militares são instrumentos que moldam o equilíbrio de poderes. Mesmo quando não usados, a sua simples existência condiciona comportamentos, incentiva consensos e impede excessos. O Presidente é, assim, um contrapeso permanente. Uma garantia de que o país não fica refém de maiorias circunstanciais ou de impulsos governativos. Não é oposição ao Governo, é equilíbrio no sistema.
No plano simbólico, o Presidente desempenha uma função que nenhum outro cargo pode assumir: a de representar a unidade nacional. Representar Portugal. Num tempo de polarização crescente, esta dimensão torna-se ainda mais relevante, na diplomacia externa e na ação prática.
O Presidente é eleito por todos e fala para todos. Não é um Líder de Bancada, não é um Líder de Oposição, não é um Líder Partidário, é um Presidente de todos. A sua palavra tem peso não porque impõe, mas porque agrega. É esta autoridade moral, construída na distância do quotidiano partidário, que permite ao Chefe de Estado ser uma referência de estabilidade e confiança.
A importância do Presidente da República não está, portanto, na gestão do dia-a-dia, mas na capacidade de proteger o país dos seus próprios sobressaltos.
É um cargo que exige experiência, prudência, firmeza, moderação e visão institucional. E é precisamente por isso que, em Portugal, o Presidente continua a ser uma das figuras mais determinantes da nossa democracia - mesmo quando parece estar em silêncio.
Pela importância fundamental que tem, a escolha presidencial não permite indiferença, absentismo ou falta de comparência.
Considero por isso absolutamente irrelevante e até patética a dicotomia entre democratas vs anti-democratas ou socialistas vs representantes de uma qualquer direita pura.
As eleições presidenciais não são eleições partidárias. Elegemos aquele que se apresenta aos portugueses como a melhor escolha para todos representar, no quadro constitucional existente.
A moderação e a capacidade de diálogo do Presidente serão essenciais para garantir a influência presidencial e é por isso que aquilo que verdadeiramente importa acaba por ser o perfil dos candidatos a Presidentes.
No dia 8 eu não votarei contra ninguém. Não votarei pela negativa: ou porque é socialista, ou porque é de extrema-direita, ou porque pertence ao clube ou porque pertence a outra coisa qualquer.
Votarei na pessoa que considero ter melhor perfil para o cargo. Votarei naquele que considero ser a escolha mais segura para o futuro dos meus filhos e naquele que considero ter o perfil adequado para os desafios do cargo de Presidente da República. Para o equilíbrio do sistema e para a pacificação democrática. Votarei Seguro.
Cuba entre Trump e os apagões | De Cabeça para Baixo, com Jamil Chade #28
CartaCapital
30 de jan. de 2026 De Cabeça para Baixo
No novo episódio do podcast "De Cabeça para Baixo", o cubano Leonardo Padura nos guia por Havana, uma cidade que carrega o peso da história e o cansaço do presente. Em meio à pressão de Washington, embargos econômicos e ameaças de intervenção, o escritor descreve uma Cuba marcada por desilusão: uma ilha em crise, onde a política global invade a vida cotidiana.
Apresentação: Jamil Chade
Roteiro: Jamil Chade e Thais Reis Oliveira
Produção: Mariana de Mello
Edição de som: Carlos Melo e Lola Magalhãez
Coordenação editorial: Thais Reis Oliveira
Coração Civil
Milton Nascimento
Quero a utopia, quero tudo e mais
Quero a felicidade nos olhos de um pai
Quero a alegria muita gente feliz
Quero que a justiça reine em meu país
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão
Quero ser amizade, quero amor, prazer
Quero nossa cidade sempre ensolarada
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver
São José da Costa Rica, coração civil
Me inspire no meu sonho de amor Brasil
Se o poeta é o que sonha o que vai ser real
Vou sonhar coisas boas que o homem faz
E esperar pelos frutos no quintal
Sem polícia, nem a milícia, nem feitiço pra ter poder?
Viva a preguiça, viva a malícia que só a gente é que sabe ter
Assim dizendo a minha utopia eu vou levando a vida
Eu vou viver bem melhor
Doido pra ver o meu sonho teimoso, um dia se realizar
Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento.
BOTAFOGO 4 X 0 CRUZEIRO | MELHORES MOMENTOS | 1ª RODADA BRASILEIRÃO 2026 | ge.globo
O Palestra teve que engolir Montoro pela segunda vez! Parafraseando o velho Lobo 🐺!
ge tv
30 de jan. de 2026 #Brasileirão #Botafogo #Cruzeiro
Botafogo goleia o Cruzeiro com show de Danilo e Montoro no Nilton Santos
Após primeiro tempo equilibrado, Alvinegro marca quatro gols no segundo tempo e bate time mineiro na estreia das equipes no Brasileirão 2026
Nota
No rearranjo do tabuleiro político, Reinaldo, Daniela e Lindbergh seguem para o sacrifício de posição, enquanto Gleisi desloca-se para o movimento, preservando protagonismo e capacidade de articulação. Lindinho e sua companheira, amparados pelas imunidades parlamentares, permanecem resguardados no jogo institucional. Já Azevedo e Lima atuam no campo essencial da liberdade de pensamento, de expressão e de comunicação, espaço onde a política se confronta diretamente com a democracia e seus limites.
S
VIVA MONTORO DE 1984!
SALVE CAPITÃO "TÉCNICO" MONTORO DO FOGO DE 2026!
Na noite de 29 de janeiro de 2026, o Botafogo venceu o Cruzeiro por 4 a 0 no Estádio Nilton Santos, na estreia do Campeonato Brasileiro de 2026. Embora a partida em questão não tenha ocorrido no Mané Garrincha, o termo "Botafogo de Montoro" refere-se ao protagonismo do jovem meia argentino Álvaro Montoro, atual camisa 10 e destaque da equipe.
Sua analogia histórica remete à liderança de Franco Montoro, que, como governador de São Paulo, organizou e discursou no primeiro grande comício das Diretas Já na Praça da Sé, em 25 de janeiro de 1984. Assim como o governador foi um símbolo da mobilização democrática há 42 anos, o desempenho do jogador no início deste Brasileirão é visto como o "comício" inicial de uma nova era para o clube.
Melhores Momentos: Botafogo 4 x 0 Cruzeiro (29/01/2026)
Domínio de Montoro: O meia argentino foi o arquiteto das jogadas, consolidando-se como o substituto ideal de Savarino na criação.
Goleada Consolidada: O Botafogo construiu o placar com eficiência, terminando a primeira rodada na liderança isolada pelo saldo de gols.
Quarto Gol: O gol que selou o 4 a 0 foi marcado por Artur, após assistência em jogada trabalhada pelo setor ofensivo.
Paralelo Histórico: Franco Montoro e as Diretas Já
A "lembrança" citada conecta dois momentos de protagonismo:
Liderança Política (1984): Franco Montoro foi o primeiro governador a abraçar a campanha das Diretas Já, reunindo centenas de milhar no Vale do Anhangabaú e na Praça da Sé logo após assumir o governo paulista.
Liderança Esportiva (2026): O jogador Montoro assume a "faixa" de capitão técnico do time, conduzindo a torcida em um momento de alta expectativa.
Botafogo
Botafogo
4
Final
qui., jan. 29
Botafogo won!
0
Cruzeiro
Cruzeiro
A aposta do Botafogo para suprir a saída de Savarino | Ge
ge
Celebramos 40 anos do histórico Comício das Diretas Já, na Praça da Sé, em São ...
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Alvarito Montoro: da praça em Tucumán ao encanto no Botafogo - FIFA
FIFA
Mascarada
Elton Medeiros
Vejo agora esse teu lindo olhar
Olhar que eu sonhei
E sonhei conquistar
E que um dia afinal conquistei, enfim
Findou-se o carnaval
E só nos carnavais
Encontrava-te sem
Encontrar este teu lindo olhar, porque
O poeta era eu
Cujas rimas eram compostas
Na esperança de que
Tirasses essa máscara
Que sempre me fez mal
Mal que findou só
Depois do carnaval
E os carnavais.
Vejo agora...
Composição: Elton Medeiros / Zé Kéti.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
O Roncar das Ruas de Minneapolis
👆"eleição para deputado estadual em Minnesota. Reduto democrata, vitória esperada, mas assim de goleada não"
Em Minnesota, quem soube escutar o barulho das ruas passou com facilidade; quem ignorou o aviso foi, como diria Ulysses Guimarães, atropelado pela História. Uma vitória esperada no reduto democrata — mas em volume alto o suficiente para não deixar dúvida sobre de onde vinha a voz das urnas.
Bruce Springsteen - Streets Of Minneapolis (Official Audio)
28 de jan. de 2026
Lyrics:
Through the winter’s ice and cold
Down Nicollet Avenue
A city aflame fought fire and ice
‘Neath an occupier’s boots
King Trump’s private army from the DHS
Guns belted to their coats
Came to Minneapolis to enforce the law
Or so their story goes
Against smoke and rubber bullets
By the dawn’s early light
Citizens stood for justice
Their voices ringing through the night
And there were bloody footprints
Where mercy should have stood
And two dead left to die on snow-filled streets
Alex Pretti and Renee Good
Oh our Minneapolis, I hear your voice
Singing through the bloody mist
We’ll take our stand for this land
And the stranger in our midst
Here in our home they killed and roamed
In the winter of ’26
We’ll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
Trump’s federal thugs beat up on
His face and his chest
Then we heard the gunshots
And Alex Pretti lay in the snow, dead
Their claim was self defense, sir
Just don’t believe your eyes
It’s our blood and bones
And these whistles and phones
Against Miller and Noem’s dirty lies
Oh our Minneapolis, I hear your voice
Crying through the bloody mist
We’ll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
Now they say they’re here to uphold the law
But they trample on our rights
If your skin is black or brown my friend
You can be questioned or deported on sight
In chants of ICE out now
Our city’s heart and soul persists
Through broken glass and bloody tears
On the streets of Minneapolis
Oh our Minneapolis, I hear your voice
Singing through the bloody mist
Here in our home they killed and roamed
In the winter of ’26
We’ll take our stand for this land
And the stranger in our midst
We’ll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
We’ll remember the names of those who died
On the streets of Minneapolis
Música
1 músicas
Streets of Minneapolis
Bruce Springsteen
Resumo do "Canto IV" do poema épico "I-Juca-Pirama" de Gonçalves Dias
"Pessoal, neste vídeo vou falar sobre a estrutura e a interpretação do "Canto IV" do poema épico "I-Juca-Pirama" de Gonçalves Dias.
Vou deixar o poema abaixo para vocês :) .
I-Juca-Pirama
Canto IV
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci;
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.
Já vi cruas brigas,
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
Andei longes terras
Lidei cruas guerras,
Vaguei pelas serras
Dos vis Aimoréis;
Vi lutas de bravos,
Vi fortes - escravos!
De estranhos ignavos
Calcados aos pés.
E os campos talados,
E os arcos quebrados,
E os piagas coitados
Já sem maracás;
E os meigos cantores,
Servindo a senhores,
Que vinham traidores,
Com mostras de paz.
Aos golpes do imigo,
Meu último amigo,
Sem lar, sem abrigo
Caiu junto a mi!
Com plácido rosto,
Sereno e composto,
O acerbo desgosto
Comigo sofri.
Meu pai a meu lado
Já cego e quebrado,
De penas ralado,
Firmava-se em mi:
Nós ambos, mesquinhos,
Por ínvios caminhos,
Cobertos d’espinhos
Chegamos aqui!
O velho no entanto
Sofrendo já tanto
De fome e quebranto,
Só qu’ria morrer!
Não mais me contenho,
Nas matas me embrenho,
Das frechas que tenho
Me quero valer.
Então, forasteiro,
Caí prisioneiro
De um troço guerreiro
Com que me encontrei:
O cru dessossêgo
Do pai fraco e cego,
Enquanto não chego
Qual seja, - dizei!
Eu era o seu guia
Na noite sombria,
A só alegria
Que Deus lhe deixou:
Em mim se apoiava,
Em mim se firmava,
Em mim descansava,
Que filho lhe sou.
Ao velho coitado
De penas ralado,
Já cego e quebrado,
Que resta? - Morrer.
Enquanto descreve
O giro tão breve
Da vida que teve,
Deixai-me viver!
Não vil, não ignavo,
Mas forte, mas bravo,
Serei vosso escravo:
Aqui virei ter.
Guerreiros, não coro
Do pranto que choro:
Se a vida deploro,
Também sei morrer.
Transcrição"
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
É minha questão Virar esse mundo
"Tudo indica que a singularidade desse caso são as "graves violações", os assuntos de polícia."
QUESTÃO COM TREMA
Questão (kestão) ou Qüestão (cuestão)
Triste Cuíca
Noel Rosa
Parecia um boi mugindo
Aquela triste cuíca
Tocada pelo Laurindo
O gostoso da Zizica
Ele não deu à Zizica
A menor satisfação
E foi guardar a cuíca
Na casa da Conceição
Diferente o samba fica
Sem ter a triste cuíca
Que gemia feito um boi...
A Zizica está sorrindo
Esconderam o Laurindo
Mas não se sabe onde foi
Composição: Noel Rosa / Hervé Clodovil.
Página B2 — Economia & Negócios — O Estado de S. Paulo
Coluna de Gustavo H. B. Franco sobre o Banco Master.
Na análise do economista e ex-presidente do Banco Central, o episódio do Banco Master é inserido na longa tradição brasileira de intervenções prudenciais no sistema financeiro, afastando leituras alarmistas ou politizadas. O autor recorda que, desde a estabilização monetária dos anos 1990, o país enfrentou numerosos processos de liquidação e reorganização bancária, conduzidos no âmbito técnico e regulatório, sem judicialização extrema.
Como ressalta o próprio articulista:
“Depois do Plano Real se seguiram mais de 100 liquidações. Nenhum chegou ao Supremo.”
A fotografia da página registra não apenas um diagnóstico econômico, mas um argumento institucional: a solidez das regras, a previsibilidade das decisões e a centralidade da autoridade monetária como fiadora da estabilidade — valores que sustentam a normalidade democrática mesmo em momentos de crise financeira.
S
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
O caso Master, Fachin e a transição jurídica inacabada do Supremo. Por Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense
O presidente do Supremo tem insistido na necessidade de limites institucionais claros e na preservação da autoridade da Corte por meio da autocontenção
Durante a Lava Jato, havia duas linhas de atuação no Supremo Tribunal Federal (STF), a ponto de uma das Turmas ser chamada pelos advogados de Jardim do Éden e a outra, de Câmara de Gás. Em algum momento essa divisão entre garantistas e punitivistas, digamos assim, foi ultrapassada pela necessidade de defender a democracia e o devido processo legal, ameaçados pelo então presidente Jair Bolsonaro. Tanto que essas ameaças se consumaram na tentativa de golpe de 8 de janeiro.
Desde então, o Supremo vem sendo um grande protagonista da política nacional, quando se sabe que a Corte só atua sob demanda. Seus ministros alargaram seus poderes em todas as direções, não apenas em relação à excepcionalidade do processo das fake news, a cargo do ministro Alexandre de Moraes, que virou guarda-chuva para julgar e condenar os golpistas, entre os quais Bolsonaro. Volta e meia, em casos de grande repercussão, um ministro dá um drible a mais sem ser o Garrincha.
No caso do Master, a Corte está sendo submetida a um forte desgaste junto à opinião pública, e seu presidente, ministro Edson Fachin, apresenta uma proposta de Código de Conduta para a atuação dos seus pares com amplo apoio na sociedade e, à vera mesmo, quase nenhum dos colegas. Tanto que a discussão da proposta já foi adiada para depois das eleições, ou seja, pode ficar para as calendas. Na prática, o que acontece na Corte que mais desgasta sua imagem pode ser resumido na frase “advogado não é parente”.
O Judiciário não é eleito. Sua legitimidade não decorre do voto, mas do ingresso por concurso ou da indicação constitucional seguida de sabatina, no caso dos tribunais superiores. Essa é a chamada legitimidade de entrada. Contudo, ela não se sustenta sozinha ao longo do tempo. Há uma segunda dimensão, mais exigente e permanente: a “legitimidade da caminhada”, construída por decisões fundamentadas, jurisprudência estável, previsibilidade e conduta compatível com a função constitucional de julgar.
É nessa dimensão que se concentra o desgaste recente do STF, agravado por casos de grande impacto político e econômico, como o do Master. O problema não está apenas no conteúdo das decisões. Cresce a percepção de que o Supremo passou a atuar como gestor de crises, e não apenas como guardião da Constituição.
Segundo Fachin, o Judiciário costuma ser alvo de ataques por três razões principais: o seu papel de controle sobre os demais Poderes, o que inevitavelmente incomoda governantes e maiorias com pretensões hegemônicas; o fato de ser um Poder sem força material própria, que não dispõe de armas nem de meios coercitivos diretos, dependendo da aceitação social e da cooperação institucional, porém vulnerável a campanhas de deslegitimação; e o papel assumido no pós-guerra, especialmente no constitucionalismo contemporâneo, de proteger direitos fundamentais e minorias, o que provoca reações de setores contrários a essa agenda.
Liderança moral
O presidente do STF tem insistido na necessidade de limites institucionais claros e na preservação da autoridade da Corte por meio da autocontenção. Em uma de suas manifestações mais diretas, afirmou que “o Supremo Tribunal Federal não é poder moderador, nem substituto da política”, advertindo que a Corte não pode ocupar o espaço próprio do Executivo e do Legislativo. Em outra ocasião, ressaltou que “a legitimidade do Judiciário não se constrói pela força, mas pela fundamentação das decisões e pela fidelidade à Constituição”.
Para Fachin, a autoridade do Judiciário depende da coerência jurisprudencial, do respeito ao devido processo legal e da previsibilidade. Como sintetizou, “juiz não decide conforme a vontade do momento, decide conforme o direito”. Trata-se de uma defesa da estabilidade institucional sob pressão política e judicialização excessiva.
Esse desgaste do Supremo, porém, precisa ser compreendido à luz de uma transição inacabada do direito germânico-romano para o modelo anglo-saxão. Tradicionalmente, o Brasil se filiou ao primeiro, baseado na centralidade da lei escrita e na exegese restritiva. Nesse modelo, o juiz aplica a lei; não a cria. Contudo, a partir da Constituição de 1988, o Supremo incorporou elementos típicos do common law: precedentes vinculantes, repercussão geral, súmulas vinculantes e uma interpretação constitucional cada vez mais principiológica.
O texto normativo deixou de ser um limite rígido para se tornar ponto de partida, sem um pacto institucional claro sobre seus limites. O resultado é um Judiciário poderoso, mas politicamente exposto; necessário à defesa da Constituição, mas frequentemente ativista. A advertência de Fachin se insere nesse ponto sensível ao lembrar que “a Constituição não autoriza soluções de exceção permanentes”.
A Corte é chamada a arbitrar conflitos políticos, econômicos e institucionais de forma recorrente, tornou-se, muitas vezes, a primeira arena de disputa. O caso Master expõe as fragilidades de um arranjo institucional em que a transição incompleta entre dois modelos jurídicos amplia o espaço de interpretação judicial sem consolidar, na mesma medida, os freios e contrapesos necessários.
Como alertou Fachin, “a confiança pública no Judiciário é construída todos os dias, decisão após decisão”. Ocorre que as decisões judiciais se tornam cada vez mais heterodoxas. O custo disso é o desgaste da liderança moral do Supremo na sociedade, mesmo que sua autoridade ainda seja a palavra final, como deve ser, aliás, numa ordem democrática.
Samba da Boa Vontade
Noel Rosa
A Faixa, a Lei e o Silêncio
Cruzamento movimentado ao entardecer
Crônica cívica
Ele acreditava na lei.
Não como abstração, mas como coisa concreta: palavra escrita, código numerado, artigo com parágrafo e inciso. Acreditava que a lei existia para ser obedecida — e, sobretudo, para proteger.
Tinha aprendido isso cedo, talvez cedo demais, quando atravessou oceanos para lutar numa guerra que não era sua, mas cujo sentido lhe disseram ser claro. Voltou herói. Voltou inútil. Disseram que o corpo estava inteiro, mas a cabeça, não. Dispensaram-no da farda e o devolveram à vida civil com uma convicção intacta: se a norma existia, bastava segui-la.
Fez da Constituição uma espécie de abrigo moral. Não discutia interpretações, não relativizava princípios. Confiava. Acreditava que a força da lei estava justamente em não depender do humor do dia, da pressa do momento, nem da vontade de quem a aplicava.
Naquela tarde clara, numa cidade mineira sem história para os jornais, colocou o pé na faixa de pedestres. Não era um gesto heroico. Era um gesto confiante. O mundo, supunha, ainda reconhecia seus próprios sinais.
Não reconheceu.
Hoje, o que se discute nas altas instâncias do país não é muito diferente daquela travessia. A lei continua lá, pintada no asfalto institucional. A Constituição segue escrita, detalhada, reverenciada em discursos. Mas cresce a sensação de que atravessar confiando nela exige mais fé do que prudência.
O Judiciário, chamado a resolver crises sucessivas, passou a ocupar o centro da praça. Decide muito, decide sempre, decide sob holofotes. Não raro, avança alguns passos além da faixa — convencido de que o faz para evitar atropelos maiores. Talvez evite. Talvez exponha.
O problema não é a exceção. É quando ela se torna método. Quando a interpretação substitui o limite. Quando a boa intenção dispensa o freio.
A autoridade que não se ancora na previsibilidade se desgasta. A lei que muda conforme a urgência deixa de proteger quem nela confia. E a cidadania, aos poucos, aprende que atravessar corretamente não garante chegar ao outro lado.
O homem da faixa morreu sozinho. Saiu no obituário. Não teve honras, nem toque de silêncio. Apenas acreditou até o fim que o mundo respeitaria suas próprias regras.
Talvez seja isso o que esteja em jogo, mais uma vez: não quem decide por último, mas se ainda vale a pena atravessar confiando na lei.
Porque quando a confiança se perde, não é só o pedestre que cai.
É a própria ideia de ordem que fica estendida no asfalto.
O
Homem cruzando com um semáforo ambíguo
A faixa de pedestres e a Constituição
Quando a confiança na lei deixa de garantir a travessia
Ele acreditava na lei.
Não como abstração, mas como coisa concreta: palavra escrita, artigo numerado, código com começo, meio e fim. Acreditava que a lei existia para ser obedecida — e, sobretudo, para proteger.
Lutara na Segunda Guerra Mundial ao lado das tropas aliadas, como expedicionário brasileiro. Voltou herói. Voltou dispensado. Disseram que não podia mais servir à farda, que padecia da chamada neurose de guerra — um dano invisível, comum à maioria dos que regressaram inteiros apenas no corpo.
Em casa, tornou-se cidadão. E dos rigorosos. Fez da Constituição Democrática de 1946 uma espécie de abrigo moral. Ali tudo estava escrito. O permitido, o proibido, o devido. Bastava cumprir. Não relativizava princípios, não discutia interpretações. Confiava.
Acreditava que a força da lei residia justamente em não depender do humor do dia, da pressa do momento ou da vontade circunstancial de quem a aplicava.
Naquela tarde clara, em sua cidade mineira, colocou o pé na faixa de pedestres com a tranquilidade de quem acredita que o mundo ainda respeita seus próprios sinais. Não era um gesto heroico. Era um gesto confiante.
Os carros não pararam.
As motos não reduziram.
A cidade seguiu.
Seu nome constou no obituário do dia seguinte. Será enterrado no cemitério municipal. Não houve coroas, nem flores, nem toque de silêncio quando desceu à cova rasa.
A história poderia terminar aí, como uma tragédia banal. Mas ela insiste em voltar porque a cena se repete, agora em escala institucional.
A lei continua escrita. A Constituição permanece invocada em discursos e decisões. A faixa segue pintada no asfalto. Ainda assim, cresce a sensação de que atravessar confiando nela exige mais fé do que prudência.
Chamado a arbitrar crises sucessivas, o Judiciário passou a ocupar o centro da praça pública. Decide muito, decide sempre, decide sob holofotes. Avança além da faixa em nome da estabilidade, da urgência, da defesa da ordem. Às vezes acerta. Outras vezes, expõe-se.
O problema não está na exceção, mas em sua permanência. Quando o extraordinário vira método, quando a interpretação substitui o limite, quando a boa intenção dispensa o freio, a autoridade se desgasta. A previsibilidade se perde. A confiança — que não se impõe pela força — se dissolve.
A legitimidade do Judiciário não nasce apenas da forma de ingresso, mas se constrói na caminhada: na coerência das decisões, no respeito ao devido processo legal, na fidelidade à Constituição. Quando essa caminhada se torna errática, o custo é alto, ainda que a palavra final continue sendo sua — como deve ser em uma democracia.
O homem da faixa morreu acreditando que o mundo respeitaria suas próprias regras. Não pediu privilégios, apenas o cumprimento do que estava sinalizado.
Talvez seja isso o que esteja novamente em jogo: não quem decide por último, mas se ainda vale a pena atravessar confiando na lei.
Porque quando a confiança se perde, não é só o pedestre que cai.
É a própria ideia de ordem que fica estendida no asfalto.
S
Veterano na travessia da cidade
VERSÃO REVISADA
COM VOZ NARRADA AOS BERROS COMO VOZ DE COMANDO
"LUTARA NA 2ª GUERRA MUNDIAL AO LADO DAS TROPAS ALIADAS COMO EXPEDICIONÁRIO BRASILEIRO.
VOLTARA HERÓI, MAS CONSIDERADO INVÁLIDO PARA CONTINUAR NA ATIVA COMO MILITAR DE CARREIRA — PADECIA DA CHAMADA ‘NEUROSE DE GUERRA’, COMO A MAIORIA DE SEUS CAMARADAS QUE, AO SEU LADO, VOLTARAM, ISSO QUANDO O DANO ERA SUPOSTAMENTE APENAS DE CARÁTER NEUROPSICOLÓGICO.
COMO CIDADÃO COMUM, TORNARA-SE UM CONSTITUCIONALISTA DE QUATRO COSTADOS, TEMENTE À CONSTITUIÇÃO DEMOCRÁTICA DE 1946 E A TODOS OS CÓDIGOS POR ELA RECEPCIONADOS.
VIROU UM ADORADOR DA CONSTITUIÇÃO, DOS CÓDIGOS E DAS REGRAS ÉTICAS.
VALIA O QUE ESTAVA ESCRITO EM UM OU EM TODOS.
SE ERA CRIME OU PROIBIDO, OBEDECIA CEGAMENTE ATÉ A MORTE, SE PRECISO FOSSE.
NAQUELA TARDE CALMA E ENSOLARADA DE SUA CIDADE MINEIRA, COLOCOU O PÉ NA FAIXA DE PEDESTRES, CONFIANTE DE QUE CARROS, MOTOS E BIKES ESTANCARIAM SIMPLESMENTE DIANTE DAQUELE SEU ATO.
SEU NOME CONSTA DO OBITUÁRIO DAQUELE DIA, A SER ENTERRADO NO CEMITÉRIO MUNICIPAL DA CIDADE.
NÃO RECEBERÁ COROAS E FLORES, NEM O TOQUE DE SILÊNCIO QUANDO BAIXAR À COVA RASA."
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Um Adorador da História da Ciência e da Técnica
"É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo, cravar esse chão
Não me importa saber se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz?"
Pessoa física
José Carlos de Oliveira
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Possui graduação em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA - 1973), mestrado em Science Policy - George Washington University (GWU-1978) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP - 1998). Tem experiências na área de Eletrônica e Eletrotécnica; em História e Filosofia das Técnicas e em História das Ciências no Brasil. Atuou no ensino de Engenharia nas disciplinas de: Eletrônica e Eletrotécnica, "Ensino de Engenharia" e História das Ciências e das Técnicas. Atualmente é professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica (DEE/EP) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em disciplina de "História da Eletricidade" e professor do Programa de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE/UFRJ) oferecendo disciplinas de "História das Técnicas I e II" (Filosofia da Tecnologia); "Ciência, Tecnologia e Segurança Alimentar I e II (Soberania Alimentar)" e "Leituras sobre Edgar Morin" I e II , todos numa perspectiva interdisciplinar ou transdisciplinar. Foi um dos Fundadores do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/CNPq- Rio de Janeiro).
Informações coletadas do Lattes em 17/02/2024
Histórico de um historiador encantado
Há pessoas que não se despedem. Apenas atravessam.
O Zé Carlos era dessas: parecia sempre a caminho de outra conversa, outro livro aberto pela metade, outro encontro costurado por alguém que ele fez questão de pôr em contato com alguém mais.
Historiador por ofício, engenheiro por formação, mas sobretudo artesão de pontes — entre técnicas e gentes, entre passado e futuro, entre discordâncias ditas sem ferir e afetos mantidos sem alarde. Tinha apreço pelas ideias bem pensadas e pelas amizades bem cuidadas. E fazia das duas coisas uma só.
Falava da História como quem fala de um rio vivo: não para catalogar pedras, mas para entender o curso. Talvez por isso tenha frequentado tantas margens — da ciência, da técnica, da filosofia — sem nunca se deixar prender por uma só. Gostava do rigor, mas não dispensava o humor; defendia posições, mas cultivava o respeito; ensinava, aprendendo.
Quem com ele conviveu guarda cenas pequenas e definitivas: uma noite boa, um debate franco, um gesto de lealdade, uma lembrança da filha, um “grande abraço” dito como quem realmente abraça. Zé tinha disso: presença sem espetáculo .
Agora, segue adiante, para esse lugar que não é ausência — é outra forma de permanência. Fica no tempo da História que tanto venerou, mas também no tempo miúdo da memória dos amigos. Encantado, sim, no sentido mais rosiano: não morto, mas passado para o lado onde o mistério continua trabalhando.
Aos amigos, resta o legado silencioso: manter vivas as conversas, repetir os gestos justos, sustentar a dignidade do pensamento e a ternura possível nas relações humanas.
Até logo ali, Zé.
Na curva do rio, a gente se encontra.
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Acadêmico
Histórico profissional
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em História Social
1990 - 1998
Universidade de São Paulo
Título: A Cultura Científica durante o péríodo Joanino (1808-1821)
Shozo Motoyama. Palavras-chave: história da ciência; História das Ciências no Brasil.Grande área: Ciências Humanas
Mestrado em Science Policy
1975 - 1978
George Washington University
Título: The Development of Science and technology in Brazil,Ano de Obtenção: 1978
Orientador: John Logsdon
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: política científica; história da ciência.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História das Ciências / Especialidade: História das Ciências no Brasil.
Graduação em Engenharia Eletrônica
1968 - 1973
Instituto Tecnológico de Aeronáutica
Título: Banco de Dados sobre Economia Brasileira - Computação
Orientador: Antonio Maria da Silveira
Idiomas
Bandeira representando o idioma Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Bandeira representando o idioma Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Bandeira representando o idioma Italiano
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Bandeira representando o idioma Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Historia das Tecnicas.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História das Ciências.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Nutrição / Subárea: Eco, segurança e Soberania Alimentar.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Nutrição / Subárea: História das Ciências no Brasil.
Organização de eventos
OLIVEIRA, J. C. ; Ferreira, J. C. de C. ; CHIFFOLEAU, M. ; LAFOND, J. P. ; Roberta Castro - HCTE ; Gabriel Bianconi Fernandes - HCTE ; FALLER, A. L. K. ; Leticia Tavares ; Tais de S. Lopes ; CASELATO, V. . Conhecer e Comer: caminhos para redescobrir a comida de verdade. 2015. (Outro).
OLIVEIRA, J. C. ; Vendramini, Ana Lucia . XXX Jornada Giulio Massarani de Iniciaçaõ Científica, Artística e Cultural da UFRJ. 2008. (Outro).
OLIVEIRA, J. C. ; Vendramini, Ana Lucia . XXIX Jornada Giulio Masarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural da UFRJ. 2007. (Outro).
OLIVEIRA, J. C. ; Vendramini, Ana Lucia . XVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciaçaõ Científica, Artística e Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2006. (Outro).
OLIVEIRA, J. C. ; SOUZA, Antonio Lopes de ; SUEMITSU, W. I. ; PETERSEN, R. C. ; RIBEIRO, H. H. A. ; SANTOS, S. F. ; BERNARDO, I. C. M. . Tecnologia Elétrica e o Cotidiano. 2003. (Exposição).
OLIVEIRA, J. C. ; QUEIROZ, A. C. M. . Mostra: Movimento - Eletricidade - Movimento no evento Tradição, Modernidade e Tecnologia. 1998. (Exposição).
Participação em eventos
Scientiarum História II. Divulgação Científica Durante o Governo Joanino. 2009. (Congresso).
Participação em bancas
Aluno: Gleyse Maria Couto Peiter
ROSA, L. P.;OLIVEIRA, J. C.; Malta, M. de M.; Maluf, R. S.. A Construção da Cidadania e emancipação: teoria e prática numa rede de Mobilização Social. 2019. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Thiago José Ferraz Mourão
OLIVEIRA, J. C.; Rovari, Juliana; GOMES, M. P.. (R)evoluções na História do Alimento na Perspectiva do Paradigma de Qualidade do Movimento Slow Food. 2019. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Andrea Medina de Sena Torres
Antonio Claudio G. Sousa; Henriques, Flavio Chedid;OLIVEIRA, J. C.; Paulo Cesar Maia. Proposta de Ensino Interdisciplinar orientada ao Desenvolvimento da ConsciEncia Crítica. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social-NIDES) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Andrea Medina de Sena Torres
Antonio Claudio G. Sousa; Flavio Chedid; Paulo Cesar Maia;OLIVEIRA, J. C.. Proposta de Ensino Interdisciplinar orientada ao desenvolvimento da consciência crítica. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social-NIDES) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: ANA CRISTINA DO COUTO BENAVENTE
OLIVEIRA, J. C.; SANTOS, N. P.; Francisco, M. L..; BESSERMAN, M.. A influência do pensmento Newtoniano-Cartesiano na prática pedagógica Univeritária: um olhar sobre a experimentação de animais não-humanos com fins didáticos. 2016. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jean Phillipe Cintra Lafond
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; Paula, N. M. de; Faria, M. M. de. Uma desconstrução e reconstrução do gosto por meio da facilidade industrializada. 2015. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Monica Cecília Pallares Borja Chiffoleau
OLIVEIRA, J. C.; BESSERMAN, M.; Koehler, Carlos; Madeira, W.; Marins, B.. AMBIENTES OBESOGÊNICOS: agroecologia como solução e reivindicação de liberdade de escolha e criação de ambientes saudáveis.. 2015. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Roberta Castro de Barros
OLIVEIRA, J. C.; BESSERMAN, M.; Nogueira de Souza, Thais S.; GOMES, M. P.. A Ética da Responsabilidade é Fundamental para Escolhas Alimentares Concensiosas e Garantia de Segurança Alimentar na Contemporaneidade.. 2015. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Gabrei Bianconi Fernandes
OLIVEIRA, J. C.; GOMES, M. P.; Koehler, Carlos; Lisboa, M. V.. Genes como Mercadorias: o caso da introdução das Sementes Transgênicas no Brasil. 2015. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Rosana Alcantara Barroso
OLIVEIRA, J. C.; DANTAS, R. M. M. C.; Silvia Goulart; Antonio Claudio G. Sousa. Medicina no Brasil de 1808 a 1840. Desvendando a Coleção de Leis do Império do Brasil.. 2015. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: José Mauro Kocher
OLIVEIRA, J. C.; Antonio Claudio G. Sousa; Koehler, Carlos; SOARES, L. C.; Marinho, Pedro E. M.; Martins, R. C.; Silvia Goulart. Telegrafia no século XIX: Ciência e Técnica no contexto da industrialização.. 2014. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Filpe Pamplona Nascimento Gonçalves
Koehler, Carlos;OLIVEIRA, J. C.; Caruso, Francisco; VIDEIRA, A. A. P.; Pimentel Junior, R. A.. Epistemologia, Empirismo lógico e Filosofia do Espaço e Tempo: um programa de Pesquisa Epistemológica e as contribuições dos Circulos de Viena e Berlim diante da Teoria da Relatividade. 2014. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Érica Colares Rocha
OLIVEIRA, J. C.; Carlos B. G. Koehler; Antonio Claudio G. Sousa; Regina Dantas; Silvia Goulart. Joaquim Gomes de Souza: a construção de uma identidade nacional através do panorama da cultura científica. 2013. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Vera Lucia Dantas Loureiro
OLIVEIRA, J. C.; Paulo Tigre; Marcia Cardoso; Izabel Cafezeiro. ?Engenheiros que não queriam vender Computadores: a comunidade acadêmica de informática e a reserva de mercado?. 2013. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Fred Woods Lacerda (DRE 109003153
VIDEIRA, A. A. P.;OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; Heizer, Alda Lúcia. A Evolução da Fabricação do Ferro no Brasil, desde 1550, e a importância da Pesquisa Industrial para a produção de aço, após 1922. 2012. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Paulo Vinicius Aprígio da Silva (DRE 110006928)
KUBRUSLY, R. S.;OLIVEIRA, J. C.; FERNANDES, A. C. S.. Nas páginas o que está escrito? O Archivos do Museu Nacional e a promoção das Ciências no oitocentos?. 2012. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: OLÍVIA R
OLIVEIRA, J. C.; VIDEIRA, A. A. P.; HEIZER, A. L.. Robba. Entre a prática de ensino e os afazeres militares: a construção do Imperial Observatório do Rio de Janeiro (1827-1870). 2011. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Mauricio Marques de Faria
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos;SUEMITSU, W. I.; Souza, G.G. de C.; STRAUCH, P. C.. Inteligencia Empresarial e o Desenvolvimento Tecnológico. 2011. Dissertação (Mestrado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Andreá Lucia Costa Galvâo
SOARES, L. C.;OLIVEIRA, J. C.. O Grupo do Tório do Instituto de Pesquisas Radiotivas da UFMG. 2006. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense.
Aluno: MAURO COSTA DA SILVA
MOURA, I. C.;OLIVEIRA, J. C.; Ivan Marques. A INTRODUÇÃO DA TELEGRAFIA ELÉTRICA ESTATAL NO BRASIL. 2003. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: NAATAN MARQUES FURTADO
COSTA DA SILVA, Natan; AGUIAR, R. C.;OLIVEIRA, J. C.. CONFLITOS HISTÓRICOS DAS CIÊNCIAS. 2002. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade de Brasília.
Aluno: Monica Cecília Pallares Borja Chiffoleau
OLIVEIRA, J. C.; Rovari, Juliana; BESSERMAN, M.; Ouriques, Evandro; Frozi, D.. Outras maneiras de comunicar: Agroecologia como processo de comunicação para a transformação social. 2019. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Larissa Santiago Ormay
Dantas, M. L.; SCHNEIDER, M. S. F.; COCCO, G.; CHAMAS, C. I.;OLIVEIRA, J. C.. Propriedade Intelectual e renda no capital-informação.. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação) - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.
Aluno: Maria Cecilía Costa Jungueira
GOMES, M. P.; Carlos B. G. Koehler; Silvia Goulart; Oliveira Neto, Godofredo;OLIVEIRA, J. C.. Conde da Barca, um Iluminado na corte de D. João.. 2018. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Juliana Dias Rovari Cordeiro
OLIVEIRA, J. C.; GOMES, M. P.; Carlos B. G. Koehler; Casemiro, J. P.; BESSERMAN, M.; Dantas, Marcos; Frozi, Daniela. Cozinhar e Comunicar: uma abordagem ecobiocultural sobre sistema de alimentação e comunicação. 2018. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Claudia Gimenez Dutra de Abreu
Koehler, Carlos; GOMES, M. P.; Tânia de O. Camel;OLIVEIRA, J. C.; Rundsthen V. Nader; Caruso, Francisco. A Ciência Vitoriana do Imaterial: Éter, Energia e Espiritualismo. 2018. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Margareth Monteiro Gadelha
GOMES, M. P.;OLIVEIRA, J. C.; ORRICO, E. D.; Gomes, D. L. A.; SANTOS, N. P.. Biopirataria: Contovérsias e Disputas no contexto da Economia do conhecimento e a formação das redes colaborativas da comunicação científica. 2017. Tese (Doutorado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Carlos Eduardo Mendes de Azevedo
OLIVEIRA, J. C.; Marcia Cardoso; GOMES, M. P.; Agamenon Oliveira; Faria, M. M. de. Propriedade Intectual de Programas de Computador: é conviniente a adoção de Patentes. 2017. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jomar Gozzi
OLIVEIRA, J. C.; Antonio Claudio G. Sousa; Nembri, Armando; Koehler, Carlos; Borges, Antonio; BESSERMAN, M.; GOMES, M. P.. A pessoa Autista e o Movimento de Neurodiversidade: considerçãoes sobre o ponto de vista da complexidade e da ética da Alteridade. 2017. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Armando Guimarães Nembri
KUBRUSLY, R. S.;OLIVEIRA, J. C.; SILVA, A. C. da; Bizzo, M.L.G.; Lima-Rodrigues, L. M. S.; BESSERMAN, M.. Do Silêncio aos Caminhos e Descaminhos de Doutores e Doutorandos Surdos: a "fala" sem eco num mundo ouvinte. 2016. Tese (Doutorado em História das Técnicas, das Ciência e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Mauricio Marques de Faaria
OLIVEIRA, J. C.SUEMITSU, W. I.; GOMES, M. P.; KUBRUSLY, R. S.; Antonio Claudio G. Sousa; Malta, M. de M.. Relação Universidade Empresa: os Múltiplos olhares de minerva sobre o Ouro Negro. 2015. Tese (Doutorado em PPGHCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Leandro Lage dos Santos Guedes
Koehler, Carlos;OLIVEIRA, J. C.; Oliveira, A. L. de; Helayël Neto, J. A.; Rocha, J. F. Villas da; Pimentel Junior, R. A.; Ogando, R. L. C.. O papel das Hipóteses AD HOC na Construção de teorias Científicas. 2015. Tese (Doutorado em História das Técnicas, das Ciência e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Felipe Accioly Vieira
OLIVEIRA, J. C.; Martins, R. C.; Pinto, E. C.; BUZATO, M. I.; Koehler, Carlos; Antonio Claudio G. Sousa. A integração entre Economia,Teoria da Informação e a Entropia Termodinâmica. Uma proposta de interpretação do processo de criação do vlor econômico à luz desses conceitos.. 2015. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: MARCOS BESSERMAN VIANNA
OLIVEIRA, J. C.; KUBRUSLY, R. S.; Marins, Bianca R.; Almeida, J. A. G. de; Polônio, M. L. T.. Aleitamento materno: por uma crítica aos seus substitutos, que podem colocar em risco as crianças, as mães, a comunidade, a sociedade e o planeta. 2015. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Maria Aparecida Campos
OLIVEIRA, J. C.; Marins, Bianca R.; Nogueira de Souza, Thais S.; Koehler, Carlos; DANTAS, R. M. M. C.; KUBRUSLY, R. S.. Agroecologia: uma Alternativa Éticapara garantir a Soberanis e Segurança Alimentar e Nutricional. 2014. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Ana Christina Saraiva Iachan
DANTAS, R. M. M. C.;OLIVEIRA, J. C.; Paulo Tigre; Izabel Cafezeiro; Marcia Cardoso; KUBRUSLY, R. S.. Dá licença ... Licencinha: a construção de um espaço para o minicomputador nacional.. 2014. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Maria Fernanda Marques Fernandes
Koehler, Carlos;OLIVEIRA, J. C.; Paulo R. Martins; KUBRUSLY, R. S.; Peter Schulz; Lacy V. B. de Andrade. ?Contrastes e Convergências entre História da Ciência e Jornalismo Científico no Tempo Presente: o caso da Nano-Tecnologia?. 2013. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Ângela Maria Fausto Souza
Lizanka P. F. Marinheiro; Helena do A. Fontoura; Gianine M.de S. Pierro; Sampaio, J. Lourenzo; Silva Vieira, J. da S.;OLIVEIRA, J. C.; Gomes, R.. ?Percepções corporais em mulheres submetidas a cirurgia plásticas pós-cirurgia bariátrica?. 2013. Tese (Doutorado em Pesquisa aplicada à saúde da criança e da mulher) - Fundação Oswaldo Cruz.
Aluno: Antonio Claudio Gómez de Sousa
OLIVEIRA, J. C.; KOHLER, C. B. G.;SUEMITSU, W. I.; OLIVEIRA, A. E. R.; Marinho, Pedro E. M.; Danilo Pereira Pinto. Os engenheiros no fim século XIX: ações e ideias. 2013. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Silvia Moreira Goulart
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; OLIVEIRA, A. E. R.; Regina Dantas; Motta Barbosa, Christina H.; Heizer, Alda Lúcia. Da Cultura Científica no Brasil (1821-1831): entre dois ideais, a Ciência Moderna e a Nação Brasileira. 2013. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Márcia de Oliveira Cardoso
OLIVEIRA, J. C.; Paulo Tigre; Izabel Cafezeiro; KUBRUSLY, R. S.; DANTAS, R. M. M. C.; Marcos Dantas. SOX: um UNIX ? compatível brasileiro a serviço do discurso de autonomia tecnológica na década de 1980. 2013. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jorge Fernando Silva de Araujo (DRE 109089337)
SANTOS, N. P.;OLIVEIRA, J. C.; Silva, Jose C.Tavares; Silva Pinto, Sergio C. Coelho; Piva, T. C. de C.; Heizer, Alda Lúcia. ?História das Máquinas e das Técnicas para a fabricação de Lentes no Brasil?. 2012. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Adolfo Snajdauf de Campos (DRE 109089094)
SANTOS, N. P.; Heizer, Alda Lúcia; Motta Barbosa, Christina H.;OLIVEIRA, J. C.; Matsura, Oscar; PIVA, T. C. C.. Engenheiros e Astrônomos: O Ensino de Astronomia aplicada e a prática de Astronomia Observacional na Escola Politécnica / Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro (1874-1965). 2012. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Regina Maria Macedo Costa Dantas (DRE 108106403)
SANTOS, N. P.; Heizer, Alda Lúcia; KUBRUSLY, R. S.; Lopes, M. Margaret; Barbuy, .H. M. da S..;OLIVEIRA, J. C.. ?Casa Inca ou Pavilhão da Amazônia? A participação do Museu Nacional na Exposição Universal Internacional de 1889 em Paris?. 2012. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Roberto Affonso Pimentel Junior, DRE 107411368,
Koehler, Carlos;OLIVEIRA, J. C.; Barthem, R. B.; REIS, J. C. O.; Caruso, Francisco; TAGLIAFERRI, A. A.; RODRIGUES, A. M.. Uma História da Interferometria no Século XIX. 2012. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Paulo Cesar Strauch
OLIVEIRA, J. C.; FILGUEIRAS, C. A. L.; Koehler, Carlos; BRAGA, M. A. B.; PIVA, T. C. C.; RAPHAEL, D. A.. A Ècole Centrale de Paris e sua Influência no desenvolvimento técnico do Brasil. 2010. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Patrícia Regina Correa Barreto
OLIVEIRA, J. C.; FILGUEIRAS, C. A. L.; GUIMARAES, L. M. P.; Nascente, Rafael Cantarino; PIVA, T. C. C.; VILLALTA, L. C.. Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional: OTemplo Carioca de Palas Atenas. 2009. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Agamenon E
KOHLER, C. B. G.;OLIVEIRA, J. C.; FILGUEIRAS, C. A. L.; ROSA, L. P.. R. Oliveira. A Evoluçaõ do Conceito Físico de Trabalho no Contexto das Máquinas. 2006. Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: ELI MARA LEITE ROYG HAMDAM
MOTOYAMA, S.;OLIVEIRA, J. C.. PROPOSTA DE CRIAÇÃO DOS SISTEMAS ESTADUAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO BRASIL. 2006. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade de São Paulo.
Aluno: Danyele Barros Bomfim
ROSA, L. P.;OLIVEIRA, J. C.; Martins, P. M.; BITTENCOURT, R. N.. O Homem como condição de possibilidade metafísica: Por uma filosofia sem sujeito e objeto.. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: José Cássio Ignara
OLIVEIRA, J. C.; Gozzi, J.; Malta, M. de M.; Matos, L. F.; OLIVEIRA, A. E. R.. Ferrovia e Colonialismo no Brasil. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Gabriel Bianconi Fernandes
OLIVEIRA, J. C.; Rovari, Juliana; Lisboa, M. V.. Estrutura e dinâmica da conservação e uso do milho crioulo por agricultores familiares da Zona da Mata de Minas Gerais. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: José Miguel Bendrao Saldanha
OLIVEIRA, J. C.; Leher, Roberto; Malta, M. de M.; Granemann, Sara; GOMES, M. P.. Aposentadoria no Capitalismo: paz entre as Gerações, guerra entre as Classes. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Marta Moeckel Amaral Lustosa
OLIVEIRA, J. C.; Ouriques, Evandro; Rovari, Juliana; Fonseca, Marcus Vinicius; Machado, Renata. Alimentação Coletiva na Perspectiva da oranização do Movimento dos trabalhadores Rurais sem Terra.. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: José Mauro Kocher
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; Marcos Dantas; Trein, F. Redes de Cabo Submarinos como infraestrutura de Poder. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jomar Gozzi
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; Borges, Antonio; BESSERMAN, M.; Nembri, Armando. A Proteção de Pessoas Autistas: alteridade, interdependência e neurodiversidade.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Monica Cecília Pallares Bborja Chiffoleau
OLIVEIRA, J. C.; BESSERMAN, M.; Casemiro, J. P.; Cintrão, Rosangela; Fernandez, Annelise. Outras maneiras de comunicar o Direito Humano à Alimentação Adequada: Conexões ente a Agroecologia e a Tecnopolítica. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Carlos Eduardo Mendes de Azevedo
OLIVEIRA, J. C.; Marcia Cardoso; Marcos Dantas; Paulo Tigre; MOURA, I. C.. Patentes de Software. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemolog) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Juliana Dias Rovari Cordeiro
OLIVEIRA, J. C.; Fonseca, A. B. C.; Koehler, Carlos; Araujo, I. S.; Casemiro, J. P.; Marcos Dantas. Conhecer e Comer: Ensaio para a Construção do campo ecopráxico entre Comunicação e Alimentação. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Maria Cecília Costa Junqueira
GOMES, M. P.;OLIVEIRA, J. C.; Silvia Goulart; Oliveira Neto, G. de. Conde da Barca, um iluminado na Corte de D. João VI. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História das Técnicas, das Ciência e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Carlos Eduardo Mendes de Azevedo
OLIVEIRA, J. C.; Marcia Cardoso; Izabel Cafezeiro; OLIVEIRA, A. E. R.. Propriedade Intelectual de Sotware: uma discussão sobre a conviniência de adoção de patentes.. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Margaareth Monteiro Gadelha
GOMES, M. P.;OLIVEIRA, J. C.; ORRICO, E. D.; SANTOS, N. P.. Biopirataria: História e disputas no contexto da economia do conhecimento. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Felipe Accyoli Vieira
OLIVEIRA, J. C.; KUBRUSLY, R. S.; Pinto, E. C.; Antonio Claudio G. Sousa; BUZATO, M. I.. A integração entre Economia,Teoria da Informação e a Entropia Termodinâmica. Uma proposta de interpretação do processo de criação do vlor econômico à luz desses conceitos.. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemolog) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Marco Besseman
OLIVEIRA, J. C.; KUBRUSLY, R. S.; Almeida, J. A. G. de; Marins, Bianca R.; Koehler, Carlos. Direito a Amamentação: compreender oinício da vida como período determinante para o futuro do planeta.. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Armando Guimarães Nembri
KUBRUSLY, R. S.;OLIVEIRA, J. C.; DANTAS, R. M. M. C.; SILVA, A. C. da. Nos conhecemos? O pequeno grande mundo no mundo que ouve: a busca pelo elo (im)possível. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Mauricio Marques de Faria
OLIVEIRA, J. C.; KUBRUSLY, R. S.; Antonio Claudio G. Sousa; Martins, R. C.. Relação Universidade Empresa: os Múltiplos olhares de minerva sobre o Ouro Negro. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Elias da Silva Maia
SOARES, L. C.;OLIVEIRA, J. C.; Ivan Marques. Pós Graduação em Engenharias no Rio de Janeiro: o surgimento e primeiros anos da COPPE.. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Ana Christina Saraiva Iachan
DANTAS, R. M. M. C.; Ricardo Kubrusly;OLIVEIRA, J. C.; Paulo Tigre; Marcia Cardoso; Izabel Cafezeiro. ?Dá Licença .... Licensinha! A construção de um espaço para o minicomputador brasileiro. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Roberto Afonso Pimentel Juniot
Koehler, Carlos;OLIVEIRA, J. C.; Caruso, Francisco; Reis, José Claudio O.; Barthem, R. B.. Uma História da Interferometria do século XIX. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Maria Aparecida Campos (DRE 111235847)
OLIVEIRA, J. C.; Marins, Bianca R.; Bizzo, M.L.G.; Nogueira de Souza, Thais S.. Eco-Segurança Alimentar: conceito técnico ou político?. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Antonio Claudio Gómez de Sousa
OLIVEIRA, J. C.; Marinho, Pedro E. M.; Koehler, Carlos;SUEMITSU, W. I.. A Engenharia no fim do século XIX: Ações e Intenções. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Márcia de Oliveira Cardoso
OLIVEIRA, J. C.; Paulo Tigre; Marcos Dantas; Izabel Cafezeiro. A figuração do SOX como um projeto na contramão da História. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jorge Fernando Silva de Araujo
SANTOS, N. P.;OLIVEIRA, J. C.; QUEIROZ, A. C. M.; HEIZER, A. L.; PIVA, T. C. C.. História das Máquinas para a Fabricação de Lentes no Brasil. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em História das Técnicas, das Ciência e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: José Adolfo Snajdauf de Campos
SANTOS, N. P.;OLIVEIRA, J. C.; Matsura, Oscar; PIVA, T. C. C.; HEIZER, A. L.. Da Escola Politécnica ao Observatório do Valongo: O Ensino da Astronomia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em História das Técnicas, das Ciência e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Roberto Afonso Pimentel Junior
KOHLER, C. B. G.;OLIVEIRA, J. C.; Barthem, R. B.; Caruso, Francisco; Reis, José Claudio O.. Uma História da Interferometria no século XIX. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Silvia Moreira Goulart
OLIVEIRA, J. C.; Koehler, Carlos; OLIVEIRA, A. E. R.; STRAUCH, P. C.. História da Cultura Cientifica no Brasil (1821-1831). 2010. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Patrícia Regina Correa Barreto
FILGUEIRAS, C. A. L.;OLIVEIRA, J. C.; SANTOS, N. P.; PIVA, T. C. C.. Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional: O templo Carioca de Palas Atena.. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemolog) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Paulo Cesar Strauch
FILGUEIRAS, C. A. L.;OLIVEIRA, J. C.; KOHLER, C. B. G.; BRAGA, M. A. B.; RAPHAEL, D. A.. O desenvolvimento da Educação Técnica Superior no Brasil entre 1808 e 1870 ? O Papel da École Centrale de Paris. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemolog) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Glads Maria D'Elia Sampaio
OLIVEIRA, J. C.; KOHLER, C. B. G.; VIDEIRA, A. A. P.. Um olhar sobre a História da Física no Rio de Janeiro. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Siro Darlan de Oliveira
BESSERMAN, M.; Maria Helena B.O; Rovari, Juliana;OLIVEIRA, J. C.. Analisar, com base nos marcos legais os reflexos nas políticas públicas de promoção da saúde com foco no Direito Humano à alimentação adequada para crianças e adolescentes.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.
Aluno: Andrea Medina de Sena Torres
Antonio Claudio G. Sousa; Flavio Chedid; Felipe Addor; Priscila Matsunaga.;OLIVEIRA, J. C.. Historiando - a consciência histórica como uma disposição ética na autoria do mundo. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em PPGTDS/UFRJ) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Monique Calmon de Carvalho Ferreira
Nascimento. Jorge Luis do; SOUZA, Antonio Lopes de;OLIVEIRA, J. C.. ESTUDO DE FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA NA VITIVINICULTURA COM FOCO EM APLICAÇÕES DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA EM VINHEDOS. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Departamento de Engenharia Elétrica/ Poli) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Bruno Eneas Santana dos Santos
Nascimento. Jorge Luis do; Souza, J. N.;OLIVEIRA, J. C.. Geração Fotovoltaica como auxilio ao combate de Perdas de Energia. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Departamento de Engenharia Elétrica/ Poli) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Louise Cristine de Oliveira Sobrinho
Nascimento. Jorge Luis do;OLIVEIRA, J. C.; Ferreira, J. C. de C.. Desenvolvimentos e Pesquisas na terceira geração de células Fotovoltaicas. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Departamento de Engenharia Elétrica/ Poli) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Leila Carolina Gomes Pinheiro (DRE 106084786)
Nascimento, Jorge L.;OLIVEIRA, J. C.; Dias, Robson F.. Rede de Suprimento de Energia Elétrica em Média Tensão - 15KV do Instituto Politécnico de Cabo Frio da UFRJ?. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Teodoro Queiroz Guarinello (DRE 107430891)
Nascimento, Jorge Luiz;OLIVEIRA, J. C.; Cruz Silva, Tirlê. Tecnologia de Estado Sólido: Estudo Ambiental e Econômico. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Jaime Fernandez Lezcano (DRE 09417023)
Nascimento. Jorge Luis do; Hazan, Sergio S.;OLIVEIRA, J. C.. Instalação Elétrica Residencial Eficiente com Aproveitamento de Energia Solar. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Galdino da Siva (DRE 106036474)
SUEMITSU, W. I.; Hazan, Sergio S.;OLIVEIRA, J. C.. ?Análise da Implantação de um Sistema de Iluminação Solar utilizando Cabos de Fibra Ótica. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Johnny Regis Emerenciano (DRE 104033080)
SILVA NETO, J. L.;OLIVEIRA, J. C.; CARVALHO, C. C.. Sistema a Sensor Eletro-Resistivo para estudo de Escoamentos Bifásicos,. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Eduardo dos Santos Nogueira (DRE 103097277
Nascimento. Jorge Luis do;OLIVEIRA, J. C.; Hazan, Sergio S.. Iluminação com LEDs: alternativa de substituição de Instalação existente da subestação Jataí. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Clayton Luiz Cordeiro Marcelino
Andrade Jr., Rubens; Sotelo, G. G.; SOUZA, Antonio Lopes de;OLIVEIRA, J. C.. Automação de um sistema de Medida para obtençao de curvas B e H. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: SÉRVULO JOSE OLIVEIRA DE BARROS
SILVA NETO, V. R.;OLIVEIRA, J. C.. ENGENHARIA SOLAR: ALGUMAS APLICAÇÕES PARA UM MUNDO MELHOR. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Aluno: Anderson Frossard & Guilherme Sartori Natal
OLIVEIRA, J. C.; SOUZA, Antonio Lopes de; Nascimento. Jorge Luis do;SUEMITSU, W. I.; Razani, Sérgio Sami. Combinando Realidade Virtual e simulação Matemática no Desenvolvimento de Recursos para o Ensino /aprendizado da Engenharia Elétrica. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Departamento de Engenharia Elétrica/ Poli) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, J. C.; OLIVEIRA, A. E. R.. Comissão Especiall de Avaliação da Defesa mde Memorial da profa. Glads Maria D´Elia Sampaio. 2018. Colégio Pedro II.
OLIVEIRA, J. C.; Accioly, E,; Fialho, E. F.. Comissão de Avaliação de Estágio Provatório da Renata da Silva Monteiro, Valéria Maria Caselato, Myriam Elisa Melchior pimentel, Maria Lima de Cnop.; docentes do curso de Gastronomia.. 2016. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Orientou
Monica Cecília Pallares Borja Chiffoleau
Outras Maneiras de comunicar o Direito Humano a Alimentação adequada: conexões entre agroecologia e Tecnolopolítica; Início: 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
José Miguel Bendrao Saldanha
Aposentadoria no Capitalismo: paz entre as Gerações, guerra entre as Classes; Início: 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Orientador);
Gabriel Bianconi Fernandes
Transgenia; Início: 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
José Mauro Kocher
Redes de Cabos Submarinos como infraestrutura do poder; Início: 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Orientador);
Marta Moeckel
Alimentação Coletiva; Início: 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Orientador);
ANA CRISTINA DO COUTO BENAVENTE
A influência do pensamento Newtoniano-Cartesiano na prática pedagógica universitária: um olhar sobre a experimentação de animais não humanos com fins didáticos; ; 2016; Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Gabriel Bianconi Fernandes
Genes como Mercadorias:o caso da introdução das sementes Transgênicas no Brasil; 2015; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Monica Cecília Pallares Borja Chiffoleau
Ambientes Obesogênicos: agroecologia como solução e reindivicação da liberdade de escolha de ambientes saudáveis; 2015; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Roberta Castro de Barros
A ética da responsabilidade é fundamental para escolhjas alimentares conscenciosas e garantia de Segurança Alimentar na contemporaneidade; 2015; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Jean Phillipe Cintra Lafond
Uma desconstrução do gosto por meio da facilidade industrializada; 2015; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Rosana Alcantara Barroso
Desvendando a Coleção de Leis do Império do Brasil ? Política Científica Brasileira de 1808 a 1840; 2015; Dissertação (Mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
José Mauro Kocher
Telegrafia no século XIX: ciência e Técnica no contexto da industrialização; 2014; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Vera Lucia Dantas Loureiro
Engenheiros que não queriam vender computadores ecomunidade acadêmica de informática e reserva de mercado; ; 2013; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Érica Colares Rocha
Joaquim Gomes de Souza: a construçaõ de uma identidade nacional através do panorama da cultura científica; 2013; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Mauricio Marques de Faria
Inteligência Empresarial e Desenvolvimento Tecnológico; 2011; Dissertação (Mestrado em HCTE) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Juliana Dias Rovari Cordeiro
Cozinhar e Comunicar: uma abordagem ecobiocultural sobre sistemas de alimentação e comunicação; ; 2018; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Jomar Gozzi
A Pessoa Autista e o Movimento de Neurodiversidade: considerações sob o ponto de vista da complexidade e da ética da Alteridade; ; 2017; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Carlos Eduardo Mendes de Azevedo
Propriedade Intelectual de Programas de Computador: é convemiente a adoção de patentes; ; 2017; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Felipe Accioly Vieira
O Históa integração entre economia, Teoia da Informação e entropia temodinâmica: uma proposta de intrepretação do processo de criação do valor econômico a luz destes conceitos; ; 2015; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Mauricio Marques de Faria
Relação Universidade Empresa: os múltiplos olhares de Minerva sobre o ouro Negro; 2015; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Marcos Besserman
A prática da Amamentação ? a substituição do Natural pela Tecnologia; 2015; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Maria Aparecida Campos
Agroecologia: uma alternativa ética para Garantir a Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional; ; 2014; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Márcia de Oliveira Cardoso
SOX: um UNIX - compativel brasileiro a serviço do discurso de autonomia tecnológica na década de 1980; 2013; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Silvia Moreira Goulart
Da Cultura Científica no Brasil (1821-1831): entre dois ideais, a Ciência Moderna e a Nação Brasileira; 2013; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Antonio Claudio Gómez de Sousa
Os Engenheiros no fim do século XIX: ações e idéias; ; 2013; Tese (Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: José Carlos de Oliveira;
VITOR LEMOS MAIA E ANTONIO RENALD X
Malemba; Uma viajem interna dos dispositivos eletrônicos e semicondutores; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: José Carlos de Oliveira;
Aline de Andrade Silva e Daniel Moura de Souza
Modelos e Visualizações Interativas de Dispositivos Eletrodinâmicos; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: José Carlos de Oliveira;
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Histórico profissional
Endereço profissional
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Engenharia, Departamento de Eletrotécnica. , Av. Brigadeiro Trompovsky s/n - Centro de Tecnologia - Bloco H - Sala227, Ilha do Fundão, 21945970 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 25628037, Fax: (21) 22868230, URL da Homepage:
Sonho Impossível
Maria Bethânia
Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo, cravar esse chão
Não me importa saber se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz?
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
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Composição: Mitch Leigh / Joseph Darion.
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