Inspirados já nos ensinamentos de Sófocles, aqui, procurar-se-á a conexão, pelo conhecimento, entre o velho e o novo, com seus conflitos.
As pistas perseguidas, de modos específicos, continuarão a ser aquelas pavimentadas pelo grego do período clássico (séculos VI e V a.C).
Quando a finitude da vida e o reducionismo das
ideologias são ultrapassados pela infinitude complexidade da arte
-deus-cria-o-primeiro-homem.
“Quando imaginamos uma coisa como finita pensamos
imediatamente em algo que tenha fim, que seja transitório, contingente e que
por isso mesmo seja limitado no seu tempo e espaço. A idéia de infinito, ao
contrário, nos reporta a uma coisa maior, a algo tão grande que a nossa mente
tem até dificuldade de abarcar, tamanha a sua extensão.”
-infinitude-de-deus-x-finitude-humana.
“Por essa época, Jeremias denuncia
o governo de Joaquim como ganancioso, assassino e violento, segundo Jr
22,13-19. Este é um dos mais duros oráculos proféticos já pronunciados contra
um rei. Jeremias compara Joaquim a seu pai Josias e o denuncia como
antijavista, pois não cumpre sua função real de exercer a justiça e o direito e
de proteger os mais fracos.”
Jeremias
de Portinari – MASP (1943)
Manda-se
“um preto”
Quando a finitude da vida e o reducionismo das
ideologias são ultrapassados pela infinitude complexidade da arte
‘(...) Manda-se “um preto”, ué, e os problemas se
resolvem. (...)”
UÉ!?
ROBERTO POMPEU DE TOLEDO
VEJA 28 DE MARÇO DE 2018
“Manda-se lá um preto dizer que o senhor fica
almoçando, e irá mais tarde.”
“(...) A muitos terá incomodado lá no íntimo a
petulância de uma negra que sabia o seu lugar – sendo esse lugar o oposto
daquele antes considerado o das negras pela boa ordem das coisas. (...)”
“Manda-se lá um preto dizer que o senhor janta aqui,
e irá depois.”
ue
Câmara
Notícia : Aluízio Jeremias 24/02/2017
TV CÂMARA CAMPINAS
Publicado em 1 de mar de 2017
"O sambista vivo mais importante da cidade conversou
com a repórter Ana Bresil e lembrou a infância, o primeiro Carnaval e a
trajetória como Estilista, compositor, cantor e fundador da Rosa de Prata,
tradicional escola de samba da Vila Castelo Branco, quatro vezes campeã. Hoje,
aos 76 anos, o também artista plástico é dono de invejável coleção de pinturas
Naïf, através da qual passa toda a sua história de vida."
“Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi[1]; antes
de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações”.
JEREMIAS
jeremias
“A flor é muito grande com abertura bicolor em rosa
e prata. É uma das melhores rosas perfumadas. Muito vigorosa com abundância de
botões. Florescimento contínuo. Botões de forma elegante e estrelada.”
ACAPPELA
Rosa
- Pixinguinha.
Sensível
- Pixinguinha
Rosa
- Pixinguinha.
Cartola
- Peito vazio / O sol nascerá
Juízo Final Clara Nunes Composição: Nelson Cavaquinho
“O patrulhamento é muito grande. A sociedade tem que
pensar que existem homens de bem. Não pode a sociedade presumir que todos sejam
salafrários desde que provem o
contrário.” Marco Aurélio Mello Ministro do STF
Salafrário
- Trailer Oficial
Promotor
do DF pede soltura de preso com base no ‘Princípio Lula’
Pedido para que acusado aguarde em liberdade laudo
pericial teve como base decisão do STF desta quinta
r de justiça Valmir Soares Santos, do Ministério
Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), pediu nesta sexta-feira
(23/3) a soltura de uma pessoa que estava presa preventivamente desde janeiro
com base no “Princípio Lula” – conceito elaborado por ele, segundo o qual o
argumento de que o ex-presidente Lula não pode ficar preso diante do atraso da
Justiça deveria valer para todos. O pedido foi deferido pelo juiz Osvaldo
Tovani, da 8ª Vara Criminal de Brasília.
“Se o ex-presidente Lula não pode ser preso em
eventual decisão do TRF até que o STF venha a julgar o HC [habeas corpus],
tendo em vista que o atraso é por conta do STF, então todos os casos que
passarem pela minha mesa em que o atraso esteja relacionado a alguma falha do
Estado, eu pedirei de ofício a liberdade do cidadão”, explicou
ao JOTA o promotor.
Por isso, imaginou dar o nome de “Princípio Lula” à
decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quinta-feira (22/3), pela qual
a prisão do ex-presidente fica suspensa até que o STF conclua o julgamento que
vai definir sobre o habeas corpus preventivo ao petista – encerrado nesta
quinta-feira sem ser finalizado. O julgamento será retomado dia 4 de abril.
“Se esta regra vale para o ex-presidente Lula, de
que ele não pode ser preso por qualquer atraso da Justiça, este princípio deve
valer para todos.”
O pedido do promotor beneficiou um acusado que
estava preso por supostamente ter roubado um carro. Ele aguardará em
liberdade provisória até que a Promotoria de Justiça conclua a elaboração
de laudos periciais.
No pedido feito pelo MPDFT, o promotor diz que
“estando o acusado preso, o seu tempo de encarceramento não pode ser aumentado
por culpa dos órgãos do Estado, ou seja, ausência de confecção do laudo
pericial no tempo estabelecido”. No TJDFT, o processo tramita sob o
número 2018.01.1.003423-6.
“A maioria dos réus que passa pela primeira
instância são réus pobres, são pessoas que não terão recursos para levar o
julgamento até o Supremo. Então aquilo que o STF decidir para o ex-presidente
Lula, penso que será um princípio que valerá para todos os casos semelhantes”,
afirmou Santos, titular da 15ª Promotoria Criminal de Justiça.
“A Constituição diz que a lei é para todos. Para
casos semelhantes, a mesma decisão. O Estado brasileiro, para se tornar um
Estado constitucional de Direito, ele terá que ter regras que valham para
todos”, afirmou.
O promotor também já criou outro conceito baseado
num caso célebre – o “Princípio Adriana Ancelmo”, usado por ele especialmente
em audiências de custódia, para beneficiar mulheres acusadas de algum crime que
tenham filhos de até 12 anos.
“E eu tenho um motivo a mais para sustentar minha
decisão: o ministro Gilmar Mendes foi meu examinador há 21 anos, quando eu
passei no concurso de promotor de Justiça. Estou fazendo apenas aquilo que
meu examinador me ensinou a fazer, que é aplicar a Constituição para todos”,
disse.
Abaixo, imagens do pedido feito pelo promotor de
Justiça com base no “Princípio Lula”
Além de criar conceitos, o promotor
Valmir Soares Santos também se manifesta em processos valendo-se de poesias. Em
fevereiro, o JOTA noticiou que Santos escreveu um poema de quatro estrofes numa manifestação em que pediu o arquivamento de um processo
criminal sobre um furto numa livraria em Brasília.
Mariana
Muniz – Brasília
Significado
de Salafrário
substantivo masculino
Pessoa
desleal, desonesta, ordinária; safardana, patife, canalha: o comerciante me
enganou, aquele salafrário!
Sinônimos de Salafrário
Salafrário
é sinônimo de: tratante, canalha, desleal, ordinário, patife, desonesta
Mediação
e Linguagem: O lavador de pedras, Manoel de Barros
O
LAVADOR DE PEDRA - Manoel de Barros (conto)
O LAVADOR DE PEDRA
Manoel de Barros
in, Memórias Inventadas (VI)
Editora Planeta
São Paulo, 2003
A GENTE MORAVA NO PATRIMÔNIO DE PEDRA LISA.
PEDRA LISA ERA UM ARRUADO DE 13 CASAS E O RIO POR DETRÁS.
PELO ARRUADO PASSAVAM COMITIVAS DE BOIADEIROS E MUITOS ANDARILHOS.
MEU AVÔ BOTOU UMA VENDA NO ARRUADO. VENDIA TOUCINHO, FREIOS, ARROZ, RAPADURA E
TAIS. OS MANTIMENTOS QUE OS BOIADEIROS COMPRAVAM DE PASSAGEM. ATRÁS DA VENDA
ESTAVA O RIO. E UMA PEDRA QUE AFLORAVA NO MEIO DO RIO. MEU AVÔ, DE TARDEZINHA,
IA LAVAR A PEDRA ONDE AS GARÇAS POUSAVAM E CACARAVAM. NA PEDRA NÃO CRESCIA NEM
MUSGO. PORQUE O CUSPE DAS GARÇAS TEM UM ÁCIDO QUE MATA NO NASCEDOURO QUALQUER
ESPÉCIE DE PLANTA.
MEU AVÔ GANHOU O DESNOME DE LAVADOR DE PEDRA. PORQUE TODA TARDE ELE IA LAVAR
AQUELA PEDRA. A VENDA FICOU NO TEMPO ABANDONADA. QUE NEM UMA CAMA FICASSE
ABANDONADA.
É QUE OS BOIADEIROS AGORA FAZIAM ATALHOS POR OUTRAS ESTRADAS.
A VENDA FICOU POR ISSO NO ABANDONO DE MORRER. PELO ARRUADO SÓ PASSAVAM AGORA OS
ANDARILHOS. E OS ANDARILHOS PARAVAM SEMPRE PARA UMA PROSA COM MEU AVÔ. E PARA
DIVIDIR A VIANDA QUE A MÃE MANDAVA PARA ELE.
AGORA O AVÔ MORAVA NA PORTA DA VENDA, DEBAIXO DE UM PÉ DE JATOBÁ.
DALI ELE VIA OS MENINOS RODANDO ARCOS DE BARRIL AO MODO QUE BICICLETA.
VIA OS MENINOS EM CAVALO-DE-PAU CORRENDO AO MODO QUE MONTADOS EM EMA. VIA OS
MENINOS QUE JOGAVAM BOLA DE MEIA AO MODO QUE DE COURO.
E CORRIAM VELOZES PELO ARRUADO AO MODO QUE TIVESSEM COMIDO CANELA DE CACHORRO.
TUDO ISSO MAIS OS PASSARINHOS E OS ANDARILHOS ERA A PAISAGEM DO MEU AVÔ.
CHEGOU QUE ELE DISSE UMA VEZ: OS ANDARILHOS, AS CRIANÇAS E OS PASSARINHOS TÊM O
DOM DE SER POESIA.
DOM DE SER POESIA É MUITO BOM!
O
Lavador de Pedra - Manoel de Barros 6as e 7as séries
A gente morava no patrimônio de Pedra Lisa. Pedra
Lisa era um arruado de 13 casas e o rio por detrás. Pelo arruado passavam
comitivas de boiadeiros e muitos andarilhos. Meu avô botou uma Venda no
arruado. Vendia toucinho, freios, arroz, rapadura e tais. Os mantimentos que os
boiadeiros compravam de passagem. Atrás da Venda estava o rio. E uma pedra que
aforava no meio do rio. Meu avô, de tardezinha, ia lavar a pedra onde as garças
pousavam e cacaravam. Na pedra não crescia nem musgo. Porque o cuspe das garças
tem um ácido que mata no nascedouro qualquer espécie de planta. Meu avô ganhou
o desnome de Lavador de Pedra. Porque toda tarde ele ia lavar aquela pedra.
A Venda ficou no tempo abandonada. Que nem uma cama ficasse abandonada. É que
os boiadeiros agora faziam atalhos por outras estradas. A Venda por isso ficou
no abandono de morrer. Pelo arruado só passavam agora os andarilhos. E os
andarilhos paravam sempre para uma prosa com o meu avô. E para dividir a vianda
que a mãe mandava para ele. Agora o avô morava na porta da Venda, debaixo de um
pé de jatobá. Tudo isso mais os passarinhos e os
andarilhos era a paisagem do meu avô. Chegou que ele disse uma vez: Os
andarilhos, as crianças e os passarinhos têm o dom de ser poesia. Dom de ser
poesia é muito bom!
MINHA
ESCOLA
Ascenso Ferreira
A escola que eu frequentava era cheia de grades como
as prisões.
E o meu Mestre, carrancudo como um dicionário;
Complicado como as Matemáticas;
Inacessível como Os Lusíadas de Camões!
À sua porta eu estacava sempre hesitante…
De um lado a vida… – A minha adorável vida de criança:
Pinhões… Papagaios… Carreiras ao sol…
Voos de trapézio à sombra da mangueira!
Saltos da ingazeira pra dentro do rio…
Jogos de castanhas…
– O meu engenho de barro de fazer mel!
Do outro lado, aquela tortura:
“As armas e os barões assinalados!”
– Quantas orações?
– Qual é o maior rio da China?
– A 2 + 2 A B = quanto?
– Que é curvilíneo, convexo?
– Menino, venha dar sua lição de retórica!
– “Eu começo, atenienses, invocando
a proteção dos deuses do Olimpo
para os destinos da Grécia!”
– Muito bem! Isto é do grande Demóstenes!
– Agora, a de francês:
– “Quand le christianisme avait apparu sur la terre…”
– Basta.
– Hoje temos sabatina…
– O argumento é a bolo!
– Qual é a distância da Terra ao Sol?
– ? !!
– Não sabe? Passe a mão à palmatória!
– Bem, amanhã quero isso de cor…
Felizmente, à boca da noite,
Eu tinha uma velha que me contava histórias…
Lindas histórias do reino da Mãe-d’Água…
E me ensinava a tomar abenção à lua nova.
21/03/2018 4:30
A
volta da palmatória
Leo Aversa
Um método arcaico pode resolver o problema dos pais
que não têm tempo, paciência ou disposição
Houve um tempo em que dar a mão à palmatória era
algo bem mais doloroso do que uma expressão batida. Nas escolas valia o
errou-levou, nada de banquinho da disciplina ou cantinho da reflexão, só
palmada, reguada ou joelho no milho. Uma dureza. Qualquer bagunça ou resposta
atravessada e a coisa ficava feia pro aluno. Mas o tempo passou e por sorte as escolas
mudaram seus métodos, suas práticas, e o castigo físico ficou para trás. Virou
artigo de museu, igual ao bom dia, o por favor e o obrigado.
A educação melhorou com o fim dessa crueldade
anacrônica ?
Valentina vive atracada ao celular. Com sete anos já
tem o seu próprio iPhone e acesso à internet e WhatsApp. É lá que ela passa o
dia trocando fotos, áudios, vídeos com outras — quanta ingenuidade — crianças.
No começo, os pais da Valentina eram contra, mas uma amiguinha ganhou o seu, e
eles não queriam a Valentina traumatizada por não ter algo que uma amiguinha
tem. A mãe, às vezes, pede para a filha largar um pouco o celular, aí a
Valentina ameaça não gostar mais dela e a mãe, aterrorizada com essa
possibilidade, pede desculpas e se finge de morta. Já o pai até pergunta o que
ela anda compartilhando, mas basta a menina responder que não é nada demais que
ele se dá por satisfeito e volta para os seus assuntos. A Valentina leva o
celular para a escola e fica chateada quando ele é confiscado pela professora.
Seus pais acham isso um absurdo — a professora proibir celular, não a Valentina
tentar postar selfies durante a aula — e logo devolvem o aparelho para a
menina. Quem essa professora pensa que é, reclamam indignados.
Enzo está sempre zoando as aulas. Ele tem dez anos,
é um menino esperto e tem por hobby tocar o terror na escola. Um garoto
adorável, segundo os seus próprios pais, um capeta mimado, segundo os colegas.
Antes de o Enzo nascer, os pais dele tentaram um jardim de cactos e um aquário,
mas ambos davam muito trabalho e foram abandonados. Resolveram então ter um
filho porque na época isso era meio modinha entre os amigos. Ao descobrirem que
criança dá ainda mais trabalho que cactos ou aquários, entregaram o pequeno
Enzo para um batalhão de babás de dar inveja ao príncipe George. O Enzo, sempre
esperto, logo percebeu que as babás não o contrariavam para não perder o
emprego e começou a dar as ordens. Como os pais estão sempre trabalhando — para
pagar o batalhão de babás — em casa é ele o rei. Na escola também quer mandar
em tudo e acha que os professores são babás sem uniforme. Os pais, atarantados,
estão esperando que o lançamento de algum app para educar filhos solucione o
problema. A tecnologia vai resolver tudo, pensam conectados.
Talvez seja a hora de voltar para a palmatória e os
castigos.
Não para crianças como o Enzo ou a Valentina, isso
seria uma crueldade anacrônica.
Para os pais delas.
Deram um celular para uma criança pequena? Dez
palmadas em cada. O filho não respeita professor? Pais ajoelhados no milho por
meia hora.
Terceirizaram a educação do filho e ficam reclamando
do comportamento dele? A tarde toda de chapéu de burro no canto da sala.
E a escola ainda pode cobrar dos pais um extra pela
lição. Vai custar mais barato do que psicanalista pro Enzo, coach pra Valentina
e autoajuda para todos.
Onde
Eu Nasci Passa Um Rio
Caetano Veloso
Onde eu nasci passa um rio
Que passa no igual sem fim
Igual, sem fim, minha terra
Passava dentro de mim
Passava como se o tempo
Nada pudesse mudar
Passava como se o rio
Não desaguasse no mar
O rio deságua no mar
Já tanta coisa aprendi
Mas o que é mais meu cantar
É isso que eu canto aqui
Hoje eu sei que o mundo é grande
E o mar de ondas se faz
Mas nasceu junto com o rio
O canto que eu canto mais
O rio só chega no mar
Depois de andar pelo chão
O rio da minha terra
Deságua em meu coração
Composição: Caetano Veloso
Bola
de Meia, Bola de Gude
Milton Nascimento
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão
Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento
5º
Ciclo de conferências | Os poetas pelos poetas: Manoel de Barros: em que acreditar
senão no riso?
Ciclo de Conferências "Os poetas pelos
poetas" Conferência: "Manoel de Barros: em que acreditar senão no
riso?" Coordenador: Acadêmico Antonio Carlos Secchin Conferencista:
Alberto Pucheu Data: 22/7/2014
Exercícios
Sobre Manoel De Barros
Com estes exercícios sobre Manoel de Barros, você
avaliará seu conhecimento sobre um grande destaque da literatura brasileira.
Publicado por: Mariana do Carmo Pacheco em Exercícios
de Literatura